...Minuto 87 do jogo e o treinador não consegue transmitir para dentro do campo a necessidade, face ao resultado, de contenção e posse da bola. Porquê?
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
sábado, maio 11, 2013
quarta-feira, maio 08, 2013
D'A ELITE DO REGIME VIII
The Jelly Boy
A " exaustão " e o vazio político que o PS semeou durante o consulado Sócrates, um fortíssimo líder, " secou " o debate partidário, coisa que o jotinha Seguro, conhecedor do funcionamento do aparelho partidário, como o foi então, o seu adversário político de hoje, Passos, na sua caminhada para o Poder, permitiram que um cinzento político socialista surgisse como alternativa à sucessão do animal feroz.
Seguro não é um pregoeiro de feira, coisa tipo - E leva mais este e mais este... - Eu não estou por aqui para enganar ninguém... , mas do tipo evangelista da IURD, melífluo, mole, tipo bom - rapaz fàcilmente vítima de bulling passivo do que seu perpetrador.
Acontece que a Política exige mais dos seus praticantes. É definitivamente meritório o serviço da causa pública e é racionalmente exigente de muito mais coisas do que ESTAR lá...
O que é o homem e as mais - valias transportadas, necessárias a um estadista ( Ah, como Portugal precisa desesperadamente de alguns...) com visão, coragem, liderança, capaz de roturas e consensos democráticos, que não essa democracia mole e paralizante ancorada numa esperança doentia que não na acção concreta, com um rumo político capaz de fazer dos cidadãos o seu principal defensor, ninguém conhece.
Da cartilha e das frases feitas, mecânicamente repetidas, que o irão levar ao Poder já se conhece. O resto está atrás da cortina, já descerrada por um povo a dizer NÃO; do tremendo resto que é a redefinição do País conhecemos as epístolas evangelizantes.
É POUCO, muito pouco o que sabemos da ignorância deste challenger...
sábado, maio 04, 2013
D'A ELITE DO REGIME VI
O FILISTINO
INADVERTIDAMENTE APAGUEI O POST AQUI INSERIDO HÁ DIAS SOBRE O MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, PAULO PORTAS, E NÃO SEI COMO RECUPERÁ- LO...
P.S.
ACONTECE QUE O PRÓPRIO SE ESTÁ ENCARREGANDO DA ACTUALIZAÇÃO DO QUE FOI ENTÃO POSTADO, O QUE AGRADECEMOS...
D' A ELITE DO REGIME VII
O CATAVENTO
Há uma casta de funcionários burocratizados na UE que da teoria Política reteve o manobrismo e jogo de cintura e da sua praxis o acautelamento dos interesses próprios e dos aliados de ocasião.
O presidente da Comissão europeia, Barroso, é a imagem consagrada da mediocridade de uma liderança. As qualidades pessoais adstritas, pela sua inadequação política que não diplomática, ao cargo, fazem dele uma quase nulidade na função nacessáriamente abrangente que o cargo exige no funcionamento global de uma UE que paulatinamente se desagrega com o seu beneplácito cúmplice.
A tristeza de ver um formidável projecto como pensado, não por políticos mesquinhos e sem visão e grandeza mas pelos seus pensadores, nas mãos de uma tal mediocridade liderativa, conformista, seguidista e deslumbrada pelos afagos dos donos, é penosa.
A História acabada que esses funcionários estão a escrever será feita um dia quando, em nostalgia, sob as ruínas de uma decadência entrevista e revisitada, se lançar um olhar para o exterior, para os Outros.
O enorme drama da superação das supervivências nacionais, como diria Gassett, na sonhada construção dessa Europa, hoje adiada e sem futuro, está hoje transformada numa tragicomédia, ameaçada pelas subserviências ( espantosa ironia histórica... ) nacionais e a apropriação, através do controlo das suas figuras de proa, das suas instituições.
Em vez de portador de uma missão histórica, Barroso borrou a pintura aceitando ser o master's voice dos ventos dominantes; os de hoje são da Alemanha.
domingo, abril 28, 2013
D' as interpretações...
... e das perspectivas lançadas sobre o discurso do presidente da República no dia 25 de Abril na Assembleia da República tivemos visões , isso mesmo, de todos os tipos, como seria de esperar.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
quinta-feira, abril 25, 2013
LAMENTÁVEL!
SAMPAIO, de passagem pelos corredores da Assembleia, interpelado sobre as palavras do presidente da República proferidas no seu discurso cerimonial, disse que o dia era do presidente e dos convidados.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
sexta-feira, abril 19, 2013
D`O TERRORISMO
" QUANDO BOMBAS SÃO LANÇADAS SOBRE CIVIS ISSO É TERRORISMO " - OBAMA
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
quarta-feira, abril 17, 2013
COMO ERA EVIDENTE...
O Burrocrata - Mor Gaspar, teve de ser " denunciado " lá fora para os portugueses constatarem o óbvio ululante repetidamente denunciado já por almas mais atentas.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
sexta-feira, abril 12, 2013
D´A PSICOPATIA SOCIAL...
... Por aqui denunciada, em nome das consequências sociais e não só, objectivamente calculadas e desprezadas com igual frieza pelo Governo dirigido pelo ministro Gaspar, dei aqui testemunho em 5/2, a propósito do buraco negro entrevisto na nula percepção ética por parte deste governo, pelo menos da sua cara visível, da sua acção demolidora sobre o tecido social, económico e financeiro do país.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
quarta-feira, abril 10, 2013
FECHADO PARA BALANÇO
À ESPERA DO GASPAR
Como qualquer lojeca de bairro, o país fechou para balanço enquanto o contabilista trata do que resta à insolvência programada, ao " famigerado " corte das " gorduras " do estado, creio eu...
A demolição programada de um Estado a caminhar para um milénio de existência por parte de uma classe apátrida e deslumbrada da sua população já teve històricamente exemplos malfadados como os que antecederam a entrega do reino aos Filipes contra a resistência tenaz do seu povo.
Acontece que desta vez a resistência está melhor informada sobre a sua liberdade e sobre a sua " elite ". Sabe melhor distinguir a diferença entre o interesse nacional e os interesses outros que sob a capa da sua defesa contrabandeia os interesses próprios e de classe.
Não há dinheiro, dizem - nos, portanto suspende - se a Democracia e por que não, a Liberdade e por que não o País?
TEMPOS DESALMADOS ESSES " apud ad libitum " , M. Veiga.
" FASCISTÓIDES "
INACREDITÁVEL!
O Governo impôs, através do seu chefe Gaspar, assessorado pelo seu delfim, Passos, o estado de excepção ao País, paralisando - o através de uma monstruosa e perigosa medida burrocrata - Nenhum organismo do estado tem autorização para gastar um cêntimo sem o despacho do Ministro das Finanças e não houve nem UM ministro a pedir a demissão do seu cargo, menorizado até à inexistência.
Digo e repito; em personagens outras, até poderia haver uma tentativa racional de interpretação do gesto que não nesses dois " estadistas " do aviário, como sugere M. Veiga numa recente entrevista ao Expresso. " Vivemos tempos desalmados ", caracterizou o social - democrata, desolado com tanta vacuidade governativa.
Uma vingança amuada de uns senhoritos que ao autismo de um se acrescenta a rigidez de carácter, para não ser ofensivo, do outro e a cobardia do resto do Governo, portadores de uma missão que lhes engrandeceria o curriculum perante os futuros empregadores - a UE.
Quem não é por nós... e toma - se o país como inimigo.
Quanto mais tardar a vassourada que se impõe, do Governo à presidência do Estado, mais impunes se julgarão.
E que tal, na nova Assembleia, criar uma Comissão que reflicta sobre as limitações democráticas que uma maioria absoluta e um presidente da mesma cor política, impõem sobre o seu afastamento dos cargos de maneira a evitar exercícios fasciszantes ( sim, o governo foi eleito democràticamente ) por parte de governos democráticos ?
sábado, abril 06, 2013
" CHUMBOS "
Quantos mais reprovações serão precisas até que o aluno se convença de que o chumbo ou aprovação que interessa e tem a primazia é o nacional e não o estrangeiro?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
quinta-feira, abril 04, 2013
D'A VACUIDADE POLÍTICA...
... De hoje, globalizada em todas as paragens do planeta se reflecte em melancolia o homem atento.
A Vida, aquela caracterizada por Gasset, esboroa - se nas urgências que o sonho, hoje cativo, não pode atalhar na contemplação do outro real, aos poucos transfigurado entre dois universos de aquisição, representados pelos que têm dinheiro ou não.
" Só a descontinuidade induzida pelo sonho torna suportável a vida " - E. Cioran
O espaço, rico de projecções, que essa descontinuidade transporta, avisos/alertas/barramentos/ cepticismo, a par de possibilidades/energizações/positivismo/, é essencial no processo consciente de crescimento e amadurecimento do indivíduo e por reflexo das sociedades e das nações.
O sonhar acordado, viver, conjugando o sonho com o real, resume -se, nessa narrativa ( sans blague...) de cariz fascista que o sistema sustenta, onde a posse/circulação de dinheiro, subtraído à realidade concreta dos governados, à economia e ao regime democrático, resume - se , dizia, à subserviência, individual e nacional perante quem o detém, emporcalhando objectivamente o bem mais precioso que sustenta o regime - a Liberdade.
O governo que está hoje em Portugal tornou - se alvo de todas as censuras imagináveis pelo que de criminoso se prefigura a sua acção no assassinato dos sonhos de uma geração. Nenhum erro, de qualquer governo pós-25 de Abril foi definitivo e as suas eventuais consequências foram quase sempre minoradas pelo governo seguinte, na maior parte dos casos; sim, não havia decerto na Europa tanta mediocridade, tanta desfaçatez nos líderes de então, nem tanta subserviência em relação à Alemanha e sim, houve crises económicas que a Política soube resolver.
O que temos hoje? Vacuidade e pesporrência a rodos, futurologia e autismo, bravatas e manhas a esconder uma intolerável demissão das obrigações do Estado, a começar pelo respeito da sua soberania e do seu povo.
Este governo não precisa que o demitam, já se demitiu, assim como o seu protector no palácio de Belém. É um governo de gestão e desgraçadamente ainda vai fazer muuuuito mal ao País.
Eu bem me lembro do então candidato a chefe de Governo, Passos Coelho, dizer que iria desmantelar o Estado e também vi a ingenuidade e boa - fé ajudá -lo nesse propósito.
O que também sei, o que parece ser um anátema para este governo, é que os erros, uma vez aquilatados devem ser corrigidos com celeridade. Pena é que 4 anos seja demasiado tempo de desmantelamento. Só restarão ruínas e aposto que ninguém IRÁ PARAR À PRISÃO.
A Vida, aquela caracterizada por Gasset, esboroa - se nas urgências que o sonho, hoje cativo, não pode atalhar na contemplação do outro real, aos poucos transfigurado entre dois universos de aquisição, representados pelos que têm dinheiro ou não.
" Só a descontinuidade induzida pelo sonho torna suportável a vida " - E. Cioran
O espaço, rico de projecções, que essa descontinuidade transporta, avisos/alertas/barramentos/ cepticismo, a par de possibilidades/energizações/positivismo/, é essencial no processo consciente de crescimento e amadurecimento do indivíduo e por reflexo das sociedades e das nações.
O sonhar acordado, viver, conjugando o sonho com o real, resume -se, nessa narrativa ( sans blague...) de cariz fascista que o sistema sustenta, onde a posse/circulação de dinheiro, subtraído à realidade concreta dos governados, à economia e ao regime democrático, resume - se , dizia, à subserviência, individual e nacional perante quem o detém, emporcalhando objectivamente o bem mais precioso que sustenta o regime - a Liberdade.
O governo que está hoje em Portugal tornou - se alvo de todas as censuras imagináveis pelo que de criminoso se prefigura a sua acção no assassinato dos sonhos de uma geração. Nenhum erro, de qualquer governo pós-25 de Abril foi definitivo e as suas eventuais consequências foram quase sempre minoradas pelo governo seguinte, na maior parte dos casos; sim, não havia decerto na Europa tanta mediocridade, tanta desfaçatez nos líderes de então, nem tanta subserviência em relação à Alemanha e sim, houve crises económicas que a Política soube resolver.
O que temos hoje? Vacuidade e pesporrência a rodos, futurologia e autismo, bravatas e manhas a esconder uma intolerável demissão das obrigações do Estado, a começar pelo respeito da sua soberania e do seu povo.
Este governo não precisa que o demitam, já se demitiu, assim como o seu protector no palácio de Belém. É um governo de gestão e desgraçadamente ainda vai fazer muuuuito mal ao País.
Eu bem me lembro do então candidato a chefe de Governo, Passos Coelho, dizer que iria desmantelar o Estado e também vi a ingenuidade e boa - fé ajudá -lo nesse propósito.
O que também sei, o que parece ser um anátema para este governo, é que os erros, uma vez aquilatados devem ser corrigidos com celeridade. Pena é que 4 anos seja demasiado tempo de desmantelamento. Só restarão ruínas e aposto que ninguém IRÁ PARAR À PRISÃO.
quinta-feira, março 28, 2013
D'A "ELITE " DO REGIME V
O TÍTERIZINHO CÁBULA
AGONIADO, e quiçá marcado pela experiência traumática das consequências do 25 de Abril na vida familiar e naturalmente na sua, Passos Coelho cimentou pela vida fora a convicção de que a vida é estoicismo, sobriedade, disciplina, determinação, lealdade, e... doerismo. A ninguém ocorreria contrapôr a essas qualidades indiscutíveis, objectivas, o dedo da crítica e evidentemente ninguém criticaria esses anexantes caracteriológicos na personalidade de um cidadão.
Acontece que a cada uma delas, em exarcebação, contrapôr - se - ia o equilíbrio que faria delas virtudes políticas, não se desse o caso da nula existência do reconhecimento do fanatismo isolado de cada uma e da descontextualização com uma realidade que as renega como absurdos políticos.
Como também se torna evidente que o trauma de bom aluno perante os tutores, representados pelos aprovadores ou desaprovadores, da troika, da Merkel, obriga a um mimético empinanço para o exame final, sem se perceber bem a matéria que se debita.
O diabo, é que, para um político nacional ou aspirante a sê - lo, o GRANDE EXAMINADOR, é o SEU povo, de nada lhe valendo a apreciação externa. Valerá para o país, argumentaria em racionalização, o bom aluno. A grande chatice é que o povo, todos os povos, vivem no presente e querem ser ELES a programar, INDIVIDUALMENTE, o seu futuro e esperam que o governo do seu país crie para hoje, as condições em que, em plena liberdade o possa fazer.
Passos assim não o entende e não tem nenhum farol de esperança a iluminar esse caminho que só ele e os apaniguados mais a mesquinha e anti - patriótica Banca enxergam.
Ele promete o paraíso e eventualmente terá boas intenções; acontece que o inferno, o lugar da expiação, está cheio de bem - intencionados, pelo menos de passagem sabática, como aconteceu a Sócrates.
É, o inferno são os OUTROS...
AVÉ, SÓCRATES!
Regressou a Portugal o político mais odiado pela Direita portuguesa e um dos mais competentes que passou pela democracia portuguesa. Digo passou mas deveria ter dito de passagem, já que a combatividade e coragem são - lhe atributos hoje imprescindíveis no desmascaramento não só do que ele apelidou de embustes como da incompetência fanática do actual governo e seria uma perda enorme o seu exílio partidário.
O povo português não tem nada a temer, pelo contrário, da sua acção futura como comentador. Quem o teme irá dando a cara ( como se já não conhecêssemos a história recente... ) à medida em que o desespero pelo fim deste governo ponha a descoberto os " traumas " associados a uma pulsão que aos poucos se vai soltando e ela tem um nome - autoritarismo - e para cúmulo, medíocremente iluminado.
Sócrates não precisa que ninguém o defenda dos soezes ataques que a arraia miúda dos instalados no status quo lhe vão fazer, ele pode bem com eles, já lhes conhece os contornos e as motivações. Por mim não o farei. Limito - me a saudar o seu regresso e a qualidade que vai trazer à luta política bem evidente nos ecos que a sua primeira prestação provocou.
segunda-feira, março 25, 2013
CLEPTOMANIA
A já defunta UE continua a derrapar, ela própria já refém consciente e sem reacção visível aos interesses alemães e à transformação acelerada do euro no novo marco.
O último assalto, desta vez ao Chipre, denuncia o abandono de quaisquer restrições políticas ao quero posso e mando por parte do Deutchbank com a surpreendente capitulação de toda a casta burrocrátrica apolítica que hoje está à cabeça das nações europeias, obedecendo às suas directivas.
Acontece que desta vez estão a mexer também com a Rússia, de quem a Alemanha depende em termos energéticos; nada de surpreendente quando a tacanhez política, apoiada ao poderio económico, se substitui ao realpolitik. É que a Rússia pode ser uma ameaça REAL e não uma pedra no sapato.
O efeito borboleta das sucessivas e penalizadoras medidas sobre os estados do sul da Europa, com a cumplicidade activa dos idiotas úteis e colaboracionistas, fará o seu caminho até que...
Entretanto, pelo caminho ficará uma geração que não se adaptará a uma Democracia abastardada da qual os representantes nacionais respondem, se explicam e obedecem a outras soberanias e à mudança do sistema se acrescentará a do regime, desagraçadamente.
A Estupidez campeia e situá - la na Alemanha é um erro de perspectiva, não só histórica como política. Ela floresce noutras paragens à vista de toda a gente, nomeadamente em Portugal.
Chipre, como muitos outros países da zona euro, serão percalços insignificantes que, se necessário, serão afastados se não se submeterem ao Poder actual. O imperialismo, que hoje se toma como ameaça irreal, tem muitas faces e ela não tem de ser necessàriamente armada.
O último assalto, desta vez ao Chipre, denuncia o abandono de quaisquer restrições políticas ao quero posso e mando por parte do Deutchbank com a surpreendente capitulação de toda a casta burrocrátrica apolítica que hoje está à cabeça das nações europeias, obedecendo às suas directivas.
Acontece que desta vez estão a mexer também com a Rússia, de quem a Alemanha depende em termos energéticos; nada de surpreendente quando a tacanhez política, apoiada ao poderio económico, se substitui ao realpolitik. É que a Rússia pode ser uma ameaça REAL e não uma pedra no sapato.
O efeito borboleta das sucessivas e penalizadoras medidas sobre os estados do sul da Europa, com a cumplicidade activa dos idiotas úteis e colaboracionistas, fará o seu caminho até que...
Entretanto, pelo caminho ficará uma geração que não se adaptará a uma Democracia abastardada da qual os representantes nacionais respondem, se explicam e obedecem a outras soberanias e à mudança do sistema se acrescentará a do regime, desagraçadamente.
A Estupidez campeia e situá - la na Alemanha é um erro de perspectiva, não só histórica como política. Ela floresce noutras paragens à vista de toda a gente, nomeadamente em Portugal.
Chipre, como muitos outros países da zona euro, serão percalços insignificantes que, se necessário, serão afastados se não se submeterem ao Poder actual. O imperialismo, que hoje se toma como ameaça irreal, tem muitas faces e ela não tem de ser necessàriamente armada.
sábado, março 16, 2013
D'A " ELITE " DO REGIME IV
O BURROCRATA - MOR
Em qualquer república europeia as consequências políticas, sociais e económicas derivadas das medidas impostas sobre o país, levariam à sua demissão, por incompetência técnica, ( falhanço total em previsões projectadas... ) comunicacional, ( o discurso pontuado por um linfatismo quase abúlico é tudo o que se condena na mensagem política... ) e política ( o governo está completamente descredibilizado; eventualmente só terá, hoje, o apoio dos deputados do PSD, da BANCA e do sr. presidente da República )
Cruxifixado hoje pelos tutores da troika, desconsolados pelo, afinal péssimo aluno, com quem contariam na criação de uma " jurisprudência " curricular a apresentar a putativos candidatos a resgates financeiros, Gaspar ameaça com o abismo onde estará a prova das suas e as deles razões.
Sem se poder desculpabilizar com a Constituição ( já se tentou... ) o que resta ao Gaspar?
Afinal, os louros com que a ignorância interpretativa política e histórica associadas ao desconhecimento do país e do seu povo ungiu os salvadores da Pátria, nomeadamente o seu intérprete maior - Gaspar - amarelaram - se em contacto com o real, nem lhe valendo já a cumplicidade activa de privilégios incomodados com a invasão dos espaços e cargos públicos por uma classe arrivista, súbitamente consumista de bens dantes só ao alcance de alguns.
A essa desordem urgia pôr termo... Tudo leva a crer que vai falhar...
D'A " ELITE " DO REGIME III
THE WHISTLLER
" Carta fora do baralho ", - foi caracterização analítica feita por Carvalho da Silva, ex - coordenador da C.G.T.P. a um presidente da República que de tão bem conhecer e interpretar as suas obrigações e deveres do cargo se deixou " bloquear " ; se numa primeira fase, perante as investidas do governo PSD/CDS assobiou recomendações que foram desprezadas passou à fase profetizante com conselhos prontamente ignorados. Resultado? Remeteu - se à reflexão pitonísica e encerrou - se no seu palácio.
Se não é muito difícil compreender o dilema ético e pessoal de um presidente que vergastou o governo Sócrates por não ter sido levado em consideração numa medida pontual do anterior governo e que despudoradamente chamou à rua os cidadãos contra as, na altura débeis medidas de austeridade comparadas ao percurso actual, espanta a interpretação demissionária das suas atribuições constitucionais, lançando o " odioso " da resistência a outros órgãos da soberania, justicializando substancialmente um problema político resumido ao repúdio da população portuguesa às imposições tantalizantes da troika, da Europa merkealizada e de um governo inepto.
Tornou se, efectivamente, até hoje, uma carta fora do baralho...
domingo, março 10, 2013
D'A " ELITE " do REGIME II
THE CLEANER
Tarefa dura a deste branqueador para quem o regime se esgotou nos formalismos institucionais reguladores daquilo que alguns apelidam de " lei da rua ". Tem sido soberbo o esforço, que já não é de agora, valha a coerência, deste historiador no desmantelamento da " Grande Mistificação " protagonizada pela esquerdalha indígena no ataque indecoroso ao Poder actual.
A distorção redutora da Crítica ao governo colando - lhe anexos falsos nos quais o absurdo aparece como exigência intransponível tem sido a táctica recorrente, enquanto se valoriza o seu contrário, a Austeridade tout court, como a via dos valores.
Interessante tem sido a fixação anti - comunista em tudo o que seja manifestação cívica, das grandoladas às concentrações de repúdio à coligação, ao poder actual.
A raiva é mais útil do que o desespero, diz a psicologia básica e engana - se o poder e o historiador em confundi - la com mistificações e contos da carochinha, apoucando os valores de cuja defesa, julga a pseudo - elite industriada, em cínica e hipócrita contemplação, ser os guardiães.
Dando de barato que os historiadores, mais do que os leigos pouco informados, tinham a obrigação do conhecimento histórico das implantações dos regimes políticos e da demolição dos sistemas económicos e financeiros deviam ter uma abordagem mais objectiva , menos comprometida, mais distanciada dos factos que a urgência de paginação comentarista obriga em negligência preguiçosa, espanta - me o fundamentalismo onde não deveria existir. E daí, porque não?
Para terminar, uma singela pergunta: - Se a Constituição diz que a soberania está no povo, como povo ele, o cidadão, não tem liberdade de a exercer na rua? Quando a credibilidade dessa representação institucional se rompe com a, essa sim, mistificação dos compromissos eleitorais e contrabando governativo a cidadania extingue - se?
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