... me surpreende que em tempos o agora P.R. Cavaco Silva tenha proferido a frase que o jornalista do Expresso repescou na reportagem sobre o personagem -" DUAS PESSOAS SÉRIAS COM A MESMA INFORMAÇÃO TÊM DE CONCORDAR ".
Conhecendo - lhe o percurso académico e político, exijo - me a honestidade intelectual de aceitar que só podia estar a falar de Aritmética e vá lá, Algebra e não de Economia e de MAIS NADA.
Porque se não...
aonde páram as opiniões do OUTRO que não concorda com Cavaco Silva, nomeadamente certas maiorias que na Assembleia da República aprovaram leis que Cavaco contestou vetando - as? Na sua falta de seriedade?
É que os valores, como é do conhecimento geral, formatam a maneira como se vêem e se usam os factos.
Por mim, não posso comungar dos valores que permitem ao P.R. pensar como pensa por mais que os tente compreender, racionalizando o que não é de todo racionalizável - a sua origem, dos valores, claro !
À vista desarmada, a frase é anti - democrática, mesmo para quem não tenha dúvidas e põe em evidência uma matriz de pensamento já antevista, de há muito tempo, de cariz fascista.
Convém seguir com mais atenção a pupila Ferreira Leite porque bebeu da mesma fonte.
sábado, julho 11, 2009
domingo, julho 05, 2009
E O VERBO TAMBÉM...
Portugal está a ser assolado por uma velha, hoje literalmente mais nova, classe de oportunistas.
Lembram -me os abutres que só poisam quando de alto e de fora vêem os outros enfrentar os desafios e vencê -los para sorrateiramente virem aproveitar -se do trabalho alheio.
A recorrência deste facto na sociedade portuguesa está a atingir um descaramento tão evidente que muita gente se está a " passar -se " e a continência civilizada é mandada às malvas.
Em dois dias foi o que se viu. Vilarinho está -se cagando e Pinho cansou - se de tourear.
A incontinência verbal, associada por vezes ao desconhecimento da Língua Portuguesa, tem levado os " pés - de microfone " e a nova fornada de jornalistas a inconscientemente ou por má - formação, os interpelados ao limite da tolerância.
A diferença entre as perguntas incómodas e insolência na formulação é que as primeiras incomodam e as segundas irritam. Mas o pior, é que penso que a inconsciência destas não acrescenta mérito se propositadas, só mais insolência que não impertinência.
A moda, infantil já agora, é atacar o Poder quando se pensa que poderá estar na mó - de baixo.
Gostaria de ver algum jornalista ARRANCAR e expôr qualquer ideia, sectorial ou não para o País da parte do PSD ou do CDS e já agora do BLOCO e do PCP.
Fico à espera...
Lembram -me os abutres que só poisam quando de alto e de fora vêem os outros enfrentar os desafios e vencê -los para sorrateiramente virem aproveitar -se do trabalho alheio.
A recorrência deste facto na sociedade portuguesa está a atingir um descaramento tão evidente que muita gente se está a " passar -se " e a continência civilizada é mandada às malvas.
Em dois dias foi o que se viu. Vilarinho está -se cagando e Pinho cansou - se de tourear.
A incontinência verbal, associada por vezes ao desconhecimento da Língua Portuguesa, tem levado os " pés - de microfone " e a nova fornada de jornalistas a inconscientemente ou por má - formação, os interpelados ao limite da tolerância.
A diferença entre as perguntas incómodas e insolência na formulação é que as primeiras incomodam e as segundas irritam. Mas o pior, é que penso que a inconsciência destas não acrescenta mérito se propositadas, só mais insolência que não impertinência.
A moda, infantil já agora, é atacar o Poder quando se pensa que poderá estar na mó - de baixo.
Gostaria de ver algum jornalista ARRANCAR e expôr qualquer ideia, sectorial ou não para o País da parte do PSD ou do CDS e já agora do BLOCO e do PCP.
Fico à espera...
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domingo, julho 05, 2009
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O GESTO É TUDO...

Em tempos, essa foi a resposta dos estudantes à senhora que os levou ao desvario.
Nas escolas, a contestação sempre foi um privilégio dos alunos, revelando a atenção com que seguiam os seus formadores e os políticos que definiam o seu futuro.
Hoje, essa luta foi substituída pela ferocidade de uma classe - a dos professores com uma palavra de ordem absurda - NÃO AOS EXAMES - acrescida de exigências ainda mais absurdas - QUEREMOS SER NÓS A DEFINIR como queremos ser avaliados e a definir as regras da evolução da nossa carreira docente.
Qualquer outro grupo profissional, excepto a Função Pública, provocaria um riso monumental aos seus empregadores se se apresentassem numa negociação com essa completa inversão da hierarquia e corria o risco de ser dispensado.
Em Portugal, os funcionários públicos - POLÍCIA, JUÍZES, MÉDICOS, ENFERMEIROS, PROFESSORES, etc, etc, querem substituír o Estado pela BUROCRACIA e o caos.
Ouviremos durante a campanha eleitoral declarações de simpatia e adesão a essas teses corporativas.
M.F.Leite e Paulo Portas querem mudar TUDO. O que isso quer dizer ninguém sabe e os corporativistas também não mas o caos das mudanças é - lhes música para os ouvidos, tolamente, na minha opinião.
Estaremos cá para ver se,de facto, o cansaço do Governo entregar o País aos bárbaros.
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domingo, julho 05, 2009
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sábado, julho 04, 2009
POIS É...
O P.M. desafiou as PME para a abertura de um pacto no sentido de lhes tentar salvaguardar os pequenos e médios negócios que a sua ( delas ) incompetência não consegue salvar.
A reacção absurda apareceu de imediato pela voz do seu representante na APME a denegrir as intenções do Governo e a, pesporrentemente, declinar liminarmente o convite.
Se eu tivesse uma pequena ou média empresa pugnar - me -ia pela demissão imediata de quem parece ter uma agenda que não é, definitivamente, a das PME.
Que Portas ou Rangel assobiem para o lado e decretem o fim de prazos para as ajudar releva da agenda própria que alimentam, já ufanos, e que se estão, de verdade, a borrifar para os seus ( delas ) interesses.
DEMAGOGIAS
Lamento dizê - lo, mas parece ser um campo onde vai medrar a argumentação oposicionista.
Uma pergunta - O Bloco esperava que o Estado criasse 150 mil postos de trabalho? Claro que não. Terá percebido a mensagem e a intenção do Governo? Claro que sim.
Numa sociedade liberal, é liberal, não!!!!?, a criação de postos de trabalho é da responsabilidade dos empresários, da livre iniciativa e do Capital. Ou não!!!!?
Portugal não é uma República Comunista. O Povão não quer e tem de assumir as consequências da sua escolha, ou não!!!?
É no mínimo uma falta de rigor intelectual exigir o que ao mesmo tempo se deplora.
A reacção absurda apareceu de imediato pela voz do seu representante na APME a denegrir as intenções do Governo e a, pesporrentemente, declinar liminarmente o convite.
Se eu tivesse uma pequena ou média empresa pugnar - me -ia pela demissão imediata de quem parece ter uma agenda que não é, definitivamente, a das PME.
Que Portas ou Rangel assobiem para o lado e decretem o fim de prazos para as ajudar releva da agenda própria que alimentam, já ufanos, e que se estão, de verdade, a borrifar para os seus ( delas ) interesses.
DEMAGOGIAS
Lamento dizê - lo, mas parece ser um campo onde vai medrar a argumentação oposicionista.
Uma pergunta - O Bloco esperava que o Estado criasse 150 mil postos de trabalho? Claro que não. Terá percebido a mensagem e a intenção do Governo? Claro que sim.
Numa sociedade liberal, é liberal, não!!!!?, a criação de postos de trabalho é da responsabilidade dos empresários, da livre iniciativa e do Capital. Ou não!!!!?
Portugal não é uma República Comunista. O Povão não quer e tem de assumir as consequências da sua escolha, ou não!!!?
É no mínimo uma falta de rigor intelectual exigir o que ao mesmo tempo se deplora.
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sábado, julho 04, 2009
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sexta-feira, julho 03, 2009
POIS É... JÁ NÃO HÁ PACHÔRRA!
Há dias " temi " pelo cansaço dos ministros e do PM da República em relação à tremenda pressão mediática acrescida de vários sufrágios que se avizinham.
A época é de CRETINICE global e o contágio da supressão da Razão e do bom-senso costuma ser recorrente nessas alturas em que o imediatismo se torna uma necessidade.
Fez agora uma vítima inesperada. O pedido de demissão do Ministro da Economia era incontornável apesar da minha simpatia pessoal pelo enfado e falta de chá enfatizante que deu mostra.
A Política tem uma exigência que o comum dos mortais tem, por IGNORÂNCIA, ignorar - a interpretação, não do Real mas do POSSÍVEL em determinada realidade.
A interpretação, vulgo, a consciência desse Real é uma responsabilidade individual, não POLÍTICA, cuja abrangência deve estar para além das necessidades individuais ultrapassando - as, sublimando - as em prol do colectivo e do FUTURO.
O conservadorismo que marca o medo do FUTURO no SAPIENS inferior só se encontra e se define em almas débeis para quem a superação é uma ameaça que a Ignorância transporta na incapacidade de Conhecimento.
Essa necessidade biológica de protecção da MAIORIA ESMAGADORA da população do Planeta, onde o imperativo é a SOBREVIVÊNCIA no imediato, no dia - a - dia, deveria fazer parte de TODOS os manuais de Economia e Política e não ser tratada como uma variável matemática sob o risco de entrar no mundo do ABSURDO onde as projecções idealistas da natureza humana enfrentam uma realidade que as desmente.
A acção que permitirá a definição plena da Política está para além da IDEOLOGIA e definitivamente de fora do VOTO, manifestação plena, burocrática, ignorante, interesseira, cínica, corrupta ( enquanto manifestação pessoal ) da massa votante, ignara, não só do PRESENTE como do FUTURO, cuja antevisão é- lhe um exercício Insane. E ela terá de ser elitista e autocrática dentro dos limites que a lógica ética e necessàriamente democrática exige.
A época é de CRETINICE global e o contágio da supressão da Razão e do bom-senso costuma ser recorrente nessas alturas em que o imediatismo se torna uma necessidade.
Fez agora uma vítima inesperada. O pedido de demissão do Ministro da Economia era incontornável apesar da minha simpatia pessoal pelo enfado e falta de chá enfatizante que deu mostra.
A Política tem uma exigência que o comum dos mortais tem, por IGNORÂNCIA, ignorar - a interpretação, não do Real mas do POSSÍVEL em determinada realidade.
A interpretação, vulgo, a consciência desse Real é uma responsabilidade individual, não POLÍTICA, cuja abrangência deve estar para além das necessidades individuais ultrapassando - as, sublimando - as em prol do colectivo e do FUTURO.
O conservadorismo que marca o medo do FUTURO no SAPIENS inferior só se encontra e se define em almas débeis para quem a superação é uma ameaça que a Ignorância transporta na incapacidade de Conhecimento.
Essa necessidade biológica de protecção da MAIORIA ESMAGADORA da população do Planeta, onde o imperativo é a SOBREVIVÊNCIA no imediato, no dia - a - dia, deveria fazer parte de TODOS os manuais de Economia e Política e não ser tratada como uma variável matemática sob o risco de entrar no mundo do ABSURDO onde as projecções idealistas da natureza humana enfrentam uma realidade que as desmente.
A acção que permitirá a definição plena da Política está para além da IDEOLOGIA e definitivamente de fora do VOTO, manifestação plena, burocrática, ignorante, interesseira, cínica, corrupta ( enquanto manifestação pessoal ) da massa votante, ignara, não só do PRESENTE como do FUTURO, cuja antevisão é- lhe um exercício Insane. E ela terá de ser elitista e autocrática dentro dos limites que a lógica ética e necessàriamente democrática exige.
Posto isto, recolho - me à diletância da OBSERVAÇÃO do que vem aí, na certeza porém que o meu destino, a Minha vida é uma responsabilidade minha que a DEMOCRACIA como fim da História não definirá JAMAIS.
À Política cedo - lhe a definição dos meus sacrifícios em prol da polis na medida em que espero o mesmo da minha espécie.
O seu escrutínio torna - se , por isso et pour cause uma obrigação da qual não me abdico. JAMAIS!
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sexta-feira, julho 03, 2009
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sábado, junho 27, 2009
DA IMPRESCINDIBILIDADE DO ESTADO...
.... na salvação do sistema económico e financeiro pós -crise e da eficácia da economia liberal a funcionar em roda - viva na redução das desigualdades ( a raiar a obscenidade ) planetárias, nacionais, locais, sociais, estamos conversados.
Só não viu quem não quer ou não pode ver.
Da imprescindibilidade do Estado na regulação da Liberdade, sim regulação, individual, social, local, nacional, planetária também deveríamos estar conversados.
MAS...
Ao ouvir M. F. Leite que do discurso de Menezes e do Passos adoptou a boutade - Desmantelo o Estado em cinco dias, mais coisa menos coisa, compreendo a razão que levou até hoje ao esconder das intenções da clique directiva do PSD e das suas intenções futuras de reduzir o ZÉ à sua pequenez que a sua condição social transporta.
Se em Outubro essa pequenez, mental, já agora, levar deliberadamente ao Poder o PSD e o CDS, terei uma reforma de gozo e deploração diária da condição única que o Sapiens lusitano ( não estão sózinhos... ) não abdica - a liberdade, de asnear também, claro.
DEMOCRACIA
A correcção do disparate proferido em tempos sobre a suspensão da dita tem levado a líder do PSD a sobre qualquer intervenção enaltecer a ofendida, disparando, com um nariz afinado a tudo que lhe cheire a ofensa à fulana.
OBRAS PÚBLICAS
Afinal, a serem executadas onde é que o Governo vai arranjar pessoal? Será ao pelotão dos deslocados ou aos reformados da Função Pública? Ah não!!!? Então?
AHHHHH, têm de ser as empresas privadas, a economia liberal, o capital a executar as obras.
E eu aqui a pensar que seria o Estado.
Estava errado, claro.
Bem, neste caso, se isso não for capaz de ajudar à recuperação do coma auto - induzido com que os nossos empresários, a livre iniciativa, ( aonde a M. F. Leite e quejandos nos querem conduzir... ) se comprazem há décadas não vejo, a não ser no livro vermelho de MAO com a reeducação do POVO e da sua classe dirigente a GRANDE solução para o País.
Quem tem crânio emigrará e será este o destino de Sócrates se continuar nessa patética tentativa de branquear o que o distinguiu da massa amorfa e comodista de Portugal -a sua propalada arrogância (auto - confiança ) e teimosia ( determinação ) com que qualquer líder, democrático ou não tem de estar armado.
As decisões de um líder em democracia SÃO AUTOCRÁTICAS e é assim que devem ser, pelo menos durante o período em que funciona a sua legitimidade.
Caso contrário a democracia é uma farsa alimentada e aproveitada por farsantes.
Só não viu quem não quer ou não pode ver.
Da imprescindibilidade do Estado na regulação da Liberdade, sim regulação, individual, social, local, nacional, planetária também deveríamos estar conversados.
MAS...
Ao ouvir M. F. Leite que do discurso de Menezes e do Passos adoptou a boutade - Desmantelo o Estado em cinco dias, mais coisa menos coisa, compreendo a razão que levou até hoje ao esconder das intenções da clique directiva do PSD e das suas intenções futuras de reduzir o ZÉ à sua pequenez que a sua condição social transporta.
Se em Outubro essa pequenez, mental, já agora, levar deliberadamente ao Poder o PSD e o CDS, terei uma reforma de gozo e deploração diária da condição única que o Sapiens lusitano ( não estão sózinhos... ) não abdica - a liberdade, de asnear também, claro.
DEMOCRACIA
A correcção do disparate proferido em tempos sobre a suspensão da dita tem levado a líder do PSD a sobre qualquer intervenção enaltecer a ofendida, disparando, com um nariz afinado a tudo que lhe cheire a ofensa à fulana.
OBRAS PÚBLICAS
Afinal, a serem executadas onde é que o Governo vai arranjar pessoal? Será ao pelotão dos deslocados ou aos reformados da Função Pública? Ah não!!!? Então?
AHHHHH, têm de ser as empresas privadas, a economia liberal, o capital a executar as obras.
E eu aqui a pensar que seria o Estado.
Estava errado, claro.
Bem, neste caso, se isso não for capaz de ajudar à recuperação do coma auto - induzido com que os nossos empresários, a livre iniciativa, ( aonde a M. F. Leite e quejandos nos querem conduzir... ) se comprazem há décadas não vejo, a não ser no livro vermelho de MAO com a reeducação do POVO e da sua classe dirigente a GRANDE solução para o País.
Quem tem crânio emigrará e será este o destino de Sócrates se continuar nessa patética tentativa de branquear o que o distinguiu da massa amorfa e comodista de Portugal -a sua propalada arrogância (auto - confiança ) e teimosia ( determinação ) com que qualquer líder, democrático ou não tem de estar armado.
As decisões de um líder em democracia SÃO AUTOCRÁTICAS e é assim que devem ser, pelo menos durante o período em que funciona a sua legitimidade.
Caso contrário a democracia é uma farsa alimentada e aproveitada por farsantes.
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sábado, junho 27, 2009
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quinta-feira, junho 25, 2009
SEM ESPINHAS
Foi assim, que o PM despachou a costumeira insuficiência da Oposição e a dar sinais muito positivos aos socialistas da sua mobilização para as batalhas que se avizinham.
AUTOEUROPA
Para sindicalistas " calejados " na defesa dos direitos dos trabalhadores, os últimos acontecimentos continuam, infelizmente a mostrar porque é que Setúbal passou da terceira cidade do País para as marchas " negras " e para o declínio.
A recuperação está a ser lenta e os trabalhadores da AE que nessa altura demonstraram grande sensatez no que era mais importante para o caso a manutenção dos postos de trabalho, aburguesaram -se e perderam por momentos a capacidade de interpretação da realidade.
É evidente que o Capital, para usar uma linguagem clara, está, apesar da crise, na mó de cima e como convém aproveita -se disso tentando chantagear, sempre com boas maneiras, quando são civilizados, com a situação.
É nessas alturas que os Sindicatos fazem sentido como organizadores administrativos dos interesses dos trabalhadores que representam com uma correcta interpretação das situações e aconselhamentos adequados. NÃO FOI ISSO QUE ACONTECEU quando se abandonou a negociação por motivos quase insignificantes a querer demonstrar a sua força (!!!!? ) quando não a tinha.
Eu creio que a correcta (insisto, neste caso da AE) interpretação e ajuízada atitude dos trabalhadores que levou ao seu recuo terá sido concertada no aconchego do lar com a pragmática ajuda das suas mulheres e ainda bem.
AUTOEUROPA
Para sindicalistas " calejados " na defesa dos direitos dos trabalhadores, os últimos acontecimentos continuam, infelizmente a mostrar porque é que Setúbal passou da terceira cidade do País para as marchas " negras " e para o declínio.
A recuperação está a ser lenta e os trabalhadores da AE que nessa altura demonstraram grande sensatez no que era mais importante para o caso a manutenção dos postos de trabalho, aburguesaram -se e perderam por momentos a capacidade de interpretação da realidade.
É evidente que o Capital, para usar uma linguagem clara, está, apesar da crise, na mó de cima e como convém aproveita -se disso tentando chantagear, sempre com boas maneiras, quando são civilizados, com a situação.
É nessas alturas que os Sindicatos fazem sentido como organizadores administrativos dos interesses dos trabalhadores que representam com uma correcta interpretação das situações e aconselhamentos adequados. NÃO FOI ISSO QUE ACONTECEU quando se abandonou a negociação por motivos quase insignificantes a querer demonstrar a sua força (!!!!? ) quando não a tinha.
Eu creio que a correcta (insisto, neste caso da AE) interpretação e ajuízada atitude dos trabalhadores que levou ao seu recuo terá sido concertada no aconchego do lar com a pragmática ajuda das suas mulheres e ainda bem.
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quinta-feira, junho 25, 2009
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sábado, junho 20, 2009
TGV
.
Digo, repito e repiso que o único óbice ao desenvolvimento do TGV em Portugal prende - se com as mesmas razões que estiveram na origem das tentativas de obstaculização de qualquer obra pública desde o 25 de Abril - designadamente o mérito alheio da iniciativa e execução e , principalmente o CONTROLO dos milhões a eles associados.
As lenga - lengas políticas sempre serviram, com os aliados de costume e os de ocasião, para disfarçar a Azia.
Essa da preocupação com o nosso futuro " endividado ", teria bases para andar se a capacidade de o prever fosse inata e não um produto da Inteligência, que como sabemos é muuuuuuuito interesseira e rara.
" JÁ NÃO TENHO IDADE PARA ESTAR NO GOVERNO " Mário Lino - M.O.P.
Eu traduzo: - JÁ NÃO HÁ PACHÔRRA!...
...para flexibilizações ou dobrar de espinha que a política eleitoral aconselha .
Posto isto, espero que o cansaço e falta de pachôrra não atinja o resto da equipa de Sócrates e .... nomeadamente a ele.
Ele, o PM deste País, tem a obrigação de saber que os décibéis dos soundbytes da Oposição e nisso incluo os Media na sua eterna lapdance, têm um desígnio - REDUZI - LO À MEDIOCRIDADE E CONFORMISMO GERAL, repetindo o sucesso que levou ao abandono da política nacional de um dos mais brilhantes políticos que por aqui passou - GUTERRES.
Desde que a Burguesia tomou o Poder e fê -lo território das massas através do voto, muitos grandes homens perderam a Nobreza, o Carácter e a Alma que os distinguia dos restantes democratas.,
Sócrates, como combatente que é, tem de fazer frente a essa imolação pelos medíocres e manter -se arrogante . É que é um dos melhores elogios que o povo consegue discernir.
A humildade mereceu sempre desprezo das massas e definitivamente não faz parte do código genético de quem quer estar no TOPO
MAIS VALE CAIR DE PÉ!

Digo, repito e repiso que o único óbice ao desenvolvimento do TGV em Portugal prende - se com as mesmas razões que estiveram na origem das tentativas de obstaculização de qualquer obra pública desde o 25 de Abril - designadamente o mérito alheio da iniciativa e execução e , principalmente o CONTROLO dos milhões a eles associados.
As lenga - lengas políticas sempre serviram, com os aliados de costume e os de ocasião, para disfarçar a Azia.
Essa da preocupação com o nosso futuro " endividado ", teria bases para andar se a capacidade de o prever fosse inata e não um produto da Inteligência, que como sabemos é muuuuuuuito interesseira e rara.
" JÁ NÃO TENHO IDADE PARA ESTAR NO GOVERNO " Mário Lino - M.O.P.
Eu traduzo: - JÁ NÃO HÁ PACHÔRRA!...
...para flexibilizações ou dobrar de espinha que a política eleitoral aconselha .
Posto isto, espero que o cansaço e falta de pachôrra não atinja o resto da equipa de Sócrates e .... nomeadamente a ele.
Ele, o PM deste País, tem a obrigação de saber que os décibéis dos soundbytes da Oposição e nisso incluo os Media na sua eterna lapdance, têm um desígnio - REDUZI - LO À MEDIOCRIDADE E CONFORMISMO GERAL, repetindo o sucesso que levou ao abandono da política nacional de um dos mais brilhantes políticos que por aqui passou - GUTERRES.
Desde que a Burguesia tomou o Poder e fê -lo território das massas através do voto, muitos grandes homens perderam a Nobreza, o Carácter e a Alma que os distinguia dos restantes democratas.,
Sócrates, como combatente que é, tem de fazer frente a essa imolação pelos medíocres e manter -se arrogante . É que é um dos melhores elogios que o povo consegue discernir.
A humildade mereceu sempre desprezo das massas e definitivamente não faz parte do código genético de quem quer estar no TOPO
MAIS VALE CAIR DE PÉ!
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sábado, junho 20, 2009
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sexta-feira, junho 19, 2009
IRÃO 2009
OS VELHOS HÁBITOS, DE VOLTA...
O mundo tem sido preparado, como de costume, através de manipulações, umas grosseiras, quando o alvo a atingir é pobre de espirito e outras mais sofisticadas, para quem se alimenta irracionalmente dos Media, para a mudança desejada pelos USA no IRÃO.
É tão evidente o dedo da senhora do Sistema - Hillary - na coordenação dos serviços secretos americanos em TEERÃO como em Caracas que, como de costume, só não conseguem ver os tolos de costume.
Infelizmente, Obama está a ser enredado numa teia tão complexa que se não tiver alguém de confiança muito perto da Hillary que o mantenha informado da política paralela que ela alimenta em seu próprio benefício, dár - se -á MAL.
A minha esperança é que a ingenuidade não venha a ser um traço decisivo na sua administração.
Por outro lado, o regime iraniano a cair, será pela força LIBERTÁRIA das mulheres persas, tão oprimidas e ofendidas por uma casta temente e com razão, da universalidade, em compreensão e extensão, da ABERTURA do feminino à vida em todas as suas variantes, mesmo as mais perversas.
Então se for essa senhora a manobrar os cordelinhos dessa luta, isso mete - me mais medo do que as consequências e razões legítimas da sua fúria, infelizmente.
Se a pressão se mantiver como se prevê, vai haver muito sofrimento e mortandade, não só no Irão como em todo o Oriente.
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sexta-feira, junho 19, 2009
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domingo, junho 14, 2009
SAUDADES

Eu tenho um pecado original que a minha auto - formação definiu - o amor pela Inteligência e pelo Carácter. E se a essa inteligência se acresce a Ética e a Racionalidade a minha admiração e respeito pelos que me precederam, é TOTAL.
Em relação a Cunhal, pela sua dimensão como homem e como político, em termos comparativos com a mediocridade nacional só posso sentir saudades.
Como saudades sinto do Lucas Pires, Soares, Amaral.... Sousa Tavares, Rego, Arnault, Zenha, Sá Carneiro...
Vá- se lá saber porquê!....
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domingo, junho 14, 2009
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sábado, junho 13, 2009
ESQUIZOFRENIAS... alheias, claro !
... ou, se preferirem,
MAU - PERDER
Os vergonhosos 63% de abstenção nas eleições para o Parlamento Europeu têm sido apresentados pelos Media como uma derrota para (!!!!?) os políticos num exercício tão idiota que até eu que sou um crítico do sistema me sinto na obrigação de dizer alguma coisa sobre o assunto.
Para mim, eles só revelaram a derrota da cidadania e dos deveres que lhe deviam estar cívicamente associados.
Não votar não é expressão de NADA a não ser o abandono da solidariedade que a condição de votante traduz, se não em benefício próprio, a favor dos concidadãos.
Se eles constituem na visão, para mim canhestra de alguns, uma derrota para os políticos, levemos esse raciocínio até ao fim.
O Presidente da República, nas vésperas das eleições fez um veemente apelo ao voto. Este resultado, apesar de satisfatòriamente gratificante para ele, foi uma derrota PESSOAL e POLÍTICA pelo menosprezo com que os cidadãos lhe responderam.
Apresentá - lo, ou apresentar - se agora como uma vestal imune a este resultado só releva da imbecilidade ou igual menosprezo com que se prefigura o Zé - votante e é bem feita. Um bocado de pudor não cairia mal.
É de rir até às lágrimas o endeusamento e promoção de Rangel, esse criador de factos políticos falsos sobre os quais esparrama toda a verve oposicionista numa falacciosa argumentação sem adversário, claro, a não ser os factos inventados.
Esse truque é tão velho como Matusalém e no entanto ainda há basbaques, uns ingénuos, outros ignorantes e outros interesseiros que continuam a cair nele. Paciência!
Para mim, continuo a dizer convictamente que para Portugal, hoje, como há um ano, Sócrates é a melhor solução para o Governo por mais que a Rua ululante tente demonstrar o contrário. Aliás tenho por mim que a rua mostra outra coisa que não a racionalidade e argumentos.
Só que a Liberdade tem um preço e Portugal pagá - lo-á com língua de palmo à medida que empurra os seus melhores para a Rua e instala a mediocridade niveladora, pois então.
Pagá - lo -á como sempre: com lamúria, insultos gratuitos ( mas sabe bem, não? ) burrice, hipocrisia, demissionismo e emigração física e intelectual da falta de pachôrra.
MAU - PERDER
Os vergonhosos 63% de abstenção nas eleições para o Parlamento Europeu têm sido apresentados pelos Media como uma derrota para (!!!!?) os políticos num exercício tão idiota que até eu que sou um crítico do sistema me sinto na obrigação de dizer alguma coisa sobre o assunto.
Para mim, eles só revelaram a derrota da cidadania e dos deveres que lhe deviam estar cívicamente associados.
Não votar não é expressão de NADA a não ser o abandono da solidariedade que a condição de votante traduz, se não em benefício próprio, a favor dos concidadãos.
Se eles constituem na visão, para mim canhestra de alguns, uma derrota para os políticos, levemos esse raciocínio até ao fim.
O Presidente da República, nas vésperas das eleições fez um veemente apelo ao voto. Este resultado, apesar de satisfatòriamente gratificante para ele, foi uma derrota PESSOAL e POLÍTICA pelo menosprezo com que os cidadãos lhe responderam.
Apresentá - lo, ou apresentar - se agora como uma vestal imune a este resultado só releva da imbecilidade ou igual menosprezo com que se prefigura o Zé - votante e é bem feita. Um bocado de pudor não cairia mal.
É de rir até às lágrimas o endeusamento e promoção de Rangel, esse criador de factos políticos falsos sobre os quais esparrama toda a verve oposicionista numa falacciosa argumentação sem adversário, claro, a não ser os factos inventados.
Esse truque é tão velho como Matusalém e no entanto ainda há basbaques, uns ingénuos, outros ignorantes e outros interesseiros que continuam a cair nele. Paciência!
Para mim, continuo a dizer convictamente que para Portugal, hoje, como há um ano, Sócrates é a melhor solução para o Governo por mais que a Rua ululante tente demonstrar o contrário. Aliás tenho por mim que a rua mostra outra coisa que não a racionalidade e argumentos.
Só que a Liberdade tem um preço e Portugal pagá - lo-á com língua de palmo à medida que empurra os seus melhores para a Rua e instala a mediocridade niveladora, pois então.
Pagá - lo -á como sempre: com lamúria, insultos gratuitos ( mas sabe bem, não? ) burrice, hipocrisia, demissionismo e emigração física e intelectual da falta de pachôrra.
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segunda-feira, junho 08, 2009
SANTA INGENUIDADE !
Traduzo...
Eu não sou um profissional da política, não frequento os seus apeadeiros partidários e não sou usufrutuário das suas benesses.
Democrata por racionalidade e cultura, céptico que baste das virtualidades do sistema aplicado em toda a sua essência e extensão a povos com níveis distintos de formação, informação e desenvolvimento económico e social ( que não é uma derivada daquela e por vezes a precede ), a minha independência é real.
... para dizer isto - Portugal, se não fosse um tremendismo dizê -lo, está a um passo do disparate e sinceramente gostaria que desse o passo em frente e assumisse de vez a sua liberdade sem consequências exactamente como a pratica e votasse no PSD nas próximas eleições legislativas e autárquicas.
Seria a vingança do chinês, no caso do ZÉ, sobre um P.M. do qual aprenderam a não gostar das qualidades que a si faltam.
SANTA INGENUIDADE!
Suponhamos que ganharia o PSD. Dentro do quadro legal das reformas encetadas e a decorrer na Saúde, Educação, por exemplo, quais seriam as mudanças e em que sentido?
Em primeiro lugar duvido que não houvesse um aproveitamento cínico do que o PS fez ( as leis nem são nossas ...) e por outro lado a tentação de usar a técnica do desmantelamento progressivo e em boicote a favor da clientela privada avara de negociatas, principalmente nessas duas áreas.
Quanto ao resto, eu SEI exactamente o que vai acontecer. Tenho -o testemunhado desde o 25 de Abril como todos os portugueses adultos e os outros também.
Que venha pois, a M.Ferreira Leite com as falanges santanistas, coelhistas, menezitas, mendistas, marcelistas, barrosistas e cavaquistas repescadas do BPN, lembrar ao pagode como é que se fazem as coisas.
Eles já aí estão a aparecer na TV... O cheiro do Poder e o deboche com as Finanças Públicas é um poderoso íman. Pudera...
Eu cá tenho boa memória...
Um conselho, porém. De Sócrates, pelo que aprendi a conhecer dele, não esperem cócegas à opinião pública.
Por mim, acho que ele pensa que a responsabilidade da modernização do País ( o que quer que isso seja ) é de todos. Portanto, duvido que mude, por causa do barulho da RUA e dos Media o projecto que ele ambicionou para o País
Se quiserem, corram com ele e assumam as consequências da escolha. Insistir em malhar em cabeça dura é - lhe uma missão à qual não dará tréguas. Feitios, para não usar um termo em desuso - Patriotismo.
Eu não sou um profissional da política, não frequento os seus apeadeiros partidários e não sou usufrutuário das suas benesses.
Democrata por racionalidade e cultura, céptico que baste das virtualidades do sistema aplicado em toda a sua essência e extensão a povos com níveis distintos de formação, informação e desenvolvimento económico e social ( que não é uma derivada daquela e por vezes a precede ), a minha independência é real.
... para dizer isto - Portugal, se não fosse um tremendismo dizê -lo, está a um passo do disparate e sinceramente gostaria que desse o passo em frente e assumisse de vez a sua liberdade sem consequências exactamente como a pratica e votasse no PSD nas próximas eleições legislativas e autárquicas.
Seria a vingança do chinês, no caso do ZÉ, sobre um P.M. do qual aprenderam a não gostar das qualidades que a si faltam.
SANTA INGENUIDADE!
Suponhamos que ganharia o PSD. Dentro do quadro legal das reformas encetadas e a decorrer na Saúde, Educação, por exemplo, quais seriam as mudanças e em que sentido?
Em primeiro lugar duvido que não houvesse um aproveitamento cínico do que o PS fez ( as leis nem são nossas ...) e por outro lado a tentação de usar a técnica do desmantelamento progressivo e em boicote a favor da clientela privada avara de negociatas, principalmente nessas duas áreas.
Quanto ao resto, eu SEI exactamente o que vai acontecer. Tenho -o testemunhado desde o 25 de Abril como todos os portugueses adultos e os outros também.
Que venha pois, a M.Ferreira Leite com as falanges santanistas, coelhistas, menezitas, mendistas, marcelistas, barrosistas e cavaquistas repescadas do BPN, lembrar ao pagode como é que se fazem as coisas.
Eles já aí estão a aparecer na TV... O cheiro do Poder e o deboche com as Finanças Públicas é um poderoso íman. Pudera...
Eu cá tenho boa memória...
Um conselho, porém. De Sócrates, pelo que aprendi a conhecer dele, não esperem cócegas à opinião pública.
Por mim, acho que ele pensa que a responsabilidade da modernização do País ( o que quer que isso seja ) é de todos. Portanto, duvido que mude, por causa do barulho da RUA e dos Media o projecto que ele ambicionou para o País
Se quiserem, corram com ele e assumam as consequências da escolha. Insistir em malhar em cabeça dura é - lhe uma missão à qual não dará tréguas. Feitios, para não usar um termo em desuso - Patriotismo.
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segunda-feira, junho 08, 2009
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domingo, junho 07, 2009
VERGONHOSA ABSTENÇÃO
Se as projecções se confirmarem - 63% de abstenção - numas eleições tão importantes para o futuro do País - a composição do Parlamento que nos gere a política económica, financeira, social, que conclusão se poderá tirar desse alheamento autista?
É que NÃO HÁ NENHUMA JUSTIFICAÇÃO RACIONAL. Se ela foi do âmbito do emocional, isso, para já, só atesta a nossa imaturidade.
E por hoje, fico por aqui. Sinto - me derrotado, apesar de todo o meu pessimismo sobre a espécie ao nível da sua capacidade de interpretação do real.
Voltarei ao assunto porque ele faz parte da minha interrogação permanente aqui neste espaço há pelo menos três anos.
É que NÃO HÁ NENHUMA JUSTIFICAÇÃO RACIONAL. Se ela foi do âmbito do emocional, isso, para já, só atesta a nossa imaturidade.
E por hoje, fico por aqui. Sinto - me derrotado, apesar de todo o meu pessimismo sobre a espécie ao nível da sua capacidade de interpretação do real.
Voltarei ao assunto porque ele faz parte da minha interrogação permanente aqui neste espaço há pelo menos três anos.
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domingo, junho 07, 2009
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sábado, junho 06, 2009
ALBÂNIA 1 PORTUGAL 2
Lamentável a todos os títulos a prestação da selecção portuguesa de futebol.
Inacreditável a falta de empenho de ir à maior montra do futebol mundial por parte da maioria dos jogadores... A displicência que demonstraram durante a partida marcou o carácter de um grupo, salvo pela raiva de quem NÃO GOSTA DE PERDER - Bruno Alves.
Não me admira o processo de aburguesamento de atletas inchados de prosápia e de dinheiro para quem o estar no mundial da categoria é igual ao litro.
Não quero nem desejo sofrer a vergonha de ver esses atletas a competir nessa prova. Serão o BOMBO DA FESTA do campeonato. " Não tenho nada a provar...." é das bocas mais foleiras que tenho ouvido a alguns desses rapazes como se tivessem algo a exibir além de habilidades formais que os distinguiram em talento que não da maturidade e carácter com que se fazem campeões.
O meu reparo é extensível ao seu actual treinador cuja incompetência para gerir homens é de uma pasmosa redundância que só não vê quem ainda vive no mundo da asssociação de graus académicos com a competência que lhe deveria estar obrigatóriamente associada. Só que a realidade insiste em demonstrar a falsidade dessa asserção.
É que chapéus há muitos... Faltam cabeças onde os enfiar.
E pela do Queirós já passaram muitos sem proveito.
Inacreditável a falta de empenho de ir à maior montra do futebol mundial por parte da maioria dos jogadores... A displicência que demonstraram durante a partida marcou o carácter de um grupo, salvo pela raiva de quem NÃO GOSTA DE PERDER - Bruno Alves.
Não me admira o processo de aburguesamento de atletas inchados de prosápia e de dinheiro para quem o estar no mundial da categoria é igual ao litro.
Não quero nem desejo sofrer a vergonha de ver esses atletas a competir nessa prova. Serão o BOMBO DA FESTA do campeonato. " Não tenho nada a provar...." é das bocas mais foleiras que tenho ouvido a alguns desses rapazes como se tivessem algo a exibir além de habilidades formais que os distinguiram em talento que não da maturidade e carácter com que se fazem campeões.
O meu reparo é extensível ao seu actual treinador cuja incompetência para gerir homens é de uma pasmosa redundância que só não vê quem ainda vive no mundo da asssociação de graus académicos com a competência que lhe deveria estar obrigatóriamente associada. Só que a realidade insiste em demonstrar a falsidade dessa asserção.
É que chapéus há muitos... Faltam cabeças onde os enfiar.
E pela do Queirós já passaram muitos sem proveito.
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sábado, junho 06, 2009
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continuando...
... e a propósito de Cavaco Silva e do BPN, o seu silêncio, bárbaramente confundido com dissimulação e confirmação de NADA, e que não foi mais do que uma reacção de asco que eu também sentiria no lugar dele, à ofensa contida no questionamento, alguém que o meteu no mesmo saco dos POLÍTICOS, sim, desses oblíquos que é para os distinguir do resto, tem o arrojo de dizer hoje, no mesmo jornal que, cito,...
" Eu tenho o maior respeito pelo Presidente da República.... mas sobre as acções que Cavaco teve na SLN, não tenho quaisquer desculpas a pedir, pelo contrário. " - Henrique Monteiro - Expresso 5/6/09
Mas que raio de respeito é esse?
Dizer que se tem respeito a alguém e em seguida perguntar - lhe se é velhaco diz mais de quem pergunta, neste caso, do que do interpelado.
Quem não percebe isto é porque lhe falta o que o outro possui.
" Eu tenho o maior respeito pelo Presidente da República.... mas sobre as acções que Cavaco teve na SLN, não tenho quaisquer desculpas a pedir, pelo contrário. " - Henrique Monteiro - Expresso 5/6/09
Mas que raio de respeito é esse?
Dizer que se tem respeito a alguém e em seguida perguntar - lhe se é velhaco diz mais de quem pergunta, neste caso, do que do interpelado.
Quem não percebe isto é porque lhe falta o que o outro possui.
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sábado, junho 06, 2009
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PERSPECTIVAS - da importância da informação/ deformação dos Media
Da sacrilização dos direitos individuais perante o Dever colectivo derivou toda a doença incurável de que sofre o sistema que deu origem ao regime democrático no Ocidente.
A enumeração fastidiosa das mil e uma sondagens à opinião dos cidadãos europeus sobre o funcionamento das instituíções democráticas de cariz político, económico ou cultural atesta pela sua negatividade o mal - estar reinante.
Algo está podre no regime e ninguém quer apontar o dedo da denúncia na sua origem quando o cheiro provém de todos os lados...
As " excepções " , tidas como a credibilização de Tudo - a liberdade lato sensu a que se associa a famigerada liberdade de expressão, não resiste sequer, sem fragorosa queda, a uma análise mesmo que superficial.
O êrro na sacralização do mediático, por exemplo, deriva da falta de cultura, racionalidade, bom - senso, objectividade, maturidade na sua prática que outrora nos permitiam acreditar na notícia, no comentário, aprender, em suma, a formar opinião, fundamentada em factos.
Actualmente abundam opiniões massificadas, interesseiras, dirigidas, intelectualmente desonestas num grau tão elevado que a dificuldade está em saber da veracidade do que se diz mais do que QUEM diz.
Dessa batota ( porque não denunciada internamente ) corporativa salva - se a independência rara, ( não porque dispara indiscriminadamente à esquerda e à direita, sobre o Governo ou sobre a Oposição ) credibilizada, factualizada, honesta, èticamente louvável de uns quantos, poucos, paladinos.
O panorama geral, principalmente em época de eleições é sempre confrangedor dada a teia de cumplicidades e do contrabando ideológico transportado em cada página.
Seria mais verdadeiro que os Media, em vez da independência aldrabada, impraticável, assumissem com transparência o seu posicionamento rotulado, sem peias.
Aí ao se ouvir ou ler se saberia estar a ouvir ou a ler opiniões sustentadas numa determinada matriz de pensamento.
É que do albergue espanhol, aparentemente de louvável e democrática representação ideológica, difícilmente se distingue o lacaio do nobre, a voz do dono do rosnar da indignação verdadeira.
A enumeração fastidiosa das mil e uma sondagens à opinião dos cidadãos europeus sobre o funcionamento das instituíções democráticas de cariz político, económico ou cultural atesta pela sua negatividade o mal - estar reinante.
Algo está podre no regime e ninguém quer apontar o dedo da denúncia na sua origem quando o cheiro provém de todos os lados...
As " excepções " , tidas como a credibilização de Tudo - a liberdade lato sensu a que se associa a famigerada liberdade de expressão, não resiste sequer, sem fragorosa queda, a uma análise mesmo que superficial.
O êrro na sacralização do mediático, por exemplo, deriva da falta de cultura, racionalidade, bom - senso, objectividade, maturidade na sua prática que outrora nos permitiam acreditar na notícia, no comentário, aprender, em suma, a formar opinião, fundamentada em factos.
Actualmente abundam opiniões massificadas, interesseiras, dirigidas, intelectualmente desonestas num grau tão elevado que a dificuldade está em saber da veracidade do que se diz mais do que QUEM diz.
Dessa batota ( porque não denunciada internamente ) corporativa salva - se a independência rara, ( não porque dispara indiscriminadamente à esquerda e à direita, sobre o Governo ou sobre a Oposição ) credibilizada, factualizada, honesta, èticamente louvável de uns quantos, poucos, paladinos.
O panorama geral, principalmente em época de eleições é sempre confrangedor dada a teia de cumplicidades e do contrabando ideológico transportado em cada página.
Seria mais verdadeiro que os Media, em vez da independência aldrabada, impraticável, assumissem com transparência o seu posicionamento rotulado, sem peias.
Aí ao se ouvir ou ler se saberia estar a ouvir ou a ler opiniões sustentadas numa determinada matriz de pensamento.
É que do albergue espanhol, aparentemente de louvável e democrática representação ideológica, difícilmente se distingue o lacaio do nobre, a voz do dono do rosnar da indignação verdadeira.
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sábado, junho 06, 2009
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OBAMA, uma visão outra, do Mundo e das coisas...

Aos poucos, com uma sinceridade desarmante num discurso claro e transparente, Obama tem levado ao conhecimento dos amigos e dos adversários o homem e o político.
A tónica humanista, adulta, substituíu a marca imatura com que o seu antecessor pontuava, com testículos pré - históricos, o seu miserável desempenho.
Nada de surpreendente para quem lhe viu a capacidade que as suas palavras e acções carregadas de sabedoria, ética, bom - senso, tinham sobre os seus seguidores nos USA e posteriormente na Europa e no Mundo.
O mundo árabe e muçulmano olhou -o, olhos nos olhos e sentiu a força da sua sinceridade e do seu empenho. Os efeitos, espera o planeta, que sejam duradouros e eficazes no sentido da PAZ e que a mortandade sacrificial deixe de o ser para ser vista como sempre foi - REPUGNANTE.
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sábado, junho 06, 2009
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LUÍS CABRAL

A História, vulgo os homens que o conheceram de perto e os que lhe conheceram as acções como guerrilheiro, político e como homem, julgarão ( !!!? ) os seus actos na sua passagem.
O Estado Português não o devia ter feito com a sua ausência nas suas exéquias. LAMENTÁVEL os critérios, quaisquer que eles tivessem sido, à luz do comportamento devido em outras circuntâncias a Nino Vieira, por exemplo, para além do facto de que Luís Cabral era um amigo de Portugal. Só por isso mereceria respeito.
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sexta-feira, junho 05, 2009
EFEITOS PERVERSOS...
O Presidente da Comissão Europeia - D. Barroso - ao apresentar as propostas da Comissão para superar o desemprego que fustiga a Europa, afirma ( supõe ) que " O maior receio de qualquer cidadão é perder o seu posto de trabalho " e que " não me ocorre nada mais grave, a não ser a morte de alguém próximo " ( conjectura ) e remata " É a maior tragédia pessoal que alguém pode viver ".
Eu não esperaria melhor do Burocrata - Mor de Bruxelas na defesa do sistema e do lugar.
E pronto, está dado o mote para as empresas e um aviso aos governos no sentido de, numa época de pressão social, serem pressionantes na ultradomesticação da classe trabalhadora já de si tão desprezada pela Economia e tão laboriosamente maltratada pela Política.
Ver esta crise ( mais uma para quem não lhe sente na pele as consequências ) como uma oportunidade tem sido um tema glosado à direita e à esquerda do espectro político, nos Bancos Centrais e nos aerópagos internacionais mas o sentido das soluções a encontrar e a Oportunidade a aproveitar é que não mudará.
Remenda -se o furo que provocou o " esvaziamento " como a um pneu e retoma - se o ar perdido.
Nada, absolutamente Nada se prepara, se fez e se fará, a não ser a cosmética habital, para mudar o que está na base dos falhanços sucessivos dos herdeiros do Iluminismo - a Razão sem Ética - por um motivo óbvio - quem podia e têm meios, em democracia, para o fazer não o fará já que são os principais beneficiados.
A Razão sem ética só tem um nome para isso -Estupidez, claro!
Eu não esperaria melhor do Burocrata - Mor de Bruxelas na defesa do sistema e do lugar.
E pronto, está dado o mote para as empresas e um aviso aos governos no sentido de, numa época de pressão social, serem pressionantes na ultradomesticação da classe trabalhadora já de si tão desprezada pela Economia e tão laboriosamente maltratada pela Política.
Ver esta crise ( mais uma para quem não lhe sente na pele as consequências ) como uma oportunidade tem sido um tema glosado à direita e à esquerda do espectro político, nos Bancos Centrais e nos aerópagos internacionais mas o sentido das soluções a encontrar e a Oportunidade a aproveitar é que não mudará.
Remenda -se o furo que provocou o " esvaziamento " como a um pneu e retoma - se o ar perdido.
Nada, absolutamente Nada se prepara, se fez e se fará, a não ser a cosmética habital, para mudar o que está na base dos falhanços sucessivos dos herdeiros do Iluminismo - a Razão sem Ética - por um motivo óbvio - quem podia e têm meios, em democracia, para o fazer não o fará já que são os principais beneficiados.
A Razão sem ética só tem um nome para isso -Estupidez, claro!
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sexta-feira, junho 05, 2009
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domingo, maio 31, 2009
EXERCÍCIOS... diletantes e meramente racionais sobre a Liberdade
Se na Natureza tudo é pré - determinado e tudo se passa segundo leis inabaláveis, o comportamento humano não obedece de todo às leis naturais senão no estrito campo físico da sua condição biológica.
Isso, apesar de ser TUDO, já que lhe delimita as fronteiras do possível, os limites da sua acção, remetendo - o à sua pequenez temporal não lhe marca o destino que a sua liberdade animal, proclama.
Até porque só nesse campo é que ela existe e tem o seu sentido pleno.
A outra, a liberdade cultural, a adquirida, social, política é uma bela utopia baseada numa concepção monista e necessária da existência da Civilização em todas as suas formas de ver o MUNDO, o COSMO e DEUS.
A sua pertença ao reino das probabilidades implica ajustamentos permanentes em relação ao REAL. O que tem falhado no seu aperfeiçoamento está no sentido das medidas correctivas.
A abundância de legislação tem reduzido amplamente o espaço do seu exercício quando a acção exigiria sim a culturalidade, a mudança consciente de mentalidades que só o Conhecimento sustenta e dá sentido.
Após o falhanço dos economistas profetizando o futuro em fórmulas matemáticas aplicadas à Liberdade, hoje, os únicos profetas serão os meteorologistas.
Apesar do caos que é o " tempo" ele pode ser mesmo assim teorizado em bases sólidas. Olhando para o céu, hoje, enquanto escrevo, posso afirmar com 99,99999% de certeza que não vai chover hoje.
O Homem precisa da universalidade para poder prever. A Globalização deriva dessa necessidade que só o Conhecimento permitiria a aplicação. Em vez de ter começado pelo cultural preferiu a matemática e pulsões primárias, essas sim universais mas com cambiantes que histórias únicas definiram e que têm sido desprezados em favor daquelas.
A taxa de juro pode -se mudar de noite para o dia; os conceitos culturais, NÃO!
Derivados de uma acumulação de conceitos empíricos que descrevem uma narrativa histórica e cultural única, a vida dos povos criou um universo paralelo tão válido como o do vizinho e o mesmo estupor perante a diferença.
Não compreender isso, simplificando o que é complexo deriva da estupidificação acelerada que a incapacidade determinante de interpretação de factos, dados, enunciados, textos, linguagem, o sapiens- sapiens cibernético tem dado provas.
O assustador é que a Estupidez, globalizada, é estúpidamente contagiosa e difícil de erradicar.
O irónico em tudo isto é que esta " nossa " capacidade adquirida ( já que não se encontra em nenhum ser vivo - a ignorância é coisa outra ) de ser ESTÚPIDOS vem de uma patologia necessáriamente do racional, incurável portanto pelo que lhe deu origem, crescimento e a sustenta até que....
P.S. - São 17:30 e pelos vistos, pelo que estou a ver, parece que o " tempo " quer contrariar as minhas 99,99999% certezas. Pois é! Nada é óbvio...
Isso, apesar de ser TUDO, já que lhe delimita as fronteiras do possível, os limites da sua acção, remetendo - o à sua pequenez temporal não lhe marca o destino que a sua liberdade animal, proclama.
Até porque só nesse campo é que ela existe e tem o seu sentido pleno.
A outra, a liberdade cultural, a adquirida, social, política é uma bela utopia baseada numa concepção monista e necessária da existência da Civilização em todas as suas formas de ver o MUNDO, o COSMO e DEUS.
A sua pertença ao reino das probabilidades implica ajustamentos permanentes em relação ao REAL. O que tem falhado no seu aperfeiçoamento está no sentido das medidas correctivas.
A abundância de legislação tem reduzido amplamente o espaço do seu exercício quando a acção exigiria sim a culturalidade, a mudança consciente de mentalidades que só o Conhecimento sustenta e dá sentido.
Após o falhanço dos economistas profetizando o futuro em fórmulas matemáticas aplicadas à Liberdade, hoje, os únicos profetas serão os meteorologistas.
Apesar do caos que é o " tempo" ele pode ser mesmo assim teorizado em bases sólidas. Olhando para o céu, hoje, enquanto escrevo, posso afirmar com 99,99999% de certeza que não vai chover hoje.
O Homem precisa da universalidade para poder prever. A Globalização deriva dessa necessidade que só o Conhecimento permitiria a aplicação. Em vez de ter começado pelo cultural preferiu a matemática e pulsões primárias, essas sim universais mas com cambiantes que histórias únicas definiram e que têm sido desprezados em favor daquelas.
A taxa de juro pode -se mudar de noite para o dia; os conceitos culturais, NÃO!
Derivados de uma acumulação de conceitos empíricos que descrevem uma narrativa histórica e cultural única, a vida dos povos criou um universo paralelo tão válido como o do vizinho e o mesmo estupor perante a diferença.
Não compreender isso, simplificando o que é complexo deriva da estupidificação acelerada que a incapacidade determinante de interpretação de factos, dados, enunciados, textos, linguagem, o sapiens- sapiens cibernético tem dado provas.
O assustador é que a Estupidez, globalizada, é estúpidamente contagiosa e difícil de erradicar.
O irónico em tudo isto é que esta " nossa " capacidade adquirida ( já que não se encontra em nenhum ser vivo - a ignorância é coisa outra ) de ser ESTÚPIDOS vem de uma patologia necessáriamente do racional, incurável portanto pelo que lhe deu origem, crescimento e a sustenta até que....
P.S. - São 17:30 e pelos vistos, pelo que estou a ver, parece que o " tempo " quer contrariar as minhas 99,99999% certezas. Pois é! Nada é óbvio...
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