sábado, março 16, 2013
D'A " ELITE " DO REGIME IV
O BURROCRATA - MOR
Em qualquer república europeia as consequências políticas, sociais e económicas derivadas das medidas impostas sobre o país, levariam à sua demissão, por incompetência técnica, ( falhanço total em previsões projectadas... ) comunicacional, ( o discurso pontuado por um linfatismo quase abúlico é tudo o que se condena na mensagem política... ) e política ( o governo está completamente descredibilizado; eventualmente só terá, hoje, o apoio dos deputados do PSD, da BANCA e do sr. presidente da República )
Cruxifixado hoje pelos tutores da troika, desconsolados pelo, afinal péssimo aluno, com quem contariam na criação de uma " jurisprudência " curricular a apresentar a putativos candidatos a resgates financeiros, Gaspar ameaça com o abismo onde estará a prova das suas e as deles razões.
Sem se poder desculpabilizar com a Constituição ( já se tentou... ) o que resta ao Gaspar?
Afinal, os louros com que a ignorância interpretativa política e histórica associadas ao desconhecimento do país e do seu povo ungiu os salvadores da Pátria, nomeadamente o seu intérprete maior - Gaspar - amarelaram - se em contacto com o real, nem lhe valendo já a cumplicidade activa de privilégios incomodados com a invasão dos espaços e cargos públicos por uma classe arrivista, súbitamente consumista de bens dantes só ao alcance de alguns.
A essa desordem urgia pôr termo... Tudo leva a crer que vai falhar...
D'A " ELITE " DO REGIME III
THE WHISTLLER
" Carta fora do baralho ", - foi caracterização analítica feita por Carvalho da Silva, ex - coordenador da C.G.T.P. a um presidente da República que de tão bem conhecer e interpretar as suas obrigações e deveres do cargo se deixou " bloquear " ; se numa primeira fase, perante as investidas do governo PSD/CDS assobiou recomendações que foram desprezadas passou à fase profetizante com conselhos prontamente ignorados. Resultado? Remeteu - se à reflexão pitonísica e encerrou - se no seu palácio.
Se não é muito difícil compreender o dilema ético e pessoal de um presidente que vergastou o governo Sócrates por não ter sido levado em consideração numa medida pontual do anterior governo e que despudoradamente chamou à rua os cidadãos contra as, na altura débeis medidas de austeridade comparadas ao percurso actual, espanta a interpretação demissionária das suas atribuições constitucionais, lançando o " odioso " da resistência a outros órgãos da soberania, justicializando substancialmente um problema político resumido ao repúdio da população portuguesa às imposições tantalizantes da troika, da Europa merkealizada e de um governo inepto.
Tornou se, efectivamente, até hoje, uma carta fora do baralho...
domingo, março 10, 2013
D'A " ELITE " do REGIME II
THE CLEANER
Tarefa dura a deste branqueador para quem o regime se esgotou nos formalismos institucionais reguladores daquilo que alguns apelidam de " lei da rua ". Tem sido soberbo o esforço, que já não é de agora, valha a coerência, deste historiador no desmantelamento da " Grande Mistificação " protagonizada pela esquerdalha indígena no ataque indecoroso ao Poder actual.
A distorção redutora da Crítica ao governo colando - lhe anexos falsos nos quais o absurdo aparece como exigência intransponível tem sido a táctica recorrente, enquanto se valoriza o seu contrário, a Austeridade tout court, como a via dos valores.
Interessante tem sido a fixação anti - comunista em tudo o que seja manifestação cívica, das grandoladas às concentrações de repúdio à coligação, ao poder actual.
A raiva é mais útil do que o desespero, diz a psicologia básica e engana - se o poder e o historiador em confundi - la com mistificações e contos da carochinha, apoucando os valores de cuja defesa, julga a pseudo - elite industriada, em cínica e hipócrita contemplação, ser os guardiães.
Dando de barato que os historiadores, mais do que os leigos pouco informados, tinham a obrigação do conhecimento histórico das implantações dos regimes políticos e da demolição dos sistemas económicos e financeiros deviam ter uma abordagem mais objectiva , menos comprometida, mais distanciada dos factos que a urgência de paginação comentarista obriga em negligência preguiçosa, espanta - me o fundamentalismo onde não deveria existir. E daí, porque não?
Para terminar, uma singela pergunta: - Se a Constituição diz que a soberania está no povo, como povo ele, o cidadão, não tem liberdade de a exercer na rua? Quando a credibilidade dessa representação institucional se rompe com a, essa sim, mistificação dos compromissos eleitorais e contrabando governativo a cidadania extingue - se?
D' A " ELITE " do REGIME...
THE DOER
A Crítica política tem sido unânime na avaliação negativa que tem feito à permanência do ministro Relvas no governo da República. As raízes da fundamentação dessa unanimidade crítica encontram - se em quase todos os parâmetros passíveis de análise das funções que lhe foram atribuídas e nos contornos nebulosos do que já foi considerado de falta de ética política.
Encarregue da área de comunicação e coordenação política, a sua inépcia, nomeadamente na reforma autárquica, na reestruturação da RTP, na ligação/coordenação da coligação, foi total.
Verdade seja dita que nesse particular o doer, como o vê o P.ministro, não esteve sózinho em incompetência no Governo, a começar pelo ministro Gaspar que tem falhado TODAS as previsões económicas e cujos Orçamentos de estado não resistem a dois meses de exercício, o que sublinho como um caso excepcional de aberração política, que exponenciou o " vazio " das políticas sectoriais, a funcionarem com as migalhas caídas de orçamentos descredibilizados pelo real.
E voltemos ao doer...
É pensamento comum que no Governo só tem o apoio do produto do seu doerismo - o primeiro - ministro Passos Coelho e a pergunta de um milhão fá - la toda a gente. Porquê?
Por mim, só há uma explicação para esse apoio incondicional, custe o que custar, e chama - se LEALDADE. E se no campo do relacionamento pessoal, pelo que deve ao Relvas no concretizar de um sonho e de uma ambição de carreira política o mérito desse posicionamento seja de aplaudir, quanto mais não seja pela raridade no meio, o País político não só não se revê nessa " qualidade " e atém - se no que considera pernicioso para o governo e naturalmente para o país - a descredibilização de um ministro que se tornou viral no espaço mediático.
quarta-feira, março 06, 2013
BURROCRATAS OU " PALHAÇOS " ?
25% dos italianos disseram vaffanculo aos primeiros e bem - vindos aos segundos. Da tristeza irremediável atrelada a uns preferiram o anti-sistema teorizado pelos outros.
Dos primeiros conheceram e conhecem na pele a prática daninha de governação, a incompetência política e o cinismo tacanho; dos outros, para já, conhecem a negação comum ao status quo.
As reacções dos instalados e do Poder em geral foi de surpresa.
Não é que a nós nos surpreenda mas é preciso uma grande " cara de pau " e uma repetida, redundante ( não temo adjectivações...) hipocrisia para se admirar da reacção popular contra a governação da UE, para mais quando ela ainda se recusa a existência como tal e mascara o seu monetarismo sectário com austeridade, custe o que custar.
Por uma questão de transparência e honestidade, a condenação tem um destinatário claro, a Alemanha de Merkel e dos aliados de ocasião, sustentados por uma fanática ética luterana, que a par do calvinismo dos USA, mascaram a silenciada exploração capitalista com um salto qualitativo de monta; da posse dos meios de produção que a desindustrialização deliberada cancelou, partiu para o domínio do dinheiro e do investimento financeiro, vulgo capitalismo de casino, com o qual manietou, primeiro as nações, depois os Estados e se não houver resistência e demolição, a própria Liberdade.
A tudo isso, a esse medonho e criminoso exercício chamou Globalização e ornou - o dessa capacidade sofismática de poder beneficiar cada um dos povos.
A ilusão foi breve; tinha sido mais uma manobra da Banca que subtraído o investimento na economia armazenou e faz circular o novo e único meio de controlar a liberdade, dos indivíduos, das nações e dos estados.
À actividade pacífica e quiçá prazenteira para os alvos, sugerida pelos italianos responderam com insultos, apalhaçando as escolhas democráticas.
Ninguém se engane, a tentação totalitária está em passo acelerado; os sinais abundam, coisa que a intolerância e o afastamento dos representantes da Democracia proseguem, uns conscientemente, outros como idiotas úteis, outros por anemia intelectual, outros por desvirgamento de carácter.
Já há avisos feitos aos tiques fascistas, da judicialização da política, ao controlo obsessivo e desmesurado dos cidadãos através da máquina fiscal e a arbitrariedade programática ao arrepio do sufragado em eleições coroada pela titerização de um governo a mando de ( Merkel é o rosto visível... ) QUEM?
PONHAM - SE A PAU, JUVENTUDE. Nós conhecemos a ditadura. Por enquanto só lhe sentem o cheiro da História e as pulsões actuais. Não queiram conhecer o resto ...
Dos primeiros conheceram e conhecem na pele a prática daninha de governação, a incompetência política e o cinismo tacanho; dos outros, para já, conhecem a negação comum ao status quo.
As reacções dos instalados e do Poder em geral foi de surpresa.
Não é que a nós nos surpreenda mas é preciso uma grande " cara de pau " e uma repetida, redundante ( não temo adjectivações...) hipocrisia para se admirar da reacção popular contra a governação da UE, para mais quando ela ainda se recusa a existência como tal e mascara o seu monetarismo sectário com austeridade, custe o que custar.
Por uma questão de transparência e honestidade, a condenação tem um destinatário claro, a Alemanha de Merkel e dos aliados de ocasião, sustentados por uma fanática ética luterana, que a par do calvinismo dos USA, mascaram a silenciada exploração capitalista com um salto qualitativo de monta; da posse dos meios de produção que a desindustrialização deliberada cancelou, partiu para o domínio do dinheiro e do investimento financeiro, vulgo capitalismo de casino, com o qual manietou, primeiro as nações, depois os Estados e se não houver resistência e demolição, a própria Liberdade.
A tudo isso, a esse medonho e criminoso exercício chamou Globalização e ornou - o dessa capacidade sofismática de poder beneficiar cada um dos povos.
A ilusão foi breve; tinha sido mais uma manobra da Banca que subtraído o investimento na economia armazenou e faz circular o novo e único meio de controlar a liberdade, dos indivíduos, das nações e dos estados.
À actividade pacífica e quiçá prazenteira para os alvos, sugerida pelos italianos responderam com insultos, apalhaçando as escolhas democráticas.
Ninguém se engane, a tentação totalitária está em passo acelerado; os sinais abundam, coisa que a intolerância e o afastamento dos representantes da Democracia proseguem, uns conscientemente, outros como idiotas úteis, outros por anemia intelectual, outros por desvirgamento de carácter.
Já há avisos feitos aos tiques fascistas, da judicialização da política, ao controlo obsessivo e desmesurado dos cidadãos através da máquina fiscal e a arbitrariedade programática ao arrepio do sufragado em eleições coroada pela titerização de um governo a mando de ( Merkel é o rosto visível... ) QUEM?
PONHAM - SE A PAU, JUVENTUDE. Nós conhecemos a ditadura. Por enquanto só lhe sentem o cheiro da História e as pulsões actuais. Não queiram conhecer o resto ...
ADEUS, COMANDANTE CHAVÉZ
Deixarás, seguramente, muitas saudades ao teu povo e um lugar cativo na História do teu país pelo que da tua luta pela decência política contra os malfeitores de colarinho branco ficará na memória colectiva.
Mais um resistente activo à selvageria capitalista que se foi. Que em teu lugar apareçam milhares a dizer - ASSIM NÃO!
Por outro lado, confesso que temo pelo futuro próximo da Venezuela. Os crápulas financeiros afiam já as unhas para o assalto ao património do país. Saiba o povo venezuelano fazer -lhes frente...
domingo, março 03, 2013
O " PANFLETO "
J.P.P. no www.abrupto.blogspot.com de hoje, igual a si próprio no desmascaramento contínuo que exercita sobre os " podres " da nossa vida colectiva, esteve no seu melhor.
Os livres pensadores são personagens incómodas e J.P.P. sempre " incomodou " o Poder, recusando - se a ser o intelectual de serviço, o que a sua anarquia ideológica prova à saciedade em cada intervenção.
O seu panfleto de hoje remeteu - me a um texto de Virgílio Ferreira do seu livro « PENSAR » da visão pragmática sobre o intelectual, considerado como um inútil, um chato, um complicado,um desperdício a dar baixa no activo da humanidade, do qual cito as últimas palavras - Há todavia um pequeno pormenor maçador e é que a própria humanidade sofre com isso também uma baixa por tabela. É esquisito mas é assim. Porque se não fossem esses chatos, a história dos humanos era apenas a da pocilga com apenas talvez uma variedade de feitio.
Os livres pensadores são personagens incómodas e J.P.P. sempre " incomodou " o Poder, recusando - se a ser o intelectual de serviço, o que a sua anarquia ideológica prova à saciedade em cada intervenção.
O seu panfleto de hoje remeteu - me a um texto de Virgílio Ferreira do seu livro « PENSAR » da visão pragmática sobre o intelectual, considerado como um inútil, um chato, um complicado,um desperdício a dar baixa no activo da humanidade, do qual cito as últimas palavras - Há todavia um pequeno pormenor maçador e é que a própria humanidade sofre com isso também uma baixa por tabela. É esquisito mas é assim. Porque se não fossem esses chatos, a história dos humanos era apenas a da pocilga com apenas talvez uma variedade de feitio.
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
POIS É...
Angola, melhor, o governo angolano, não gostou de ver a Justiça portuguesa atrás das manigâncias dos seus dirigentes, ministros, altos quadros militares e agora o seu procurador-geral.
Nem mais um tusto de investimento para Portugal - clama irado o Jornal estatal contra o que diz ser uma perseguição a honrados cidadãos que figuram na lista dos mais ricos de Angola, com fortunas de centenas de milhões de euros, fruto do seu mais que estimável labor pelo bem do país.
Percebe - se a reacção... No fim de contas, o dinheiro não devia ter cor e o raio da Justiça portuguesa dos colonialistas deveria fechar os olhos e estar de bico calado. Afinal quem é que manda nessa gente? Se o Governo português não os sabe pôr na ordem, como fazemos por aqui, fechamos a torneira.
Bem, essa visão de Portugal como sendo uma república das bananas está a fazer escola entre o novo - riquismo angolano e os seus porta-vozes. Eventualmente o petróleo e os diamantes estarão a turvar a visão de muita gente por aquelas paragens. Que tal, diplomàticamente, claro, levar umas cópias da Constituição Portuguesa na próxima visita de estado e distribuí -las aos governantes e aos jornalistas? E lembrar - lhes que ela ainda não se tornou num ornamento liberal passível de todos os desconchavos e que apesar do Algarve e Madeira produzirem bananas elas ainda são poucas para permitir o ingresso no club.
Nem mais um tusto de investimento para Portugal - clama irado o Jornal estatal contra o que diz ser uma perseguição a honrados cidadãos que figuram na lista dos mais ricos de Angola, com fortunas de centenas de milhões de euros, fruto do seu mais que estimável labor pelo bem do país.
Percebe - se a reacção... No fim de contas, o dinheiro não devia ter cor e o raio da Justiça portuguesa dos colonialistas deveria fechar os olhos e estar de bico calado. Afinal quem é que manda nessa gente? Se o Governo português não os sabe pôr na ordem, como fazemos por aqui, fechamos a torneira.
Bem, essa visão de Portugal como sendo uma república das bananas está a fazer escola entre o novo - riquismo angolano e os seus porta-vozes. Eventualmente o petróleo e os diamantes estarão a turvar a visão de muita gente por aquelas paragens. Que tal, diplomàticamente, claro, levar umas cópias da Constituição Portuguesa na próxima visita de estado e distribuí -las aos governantes e aos jornalistas? E lembrar - lhes que ela ainda não se tornou num ornamento liberal passível de todos os desconchavos e que apesar do Algarve e Madeira produzirem bananas elas ainda são poucas para permitir o ingresso no club.
quarta-feira, fevereiro 20, 2013
A SAFADINHA...
A danadinha da Língua Portuguesa continua a desmerecer dos seus praticantes mais dotados um desrespeito contumaz.
Os exemplos vêm de cima, como C.Ferreira Alves descobriu, num pulinho à página do nosso premier em exercício facebookiano, na Revista do último Expresso. Saiu de lá desolada com o martirio a que estiveram sujeitas as pobres preposições e uns rápidos esclarecimentos.
Longe de mim, já o disse, ser especialista do que quer que seja o que, em Portugal, me põe no universo geral da mediocridade a que nos condenaram, MAS...
...Acontece que, perante tanto mau uso desta belíssima Língua, em lugares insuspeitos (!!!?)como os Media e principalmente nos meus jornais, chateia - me à brava os lapsos que aí ocorrem e não fossem as circunstâncias de andarem também a ensinar asneiras à minhas netas que começaram a aprender a ler e a escrever....
" Portugal poupará 14,9 mil milhões de euros se tiver condições idênticas à Grécia " titula na primeira página em letras garrafais o " I " de hoje.
Condições idênticas à Grécia? Não percebi. Quais? As climáticas? As políticas?
Bem, o que o autor quis dizer, na linha do artigo de fundo seria .... se tiver condições idênticas ÀS ( que foram dadas à Grécia, em subintenção ) da Grécia e não o que foi escrito, correcto? A concordância definida e contracção prepositiva é com o plural condições e não com o país, Grécia .
" QUE SE LIXE A TROIKA "
A Oposição políticamente correcta clamou aqui d'el rei perante a ameaça do Movimento Q.S.L. a Troika de reduzir ao silêncio um Governo que se encerra em palácios para discutir com os seus umbigos o destino de milhões de democratas.
Com o Governo ergueu - se de algumas consciências um clamor horrorizado pela afronta à sacrossanta liberdade de expressão como se ela pudesse ser formatada e balizada em cada uma das almas que a exigem numa expressão e pensamento único que calasse os livre - pensadores, catalogando -os de radicais e... está tudo dito.
Acontece que os fundamentos que sustentam o repúdio verdadeiramente democrata prendem -se exactamente aos mesmos fundamentos que caucionam a liberdade de expressão exercida pelos chamados radicais. A variação de tom, som, substância, direcção, objectivo, redefine com clareza a diferença entre a diletância intelectual e crítica inconsequente e enquadrada e a assertividade e conjugação do pensamento e da acção concreta.
É que não basta dizer - se que qualquer Poder não presta e... paciência, mesmo sabendo que quando essa imprestação se revela em acções contínuamente perniciosas, a democracia tem instrumentos para o remover, por mais democráticamente que ele tenha sido eleito. O bom - senso diz - nos que os erros têm de ser corrigidos, antes que a sua multiplicação os torne irreversíveis.
Alguém duvida da legitimidade do Q.S.L. a Troika de ter acções que não se esgotem nos passeios da CGTP e da UGT pelas Avenidas?
Arraiais inconsequentes, um direito que lhes assiste e... toca andar, o Governo não se vai distrair com as manifestações, os cães ladram e a caravana passa..., etc, etc, tem sido a interpretação do Poder e dos seus fiéis do desagrado popular. Dou de barato que é um direito que democráticamente também é deles.
E AGORA, COMO É QUE SE VAI DESATAR ESSE IMPASSE DEMOCRÁTICO? Pelo jogos das interpretações, dos governantes, dos comentaristas, dos bloguistas e de todas as corporações que manipulam este país? E a maioria não iluminada como fica? Refém da iluminação do pântano entrevisto por Guterres e que o pôs a milhas?
QUE POBREZA REDUTORA ESSA...
sexta-feira, fevereiro 15, 2013
MAIS UMA SINGULARIDADE...
BENTO XVI DEMITE- SE
O presidente do Vaticano pediu a demissão do cargo de chefe de estado. É um direito que lhe assiste e se configurasse todas as razões do seu abandono quero crer que a minha solidariedade intelectual com o homem seria total.
A racionalidade de Ratzinger impõe -lhe um imperativo moral que a política costuma denegar e quando as razões do estado se sobrepõem à consciência, religiosa, ética ou racional, por algum lado há - de partir; resta o abandono lúcido e a paz de espírito, que infelizmente para qualquer consciência èticamente formatada é uma ilusão.
A singularidade de vermos um Papa a assistir à nomeação do seu sucessor e de alguma maneira influir quase decisivamente na escolha do perfil de um novo será analisada em profundidade pelos especialistas da Cúria romana.
Estaremos por cá a ver a marcha da História...
SINGULARIDADES, OU...CINISMO, VÁ -SE LÁ SABER...
SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
A Constituição Portuguesa tem tido várias revisões que, numa visão virtuosa dos seus méritos, tiveram por fim adequar alguns determinativos à marcha da História, preservando a essência da que foi considerada uma das evoluídas do mundo.
Nos últimos tempos, ela tem sido alvo do mais descarado ataque ( ia dizer ideológico, conferindo - lhe alguma substância reflexiva, o que não é o caso ) desde a sua promulgação, que como TODAS as constituições reflectem sobre o passado e projectam um futuro baseado em valores que lhe deram origem. Basta ver, como exemplos, a Constituição dos USA e da Alemanha, para não falar da francesa; as emendas, revisões, aditamentos, etc, mais não fazem do que aprofundar a essência do que lá está.
Dizem - nos, ( luminárias avulsas... ) que hoje não é possível cumprir a Constituição, que está velha, ( ignorância ou cinismo histórico) e que não corresponde à realidade ( e qual é ela?...) de hoje, que é complexa, que há artigos a mais e que, em resumo, é uma utópica construção de marcianos para um bando de babuínos e que não serve para gente como nós, coisa que gente lúcida como os anti-constitucionalistas, já há muito tinham denunciado com a preclara constatação de que NÃO SERVE AO PAÍS.
O país de que falam e que querem aprofundar, contra o qual o colectivo néscio mansamente barafusta, é o da corrupção feita modo de ser, o da manha e falso prestígio, o do tráfico de influências, o da Justiça oblíqua e corporativa, o da ignorância e desinformação, o da imoralidade feita pragmatismo, o dos interesses instalados, o do logo se vê...
Que " modernice " ou inovação social, económica ou educacional poderá decentemente se comparar com a solidariedade utópica da Constituição de Abril e substituiria a soberania do povo na sua prerrogativa de expulsar do poder o desrespeito da sua condição não - elitista?
Como anarquista sem remédio, sugiro à coisa que em Portugal se confunde com elitismo e que apodo de provincianismo bolorento, uma constituição do SALVE - SE QUEM PUDER e vamos medir as forças.
Até pode ser que dos destroços da malfeitoria global, e não para alguns, resulte uma nova utopia e desta vez implacável com os vencidos.
VAMOS A ISTO?
A Constituição Portuguesa tem tido várias revisões que, numa visão virtuosa dos seus méritos, tiveram por fim adequar alguns determinativos à marcha da História, preservando a essência da que foi considerada uma das evoluídas do mundo.
Nos últimos tempos, ela tem sido alvo do mais descarado ataque ( ia dizer ideológico, conferindo - lhe alguma substância reflexiva, o que não é o caso ) desde a sua promulgação, que como TODAS as constituições reflectem sobre o passado e projectam um futuro baseado em valores que lhe deram origem. Basta ver, como exemplos, a Constituição dos USA e da Alemanha, para não falar da francesa; as emendas, revisões, aditamentos, etc, mais não fazem do que aprofundar a essência do que lá está.
Dizem - nos, ( luminárias avulsas... ) que hoje não é possível cumprir a Constituição, que está velha, ( ignorância ou cinismo histórico) e que não corresponde à realidade ( e qual é ela?...) de hoje, que é complexa, que há artigos a mais e que, em resumo, é uma utópica construção de marcianos para um bando de babuínos e que não serve para gente como nós, coisa que gente lúcida como os anti-constitucionalistas, já há muito tinham denunciado com a preclara constatação de que NÃO SERVE AO PAÍS.
O país de que falam e que querem aprofundar, contra o qual o colectivo néscio mansamente barafusta, é o da corrupção feita modo de ser, o da manha e falso prestígio, o do tráfico de influências, o da Justiça oblíqua e corporativa, o da ignorância e desinformação, o da imoralidade feita pragmatismo, o dos interesses instalados, o do logo se vê...
Que " modernice " ou inovação social, económica ou educacional poderá decentemente se comparar com a solidariedade utópica da Constituição de Abril e substituiria a soberania do povo na sua prerrogativa de expulsar do poder o desrespeito da sua condição não - elitista?
Como anarquista sem remédio, sugiro à coisa que em Portugal se confunde com elitismo e que apodo de provincianismo bolorento, uma constituição do SALVE - SE QUEM PUDER e vamos medir as forças.
Até pode ser que dos destroços da malfeitoria global, e não para alguns, resulte uma nova utopia e desta vez implacável com os vencidos.
VAMOS A ISTO?
sábado, fevereiro 09, 2013
MANIGÂNCIAS...
O desmascaramento, levado a cabo por Bruno Faria Lopes no jornal " I " de 8/2, sobre o valor implícito, embora não expressa, da Ética, no caso a sua ausência, nos salta - pocinhas que enxameiam os altos cargos da administração de Estados e que de saltinhos a saltões chegam a lugares cimeiros, amparados por uma cumplicidade que, mutatis mutandis, não eleva os seus patronos e que transportam consigo para as novas funções a " matriz " eficaz, claro, que os guindou ao sucesso, é exemplar.
A personagem que deu origem à reflexão do Bruno Lopes chama - se Anette Schavan e é ministra do governo Merkel, como por aqui se podia falar de outras personalidades.
Anette, provávelmente vai perder o título de DRA. obtida com recurso ao plágio de trabalhos reflexivos feitos por outrém e corre o risco de ser obrigada a pedir a demissão do governo.
E porquê? O que tem a bota a ver com a perdigota?, s'espantará muita gente, excepto aqueles para quem a falta de ética comportamental, uma vez denunciada tem de se haver com consequências, para o caso, políticas. E o seu afastamento do governo será o mínimo dos castigos.
Aparentemente, como no caso Franquelim Alves, a incapacidade manifesta, por convicção genuína, queremos crer, ou haverá contornos não esclarecidos na sua nomeação, de VER a inadequação ética da sua nomeação para o governo devido à sua associação como administrador ao BPN, mesmo que não tivesse metido a mão na massa, prende - se, dizia, com a cumplicidade empática que instintivamente compreende, aceita e desvaloriza o sucedido.
Nada disto tem a ver com a " ditadura " do políticamente correcto ( era o que faltava a sua condenação... pelos amoralistas... ) insultado pelo inefável Luiz Pondé por aqui retratado. Tem sim a ver com o declive cada vez mais permissivo no esvaziamento moral de comportamentos que associados a interesses próprios não olha a meios para atingir os fins, o qual urge atalhar, de desmascaramento em desmascaramento, papel esse que corajosos jornalistas contemplam com o nosso apoio incondicional.
A personagem que deu origem à reflexão do Bruno Lopes chama - se Anette Schavan e é ministra do governo Merkel, como por aqui se podia falar de outras personalidades.
Anette, provávelmente vai perder o título de DRA. obtida com recurso ao plágio de trabalhos reflexivos feitos por outrém e corre o risco de ser obrigada a pedir a demissão do governo.
E porquê? O que tem a bota a ver com a perdigota?, s'espantará muita gente, excepto aqueles para quem a falta de ética comportamental, uma vez denunciada tem de se haver com consequências, para o caso, políticas. E o seu afastamento do governo será o mínimo dos castigos.
Aparentemente, como no caso Franquelim Alves, a incapacidade manifesta, por convicção genuína, queremos crer, ou haverá contornos não esclarecidos na sua nomeação, de VER a inadequação ética da sua nomeação para o governo devido à sua associação como administrador ao BPN, mesmo que não tivesse metido a mão na massa, prende - se, dizia, com a cumplicidade empática que instintivamente compreende, aceita e desvaloriza o sucedido.
Nada disto tem a ver com a " ditadura " do políticamente correcto ( era o que faltava a sua condenação... pelos amoralistas... ) insultado pelo inefável Luiz Pondé por aqui retratado. Tem sim a ver com o declive cada vez mais permissivo no esvaziamento moral de comportamentos que associados a interesses próprios não olha a meios para atingir os fins, o qual urge atalhar, de desmascaramento em desmascaramento, papel esse que corajosos jornalistas contemplam com o nosso apoio incondicional.
ABERRAÇÕES
ABUSOS SEXUAIS DE CRIANÇAS NA TERRA DO KAMASUTRA
É medonho o relatório do Human Rights Watch sobre o que se passa na terra do Gandhi no que diz respeito à aberrante e anti - natural prática de sevícias sexuais sobre crianças e ao assustador e criminoso exercício de violação.
Até os animais, de qualquer espécie, acatam o determinismo da lei natural sobre o amadurecimento sexual. Os sapiens , em geral, o fazem e em todas as sociedades humanas essas práticas em análise são TABUS. A sua ocorrência em qualquer sociedade, dos bosquímanos aos asiáticos, dos americanos aos europeus deveria ser violentamente punida, com exclusão espacial perene do convívio dos predadores com as nossas crianças e com a aplicação inapelável da pena de morte em caso de vítimas mortais.
O que é realmente perturbador é o cinismo cultural que admite relativismos conducentes à aceitação de normas tradicionais em algumas paragens e o espesso manto de silêncio que cobre essa realidade no espaço da sociedade ocidental.
Se o H.R.W. se atrever a fazer um estudo sobre o que se passa a esse nível na Europa, por exemplo, junto das suas crianças e mesmo recorrendo à memória dos seus adultos, a nossa indignação sobre o que se passa noutras paragens, como a Índia, o Japão ou a China, para não falar dos USA, ficará soezmente enquadrada numa realidade que de tão universalizada adquire matrizes sociopatas no mínimo medonhas, no que diz respeito ao condicionamento da nossa animalidade, que séculos de repressão não extirpou, no que à sua face íntima e pessoal diz respeito.
É medonho o relatório do Human Rights Watch sobre o que se passa na terra do Gandhi no que diz respeito à aberrante e anti - natural prática de sevícias sexuais sobre crianças e ao assustador e criminoso exercício de violação.
Até os animais, de qualquer espécie, acatam o determinismo da lei natural sobre o amadurecimento sexual. Os sapiens , em geral, o fazem e em todas as sociedades humanas essas práticas em análise são TABUS. A sua ocorrência em qualquer sociedade, dos bosquímanos aos asiáticos, dos americanos aos europeus deveria ser violentamente punida, com exclusão espacial perene do convívio dos predadores com as nossas crianças e com a aplicação inapelável da pena de morte em caso de vítimas mortais.
O que é realmente perturbador é o cinismo cultural que admite relativismos conducentes à aceitação de normas tradicionais em algumas paragens e o espesso manto de silêncio que cobre essa realidade no espaço da sociedade ocidental.
Se o H.R.W. se atrever a fazer um estudo sobre o que se passa a esse nível na Europa, por exemplo, junto das suas crianças e mesmo recorrendo à memória dos seus adultos, a nossa indignação sobre o que se passa noutras paragens, como a Índia, o Japão ou a China, para não falar dos USA, ficará soezmente enquadrada numa realidade que de tão universalizada adquire matrizes sociopatas no mínimo medonhas, no que diz respeito ao condicionamento da nossa animalidade, que séculos de repressão não extirpou, no que à sua face íntima e pessoal diz respeito.
terça-feira, fevereiro 05, 2013
ÉTICA!!!? O que é isso!!!!???
A nomeação do sr. Franquelim Alves para um lugar de secretário de Estado causou estupefacção em todos aqueles que conheceram os contornos nebulosos da roubalheira nacional que foi o caso BPN, ou seja, em todos os portugueses.
Perdão, eu disse TODOS os portugueses? Errado! Há uma clique governativa para a qual o alcance da vergonha e os limites da decência não existem. E não existem porque, suponho, não tiveram quaisquer referências que lhes servissem de modelos para uma qualquer aproximação a uma vaga noção daquilo que todo o Homem adulto interioriza - a noção do certo e do errado - e a aplicação desse reconhecimento nas suas acções como ser, em liberdade.
Poder - se - á dizer que o pragmatismo como modo de vida se sente bem na dispensa desse obstáculo à eficácia ou ao que quer que se tenha como tal e que a transposta para a lide governativa, dispensando - a superiormente em nome do interesse nacional, acoplando - a objectivamente a um bem, que súbito se vê vilipendiado pelos meios que aquela usa para a sua prossecução.
A miséria de tudo isto está na honestidade do espanto genuíno que o Governo sente com a reacção da populaça à falta de vergonha e ao COMO É POSSÍVEL!!!??? que se solta da sua indignação a actos cujos alcances éticos o poder NÃO CONSEGUE VER.
Essa incapacidade de VER encontrámo - la últimamente em Jonet, no Amorim, no Ulrich e por aí fora. ELA existe, pura e simplesmente.
A mim, assusta - me mais a existência desse buraco negro do que uma corrupção ética ou mesmo uma moralidade outra.
Em patologia clínica isso tem um nome; o autismo já está declarado, agora soma - se a psicopatia.
Perdão, eu disse TODOS os portugueses? Errado! Há uma clique governativa para a qual o alcance da vergonha e os limites da decência não existem. E não existem porque, suponho, não tiveram quaisquer referências que lhes servissem de modelos para uma qualquer aproximação a uma vaga noção daquilo que todo o Homem adulto interioriza - a noção do certo e do errado - e a aplicação desse reconhecimento nas suas acções como ser, em liberdade.
Poder - se - á dizer que o pragmatismo como modo de vida se sente bem na dispensa desse obstáculo à eficácia ou ao que quer que se tenha como tal e que a transposta para a lide governativa, dispensando - a superiormente em nome do interesse nacional, acoplando - a objectivamente a um bem, que súbito se vê vilipendiado pelos meios que aquela usa para a sua prossecução.
A miséria de tudo isto está na honestidade do espanto genuíno que o Governo sente com a reacção da populaça à falta de vergonha e ao COMO É POSSÍVEL!!!??? que se solta da sua indignação a actos cujos alcances éticos o poder NÃO CONSEGUE VER.
Essa incapacidade de VER encontrámo - la últimamente em Jonet, no Amorim, no Ulrich e por aí fora. ELA existe, pura e simplesmente.
A mim, assusta - me mais a existência desse buraco negro do que uma corrupção ética ou mesmo uma moralidade outra.
Em patologia clínica isso tem um nome; o autismo já está declarado, agora soma - se a psicopatia.
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
SOCORRO...
...QUE ME ESTÃO A IR AO BOLSO!
Querem ver que afinal a cegueira política de que padeciam alguns portugueses ilustres de que reiteradamente este escriba tem falado por aqui, viu a luz?
Não é que hoje toda a gente, nomeadamente os encarniçados defensores da " bestialidade " do sr. Gaspar, da troyka e do sr. Passos Coelho dão de barato, como se de repente tivessem tido uma epifania, que as coisas assim não funcionam?
O que terá acontecido? Simples...., o Gaspar foi - lhes aos bolsos, forte e feio. Apesar de fundos ele conseguiu lá chegar e causar mossa. E já se fala em " ruínas " e " miopias científicas ", a par de outros destroços que vão sendo deixados pelo caminho.
Descobre - se, finalmente, que não eram as mudanças que incomodavam os " cães "( e que a cachorrice de que fala o nababo Amorim e o inqualificável Ulrich, cujos ladrares são a marca do que políticamente está errado em Portugal... ) , coisas que qualquer mortal instintivamente tem interiorizado no seu ADN pela sua inevitabilidade e as adequações necessárias, sob o risco de não-sobrevivência digna, está obrigado a fazer.
O que esteve e está em causa é o modo canhestro como essas mudanças estão a ser orquestradas, custe o que custar. O que está em causa é a ignorância do país real, o que está em causa é a burrice política, mascarada de ciência financeira, confundida com determinação autista e burocrática cujo conhecimento de Portugal se fica pelas folhas estatísticas e a sua descontextualização comparativa com outros países.
Mais vale tarde do que nunca diria o povo, e já vai tarde a reacção de quem podia ter ajudado a trazer alguma reflexão consequente à Crítica.
No fim de contas, o que é que tinham a ver com essa entidade mítica criada pelos radicais anarquistas - o povo - e o seu sofrimento?
É claro que esgotadas as capacidades de exaurir os recursos do povo, Gaspar só poderia recorrer, em coerência com a toleima excel a outros bolsos. Ora, esses não estão a gostar de ser revolvidos, daí o ajustamento dos neurónios à realidade que afligia e aflige a ralé.
Elementar, caros compatriotas; não é a solidariedade nem a concordância com a crítica que os fez mexer noutro comprimento de onda; o mérito desse despertar é demasiado mesquinho para a reentrada tardia.
Querem ver que afinal a cegueira política de que padeciam alguns portugueses ilustres de que reiteradamente este escriba tem falado por aqui, viu a luz?
Não é que hoje toda a gente, nomeadamente os encarniçados defensores da " bestialidade " do sr. Gaspar, da troyka e do sr. Passos Coelho dão de barato, como se de repente tivessem tido uma epifania, que as coisas assim não funcionam?
O que terá acontecido? Simples...., o Gaspar foi - lhes aos bolsos, forte e feio. Apesar de fundos ele conseguiu lá chegar e causar mossa. E já se fala em " ruínas " e " miopias científicas ", a par de outros destroços que vão sendo deixados pelo caminho.
Descobre - se, finalmente, que não eram as mudanças que incomodavam os " cães "( e que a cachorrice de que fala o nababo Amorim e o inqualificável Ulrich, cujos ladrares são a marca do que políticamente está errado em Portugal... ) , coisas que qualquer mortal instintivamente tem interiorizado no seu ADN pela sua inevitabilidade e as adequações necessárias, sob o risco de não-sobrevivência digna, está obrigado a fazer.
O que esteve e está em causa é o modo canhestro como essas mudanças estão a ser orquestradas, custe o que custar. O que está em causa é a ignorância do país real, o que está em causa é a burrice política, mascarada de ciência financeira, confundida com determinação autista e burocrática cujo conhecimento de Portugal se fica pelas folhas estatísticas e a sua descontextualização comparativa com outros países.
Mais vale tarde do que nunca diria o povo, e já vai tarde a reacção de quem podia ter ajudado a trazer alguma reflexão consequente à Crítica.
No fim de contas, o que é que tinham a ver com essa entidade mítica criada pelos radicais anarquistas - o povo - e o seu sofrimento?
É claro que esgotadas as capacidades de exaurir os recursos do povo, Gaspar só poderia recorrer, em coerência com a toleima excel a outros bolsos. Ora, esses não estão a gostar de ser revolvidos, daí o ajustamento dos neurónios à realidade que afligia e aflige a ralé.
Elementar, caros compatriotas; não é a solidariedade nem a concordância com a crítica que os fez mexer noutro comprimento de onda; o mérito desse despertar é demasiado mesquinho para a reentrada tardia.
terça-feira, janeiro 29, 2013
VALHA - ME DEUS!!!!
LUÍZ FELIPE PONDÉ é filósofo, doutor em Filosofia moderna pela USP/Universidade de Paris e pós -doutor pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC e da FAAP, é colunista da Folha de S. Paulo e autor de livros que não conheço e não tenciono conhecer, dada a mostra do mais imbecil livro que me foi dado a ler até hoje de seu nome Guia politicamente incorrecto da Filosofia.
Calculo, pelo paleio do autor na contra -capa, cito, " Este livro é a confissão de um pecador irónico a respeito de uma mentira moral: o politicamento correcto " que a ideia era essa, ser irónico ( não conseguiu... ) já que não consegui vislumbrar nada que a pobreza do sarcasmo do filósofo doutorado conseguisse transformar em algo tão subtil como a ironia.
Quanto à substância, pesporrente, elitizada, do desprezo do sr. Pondé, fede tanto ou mais como eventualmente o mau cheiro que a ralé não doutorada emite, caso deste crítico, e em tanta inconsequência académica de pensar o ser e o mundo refastelado em pantufeiro marasmo social.
Tem alunos na suas aulas, PROF?
P.S.: Definitivamente, voltarei a botar opinião ( não coturnizada, claro...) a esse livro desprezível...
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Sua Excelência, o BURROCRATA - MOR
O regresso de Portugal aos " mercados " deve ter sido uma das maiores manobras financeiras de que há memória, no que concerne à ética política ou a sua ausência, para o caso, indiciadora dos contornos funcionais da Comissão Europeia, do BCE, dos fundos de investimentos e das agências de rating, brincando com a vida das pessoas, com as suas expectativas, com a sua confiança quando vota num Governo que liminarmente, em nome da credibilidade ( santo Deus, que arrogância!!! ) do país o faz recuar décadas, no que a sua crença na Democracia concerne e no respeito que a Política lhe deveria merecer.
João Assunção Ribeiro, desmontou ontem no jornal " I ", sob o título O novo problema de Portugal aquilo que ele chamou da teatralização levada a efeito no sentido de credibilizar, não o País, como cínica e reiteradamente a terminologia politiqueira assevera mas sim a políticamente demente receita dos burrocratas da UE e dos seus mandantes e a construção cozinhada para salvar Portugal e um dos funcionários diligentes da Repartição - Mor.
O mais extraordinário de tudo isso serão as loas atribuídas pela fauna habitual, ao desiderato intrinsecamente falso, porque mentiroso nas consequências, às consequências de pedir empréstimo para pagar aos predadores, num rodízio pescadinha -de - rabo na boca, profetizando sobre uma retoma económica num país em que os consumidores estão semi - falidos, no desemprego ou a emigrar. É o que se chama ver a árvore e não enxergar a floresta.
Que o sr. Presidente Cavaco faça suas as palavras do governo releva da matriz enformadora da espécie retratada para a qual governar é contabilizar fins que os meios a usar, não interessam os destroços que ficam pelo caminho, são éticamente irrelevantes, nem se dando conta, na sua proverbial incultura que a Democracia está a sair vexada com o seu exercício e o excelente serviço que estão a fazer.
Não é que o país não compreenda o que se está a passar; só que compreender não é confiar, como a realidade o irá demonstrar.
quinta-feira, janeiro 17, 2013
DÂ FUSSS PÔ NA CATCHÔR...
Mais um tremendo erro político a somar às calinadas recorrentes de manhosas interpretações do real a dar origem a acções que já merecem um sério estudo psicológico.
Desfeiteadas as capacidades de governar em democracia o Governo, sentindo a gratidão das elites financeiras, nomeadamente das bancas nacionais e estrangeiras com as medidas que vem tomando em prol desses interesses, resolve, sob o pretexto de debate nacional ( !!!??? ) sobre o estado, credibilizar a bondade das suas acções arregimentando a " elite " pensante do sistema ( basta ver quem lá esteve...) num fórum de vaidades e inconsequências, afastando do olhar do povo, através do silêncio dos Media, a consagração de novas medidas de cariz fascista a somar ao absurdo e abusivo O.E. 2013.
A distopia política que começou com a posse deste governo tem de ser travada. Já basta de amestramentos manipuladores e chantagistas, venham eles das corporações, da insane casta burocrática de especialistas imberbes, analfabetos políticos que estão no topo das decisões sobre o País, ou da ganância dos necrófagos zelotas que pululam na Banca e que vão engordando com a desgraça do País, pondo a salvo nos offshores o produto da sua imoralidade e dos contornos sociopatas da sua ética empresarial.
É claro que a ideia peregrina seja associar ao descalabro e à incompetência, por inépcia, o maior número possível de figurantes úteis a quem, mais tarde assacar a culpa comum.
Como não creio que a maior parte deles seja ingénua, que sejam os Media a responsabilizá - los, em caso de silêncio voluntário, com as salvações miríficas que de lá vão sair.
Desfeiteadas as capacidades de governar em democracia o Governo, sentindo a gratidão das elites financeiras, nomeadamente das bancas nacionais e estrangeiras com as medidas que vem tomando em prol desses interesses, resolve, sob o pretexto de debate nacional ( !!!??? ) sobre o estado, credibilizar a bondade das suas acções arregimentando a " elite " pensante do sistema ( basta ver quem lá esteve...) num fórum de vaidades e inconsequências, afastando do olhar do povo, através do silêncio dos Media, a consagração de novas medidas de cariz fascista a somar ao absurdo e abusivo O.E. 2013.
A distopia política que começou com a posse deste governo tem de ser travada. Já basta de amestramentos manipuladores e chantagistas, venham eles das corporações, da insane casta burocrática de especialistas imberbes, analfabetos políticos que estão no topo das decisões sobre o País, ou da ganância dos necrófagos zelotas que pululam na Banca e que vão engordando com a desgraça do País, pondo a salvo nos offshores o produto da sua imoralidade e dos contornos sociopatas da sua ética empresarial.
É claro que a ideia peregrina seja associar ao descalabro e à incompetência, por inépcia, o maior número possível de figurantes úteis a quem, mais tarde assacar a culpa comum.
Como não creio que a maior parte deles seja ingénua, que sejam os Media a responsabilizá - los, em caso de silêncio voluntário, com as salvações miríficas que de lá vão sair.
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