E que tal, a partir de hoje, dar uma ajuda à alma lusa, em todos os domínios da sua existência, com uma visão outra, bastamente conhecida dos nativos da sua realidade com o que, a partir de hoje chamarei de CRÓNICAS DE ESCÁRNIO E DE MAL - DIZER?
Podemos começar com a prestação medíocre da equipa nacional de futebol no confronto com a Bósnia.
Lamentável, a partir da visão de um adepto, a incapacidade de leitura do campo por parte do selecionador nacional e as opções erradas que marcaram o jogo português, nomeadamente o 4 -3 - 2 - 1 que deixou Liedson à deriva em todo o jogo.
Se uma equipa como a Bósnia, no refugo das selecções nacionais que eventualmente estarão na África de Sul a competir com a elite do futebol mundial é ( será !!!? ) uma equipa " de respeito ", francamente - O QUE É QUE IRÍAMOS FAZER NO CAMPEONATO DO MUNDO A NÃO SER CARPIRMOS SOBRE A COMPETÊNCIA DAS OUTRAS EQUIPAS ?
PATÉTICO, EM SUMA...
Deixem -se ficar por aqui e gozam as férias que o vosso esforço merece.O que vale é que lá, na Bósnia, o resultado do jogo ( espero, apesar de tudo que não seja humilhante )irá pôr as coisas no seu enquadramento exacto.
sábado, novembro 14, 2009
POR MIM, RENDO - ME...!
... mas não entrego as minhas armas.
Portugal, melhor, os portugueses, abateram - me e reduziram as poucas esperanças que ainda mantinha sobre o Sapiens lusitano, a pó.
Com a sua insolência atávica, despertada após mais de meio século de condicionamento e submissão ( fascista, provinciana, retrógada, minimalista, chico - esperta, desvitalizante, matreira ,feminina e estúpidamente a- patriótica )trouxe - me, nesta década, os ecos e memórias da ingovernabilidade, por outros atestada,que todos os povos imaturos, incultos e estúpidamente pretensiosos na sua arrogância parola arrastam no seu crescimento em civilização.
Os cães ladram, o Mundo, bem ou mal, avança em ensinamentos e Portugal insiste em latir, numa matilha saturnina, até à sua expiação definitiva.
Como a Culpa é -me um conceito desprezível que a minha história pessoal desconheceu, sinto - me completamente marginalizado, intelectualmente incapaz, apesar de ter bebido das mesmas fontes, de compreender este POVO.
Como tal,sinto - me absolutamente livre de me demitir da minha solidariedade activa como cidadão português,da POLÍTICA PORTUGUESA, e para a situação actual, com o Governo P.S.
Porque... das duas, três: ou tem sido cúmplice da " choldra " em que Portugal se está a transformar - se ou tem sido tão alheio, ingénuo e demissionário sobre a corrupção denunciada no tempo em que lá está, sem agir, e lhe marca a administração do Estado através de " coincidências " ( demasiadas )que o associa ao Primeiro Ministro que indigitou e foi sufragado nas urnas ou é incapaz de GOVERNAR.
Sendo assim...
Portugal, melhor, os portugueses, abateram - me e reduziram as poucas esperanças que ainda mantinha sobre o Sapiens lusitano, a pó.
Com a sua insolência atávica, despertada após mais de meio século de condicionamento e submissão ( fascista, provinciana, retrógada, minimalista, chico - esperta, desvitalizante, matreira ,feminina e estúpidamente a- patriótica )trouxe - me, nesta década, os ecos e memórias da ingovernabilidade, por outros atestada,que todos os povos imaturos, incultos e estúpidamente pretensiosos na sua arrogância parola arrastam no seu crescimento em civilização.
Os cães ladram, o Mundo, bem ou mal, avança em ensinamentos e Portugal insiste em latir, numa matilha saturnina, até à sua expiação definitiva.
Como a Culpa é -me um conceito desprezível que a minha história pessoal desconheceu, sinto - me completamente marginalizado, intelectualmente incapaz, apesar de ter bebido das mesmas fontes, de compreender este POVO.
Como tal,sinto - me absolutamente livre de me demitir da minha solidariedade activa como cidadão português,da POLÍTICA PORTUGUESA, e para a situação actual, com o Governo P.S.
Porque... das duas, três: ou tem sido cúmplice da " choldra " em que Portugal se está a transformar - se ou tem sido tão alheio, ingénuo e demissionário sobre a corrupção denunciada no tempo em que lá está, sem agir, e lhe marca a administração do Estado através de " coincidências " ( demasiadas )que o associa ao Primeiro Ministro que indigitou e foi sufragado nas urnas ou é incapaz de GOVERNAR.
Sendo assim...
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terça-feira, novembro 10, 2009
HMMMMM... que estremecimento...
...sacudiu os Me(r)dia, os intriguistas, os relapsos hipócritas ( como é que esse gajo consegue ser diferente de nós? )quando " saíu " cá para fora que a Polícia esteve ( 1 ano!!!!? ) a escutar as conversas do Primeiro- Ministro de Portugal.
O gozo antecipado dos onanistas que se comprazem a reduzir tudo à sua imagem e semelhança de deficientes éticos e morais ficou retido com o conhecimento de que AINDA Sócrates não pecou e ainda não fará parte do rebanho que mancha e trava o desenvolvimento deste País.
As cavilosas perseguições a que esse homem tem sido sujeito merecem - me um profundo desprezo e as tentativas de o anexar a camaradas, amigos, militantes, familiares, que eventualmente fazem parte das conspirações, que sob o alibi de investigações criminais lhe movem, REPUGNAM -ME.
Sócrates não é,definitivamente, um Santo e eventualmente vão descobrir que passou um sinal vermelho num semáforo.
Aí, toda a gente vai dar um suspiro de alívio - APANHÁMOS O GAJO!
Até lá seremos obrigados!!!? a aturar essa caça ao homem vinda de um mundo de escroques e ressabiados.
Conhecerão a história do Pedro e o lobo?
O gozo antecipado dos onanistas que se comprazem a reduzir tudo à sua imagem e semelhança de deficientes éticos e morais ficou retido com o conhecimento de que AINDA Sócrates não pecou e ainda não fará parte do rebanho que mancha e trava o desenvolvimento deste País.
As cavilosas perseguições a que esse homem tem sido sujeito merecem - me um profundo desprezo e as tentativas de o anexar a camaradas, amigos, militantes, familiares, que eventualmente fazem parte das conspirações, que sob o alibi de investigações criminais lhe movem, REPUGNAM -ME.
Sócrates não é,definitivamente, um Santo e eventualmente vão descobrir que passou um sinal vermelho num semáforo.
Aí, toda a gente vai dar um suspiro de alívio - APANHÁMOS O GAJO!
Até lá seremos obrigados!!!? a aturar essa caça ao homem vinda de um mundo de escroques e ressabiados.
Conhecerão a história do Pedro e o lobo?
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domingo, novembro 08, 2009
NÃO É O REGIME, ESTÚPIDO, É O SISTEMA...
O regime é o que prevalece, o sistema é o que governa as reflexões e o resto, para além dos sistemas, pelos vistos.
Descobri, em pânico, que, após uma leitura do H. Raposo -Expresso 07/09 , que não posso ser nomeado para qualquer cargo público sem que a " corrupção institucional " adstrita ao meu cargo, ilegitime ab initio a promiscuidade entre a política e os negócios que eventualmente o meu cargo e a minha função liderem.
Confesso que não calculava o ponto em que já estávamos mergulhados, TODOS, segundo Raposo ( é que ninguém pode nem deve fugir ao sistema, pois não? )em corrupção e baixeza ética.
Descubro-me, pois, cada vez mais minoritário e fora do sistema. Isso fará de mim.... um marginal, suponho.
Se for o caso, no mundo de Raposo, sinto -me bem nesta condição marginal e espero que a maioria da população de Portugal e já agora, do Planeta.
Descobri, em pânico, que, após uma leitura do H. Raposo -Expresso 07/09 , que não posso ser nomeado para qualquer cargo público sem que a " corrupção institucional " adstrita ao meu cargo, ilegitime ab initio a promiscuidade entre a política e os negócios que eventualmente o meu cargo e a minha função liderem.
Confesso que não calculava o ponto em que já estávamos mergulhados, TODOS, segundo Raposo ( é que ninguém pode nem deve fugir ao sistema, pois não? )em corrupção e baixeza ética.
Descubro-me, pois, cada vez mais minoritário e fora do sistema. Isso fará de mim.... um marginal, suponho.
Se for o caso, no mundo de Raposo, sinto -me bem nesta condição marginal e espero que a maioria da população de Portugal e já agora, do Planeta.
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É QUE ESTOU MESMO CHATEADO!!!!
O casamento gay é um dos assuntos mais insignificantes sobre os quais Portugal e o MUNDO se devem debruçar e dar atenção.
O problema, o verdadeiro problema, é a desertificação populacional de uma Europa envelhecida onde a Biologia ( tout court ) cedeu o passo ao deboche e ao onanismo, emparelhado ou não.
A felicidade, de projecto passou ao imediatismo do direito e, pasme - se, obrigação do prazer e se isso passou a constituir o nosso destino, biológico e espiritual, que assim seja e que se manifeste e se interiorize em cada universo próprio e pessoal, em plena liberdade de cada vivente, animal ou humano.
Mas....
O que é que eu e o resto do MUNDO maioritário temos a ver com isso?
Em princípio, NADA, como deve ser nas sociedades democráticas que criámos. MAS... e a regra da maioria, da " normalidade " que faz com que o Governo seja o que a maioria decidiu?
Longe de mim o condicionamento das escolhas do modo de vida de qualquer alma e analma sobre este planeta.
Mas.... a que propósito é que um assunto marginal ad augusta per augusta como os " casamentos gays " se tornou uma prioridade nacional numa sociedade em decadência etária e populacional?
O problema, o verdadeiro problema, é a desertificação populacional de uma Europa envelhecida onde a Biologia ( tout court ) cedeu o passo ao deboche e ao onanismo, emparelhado ou não.
A felicidade, de projecto passou ao imediatismo do direito e, pasme - se, obrigação do prazer e se isso passou a constituir o nosso destino, biológico e espiritual, que assim seja e que se manifeste e se interiorize em cada universo próprio e pessoal, em plena liberdade de cada vivente, animal ou humano.
Mas....
O que é que eu e o resto do MUNDO maioritário temos a ver com isso?
Em princípio, NADA, como deve ser nas sociedades democráticas que criámos. MAS... e a regra da maioria, da " normalidade " que faz com que o Governo seja o que a maioria decidiu?
Longe de mim o condicionamento das escolhas do modo de vida de qualquer alma e analma sobre este planeta.
Mas.... a que propósito é que um assunto marginal ad augusta per augusta como os " casamentos gays " se tornou uma prioridade nacional numa sociedade em decadência etária e populacional?
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sábado, novembro 07, 2009
UM EXEMPLO...
PATÉTICA e estupidificante, como o fez F. Madrinha e como muitos portugueses ainda o fazem, o " agradecimento " do abandono de funções públicas por parte de António Vitorino ( uma das melhores personagens que este País produziu ) quando foi indiciado pelos MEDIA em irregularidades numa acção corriqueira de aquisição de um monte alentejano.
Perdemos, na orientação dos assuntos do ESTADO, uma das melhores " cabeças " que este Pais produziu, porque a cretinice e maledicência nacionais achou, na análise comparativa que normalmente faz dos actos e intenções pessoais, incluir no pântano dos " MERDIA " ( agradecimentos à F. Alves, outra musa minha... ) e da i(a)moralidade nacional, António Vitorino.
Patética a assunção de que, uma vez " acusado " pelos " Merdia " a demissão seja o caminho glorificado, como acha F. Madrinha e outros, lamentei e ainda hoje lamento a deserção da inteligência, objectividade, bom - senso,cultura e pedagogia de António Vitorino em altos cargos da política nacional.
Mas....que bom...o homem não esteve apegado ao tacho....!!!!!!!! e isso é bom!
POR AMOR DE DEUS E DE SARAMAGO!!!!!!!!!!!!!
É por essas e por outras que apetece mandar TUDO À MERDA, e à escola, depois...
Perdemos, na orientação dos assuntos do ESTADO, uma das melhores " cabeças " que este Pais produziu, porque a cretinice e maledicência nacionais achou, na análise comparativa que normalmente faz dos actos e intenções pessoais, incluir no pântano dos " MERDIA " ( agradecimentos à F. Alves, outra musa minha... ) e da i(a)moralidade nacional, António Vitorino.
Patética a assunção de que, uma vez " acusado " pelos " Merdia " a demissão seja o caminho glorificado, como acha F. Madrinha e outros, lamentei e ainda hoje lamento a deserção da inteligência, objectividade, bom - senso,cultura e pedagogia de António Vitorino em altos cargos da política nacional.
Mas....que bom...o homem não esteve apegado ao tacho....!!!!!!!! e isso é bom!
POR AMOR DE DEUS E DE SARAMAGO!!!!!!!!!!!!!
É por essas e por outras que apetece mandar TUDO À MERDA, e à escola, depois...
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sábado, novembro 07, 2009
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A NAÇÃO, O ESTADO, O PAÍS.... somos NÓS !
Parafraseando Luís XIV, na assunção plena da sua responsabilidade sobre todo o destino da França e a sua representação para o Mundo - l'ETAT C'EST MOI - e em relação ao choradinho nacional sobre o comportamento das suas crias ( não nasceram das árvores, são produtos nacionais... )e a recorrente hipocrisia com que se lançam anátemas sobre o ESTADO, como se, entidade eugénica,estivesse povoado de nêsperas e não de SAPIENS, para o caso, lusitanos,quero lembrar que, HOJE, o ESTADO somos NÓS.
Não vale a pena, sobre um facto tão velho como a Prostituição, carnal, intelectual, ética, do Homem, ribombar truísmos sobre o " óbvio ululante " - ( que bela imagem de uma das minhas amadas cronistas - Inês Pedrosa ) que a condição do Homem ainda não superou.
Falar em machadadas na credibilidade do Estado ( as minhas maiúsculas são sempre enfatizantes e históricamente pertinentes ) como o faz H. Monteiro no Expresso de hoje, sempre que aparecem suspeições de promiscuidade entre o Estado e os negócios ( um facto planetário ) é uma representação do óbvio, que nos libertaria, a ele, a mim, e a outros como nós, se não acreditássemos tão piamente nas virtudes do Estado liberal - o Mundo dos negócios. Já a MÁFIA o dizia - não é nada pessoal,são negócios...
É que a lista dos dirigentes dos Estados sobre os quais se foca a lupa da nossa rectidão ética contorna o Globo e entretanto em nenhum desses Países se ouviu , da população ou de directores de jornais a histeria e a hipocrisia que marcam a indignação dos Media portugueses.Porquê? É uma questão de maturidade cívica que permite a diferenciação entre alhos e bugalhos. Por cá.... é usual a atracção pelos bugalhos; dá menos trabalho à massa cinzenta de quem emite disparates e aos receptores dos mesmos.
J.P.P.,a sibila - social-democrata, coroou, no debate do programa do governo, a pertinência do que tenho estado a pensar, com uma pergunta monstruosa, sibilou ele, ao primeiro - ministro - Acha ou não que deve haver responsabilidade política para quem nomeia gestores políticos corruptos?
Partindo do princípio que essa responsabilidade política levaria à demissão de quem nomeou, obrigaria a que, para além dos dotes e capacidade política de quem ganhou a confiança dos eleitores, se acrescentassem capacidades mediúnicas para aquilatar a priori da natureza ética intrínseca de cada nomeado:uma limitação intelectual óbvia a que só a noética dará resposta, em tempo...
A imaturidade e diletâncias políticas de J.P.P já me cansam tanto... como, para um africano a viver há quase meio século neste belo País,a esquizofrenia identitária que marca toda a História Portuguesa e a sua parca e freudiana auto - estima.
Estranho, muito estranho, é que os povos que Portugal colonizou já se libertaram do estigma do colonizador e marcham serenos, com uma visão optimista das suas capacidades, para enfrentarem os seus fantasmas e o FUTURO.
Portugal, enquanto não se reconhecer no conhecimento da matriz que a sua história lhe definiu como povo e como indivíduo, não será capaz de ultrapassar os obstáculos que,no nevoeiro que ainda lhe povoa o mito e o misticismo sebastianista, lhe definem o Carácter bipolar.
Contrariando E. Lourenço, acho que que o " problema português " não é uma questão de excesso de identidade mas sim e também da ignorância da narrativa que lhe deu origem: um problema, como sempre é, de CULTURA.
Não vale a pena, sobre um facto tão velho como a Prostituição, carnal, intelectual, ética, do Homem, ribombar truísmos sobre o " óbvio ululante " - ( que bela imagem de uma das minhas amadas cronistas - Inês Pedrosa ) que a condição do Homem ainda não superou.
Falar em machadadas na credibilidade do Estado ( as minhas maiúsculas são sempre enfatizantes e históricamente pertinentes ) como o faz H. Monteiro no Expresso de hoje, sempre que aparecem suspeições de promiscuidade entre o Estado e os negócios ( um facto planetário ) é uma representação do óbvio, que nos libertaria, a ele, a mim, e a outros como nós, se não acreditássemos tão piamente nas virtudes do Estado liberal - o Mundo dos negócios. Já a MÁFIA o dizia - não é nada pessoal,são negócios...
É que a lista dos dirigentes dos Estados sobre os quais se foca a lupa da nossa rectidão ética contorna o Globo e entretanto em nenhum desses Países se ouviu , da população ou de directores de jornais a histeria e a hipocrisia que marcam a indignação dos Media portugueses.Porquê? É uma questão de maturidade cívica que permite a diferenciação entre alhos e bugalhos. Por cá.... é usual a atracção pelos bugalhos; dá menos trabalho à massa cinzenta de quem emite disparates e aos receptores dos mesmos.
J.P.P.,a sibila - social-democrata, coroou, no debate do programa do governo, a pertinência do que tenho estado a pensar, com uma pergunta monstruosa, sibilou ele, ao primeiro - ministro - Acha ou não que deve haver responsabilidade política para quem nomeia gestores políticos corruptos?
Partindo do princípio que essa responsabilidade política levaria à demissão de quem nomeou, obrigaria a que, para além dos dotes e capacidade política de quem ganhou a confiança dos eleitores, se acrescentassem capacidades mediúnicas para aquilatar a priori da natureza ética intrínseca de cada nomeado:uma limitação intelectual óbvia a que só a noética dará resposta, em tempo...
A imaturidade e diletâncias políticas de J.P.P já me cansam tanto... como, para um africano a viver há quase meio século neste belo País,a esquizofrenia identitária que marca toda a História Portuguesa e a sua parca e freudiana auto - estima.
Estranho, muito estranho, é que os povos que Portugal colonizou já se libertaram do estigma do colonizador e marcham serenos, com uma visão optimista das suas capacidades, para enfrentarem os seus fantasmas e o FUTURO.
Portugal, enquanto não se reconhecer no conhecimento da matriz que a sua história lhe definiu como povo e como indivíduo, não será capaz de ultrapassar os obstáculos que,no nevoeiro que ainda lhe povoa o mito e o misticismo sebastianista, lhe definem o Carácter bipolar.
Contrariando E. Lourenço, acho que que o " problema português " não é uma questão de excesso de identidade mas sim e também da ignorância da narrativa que lhe deu origem: um problema, como sempre é, de CULTURA.
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sábado, novembro 07, 2009
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sexta-feira, novembro 06, 2009
NEGOCIATAS...
Não há melhor chão para a corrupção e negócios obscuros que o terreno onde se movem as Empresas concessionadas pelo Estado para a execução de Obras Públicas.
Essa "cultura" da negociata, podem chamar - lhe compromisso, negociação, diálogo, cedências sob alibis vários, democracia,tem sido o marcador - Mor do Liberalismo em todo o Globo, mormente em Portugal - gamela estreita para muita boca.
As tentativas legislativas em Portugal contra a corrupção intrínseca que sobrevoa esse mundo têm sido deliberadamente falseadas por lacunas legislativas cirúrgicas que matam à nascença as intenções formalmente expressas na Lei.
A " guerra " que a interpretação das normas dos contratos do Estado com as concessionárias das Obras Públicas trouxe ao nosso conhecimento, criou uma situação lamentável no País onde a Política se tornou refém da gula e chantagem das grandes empresas e impotente perante a Burocracia contida nas normas que sibilinamente criou.
Infelizmente, excepção feita aos juízes do Tribunal de Contas ( que mais não fazem do que INTERPRETAR a Lei e pugnar pelo seu cumprimento )toda a gente ficará a perder com o chumbo com que brindaram todo o processo de negociação dos contratos já em vigor e que, à luz da CRISE, os empreiteiros querem renegociar à custa dos contribuintes e a favor do emprego e dos seus bolsos sem fundo.
Todo o argumentário de um lado - o do T.C. - e do outro - Governo, sindicatos,P.M.E.,desempregados se fundamenta no Bom - senso que a realidade ingente determina. Mas..., a não ser que se mude ( COMO!!!? ) a interpretação que os juízes, HOJE , fazem das normas por que se orientaram para se pronunciarem CONTRA o regabofe,iremos ter sérios problemas sociais.
Se não podemos contar com o investimento estrangeiro, nas ruas da amargura e do planeta a procurar a EXPLORAÇÃO da mão - de - obra barata,definitivamente não será com os nossos, ainda mais gananciosos e apátridas patrões, que o País vai melhorar o seu desempenho.
Lamento por Sócrates... É que não acredito que vá ficar pelo País por muito mais tempo. É que o pântano de Guterres está a feder cada vez mais.
Depois admiram -se das " impressões " que temos da Pátria, tão adulada pelos estrangeiros que só vêem a espuma das coisas no fundo azul do céu de Portugal...
Essa "cultura" da negociata, podem chamar - lhe compromisso, negociação, diálogo, cedências sob alibis vários, democracia,tem sido o marcador - Mor do Liberalismo em todo o Globo, mormente em Portugal - gamela estreita para muita boca.
As tentativas legislativas em Portugal contra a corrupção intrínseca que sobrevoa esse mundo têm sido deliberadamente falseadas por lacunas legislativas cirúrgicas que matam à nascença as intenções formalmente expressas na Lei.
A " guerra " que a interpretação das normas dos contratos do Estado com as concessionárias das Obras Públicas trouxe ao nosso conhecimento, criou uma situação lamentável no País onde a Política se tornou refém da gula e chantagem das grandes empresas e impotente perante a Burocracia contida nas normas que sibilinamente criou.
Infelizmente, excepção feita aos juízes do Tribunal de Contas ( que mais não fazem do que INTERPRETAR a Lei e pugnar pelo seu cumprimento )toda a gente ficará a perder com o chumbo com que brindaram todo o processo de negociação dos contratos já em vigor e que, à luz da CRISE, os empreiteiros querem renegociar à custa dos contribuintes e a favor do emprego e dos seus bolsos sem fundo.
Todo o argumentário de um lado - o do T.C. - e do outro - Governo, sindicatos,P.M.E.,desempregados se fundamenta no Bom - senso que a realidade ingente determina. Mas..., a não ser que se mude ( COMO!!!? ) a interpretação que os juízes, HOJE , fazem das normas por que se orientaram para se pronunciarem CONTRA o regabofe,iremos ter sérios problemas sociais.
Se não podemos contar com o investimento estrangeiro, nas ruas da amargura e do planeta a procurar a EXPLORAÇÃO da mão - de - obra barata,definitivamente não será com os nossos, ainda mais gananciosos e apátridas patrões, que o País vai melhorar o seu desempenho.
Lamento por Sócrates... É que não acredito que vá ficar pelo País por muito mais tempo. É que o pântano de Guterres está a feder cada vez mais.
Depois admiram -se das " impressões " que temos da Pátria, tão adulada pelos estrangeiros que só vêem a espuma das coisas no fundo azul do céu de Portugal...
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sábado, outubro 31, 2009
O CAIM DE SARAMAGO II
No princípio era o VERBO... ( sem reverência na maíuscula...) ...
....e o Verbo encarnou e se fez Homem e ...verbalizou.
A sanha de Nietzsche contra o " cristismo " e de Saramago contra JEOVÁ reconduziu - nos aquele e alertou - nos este, contra o " MURO DO FUNDAMENTALISMO , Pedrosa dixit e bem , que num e noutro universo conduzem, soberanamente ao nível das consciências, principalmente no mundo de Maomé, o destino dos homens.
Em pleno século XXI, num século, já não das Luzes , mas do L.A.S.E.R., do reencontro tardio com a objectividade e reinterpretação do Real, para lá do Mito e do Misticismo que a Racionalidade combate e exige do Homem moderno, para moldar este planeta no sentido do seu equilíbrio, é -me INSUPORTÁVEL a audição da FÉ e dos estremecimentos da sua prática entre os crentes.
MAS... " os deuses não morreram: o que morreu foi a nossa visão deles. Não se foram, deixámos de os ver. Ou fechámos os olhos, ou entre eles e nós uma névoa qualquer se intrometeu. Subsistem, vivem como viveram, com a mesma divindade e a mesma calma... " F. Pessoa
Uma vez inventados, a sua permanência entre nós está ao alcance de um voo de pássaros....quase nada... e um prodígio que só o sonho realiza.
Esse " muro do fundamentalismo " que cerceia a libertação plena do Homem TEM DE SER DERRUBADO, pelo VERBO de Nietzcshe, Hitchens, Savater,Saramago, Allen e outros que a minha ignorância ( principalmente do outro lado ) escasseia....
....e o Verbo encarnou e se fez Homem e ...verbalizou.
A sanha de Nietzsche contra o " cristismo " e de Saramago contra JEOVÁ reconduziu - nos aquele e alertou - nos este, contra o " MURO DO FUNDAMENTALISMO , Pedrosa dixit e bem , que num e noutro universo conduzem, soberanamente ao nível das consciências, principalmente no mundo de Maomé, o destino dos homens.
Em pleno século XXI, num século, já não das Luzes , mas do L.A.S.E.R., do reencontro tardio com a objectividade e reinterpretação do Real, para lá do Mito e do Misticismo que a Racionalidade combate e exige do Homem moderno, para moldar este planeta no sentido do seu equilíbrio, é -me INSUPORTÁVEL a audição da FÉ e dos estremecimentos da sua prática entre os crentes.
MAS... " os deuses não morreram: o que morreu foi a nossa visão deles. Não se foram, deixámos de os ver. Ou fechámos os olhos, ou entre eles e nós uma névoa qualquer se intrometeu. Subsistem, vivem como viveram, com a mesma divindade e a mesma calma... " F. Pessoa
Uma vez inventados, a sua permanência entre nós está ao alcance de um voo de pássaros....quase nada... e um prodígio que só o sonho realiza.
Por outro lado...
Esse " muro do fundamentalismo " que cerceia a libertação plena do Homem TEM DE SER DERRUBADO, pelo VERBO de Nietzcshe, Hitchens, Savater,Saramago, Allen e outros que a minha ignorância ( principalmente do outro lado ) escasseia....
MATRIX RELOADED!!!?
O sapiens é corrupto, corruptor e portador de uma venal intelectualidade, também ela corrompida e corruptora.
Esta factualidade que lhe marca os genes de geração a geração - pecado original - na visão católica, subdimensionamento ético - na minha opinião, faz de nós uma espécie num balanceio constante entre a Natureza e a Sociedade.
As exigências sociais têm a missão de nos fortalecer o espírito perante, e não contra, os impulsos da Biologia, da Natureza. É que as agendas são distintas. No equilíbrio do conhecimento de um e outro termo da equação é que se encontra a definição do HOMEM.
A superação do posso mas não devo, é possível mas gratuito, tenho o suficiente mas quero mais, define, não a ambição mas o equilíbrio em toda a actividade humana.
Quando assim não acontece, o indivíduo, as Nações e os Estados pagarão por isso e merecem a penalização que a sua Estupidez alardeia.
O pecado, que não é mais do que a manifestação dessa estupidez - RAIOS, NÓS SOMOS SERES RACIONAIS - merece castigo e não tem de esperar pelo divino.
Esta factualidade que lhe marca os genes de geração a geração - pecado original - na visão católica, subdimensionamento ético - na minha opinião, faz de nós uma espécie num balanceio constante entre a Natureza e a Sociedade.
As exigências sociais têm a missão de nos fortalecer o espírito perante, e não contra, os impulsos da Biologia, da Natureza. É que as agendas são distintas. No equilíbrio do conhecimento de um e outro termo da equação é que se encontra a definição do HOMEM.
A superação do posso mas não devo, é possível mas gratuito, tenho o suficiente mas quero mais, define, não a ambição mas o equilíbrio em toda a actividade humana.
Quando assim não acontece, o indivíduo, as Nações e os Estados pagarão por isso e merecem a penalização que a sua Estupidez alardeia.
O pecado, que não é mais do que a manifestação dessa estupidez - RAIOS, NÓS SOMOS SERES RACIONAIS - merece castigo e não tem de esperar pelo divino.
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domingo, outubro 25, 2009
BASTA!!!

( turma de finalistas de Direito 2009 )
O macho latino é um mito e uma imbecilidade de outros tempos, ou, para ser mais preciso, foi um mito.
É uma perda de tempo a referenciação de uma espécie duplamente, como explicarei adiante, em declinio, embora disso não tenha conhecimento ainda...
Maria Filomena Mónica pasma -se em " Única, 3/10/09 ) com a infantilidade da visão do macho latino sobre si e o sexo oposto, como se a sua própria condição, a dele, não tivesse e tem sido alimentada e sustida pela fêmea latina. É que não há condição sem pressupostos...
Porém, a definição e análise da fêmea latina que deu origem e sustentáculo à manutenção do mito nunca é apresentada nesses estudos e nessa visão unilateral sobre certas características biológicas do Sapiensviril.
Cá por mim, a situação é mais grave.
Não só o macho latino, caricaturado pelos feministas e eunucos, está em extinção, como é a própria espécie, a dos machos, caçada pelas feministas, que está em extinção/declinio como espécie autónoma, definitiva e biológicamente distinta da fêmeaSapiens.
O homemsapiens ocidental baixou a guarda, massacrado pelo políticamente correcto e por uma educação maioritáriamente definida pelo feminino, a tal ponto que, hoje, se deixa subalternizar - se por falta de educação académica e agressividade, contida à rivalidade sobrevivencial que o sexo oposto representa em toda a extensão do termo.
Cada vez mais desmobilizado sexualmente e posto perante o Deus ex machina que domina a fantasia feminina, a fuga planetária dos portadores de pénis para o outro lado da demissão, juntando o lobby gay ao feminista, o nascimento em flecha de girls sobre os boys, só lhe resta, hoje, a defesa do macho latino antes que o adjectivo se esborroe e faça cair de vez o SUBSTANTIVO.
Por mim, o assunto é sério e civilizacional. É que a história do matriarcado é deprimente e mortalmente obsdiante...
P.S. EU gosto das MULHERES. Sou casado com uma e não penso mudar até porque ela limita a minha misogenia pelo que tem de feminino e diferente: independente económicamente de mim, só está comigo há 40 anos porque quer e quero crer, porque me ama. Se tiver outras razões, desconheço - as.
Sobre essa estória do tamanho do pénis, também referida pela M.F.Mónica, convém esclarecer, sobre um universo de clichés femininos sobre os homens, não- híbridos, evidentemente, que nós costumamos abandonar a comparação dos tamanhos do dito por alturas do primeiro ano do Liceu. A estória só continua na imaginação e busca do SantoGraal num universo outro, que não o nosso.
Os Berlusconis existem porque a mulher italiana assim o quer e quiçá, GOSTA. Vá - se lá saber...Terá pensado nisso?
O macho latino é um mito e uma imbecilidade de outros tempos, ou, para ser mais preciso, foi um mito.
É uma perda de tempo a referenciação de uma espécie duplamente, como explicarei adiante, em declinio, embora disso não tenha conhecimento ainda...
Maria Filomena Mónica pasma -se em " Única, 3/10/09 ) com a infantilidade da visão do macho latino sobre si e o sexo oposto, como se a sua própria condição, a dele, não tivesse e tem sido alimentada e sustida pela fêmea latina. É que não há condição sem pressupostos...
Porém, a definição e análise da fêmea latina que deu origem e sustentáculo à manutenção do mito nunca é apresentada nesses estudos e nessa visão unilateral sobre certas características biológicas do Sapiensviril.
Cá por mim, a situação é mais grave.
Não só o macho latino, caricaturado pelos feministas e eunucos, está em extinção, como é a própria espécie, a dos machos, caçada pelas feministas, que está em extinção/declinio como espécie autónoma, definitiva e biológicamente distinta da fêmeaSapiens.
O homemsapiens ocidental baixou a guarda, massacrado pelo políticamente correcto e por uma educação maioritáriamente definida pelo feminino, a tal ponto que, hoje, se deixa subalternizar - se por falta de educação académica e agressividade, contida à rivalidade sobrevivencial que o sexo oposto representa em toda a extensão do termo.
Cada vez mais desmobilizado sexualmente e posto perante o Deus ex machina que domina a fantasia feminina, a fuga planetária dos portadores de pénis para o outro lado da demissão, juntando o lobby gay ao feminista, o nascimento em flecha de girls sobre os boys, só lhe resta, hoje, a defesa do macho latino antes que o adjectivo se esborroe e faça cair de vez o SUBSTANTIVO.
Por mim, o assunto é sério e civilizacional. É que a história do matriarcado é deprimente e mortalmente obsdiante...
P.S. EU gosto das MULHERES. Sou casado com uma e não penso mudar até porque ela limita a minha misogenia pelo que tem de feminino e diferente: independente económicamente de mim, só está comigo há 40 anos porque quer e quero crer, porque me ama. Se tiver outras razões, desconheço - as.
Sobre essa estória do tamanho do pénis, também referida pela M.F.Mónica, convém esclarecer, sobre um universo de clichés femininos sobre os homens, não- híbridos, evidentemente, que nós costumamos abandonar a comparação dos tamanhos do dito por alturas do primeiro ano do Liceu. A estória só continua na imaginação e busca do SantoGraal num universo outro, que não o nosso.
Os Berlusconis existem porque a mulher italiana assim o quer e quiçá, GOSTA. Vá - se lá saber...Terá pensado nisso?
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domingo, outubro 25, 2009
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sábado, outubro 24, 2009
CONSTRUIR PONTES, DERRUBAR MUROS...?
A apologia do sistema ( dizem que é o democrático ) feita na cerimónia de atribuição do Prémio Quadriga a Durão Barroso pelo P. M. polaco Donald Tusk " mostra - nos uma vez mais o que é a Europa hoje e para onde vai... - ver Expresso de 24/10/09 primeiro caderno.
A democracia, o MERCADO LIVRE e o Estado de direito são as invenções mais notáveis dos europeus... e, hoje a Europa é a síntese de todos esses valores, tradições e ideias... diz Donald Tusk e diz bem.
Para reforçar essa ideia do SINCRETISMO ideológico que, hoje, está a reduzir a pó a LIBERDADE de o recusar, cita Kolakowski e o seu livro - Como ser um Socialista - Conservador - Liberal - em que o autor defende que essas três designações específicas deixaram de ser opções que se excluem mutuamente.
Hoje, no topo da pirâmide comunitária temos uma liderança - a de M. Barroso - cujas virtudes parecem ser, nas palavras do P. M. polaco e pelos vistos dos outros líderes nacionais, exactamente essas - a capacidade de instituir na Europa, e quem sabe, no Mundo, o PENSAMENTO ÚNICO.
Como se verifica, a RUPTURA GLOBAL com essa mistificação massiva está a tornar - se em cada dia que passa uma necessidade, que a coberto de belas palavras como a Paz, a justiça, a liberdade sonega - nos o direito da diferença ideológica.
Nenhum governo europeu terá condições de fugir ao MODELO ÚNICO que a França e a Alemanha, a par da tendência geral, estão a impôr através do seu conciliador - Mor, Durão Barroso.
A ironia suprema contida nessa planificação europeia faria corar Lenin. É claro que tudo isso pressupõe e exige a domesticação das resistências políticas que está a ser executada,a troco de EUROS.
O toque a rebate que esta última convulsão provocou ao Sistema deixando a nu as falacciosas previsões que a corrupção ajudou a trazer ao conhecimento de quem não era suposto saber - o Povo, exponenciou a arrogância o Cinismo e a determinação com que o rumo dos acontecimentos está a ser conduzido.
Em pânico, o Governador do Banco de Inglaterra - Mervyn King, critica duramente o " assombroso e insuportável BILIÃO DE LIBRAS, arrancados coercivamente aos contribuintes " na manutenção de uma, para mim estúpida e imoral economia, a viver de PAPÉIS.
Até que a Revolução ( fora de moda para os situacionistas e conformistas) aconteça por dentro, num despoletar colectivo de repugnância e vergonha, o atraso e decadência global estarão na agenda dos BUROCRATAS.
A democracia, o MERCADO LIVRE e o Estado de direito são as invenções mais notáveis dos europeus... e, hoje a Europa é a síntese de todos esses valores, tradições e ideias... diz Donald Tusk e diz bem.
Para reforçar essa ideia do SINCRETISMO ideológico que, hoje, está a reduzir a pó a LIBERDADE de o recusar, cita Kolakowski e o seu livro - Como ser um Socialista - Conservador - Liberal - em que o autor defende que essas três designações específicas deixaram de ser opções que se excluem mutuamente.
Hoje, no topo da pirâmide comunitária temos uma liderança - a de M. Barroso - cujas virtudes parecem ser, nas palavras do P. M. polaco e pelos vistos dos outros líderes nacionais, exactamente essas - a capacidade de instituir na Europa, e quem sabe, no Mundo, o PENSAMENTO ÚNICO.
Como se verifica, a RUPTURA GLOBAL com essa mistificação massiva está a tornar - se em cada dia que passa uma necessidade, que a coberto de belas palavras como a Paz, a justiça, a liberdade sonega - nos o direito da diferença ideológica.
Nenhum governo europeu terá condições de fugir ao MODELO ÚNICO que a França e a Alemanha, a par da tendência geral, estão a impôr através do seu conciliador - Mor, Durão Barroso.
A ironia suprema contida nessa planificação europeia faria corar Lenin. É claro que tudo isso pressupõe e exige a domesticação das resistências políticas que está a ser executada,a troco de EUROS.
O toque a rebate que esta última convulsão provocou ao Sistema deixando a nu as falacciosas previsões que a corrupção ajudou a trazer ao conhecimento de quem não era suposto saber - o Povo, exponenciou a arrogância o Cinismo e a determinação com que o rumo dos acontecimentos está a ser conduzido.
Em pânico, o Governador do Banco de Inglaterra - Mervyn King, critica duramente o " assombroso e insuportável BILIÃO DE LIBRAS, arrancados coercivamente aos contribuintes " na manutenção de uma, para mim estúpida e imoral economia, a viver de PAPÉIS.
Até que a Revolução ( fora de moda para os situacionistas e conformistas) aconteça por dentro, num despoletar colectivo de repugnância e vergonha, o atraso e decadência global estarão na agenda dos BUROCRATAS.
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sábado, outubro 24, 2009
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sexta-feira, outubro 23, 2009
ENCRUZILHADA...
E os eleitores de esquerda, evidentemente, perguntava eu, qual o seu papel?
Os conservadores estão confortáveis na sua posição. Quer estejam ou não no Poder, sabem que a esquerda que lá está é - o nominalmente, já que a política que " tem " de seguir já foi de antemão, ( dada a realidade, a Tal de que falámos no post anterior ) formatada e aceite pela Esquerda.
Para complicar a vida dessa esquerda no Poder está a visão dos eleitores -naturalmente interesseira, curta e de curto prazo - o prazo de uma legislatura de quatro anos.
Na impossibilidade de, em tão curto prazo, se proceder a reformas sobre o Sistema cujo alcance seja imediatamente percebido, a monotorização da actividade governativa foca - se pelos pormenores e pelos fait divers intriguistas que os Media criam e alimentam, com ou sem razão.
As diferenças que por vezes algumas " reformas " marcam em termos ideológicos, rápidamente se desvanecem, como a memória da governação anterior.
Daí a recorrência quase automática e irreflectida da alternância governativa na esperança vã de soluções de curto prazo.
Enquanto a Esquerda não tiver uma autêntica e diferenciadora política que a distinga, não necessáriamente em radicalidade, dos padrões desse obtuso Centrão, como já foi chamado, e governe, como a Direita o faz, para o eleitorado que maioritáriamente votou nas suas propostas, o pântano político mundial desfeiteará por muito tempo ainda as regras que a Democracia criou e que a Burocracia Global contrabandeia.
A Rotura tem de acontecer, quanto mais não seja por uma absoluta necessidade de transparência. As sociedades são conflituosas e formadas por grupos de interesses.
Assumamos de vez os conflitos e que de uma vez por todas se comece a DAR SENTIDO AO VOTO.
Os conservadores estão confortáveis na sua posição. Quer estejam ou não no Poder, sabem que a esquerda que lá está é - o nominalmente, já que a política que " tem " de seguir já foi de antemão, ( dada a realidade, a Tal de que falámos no post anterior ) formatada e aceite pela Esquerda.
Para complicar a vida dessa esquerda no Poder está a visão dos eleitores -naturalmente interesseira, curta e de curto prazo - o prazo de uma legislatura de quatro anos.
Na impossibilidade de, em tão curto prazo, se proceder a reformas sobre o Sistema cujo alcance seja imediatamente percebido, a monotorização da actividade governativa foca - se pelos pormenores e pelos fait divers intriguistas que os Media criam e alimentam, com ou sem razão.
As diferenças que por vezes algumas " reformas " marcam em termos ideológicos, rápidamente se desvanecem, como a memória da governação anterior.
Daí a recorrência quase automática e irreflectida da alternância governativa na esperança vã de soluções de curto prazo.
Enquanto a Esquerda não tiver uma autêntica e diferenciadora política que a distinga, não necessáriamente em radicalidade, dos padrões desse obtuso Centrão, como já foi chamado, e governe, como a Direita o faz, para o eleitorado que maioritáriamente votou nas suas propostas, o pântano político mundial desfeiteará por muito tempo ainda as regras que a Democracia criou e que a Burocracia Global contrabandeia.
A Rotura tem de acontecer, quanto mais não seja por uma absoluta necessidade de transparência. As sociedades são conflituosas e formadas por grupos de interesses.
Assumamos de vez os conflitos e que de uma vez por todas se comece a DAR SENTIDO AO VOTO.
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sexta-feira, outubro 23, 2009
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terça-feira, outubro 20, 2009
O CAIM DE SARAMAGO
Saramago, ateu confesso e militante, é tão livre de pensar e escrever o que escreve como o são os " pastores " de qualquer religião no Ocidente.
Saramago " ofendeu " os cristãos e eventualmente os judeus pela palavra e só pela palavra pode ser contestado e eventualmente " ofendido ".
A culpa, esse atributo da Razão, a haver, estará na linguagem esotérica, labiríntica e metafórica do Livro, a qual permite todas as interpretações, consoante à partida O consideremos como palavras de Deus ( pelos fiéis ) ou não.
Saramago, definitivamente assim não o entende e está no seu direito de romancear sobre o sagrado dos outros como porventura ser excomungado às chamas do Inferno pelos que acreditam que o inferno existe.
Menos sorte tem a ideologia nazi, corrida de todas as Constituições Políticas do planeta. Paradoxos da Liberdade que só a Política faz por desvanecer enquanto fôr o condutor do Homem, privilégio esse que a Religião aos poucos vai perdendo desde a Inquisição.
Saramago " ofendeu " os cristãos e eventualmente os judeus pela palavra e só pela palavra pode ser contestado e eventualmente " ofendido ".
A culpa, esse atributo da Razão, a haver, estará na linguagem esotérica, labiríntica e metafórica do Livro, a qual permite todas as interpretações, consoante à partida O consideremos como palavras de Deus ( pelos fiéis ) ou não.
Saramago, definitivamente assim não o entende e está no seu direito de romancear sobre o sagrado dos outros como porventura ser excomungado às chamas do Inferno pelos que acreditam que o inferno existe.
Menos sorte tem a ideologia nazi, corrida de todas as Constituições Políticas do planeta. Paradoxos da Liberdade que só a Política faz por desvanecer enquanto fôr o condutor do Homem, privilégio esse que a Religião aos poucos vai perdendo desde a Inquisição.
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terça-feira, outubro 20, 2009
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segunda-feira, outubro 19, 2009
A ESQUERDA NA ENCRUZILHADA...
Miguel Ángel Belloso na sua crónica no jornal " I " de hoje, lança uma apelo à Esquerda sob a forma desta pergunta - " Não crê o leitor que o choque entre os desejos e a realidade deveria ser um enorme mnotivo para reflexão na Esquerda?
Temos a Direita e o liberalismo no mando e, na sua frente, um deserto. "
Eu continuaria... um deserto de ideias e de falta de imaginação a par de uma cegueira próximo da demissão, que não lhe permite enfrentar a RUPTURA GLOBAL que urge fazer com esse bloco único que abrange TODOS os partidos de Poder no Ocidente, onde inadvertida e ingénuamente se encontra.
Actualmente, quase nada separa os sociais - democratas dos socialistas e os liberais dos conservadores a não ser a semântica. O cimento aglutinador de Todos os partido do Poder no mundo de hoje é a narrativa ( essa sim acabada, por ora ) económico - política onde o capitalismo lato sensu resiste e vai contornando as crises, deixando em cada agonia, um rasto de miséria, cavando fundo nas diferenças sociais.
Para reforçar o incontornável diktat do sistema, eis que os Partidos de Poder ainda e agora, apesar da sua inegável responsabilidade no caos, premeiam o sistema sob o alibi eleitoral de protecção dos empregos, que a Crise pôs sob risco.
A própria imoralidade de tudo isto tem denunciado à saciedade o funcionamento da clique que alterna o Poder e dos interesses que estão protegidos à partida, não importando, como disse, a cor política do Governo.
Onde se situarão os eleitores no meio disto?
Continuarei no próximo post...
Temos a Direita e o liberalismo no mando e, na sua frente, um deserto. "
Eu continuaria... um deserto de ideias e de falta de imaginação a par de uma cegueira próximo da demissão, que não lhe permite enfrentar a RUPTURA GLOBAL que urge fazer com esse bloco único que abrange TODOS os partidos de Poder no Ocidente, onde inadvertida e ingénuamente se encontra.
Actualmente, quase nada separa os sociais - democratas dos socialistas e os liberais dos conservadores a não ser a semântica. O cimento aglutinador de Todos os partido do Poder no mundo de hoje é a narrativa ( essa sim acabada, por ora ) económico - política onde o capitalismo lato sensu resiste e vai contornando as crises, deixando em cada agonia, um rasto de miséria, cavando fundo nas diferenças sociais.
Para reforçar o incontornável diktat do sistema, eis que os Partidos de Poder ainda e agora, apesar da sua inegável responsabilidade no caos, premeiam o sistema sob o alibi eleitoral de protecção dos empregos, que a Crise pôs sob risco.
A própria imoralidade de tudo isto tem denunciado à saciedade o funcionamento da clique que alterna o Poder e dos interesses que estão protegidos à partida, não importando, como disse, a cor política do Governo.
Onde se situarão os eleitores no meio disto?
Continuarei no próximo post...
PAUSA...
A complexidade que a modernidade transporta e chega até mim é tão diáfana e breve como o presente inexistente, neste planeta em volúpia, onde o tempo de perceber já é passado ainda antes do questionamento.
Philip Roth, na entrevista concedida ao Actual do Expresso, diz que não tem tempo para ler os autores contemporâneos. Essa afirmação é sintomática de um estado de espírito que só a velhice contempla, na urgência de uma necessidade visceral de tranquilidade e conforto a par da perplexidade com a meteórica e insustentável leveza do ser.
O retorno a um mundo amado, o das memórias, dele e doutros preenche- lhe e bem as suas necessidades actuais - é um tempo de balanço e de reconciliação.
Por mim, outras foram as razões da minha deserção do romance. Só regresso, de vez em quando, a Dostoievsky, V. Hugo e Eça de Queirós.
A necessidade compulsiva de conhecer o meu tempo enquanto não atingir o estado de tranquilidade, urge - me à leitura de ensaios, sobre quase todos os temas, mesmo quando assumem a forma de alegorias ou metáforas sobre a natureza humana e as suas perplexidades sobre o EU como , com azedume e tristeza em Saramago e distanciado e frio com A.Bessa Luís, para só falar dos portugueses.
Philip Roth, na entrevista concedida ao Actual do Expresso, diz que não tem tempo para ler os autores contemporâneos. Essa afirmação é sintomática de um estado de espírito que só a velhice contempla, na urgência de uma necessidade visceral de tranquilidade e conforto a par da perplexidade com a meteórica e insustentável leveza do ser.
O retorno a um mundo amado, o das memórias, dele e doutros preenche- lhe e bem as suas necessidades actuais - é um tempo de balanço e de reconciliação.
Por mim, outras foram as razões da minha deserção do romance. Só regresso, de vez em quando, a Dostoievsky, V. Hugo e Eça de Queirós.
A necessidade compulsiva de conhecer o meu tempo enquanto não atingir o estado de tranquilidade, urge - me à leitura de ensaios, sobre quase todos os temas, mesmo quando assumem a forma de alegorias ou metáforas sobre a natureza humana e as suas perplexidades sobre o EU como , com azedume e tristeza em Saramago e distanciado e frio com A.Bessa Luís, para só falar dos portugueses.
sexta-feira, outubro 16, 2009
Não dá para perceber...
A extrema ( !!!? ) esquerda portuguesa, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa " ataca - A " com a apresentação de um volumoso pacote de propostas legislativas, que à partida sabe que irá ter a oposição sistemática da Direita e eventualmente da maioria parlamentar, quando há poucos dias recusou liminarmente qualquer possibilidade de acordos parlamentares com o Governo.
Quais são as intenções políticas subjacentes à nula provocação?
Ela não negoceia, ah não!... mas, " ciosa " dos interesses dos portugueses que nela votou, mostra serviço.
Enfim... para reforçar o que já disseram ao partido que ganhou as eleições e que vai governar, nada mal!
Quais são as intenções políticas subjacentes à nula provocação?
Ela não negoceia, ah não!... mas, " ciosa " dos interesses dos portugueses que nela votou, mostra serviço.
Enfim... para reforçar o que já disseram ao partido que ganhou as eleições e que vai governar, nada mal!
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sexta-feira, outubro 16, 2009
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A BANCA
A última crise económica e financeira teve a sua origem na Banca e provocou um mero frenesim aos analistas da conjuntura a par de uma desavergonhada pedinchice por parte dos Bancos éticamente irresponsáveis, ao Estado, aos contribuintes, sobre os quais exerce sem apelo a sua carnificina financeira., enquanto desgraçadamente conduziu, pela crise económica, o recuo das perspectivas de melhoria de muitas Nações.
Desde Pareto, com a sua utópica projecção de repartição dos rendimentos no equilíbrio social e económico dos países até à descoberta dos ciclos económicos pelos burocratas keynesianos, cujo alcance e interpretação dos mesmos foi levado ao paroxismo pelos ultra - liberais de Adam Smith, até ao aparecimento dos pensadores da conjuntura que a necessidade do controlo pelo Estado das leis do mercado era uma obrigação moral ou social, se preferirem...
Até há pouco tempo, nem os prognósticos da Besta - a conjuntura - ajudaram na procura e manutenção do débil equilíbrio que em situações favoráveis costuma aparecer.
E porquê!!!?
Porque pura e simplesmente esses pesquisadores da conjuntura estão ao serviço do Capital e não dos Estados.
É uma luta desigual que só um Estado forte, indo de encontro à efectiva raíz e suporte da força de bloqueio - a BANCA - , regulando as suas leis, cujo sentido único na procura permanente de mais sobreacumulação de lucros e no apoio desenfreado dos monopólios desconhece ou despreza a sua função social que também esteve na sua origem.
A reacção da Associação Portuguesa dos Bancos ( A.N.P. ) às ainda débeis normas do Governo no sentido de proteger os utentes mais fracos das, no mínino amorais disposições da Banca sobre o livre arbítrio com que põe e dispõe sobre a vida de milhares de portugueses, é sintomática e velhaca.
A ameaça de que a parcela subtraída pelo Governo iria ser reposta de uma maneira ou de outra e que quem pagaria seriam os utentes agora protegidos, já teve resposta pronta do Governo que promete estar atento.
E que tal um upgrade? Que tal cumprir com a promessa estatal de aumentar as contribuições sobre os escandalosos lucros, que ufanos exibem, mesmo numa época de crise e penúria mundiais?
Desde Pareto, com a sua utópica projecção de repartição dos rendimentos no equilíbrio social e económico dos países até à descoberta dos ciclos económicos pelos burocratas keynesianos, cujo alcance e interpretação dos mesmos foi levado ao paroxismo pelos ultra - liberais de Adam Smith, até ao aparecimento dos pensadores da conjuntura que a necessidade do controlo pelo Estado das leis do mercado era uma obrigação moral ou social, se preferirem...
Até há pouco tempo, nem os prognósticos da Besta - a conjuntura - ajudaram na procura e manutenção do débil equilíbrio que em situações favoráveis costuma aparecer.
E porquê!!!?
Porque pura e simplesmente esses pesquisadores da conjuntura estão ao serviço do Capital e não dos Estados.
É uma luta desigual que só um Estado forte, indo de encontro à efectiva raíz e suporte da força de bloqueio - a BANCA - , regulando as suas leis, cujo sentido único na procura permanente de mais sobreacumulação de lucros e no apoio desenfreado dos monopólios desconhece ou despreza a sua função social que também esteve na sua origem.
A reacção da Associação Portuguesa dos Bancos ( A.N.P. ) às ainda débeis normas do Governo no sentido de proteger os utentes mais fracos das, no mínino amorais disposições da Banca sobre o livre arbítrio com que põe e dispõe sobre a vida de milhares de portugueses, é sintomática e velhaca.
A ameaça de que a parcela subtraída pelo Governo iria ser reposta de uma maneira ou de outra e que quem pagaria seriam os utentes agora protegidos, já teve resposta pronta do Governo que promete estar atento.
E que tal um upgrade? Que tal cumprir com a promessa estatal de aumentar as contribuições sobre os escandalosos lucros, que ufanos exibem, mesmo numa época de crise e penúria mundiais?
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sexta-feira, outubro 16, 2009
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quinta-feira, outubro 15, 2009
A PROPÓSITO DE DÉSPOTAS ILUMINADOS...
Infelizmente, parece que o meu " herói " - Chavez - se está a deixar contaminar pelo pior vírus que, por vezes, ataca os políticos - a ESTUPIDEZ .
Nacionalizar os hotéis Hilton é de uma gratuitidade tal que só um ataque de infantilismo poderá justificar tamanha alarvidade.
Sendo assim, o gabinete dele deveria ser agora o de um qualquer psiquiatra, já que os seus conselheiros políticos, se os tiver, ainda são mais idiotas que ele ao deixar - lhe levar avante o disparate.
Lamento pois, a degradação e o voluntarismo bacoco que parece querer assolar Venezuela.
TRANSPARÊNCIAS, DIÁLOGOS, FIRMEZAS E RESPONSABILIDADES...
Aos portugueses trouxe Sócrates a sua agenda e as respostas dadas pela OPOSIÇÃO.
Agora, ele formará o SEU Governo e apresentará ao Povo, através da Assembleia Legislativa, o seu programa de acção, o SEU Orçamento de Estado e a OPOSIÇÃO que faça o que entender dos votos que lhe foi dada.
Até lá...
Serão os portugueses a julgar das bondades dos fundamentos esgrimidos, então...
Nacionalizar os hotéis Hilton é de uma gratuitidade tal que só um ataque de infantilismo poderá justificar tamanha alarvidade.
Sendo assim, o gabinete dele deveria ser agora o de um qualquer psiquiatra, já que os seus conselheiros políticos, se os tiver, ainda são mais idiotas que ele ao deixar - lhe levar avante o disparate.
Lamento pois, a degradação e o voluntarismo bacoco que parece querer assolar Venezuela.
TRANSPARÊNCIAS, DIÁLOGOS, FIRMEZAS E RESPONSABILIDADES...
Aos portugueses trouxe Sócrates a sua agenda e as respostas dadas pela OPOSIÇÃO.
Agora, ele formará o SEU Governo e apresentará ao Povo, através da Assembleia Legislativa, o seu programa de acção, o SEU Orçamento de Estado e a OPOSIÇÃO que faça o que entender dos votos que lhe foi dada.
Até lá...
Serão os portugueses a julgar das bondades dos fundamentos esgrimidos, então...
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quinta-feira, outubro 15, 2009
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quarta-feira, outubro 14, 2009
ARGUMENTUM BACULINUM
Acabo, por desfastio e curiosidade intelectual, de dar uma passagem ( entender o PSD de hoje exige -me conhecer o pensamento político do seu actual guru ) pelo www.abrupto.blogspot.com e confesso que, pelas diferenças recorrentemente trazidas por JPP, entre M.F.Leite e Sócrates estou a perceber melhor a razão porque nenhum líder daquele partido o quis ao pé e os motivos freudianos, também, que levaram a que um P.M., vergastado por calúnias e ataques ao carácter sem paralelo na história recente da Democracia portuguesa, venceu as eleições.
E já que o Latim está vivo, vai um conselho aos leitores - Castigat ridendo mores.
P.S. As " citações " em latim provieram do dicionário da Porto Editora, com os meus agradecimentos.
E já que o Latim está vivo, vai um conselho aos leitores - Castigat ridendo mores.
P.S. As " citações " em latim provieram do dicionário da Porto Editora, com os meus agradecimentos.
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