É!....
A malfadada palavra, ( é -o simplesmente isso, para a maioria... ) está aí na berlinda e nem podia ser de outro modo, como um traço essencial na consciência de qualquer Homem adulto. Os paradigmáticos casos em estudo e exame nos Media envolvendo pessoas, instituições, e órgãos de soberania são exemplos elevados do que subterrâneamente se está a passar hoje na sociedade portuguesa.
Na base da pirâmide sobrejaz um alibi, já não moral mas biológico - a sobrevivência - se não quase física, pelo menos social e psicológica, sujeita a duros revezes.
No topo da pirâmide é uma Oportunidade que um oportunismo cínico, cavalgando o que tem de ser feito, de tentar enterrar de vez o que alguém já chamou de arquétipos, com uma agenda de transformação do País por decretos e uma oh!, tão estúpida burocracia que súbitamente se vê como a alma mater da Política a manipular pessoas em vez de papelada, a dirigir populações em vez de folhas de cálculo.
Dos oportunismos que a situação criada pelo sistema se permitiu aproveitar, o Governo da nossa anti-platónica República está a modelá-los com uma desfaçatez que raia a pouca vergonha.
O que fará com a oportunidade de ouro que a inconstitucionalidade decretada pelo Tribunal Constitucional ( a sua função tem de pairar actuante por cima da crise ) lhe trouxe como um reparo ético permitir - nos - à avaliar do nível a que chegou o seu Cinismo e a sua mediocridade política.
sábado, julho 07, 2012
quinta-feira, julho 05, 2012
AFINAL, ENGANEI - ME...
Há certo tipo de sujidade que dá trabalho em remover. Estou a braços com uma delas. Quem me lê teve conhecimento do que se está a passar...
Por meu lado, como não dei autorização à inclusão de publicidade nas minhas páginas, estou a pensar em processar os autores da chico-espertice, pelo que, por enquanto, evitando edits com sucessivas actualizações, ser -me-ão úteis como meios de prova da sacanagem.
Por meu lado, como não dei autorização à inclusão de publicidade nas minhas páginas, estou a pensar em processar os autores da chico-espertice, pelo que, por enquanto, evitando edits com sucessivas actualizações, ser -me-ão úteis como meios de prova da sacanagem.
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PUBLICIDADE ABUSIVA
Durou pouco a intromissão abusiva. Já se foi e ainda bem...
FUKUSHIMA
Descobre - se que na origem dos acontecimentos que DESPOLETARAM ( e não espoletaram, como erradamente ainda se diz e se ouve nos Media...) o desastre na central nuclear estiveram erros humanos e grossa ignorância. Fascinante! E eu a repreender o meu cão por ter feito xixi nos reactores...
RELVAS
É notícia de novo, eventualmente por motivos " semelhantes " aos que mantiveram por muuuuito tempo o ex - P. Ministro Sócrates nas bocas do mundo.
Passos Coelho afirma que é uma não-noticia. Tudo bem. Aparentemente, não há só doutoramentos " honoris causa "; há já licenciamentos a que a experiência de vida dá canudos.
Como Portugal se está a tornar numa república envelhecida em que até os mais jovens experenciam já percursos de vida assaz intranquilos, teremos em breve resolvidos os problemas de iliteracia no país. E como se dá o caso de grande parte deles terem suado as estopinhas nas universidades, o que está em marcha são doutoramentos acelerados.
Eu cá já sou um sr. Prof.Doutor. E estou à espera das prebendas e da oficialização tetemunhada.
COMENDADOR CORREIA
A esse, pelo menos já canta o título e a impunidade de se permitir apelidar de arquétipos às críticas transpostas, por vezes em ajuntamentos, berreiros, indignações, apelações, barulho e demagogias(!!!???) que os não - comendadores e cómodamente instalados, os cépticos e ingénuos que querem mudar a proliferação de comendas que só beneficiam os que não gritam, não berram, não se indignam ( e por que é que o haveriam de fazer?... ) e que ó vilupêndio, ó horror, acham que o governo que, sem berros, sem gritaria, elegeram, deveria TER consciência social, esse monstruoso arquétipo, e que acha que uma vez chegado ao fundo do poço só resta aproveitar a oportunidade para subir.
Ainda por cima têm o supremo desplante de se organizarem e enfrentarem olhos nos olhos os seus governantes...
O que será preciso é levar o Zé a contemplar o abismo, não é, sr. comendador Correia? E, eventualmente, seria o ideal para não incomodar sensíveis orelhas, COMER E CALAR, não?
Durou pouco a intromissão abusiva. Já se foi e ainda bem...
FUKUSHIMA
Descobre - se que na origem dos acontecimentos que DESPOLETARAM ( e não espoletaram, como erradamente ainda se diz e se ouve nos Media...) o desastre na central nuclear estiveram erros humanos e grossa ignorância. Fascinante! E eu a repreender o meu cão por ter feito xixi nos reactores...
RELVAS
É notícia de novo, eventualmente por motivos " semelhantes " aos que mantiveram por muuuuito tempo o ex - P. Ministro Sócrates nas bocas do mundo.
Passos Coelho afirma que é uma não-noticia. Tudo bem. Aparentemente, não há só doutoramentos " honoris causa "; há já licenciamentos a que a experiência de vida dá canudos.
Como Portugal se está a tornar numa república envelhecida em que até os mais jovens experenciam já percursos de vida assaz intranquilos, teremos em breve resolvidos os problemas de iliteracia no país. E como se dá o caso de grande parte deles terem suado as estopinhas nas universidades, o que está em marcha são doutoramentos acelerados.
Eu cá já sou um sr. Prof.Doutor. E estou à espera das prebendas e da oficialização tetemunhada.
COMENDADOR CORREIA
A esse, pelo menos já canta o título e a impunidade de se permitir apelidar de arquétipos às críticas transpostas, por vezes em ajuntamentos, berreiros, indignações, apelações, barulho e demagogias(!!!???) que os não - comendadores e cómodamente instalados, os cépticos e ingénuos que querem mudar a proliferação de comendas que só beneficiam os que não gritam, não berram, não se indignam ( e por que é que o haveriam de fazer?... ) e que ó vilupêndio, ó horror, acham que o governo que, sem berros, sem gritaria, elegeram, deveria TER consciência social, esse monstruoso arquétipo, e que acha que uma vez chegado ao fundo do poço só resta aproveitar a oportunidade para subir.
Ainda por cima têm o supremo desplante de se organizarem e enfrentarem olhos nos olhos os seus governantes...
O que será preciso é levar o Zé a contemplar o abismo, não é, sr. comendador Correia? E, eventualmente, seria o ideal para não incomodar sensíveis orelhas, COMER E CALAR, não?
quarta-feira, julho 04, 2012
ARROTOS COMERCIAIS
Malévola e fraudulentamente, foi inserida publicidade nos meus textos aqui publicados. Ainda não consegui resolver o problema. Entretanto aconselho o desprezo por todos os azul - vómitos que por aí aparecerem... a pontuar por entre o texto.
domingo, julho 01, 2012
JUSTIÇA
Um falhanço total num dos pilares que sustenta uma das mais nobres aspirações do SAPIENS - a Democracia.
Continua cega como conceito; ao querer ser imparcial na sua independência perante o seu projector deixou - se enlevar e corrompida pelas sucessivas normas que cada Poder lhe ofertava, acaba prostituída e sujeita aos mais pusilânimes e vis tratamentos.
Hoje é uma figura menor da ópera bufa de uma Democracia ainda mais corrupta e venal, habitada por títeres endinheirados e seus lacaios. Só não tira a venda pela vergonha de se ver ao espelho.
quinta-feira, junho 28, 2012
MENINO RABINO
Itália 2 Alemanha 1
Bom jogo de futebol, boa arbitragem e um grande " peru " para a UEFA, nomeadamente ao seu presidente que, inocentemente, " sugeriu " uma final entre a Espanha e a Alemanha.
Portugal não " sentiu " o toque, assim como a sua selecção; uma questão de narizes. Pelos vistos a Itália, fazendo jus ao seu " perfil " romano, têm - no bem proeminente e afinado.
Através do seu menino rabino a quem só falta equilíbrio emocional e uma grande dose de humor para, " comendo " as bananas e " cuspindo -as " depois aos ofertantes, se tornar uma lenda no seu métier, com dois magníficos golos, despachou a Alemanha e o seu arrogante líder.
Bravo Balotelli!
quinta-feira, junho 21, 2012
EURO 2012
Ainda não tinha falado do Campeonato da Europa... Tenho - me limitado a observar, a tirar notas. Do que tenho observado, o meu aplauso vai todo para os atletas, de Portugal, principalmente, e dos outros países na prova.
Lamentávelmente, o futebol reflecte hoje, como ontem, o espírito dos tempos, condição inultrapassável impressa em toda a actividade do humano. E o espírito dos tempos está manchado pela debilidade ética que marca o Ocidente nos dias que correm, nomeadamente ao nível dos decisores e dos seus companheiros de jornada.
No torneio em curso, antes e durante temos assistido a manifestações vis e deploráveis por parte de quase toda a estrutura que assina a organização técnica dos jogos - a UEFA - , com tentativas grosseiras de manipulação da marcha dos acontecimentos, ao nível da escolha dos juízes das partidas ( Espanha, Inglaterra, por exemplo, só continuam na prova devido à corrupção dos resultados decisivos para a classificação ), com " erros " !!!!??? inacreditáveis nas tendenciosas arbitragens protagonizadas pelos homens - de- mão da UEFA.
A impunidade e a vergonha é de tal monta que o sr. Platini se permite " mandar " um recado público a ouvidos e espinhas mais renitentes - Quer uma final entre a Espanha e Alemanha -. Aí não há nenhuma inocência que o " direito " individual de livre opinião podia dar cobertura. Há, sim, MANIPULAÇÃO clara das arbitragens em favor das equipas mais poderosas em prova, uma nojeira completa.
É que ele É o presidente da UEFA, não é um mero adepto. Quer queira quer não, a organização a que temporáriamente preside, representa TODAS as equipas.
Que Portugal e Grécia obriguem os favoritos do sr. Platini a suar, com os méritos próprios, pelas victórias, é o meu desejo como amante do futebol.
Lamentávelmente, o futebol reflecte hoje, como ontem, o espírito dos tempos, condição inultrapassável impressa em toda a actividade do humano. E o espírito dos tempos está manchado pela debilidade ética que marca o Ocidente nos dias que correm, nomeadamente ao nível dos decisores e dos seus companheiros de jornada.
No torneio em curso, antes e durante temos assistido a manifestações vis e deploráveis por parte de quase toda a estrutura que assina a organização técnica dos jogos - a UEFA - , com tentativas grosseiras de manipulação da marcha dos acontecimentos, ao nível da escolha dos juízes das partidas ( Espanha, Inglaterra, por exemplo, só continuam na prova devido à corrupção dos resultados decisivos para a classificação ), com " erros " !!!!??? inacreditáveis nas tendenciosas arbitragens protagonizadas pelos homens - de- mão da UEFA.
A impunidade e a vergonha é de tal monta que o sr. Platini se permite " mandar " um recado público a ouvidos e espinhas mais renitentes - Quer uma final entre a Espanha e Alemanha -. Aí não há nenhuma inocência que o " direito " individual de livre opinião podia dar cobertura. Há, sim, MANIPULAÇÃO clara das arbitragens em favor das equipas mais poderosas em prova, uma nojeira completa.
É que ele É o presidente da UEFA, não é um mero adepto. Quer queira quer não, a organização a que temporáriamente preside, representa TODAS as equipas.
Que Portugal e Grécia obriguem os favoritos do sr. Platini a suar, com os méritos próprios, pelas victórias, é o meu desejo como amante do futebol.
segunda-feira, junho 11, 2012
D' o SÍNDROMA DE EGAS MONIZ...
A " CULPA " e o resgate da honra que levaram Moniz a pôr a sua cabeça e as da restante família no cepo ilustra a diferença ética entre o mestre e o seu suserano Afonso Henriques, jovem príncipe, para quem a vassalagem seria o limite intransponível de obediência.
" ...Só os moralistas podem desmoralizar - se... ", constata em melancolia perplexa a exaustão iluminista contemplada por Sloterdijk in Crítica da Razão Cínica, perante o espírito do tempo, a que nenhum esclarecimento sobra ao entendimento, se não racional, do definitivamente empírico que assola o mundo hoje.
Porquê o marasmo e o conformismo perante uma narrativa que o Poder escreve e reescreve numa obsessão quase demente a que os efeitos contraditórios, ciclos após ciclos reiteram o erro desmascarando as causas, fundamentando e justificando outras abordagens que permitam um salto civilizacional que tarda?
Portugal, na ausência do seu, pelo poder actual, industriado bode expiatório, Sócrates, pôs a cabeça no cepo, em nome de uma cínica manipulação que lhe incutiu malévolamente uma responsabilização ética perante a dívida soberana de que o Poder, ele próprio e os seus salteadores, foram os principais causadores e aproveitadores. Toda a gente os conhece pelos nomes, não fugiram e o seu desplante e impunidade perante a massa amorfa e uma corrupta, porque cínica, e inepta máquina judicial, ainda, de cara descoberta, exibem ufanos a sua degradação moral, certos de que com a penalização política, democrática, claro, podem bem eles; será uma pequena pausa até ao inevitável regresso... A Democracia que eles criaram, à sua medida, se encarregará disso. Se não estiverem em pessoa a ocupar a cadeira estarão os amigos, o que vai dar ao mesmo.
" Podem reclamar à vontade, mas obedecei! " - Bismarck, disse o Burocrata -Mor nº 1. Hoje olharia com soberano enlevo a obra de uma discípula que, em vez de botas, usa o Euro como arma de controlo e domínio.
" ...Só os moralistas podem desmoralizar - se... ", constata em melancolia perplexa a exaustão iluminista contemplada por Sloterdijk in Crítica da Razão Cínica, perante o espírito do tempo, a que nenhum esclarecimento sobra ao entendimento, se não racional, do definitivamente empírico que assola o mundo hoje.
Porquê o marasmo e o conformismo perante uma narrativa que o Poder escreve e reescreve numa obsessão quase demente a que os efeitos contraditórios, ciclos após ciclos reiteram o erro desmascarando as causas, fundamentando e justificando outras abordagens que permitam um salto civilizacional que tarda?
Portugal, na ausência do seu, pelo poder actual, industriado bode expiatório, Sócrates, pôs a cabeça no cepo, em nome de uma cínica manipulação que lhe incutiu malévolamente uma responsabilização ética perante a dívida soberana de que o Poder, ele próprio e os seus salteadores, foram os principais causadores e aproveitadores. Toda a gente os conhece pelos nomes, não fugiram e o seu desplante e impunidade perante a massa amorfa e uma corrupta, porque cínica, e inepta máquina judicial, ainda, de cara descoberta, exibem ufanos a sua degradação moral, certos de que com a penalização política, democrática, claro, podem bem eles; será uma pequena pausa até ao inevitável regresso... A Democracia que eles criaram, à sua medida, se encarregará disso. Se não estiverem em pessoa a ocupar a cadeira estarão os amigos, o que vai dar ao mesmo.
" Podem reclamar à vontade, mas obedecei! " - Bismarck, disse o Burocrata -Mor nº 1. Hoje olharia com soberano enlevo a obra de uma discípula que, em vez de botas, usa o Euro como arma de controlo e domínio.
quarta-feira, junho 06, 2012
LiveLeak.com - Tribe encontra o homem branco pela primeira vez
LiveLeak.com - Tribe encontra o homem branco pela primeira vez:
Rousseau, em toda a sua glória!
A perda da inocência dessa tribo foi brutal, comovente e assombrosa. Mudará a sua vida para SEMPRE, esperamos que num sentido adequado à sua sobrevivência, que o conhecimento e posse(?) de novas ferramentas transporta para o humano.
As imagens desse encontro de 3º grau levaram - às lágrimas...
Rousseau, em toda a sua glória!
A perda da inocência dessa tribo foi brutal, comovente e assombrosa. Mudará a sua vida para SEMPRE, esperamos que num sentido adequado à sua sobrevivência, que o conhecimento e posse(?) de novas ferramentas transporta para o humano.
As imagens desse encontro de 3º grau levaram - às lágrimas...
Publicada por
CALAMATCHE
à(s)
quarta-feira, junho 06, 2012
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domingo, junho 03, 2012
C A L A M A T C H E: RESERVAS...
Muito DIFICILMENTE comentarei o que diz, pensa e faz este senhor, a quem nunca compraria um carro usado, sem cair nos braços da Justiça.
Se alguma vez tiver de comentar o que ele diz, pensa e faz, terei de usar de toda a minha civilidade para não cair no insulto.
Daí a ausência forçada de opiniões sobre ele...
Virá tempo...
Este post foi escrito no dia 20/12/11
O tempo chegou mais depressa do que estava à espera. Não foi uma grande surpresa. Quatro anos passam a correr e a pressa foi má conselheira, provoca despistes quando a má condução se alia a maus condutores.
Eu tinha razão antes de tempo em não me meter com palavras fortes com personagens tão sombrias com ligações tão poderosas e, vai - se sabendo, ilegítimas com os serviços secretos.
Agora não é preciso dizer mais nada. A Justiça que investigue já que o PS parece totalmente tolhido, não vá ser apanhado na enxurrada daninha.
Cá ficaremos à espera dos desenlaces...
sexta-feira, junho 01, 2012
UMA LÁSTIMA...
" Nego rotundamente que exista hoje em qualquer recanto do Continente grupo algum enformado por um novo ethos que tenha laivos de moral...
... seria uma ingenuidade atirar à cara do homem de hoje a sua falta de moral porque ele não tem nenhuma. A imputação não o afectaria mínimammente ou, pelo contrário, lisonjeá - lo -ia... "
Gasset 1930
É evidente em Gasset, perante as vicissitudes da época que então marcava a Europa, um chamamento a um imperativo moral, numa altura em que a liberdade das massas levavam ao pânico o pensador, que teria de se conjugar com os seus deveres e obrigações sociais, em desmantelamento, na euforia histórica da assunção do seu destino.
Do seu a seu dono, pois bem, a actualidade da caracterização de Gasset é, no mínimo, surpreendente, desarmante até.
Muitas teorias éticas terão aparecido entretanto sem que tenham conseguido o pleno junto do Sapiens, nem poderia ter sido de outro modo, já que, se livre, a aceitação ética exige uma consciencialização a que só a Vontade dá suporte, a boa Vontade, como diria Kant.
O Ocidente absorveu - as TODAS. A sua elite renega - as todas, em nome dos resultados previsíveis ou não. A Humanidade é o seu meio privilegiado e o pragmatismo egoísta e narcísico o seu Credo.
Os casos mediáticos do Portugal de hoje derivam dessa ausência de moralidade ou da sua assunção como conceito e prática, junto dos seus protagonistas, como reduzida aos interesses próprios, como um fim lógico e natural. Tudo o resto não são mais do que meios e oportunidades apropriados na consecução dos propósitos
Nada de mais natural para os sujeitos e nada de mais soberanamente condenável para quem do comportamento humano, da elite derivada dos privilégios ao comum dos mortais livres, é exigida uma civilidade digna de ser chamada virtuosa.
Fora desse espaço medra a selvajaria em doses cavalares, confrangedora para gente civilizada e péssimo exemplo para uma geração vindoura hoje já duramente fustigada e sem referências éticas e políticas de relevo.
... seria uma ingenuidade atirar à cara do homem de hoje a sua falta de moral porque ele não tem nenhuma. A imputação não o afectaria mínimammente ou, pelo contrário, lisonjeá - lo -ia... "
Gasset 1930
É evidente em Gasset, perante as vicissitudes da época que então marcava a Europa, um chamamento a um imperativo moral, numa altura em que a liberdade das massas levavam ao pânico o pensador, que teria de se conjugar com os seus deveres e obrigações sociais, em desmantelamento, na euforia histórica da assunção do seu destino.
Do seu a seu dono, pois bem, a actualidade da caracterização de Gasset é, no mínimo, surpreendente, desarmante até.
Muitas teorias éticas terão aparecido entretanto sem que tenham conseguido o pleno junto do Sapiens, nem poderia ter sido de outro modo, já que, se livre, a aceitação ética exige uma consciencialização a que só a Vontade dá suporte, a boa Vontade, como diria Kant.
O Ocidente absorveu - as TODAS. A sua elite renega - as todas, em nome dos resultados previsíveis ou não. A Humanidade é o seu meio privilegiado e o pragmatismo egoísta e narcísico o seu Credo.
Os casos mediáticos do Portugal de hoje derivam dessa ausência de moralidade ou da sua assunção como conceito e prática, junto dos seus protagonistas, como reduzida aos interesses próprios, como um fim lógico e natural. Tudo o resto não são mais do que meios e oportunidades apropriados na consecução dos propósitos
Nada de mais natural para os sujeitos e nada de mais soberanamente condenável para quem do comportamento humano, da elite derivada dos privilégios ao comum dos mortais livres, é exigida uma civilidade digna de ser chamada virtuosa.
Fora desse espaço medra a selvajaria em doses cavalares, confrangedora para gente civilizada e péssimo exemplo para uma geração vindoura hoje já duramente fustigada e sem referências éticas e políticas de relevo.
quinta-feira, maio 24, 2012
PENSAR PORTUGAL
www.abrupto.blogspot.com
Continua a ser um dos mais brilhantes espaços de analise histórico - político do país. Contundente, mordaz, irremediávelmente pessimista e cada vez mais independente.
De acompanhar, diáriamente, crítica e ajuízadamente.
Continua a ser um dos mais brilhantes espaços de analise histórico - político do país. Contundente, mordaz, irremediávelmente pessimista e cada vez mais independente.
De acompanhar, diáriamente, crítica e ajuízadamente.
quarta-feira, maio 23, 2012
D' O RENDER DA GUARDA...
Há muito mais a perder ( o que se tem... ) do que a ganhar. Essa é a singela constatação a explicar o conformismo pandémico que assola uma UE em crise de fim de era, completamente tolhida de medo, sem audácia, sem Vontade.
A História, aparentemente, acabou no espírito de uma geração, que dela retém uma noção académica transmitida por conformistas conservadores que A tiraram da rua, dos seus intérpretes e a encarceraram no conforto dos gabinetes dos aerópagos das elites governativas mundiais.
O tempo singular de mudança que hoje se vive, em que o PODER já sem a universalidade na direcção dos povos como aconteceu a partir do século XVI e durante três séculos, em que a Europa, nomeadamente através dos seus povos exploradores, era o único poder vigente, que com a força dos seus canhões, da sua ciência e das suas crenças, dizia, permitiu a criação de humanidades que respondem perante soberanias diversas, armadas até aos dentes e com o poder atómico a sustentar - lhes, em segurança, crenças recuperadas pela reconquista das soberanias próprias.
A tentativa de reunificação do mundo pela nova globalização, pelo auto- proclamado herdeiro do Poder europeu, os USA, através da livre circulação de capitais, tornada possível pela cibernética, tem tornado possível conhecer as semelhanças entre a espécie, assim como as diferenças inultrapassáveis que nos distinguem e que marcam a identidade do que somos e a identidade do Outro.
A História ainda não acabou, porquanto as histórias das nações carregam consigo um passado, ao virar da esquina, ao qual se remetem sempre que se sentem ameaçadas no mais íntimo da sua Cultura, aonde vão beber a identidade perdida na burocracia alienante instigada pelo Comércio; um regresso em busca de energias de resistência ao colapso como nação. Os curdos, os palestinianos, os judeus, os albaneses conheceram o percurso. Para uns houve um leito onde se reclinar, para outros a luta continua.
A Grécia sofre hoje o que Gasset chamou uma prepotência de opinião, e é contra ela que os gregos estão a criar com sucessivos NÃOS uma opinião própria de resistência, através da desobediência à chantagem e à humilhação.
Na belíssima crónica de viagem titulada - Ich bin Grega - pela Pluma Caprichosa, sentimo - nos também, gregos, e se já não nos bastasse saber que o estatuto de desobediência só o reclama quem ama a liberdade, confirmámos com C.F.Alves que, sim, há uma história que está a morrer - a da Europa como farol civilizacional, que perdida a cadeira soberana, luta por estar atrás do balcão da sua mercearia, na semi - obscuridade da sua tasca.
A História, aparentemente, acabou no espírito de uma geração, que dela retém uma noção académica transmitida por conformistas conservadores que A tiraram da rua, dos seus intérpretes e a encarceraram no conforto dos gabinetes dos aerópagos das elites governativas mundiais.
O tempo singular de mudança que hoje se vive, em que o PODER já sem a universalidade na direcção dos povos como aconteceu a partir do século XVI e durante três séculos, em que a Europa, nomeadamente através dos seus povos exploradores, era o único poder vigente, que com a força dos seus canhões, da sua ciência e das suas crenças, dizia, permitiu a criação de humanidades que respondem perante soberanias diversas, armadas até aos dentes e com o poder atómico a sustentar - lhes, em segurança, crenças recuperadas pela reconquista das soberanias próprias.
A tentativa de reunificação do mundo pela nova globalização, pelo auto- proclamado herdeiro do Poder europeu, os USA, através da livre circulação de capitais, tornada possível pela cibernética, tem tornado possível conhecer as semelhanças entre a espécie, assim como as diferenças inultrapassáveis que nos distinguem e que marcam a identidade do que somos e a identidade do Outro.
A História ainda não acabou, porquanto as histórias das nações carregam consigo um passado, ao virar da esquina, ao qual se remetem sempre que se sentem ameaçadas no mais íntimo da sua Cultura, aonde vão beber a identidade perdida na burocracia alienante instigada pelo Comércio; um regresso em busca de energias de resistência ao colapso como nação. Os curdos, os palestinianos, os judeus, os albaneses conheceram o percurso. Para uns houve um leito onde se reclinar, para outros a luta continua.
A Grécia sofre hoje o que Gasset chamou uma prepotência de opinião, e é contra ela que os gregos estão a criar com sucessivos NÃOS uma opinião própria de resistência, através da desobediência à chantagem e à humilhação.
Na belíssima crónica de viagem titulada - Ich bin Grega - pela Pluma Caprichosa, sentimo - nos também, gregos, e se já não nos bastasse saber que o estatuto de desobediência só o reclama quem ama a liberdade, confirmámos com C.F.Alves que, sim, há uma história que está a morrer - a da Europa como farol civilizacional, que perdida a cadeira soberana, luta por estar atrás do balcão da sua mercearia, na semi - obscuridade da sua tasca.
segunda-feira, maio 21, 2012
D'O FÍGADO DE BRONZE DE PIACENZA...
... Aos leitores das folhas de chá, dos porcos-espinhos às raposas, dos bulls aos bears, dos kondratievs aos profetas de Wall Street, da cigana e plebeia leitura do futuro às especialíssimas previsões dos gurus económicos modernos, a realidade humana recusa a antecipação com que os aúgures antigos e modernos, com ou sem coturnos, lhe tentam moldar os desfechos.
A ciência económica está descredibilizada. Quanto mais informação menor a capacidade humana de a processar. Atirada para os braços da Cibernética, tratada como uma lei física, perdeu o sentido político HUMANIZADO da sua utilidade, faz desaparecer as pessoas e cai no niilismo dos números, na vertigem da matemática teórica.
Se fazer a política é demasiado sério para ser deixado à mercê dos políticos, na Economia torna - se vital arrancá - la das mãos de burocratas.
Seria interessante analisar como as contas públicas e pessoais em-ordem estão a minar as bases do Capitalismo liberal.
Por mim, tudo bem...
A ciência económica está descredibilizada. Quanto mais informação menor a capacidade humana de a processar. Atirada para os braços da Cibernética, tratada como uma lei física, perdeu o sentido político HUMANIZADO da sua utilidade, faz desaparecer as pessoas e cai no niilismo dos números, na vertigem da matemática teórica.
Se fazer a política é demasiado sério para ser deixado à mercê dos políticos, na Economia torna - se vital arrancá - la das mãos de burocratas.
Seria interessante analisar como as contas públicas e pessoais em-ordem estão a minar as bases do Capitalismo liberal.
Por mim, tudo bem...
terça-feira, maio 15, 2012
HURRRRRAH!
Um abraço fraterno, cachopa!
O respeito é para quem o merece e a integridade ética, aos saldos, ainda faz a diferença em quem a define nas acções e no pensamento.
Quem te acompanha sabe do que estou a falar, como diria o outro...
sábado, maio 12, 2012
UM INEPTO POLÍTICO
Ter como primeiro - ministro alguém, que de milhares de compatriotas no desemprego ( POR FAVOR, HAJA ALGUÉM QUE EXPLIQUE A ESSE SENHOR O QUE REPRESENTA O DESEMPREGO NUM PAÍS COMO PORTUGAL... ) bolsa alarvidades burocráticas sobre opções de VIDA estranguladas por contingências que produziu e aleivosamente reitera, é BURRICE, de quem lá o pôs e de quem lá o mantém.
A História está prenhe de exemplos de personagens conduzidas, por inércia e exaustões políticas, à chefia das nações. Passos Coelho é um erro de casting e, até ver, também o é o líder do PS, Seguro.
É pena que se tenha de aguentá -lo o tempo de uma legislatura e de, aproveitando a martelada do adeus e recondução à insignificância histórica, verberar quem, da inteligência se esperava mais - Paulo Portas.
Essa será, essa sim, a oportunidade dos desempregados de mudarem de chefe e de VIDA. Entretanto, os danos e os ressentimentos vão marcando uma geração de portugueses, lamentávelmente.
quinta-feira, maio 10, 2012
POIS É...
... É tudo uma questão de estar atento e conhecer o adversário.
Em Setembro de 2010 escrevi isto...
" No ano passado, os anti - benfiquistas acordaram tarde e quando deram por isso a nossa equipa estava já imparável, mesmo a jogar contra 14, em arbitragens tendenciosas e desavergonhadas, como a que se viu ontem. É evidente que a máquina ainda não está afinada e nem precisaria disso ainda para despachar os adversários que nos têm aparecido.
Acontece, como disse, que este ano perderam a vergonha muito cedo e com o Benfica " posto em sossêgo " logo no início do campeonato, a coisa poderá ser sempre recomposta ainda a tempo de salvar a face. Uma vergonha a que o sr. Querença ajudou a dar o mote.
E agora, não completamente fora do contexto, o nosso presidente cometeu um erro de tomo ao ter patrocinado a eleição do sr. Fernando Gomes como presidente da Liga. Ele vai - se arrepender mas será tarde... "
Hoje lembramo - nos de como as coisas acabaram. Este ano, como foi, sem rebuços, denunciado pelo Benfica, as coisas ficaram para o fim e, obscenamente, com os mesmos protagonistas e em jogos -chave - o Querença e o Proença.
Que tal um pulinho à crónica Pressão Alta do Rui Santos no Record de hoje e reavivar o que também já disse por aqui da ingenuidade do Benfica sobre os homens- de - bem que hoje estão à cabeça da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol?
É que a deslocação do negócio da bola está a ser, com a liquidação dos clubes do sul e com o domínio de árbitros do norte, a subir para cima e se o Sporting ( nunca mais ganhará uma Liga... ) e o Benfica não souberem reagir, veremos para o ano o Porto e o Braga e algum outro associado de ocasião no topo do campeonato, com ou sem méritos próprios.
Em Setembro de 2010 escrevi isto...
" No ano passado, os anti - benfiquistas acordaram tarde e quando deram por isso a nossa equipa estava já imparável, mesmo a jogar contra 14, em arbitragens tendenciosas e desavergonhadas, como a que se viu ontem. É evidente que a máquina ainda não está afinada e nem precisaria disso ainda para despachar os adversários que nos têm aparecido.
Acontece, como disse, que este ano perderam a vergonha muito cedo e com o Benfica " posto em sossêgo " logo no início do campeonato, a coisa poderá ser sempre recomposta ainda a tempo de salvar a face. Uma vergonha a que o sr. Querença ajudou a dar o mote.
E agora, não completamente fora do contexto, o nosso presidente cometeu um erro de tomo ao ter patrocinado a eleição do sr. Fernando Gomes como presidente da Liga. Ele vai - se arrepender mas será tarde... "
Hoje lembramo - nos de como as coisas acabaram. Este ano, como foi, sem rebuços, denunciado pelo Benfica, as coisas ficaram para o fim e, obscenamente, com os mesmos protagonistas e em jogos -chave - o Querença e o Proença.
Que tal um pulinho à crónica Pressão Alta do Rui Santos no Record de hoje e reavivar o que também já disse por aqui da ingenuidade do Benfica sobre os homens- de - bem que hoje estão à cabeça da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol?
É que a deslocação do negócio da bola está a ser, com a liquidação dos clubes do sul e com o domínio de árbitros do norte, a subir para cima e se o Sporting ( nunca mais ganhará uma Liga... ) e o Benfica não souberem reagir, veremos para o ano o Porto e o Braga e algum outro associado de ocasião no topo do campeonato, com ou sem méritos próprios.
quinta-feira, maio 03, 2012
SENADO EUROPEU?
PARA QUÊ?
Impossível esperar da classe social dirigente qualquer mudança aos princípios económicos em que se sustenta o seu domínio e o seu bem - estar - o liberalismo.
O povo, sempre " sábio " há muito que definiu num aforismo manhoso a natureza que do conhecimento maioritário de si e dos outros tem aprendido - Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte.
Ora, de tolo a classe social no poder não tem nada e quanto à arte de esconder dos tolos que a sua miséria periódica é não culpa própria e está incontornàvelmente ligada, como sabem, à economia liberal da qual as cíclicas crises não são mais do que os resultados de um reordenamento dos rendimentos, sempre que à boleia das migalhas que caem do pote, o Zé melhora o seu estado económico e o seu poder de compra, mimando os tiques e os privilégios da burguesia endinheirada, ela está pujante.
Por mais que os bem intencionados procurem explicações outras para debelar essa urdidura cíclica que tem sistemáticamente devolvido à realidade a proporcionalidade éticamente reprovável da repartição dos rendimentos, a economia política tornou - se um instrumento de domínio e gestão dos desequilíbrios e não de coesão social.
Uma sociedade " equilibrada " numa repartição justa do rendimento nacional não faz parte dos ensinamentos das escolas de economia dos países que abraçaram o capitalismo liberal a não ser como uma utópica miragem. Nelas aprende - se, pelo estudo das " conjunturas económicas " a estar atento na manutenção do status e não de como prevenir o aparecimento das brutais assimetrias que a liberdade incontrolada engendra.
" Se Keynes voltasse à Terra não seria certamente keynesiano " proclama o defensor da existência de um Senado europeu ( mais um gabinete burocrático e transnacional de inimigos da Vida ), o presidente do tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, entrevistado pela Clara F.Alves na Revista do Expresso último.
Como!!!|!|? O que é que levaria o pensamento keynesiano a entrar em curto-circuito com o seu projector?
Não creio que a solução monetarista que os estudos de " conjuntura " da escola alemã professam em torno de garrotes orçamentais que estão a empobrecer a Europa e a criar desemprego em massa, fosse do seu agrado e o levassem a tirar uma vírgula ao que pensou e que em relação ao emprego é determinante como factor de coesão social numa sociedade em que os dirigentes se deveriam advertir dos excessos para cima ou para baixo prevenindo e obstando à ocorrência de assimetrias denunciadores do descalabro e de CRISES.
Acontece que as crises do capitalismo, como os artistas as orquestram, são uma " limpeza do sistema " necessária para repôr as disparidades que permitem alimentar fraudulentamente um sistema caduco, imoral, criminoso, em nome das mais nobres aspirações do Homem - a Liberdade e a Democracia.
E vai fazendo o seu caminho numa sociedade que " sábia " acha que somos todos iguais e que quem parte e reparte e...blá-blá-blá...
Impossível esperar da classe social dirigente qualquer mudança aos princípios económicos em que se sustenta o seu domínio e o seu bem - estar - o liberalismo.
O povo, sempre " sábio " há muito que definiu num aforismo manhoso a natureza que do conhecimento maioritário de si e dos outros tem aprendido - Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte.
Ora, de tolo a classe social no poder não tem nada e quanto à arte de esconder dos tolos que a sua miséria periódica é não culpa própria e está incontornàvelmente ligada, como sabem, à economia liberal da qual as cíclicas crises não são mais do que os resultados de um reordenamento dos rendimentos, sempre que à boleia das migalhas que caem do pote, o Zé melhora o seu estado económico e o seu poder de compra, mimando os tiques e os privilégios da burguesia endinheirada, ela está pujante.
Por mais que os bem intencionados procurem explicações outras para debelar essa urdidura cíclica que tem sistemáticamente devolvido à realidade a proporcionalidade éticamente reprovável da repartição dos rendimentos, a economia política tornou - se um instrumento de domínio e gestão dos desequilíbrios e não de coesão social.
Uma sociedade " equilibrada " numa repartição justa do rendimento nacional não faz parte dos ensinamentos das escolas de economia dos países que abraçaram o capitalismo liberal a não ser como uma utópica miragem. Nelas aprende - se, pelo estudo das " conjunturas económicas " a estar atento na manutenção do status e não de como prevenir o aparecimento das brutais assimetrias que a liberdade incontrolada engendra.
" Se Keynes voltasse à Terra não seria certamente keynesiano " proclama o defensor da existência de um Senado europeu ( mais um gabinete burocrático e transnacional de inimigos da Vida ), o presidente do tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, entrevistado pela Clara F.Alves na Revista do Expresso último.
Como!!!|!|? O que é que levaria o pensamento keynesiano a entrar em curto-circuito com o seu projector?
Não creio que a solução monetarista que os estudos de " conjuntura " da escola alemã professam em torno de garrotes orçamentais que estão a empobrecer a Europa e a criar desemprego em massa, fosse do seu agrado e o levassem a tirar uma vírgula ao que pensou e que em relação ao emprego é determinante como factor de coesão social numa sociedade em que os dirigentes se deveriam advertir dos excessos para cima ou para baixo prevenindo e obstando à ocorrência de assimetrias denunciadores do descalabro e de CRISES.
Acontece que as crises do capitalismo, como os artistas as orquestram, são uma " limpeza do sistema " necessária para repôr as disparidades que permitem alimentar fraudulentamente um sistema caduco, imoral, criminoso, em nome das mais nobres aspirações do Homem - a Liberdade e a Democracia.
E vai fazendo o seu caminho numa sociedade que " sábia " acha que somos todos iguais e que quem parte e reparte e...blá-blá-blá...
quarta-feira, maio 02, 2012
VENHA CÁ!
Notável a polémica em torno da campanha do Pingo Doce, com descontos únicos.
TODA a gente se queixou, excepto os clientes e não foram poucos. Venham mais campanhas do género que a clientela agradece. As queixas foram de quem não precisa dessa alteração anormal ao hábito de saquear os bolsos de quem pouco tem.
Eu não fui lá; as razões dos que lá foram são muitas e fundamentadas e de quem fez a campanha também.
Veremos os desenvolvimentos nesses dias que se seguirão...
TODA a gente se queixou, excepto os clientes e não foram poucos. Venham mais campanhas do género que a clientela agradece. As queixas foram de quem não precisa dessa alteração anormal ao hábito de saquear os bolsos de quem pouco tem.
Eu não fui lá; as razões dos que lá foram são muitas e fundamentadas e de quem fez a campanha também.
Veremos os desenvolvimentos nesses dias que se seguirão...
segunda-feira, abril 30, 2012
MIGUEL PORTAS
Morreu um democrata socialista que manteve uma luta sem tréguas e sem nuances em favor da sua interpretação virtuosa por aqueles que a praticam. Foi um exemplo a seguir pela nova geração.
Aqui fica a minha singela e sincera homenagem.
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