PATÉTICA e estupidificante, como o fez F. Madrinha e como muitos portugueses ainda o fazem, o " agradecimento " do abandono de funções públicas por parte de António Vitorino ( uma das melhores personagens que este País produziu ) quando foi indiciado pelos MEDIA em irregularidades numa acção corriqueira de aquisição de um monte alentejano.
Perdemos, na orientação dos assuntos do ESTADO, uma das melhores " cabeças " que este Pais produziu, porque a cretinice e maledicência nacionais achou, na análise comparativa que normalmente faz dos actos e intenções pessoais, incluir no pântano dos " MERDIA " ( agradecimentos à F. Alves, outra musa minha... ) e da i(a)moralidade nacional, António Vitorino.
Patética a assunção de que, uma vez " acusado " pelos " Merdia " a demissão seja o caminho glorificado, como acha F. Madrinha e outros, lamentei e ainda hoje lamento a deserção da inteligência, objectividade, bom - senso,cultura e pedagogia de António Vitorino em altos cargos da política nacional.
Mas....que bom...o homem não esteve apegado ao tacho....!!!!!!!! e isso é bom!
POR AMOR DE DEUS E DE SARAMAGO!!!!!!!!!!!!!
É por essas e por outras que apetece mandar TUDO À MERDA, e à escola, depois...
sábado, novembro 07, 2009
A NAÇÃO, O ESTADO, O PAÍS.... somos NÓS !
Parafraseando Luís XIV, na assunção plena da sua responsabilidade sobre todo o destino da França e a sua representação para o Mundo - l'ETAT C'EST MOI - e em relação ao choradinho nacional sobre o comportamento das suas crias ( não nasceram das árvores, são produtos nacionais... )e a recorrente hipocrisia com que se lançam anátemas sobre o ESTADO, como se, entidade eugénica,estivesse povoado de nêsperas e não de SAPIENS, para o caso, lusitanos,quero lembrar que, HOJE, o ESTADO somos NÓS.
Não vale a pena, sobre um facto tão velho como a Prostituição, carnal, intelectual, ética, do Homem, ribombar truísmos sobre o " óbvio ululante " - ( que bela imagem de uma das minhas amadas cronistas - Inês Pedrosa ) que a condição do Homem ainda não superou.
Falar em machadadas na credibilidade do Estado ( as minhas maiúsculas são sempre enfatizantes e históricamente pertinentes ) como o faz H. Monteiro no Expresso de hoje, sempre que aparecem suspeições de promiscuidade entre o Estado e os negócios ( um facto planetário ) é uma representação do óbvio, que nos libertaria, a ele, a mim, e a outros como nós, se não acreditássemos tão piamente nas virtudes do Estado liberal - o Mundo dos negócios. Já a MÁFIA o dizia - não é nada pessoal,são negócios...
É que a lista dos dirigentes dos Estados sobre os quais se foca a lupa da nossa rectidão ética contorna o Globo e entretanto em nenhum desses Países se ouviu , da população ou de directores de jornais a histeria e a hipocrisia que marcam a indignação dos Media portugueses.Porquê? É uma questão de maturidade cívica que permite a diferenciação entre alhos e bugalhos. Por cá.... é usual a atracção pelos bugalhos; dá menos trabalho à massa cinzenta de quem emite disparates e aos receptores dos mesmos.
J.P.P.,a sibila - social-democrata, coroou, no debate do programa do governo, a pertinência do que tenho estado a pensar, com uma pergunta monstruosa, sibilou ele, ao primeiro - ministro - Acha ou não que deve haver responsabilidade política para quem nomeia gestores políticos corruptos?
Partindo do princípio que essa responsabilidade política levaria à demissão de quem nomeou, obrigaria a que, para além dos dotes e capacidade política de quem ganhou a confiança dos eleitores, se acrescentassem capacidades mediúnicas para aquilatar a priori da natureza ética intrínseca de cada nomeado:uma limitação intelectual óbvia a que só a noética dará resposta, em tempo...
A imaturidade e diletâncias políticas de J.P.P já me cansam tanto... como, para um africano a viver há quase meio século neste belo País,a esquizofrenia identitária que marca toda a História Portuguesa e a sua parca e freudiana auto - estima.
Estranho, muito estranho, é que os povos que Portugal colonizou já se libertaram do estigma do colonizador e marcham serenos, com uma visão optimista das suas capacidades, para enfrentarem os seus fantasmas e o FUTURO.
Portugal, enquanto não se reconhecer no conhecimento da matriz que a sua história lhe definiu como povo e como indivíduo, não será capaz de ultrapassar os obstáculos que,no nevoeiro que ainda lhe povoa o mito e o misticismo sebastianista, lhe definem o Carácter bipolar.
Contrariando E. Lourenço, acho que que o " problema português " não é uma questão de excesso de identidade mas sim e também da ignorância da narrativa que lhe deu origem: um problema, como sempre é, de CULTURA.
Não vale a pena, sobre um facto tão velho como a Prostituição, carnal, intelectual, ética, do Homem, ribombar truísmos sobre o " óbvio ululante " - ( que bela imagem de uma das minhas amadas cronistas - Inês Pedrosa ) que a condição do Homem ainda não superou.
Falar em machadadas na credibilidade do Estado ( as minhas maiúsculas são sempre enfatizantes e históricamente pertinentes ) como o faz H. Monteiro no Expresso de hoje, sempre que aparecem suspeições de promiscuidade entre o Estado e os negócios ( um facto planetário ) é uma representação do óbvio, que nos libertaria, a ele, a mim, e a outros como nós, se não acreditássemos tão piamente nas virtudes do Estado liberal - o Mundo dos negócios. Já a MÁFIA o dizia - não é nada pessoal,são negócios...
É que a lista dos dirigentes dos Estados sobre os quais se foca a lupa da nossa rectidão ética contorna o Globo e entretanto em nenhum desses Países se ouviu , da população ou de directores de jornais a histeria e a hipocrisia que marcam a indignação dos Media portugueses.Porquê? É uma questão de maturidade cívica que permite a diferenciação entre alhos e bugalhos. Por cá.... é usual a atracção pelos bugalhos; dá menos trabalho à massa cinzenta de quem emite disparates e aos receptores dos mesmos.
J.P.P.,a sibila - social-democrata, coroou, no debate do programa do governo, a pertinência do que tenho estado a pensar, com uma pergunta monstruosa, sibilou ele, ao primeiro - ministro - Acha ou não que deve haver responsabilidade política para quem nomeia gestores políticos corruptos?
Partindo do princípio que essa responsabilidade política levaria à demissão de quem nomeou, obrigaria a que, para além dos dotes e capacidade política de quem ganhou a confiança dos eleitores, se acrescentassem capacidades mediúnicas para aquilatar a priori da natureza ética intrínseca de cada nomeado:uma limitação intelectual óbvia a que só a noética dará resposta, em tempo...
A imaturidade e diletâncias políticas de J.P.P já me cansam tanto... como, para um africano a viver há quase meio século neste belo País,a esquizofrenia identitária que marca toda a História Portuguesa e a sua parca e freudiana auto - estima.
Estranho, muito estranho, é que os povos que Portugal colonizou já se libertaram do estigma do colonizador e marcham serenos, com uma visão optimista das suas capacidades, para enfrentarem os seus fantasmas e o FUTURO.
Portugal, enquanto não se reconhecer no conhecimento da matriz que a sua história lhe definiu como povo e como indivíduo, não será capaz de ultrapassar os obstáculos que,no nevoeiro que ainda lhe povoa o mito e o misticismo sebastianista, lhe definem o Carácter bipolar.
Contrariando E. Lourenço, acho que que o " problema português " não é uma questão de excesso de identidade mas sim e também da ignorância da narrativa que lhe deu origem: um problema, como sempre é, de CULTURA.
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sábado, novembro 07, 2009
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sexta-feira, novembro 06, 2009
NEGOCIATAS...
Não há melhor chão para a corrupção e negócios obscuros que o terreno onde se movem as Empresas concessionadas pelo Estado para a execução de Obras Públicas.
Essa "cultura" da negociata, podem chamar - lhe compromisso, negociação, diálogo, cedências sob alibis vários, democracia,tem sido o marcador - Mor do Liberalismo em todo o Globo, mormente em Portugal - gamela estreita para muita boca.
As tentativas legislativas em Portugal contra a corrupção intrínseca que sobrevoa esse mundo têm sido deliberadamente falseadas por lacunas legislativas cirúrgicas que matam à nascença as intenções formalmente expressas na Lei.
A " guerra " que a interpretação das normas dos contratos do Estado com as concessionárias das Obras Públicas trouxe ao nosso conhecimento, criou uma situação lamentável no País onde a Política se tornou refém da gula e chantagem das grandes empresas e impotente perante a Burocracia contida nas normas que sibilinamente criou.
Infelizmente, excepção feita aos juízes do Tribunal de Contas ( que mais não fazem do que INTERPRETAR a Lei e pugnar pelo seu cumprimento )toda a gente ficará a perder com o chumbo com que brindaram todo o processo de negociação dos contratos já em vigor e que, à luz da CRISE, os empreiteiros querem renegociar à custa dos contribuintes e a favor do emprego e dos seus bolsos sem fundo.
Todo o argumentário de um lado - o do T.C. - e do outro - Governo, sindicatos,P.M.E.,desempregados se fundamenta no Bom - senso que a realidade ingente determina. Mas..., a não ser que se mude ( COMO!!!? ) a interpretação que os juízes, HOJE , fazem das normas por que se orientaram para se pronunciarem CONTRA o regabofe,iremos ter sérios problemas sociais.
Se não podemos contar com o investimento estrangeiro, nas ruas da amargura e do planeta a procurar a EXPLORAÇÃO da mão - de - obra barata,definitivamente não será com os nossos, ainda mais gananciosos e apátridas patrões, que o País vai melhorar o seu desempenho.
Lamento por Sócrates... É que não acredito que vá ficar pelo País por muito mais tempo. É que o pântano de Guterres está a feder cada vez mais.
Depois admiram -se das " impressões " que temos da Pátria, tão adulada pelos estrangeiros que só vêem a espuma das coisas no fundo azul do céu de Portugal...
Essa "cultura" da negociata, podem chamar - lhe compromisso, negociação, diálogo, cedências sob alibis vários, democracia,tem sido o marcador - Mor do Liberalismo em todo o Globo, mormente em Portugal - gamela estreita para muita boca.
As tentativas legislativas em Portugal contra a corrupção intrínseca que sobrevoa esse mundo têm sido deliberadamente falseadas por lacunas legislativas cirúrgicas que matam à nascença as intenções formalmente expressas na Lei.
A " guerra " que a interpretação das normas dos contratos do Estado com as concessionárias das Obras Públicas trouxe ao nosso conhecimento, criou uma situação lamentável no País onde a Política se tornou refém da gula e chantagem das grandes empresas e impotente perante a Burocracia contida nas normas que sibilinamente criou.
Infelizmente, excepção feita aos juízes do Tribunal de Contas ( que mais não fazem do que INTERPRETAR a Lei e pugnar pelo seu cumprimento )toda a gente ficará a perder com o chumbo com que brindaram todo o processo de negociação dos contratos já em vigor e que, à luz da CRISE, os empreiteiros querem renegociar à custa dos contribuintes e a favor do emprego e dos seus bolsos sem fundo.
Todo o argumentário de um lado - o do T.C. - e do outro - Governo, sindicatos,P.M.E.,desempregados se fundamenta no Bom - senso que a realidade ingente determina. Mas..., a não ser que se mude ( COMO!!!? ) a interpretação que os juízes, HOJE , fazem das normas por que se orientaram para se pronunciarem CONTRA o regabofe,iremos ter sérios problemas sociais.
Se não podemos contar com o investimento estrangeiro, nas ruas da amargura e do planeta a procurar a EXPLORAÇÃO da mão - de - obra barata,definitivamente não será com os nossos, ainda mais gananciosos e apátridas patrões, que o País vai melhorar o seu desempenho.
Lamento por Sócrates... É que não acredito que vá ficar pelo País por muito mais tempo. É que o pântano de Guterres está a feder cada vez mais.
Depois admiram -se das " impressões " que temos da Pátria, tão adulada pelos estrangeiros que só vêem a espuma das coisas no fundo azul do céu de Portugal...
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sexta-feira, novembro 06, 2009
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sábado, outubro 31, 2009
O CAIM DE SARAMAGO II
No princípio era o VERBO... ( sem reverência na maíuscula...) ...
....e o Verbo encarnou e se fez Homem e ...verbalizou.
A sanha de Nietzsche contra o " cristismo " e de Saramago contra JEOVÁ reconduziu - nos aquele e alertou - nos este, contra o " MURO DO FUNDAMENTALISMO , Pedrosa dixit e bem , que num e noutro universo conduzem, soberanamente ao nível das consciências, principalmente no mundo de Maomé, o destino dos homens.
Em pleno século XXI, num século, já não das Luzes , mas do L.A.S.E.R., do reencontro tardio com a objectividade e reinterpretação do Real, para lá do Mito e do Misticismo que a Racionalidade combate e exige do Homem moderno, para moldar este planeta no sentido do seu equilíbrio, é -me INSUPORTÁVEL a audição da FÉ e dos estremecimentos da sua prática entre os crentes.
MAS... " os deuses não morreram: o que morreu foi a nossa visão deles. Não se foram, deixámos de os ver. Ou fechámos os olhos, ou entre eles e nós uma névoa qualquer se intrometeu. Subsistem, vivem como viveram, com a mesma divindade e a mesma calma... " F. Pessoa
Uma vez inventados, a sua permanência entre nós está ao alcance de um voo de pássaros....quase nada... e um prodígio que só o sonho realiza.
Esse " muro do fundamentalismo " que cerceia a libertação plena do Homem TEM DE SER DERRUBADO, pelo VERBO de Nietzcshe, Hitchens, Savater,Saramago, Allen e outros que a minha ignorância ( principalmente do outro lado ) escasseia....
....e o Verbo encarnou e se fez Homem e ...verbalizou.
A sanha de Nietzsche contra o " cristismo " e de Saramago contra JEOVÁ reconduziu - nos aquele e alertou - nos este, contra o " MURO DO FUNDAMENTALISMO , Pedrosa dixit e bem , que num e noutro universo conduzem, soberanamente ao nível das consciências, principalmente no mundo de Maomé, o destino dos homens.
Em pleno século XXI, num século, já não das Luzes , mas do L.A.S.E.R., do reencontro tardio com a objectividade e reinterpretação do Real, para lá do Mito e do Misticismo que a Racionalidade combate e exige do Homem moderno, para moldar este planeta no sentido do seu equilíbrio, é -me INSUPORTÁVEL a audição da FÉ e dos estremecimentos da sua prática entre os crentes.
MAS... " os deuses não morreram: o que morreu foi a nossa visão deles. Não se foram, deixámos de os ver. Ou fechámos os olhos, ou entre eles e nós uma névoa qualquer se intrometeu. Subsistem, vivem como viveram, com a mesma divindade e a mesma calma... " F. Pessoa
Uma vez inventados, a sua permanência entre nós está ao alcance de um voo de pássaros....quase nada... e um prodígio que só o sonho realiza.
Por outro lado...
Esse " muro do fundamentalismo " que cerceia a libertação plena do Homem TEM DE SER DERRUBADO, pelo VERBO de Nietzcshe, Hitchens, Savater,Saramago, Allen e outros que a minha ignorância ( principalmente do outro lado ) escasseia....
MATRIX RELOADED!!!?
O sapiens é corrupto, corruptor e portador de uma venal intelectualidade, também ela corrompida e corruptora.
Esta factualidade que lhe marca os genes de geração a geração - pecado original - na visão católica, subdimensionamento ético - na minha opinião, faz de nós uma espécie num balanceio constante entre a Natureza e a Sociedade.
As exigências sociais têm a missão de nos fortalecer o espírito perante, e não contra, os impulsos da Biologia, da Natureza. É que as agendas são distintas. No equilíbrio do conhecimento de um e outro termo da equação é que se encontra a definição do HOMEM.
A superação do posso mas não devo, é possível mas gratuito, tenho o suficiente mas quero mais, define, não a ambição mas o equilíbrio em toda a actividade humana.
Quando assim não acontece, o indivíduo, as Nações e os Estados pagarão por isso e merecem a penalização que a sua Estupidez alardeia.
O pecado, que não é mais do que a manifestação dessa estupidez - RAIOS, NÓS SOMOS SERES RACIONAIS - merece castigo e não tem de esperar pelo divino.
Esta factualidade que lhe marca os genes de geração a geração - pecado original - na visão católica, subdimensionamento ético - na minha opinião, faz de nós uma espécie num balanceio constante entre a Natureza e a Sociedade.
As exigências sociais têm a missão de nos fortalecer o espírito perante, e não contra, os impulsos da Biologia, da Natureza. É que as agendas são distintas. No equilíbrio do conhecimento de um e outro termo da equação é que se encontra a definição do HOMEM.
A superação do posso mas não devo, é possível mas gratuito, tenho o suficiente mas quero mais, define, não a ambição mas o equilíbrio em toda a actividade humana.
Quando assim não acontece, o indivíduo, as Nações e os Estados pagarão por isso e merecem a penalização que a sua Estupidez alardeia.
O pecado, que não é mais do que a manifestação dessa estupidez - RAIOS, NÓS SOMOS SERES RACIONAIS - merece castigo e não tem de esperar pelo divino.
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sábado, outubro 31, 2009
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domingo, outubro 25, 2009
BASTA!!!

( turma de finalistas de Direito 2009 )
O macho latino é um mito e uma imbecilidade de outros tempos, ou, para ser mais preciso, foi um mito.
É uma perda de tempo a referenciação de uma espécie duplamente, como explicarei adiante, em declinio, embora disso não tenha conhecimento ainda...
Maria Filomena Mónica pasma -se em " Única, 3/10/09 ) com a infantilidade da visão do macho latino sobre si e o sexo oposto, como se a sua própria condição, a dele, não tivesse e tem sido alimentada e sustida pela fêmea latina. É que não há condição sem pressupostos...
Porém, a definição e análise da fêmea latina que deu origem e sustentáculo à manutenção do mito nunca é apresentada nesses estudos e nessa visão unilateral sobre certas características biológicas do Sapiensviril.
Cá por mim, a situação é mais grave.
Não só o macho latino, caricaturado pelos feministas e eunucos, está em extinção, como é a própria espécie, a dos machos, caçada pelas feministas, que está em extinção/declinio como espécie autónoma, definitiva e biológicamente distinta da fêmeaSapiens.
O homemsapiens ocidental baixou a guarda, massacrado pelo políticamente correcto e por uma educação maioritáriamente definida pelo feminino, a tal ponto que, hoje, se deixa subalternizar - se por falta de educação académica e agressividade, contida à rivalidade sobrevivencial que o sexo oposto representa em toda a extensão do termo.
Cada vez mais desmobilizado sexualmente e posto perante o Deus ex machina que domina a fantasia feminina, a fuga planetária dos portadores de pénis para o outro lado da demissão, juntando o lobby gay ao feminista, o nascimento em flecha de girls sobre os boys, só lhe resta, hoje, a defesa do macho latino antes que o adjectivo se esborroe e faça cair de vez o SUBSTANTIVO.
Por mim, o assunto é sério e civilizacional. É que a história do matriarcado é deprimente e mortalmente obsdiante...
P.S. EU gosto das MULHERES. Sou casado com uma e não penso mudar até porque ela limita a minha misogenia pelo que tem de feminino e diferente: independente económicamente de mim, só está comigo há 40 anos porque quer e quero crer, porque me ama. Se tiver outras razões, desconheço - as.
Sobre essa estória do tamanho do pénis, também referida pela M.F.Mónica, convém esclarecer, sobre um universo de clichés femininos sobre os homens, não- híbridos, evidentemente, que nós costumamos abandonar a comparação dos tamanhos do dito por alturas do primeiro ano do Liceu. A estória só continua na imaginação e busca do SantoGraal num universo outro, que não o nosso.
Os Berlusconis existem porque a mulher italiana assim o quer e quiçá, GOSTA. Vá - se lá saber...Terá pensado nisso?
O macho latino é um mito e uma imbecilidade de outros tempos, ou, para ser mais preciso, foi um mito.
É uma perda de tempo a referenciação de uma espécie duplamente, como explicarei adiante, em declinio, embora disso não tenha conhecimento ainda...
Maria Filomena Mónica pasma -se em " Única, 3/10/09 ) com a infantilidade da visão do macho latino sobre si e o sexo oposto, como se a sua própria condição, a dele, não tivesse e tem sido alimentada e sustida pela fêmea latina. É que não há condição sem pressupostos...
Porém, a definição e análise da fêmea latina que deu origem e sustentáculo à manutenção do mito nunca é apresentada nesses estudos e nessa visão unilateral sobre certas características biológicas do Sapiensviril.
Cá por mim, a situação é mais grave.
Não só o macho latino, caricaturado pelos feministas e eunucos, está em extinção, como é a própria espécie, a dos machos, caçada pelas feministas, que está em extinção/declinio como espécie autónoma, definitiva e biológicamente distinta da fêmeaSapiens.
O homemsapiens ocidental baixou a guarda, massacrado pelo políticamente correcto e por uma educação maioritáriamente definida pelo feminino, a tal ponto que, hoje, se deixa subalternizar - se por falta de educação académica e agressividade, contida à rivalidade sobrevivencial que o sexo oposto representa em toda a extensão do termo.
Cada vez mais desmobilizado sexualmente e posto perante o Deus ex machina que domina a fantasia feminina, a fuga planetária dos portadores de pénis para o outro lado da demissão, juntando o lobby gay ao feminista, o nascimento em flecha de girls sobre os boys, só lhe resta, hoje, a defesa do macho latino antes que o adjectivo se esborroe e faça cair de vez o SUBSTANTIVO.
Por mim, o assunto é sério e civilizacional. É que a história do matriarcado é deprimente e mortalmente obsdiante...
P.S. EU gosto das MULHERES. Sou casado com uma e não penso mudar até porque ela limita a minha misogenia pelo que tem de feminino e diferente: independente económicamente de mim, só está comigo há 40 anos porque quer e quero crer, porque me ama. Se tiver outras razões, desconheço - as.
Sobre essa estória do tamanho do pénis, também referida pela M.F.Mónica, convém esclarecer, sobre um universo de clichés femininos sobre os homens, não- híbridos, evidentemente, que nós costumamos abandonar a comparação dos tamanhos do dito por alturas do primeiro ano do Liceu. A estória só continua na imaginação e busca do SantoGraal num universo outro, que não o nosso.
Os Berlusconis existem porque a mulher italiana assim o quer e quiçá, GOSTA. Vá - se lá saber...Terá pensado nisso?
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domingo, outubro 25, 2009
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sábado, outubro 24, 2009
CONSTRUIR PONTES, DERRUBAR MUROS...?
A apologia do sistema ( dizem que é o democrático ) feita na cerimónia de atribuição do Prémio Quadriga a Durão Barroso pelo P. M. polaco Donald Tusk " mostra - nos uma vez mais o que é a Europa hoje e para onde vai... - ver Expresso de 24/10/09 primeiro caderno.
A democracia, o MERCADO LIVRE e o Estado de direito são as invenções mais notáveis dos europeus... e, hoje a Europa é a síntese de todos esses valores, tradições e ideias... diz Donald Tusk e diz bem.
Para reforçar essa ideia do SINCRETISMO ideológico que, hoje, está a reduzir a pó a LIBERDADE de o recusar, cita Kolakowski e o seu livro - Como ser um Socialista - Conservador - Liberal - em que o autor defende que essas três designações específicas deixaram de ser opções que se excluem mutuamente.
Hoje, no topo da pirâmide comunitária temos uma liderança - a de M. Barroso - cujas virtudes parecem ser, nas palavras do P. M. polaco e pelos vistos dos outros líderes nacionais, exactamente essas - a capacidade de instituir na Europa, e quem sabe, no Mundo, o PENSAMENTO ÚNICO.
Como se verifica, a RUPTURA GLOBAL com essa mistificação massiva está a tornar - se em cada dia que passa uma necessidade, que a coberto de belas palavras como a Paz, a justiça, a liberdade sonega - nos o direito da diferença ideológica.
Nenhum governo europeu terá condições de fugir ao MODELO ÚNICO que a França e a Alemanha, a par da tendência geral, estão a impôr através do seu conciliador - Mor, Durão Barroso.
A ironia suprema contida nessa planificação europeia faria corar Lenin. É claro que tudo isso pressupõe e exige a domesticação das resistências políticas que está a ser executada,a troco de EUROS.
O toque a rebate que esta última convulsão provocou ao Sistema deixando a nu as falacciosas previsões que a corrupção ajudou a trazer ao conhecimento de quem não era suposto saber - o Povo, exponenciou a arrogância o Cinismo e a determinação com que o rumo dos acontecimentos está a ser conduzido.
Em pânico, o Governador do Banco de Inglaterra - Mervyn King, critica duramente o " assombroso e insuportável BILIÃO DE LIBRAS, arrancados coercivamente aos contribuintes " na manutenção de uma, para mim estúpida e imoral economia, a viver de PAPÉIS.
Até que a Revolução ( fora de moda para os situacionistas e conformistas) aconteça por dentro, num despoletar colectivo de repugnância e vergonha, o atraso e decadência global estarão na agenda dos BUROCRATAS.
A democracia, o MERCADO LIVRE e o Estado de direito são as invenções mais notáveis dos europeus... e, hoje a Europa é a síntese de todos esses valores, tradições e ideias... diz Donald Tusk e diz bem.
Para reforçar essa ideia do SINCRETISMO ideológico que, hoje, está a reduzir a pó a LIBERDADE de o recusar, cita Kolakowski e o seu livro - Como ser um Socialista - Conservador - Liberal - em que o autor defende que essas três designações específicas deixaram de ser opções que se excluem mutuamente.
Hoje, no topo da pirâmide comunitária temos uma liderança - a de M. Barroso - cujas virtudes parecem ser, nas palavras do P. M. polaco e pelos vistos dos outros líderes nacionais, exactamente essas - a capacidade de instituir na Europa, e quem sabe, no Mundo, o PENSAMENTO ÚNICO.
Como se verifica, a RUPTURA GLOBAL com essa mistificação massiva está a tornar - se em cada dia que passa uma necessidade, que a coberto de belas palavras como a Paz, a justiça, a liberdade sonega - nos o direito da diferença ideológica.
Nenhum governo europeu terá condições de fugir ao MODELO ÚNICO que a França e a Alemanha, a par da tendência geral, estão a impôr através do seu conciliador - Mor, Durão Barroso.
A ironia suprema contida nessa planificação europeia faria corar Lenin. É claro que tudo isso pressupõe e exige a domesticação das resistências políticas que está a ser executada,a troco de EUROS.
O toque a rebate que esta última convulsão provocou ao Sistema deixando a nu as falacciosas previsões que a corrupção ajudou a trazer ao conhecimento de quem não era suposto saber - o Povo, exponenciou a arrogância o Cinismo e a determinação com que o rumo dos acontecimentos está a ser conduzido.
Em pânico, o Governador do Banco de Inglaterra - Mervyn King, critica duramente o " assombroso e insuportável BILIÃO DE LIBRAS, arrancados coercivamente aos contribuintes " na manutenção de uma, para mim estúpida e imoral economia, a viver de PAPÉIS.
Até que a Revolução ( fora de moda para os situacionistas e conformistas) aconteça por dentro, num despoletar colectivo de repugnância e vergonha, o atraso e decadência global estarão na agenda dos BUROCRATAS.
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sexta-feira, outubro 23, 2009
ENCRUZILHADA...
E os eleitores de esquerda, evidentemente, perguntava eu, qual o seu papel?
Os conservadores estão confortáveis na sua posição. Quer estejam ou não no Poder, sabem que a esquerda que lá está é - o nominalmente, já que a política que " tem " de seguir já foi de antemão, ( dada a realidade, a Tal de que falámos no post anterior ) formatada e aceite pela Esquerda.
Para complicar a vida dessa esquerda no Poder está a visão dos eleitores -naturalmente interesseira, curta e de curto prazo - o prazo de uma legislatura de quatro anos.
Na impossibilidade de, em tão curto prazo, se proceder a reformas sobre o Sistema cujo alcance seja imediatamente percebido, a monotorização da actividade governativa foca - se pelos pormenores e pelos fait divers intriguistas que os Media criam e alimentam, com ou sem razão.
As diferenças que por vezes algumas " reformas " marcam em termos ideológicos, rápidamente se desvanecem, como a memória da governação anterior.
Daí a recorrência quase automática e irreflectida da alternância governativa na esperança vã de soluções de curto prazo.
Enquanto a Esquerda não tiver uma autêntica e diferenciadora política que a distinga, não necessáriamente em radicalidade, dos padrões desse obtuso Centrão, como já foi chamado, e governe, como a Direita o faz, para o eleitorado que maioritáriamente votou nas suas propostas, o pântano político mundial desfeiteará por muito tempo ainda as regras que a Democracia criou e que a Burocracia Global contrabandeia.
A Rotura tem de acontecer, quanto mais não seja por uma absoluta necessidade de transparência. As sociedades são conflituosas e formadas por grupos de interesses.
Assumamos de vez os conflitos e que de uma vez por todas se comece a DAR SENTIDO AO VOTO.
Os conservadores estão confortáveis na sua posição. Quer estejam ou não no Poder, sabem que a esquerda que lá está é - o nominalmente, já que a política que " tem " de seguir já foi de antemão, ( dada a realidade, a Tal de que falámos no post anterior ) formatada e aceite pela Esquerda.
Para complicar a vida dessa esquerda no Poder está a visão dos eleitores -naturalmente interesseira, curta e de curto prazo - o prazo de uma legislatura de quatro anos.
Na impossibilidade de, em tão curto prazo, se proceder a reformas sobre o Sistema cujo alcance seja imediatamente percebido, a monotorização da actividade governativa foca - se pelos pormenores e pelos fait divers intriguistas que os Media criam e alimentam, com ou sem razão.
As diferenças que por vezes algumas " reformas " marcam em termos ideológicos, rápidamente se desvanecem, como a memória da governação anterior.
Daí a recorrência quase automática e irreflectida da alternância governativa na esperança vã de soluções de curto prazo.
Enquanto a Esquerda não tiver uma autêntica e diferenciadora política que a distinga, não necessáriamente em radicalidade, dos padrões desse obtuso Centrão, como já foi chamado, e governe, como a Direita o faz, para o eleitorado que maioritáriamente votou nas suas propostas, o pântano político mundial desfeiteará por muito tempo ainda as regras que a Democracia criou e que a Burocracia Global contrabandeia.
A Rotura tem de acontecer, quanto mais não seja por uma absoluta necessidade de transparência. As sociedades são conflituosas e formadas por grupos de interesses.
Assumamos de vez os conflitos e que de uma vez por todas se comece a DAR SENTIDO AO VOTO.
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terça-feira, outubro 20, 2009
O CAIM DE SARAMAGO
Saramago, ateu confesso e militante, é tão livre de pensar e escrever o que escreve como o são os " pastores " de qualquer religião no Ocidente.
Saramago " ofendeu " os cristãos e eventualmente os judeus pela palavra e só pela palavra pode ser contestado e eventualmente " ofendido ".
A culpa, esse atributo da Razão, a haver, estará na linguagem esotérica, labiríntica e metafórica do Livro, a qual permite todas as interpretações, consoante à partida O consideremos como palavras de Deus ( pelos fiéis ) ou não.
Saramago, definitivamente assim não o entende e está no seu direito de romancear sobre o sagrado dos outros como porventura ser excomungado às chamas do Inferno pelos que acreditam que o inferno existe.
Menos sorte tem a ideologia nazi, corrida de todas as Constituições Políticas do planeta. Paradoxos da Liberdade que só a Política faz por desvanecer enquanto fôr o condutor do Homem, privilégio esse que a Religião aos poucos vai perdendo desde a Inquisição.
Saramago " ofendeu " os cristãos e eventualmente os judeus pela palavra e só pela palavra pode ser contestado e eventualmente " ofendido ".
A culpa, esse atributo da Razão, a haver, estará na linguagem esotérica, labiríntica e metafórica do Livro, a qual permite todas as interpretações, consoante à partida O consideremos como palavras de Deus ( pelos fiéis ) ou não.
Saramago, definitivamente assim não o entende e está no seu direito de romancear sobre o sagrado dos outros como porventura ser excomungado às chamas do Inferno pelos que acreditam que o inferno existe.
Menos sorte tem a ideologia nazi, corrida de todas as Constituições Políticas do planeta. Paradoxos da Liberdade que só a Política faz por desvanecer enquanto fôr o condutor do Homem, privilégio esse que a Religião aos poucos vai perdendo desde a Inquisição.
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terça-feira, outubro 20, 2009
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segunda-feira, outubro 19, 2009
A ESQUERDA NA ENCRUZILHADA...
Miguel Ángel Belloso na sua crónica no jornal " I " de hoje, lança uma apelo à Esquerda sob a forma desta pergunta - " Não crê o leitor que o choque entre os desejos e a realidade deveria ser um enorme mnotivo para reflexão na Esquerda?
Temos a Direita e o liberalismo no mando e, na sua frente, um deserto. "
Eu continuaria... um deserto de ideias e de falta de imaginação a par de uma cegueira próximo da demissão, que não lhe permite enfrentar a RUPTURA GLOBAL que urge fazer com esse bloco único que abrange TODOS os partidos de Poder no Ocidente, onde inadvertida e ingénuamente se encontra.
Actualmente, quase nada separa os sociais - democratas dos socialistas e os liberais dos conservadores a não ser a semântica. O cimento aglutinador de Todos os partido do Poder no mundo de hoje é a narrativa ( essa sim acabada, por ora ) económico - política onde o capitalismo lato sensu resiste e vai contornando as crises, deixando em cada agonia, um rasto de miséria, cavando fundo nas diferenças sociais.
Para reforçar o incontornável diktat do sistema, eis que os Partidos de Poder ainda e agora, apesar da sua inegável responsabilidade no caos, premeiam o sistema sob o alibi eleitoral de protecção dos empregos, que a Crise pôs sob risco.
A própria imoralidade de tudo isto tem denunciado à saciedade o funcionamento da clique que alterna o Poder e dos interesses que estão protegidos à partida, não importando, como disse, a cor política do Governo.
Onde se situarão os eleitores no meio disto?
Continuarei no próximo post...
Temos a Direita e o liberalismo no mando e, na sua frente, um deserto. "
Eu continuaria... um deserto de ideias e de falta de imaginação a par de uma cegueira próximo da demissão, que não lhe permite enfrentar a RUPTURA GLOBAL que urge fazer com esse bloco único que abrange TODOS os partidos de Poder no Ocidente, onde inadvertida e ingénuamente se encontra.
Actualmente, quase nada separa os sociais - democratas dos socialistas e os liberais dos conservadores a não ser a semântica. O cimento aglutinador de Todos os partido do Poder no mundo de hoje é a narrativa ( essa sim acabada, por ora ) económico - política onde o capitalismo lato sensu resiste e vai contornando as crises, deixando em cada agonia, um rasto de miséria, cavando fundo nas diferenças sociais.
Para reforçar o incontornável diktat do sistema, eis que os Partidos de Poder ainda e agora, apesar da sua inegável responsabilidade no caos, premeiam o sistema sob o alibi eleitoral de protecção dos empregos, que a Crise pôs sob risco.
A própria imoralidade de tudo isto tem denunciado à saciedade o funcionamento da clique que alterna o Poder e dos interesses que estão protegidos à partida, não importando, como disse, a cor política do Governo.
Onde se situarão os eleitores no meio disto?
Continuarei no próximo post...
PAUSA...
A complexidade que a modernidade transporta e chega até mim é tão diáfana e breve como o presente inexistente, neste planeta em volúpia, onde o tempo de perceber já é passado ainda antes do questionamento.
Philip Roth, na entrevista concedida ao Actual do Expresso, diz que não tem tempo para ler os autores contemporâneos. Essa afirmação é sintomática de um estado de espírito que só a velhice contempla, na urgência de uma necessidade visceral de tranquilidade e conforto a par da perplexidade com a meteórica e insustentável leveza do ser.
O retorno a um mundo amado, o das memórias, dele e doutros preenche- lhe e bem as suas necessidades actuais - é um tempo de balanço e de reconciliação.
Por mim, outras foram as razões da minha deserção do romance. Só regresso, de vez em quando, a Dostoievsky, V. Hugo e Eça de Queirós.
A necessidade compulsiva de conhecer o meu tempo enquanto não atingir o estado de tranquilidade, urge - me à leitura de ensaios, sobre quase todos os temas, mesmo quando assumem a forma de alegorias ou metáforas sobre a natureza humana e as suas perplexidades sobre o EU como , com azedume e tristeza em Saramago e distanciado e frio com A.Bessa Luís, para só falar dos portugueses.
Philip Roth, na entrevista concedida ao Actual do Expresso, diz que não tem tempo para ler os autores contemporâneos. Essa afirmação é sintomática de um estado de espírito que só a velhice contempla, na urgência de uma necessidade visceral de tranquilidade e conforto a par da perplexidade com a meteórica e insustentável leveza do ser.
O retorno a um mundo amado, o das memórias, dele e doutros preenche- lhe e bem as suas necessidades actuais - é um tempo de balanço e de reconciliação.
Por mim, outras foram as razões da minha deserção do romance. Só regresso, de vez em quando, a Dostoievsky, V. Hugo e Eça de Queirós.
A necessidade compulsiva de conhecer o meu tempo enquanto não atingir o estado de tranquilidade, urge - me à leitura de ensaios, sobre quase todos os temas, mesmo quando assumem a forma de alegorias ou metáforas sobre a natureza humana e as suas perplexidades sobre o EU como , com azedume e tristeza em Saramago e distanciado e frio com A.Bessa Luís, para só falar dos portugueses.
sexta-feira, outubro 16, 2009
Não dá para perceber...
A extrema ( !!!? ) esquerda portuguesa, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa " ataca - A " com a apresentação de um volumoso pacote de propostas legislativas, que à partida sabe que irá ter a oposição sistemática da Direita e eventualmente da maioria parlamentar, quando há poucos dias recusou liminarmente qualquer possibilidade de acordos parlamentares com o Governo.
Quais são as intenções políticas subjacentes à nula provocação?
Ela não negoceia, ah não!... mas, " ciosa " dos interesses dos portugueses que nela votou, mostra serviço.
Enfim... para reforçar o que já disseram ao partido que ganhou as eleições e que vai governar, nada mal!
Quais são as intenções políticas subjacentes à nula provocação?
Ela não negoceia, ah não!... mas, " ciosa " dos interesses dos portugueses que nela votou, mostra serviço.
Enfim... para reforçar o que já disseram ao partido que ganhou as eleições e que vai governar, nada mal!
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sexta-feira, outubro 16, 2009
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A BANCA
A última crise económica e financeira teve a sua origem na Banca e provocou um mero frenesim aos analistas da conjuntura a par de uma desavergonhada pedinchice por parte dos Bancos éticamente irresponsáveis, ao Estado, aos contribuintes, sobre os quais exerce sem apelo a sua carnificina financeira., enquanto desgraçadamente conduziu, pela crise económica, o recuo das perspectivas de melhoria de muitas Nações.
Desde Pareto, com a sua utópica projecção de repartição dos rendimentos no equilíbrio social e económico dos países até à descoberta dos ciclos económicos pelos burocratas keynesianos, cujo alcance e interpretação dos mesmos foi levado ao paroxismo pelos ultra - liberais de Adam Smith, até ao aparecimento dos pensadores da conjuntura que a necessidade do controlo pelo Estado das leis do mercado era uma obrigação moral ou social, se preferirem...
Até há pouco tempo, nem os prognósticos da Besta - a conjuntura - ajudaram na procura e manutenção do débil equilíbrio que em situações favoráveis costuma aparecer.
E porquê!!!?
Porque pura e simplesmente esses pesquisadores da conjuntura estão ao serviço do Capital e não dos Estados.
É uma luta desigual que só um Estado forte, indo de encontro à efectiva raíz e suporte da força de bloqueio - a BANCA - , regulando as suas leis, cujo sentido único na procura permanente de mais sobreacumulação de lucros e no apoio desenfreado dos monopólios desconhece ou despreza a sua função social que também esteve na sua origem.
A reacção da Associação Portuguesa dos Bancos ( A.N.P. ) às ainda débeis normas do Governo no sentido de proteger os utentes mais fracos das, no mínino amorais disposições da Banca sobre o livre arbítrio com que põe e dispõe sobre a vida de milhares de portugueses, é sintomática e velhaca.
A ameaça de que a parcela subtraída pelo Governo iria ser reposta de uma maneira ou de outra e que quem pagaria seriam os utentes agora protegidos, já teve resposta pronta do Governo que promete estar atento.
E que tal um upgrade? Que tal cumprir com a promessa estatal de aumentar as contribuições sobre os escandalosos lucros, que ufanos exibem, mesmo numa época de crise e penúria mundiais?
Desde Pareto, com a sua utópica projecção de repartição dos rendimentos no equilíbrio social e económico dos países até à descoberta dos ciclos económicos pelos burocratas keynesianos, cujo alcance e interpretação dos mesmos foi levado ao paroxismo pelos ultra - liberais de Adam Smith, até ao aparecimento dos pensadores da conjuntura que a necessidade do controlo pelo Estado das leis do mercado era uma obrigação moral ou social, se preferirem...
Até há pouco tempo, nem os prognósticos da Besta - a conjuntura - ajudaram na procura e manutenção do débil equilíbrio que em situações favoráveis costuma aparecer.
E porquê!!!?
Porque pura e simplesmente esses pesquisadores da conjuntura estão ao serviço do Capital e não dos Estados.
É uma luta desigual que só um Estado forte, indo de encontro à efectiva raíz e suporte da força de bloqueio - a BANCA - , regulando as suas leis, cujo sentido único na procura permanente de mais sobreacumulação de lucros e no apoio desenfreado dos monopólios desconhece ou despreza a sua função social que também esteve na sua origem.
A reacção da Associação Portuguesa dos Bancos ( A.N.P. ) às ainda débeis normas do Governo no sentido de proteger os utentes mais fracos das, no mínino amorais disposições da Banca sobre o livre arbítrio com que põe e dispõe sobre a vida de milhares de portugueses, é sintomática e velhaca.
A ameaça de que a parcela subtraída pelo Governo iria ser reposta de uma maneira ou de outra e que quem pagaria seriam os utentes agora protegidos, já teve resposta pronta do Governo que promete estar atento.
E que tal um upgrade? Que tal cumprir com a promessa estatal de aumentar as contribuições sobre os escandalosos lucros, que ufanos exibem, mesmo numa época de crise e penúria mundiais?
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sexta-feira, outubro 16, 2009
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quinta-feira, outubro 15, 2009
A PROPÓSITO DE DÉSPOTAS ILUMINADOS...
Infelizmente, parece que o meu " herói " - Chavez - se está a deixar contaminar pelo pior vírus que, por vezes, ataca os políticos - a ESTUPIDEZ .
Nacionalizar os hotéis Hilton é de uma gratuitidade tal que só um ataque de infantilismo poderá justificar tamanha alarvidade.
Sendo assim, o gabinete dele deveria ser agora o de um qualquer psiquiatra, já que os seus conselheiros políticos, se os tiver, ainda são mais idiotas que ele ao deixar - lhe levar avante o disparate.
Lamento pois, a degradação e o voluntarismo bacoco que parece querer assolar Venezuela.
TRANSPARÊNCIAS, DIÁLOGOS, FIRMEZAS E RESPONSABILIDADES...
Aos portugueses trouxe Sócrates a sua agenda e as respostas dadas pela OPOSIÇÃO.
Agora, ele formará o SEU Governo e apresentará ao Povo, através da Assembleia Legislativa, o seu programa de acção, o SEU Orçamento de Estado e a OPOSIÇÃO que faça o que entender dos votos que lhe foi dada.
Até lá...
Serão os portugueses a julgar das bondades dos fundamentos esgrimidos, então...
Nacionalizar os hotéis Hilton é de uma gratuitidade tal que só um ataque de infantilismo poderá justificar tamanha alarvidade.
Sendo assim, o gabinete dele deveria ser agora o de um qualquer psiquiatra, já que os seus conselheiros políticos, se os tiver, ainda são mais idiotas que ele ao deixar - lhe levar avante o disparate.
Lamento pois, a degradação e o voluntarismo bacoco que parece querer assolar Venezuela.
TRANSPARÊNCIAS, DIÁLOGOS, FIRMEZAS E RESPONSABILIDADES...
Aos portugueses trouxe Sócrates a sua agenda e as respostas dadas pela OPOSIÇÃO.
Agora, ele formará o SEU Governo e apresentará ao Povo, através da Assembleia Legislativa, o seu programa de acção, o SEU Orçamento de Estado e a OPOSIÇÃO que faça o que entender dos votos que lhe foi dada.
Até lá...
Serão os portugueses a julgar das bondades dos fundamentos esgrimidos, então...
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quinta-feira, outubro 15, 2009
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quarta-feira, outubro 14, 2009
ARGUMENTUM BACULINUM
Acabo, por desfastio e curiosidade intelectual, de dar uma passagem ( entender o PSD de hoje exige -me conhecer o pensamento político do seu actual guru ) pelo www.abrupto.blogspot.com e confesso que, pelas diferenças recorrentemente trazidas por JPP, entre M.F.Leite e Sócrates estou a perceber melhor a razão porque nenhum líder daquele partido o quis ao pé e os motivos freudianos, também, que levaram a que um P.M., vergastado por calúnias e ataques ao carácter sem paralelo na história recente da Democracia portuguesa, venceu as eleições.
E já que o Latim está vivo, vai um conselho aos leitores - Castigat ridendo mores.
P.S. As " citações " em latim provieram do dicionário da Porto Editora, com os meus agradecimentos.
E já que o Latim está vivo, vai um conselho aos leitores - Castigat ridendo mores.
P.S. As " citações " em latim provieram do dicionário da Porto Editora, com os meus agradecimentos.
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quarta-feira, outubro 14, 2009
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NYET ! NYET ! NYET!
É o que espera o P.M. indigitado a formar o próximo Governo.
O formalismo a que está " obrigado " na audição repetida e repetitiva, do que durante os anos do seu Governo ouviu da Oposição, não lhe trará nada de novo a não ser realidades alternativas e a auto - renúncia exigida do programa que foi votado no dia das eleições QUE O PS GANHOU.
É evidente que os eleitores que democráticamente deram o seu voto pela continuidade da " arrogância socrática ", como eu, não gostariam de ver defraudadas as regras democráticas e sentirem - se governados ad hoc e aleatóriamente pela " verdade Leitista , vitimização sousista, demagogia portista ou moralismo franciscano ".
Felizmente, acho que a coerência e a lealdade que a Oposição apregoa em quem lhes atribuiu o voto - como deve ser sempre - será entendida pelos portugueses quando a Oposição mandar o P.M. indigitado a " pregar para outra freguesia " durante a audição que está a decorrer e cujos resultados ainda desconheço.
Espero que o diálogo democrático, pelo menos da maneira como a Oposição o entende, não faça parte da mudança de atitude que ela, a Oposição, está a exigir a Sócrates.
Ao P.M. pede -se que nos apresente a agenda que vai levando a negociações e faça -nos ouvir os ecos do lado de lá. Só isso, mais a composição do seu novo Governo e das políticas que vai implementar.
Estaremos cá para, se necessário, reforçar - lhe a maioria outra vez, se, como antevejo, houver eleições antecipadas.
A isso chama - se confiança no partido de que é Secretário - Geral, não SOCRATISMO cego e mudo.
É que ouvir o mundo socialista que o apoia, a começar pelos Senadores, não é fraqueza, é Inteligência.
O formalismo a que está " obrigado " na audição repetida e repetitiva, do que durante os anos do seu Governo ouviu da Oposição, não lhe trará nada de novo a não ser realidades alternativas e a auto - renúncia exigida do programa que foi votado no dia das eleições QUE O PS GANHOU.
É evidente que os eleitores que democráticamente deram o seu voto pela continuidade da " arrogância socrática ", como eu, não gostariam de ver defraudadas as regras democráticas e sentirem - se governados ad hoc e aleatóriamente pela " verdade Leitista , vitimização sousista, demagogia portista ou moralismo franciscano ".
Felizmente, acho que a coerência e a lealdade que a Oposição apregoa em quem lhes atribuiu o voto - como deve ser sempre - será entendida pelos portugueses quando a Oposição mandar o P.M. indigitado a " pregar para outra freguesia " durante a audição que está a decorrer e cujos resultados ainda desconheço.
Espero que o diálogo democrático, pelo menos da maneira como a Oposição o entende, não faça parte da mudança de atitude que ela, a Oposição, está a exigir a Sócrates.
Ao P.M. pede -se que nos apresente a agenda que vai levando a negociações e faça -nos ouvir os ecos do lado de lá. Só isso, mais a composição do seu novo Governo e das políticas que vai implementar.
Estaremos cá para, se necessário, reforçar - lhe a maioria outra vez, se, como antevejo, houver eleições antecipadas.
A isso chama - se confiança no partido de que é Secretário - Geral, não SOCRATISMO cego e mudo.
É que ouvir o mundo socialista que o apoia, a começar pelos Senadores, não é fraqueza, é Inteligência.
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terça-feira, outubro 13, 2009
AUTÁRQUICAS...
Muuuuito interessante o desfecho das eleições. Todas as análises, sondagens e projecções, partidárias e outras tiveram um cunho único - FALHARAM.
O P.S. foi o beneficiário destas eleições - é a minha leitura objectiva, para lá dos critérios que normalmente enquadram a interpretação dos vencedores e dos vencidos.
Interessante foi a reconfirmação, já de há muito intuída, dos padrões de manipulação dos votos que em tão pouco tempo de Democracia os portugueses já manejam.
As eleições, para além do concurso de Beleza também se tornaram um concurso de Carácteres e de Liderança, onde o sensorial se cola ao intuitivo numa extracção diligente do SENTIR - confiança pessoal, autoridade, determinação, enfim, um objectivo, uma ideia, um projecto, alimentado pela promessa de cumprimento.
Lamentávelmente, os " déspotas iluminados " não abundam e normalmente são confundidos com os demagogos, o que só irá trazer mais ingenuidades, como se já não fossem estúpidamente maioritárias, na análise da acção política.
Se isso prefigura, não a morte da capacidade crítica como V.Pulido Valente se estremece em relação ao que ele apelida de Obamania, mas a morte da ideologia e das diferenças políticas programáticas e partidárias impostas pelo " novo culto de personalidade " fácilmente entendido pelas massas no cotejo com a análise interesseira e pragmática dos programas partidários, mal irá a Democracia nessa fatal GLOBALIZAÇÃO.
A ser assim..., só posso desejar o regresso efectivo do Poder ao POVO, em vez de O deixar à farsa elitista que enxameia nos corredores do mando.
O P.S. foi o beneficiário destas eleições - é a minha leitura objectiva, para lá dos critérios que normalmente enquadram a interpretação dos vencedores e dos vencidos.
Interessante foi a reconfirmação, já de há muito intuída, dos padrões de manipulação dos votos que em tão pouco tempo de Democracia os portugueses já manejam.
As eleições, para além do concurso de Beleza também se tornaram um concurso de Carácteres e de Liderança, onde o sensorial se cola ao intuitivo numa extracção diligente do SENTIR - confiança pessoal, autoridade, determinação, enfim, um objectivo, uma ideia, um projecto, alimentado pela promessa de cumprimento.
Lamentávelmente, os " déspotas iluminados " não abundam e normalmente são confundidos com os demagogos, o que só irá trazer mais ingenuidades, como se já não fossem estúpidamente maioritárias, na análise da acção política.
Se isso prefigura, não a morte da capacidade crítica como V.Pulido Valente se estremece em relação ao que ele apelida de Obamania, mas a morte da ideologia e das diferenças políticas programáticas e partidárias impostas pelo " novo culto de personalidade " fácilmente entendido pelas massas no cotejo com a análise interesseira e pragmática dos programas partidários, mal irá a Democracia nessa fatal GLOBALIZAÇÃO.
A ser assim..., só posso desejar o regresso efectivo do Poder ao POVO, em vez de O deixar à farsa elitista que enxameia nos corredores do mando.
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sábado, outubro 10, 2009
FREEPORT
Tive a tentação de falar sobre as " maquinações " , vulgo, campanha negra, contra o P.M., à luz dos novos dados, FACTOS, que o Ministério Público trouxe ao conhecimento do País.
Mas vou esperar para ver a " limpeza " que , acho eu na minha "ingenuidade ", os MEDIA e a OPOSIÇÃO irão fazer ao bom nome do P.M., com a mesma agressividade com que lhe apontaram o dedo.
Então... direi da minha justiça. Até lá...
Mas vou esperar para ver a " limpeza " que , acho eu na minha "ingenuidade ", os MEDIA e a OPOSIÇÃO irão fazer ao bom nome do P.M., com a mesma agressividade com que lhe apontaram o dedo.
Então... direi da minha justiça. Até lá...
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sábado, outubro 10, 2009
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RANCORES...
Pelas últimas palavras da líder ( !!! ) do PSD, ficámos a saber que a diletância das futuras atitudes já perspectivadas têm um cunho fácilmente identificado pelo radicalismo bacoco e rancoroso que transporta - o do http://www.blogger.com/www.abrupto.com
Desde logo sobressai a nula " apreensão " do que seja DEVER, a par do que já foi chamado em relação a outro dirigente ( de si próprio, para ser correcto ) do PSD - Santana Lopes -, infantilidades politicas inultrapassáveis.
Apesar da idade, das leituras e da pretensa capacidade de interpretação do Real, para lá do chauvinismo ideológico que o formado em História tem a obrigação de ultrapassar em nome do rigor e da VERDADE ( sim, ela poderá ser objectiva, como o testemunharam aqueles que deram a victória a uma politica que teve a contestação dirigida de 100 mil professores arrebanhados em manifestações de rua e que, sózinhos, na hora de pensar pela sua própria cabeça souberam discernir onde estava a VERDADE ) o http://www.blogger.com/www.abrupto.com não se deixou ir no canto da sereia assim como...
...os outros que deixaram que a decepção pessoal que as suas elevadas perspectivas pessoais sofreram conduzisse o seu rancor para a demagogia que a empatia funcional e burocrática criou para eles, num " desperdício " objectivo da eficácia governativa.
Acreditem que serão ESSES os primeiros a virem outra vez à Rua manifestar - se CONTRA a realidade que objectiva e voluntáriamente criaram numa grande manifestação de civismo politico, claro, e de uma GRANDE INFANTILIDADE politica também.
Estaremos cá para ver e denunciar a hipocrisia.
Despida da beleza ( maioria absoluta ) que atraia os " incautos ", como eu suponho, a sereia ( relativa e degradada ) continua a atrair. MISTÉRIOS... que o historiador tentou decifrar mergulhando com asco nessa massa informe que ele quis desasfixiar com a VERDADE ribombante da outra sereia.
Eu tinha avisado... ( ver post de 26 /7 09 )
Se as eleições estavam a transformar - se num concurso de BELEZA o PS tinha mais para oferecer no cotejo com MFLeite, Rangel e JPP...
E foi o que se viu...
Desde logo sobressai a nula " apreensão " do que seja DEVER, a par do que já foi chamado em relação a outro dirigente ( de si próprio, para ser correcto ) do PSD - Santana Lopes -, infantilidades politicas inultrapassáveis.
Apesar da idade, das leituras e da pretensa capacidade de interpretação do Real, para lá do chauvinismo ideológico que o formado em História tem a obrigação de ultrapassar em nome do rigor e da VERDADE ( sim, ela poderá ser objectiva, como o testemunharam aqueles que deram a victória a uma politica que teve a contestação dirigida de 100 mil professores arrebanhados em manifestações de rua e que, sózinhos, na hora de pensar pela sua própria cabeça souberam discernir onde estava a VERDADE ) o http://www.blogger.com/www.abrupto.com não se deixou ir no canto da sereia assim como...
...os outros que deixaram que a decepção pessoal que as suas elevadas perspectivas pessoais sofreram conduzisse o seu rancor para a demagogia que a empatia funcional e burocrática criou para eles, num " desperdício " objectivo da eficácia governativa.
Acreditem que serão ESSES os primeiros a virem outra vez à Rua manifestar - se CONTRA a realidade que objectiva e voluntáriamente criaram numa grande manifestação de civismo politico, claro, e de uma GRANDE INFANTILIDADE politica também.
Estaremos cá para ver e denunciar a hipocrisia.
Despida da beleza ( maioria absoluta ) que atraia os " incautos ", como eu suponho, a sereia ( relativa e degradada ) continua a atrair. MISTÉRIOS... que o historiador tentou decifrar mergulhando com asco nessa massa informe que ele quis desasfixiar com a VERDADE ribombante da outra sereia.
Eu tinha avisado... ( ver post de 26 /7 09 )
Se as eleições estavam a transformar - se num concurso de BELEZA o PS tinha mais para oferecer no cotejo com MFLeite, Rangel e JPP...
E foi o que se viu...
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sábado, outubro 10, 2009
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sexta-feira, outubro 09, 2009
OBAMA - PRÉMIO NOBEL DA PAZ
A " prematura " distinção atribuída a Barak Obama consubstancia um desejo e uma esperança na credibilidade das palavras e na rectidão das atitudes.
Não foi, definitivamente, quero crer, uma vénia à prosopopeia nem uma prospectiva definição de um novo Messias, cujas palavras redentoras irão libertar o Sapiens da sua natureza - irremediàvelmente selvática - na visão " cínica " de um céptico como eu.
Os actos de Obama falarão por si e definirão o alcance das suas esperanças.
Que a impossibilidade da perfeição do Planeta, povoado de seres imperfeitos como NÓS lhe seja um farol de discernimento na procura de um mundo melhor, não idealizado, é o que se espera da, ia dizer Nação, do ESTADO mais poderoso do Planeta, na definição de um Mundo melhor.
Bastaria a multiplicação de exemplos e de intenções que levaram à atribuição de NOBEL DA PAZ a personagens como ele e Mandela.
Se foi essa a esperança contida nessa atribuição só posso dizer Amém - Oxalá - Assim seja!
Não foi, definitivamente, quero crer, uma vénia à prosopopeia nem uma prospectiva definição de um novo Messias, cujas palavras redentoras irão libertar o Sapiens da sua natureza - irremediàvelmente selvática - na visão " cínica " de um céptico como eu.
Os actos de Obama falarão por si e definirão o alcance das suas esperanças.
Que a impossibilidade da perfeição do Planeta, povoado de seres imperfeitos como NÓS lhe seja um farol de discernimento na procura de um mundo melhor, não idealizado, é o que se espera da, ia dizer Nação, do ESTADO mais poderoso do Planeta, na definição de um Mundo melhor.
Bastaria a multiplicação de exemplos e de intenções que levaram à atribuição de NOBEL DA PAZ a personagens como ele e Mandela.
Se foi essa a esperança contida nessa atribuição só posso dizer Amém - Oxalá - Assim seja!
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