... de um mundo racionalmente poluído - o da POLÍTICA e de um outro èticamente exangue - o dos MEDIA
Da Política estamos conversados... Um mundo em evolução cujos passos lerdos em relação à CIÊNCIA e à única questão válida, não o QUÊ mas o COMO, não têm acompanhado os ensinamentos que a HISTÓRIA repetidamente tem posto à sua disposição.
Quanto aos MEDIA ou MERDIA como insistentemente se têm apresentado num desrespeito atroz por quem os lê, ouve, ou vê é de deplorar a indigência chico - esperta com que tentam manipular, especialmente agora em tempo de eleições o sentido de voto dos eleitores.
A primeira página do Expresso de hoje, para quem quer ver, não tem uma única notícia que não esteja contaminada com contrabando anti - PS, melhor, anti - Sócrates.
Toda a ralé mediática está já a ajustar o seu posicionamento em relação a uma putativa mudança de Poder num lamentável e indigente exercício que só envergonha os demais.
Valham - nos esses como filtros à mediocridade de alguns e à sacanice de outros.
sábado, agosto 22, 2009
quarta-feira, agosto 19, 2009
BELÉMGATE!!!!?
Por amor de Deus!!!!!
Bem, pelos vistos há elementos ligados a um desejo incontrolável de apear Sócrates que não param perante nada...
Quais serão as tramas inconfessáveis de Belém que aguçaram, para não dizer ameaçaram, de tal maneira o PS que este resolveu pôr sob escuta o Palácio de Belém!!!? e levou ao desespero os inocentes assessores que cândicamente levaram a sua preocupação ao PÚBLICO sob a forma de cobardes interrogações?
É claro que a Manuela não vai lá... e isso já é visível mesmo com a ajuda dos incendiários, dos reais e dos nanicos que de tão zelotas e idiotas vão levar o PM à maioria absoluta.
Aposto que a chafurdice vai aumentar de tom à medida que os trombeteiros vêm chegar a data das eleições. As interrogações cobardes continuarão a parecer já que a acusação directa fia muito fino e a insinuação em Portugal costuma ser música para os invejosos e para a má - língua nacional.
O silêncio do PR é sintomático e diz o inconfessável até que a coisa se torne mesmo nauseabunda e ameace de vez a reeleição ( que por mim não irá acontecer ). A susceptibilidade que está a pontuar o seu relacionamento com o Puto, por mim não abona muito a seu favor.
Bem, pelos vistos há elementos ligados a um desejo incontrolável de apear Sócrates que não param perante nada...
Quais serão as tramas inconfessáveis de Belém que aguçaram, para não dizer ameaçaram, de tal maneira o PS que este resolveu pôr sob escuta o Palácio de Belém!!!? e levou ao desespero os inocentes assessores que cândicamente levaram a sua preocupação ao PÚBLICO sob a forma de cobardes interrogações?
É claro que a Manuela não vai lá... e isso já é visível mesmo com a ajuda dos incendiários, dos reais e dos nanicos que de tão zelotas e idiotas vão levar o PM à maioria absoluta.
Aposto que a chafurdice vai aumentar de tom à medida que os trombeteiros vêm chegar a data das eleições. As interrogações cobardes continuarão a parecer já que a acusação directa fia muito fino e a insinuação em Portugal costuma ser música para os invejosos e para a má - língua nacional.
O silêncio do PR é sintomático e diz o inconfessável até que a coisa se torne mesmo nauseabunda e ameace de vez a reeleição ( que por mim não irá acontecer ). A susceptibilidade que está a pontuar o seu relacionamento com o Puto, por mim não abona muito a seu favor.
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quarta-feira, agosto 19, 2009
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sexta-feira, agosto 14, 2009
LIBERDADES DEMOCRÁTICAS
A Liberdade , de facto natural perdida pela socialização, tornou - se numa aspiração do Homem socializado.
Entre os homens socializados, a viver em qualquer regime, nomeadamente e principalmente o democrático, a sua dimensão de ASPIRAÇÃO é superior à dos primitivos onde impera na sua vertente mais autêntica e inquestionável.
Em Democracia a Liberdade foi - nos imposta para que fizesse sentido a LEI, a NORMA pela qual fosse possível controlá - La e aos direitos niveladores que a Democracia persegue, donde resulta que a Igualdade perante a Lei seja o único princípio democrático viável, cuja força jurídica por instantâneo reconhecimento se aproxima de uma ética de cidadania; daí a tremenda importância da JUSTIÇA no regime.
O resto, o tremendo resto, tem estado em construcção à medida em que o HOMEM se vai construindo em Racionalidade e redundantemente em espiritualidade.
Podemos aspirar a TUDO - a Liberdade permite - o mas não podemos ter TUDO - a nossa incapacidade pessoal não o permite enquanto DIREITO.
A confusão entre o ideal jurídico e o estado psicológico como diria Gasset, está na base da movimentação das nossas aspirações para o domínio do direito, do privilégio, com a curiosidade e agravante do seu funcionamento num registo individual e narcísico pese embora o enquadramento corporativista interesseiro e cínico a pontuar numericamente ( como convém em democracia ) como chantagem social.
Aumentar esse espaço de intervenção só será possível com a minimização da POLITICA e dos seus actores com a criação de um universo de repúdio e maledicência onde até os políticos em Oposição vão buscar argumentos de auto - flagelação empáticos e oportunistas.
Assim vai o mundo português.
Entre os homens socializados, a viver em qualquer regime, nomeadamente e principalmente o democrático, a sua dimensão de ASPIRAÇÃO é superior à dos primitivos onde impera na sua vertente mais autêntica e inquestionável.
Em Democracia a Liberdade foi - nos imposta para que fizesse sentido a LEI, a NORMA pela qual fosse possível controlá - La e aos direitos niveladores que a Democracia persegue, donde resulta que a Igualdade perante a Lei seja o único princípio democrático viável, cuja força jurídica por instantâneo reconhecimento se aproxima de uma ética de cidadania; daí a tremenda importância da JUSTIÇA no regime.
O resto, o tremendo resto, tem estado em construcção à medida em que o HOMEM se vai construindo em Racionalidade e redundantemente em espiritualidade.
Podemos aspirar a TUDO - a Liberdade permite - o mas não podemos ter TUDO - a nossa incapacidade pessoal não o permite enquanto DIREITO.
A confusão entre o ideal jurídico e o estado psicológico como diria Gasset, está na base da movimentação das nossas aspirações para o domínio do direito, do privilégio, com a curiosidade e agravante do seu funcionamento num registo individual e narcísico pese embora o enquadramento corporativista interesseiro e cínico a pontuar numericamente ( como convém em democracia ) como chantagem social.
Aumentar esse espaço de intervenção só será possível com a minimização da POLITICA e dos seus actores com a criação de um universo de repúdio e maledicência onde até os políticos em Oposição vão buscar argumentos de auto - flagelação empáticos e oportunistas.
Assim vai o mundo português.
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sexta-feira, agosto 14, 2009
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quinta-feira, agosto 13, 2009
DORES DE COTOVELO...
Ena pá, o que vai por aí de tendinites, azias e outras maleitas...
Já sabíamos que o cheiro ( e não passará disso, garanto - vos ) a Poder pôs a Direita portuguesa em alvoroço e o saco de gatos que o PSD é já está a causar muuuuuitos rancores. Por enquanto contidos já que nunca se sabe...
E então essa história a despropósito da melhoria da economia portuguesa.... Logo AGORA!!!???
PORTUGAL, SA....?
Medina Carreira voltou hoje a lembrar coisas muito importantes. Algumas, se não todas as inconsequências de um País que zurzindo no Estado, vive dele, aspira o seu Poder, parasita - O quando pode, têm sido bastamente tratadas por aqui...
SPORTING
Faz dó a azia mal escondida dos sportinguistas pelos feitos do rival Glorioso nesta pré - época. A constatação de alguns factos indesmentíveis pelo seu Presidente levou à indigestão os meus amigos lagartos.
JEB tinha de dar a volta ao texto e vai daí sugere que a sua ironia!!!? ( mais um cómico! ) terá sido mal interpretada.
Estaria a fazer graça com o quê!!!!!????, exactamente !
Já sabíamos que o cheiro ( e não passará disso, garanto - vos ) a Poder pôs a Direita portuguesa em alvoroço e o saco de gatos que o PSD é já está a causar muuuuuitos rancores. Por enquanto contidos já que nunca se sabe...
E então essa história a despropósito da melhoria da economia portuguesa.... Logo AGORA!!!???
PORTUGAL, SA....?
Medina Carreira voltou hoje a lembrar coisas muito importantes. Algumas, se não todas as inconsequências de um País que zurzindo no Estado, vive dele, aspira o seu Poder, parasita - O quando pode, têm sido bastamente tratadas por aqui...
SPORTING
Faz dó a azia mal escondida dos sportinguistas pelos feitos do rival Glorioso nesta pré - época. A constatação de alguns factos indesmentíveis pelo seu Presidente levou à indigestão os meus amigos lagartos.
JEB tinha de dar a volta ao texto e vai daí sugere que a sua ironia!!!? ( mais um cómico! ) terá sido mal interpretada.
Estaria a fazer graça com o quê!!!!!????, exactamente !
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quinta-feira, agosto 13, 2009
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domingo, agosto 09, 2009
quarta-feira, agosto 05, 2009
AUTORIDADES...
Curiosa, no mínimo, a insistência de Paulo Portas em " AUTORIDADE ". Exige - a para a Polícia e para os professores porque a Polícia e os Professores têm - na de sobra.
Ver a autoridade como uma peça de vestuário que a " indisciplina " dos alunos ou a dos cidadãos vai esborroando a cada gesto de rebeldia ou de marginalidade é uma fantasia ou má - fé consciente, despudorada e demagógica que vai escondendo desses profissionais do Estado a sua incompetência e falta de qualidade para exercerem a sua profissão e dar aos rebeldes e aos marginais uma força que não possuem nem poderão possuir, também por falta de competência e meios para a exercerem.
A autoridade é um conceito que funciona em dois sentidos, não se confunde com prepotência e são fácilmente reconhecidas uma e outra. A Autoridade é natural e reforça -se à medida em que o Saber ser se projecta em qualidade e não em mediocridade; a prepotência é um exercício sobre os outros que esconde fatalmente a fraqueza de argumentos justificatórios e a incompetência com rabo de fora.
Sócrates tem sido dos líderes mais assertivos e justificativo nas suas intenções.Poder - se- á discordar das suas políticas fundamentando as críticas com outras maneiras de ver.
Nada disso se passa. A Oposição tem sido meramente REACTIVA e na maioria das vezes REACCIONÁRIA como as linhas gerais do programa do PSD provou hoje - um amontoado de intenções e receitas velhas para problemas novos.
Ver a autoridade como uma peça de vestuário que a " indisciplina " dos alunos ou a dos cidadãos vai esborroando a cada gesto de rebeldia ou de marginalidade é uma fantasia ou má - fé consciente, despudorada e demagógica que vai escondendo desses profissionais do Estado a sua incompetência e falta de qualidade para exercerem a sua profissão e dar aos rebeldes e aos marginais uma força que não possuem nem poderão possuir, também por falta de competência e meios para a exercerem.
A autoridade é um conceito que funciona em dois sentidos, não se confunde com prepotência e são fácilmente reconhecidas uma e outra. A Autoridade é natural e reforça -se à medida em que o Saber ser se projecta em qualidade e não em mediocridade; a prepotência é um exercício sobre os outros que esconde fatalmente a fraqueza de argumentos justificatórios e a incompetência com rabo de fora.
Sócrates tem sido dos líderes mais assertivos e justificativo nas suas intenções.Poder - se- á discordar das suas políticas fundamentando as críticas com outras maneiras de ver.
Nada disso se passa. A Oposição tem sido meramente REACTIVA e na maioria das vezes REACCIONÁRIA como as linhas gerais do programa do PSD provou hoje - um amontoado de intenções e receitas velhas para problemas novos.
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quarta-feira, agosto 05, 2009
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segunda-feira, agosto 03, 2009
IRRELEVÂNCIAS, VINGANÇAZITAS, MESQUINHEZ, METC, ETC...
Tenho pouco tempo disponível para blogar...
Voltarei breve
Voltarei breve
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segunda-feira, agosto 03, 2009
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domingo, julho 26, 2009
CONCURSO DE BELEZA !!!?


Manuela F. Leite diz que os programas eleitorais dos Partidos políticos são uma inutilidade porque ninguém os lê.
De uma assentada reduziu a pó a própria utilidade dos partidos no sistema com que ela sonha - a suspensão da própria Democracia enquanto o (a) líder iluminada se encarregaria de pôr a casa em Ordem.
Por outro lado, se não vamos votar políticas, eventualmente vamos votar putativos líderes e já agora num concurso de Beleza...
Sendo assim, ela vai perder as eleições, já que reduzindo - as a uma versão sexista perde o voto das mulheres, que nessas coisas funcionam a um nível biológico, dos gays, que em Portugal já são um lobby de respeito e dos heteros confortáveis na sua condição, como eu. GRANDE ÊRRO!
E deixemo - nos de lérias. Quando ela " deixa " o PM a falar sózinho ( outro engano, porque está muita gente atenta ) é porque não tem NADA de útil para dizer e nem saberia como o fazer sem vir ao de cima o seu reaccionarismo.
Mais vale estar calada e esperar que os tolos tomem o silêncio como dourado.
PS: As imagens dos concorrentes ao concurso foram " extraídas " do Google. Não houve nenhuma intenção de proteger M.F.Leite.
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domingo, julho 26, 2009
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sexta-feira, julho 24, 2009
TOLERÂNCIA ZERO .... à NATALIDADE !!!!???
O REGRESSO DE SATURNO
Vejamos...
Chegámos ao século XXI com a nossa principal fonte de energia em declínio, envenenamos o ar com a mesma displicência com que o respiramos, criámos uma estúpida guerra religiosa sem fim à vista despoletada pela nossa agressividade cultural e económica, já nos falta espaço para o Lixo, o tóxico e os outros...
Cientes da herança miserável que vamos deixando a quem nasce, pensámos !!!??? , hélas, reduzir os herdeiros. Quanto menos forem menor será o impacto das malfeitorias e podemos apaziguar a nossa consciência, já residual hoje.
Einstein já o tinha dito - maior que o Universo só a Estupidez humana ( é que não há outra ).
E tem sido à letra que ela está a ser entendida pelos seus herdeiros.
Medonha, a perspectiva que antevejo quando a racionalidade, envenenada pelo avanço imparável da Incultura e Vulgaridade, porquanto é disso que se trata, dá lugar à Imbecilidade.
Eu faço -o porque o sinto - Bartali, campeoníssimo ciclista italiano citado por Daniel Oliveira com o título - Fazer a diferença - no Record de hoje.
Eu cá sinto o que faço e o que se faz sem perder a espontaneidade, resultado de uma racionalidade que o uso da Razão transformou em 1ª natureza.
A racionalidade, reflexão inteligente, parte do Eu mas não O faz centro doUniverso, é dirigida para fora, para o relacionamento com a Natureza e com os Outros, implicando inapelàvelmente a ÉTICA como seu vector principal.
Fora disso resta o barbarismo inteligente às vezes e puramente biológico na mais das vezes.
Foi o que deu origem a este post.
E QUE TAL TOLERÂNCIA ZERO À ESTUPIDEZ?
Vejamos...
Chegámos ao século XXI com a nossa principal fonte de energia em declínio, envenenamos o ar com a mesma displicência com que o respiramos, criámos uma estúpida guerra religiosa sem fim à vista despoletada pela nossa agressividade cultural e económica, já nos falta espaço para o Lixo, o tóxico e os outros...
Cientes da herança miserável que vamos deixando a quem nasce, pensámos !!!??? , hélas, reduzir os herdeiros. Quanto menos forem menor será o impacto das malfeitorias e podemos apaziguar a nossa consciência, já residual hoje.
Einstein já o tinha dito - maior que o Universo só a Estupidez humana ( é que não há outra ).
E tem sido à letra que ela está a ser entendida pelos seus herdeiros.
Medonha, a perspectiva que antevejo quando a racionalidade, envenenada pelo avanço imparável da Incultura e Vulgaridade, porquanto é disso que se trata, dá lugar à Imbecilidade.
Eu faço -o porque o sinto - Bartali, campeoníssimo ciclista italiano citado por Daniel Oliveira com o título - Fazer a diferença - no Record de hoje.
Eu cá sinto o que faço e o que se faz sem perder a espontaneidade, resultado de uma racionalidade que o uso da Razão transformou em 1ª natureza.
A racionalidade, reflexão inteligente, parte do Eu mas não O faz centro doUniverso, é dirigida para fora, para o relacionamento com a Natureza e com os Outros, implicando inapelàvelmente a ÉTICA como seu vector principal.
Fora disso resta o barbarismo inteligente às vezes e puramente biológico na mais das vezes.
Foi o que deu origem a este post.
E QUE TAL TOLERÂNCIA ZERO À ESTUPIDEZ?
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sexta-feira, julho 24, 2009
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domingo, julho 19, 2009
ALEGRE
LEVOU TEMPO DEMAIS A DIAR O INEVITÁVEL. VAI TARDE E O TIMING ESCOLHIDO MARCARÁ A MEMÓRIA DOS SOCIALISTAS.
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domingo, julho 19, 2009
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sábado, julho 18, 2009
CÁ ESTÃO ELAS...as minhas meninas

CONVIDO - VOS a conhecê - las de perto e a manter com elas um contacto permanente.
Sem cair na apologia de uma admiração já aqui trazida que me faria cair em exageros assumidos ( o pouco tempo que tenho para a narrativa reduzo - o à adjectivação ) remeto - vos para o melhor das qualidades jornalísticas de Inês Pedrosa e Clara Ferreira Alves - a LUCIDEZ.
Façam o favor de ler as suas crónicas na ÚNICA do Expresso a começar pelas últimas de 11/7.
CONSENTIDA E NEGOCIADA!!!?
Do editorial do mesmo jornal ficámos a saber que as boas ideias em política necessitam da aprovação sistémica e sectorial do povo.
O Governo, qualquer governo, tem de ter a aprovação referendada de cada sector da governação ( a Assembleia é um epifenómeno ) para levar por diante qualquer projecto.
Essas ideias veiculadas nos Media e soberanamente antecipadas já pelo corporativismo nacional ( mas que profunda lavagem cerebral levou a cabo o de Santa Comba ! ) tem, desde o 25 de Abril minado Portugal de uma maneira decisiva.
Uma farsa para farsantes tem sido a trajectória incutida, falseando o sentido profundo das regras democráticas, batoteando cínicamente a batota dos políticos.
Dizer, por outro lado que uma LEI é imposta aos cidadãos pelo Estado e apresentar essa acção como uma " enormidade " ilegítima, em Democracia esclareça - se, é cair no mundo do absurdo e de fazer de conta.
Essa palermice preciana já custou demasiado ao País.
Se os sindicatos desprezam o Governo o problema É dos sindicatos e da corporação que defendem.
Se a Função Pública acha que negociando alarvemente o voto consoante os seus interesses numa ultrajante chantagem contra o Estado sem ouvir da inteligência nacional nenhuma voz de repúdio, mais se reforça a minha confusão sobre o regime que o povo quer. Será o anarco - sindicalismo?
Gostaria de ver essa coerência nas próximas legislativas.
Eu cá sei o que quero pessoal e políticamente e vai para além disso. Só que não peço isso aos políticos, vivo -o no espaço que a maioria democrática me deixa na minha condição de super - minoritário.
O caos pós eleitoral já está marcado pelos Media num exercício grotesco e irresponsável. Resta saber a quem aproveita.
Bom proveito, minha gente!
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sábado, julho 18, 2009
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sexta-feira, julho 17, 2009
EVIDENTEMENTE...
... que eu não esperaria outra coisa de Obama, na linha de coerência e bom-senso que tem marcado a sua Administração.
Ao suspender a palermice que foi a lei Helms - Burton que isolou Cuba do resto do Mundo está a emendar a tremenda injustiça de que foi vítima o povo cubano que, verdade se diga sempre contou com um Estado que soube valorizar e dirigir todas os seus, então, parcos recursos, na valorização do seu povo. E de que maneira o fez!
O fortalecimento do ESTADO era uma obrigação nacional, dever de qualquer governo em qualquer parte do mundo perante a ameaça e o isolamento coercivo sob o risco de capitulação e submissão à lei do mais forte, militarmente, claro.
Enquanto escrevo passam -me imagens de televisão do IRÃO que hoje está a sofrer a mesma pressão que Cuba sofreu pela escolha que fez do seu destino e da sua LIBERDADE.
Em todas as democracias há descontentes que quando exageram (!!!!? ) os seus protestos contra o Estado têm sobre si a força dos seus mecanismos de repressão que o povo sufraga e defende.
Se a cada manifestação de desagrado se entrega o Poder à RUA o Estado não existiria e a sua própria essência se desvaneceria em diletância e imbecilidade.
A tendência dos povos, das massas, é para o CAOS no seu sentido mais primário - cada um por SI. Foi o reconhecimento dessa pulsão primária que levou à construção de sistemas que O organizem, criando organismos de controlo, superação, solidariedade, estímulo, interacção, saúde, que sustenta e definirá em crescendo a harmonização social.
Não entender isto é também parte da condição humana que só milimétricamente e em espaços de elitismo confinados à CIÊNCIA se supera da sua condição de, meramente um primata como os outros.
Por outro lado, a Elite já não é o que era já que a força niveladora da Democracia não permite a sua plena manifestação, em conhecimento, visão, vontade, ambição, sentido de risco e mudança, determinação e principalmente... LIDERANÇA.
Estamos no século XXI. Aparentemente o que se conseguiu parece muito na visão medíocre das massas. Por ora, se não fosse a força da Democracia seríamos donos do sistema solar.
Ao suspender a palermice que foi a lei Helms - Burton que isolou Cuba do resto do Mundo está a emendar a tremenda injustiça de que foi vítima o povo cubano que, verdade se diga sempre contou com um Estado que soube valorizar e dirigir todas os seus, então, parcos recursos, na valorização do seu povo. E de que maneira o fez!
O fortalecimento do ESTADO era uma obrigação nacional, dever de qualquer governo em qualquer parte do mundo perante a ameaça e o isolamento coercivo sob o risco de capitulação e submissão à lei do mais forte, militarmente, claro.
Enquanto escrevo passam -me imagens de televisão do IRÃO que hoje está a sofrer a mesma pressão que Cuba sofreu pela escolha que fez do seu destino e da sua LIBERDADE.
Em todas as democracias há descontentes que quando exageram (!!!!? ) os seus protestos contra o Estado têm sobre si a força dos seus mecanismos de repressão que o povo sufraga e defende.
Se a cada manifestação de desagrado se entrega o Poder à RUA o Estado não existiria e a sua própria essência se desvaneceria em diletância e imbecilidade.
A tendência dos povos, das massas, é para o CAOS no seu sentido mais primário - cada um por SI. Foi o reconhecimento dessa pulsão primária que levou à construção de sistemas que O organizem, criando organismos de controlo, superação, solidariedade, estímulo, interacção, saúde, que sustenta e definirá em crescendo a harmonização social.
Não entender isto é também parte da condição humana que só milimétricamente e em espaços de elitismo confinados à CIÊNCIA se supera da sua condição de, meramente um primata como os outros.
Quando na POLÍTICA aparece alguém cujos valores gritados a plena Voz são " entendidos " pelas massas sinto que vale a pena ter esperança...no POVO quando vota.
Por enquanto não passa disso e o meu cepticismo não é frágil.
É que...
A realidade dos percursos históricos dos povos levou a que em cada ponto do Planeta se tente adequar o Estado às características que marcaram o percurso do seu povo., Esse deve(ria) ser o papel da sua elite e de mais ninguém.Por outro lado, a Elite já não é o que era já que a força niveladora da Democracia não permite a sua plena manifestação, em conhecimento, visão, vontade, ambição, sentido de risco e mudança, determinação e principalmente... LIDERANÇA.
Estamos no século XXI. Aparentemente o que se conseguiu parece muito na visão medíocre das massas. Por ora, se não fosse a força da Democracia seríamos donos do sistema solar.
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DAS REFLEXÕES IGNORANTES...
A tautologia que as duas palavras juntas contêm já que uma pressupõe a outra que a provoca(ria) não desmente necessáriamente o sentido que seu autor - A. Pires de Lima lhe deu na sua crónica do Expresso de 11/7 sobre o título - Reflexões ignorantes.
O autor discorria sobre a boutade de C.Silva - Duas pessoas sérias com a mesma informação têm de concordar - e apresenta duas posições contrárias e fundamentadas de dois gestores de topo, no caso Horta Osório e Ricardo Salgado, ambos banqueiros, sobre as OBRAS PÚBLICAS, nomeadamente o TGV e o novo AEROPORTO.
Por mim, mero cidadão, penso, porque reflecti, que há, na maioria dos casos, decisões ignorantes e intenções ignorantes mesmo que resultem de reflexões.
Acontece muitas vezes na POLÍTICA.
No postulado do objecto a reflectir é que, por norma, já lhe está associado de maneira clara ou encapotada o caminho e o fim a alcançar.
O princípio e o fim é decisão política. A metodologia implica a Técnica e as Finanças.
Em Portugal e eventualmente no resto do mundo, a discussão sobre as Obras Públicas passam sempre e únicamente sobre quem gere o dinheiro e eventuais prebendas como já o disse em tempos.
O autor discorria sobre a boutade de C.Silva - Duas pessoas sérias com a mesma informação têm de concordar - e apresenta duas posições contrárias e fundamentadas de dois gestores de topo, no caso Horta Osório e Ricardo Salgado, ambos banqueiros, sobre as OBRAS PÚBLICAS, nomeadamente o TGV e o novo AEROPORTO.
Por mim, mero cidadão, penso, porque reflecti, que há, na maioria dos casos, decisões ignorantes e intenções ignorantes mesmo que resultem de reflexões.
Acontece muitas vezes na POLÍTICA.
No postulado do objecto a reflectir é que, por norma, já lhe está associado de maneira clara ou encapotada o caminho e o fim a alcançar.
O princípio e o fim é decisão política. A metodologia implica a Técnica e as Finanças.
Em Portugal e eventualmente no resto do mundo, a discussão sobre as Obras Públicas passam sempre e únicamente sobre quem gere o dinheiro e eventuais prebendas como já o disse em tempos.
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domingo, julho 12, 2009
DO MUNDO NARCÍSICO...
.... E DA SOBREVALORIZAÇÃO DE SI.
À contingência espacial que define uma naturalidade ( que não a nacionalidade ) contrapõe - se a renúncia de uma herança quando dela nos apartamos deliberadamente.
Acto subversivo, repulsivo, revelador de uma imaturidade emocional e sentimental única onde a confusão entre PÁTRIA e governos, vaidade natural e Elitismo seródio se compraz e se revela no grande lago contemporrâneo - o do NARCISO.
A universalidade da música que M. João Pires mimetiza nunca lhe pertenceu. À humildade com que se deveria vestir para a sua interpretação deveria acrescentar a consciência de funcionária eficaz na gestão de uma criação sublime - a de MOZART.
Como diz o fado - Se queres ir embora vai.....
À contingência espacial que define uma naturalidade ( que não a nacionalidade ) contrapõe - se a renúncia de uma herança quando dela nos apartamos deliberadamente.
Acto subversivo, repulsivo, revelador de uma imaturidade emocional e sentimental única onde a confusão entre PÁTRIA e governos, vaidade natural e Elitismo seródio se compraz e se revela no grande lago contemporrâneo - o do NARCISO.
A universalidade da música que M. João Pires mimetiza nunca lhe pertenceu. À humildade com que se deveria vestir para a sua interpretação deveria acrescentar a consciência de funcionária eficaz na gestão de uma criação sublime - a de MOZART.
Como diz o fado - Se queres ir embora vai.....
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sábado, julho 11, 2009
DEFINITIVAMENTE, NÃO....
... me surpreende que em tempos o agora P.R. Cavaco Silva tenha proferido a frase que o jornalista do Expresso repescou na reportagem sobre o personagem -" DUAS PESSOAS SÉRIAS COM A MESMA INFORMAÇÃO TÊM DE CONCORDAR ".
Conhecendo - lhe o percurso académico e político, exijo - me a honestidade intelectual de aceitar que só podia estar a falar de Aritmética e vá lá, Algebra e não de Economia e de MAIS NADA.
Porque se não...
aonde páram as opiniões do OUTRO que não concorda com Cavaco Silva, nomeadamente certas maiorias que na Assembleia da República aprovaram leis que Cavaco contestou vetando - as? Na sua falta de seriedade?
É que os valores, como é do conhecimento geral, formatam a maneira como se vêem e se usam os factos.
Por mim, não posso comungar dos valores que permitem ao P.R. pensar como pensa por mais que os tente compreender, racionalizando o que não é de todo racionalizável - a sua origem, dos valores, claro !
À vista desarmada, a frase é anti - democrática, mesmo para quem não tenha dúvidas e põe em evidência uma matriz de pensamento já antevista, de há muito tempo, de cariz fascista.
Convém seguir com mais atenção a pupila Ferreira Leite porque bebeu da mesma fonte.
Conhecendo - lhe o percurso académico e político, exijo - me a honestidade intelectual de aceitar que só podia estar a falar de Aritmética e vá lá, Algebra e não de Economia e de MAIS NADA.
Porque se não...
aonde páram as opiniões do OUTRO que não concorda com Cavaco Silva, nomeadamente certas maiorias que na Assembleia da República aprovaram leis que Cavaco contestou vetando - as? Na sua falta de seriedade?
É que os valores, como é do conhecimento geral, formatam a maneira como se vêem e se usam os factos.
Por mim, não posso comungar dos valores que permitem ao P.R. pensar como pensa por mais que os tente compreender, racionalizando o que não é de todo racionalizável - a sua origem, dos valores, claro !
À vista desarmada, a frase é anti - democrática, mesmo para quem não tenha dúvidas e põe em evidência uma matriz de pensamento já antevista, de há muito tempo, de cariz fascista.
Convém seguir com mais atenção a pupila Ferreira Leite porque bebeu da mesma fonte.
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domingo, julho 05, 2009
E O VERBO TAMBÉM...
Portugal está a ser assolado por uma velha, hoje literalmente mais nova, classe de oportunistas.
Lembram -me os abutres que só poisam quando de alto e de fora vêem os outros enfrentar os desafios e vencê -los para sorrateiramente virem aproveitar -se do trabalho alheio.
A recorrência deste facto na sociedade portuguesa está a atingir um descaramento tão evidente que muita gente se está a " passar -se " e a continência civilizada é mandada às malvas.
Em dois dias foi o que se viu. Vilarinho está -se cagando e Pinho cansou - se de tourear.
A incontinência verbal, associada por vezes ao desconhecimento da Língua Portuguesa, tem levado os " pés - de microfone " e a nova fornada de jornalistas a inconscientemente ou por má - formação, os interpelados ao limite da tolerância.
A diferença entre as perguntas incómodas e insolência na formulação é que as primeiras incomodam e as segundas irritam. Mas o pior, é que penso que a inconsciência destas não acrescenta mérito se propositadas, só mais insolência que não impertinência.
A moda, infantil já agora, é atacar o Poder quando se pensa que poderá estar na mó - de baixo.
Gostaria de ver algum jornalista ARRANCAR e expôr qualquer ideia, sectorial ou não para o País da parte do PSD ou do CDS e já agora do BLOCO e do PCP.
Fico à espera...
Lembram -me os abutres que só poisam quando de alto e de fora vêem os outros enfrentar os desafios e vencê -los para sorrateiramente virem aproveitar -se do trabalho alheio.
A recorrência deste facto na sociedade portuguesa está a atingir um descaramento tão evidente que muita gente se está a " passar -se " e a continência civilizada é mandada às malvas.
Em dois dias foi o que se viu. Vilarinho está -se cagando e Pinho cansou - se de tourear.
A incontinência verbal, associada por vezes ao desconhecimento da Língua Portuguesa, tem levado os " pés - de microfone " e a nova fornada de jornalistas a inconscientemente ou por má - formação, os interpelados ao limite da tolerância.
A diferença entre as perguntas incómodas e insolência na formulação é que as primeiras incomodam e as segundas irritam. Mas o pior, é que penso que a inconsciência destas não acrescenta mérito se propositadas, só mais insolência que não impertinência.
A moda, infantil já agora, é atacar o Poder quando se pensa que poderá estar na mó - de baixo.
Gostaria de ver algum jornalista ARRANCAR e expôr qualquer ideia, sectorial ou não para o País da parte do PSD ou do CDS e já agora do BLOCO e do PCP.
Fico à espera...
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domingo, julho 05, 2009
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O GESTO É TUDO...

Em tempos, essa foi a resposta dos estudantes à senhora que os levou ao desvario.
Nas escolas, a contestação sempre foi um privilégio dos alunos, revelando a atenção com que seguiam os seus formadores e os políticos que definiam o seu futuro.
Hoje, essa luta foi substituída pela ferocidade de uma classe - a dos professores com uma palavra de ordem absurda - NÃO AOS EXAMES - acrescida de exigências ainda mais absurdas - QUEREMOS SER NÓS A DEFINIR como queremos ser avaliados e a definir as regras da evolução da nossa carreira docente.
Qualquer outro grupo profissional, excepto a Função Pública, provocaria um riso monumental aos seus empregadores se se apresentassem numa negociação com essa completa inversão da hierarquia e corria o risco de ser dispensado.
Em Portugal, os funcionários públicos - POLÍCIA, JUÍZES, MÉDICOS, ENFERMEIROS, PROFESSORES, etc, etc, querem substituír o Estado pela BUROCRACIA e o caos.
Ouviremos durante a campanha eleitoral declarações de simpatia e adesão a essas teses corporativas.
M.F.Leite e Paulo Portas querem mudar TUDO. O que isso quer dizer ninguém sabe e os corporativistas também não mas o caos das mudanças é - lhes música para os ouvidos, tolamente, na minha opinião.
Estaremos cá para ver se,de facto, o cansaço do Governo entregar o País aos bárbaros.
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CALAMATCHE
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domingo, julho 05, 2009
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sábado, julho 04, 2009
POIS É...
O P.M. desafiou as PME para a abertura de um pacto no sentido de lhes tentar salvaguardar os pequenos e médios negócios que a sua ( delas ) incompetência não consegue salvar.
A reacção absurda apareceu de imediato pela voz do seu representante na APME a denegrir as intenções do Governo e a, pesporrentemente, declinar liminarmente o convite.
Se eu tivesse uma pequena ou média empresa pugnar - me -ia pela demissão imediata de quem parece ter uma agenda que não é, definitivamente, a das PME.
Que Portas ou Rangel assobiem para o lado e decretem o fim de prazos para as ajudar releva da agenda própria que alimentam, já ufanos, e que se estão, de verdade, a borrifar para os seus ( delas ) interesses.
DEMAGOGIAS
Lamento dizê - lo, mas parece ser um campo onde vai medrar a argumentação oposicionista.
Uma pergunta - O Bloco esperava que o Estado criasse 150 mil postos de trabalho? Claro que não. Terá percebido a mensagem e a intenção do Governo? Claro que sim.
Numa sociedade liberal, é liberal, não!!!!?, a criação de postos de trabalho é da responsabilidade dos empresários, da livre iniciativa e do Capital. Ou não!!!!?
Portugal não é uma República Comunista. O Povão não quer e tem de assumir as consequências da sua escolha, ou não!!!?
É no mínimo uma falta de rigor intelectual exigir o que ao mesmo tempo se deplora.
A reacção absurda apareceu de imediato pela voz do seu representante na APME a denegrir as intenções do Governo e a, pesporrentemente, declinar liminarmente o convite.
Se eu tivesse uma pequena ou média empresa pugnar - me -ia pela demissão imediata de quem parece ter uma agenda que não é, definitivamente, a das PME.
Que Portas ou Rangel assobiem para o lado e decretem o fim de prazos para as ajudar releva da agenda própria que alimentam, já ufanos, e que se estão, de verdade, a borrifar para os seus ( delas ) interesses.
DEMAGOGIAS
Lamento dizê - lo, mas parece ser um campo onde vai medrar a argumentação oposicionista.
Uma pergunta - O Bloco esperava que o Estado criasse 150 mil postos de trabalho? Claro que não. Terá percebido a mensagem e a intenção do Governo? Claro que sim.
Numa sociedade liberal, é liberal, não!!!!?, a criação de postos de trabalho é da responsabilidade dos empresários, da livre iniciativa e do Capital. Ou não!!!!?
Portugal não é uma República Comunista. O Povão não quer e tem de assumir as consequências da sua escolha, ou não!!!?
É no mínimo uma falta de rigor intelectual exigir o que ao mesmo tempo se deplora.
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sábado, julho 04, 2009
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sexta-feira, julho 03, 2009
POIS É... JÁ NÃO HÁ PACHÔRRA!
Há dias " temi " pelo cansaço dos ministros e do PM da República em relação à tremenda pressão mediática acrescida de vários sufrágios que se avizinham.
A época é de CRETINICE global e o contágio da supressão da Razão e do bom-senso costuma ser recorrente nessas alturas em que o imediatismo se torna uma necessidade.
Fez agora uma vítima inesperada. O pedido de demissão do Ministro da Economia era incontornável apesar da minha simpatia pessoal pelo enfado e falta de chá enfatizante que deu mostra.
A Política tem uma exigência que o comum dos mortais tem, por IGNORÂNCIA, ignorar - a interpretação, não do Real mas do POSSÍVEL em determinada realidade.
A interpretação, vulgo, a consciência desse Real é uma responsabilidade individual, não POLÍTICA, cuja abrangência deve estar para além das necessidades individuais ultrapassando - as, sublimando - as em prol do colectivo e do FUTURO.
O conservadorismo que marca o medo do FUTURO no SAPIENS inferior só se encontra e se define em almas débeis para quem a superação é uma ameaça que a Ignorância transporta na incapacidade de Conhecimento.
Essa necessidade biológica de protecção da MAIORIA ESMAGADORA da população do Planeta, onde o imperativo é a SOBREVIVÊNCIA no imediato, no dia - a - dia, deveria fazer parte de TODOS os manuais de Economia e Política e não ser tratada como uma variável matemática sob o risco de entrar no mundo do ABSURDO onde as projecções idealistas da natureza humana enfrentam uma realidade que as desmente.
A acção que permitirá a definição plena da Política está para além da IDEOLOGIA e definitivamente de fora do VOTO, manifestação plena, burocrática, ignorante, interesseira, cínica, corrupta ( enquanto manifestação pessoal ) da massa votante, ignara, não só do PRESENTE como do FUTURO, cuja antevisão é- lhe um exercício Insane. E ela terá de ser elitista e autocrática dentro dos limites que a lógica ética e necessàriamente democrática exige.
A época é de CRETINICE global e o contágio da supressão da Razão e do bom-senso costuma ser recorrente nessas alturas em que o imediatismo se torna uma necessidade.
Fez agora uma vítima inesperada. O pedido de demissão do Ministro da Economia era incontornável apesar da minha simpatia pessoal pelo enfado e falta de chá enfatizante que deu mostra.
A Política tem uma exigência que o comum dos mortais tem, por IGNORÂNCIA, ignorar - a interpretação, não do Real mas do POSSÍVEL em determinada realidade.
A interpretação, vulgo, a consciência desse Real é uma responsabilidade individual, não POLÍTICA, cuja abrangência deve estar para além das necessidades individuais ultrapassando - as, sublimando - as em prol do colectivo e do FUTURO.
O conservadorismo que marca o medo do FUTURO no SAPIENS inferior só se encontra e se define em almas débeis para quem a superação é uma ameaça que a Ignorância transporta na incapacidade de Conhecimento.
Essa necessidade biológica de protecção da MAIORIA ESMAGADORA da população do Planeta, onde o imperativo é a SOBREVIVÊNCIA no imediato, no dia - a - dia, deveria fazer parte de TODOS os manuais de Economia e Política e não ser tratada como uma variável matemática sob o risco de entrar no mundo do ABSURDO onde as projecções idealistas da natureza humana enfrentam uma realidade que as desmente.
A acção que permitirá a definição plena da Política está para além da IDEOLOGIA e definitivamente de fora do VOTO, manifestação plena, burocrática, ignorante, interesseira, cínica, corrupta ( enquanto manifestação pessoal ) da massa votante, ignara, não só do PRESENTE como do FUTURO, cuja antevisão é- lhe um exercício Insane. E ela terá de ser elitista e autocrática dentro dos limites que a lógica ética e necessàriamente democrática exige.
Posto isto, recolho - me à diletância da OBSERVAÇÃO do que vem aí, na certeza porém que o meu destino, a Minha vida é uma responsabilidade minha que a DEMOCRACIA como fim da História não definirá JAMAIS.
À Política cedo - lhe a definição dos meus sacrifícios em prol da polis na medida em que espero o mesmo da minha espécie.
O seu escrutínio torna - se , por isso et pour cause uma obrigação da qual não me abdico. JAMAIS!
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CALAMATCHE
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sexta-feira, julho 03, 2009
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sábado, junho 27, 2009
DA IMPRESCINDIBILIDADE DO ESTADO...
.... na salvação do sistema económico e financeiro pós -crise e da eficácia da economia liberal a funcionar em roda - viva na redução das desigualdades ( a raiar a obscenidade ) planetárias, nacionais, locais, sociais, estamos conversados.
Só não viu quem não quer ou não pode ver.
Da imprescindibilidade do Estado na regulação da Liberdade, sim regulação, individual, social, local, nacional, planetária também deveríamos estar conversados.
MAS...
Ao ouvir M. F. Leite que do discurso de Menezes e do Passos adoptou a boutade - Desmantelo o Estado em cinco dias, mais coisa menos coisa, compreendo a razão que levou até hoje ao esconder das intenções da clique directiva do PSD e das suas intenções futuras de reduzir o ZÉ à sua pequenez que a sua condição social transporta.
Se em Outubro essa pequenez, mental, já agora, levar deliberadamente ao Poder o PSD e o CDS, terei uma reforma de gozo e deploração diária da condição única que o Sapiens lusitano ( não estão sózinhos... ) não abdica - a liberdade, de asnear também, claro.
DEMOCRACIA
A correcção do disparate proferido em tempos sobre a suspensão da dita tem levado a líder do PSD a sobre qualquer intervenção enaltecer a ofendida, disparando, com um nariz afinado a tudo que lhe cheire a ofensa à fulana.
OBRAS PÚBLICAS
Afinal, a serem executadas onde é que o Governo vai arranjar pessoal? Será ao pelotão dos deslocados ou aos reformados da Função Pública? Ah não!!!? Então?
AHHHHH, têm de ser as empresas privadas, a economia liberal, o capital a executar as obras.
E eu aqui a pensar que seria o Estado.
Estava errado, claro.
Bem, neste caso, se isso não for capaz de ajudar à recuperação do coma auto - induzido com que os nossos empresários, a livre iniciativa, ( aonde a M. F. Leite e quejandos nos querem conduzir... ) se comprazem há décadas não vejo, a não ser no livro vermelho de MAO com a reeducação do POVO e da sua classe dirigente a GRANDE solução para o País.
Quem tem crânio emigrará e será este o destino de Sócrates se continuar nessa patética tentativa de branquear o que o distinguiu da massa amorfa e comodista de Portugal -a sua propalada arrogância (auto - confiança ) e teimosia ( determinação ) com que qualquer líder, democrático ou não tem de estar armado.
As decisões de um líder em democracia SÃO AUTOCRÁTICAS e é assim que devem ser, pelo menos durante o período em que funciona a sua legitimidade.
Caso contrário a democracia é uma farsa alimentada e aproveitada por farsantes.
Só não viu quem não quer ou não pode ver.
Da imprescindibilidade do Estado na regulação da Liberdade, sim regulação, individual, social, local, nacional, planetária também deveríamos estar conversados.
MAS...
Ao ouvir M. F. Leite que do discurso de Menezes e do Passos adoptou a boutade - Desmantelo o Estado em cinco dias, mais coisa menos coisa, compreendo a razão que levou até hoje ao esconder das intenções da clique directiva do PSD e das suas intenções futuras de reduzir o ZÉ à sua pequenez que a sua condição social transporta.
Se em Outubro essa pequenez, mental, já agora, levar deliberadamente ao Poder o PSD e o CDS, terei uma reforma de gozo e deploração diária da condição única que o Sapiens lusitano ( não estão sózinhos... ) não abdica - a liberdade, de asnear também, claro.
DEMOCRACIA
A correcção do disparate proferido em tempos sobre a suspensão da dita tem levado a líder do PSD a sobre qualquer intervenção enaltecer a ofendida, disparando, com um nariz afinado a tudo que lhe cheire a ofensa à fulana.
OBRAS PÚBLICAS
Afinal, a serem executadas onde é que o Governo vai arranjar pessoal? Será ao pelotão dos deslocados ou aos reformados da Função Pública? Ah não!!!? Então?
AHHHHH, têm de ser as empresas privadas, a economia liberal, o capital a executar as obras.
E eu aqui a pensar que seria o Estado.
Estava errado, claro.
Bem, neste caso, se isso não for capaz de ajudar à recuperação do coma auto - induzido com que os nossos empresários, a livre iniciativa, ( aonde a M. F. Leite e quejandos nos querem conduzir... ) se comprazem há décadas não vejo, a não ser no livro vermelho de MAO com a reeducação do POVO e da sua classe dirigente a GRANDE solução para o País.
Quem tem crânio emigrará e será este o destino de Sócrates se continuar nessa patética tentativa de branquear o que o distinguiu da massa amorfa e comodista de Portugal -a sua propalada arrogância (auto - confiança ) e teimosia ( determinação ) com que qualquer líder, democrático ou não tem de estar armado.
As decisões de um líder em democracia SÃO AUTOCRÁTICAS e é assim que devem ser, pelo menos durante o período em que funciona a sua legitimidade.
Caso contrário a democracia é uma farsa alimentada e aproveitada por farsantes.
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sábado, junho 27, 2009
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