NÁAAA!
Uma proclamação, para ser transparente, clarificadora, incisiva, definitiva, irrevogável, mobilizadora, tem de ser capaz de pôr as condicionantes argumentáveis num ghetto, género - É assim ou sopas!
E quando se tem a legalidade e a legitimidade constitucionais e democráticas a sustentá - la, a viabilidade e a força para a defender mormente junto de quem as atribuiu, mais se deplora a contingentação que aflora o discurso da presidência da República.
O discurso do P. da República já teve todas as interpretações que a sua abrangência tornou possível, como tem sido hábito nos discursos da Presidência do Portugal democrático; basta lembrar os discursos herméticos do Eanes, Sampaio e nomeadamente os discursos cavaquistas anteriores.
Cavaco tem uma interpretação restritiva e minimalista dos poderes da Presidência num estado semi - presidencialista e age em conformidade.
Os acontecimentos decorrentes da demissão de Gaspar e do Portas, com interpretações pessoais e amplas das suas funções e do que sejam os interesses nacionais terão sido um choque que o fez abandonar o low-profile e... agir, tendo em conta que...
O condicionalismo histórico com que se depara o país tem sido a justificação pressionante sobre irrevogabilidades, das quais nenhum partido do chamado " arco do Poder " se pode alhear sob o risco de futuras penalizações eleitorais. Cavaco hoje só tem a temer o julgamento histórico e finalmente ousou aplicar uma das suas prerrogativas constitucionais - a magistratura de influência - , não já de apoio institucional à maioria eleita, cuja irresponsabilidade política testemunhou e deplorou mas de obrigar a um compromisso de salvação nacional aos directamente responsáveis pelo estado actual do país, TODOS os partidos políticos, nomeadamente o PS o PSD e o CDS. E... aparentemente, quer ficar de fora até ser obrigado, em 2014 a usar a bomba atómica, a dissolução da Assembleia da República, fazendo - se representar por um homem bom, denunciada que estará a sua parcialidade política.
Cometeu um erro político de estalo que foi o ter ostracizado, anti- democràticamente, diga - se, as forças sociais que pelo seu empenhamento mobilizador e social são capazes de sabotar soluções que as relega à insignificância, assim como as interpretações próprias sobre o país, a troika e a UE e forçar ou tentar forçar as lideranças partidárias, mormente o PS, ao engajamento total com as suas teses.
Terá o actual líder do PS, Seguro, capacidade de escapar às armadilhas e às sub-reptícias culpabilizações futuras que o discurso de Cavaco endossa ao partido?
Convenhamos e sejamos sinceros - o discurso do P.R. surpreendeu - me, pela imprevisibilidade...
Ninguém diria...
sábado, julho 13, 2013
quarta-feira, julho 10, 2013
OUCHHH!
Atreveu - se e pensou que tinha agarrado o PS pelos t.....s, comprometendo - o institucionalmente às porcarias protagonizadas pela coligação que ele suporta institucionalmente ; acontece que escureceu definitivamente, como mau político, o cenário nacional ao comprar uma guerra com o PS.
Nada mais posso adiantar, por ora, já que não ouvi na íntegra a declaração do P.R.; gravei - a. Irei ouvi - la com a atenção devida e botarei falatório, então.
Até lá, estou perplexo, como, apesar das palavras, o PSD e o CDS se devem estar a sentir.
O que ouvi do Alberto Martins já nos deu uma ideia da caldeirada que vem aí...
EMINÊNCIA PARDA?...
Não o creio...
Passos Coelho, precisou sempre de uma presença tutelar a que a sua debilidade, cultura e densidade políticas deixaram um espaço de afirmação fàcilmente entrevisto por quem com ele trabalha de perto.
Foi assim com Relvas, posteriormente com Gaspar e agora com Portas.
Especialistas de nada foram bons coordenadores do executivo, dos quais o exemplo mais gritante terá sido o anterior P. Ministro, José Sócrates. A sua preparação política, autoridade, conhecimento da governação e dos dossiers, que lhe permitiram " ganhar " todos os debates na Assembleia da República, associado a uma positividade e modernidade estimáveis fizeram dele um dos melhores líderes governamentais e partidários em Portugal e, se tivesse tempo, sê- lo -ia na burrocrata UE actual.
O hábito não faz o monge, diz o povo, e no caso do actual Premier, nunca lhe terá servido, por razões conhecidas a que o estado actual da política governamental atesta.
Portas não me é admirável mas tem uma inteligência política capaz, pragmática, fria e racionalizada, dentro dos parâmetros da ideologia que professa. A prova está no seu trajecto e do partido que lidera.
Veremos se terá uma voz na Europa. Para todos os efeitos ainda não o conhecem. E se Portugal colher benefícios acrescidos que lhe permitam dar a volta à degradação social, económica e quiçá financeira actual, então que governe a eminência parda... até ao fim da legislatura, caso mais que provável, já que parece que nada abala as leituras e convicções institucionais do presidente da República.
terça-feira, julho 09, 2013
A DEMOCRACIA INTERROGADA (2)
2013 - EGIPTO
Este senhor chama - se Moahamed Mursi. Tinha sido eleito Presidente da República do Egipto. É um político islâmico, foi - o antes de ser eleito e não deixou de o ser para exercer o cargo para que foi eleito DEMOCRÁTICAMENTE, segundo as nossas configurações globalizadas e a crença do povo que nele votou no encerramento do processo que levou à queda do ditador Mubarak e o fim do regime de excepção que manietou o povo egípcio por décadas.
Recebeu há dias um ultimato do exército, (sim o mesmo que cedeu perante a pressão popular e consagrou a queda do antigo líder... ) que lhe exige a demissão, ou... tornava - se o braço armado do povo que contesta Mursi nas ruas. Como não se demitiu, houve um golpe de estado(!!!???) e eu a pensar que o Estado, representado por Mursi é que estava a ser golpeado.
E começou uma guerra civil com o beneplácito e apoio do Ocidente.
Golpe de estado? Qual carapuça!, indignam - se as democráticas chancelarias ocidentais e os SAUD`s " Temos de colaborar com todo aquele que esteja no poder " sintetiza, do alto do cinismo e hipocrisia do governo britânico, o sr.William Hague.
Acontece que nós sabemos do que se trata e estamos borrifando, correcto?
1992 ARGÉLIA
A FRENTE ISLÂMICA DE SALVAÇÃO ( FIS ) numas eleições democráticas ( exigimo - las, sempre, verdade?...) consegue 55% dos votos e o seu candidato à Presidência do país está à frente na corrida eleitoral e será o novo presidente da Argélia, um presidente islâmico, que professa o Islão.
Pânico nas chancelarias ocidentais e nos SAUD`s e o exército democrático argelino, representando o povo BOM da Argélia e com o alvará dos protectores, começa uma guerra civil contra a democracia.
Resultado? 150 mil mortes, tanto do lado BOM como do outro.
Quantos serão no Egipto? Quantos estão a ser no Iraque e no Afeganistão? Quantos estão a ser no Sudão? Quantos estão a ser na Síria?
E... Quantos estão a ser trucidados na República islâmica do Irão?
Fica novamente a pergunta: - Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições democráticas, o comportamento popular, do Bom e do Mau povo, em rejeição à política dos seus governos?
Qual a escala de aferição?
PS - DECLARAÇÃO DE INTERESSE, não vá o diabo tecê - las, ou o PRISM.
SOU RACIONALISTA E ATEU, VALEU?
Este senhor chama - se Moahamed Mursi. Tinha sido eleito Presidente da República do Egipto. É um político islâmico, foi - o antes de ser eleito e não deixou de o ser para exercer o cargo para que foi eleito DEMOCRÁTICAMENTE, segundo as nossas configurações globalizadas e a crença do povo que nele votou no encerramento do processo que levou à queda do ditador Mubarak e o fim do regime de excepção que manietou o povo egípcio por décadas.
Recebeu há dias um ultimato do exército, (sim o mesmo que cedeu perante a pressão popular e consagrou a queda do antigo líder... ) que lhe exige a demissão, ou... tornava - se o braço armado do povo que contesta Mursi nas ruas. Como não se demitiu, houve um golpe de estado(!!!???) e eu a pensar que o Estado, representado por Mursi é que estava a ser golpeado.
E começou uma guerra civil com o beneplácito e apoio do Ocidente.
Golpe de estado? Qual carapuça!, indignam - se as democráticas chancelarias ocidentais e os SAUD`s " Temos de colaborar com todo aquele que esteja no poder " sintetiza, do alto do cinismo e hipocrisia do governo britânico, o sr.William Hague.
Acontece que nós sabemos do que se trata e estamos borrifando, correcto?
1992 ARGÉLIA
A FRENTE ISLÂMICA DE SALVAÇÃO ( FIS ) numas eleições democráticas ( exigimo - las, sempre, verdade?...) consegue 55% dos votos e o seu candidato à Presidência do país está à frente na corrida eleitoral e será o novo presidente da Argélia, um presidente islâmico, que professa o Islão.
Pânico nas chancelarias ocidentais e nos SAUD`s e o exército democrático argelino, representando o povo BOM da Argélia e com o alvará dos protectores, começa uma guerra civil contra a democracia.
Resultado? 150 mil mortes, tanto do lado BOM como do outro.
Quantos serão no Egipto? Quantos estão a ser no Iraque e no Afeganistão? Quantos estão a ser no Sudão? Quantos estão a ser na Síria?
E... Quantos estão a ser trucidados na República islâmica do Irão?
Fica novamente a pergunta: - Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições democráticas, o comportamento popular, do Bom e do Mau povo, em rejeição à política dos seus governos?
Qual a escala de aferição?
PS - DECLARAÇÃO DE INTERESSE, não vá o diabo tecê - las, ou o PRISM.
SOU RACIONALISTA E ATEU, VALEU?
segunda-feira, julho 08, 2013
CONVENHAMOS...
Não creio que o presidente da República se abalance a sacudir a famigerada estabilidade política. Cavaco é um institucionalista da ordem, do " regular " funcionamento das ditas, um burocrata cumpridor e que funciona como um funcionário. Os cargos políticos que exerceu e exerce hoje, nomeadamente a Presidência do Conselho de Ministros e a Presidência da República obteve - os por uma consequência insanável da cultura política do século XX marcada indelèvelmente por um ectoplasma político chamado Salazar apoiado por uma Igreja demissionária, colaborante até à cumplicidade activa, na formatação de um povo que desgraçadamente se deixou rever e ser representado pelo linfatismo provinciano de uma elite capturada.
Indo contra a corrente do linchamento público de Portas, de quem compreendi as razões POLÍTICAS da demissão antes de se perspectivar, agora, as vantagens acrescidas e as razões estratégicas, minto, tácticas, do abanar do pântano em que se estava a transformar a coligação, acredito que... as razões nunca foram pessoais, bem pelo contrário. Só se enganou no adjectivo e na cor carregada da tinta para assustar o Coelho...
Era evidente para Portas, quase ao milímetro, as reacções transtornadas, o pânico mediático, a esperada pressão do CDS, a paralisia do Presidente da República e a incapacidade e força política do parceiro da coligação para ter qualquer outro tipo de démarches que não o que ele previu.
Acertou em tudo e ... convenhamos, sai por cima e o país, inopinadamente, ganha uma liderança política onde deve e não uma burocracia em continuidade e eleita coisíssima nenhuma...
Já agora, visto que o Presidente se está borrifando para os meus conselhos, quero ver a continuação do filme com os novos stunts remodelados coercívamente.
Já agora, deixo uma pergunta : Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições, o comportamento popular em rejeição à política dos seus governantes? Qual a escala de medição?
Indo contra a corrente do linchamento público de Portas, de quem compreendi as razões POLÍTICAS da demissão antes de se perspectivar, agora, as vantagens acrescidas e as razões estratégicas, minto, tácticas, do abanar do pântano em que se estava a transformar a coligação, acredito que... as razões nunca foram pessoais, bem pelo contrário. Só se enganou no adjectivo e na cor carregada da tinta para assustar o Coelho...
Era evidente para Portas, quase ao milímetro, as reacções transtornadas, o pânico mediático, a esperada pressão do CDS, a paralisia do Presidente da República e a incapacidade e força política do parceiro da coligação para ter qualquer outro tipo de démarches que não o que ele previu.
Acertou em tudo e ... convenhamos, sai por cima e o país, inopinadamente, ganha uma liderança política onde deve e não uma burocracia em continuidade e eleita coisíssima nenhuma...
Já agora, visto que o Presidente se está borrifando para os meus conselhos, quero ver a continuação do filme com os novos stunts remodelados coercívamente.
Já agora, deixo uma pergunta : Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições, o comportamento popular em rejeição à política dos seus governantes? Qual a escala de medição?
quarta-feira, julho 03, 2013
AO SR. PRESIDENTE, A.CAVACO SILVA
DEITE ABAIXO ESTE GOVERNO!
Sugiro - lhe um Governo de iniciativa presidencial e dou sugestões... As minhas razões ancoram - se no perfil dos convidados e as necessidades do país.
P. Ministro -- RUI RIO
M. Finanças FRANCISCO LOUÇÃ
M. Economia PIRES DE LIMA
M. N. Estrangeiros ANA GOMES
M. S.Social/Emprego BERNARDINO SOARES
M. da Saúde PAULO MACEDO
M. da Agricultura BAIÃO HORTA
M. Obras Públicas HELENA ROSETA
M. da Defesa LOUREIRO dos SANTOS
M. da Educação M. LURDES RODRIGUES
M. da Justiça ANTÓNIO COSTA
M. dos Transp./Energia TEIXEIRA dos SANTOS
Aposto que com um mês para prepararem um programa operativo e contundente face a todos os condicionalismos exigidos do exterior e do interior, surdo e autocrata, o país era capaz de se safar. É claro que a responsabilidade de dirigir o Conselho de Ministros será sua. Ainda tem legitimidade e legalidade para o fazer, sem mencionar o DEVER actuante que o país aplaudiria.E quando falo do país refiro - me à maioria da sua população.
A Democracia e o País agradeceriam...
IRREALISTA, EU !!!???
ADENDA - É evidente que à Banca e às grandes corporações, nomeadamente a Banca, nacional e internacional que esteve na origem ( está sempre... ) desta nova crise e forçaram os resgate com a perspectiva, como veio a acontecer, de se recapitalizarem à custa dos contribuintes, não lhes interessa, de maneira nenhuma a suspensão, mesmo que temporária, da obscena corrente que lhes vai enchendo, quase sem esforço próprio, para lá da pressão política, os cofres, SEMPRE EM NOME DO INTERESSE NACIONAL, pois claro!
O sr. sabe disso, não sabe?
Sugiro - lhe um Governo de iniciativa presidencial e dou sugestões... As minhas razões ancoram - se no perfil dos convidados e as necessidades do país.
P. Ministro -- RUI RIO
M. Finanças FRANCISCO LOUÇÃ
M. Economia PIRES DE LIMA
M. N. Estrangeiros ANA GOMES
M. S.Social/Emprego BERNARDINO SOARES
M. da Saúde PAULO MACEDO
M. da Agricultura BAIÃO HORTA
M. Obras Públicas HELENA ROSETA
M. da Defesa LOUREIRO dos SANTOS
M. da Educação M. LURDES RODRIGUES
M. da Justiça ANTÓNIO COSTA
M. dos Transp./Energia TEIXEIRA dos SANTOS
Aposto que com um mês para prepararem um programa operativo e contundente face a todos os condicionalismos exigidos do exterior e do interior, surdo e autocrata, o país era capaz de se safar. É claro que a responsabilidade de dirigir o Conselho de Ministros será sua. Ainda tem legitimidade e legalidade para o fazer, sem mencionar o DEVER actuante que o país aplaudiria.E quando falo do país refiro - me à maioria da sua população.
A Democracia e o País agradeceriam...
IRREALISTA, EU !!!???
ADENDA - É evidente que à Banca e às grandes corporações, nomeadamente a Banca, nacional e internacional que esteve na origem ( está sempre... ) desta nova crise e forçaram os resgate com a perspectiva, como veio a acontecer, de se recapitalizarem à custa dos contribuintes, não lhes interessa, de maneira nenhuma a suspensão, mesmo que temporária, da obscena corrente que lhes vai enchendo, quase sem esforço próprio, para lá da pressão política, os cofres, SEMPRE EM NOME DO INTERESSE NACIONAL, pois claro!
O sr. sabe disso, não sabe?
ET TU, BRUTE ?...
...,Estará entretanto a ruminar em Berlim, decerto com muita solidariedade europeia, o Presidente do Conselho de Ministros de Portugal, o sr. Passos Coelho, com o trambolhão que desequilibrou, aparentemente de vez, o Governo, com a debandagem do Gaspar e agora do parceiro da coligação, Paulo Portas.
Excelente a capacidade de resposta , ia dizer política, partidária revelada na sua mensagem ao país, não deixando que a saída à francesa do seu parceiro da coligação lhe deixasse o ónus de acarretar sózinho com a responsabilidade da queda do governo por demissão própria.. Foi, neste caso, bem aconselhado na resposta a dar.
Por outro lado, confesso que tenho dificuldades, como observador neutro que baste, de ajuizar com argumentos apoiados políticamente da bondade ou falta dela do gesto dramático de ruptura por parte do líder do CDS, abandonando uma coligação onde muitas vezes se sentiu como um mal necessário de cujo contributo dispensável fez agora a leitura decisiva.
Terá sido a correcta?
Em termos individuais foi - o certamente. E o CDS, o que pensará disso? A ver vamos.
Entretanto, já não há como escapar, Belém já está a arder...
Excelente a capacidade de resposta , ia dizer política, partidária revelada na sua mensagem ao país, não deixando que a saída à francesa do seu parceiro da coligação lhe deixasse o ónus de acarretar sózinho com a responsabilidade da queda do governo por demissão própria.. Foi, neste caso, bem aconselhado na resposta a dar.
Por outro lado, confesso que tenho dificuldades, como observador neutro que baste, de ajuizar com argumentos apoiados políticamente da bondade ou falta dela do gesto dramático de ruptura por parte do líder do CDS, abandonando uma coligação onde muitas vezes se sentiu como um mal necessário de cujo contributo dispensável fez agora a leitura decisiva.
Terá sido a correcta?
Em termos individuais foi - o certamente. E o CDS, o que pensará disso? A ver vamos.
Entretanto, já não há como escapar, Belém já está a arder...
segunda-feira, julho 01, 2013
AUF WIDERSEHEN, GASPAR!
" Não dever nada a ninguém ", pelo menos em Portugal, vulgaridade suprema para F. Savater, teve a sua tradução e citação no ex - ministro das Finanças de Portugal quando num arroubo de independência política e funcional enfatizou - " Eu não fui eleito coisíssima nenhuma ", traduzindo a ausência, como cabeça do Governo de quaisquer eventuais satisfações a dar aos eleitores. A haver, elas seriam, por força das circunstâncias, dadas à exterioridade, também ela não- eleita - à troika.
Não admira que, segundo a leitura feita à carta de demissão, tivessem sido exactamente os mecanismos de controlo democrático, nomeadamente o Tribunal Constitucional, a estar na origem das dúvidas e finalmente, da demissão de um pseudo - iluminado que falhou tudo o que na sua acção política(!!!!???) exigiria a uma previsibilidade racionalizada, que se revelou uma ida às bruxas.
Para ser sincero, quase se poderia lamentar o seu afastamento do escrutínio dos portugueses, já que de regresso eventual a Bruxelas ou Frankfurt a sua previsível audição como conselheiro das receitas a impôr a países sob resgate será no mínimo... surreal.
De qualquer maneira, boa - viagem de regresso!
domingo, junho 30, 2013
Ausência forçada
... e, por isso, um pedido de desculpas para os meus poucos leitores que me acompanham neste pensar alto transposto para aqui, sem pretensão outra do que a natureza humana obriga à reflexão permanente.
Muita coisa aconteceu, entretanto, e como a pena em mim antecipa, por puro prazer e espontaneidade,o teclado, há por aí uma resma de coisas prontas a virem cá parar.
Até lá...
Muita coisa aconteceu, entretanto, e como a pena em mim antecipa, por puro prazer e espontaneidade,o teclado, há por aí uma resma de coisas prontas a virem cá parar.
Até lá...
terça-feira, junho 25, 2013
A DEMOCRACIA INTERROGADA
COMO FOI POSSÍVEL?
Como foi possível a substituição do anterior Executivo liderado por Sócrates, por ISTO, por este Comité de Falência'
Como foi possível, à Fenprof, à CGTP, ao PCP e ao Bloco terem substituído o outro governo, ao não terem aprovado o PEC4 e não terem estimado políticamente o eventual, na sua errática e dogmática avaliação, mal menor, do regate e da receita do FMI, do BCE e da Comissão europeia? Incompetência política?
É - me impossível a desvalorização desse " jogo democrático " e dos seus intérpretes na regressão previsível que Passos Coelho, estribado no seu fantástico curriculum de gestor, iria protagonizar e a acéfala demolição programada do que do melhor tinha sido feito em Portugal a nível educativo, social, investigação científica, combate à pobreza e de saúde pública.
Dando de barato que é de todo impossível, para o cidadão comum, o escrutínio da governação como um todo harmónico conduzido por uma estratégia ( de bem-comum, ou não serve para NADA, senão estorvar... ) e que a visão da podridão ética de alguns dos seus elementos acabe por caracterizar o todo, é inaceitável que as estruturas oposicionistas de esquerda, por puro oportunismo político e dogmatismo partidário pontuem as políticas nacionais com barbaridades tácticas como o foi a criação de uma união nacional com o Bloco e o PCP a sustentarem a mais violenta oposição feita a um chefe de governo socialista levando o País ao resgate pela troika.
Observando o que se passou na Turquia e hoje no Brasil, interrogo - me que se a opinião pública em Portugal não estivesse, por sua vez, tão enquadrada, arregimentada e abandonada aos donos das manifestações de rua, controlando filistinamente as ondas de repúdio a conta - gotas, segundo os seus interesses partidários, a sua função não seria mais contundente e audível do que as sazonais e previsíveis demarches da CGTP e... infinitamente mais autênticas na sua espontaneidade, como esta...
E... olhando para o PS, cujo auto - assumido direito de ser a alternativa governativa está reduzido hoje, a uma repartição de boys e de burocratas políticos e nula, em substância e rasgo político e acutilâncias programáticas, em compasso gelatinoso e papagueante, enquanto a outra repartição do arco - governativo lhe vai aplanando o serviço que a sua cobardia política actual agradece, temo que a regressão veio para ficar e o pântano visado por Guterres se vai tornando mais fétido.
A ambivalência com que olho, hoje com mais cinismo do que nunca, sem culpa própria, para o cinismo da população votante, manifestante, xingado até ao tutano, que configura o País, magoa - me nas minhas convicções democráticas e isso chateia - me à brava e se há coisa de que não preciso do Poder é um cafuné hipócrita e manipulador.
Como foi possível a substituição do anterior Executivo liderado por Sócrates, por ISTO, por este Comité de Falência'
Como foi possível, à Fenprof, à CGTP, ao PCP e ao Bloco terem substituído o outro governo, ao não terem aprovado o PEC4 e não terem estimado políticamente o eventual, na sua errática e dogmática avaliação, mal menor, do regate e da receita do FMI, do BCE e da Comissão europeia? Incompetência política?
É - me impossível a desvalorização desse " jogo democrático " e dos seus intérpretes na regressão previsível que Passos Coelho, estribado no seu fantástico curriculum de gestor, iria protagonizar e a acéfala demolição programada do que do melhor tinha sido feito em Portugal a nível educativo, social, investigação científica, combate à pobreza e de saúde pública.
Dando de barato que é de todo impossível, para o cidadão comum, o escrutínio da governação como um todo harmónico conduzido por uma estratégia ( de bem-comum, ou não serve para NADA, senão estorvar... ) e que a visão da podridão ética de alguns dos seus elementos acabe por caracterizar o todo, é inaceitável que as estruturas oposicionistas de esquerda, por puro oportunismo político e dogmatismo partidário pontuem as políticas nacionais com barbaridades tácticas como o foi a criação de uma união nacional com o Bloco e o PCP a sustentarem a mais violenta oposição feita a um chefe de governo socialista levando o País ao resgate pela troika.
Observando o que se passou na Turquia e hoje no Brasil, interrogo - me que se a opinião pública em Portugal não estivesse, por sua vez, tão enquadrada, arregimentada e abandonada aos donos das manifestações de rua, controlando filistinamente as ondas de repúdio a conta - gotas, segundo os seus interesses partidários, a sua função não seria mais contundente e audível do que as sazonais e previsíveis demarches da CGTP e... infinitamente mais autênticas na sua espontaneidade, como esta...
E... olhando para o PS, cujo auto - assumido direito de ser a alternativa governativa está reduzido hoje, a uma repartição de boys e de burocratas políticos e nula, em substância e rasgo político e acutilâncias programáticas, em compasso gelatinoso e papagueante, enquanto a outra repartição do arco - governativo lhe vai aplanando o serviço que a sua cobardia política actual agradece, temo que a regressão veio para ficar e o pântano visado por Guterres se vai tornando mais fétido.
A ambivalência com que olho, hoje com mais cinismo do que nunca, sem culpa própria, para o cinismo da população votante, manifestante, xingado até ao tutano, que configura o País, magoa - me nas minhas convicções democráticas e isso chateia - me à brava e se há coisa de que não preciso do Poder é um cafuné hipócrita e manipulador.
quinta-feira, junho 20, 2013
VALE TUDO?...
... Pergunta o inefável comentador Sr. Ramos no Expresso da semana passada, chocado com as visões do historiador Rui Ramos sobre o País.
Não, não vale tudo! Em Democracia não vale tudo.
TODOS OS LÍDERES FASCISTAS DO SÉCULO VINTE FORAM ELEITOS DEMOCRÁTICAMENTE. O QUE É QUE ISSO NOS ENSINOU?
SABEMOS e o historiador também sabe que a democracia formal e não essencial, presa nos seus dogmas funcionais quando confrontada na negatividade das consequências das acções dos seus representantes simbólicos bunkerizados no Parlamento ( chamada sede de Democracia e eu a pensar que estaria essencialmente no seu suporte..., o povo, já agora votante... ) tende a confundir legalidade com legitimidade, coisa essa que só o cumprimento das promessas contratualizadas nas campanhas eleitorais exige, suporta; caso contrário há um desvirtuamento contratual de essência da legitimidade outorgada pelo Voto para governar.
Não fosse assim e teríamos, de quatro em quatro anos, demolições permanentes do edifício construído pelas legitimidades e legalidades dos anteriores Governos e, tão certo como os tijolos, alguns deles notáveis e virtuosos dos governos Sócrates, estão a ser sacados do edifício Estado, pertença, é bom não esquecer, do Povo, amanhã, com o previsível governo-Seguro, acontecerá o mesmo.
Não, não vale tudo. Essa impunidade legal que o controlo do Poder, formalmente maioritário, por 4 anos não é, não pode ser considerado legítimo quando não é exercido, com ajustes pontuais e não contrabandeados, nos moldes acordados entre os candidatos e os votantes.
É conhecido o papel reservado às oposições no Parlamento e as improcedências das suas críticas e formulações legais junto do Poder executivo, seja ele qual for. E qual o papel do Votante?
" UIVAR ", BERRAR, VOCIFERAR o que se passa CÁ FORA no país real e legítimo aos doridos ouvidos do Poder e da sua corte as consequências perniciosas do que os cidadãos e não súbditos, estão a sofrer com as suas democráticas medidas, como se a sua imanação lhe desse esse carácter e ela não a fosse buscar na sua justiça.
Esse desprezo recorrente manifestado nos indexantes com que o sr. Ramos acopla às resistências democráticas faz apelo a um Pacto de Silêncio em redor das preclaras inteligências nacionais hoje no Poder e chantageia - nos com um suposto desconhecimento histórico do que estaria para vir se o Governo caísse. A má - fé é evidente e o historiador Rui Ramos sabe - o, sabe - o tanto como sabe que o futuro faz - se, não com identidades históricas fixas, pior, com regressões civilizacionais que, objectivamente, ESTE governo lidera. A reforma do Estado não pode passar por aí, está social, económica, ética e financeiramente ERRADO.
É isso que mudou em Mário Soares, sr. Ramos, já que pergunta... Não foram as circunstâncias históricas mas sim a sua perspectiva do TODO, do alto da experiência da sua Vida plena, da sabedoria não académica enriquecida de dentro para fora e de fora para dentro e que lhe permite uma visão não sectária e históricamente enquadrada do país que ele tão bem conhece. Sai, se possível, mais enobrecido nesse enriquecimento pessoal e político.
Não, em democracia não vale tudo e se tiver de valer, que a alma não seja pequena como aquela que hoje nos guia porque será preciso uma outra, aquela do poeta, e se tiver de valer tudo será feito..., hoje ou daqui a dois anos quando a ilegitimidade for ilegalizada.
E donde virá essa soberania?
Não, não vale tudo! Em Democracia não vale tudo.
TODOS OS LÍDERES FASCISTAS DO SÉCULO VINTE FORAM ELEITOS DEMOCRÁTICAMENTE. O QUE É QUE ISSO NOS ENSINOU?
SABEMOS e o historiador também sabe que a democracia formal e não essencial, presa nos seus dogmas funcionais quando confrontada na negatividade das consequências das acções dos seus representantes simbólicos bunkerizados no Parlamento ( chamada sede de Democracia e eu a pensar que estaria essencialmente no seu suporte..., o povo, já agora votante... ) tende a confundir legalidade com legitimidade, coisa essa que só o cumprimento das promessas contratualizadas nas campanhas eleitorais exige, suporta; caso contrário há um desvirtuamento contratual de essência da legitimidade outorgada pelo Voto para governar.
Não fosse assim e teríamos, de quatro em quatro anos, demolições permanentes do edifício construído pelas legitimidades e legalidades dos anteriores Governos e, tão certo como os tijolos, alguns deles notáveis e virtuosos dos governos Sócrates, estão a ser sacados do edifício Estado, pertença, é bom não esquecer, do Povo, amanhã, com o previsível governo-Seguro, acontecerá o mesmo.
Não, não vale tudo. Essa impunidade legal que o controlo do Poder, formalmente maioritário, por 4 anos não é, não pode ser considerado legítimo quando não é exercido, com ajustes pontuais e não contrabandeados, nos moldes acordados entre os candidatos e os votantes.
É conhecido o papel reservado às oposições no Parlamento e as improcedências das suas críticas e formulações legais junto do Poder executivo, seja ele qual for. E qual o papel do Votante?
" UIVAR ", BERRAR, VOCIFERAR o que se passa CÁ FORA no país real e legítimo aos doridos ouvidos do Poder e da sua corte as consequências perniciosas do que os cidadãos e não súbditos, estão a sofrer com as suas democráticas medidas, como se a sua imanação lhe desse esse carácter e ela não a fosse buscar na sua justiça.
Esse desprezo recorrente manifestado nos indexantes com que o sr. Ramos acopla às resistências democráticas faz apelo a um Pacto de Silêncio em redor das preclaras inteligências nacionais hoje no Poder e chantageia - nos com um suposto desconhecimento histórico do que estaria para vir se o Governo caísse. A má - fé é evidente e o historiador Rui Ramos sabe - o, sabe - o tanto como sabe que o futuro faz - se, não com identidades históricas fixas, pior, com regressões civilizacionais que, objectivamente, ESTE governo lidera. A reforma do Estado não pode passar por aí, está social, económica, ética e financeiramente ERRADO.
É isso que mudou em Mário Soares, sr. Ramos, já que pergunta... Não foram as circunstâncias históricas mas sim a sua perspectiva do TODO, do alto da experiência da sua Vida plena, da sabedoria não académica enriquecida de dentro para fora e de fora para dentro e que lhe permite uma visão não sectária e históricamente enquadrada do país que ele tão bem conhece. Sai, se possível, mais enobrecido nesse enriquecimento pessoal e político.
Não, em democracia não vale tudo e se tiver de valer, que a alma não seja pequena como aquela que hoje nos guia porque será preciso uma outra, aquela do poeta, e se tiver de valer tudo será feito..., hoje ou daqui a dois anos quando a ilegitimidade for ilegalizada.
E donde virá essa soberania?
domingo, junho 16, 2013
FIM DE EMISSÃO...
E.RT. - TELEVISÃO GREGA
BEM..., para aquilo que tenho chamado de tiques fascistas isso já está a ultrapassar a fase maníaca e a entrar na fase operacional sem que se oiça de outros governos europeus uma única palavra de estremecimento... Pagarão caro, evidentemente, como a história do século XX e as cobardias e racionalizações com que enfrentaram a subida, em nome da democracia, claro, dos fascismos europeus, nos deveria ter ensinado.
Todas as análises partem de pressupostos, que à partida, se não houver má - fé, contêm um fundo de verosimilhança lógica ( os sofismas também o têm...) que obnubilia o Todo e afasta, neste caso, o dado mais importrante a reter - a liberdade de informação e a incompetência geral a mascarar uma agenda oculta - a privatização da E.R.T.. (RTP )
Se a ERT (RTP) " era escandalosamente cara, ineficaz, opaca e carecia de uma reestruturação urgente ", como espantosa e acintosamente foi caracterizada uma suposta realidade à luz dos pressupostos analíticos de H. Monteiro no Expresso de hoje, a justificar o layoff, desvalorizando a brutalidade da medida, mais, justificando -a como " não condenável no estrito senso democrático ", extrapolemos as urgências democráticas para a totalidade dos estados em falência económica e financeira e caiamos na supressão iluminada da democracia, o Fascismo, puro e duro para acabar de vez com o enfado da elite com a resistência da ralé, revisitando Mussolini, que dizia que o fascismo era (é - o ainda em muitas cabeças nos governos... ) o horror da vida confortável..., nossa , naturalmente, já que ao que se chama elite, sempre se sentiu confortável com o povo à distância segura de modo a não se informar da contundência da sua incompetência, da venal ganância e da cobardia física e intelectual.
Quem vê ainda com simpatia ou lançou um olhar de possibilidade sobre os " períodos ditatoriais limitados " do tempo dos romanos aceita, naturalmente como boa tese a regressão genérica a que estão obrigados os estados do sul da Europa, em nome da salvação do BEM-MAIOR, naturalmente... E o resto do país?
Acontece que se a vasta informação de hoje sobre o mundo não aconselha os governos proto - fascistas a não utilizar o músculo na governação, irá lembrar, mais tarde ou cedo, aos seus povos, que o PUNHO deles é mais contundente... e com resultados funestos.
É que hoje, em Portugal pelo menos, quem não souber ou conseguir governar em democracia, com ou sem crise, sem utilizar métodos fascistas, corre o risco de ser tomado à letra com as consequências devidas.
A saudade dos portugueses pelo BOTAS não é assim tanta como gostariam...
BEM..., para aquilo que tenho chamado de tiques fascistas isso já está a ultrapassar a fase maníaca e a entrar na fase operacional sem que se oiça de outros governos europeus uma única palavra de estremecimento... Pagarão caro, evidentemente, como a história do século XX e as cobardias e racionalizações com que enfrentaram a subida, em nome da democracia, claro, dos fascismos europeus, nos deveria ter ensinado.
Todas as análises partem de pressupostos, que à partida, se não houver má - fé, contêm um fundo de verosimilhança lógica ( os sofismas também o têm...) que obnubilia o Todo e afasta, neste caso, o dado mais importrante a reter - a liberdade de informação e a incompetência geral a mascarar uma agenda oculta - a privatização da E.R.T.. (RTP )
Se a ERT (RTP) " era escandalosamente cara, ineficaz, opaca e carecia de uma reestruturação urgente ", como espantosa e acintosamente foi caracterizada uma suposta realidade à luz dos pressupostos analíticos de H. Monteiro no Expresso de hoje, a justificar o layoff, desvalorizando a brutalidade da medida, mais, justificando -a como " não condenável no estrito senso democrático ", extrapolemos as urgências democráticas para a totalidade dos estados em falência económica e financeira e caiamos na supressão iluminada da democracia, o Fascismo, puro e duro para acabar de vez com o enfado da elite com a resistência da ralé, revisitando Mussolini, que dizia que o fascismo era (é - o ainda em muitas cabeças nos governos... ) o horror da vida confortável..., nossa , naturalmente, já que ao que se chama elite, sempre se sentiu confortável com o povo à distância segura de modo a não se informar da contundência da sua incompetência, da venal ganância e da cobardia física e intelectual.
Quem vê ainda com simpatia ou lançou um olhar de possibilidade sobre os " períodos ditatoriais limitados " do tempo dos romanos aceita, naturalmente como boa tese a regressão genérica a que estão obrigados os estados do sul da Europa, em nome da salvação do BEM-MAIOR, naturalmente... E o resto do país?
Acontece que se a vasta informação de hoje sobre o mundo não aconselha os governos proto - fascistas a não utilizar o músculo na governação, irá lembrar, mais tarde ou cedo, aos seus povos, que o PUNHO deles é mais contundente... e com resultados funestos.
É que hoje, em Portugal pelo menos, quem não souber ou conseguir governar em democracia, com ou sem crise, sem utilizar métodos fascistas, corre o risco de ser tomado à letra com as consequências devidas.
A saudade dos portugueses pelo BOTAS não é assim tanta como gostariam...
quinta-feira, junho 13, 2013
PRISM
VAFFANCULO!!!
What a deception...!
A segurança ( de que nível?... ) tem um preço, naturalmente...
A nível pessoal, evidentemente, da minha condição física, da minha capacidade de antecipar as ameaças, da minha acuidade racional de as analisar, do sopesamento das suas consequências e dos riscos inerentes à sua supressão e das avaliações das consequências das minhas acções preventivas.
Extrapolemos, pois, a nível nacional, com o ajoujamento lógico dos parâmetros em análise e... pasme - se com a responsabilidade interiorizada por qualquer Estado de prover à sua efectiva consumação.
Tudo bem. Acontece que há limites...
Acontece que o preço a pagar, quando se extravasam os limites da decência ( what a fuck!!!) tem por sua vez um PREÇO que a promiscuidade venal ( pela formulação possível e pela proximidade) do mal menor versus bem maior desvaloriza em vibração uníssona, tende a ser relativizado, apelando à nossa bestialidade civilizada versus os Outros, fora da nossa zona de conforto, de vizinhança próxima ou longínqua.
O espaço de ingenuidade acoplado à civilidade não - temente é necessáriamente um risco assumido e tácitamente aceite em qualquer comunidade humana. Brandi -lo é uma reverberação hipócrita que opõe a parte ao todo.
De aplaudir a denúncia do PRISM ( what a deception, OBAMA!!!...) pelo que configura de uma manobra fascista de controlo dos cidadãos e a limitação do seu espaço privado e da sua liberdade que a Democracia deveria consagrar.
What a deception...!
A segurança ( de que nível?... ) tem um preço, naturalmente...
A nível pessoal, evidentemente, da minha condição física, da minha capacidade de antecipar as ameaças, da minha acuidade racional de as analisar, do sopesamento das suas consequências e dos riscos inerentes à sua supressão e das avaliações das consequências das minhas acções preventivas.
Extrapolemos, pois, a nível nacional, com o ajoujamento lógico dos parâmetros em análise e... pasme - se com a responsabilidade interiorizada por qualquer Estado de prover à sua efectiva consumação.
Tudo bem. Acontece que há limites...
Acontece que o preço a pagar, quando se extravasam os limites da decência ( what a fuck!!!) tem por sua vez um PREÇO que a promiscuidade venal ( pela formulação possível e pela proximidade) do mal menor versus bem maior desvaloriza em vibração uníssona, tende a ser relativizado, apelando à nossa bestialidade civilizada versus os Outros, fora da nossa zona de conforto, de vizinhança próxima ou longínqua.
O espaço de ingenuidade acoplado à civilidade não - temente é necessáriamente um risco assumido e tácitamente aceite em qualquer comunidade humana. Brandi -lo é uma reverberação hipócrita que opõe a parte ao todo.
De aplaudir a denúncia do PRISM ( what a deception, OBAMA!!!...) pelo que configura de uma manobra fascista de controlo dos cidadãos e a limitação do seu espaço privado e da sua liberdade que a Democracia deveria consagrar.
D'A ELITE DO REGIME IX
MR. NYET
THE SELF - MAN LEADER
As formidáveis conquistas ( posses ) que o sistema capitalista permitiu a méritos e ganhos individuais, à luz dos pressupostos que enformam o sistema, têm sido o maior adversário da utopia comunista e o travão obstaculizante da interpretação da felicidade colectiva, de cujos meios os espectaculares avanços científicos e... ia dizer económicos..., financeiros, têm produzido.
A natureza humana, pois, é a barreira que o atavismo biológico contrapõe ao programa das Utopias.
No PCP do Jerónimo de Sousa não há espaço para opções revogáveis, que a posse do dinheiro como avatar de todas as possibilidades do humano, permite. A desconstrução dos valores iluministas que a modernidade desfocou em prol da ganância como exercício anti-tédio e da desvalorização da relação trabalho/riqueza, desonerando o individual e o seu contributo de mérito, formatou uma mentalidade à qual aos apelos utópicos responde com cinismo indisfarçável.
A repugnância com que, inevitàvelmente, a contenção democrática suscita junto da vanguarda comunista, abandonada que foi a luta armada, espraia - se em melancolia, resistência e manifestações civilizadas, objectivamente desvalorizadas pelo Poder como formalismos inultrapassáveis do ritual democrático.
Fortificado no bunker das convicções e do dogmatismo, o PCP não faz alianças e seria ridículo que as fizesse, renegando a mater que o sustenta e a praxis que o move.
Partido do NÃO, cumpre o seu destino histórico de NÃO HÁ ALTERNATIVAS...
O Homem e as suas circunstâncias, refém avesso das armadilhas dos historicismos que o querem definir dogmáticamente, também conhece a imprecação - NÃO!
Este NÃO prende -se ao acoplamento funesto, até hoje não desmascarado, pós - URSS, da Liberdade versus Ideologia.
Jerónimo de Sousa não é o líder com capacidade de esvaziar essa má relação que os Poderes exibem triunfantes em contra - argumentação e a que chamam O fim da História.
Adenda em 2/7: É evidente que a Ideologia referida acima seria a comunista, mas nada obsta a que seja qualquer uma...
quarta-feira, junho 12, 2013
MADIBA
Aos poucos, vai - se apagando a única e última para mim, referência moral que o século XX me deu a conhecer.
É evidente que quero acreditar que o mundo restrito dos meus " conhecimentos ", públicos e privados, leva - me a pecar por ignorância, mas num planeta em que os méritos humanistas são criados, vendidos e esbanjados pelos Media, perdoe - se - me essa arrogância tão informada, que a Aldeia que habito unanimaniza.
A morte antecipada de Mandela já me deixa órfão.
sexta-feira, junho 07, 2013
INFERIÇÕES TARDIAS...
Patéticos os descontrolos que a " salganhada " herdada dos USA e dos seus criminosos exercícios neo - liberais pós - crash 1973 e a mais recente hecatombe, estão a provocar na UE.
A resposta encontrada para a subida do preço do petróleo foi a desregulação financeira e a livre circulação do capital financeiro com os Estados, em demolição, no papel de observador neutro da liberdade dos " doers ".
Como foi possível a interiorização cúmplice de tanto cinismo e de tanta malfeitoria? Não pela fé no controlo da natureza humana e no seu bom - senso, certamente.
A " receita " dos memorandos de resgate ( arrepio - me sempre que me vejo perante o significado dessa condição... ) está hoje a ser posta em causa com um atraso assassino de dois anos.
Os resultados negativos que começaram a surgir na Grécia, da sua aplicação acéfala, tiveram por cá - NÓS NÃO SOMOS COMO A GRÉCIA,... lembram - se? mesquinhos arrufos com a comparação, dada a nossa incomparável capacidade de encaixe e fé nos salvadores ungidos, Gaspar e Coelho.
A única razão por que o FMI se está a descolar da receita prende - se com a inevitabilidade de renegociação das dívidas e a previsível perda de biliões por parte dos seus investidores.
Atirar o odioso da situação que ameaça sériamente a economia da zona euro para cima da Comissão Europeia visa únicamente salvaguardar Lagarde, já que de facto não houve erros mas sim uma estratégia e uma agenda troikiana que foi longe de mais.
Rasgadas hoje em Portugal as vestes da convicção, o Governo já não prevê, espera que..., atitude mais do que prudente onde as decisões vêm de fora e onde a dúvida substituiu a Fé como ideologia de resgate. Vem tarde, pois na fé perdida é mais fácil, quando assim tão abalada, partir para a descrença do que para a retoma.
Que fazer? Não a manutenção do laissez - faire, laissez passer, já que se tem revelado mais um campo de biologia que da Política. O que é bom para... confesso que desconheço os alvos compatíveis..., não o é, como a realidade reiteradamente nos ilumina quase até ao desvario, para as comunidades SAPIENS, como os bosquímanes o sabem.
Uma nova abordagem, não grandes teorias de intervenção, que faça com que a Aldeia Global o venha a ser, com pequenos passos de coesão sociológicamente efectivos que permitam e orientem a teorização económica, financeira, educacional e política no sentido de uma harmonização pacífica na espécie.
Chamem - lhe um metassocialismo ou um socioliberalismo, como queiram. O que interessa será o conteúdo que universalize o conceito e o pacifique.
Uma nova UTOPIA precisará sempre de uma sistematização que só a Educação dará lastro e continuidade que permitirá assolar o CINISMO POLÍTICO monstruoso que deu à luz no século passado e que ameaça eternizar - se.
INTELECTUAIS DE TODO O MUNDO, UNI - VOS E MEREÇAM OS ATRIBUTOS QUE VOS TITULAM! IDEIAS PRECISAM - SE!
A resposta encontrada para a subida do preço do petróleo foi a desregulação financeira e a livre circulação do capital financeiro com os Estados, em demolição, no papel de observador neutro da liberdade dos " doers ".
Como foi possível a interiorização cúmplice de tanto cinismo e de tanta malfeitoria? Não pela fé no controlo da natureza humana e no seu bom - senso, certamente.
A " receita " dos memorandos de resgate ( arrepio - me sempre que me vejo perante o significado dessa condição... ) está hoje a ser posta em causa com um atraso assassino de dois anos.
Os resultados negativos que começaram a surgir na Grécia, da sua aplicação acéfala, tiveram por cá - NÓS NÃO SOMOS COMO A GRÉCIA,... lembram - se? mesquinhos arrufos com a comparação, dada a nossa incomparável capacidade de encaixe e fé nos salvadores ungidos, Gaspar e Coelho.
A única razão por que o FMI se está a descolar da receita prende - se com a inevitabilidade de renegociação das dívidas e a previsível perda de biliões por parte dos seus investidores.
Atirar o odioso da situação que ameaça sériamente a economia da zona euro para cima da Comissão Europeia visa únicamente salvaguardar Lagarde, já que de facto não houve erros mas sim uma estratégia e uma agenda troikiana que foi longe de mais.
Rasgadas hoje em Portugal as vestes da convicção, o Governo já não prevê, espera que..., atitude mais do que prudente onde as decisões vêm de fora e onde a dúvida substituiu a Fé como ideologia de resgate. Vem tarde, pois na fé perdida é mais fácil, quando assim tão abalada, partir para a descrença do que para a retoma.
Que fazer? Não a manutenção do laissez - faire, laissez passer, já que se tem revelado mais um campo de biologia que da Política. O que é bom para... confesso que desconheço os alvos compatíveis..., não o é, como a realidade reiteradamente nos ilumina quase até ao desvario, para as comunidades SAPIENS, como os bosquímanes o sabem.
Uma nova abordagem, não grandes teorias de intervenção, que faça com que a Aldeia Global o venha a ser, com pequenos passos de coesão sociológicamente efectivos que permitam e orientem a teorização económica, financeira, educacional e política no sentido de uma harmonização pacífica na espécie.
Chamem - lhe um metassocialismo ou um socioliberalismo, como queiram. O que interessa será o conteúdo que universalize o conceito e o pacifique.
Uma nova UTOPIA precisará sempre de uma sistematização que só a Educação dará lastro e continuidade que permitirá assolar o CINISMO POLÍTICO monstruoso que deu à luz no século passado e que ameaça eternizar - se.
INTELECTUAIS DE TODO O MUNDO, UNI - VOS E MEREÇAM OS ATRIBUTOS QUE VOS TITULAM! IDEIAS PRECISAM - SE!
sábado, junho 01, 2013
D'A EVA...
... VERSUS FILOSOFIA
" Quando não se quer produzir longas narrativas históricas recorre - se a um pequeno mito que condensa o essencial em imagens " - Sloterdijk
O mito da Eva é o mais poderoso alguma vez contado sobre a perdição do homem. De maneira que...
O amor da sageza e a perda do baixo - ventre, ainda segundo o nosso filósofo, com a perda da energização, transformou a Filosofia numa organização de eunucos, enfatiza sarcásticamente Sloterdijk in Crítica da Razão Cínica.
A contradição anteposta sempre se alimentou desde Sócrates e a sua máxima, - De qualquer maneira casa - te; se tiveres a sorte de ter uma boa mulher, serás feliz, se não serás filósofo - do seu infortúnio masoquista.
Com o decorrer dos séculos, a própria história amorosa dos grandes filósofos parece ter dado razão a Sócrates. De Kant, celibatário convicto, a Nietzsche, de Schopenhauer a Byron, passando pela excepção semi - feliz de Russel, a realidade contraditória parece confirmar o que no fim de contas não passa do trivial no relacionamento de duas espécies cujo encontro é mediado pela Natureza com um fim único - a Sobrevivência - que a complexidade racional teima em RACIONALIZAR, passe a redundância.
A aparente contradição enunciada e a causalidade antevista no esvaziamento necessário(?) das pulsões sexuais ( naturais) quando em confronto com o amor da sageza, que as compensaria, remete - nos a uma conclusão perversa, que as imagens de Sócrates e Xantipa, Aristóteles e Phyllis,( citados pelo autor ) parecem caucionar.
Por outro lado, o aparente desprezo ( frustração ) a que o feminino como objecto de pesquisa parece votado nas reflexões das grandes referências filosóficas parece fundamentar, à partida, o falhanço da ousadia de , em confronto com uma realidade tão concreta, tão referencial, tão apetecível, tão desejada, tão natural como as provocações que suscita, contrariar a impotência da demanda na procura da explicação última.
Sobram no entanto, de todos os filósofos e pensadores avulsos, os aforismos e as máximas redutoras da condensação em preconceitos, da preguiça que denuncia a insegurança visceral no confronto com a origem tão pouco misteriosa do SER.
De puta à mãe, balança aferidora das nuances que o eu masculino voluntáriamente manipula resta o mundo do nosso deslumbramento, do nosso fascínio e da nossa, porque nunca satisfeita, IMPOTÊNCIA, não necessàriamente eunuca.
É que a sua capacidade de receber está para além da nossa capacidade de dar, tão sómente, e isso pesa... às almas generosas...
Cinismo ou Kinismo, vá -se lá saber...
segunda-feira, maio 27, 2013
AINDA O DMS 5
DO CINISMO CLÍNICO in Crítica da Razão Cínica por Peter Sloterdijk, pg.349
" ... Uma ordem social como a nossa encoraja directa e necessàriamente uma medicina favorável ao sistema das doenças e do que as traz, mais do que à vida em boa saúde... A única arma contra um socorro falso ou problemático consistiu em não ter necessidade dele. "
" ... O Sistema da " saúde " tende para uma situação em que o controlo da medicina dos senhores sobre o somático se torna totalitário. Podemos imaginar um nível em que se chegue à expropriação completa das competências físicas privadas. No fim de contas, haverá que aprender a mijar correctamente seguindo cursos de urologia... "
Sem comentários...
domingo, maio 26, 2013
À VOL D' OISEAU...
COITUS INTERRUPTUS
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
terça-feira, maio 21, 2013
AOS TROIKISTAS...
A diferença entre o Portugal do nosso defunto ditador - SALAZAR - hoje albino de tanto branqueamento e a Alemanha mal - enterrada, pelo menos na consciência germânica, do HITLER, está, não tanto na personalidades dos dois fascistas mas nos povos que os pariu, como qualquer historiador decente e não funcionário burocratizado, terá a obrigação de saber, por mais voltas que dê à convicção, fé, chamemos - lhe isso, de que a História dos povos é feita pelos seus líderes, no caso seus contemporâneos, sub-avaliando nèsciamente a visão do outro bigodudo, também já defunto.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
segunda-feira, maio 20, 2013
CO - ADOPÇÃO ?
SOU CONTRA!
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
terça-feira, maio 14, 2013
A EUROPA ABSURDA
M. Sousa Tavares, escapelizou factualmente o absurdo da realidade da eurolândia nos dias que correm na sua crónica - É ISTO A EUROPA ?, no último Expresso. É de ler e reflectir.
A farsa espoliadora dos recursos, da criatividade, da economia e das finanças dos países económicamente mais débeis, entra pelos olhos adentro de qualquer analista sério e enfatizo a qualificação, que não faz depender exclusivamente, em cínica descontextualização histórica das directivas da UE, então, dos erros nacionais e dos seus maus políticos e povos, a catástrofe que representa hoje para os países sob resgate a obediência à arrogância burrocrata de Bruxelas.
Mais do que os erros políticos nacionais, apresentados como causadores das acções actuais, importaria relevar em consideração a exaustão e caducidade do sistema ocidental de exploração capitalista que estrebucha em impotência, como solução para uma, essa sim, história acabada e se transformou numa barreira tenaz a qualquer Ideia outra de funcionamento colectivo.
A Globalização, apresentada como desenvolvimento lógico à vitória final no conflito com o socialismo soviético, transportou consigo o contrabando que lhe está na essência, enfeitada com os faíscantes faróis - Liberdade - Democracia, a cegar as vítimas, enquanto a posse do dinheiro e dos mercados financeiros pelos especuladores fazia o pleno do controlo, dos indivíduos, das nações e dos Estados.
A ganância é tal que se está a matar a galinhas de ovos-de-ouro. Que importa, aparecerão outras... A África e eventualmente a América Latina, à medida em que despachemos líderes incómodos, como o foi Chavéz.
Limpámos o Sadham, o Gadahfi, o Al-Assad está por um fio, bin Laden já era, o Irão está a ser um osso duro de roer ( sabe - se lá se o tipo que lá manda já não terá a bomba nuclear, uma chatice... )
O único bem, realmente transaccionável do Ocidente é o DINHEIRO, de que hoje detém o controlo quase total, retrato patético de um avô Patinhas caquético e mesquinho ensimesmado, na eurolândia, nesse formidável edifício de cretinice política que é a Comissão e o seu braço financeiro BCE com os seus funcionários menores mas não menos diligentes e obedientes, instalados nos governos nacionais dos países ocupados.
" RECLAMAI, MAS OBEDECEI !" exigia Bismark aos seus súbditos...
sábado, maio 11, 2013
PORTO - BENFICA...
...Minuto 87 do jogo e o treinador não consegue transmitir para dentro do campo a necessidade, face ao resultado, de contenção e posse da bola. Porquê?
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
quarta-feira, maio 08, 2013
D'A ELITE DO REGIME VIII
The Jelly Boy
A " exaustão " e o vazio político que o PS semeou durante o consulado Sócrates, um fortíssimo líder, " secou " o debate partidário, coisa que o jotinha Seguro, conhecedor do funcionamento do aparelho partidário, como o foi então, o seu adversário político de hoje, Passos, na sua caminhada para o Poder, permitiram que um cinzento político socialista surgisse como alternativa à sucessão do animal feroz.
Seguro não é um pregoeiro de feira, coisa tipo - E leva mais este e mais este... - Eu não estou por aqui para enganar ninguém... , mas do tipo evangelista da IURD, melífluo, mole, tipo bom - rapaz fàcilmente vítima de bulling passivo do que seu perpetrador.
Acontece que a Política exige mais dos seus praticantes. É definitivamente meritório o serviço da causa pública e é racionalmente exigente de muito mais coisas do que ESTAR lá...
O que é o homem e as mais - valias transportadas, necessárias a um estadista ( Ah, como Portugal precisa desesperadamente de alguns...) com visão, coragem, liderança, capaz de roturas e consensos democráticos, que não essa democracia mole e paralizante ancorada numa esperança doentia que não na acção concreta, com um rumo político capaz de fazer dos cidadãos o seu principal defensor, ninguém conhece.
Da cartilha e das frases feitas, mecânicamente repetidas, que o irão levar ao Poder já se conhece. O resto está atrás da cortina, já descerrada por um povo a dizer NÃO; do tremendo resto que é a redefinição do País conhecemos as epístolas evangelizantes.
É POUCO, muito pouco o que sabemos da ignorância deste challenger...
sábado, maio 04, 2013
D'A ELITE DO REGIME VI
O FILISTINO
INADVERTIDAMENTE APAGUEI O POST AQUI INSERIDO HÁ DIAS SOBRE O MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, PAULO PORTAS, E NÃO SEI COMO RECUPERÁ- LO...
P.S.
ACONTECE QUE O PRÓPRIO SE ESTÁ ENCARREGANDO DA ACTUALIZAÇÃO DO QUE FOI ENTÃO POSTADO, O QUE AGRADECEMOS...
D' A ELITE DO REGIME VII
O CATAVENTO
Há uma casta de funcionários burocratizados na UE que da teoria Política reteve o manobrismo e jogo de cintura e da sua praxis o acautelamento dos interesses próprios e dos aliados de ocasião.
O presidente da Comissão europeia, Barroso, é a imagem consagrada da mediocridade de uma liderança. As qualidades pessoais adstritas, pela sua inadequação política que não diplomática, ao cargo, fazem dele uma quase nulidade na função nacessáriamente abrangente que o cargo exige no funcionamento global de uma UE que paulatinamente se desagrega com o seu beneplácito cúmplice.
A tristeza de ver um formidável projecto como pensado, não por políticos mesquinhos e sem visão e grandeza mas pelos seus pensadores, nas mãos de uma tal mediocridade liderativa, conformista, seguidista e deslumbrada pelos afagos dos donos, é penosa.
A História acabada que esses funcionários estão a escrever será feita um dia quando, em nostalgia, sob as ruínas de uma decadência entrevista e revisitada, se lançar um olhar para o exterior, para os Outros.
O enorme drama da superação das supervivências nacionais, como diria Gassett, na sonhada construção dessa Europa, hoje adiada e sem futuro, está hoje transformada numa tragicomédia, ameaçada pelas subserviências ( espantosa ironia histórica... ) nacionais e a apropriação, através do controlo das suas figuras de proa, das suas instituições.
Em vez de portador de uma missão histórica, Barroso borrou a pintura aceitando ser o master's voice dos ventos dominantes; os de hoje são da Alemanha.
domingo, abril 28, 2013
D' as interpretações...
... e das perspectivas lançadas sobre o discurso do presidente da República no dia 25 de Abril na Assembleia da República tivemos visões , isso mesmo, de todos os tipos, como seria de esperar.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
quinta-feira, abril 25, 2013
LAMENTÁVEL!
SAMPAIO, de passagem pelos corredores da Assembleia, interpelado sobre as palavras do presidente da República proferidas no seu discurso cerimonial, disse que o dia era do presidente e dos convidados.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
sexta-feira, abril 19, 2013
D`O TERRORISMO
" QUANDO BOMBAS SÃO LANÇADAS SOBRE CIVIS ISSO É TERRORISMO " - OBAMA
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
quarta-feira, abril 17, 2013
COMO ERA EVIDENTE...
O Burrocrata - Mor Gaspar, teve de ser " denunciado " lá fora para os portugueses constatarem o óbvio ululante repetidamente denunciado já por almas mais atentas.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
sexta-feira, abril 12, 2013
D´A PSICOPATIA SOCIAL...
... Por aqui denunciada, em nome das consequências sociais e não só, objectivamente calculadas e desprezadas com igual frieza pelo Governo dirigido pelo ministro Gaspar, dei aqui testemunho em 5/2, a propósito do buraco negro entrevisto na nula percepção ética por parte deste governo, pelo menos da sua cara visível, da sua acção demolidora sobre o tecido social, económico e financeiro do país.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
quarta-feira, abril 10, 2013
FECHADO PARA BALANÇO
À ESPERA DO GASPAR
Como qualquer lojeca de bairro, o país fechou para balanço enquanto o contabilista trata do que resta à insolvência programada, ao " famigerado " corte das " gorduras " do estado, creio eu...
A demolição programada de um Estado a caminhar para um milénio de existência por parte de uma classe apátrida e deslumbrada da sua população já teve històricamente exemplos malfadados como os que antecederam a entrega do reino aos Filipes contra a resistência tenaz do seu povo.
Acontece que desta vez a resistência está melhor informada sobre a sua liberdade e sobre a sua " elite ". Sabe melhor distinguir a diferença entre o interesse nacional e os interesses outros que sob a capa da sua defesa contrabandeia os interesses próprios e de classe.
Não há dinheiro, dizem - nos, portanto suspende - se a Democracia e por que não, a Liberdade e por que não o País?
TEMPOS DESALMADOS ESSES " apud ad libitum " , M. Veiga.
" FASCISTÓIDES "
INACREDITÁVEL!
O Governo impôs, através do seu chefe Gaspar, assessorado pelo seu delfim, Passos, o estado de excepção ao País, paralisando - o através de uma monstruosa e perigosa medida burrocrata - Nenhum organismo do estado tem autorização para gastar um cêntimo sem o despacho do Ministro das Finanças e não houve nem UM ministro a pedir a demissão do seu cargo, menorizado até à inexistência.
Digo e repito; em personagens outras, até poderia haver uma tentativa racional de interpretação do gesto que não nesses dois " estadistas " do aviário, como sugere M. Veiga numa recente entrevista ao Expresso. " Vivemos tempos desalmados ", caracterizou o social - democrata, desolado com tanta vacuidade governativa.
Uma vingança amuada de uns senhoritos que ao autismo de um se acrescenta a rigidez de carácter, para não ser ofensivo, do outro e a cobardia do resto do Governo, portadores de uma missão que lhes engrandeceria o curriculum perante os futuros empregadores - a UE.
Quem não é por nós... e toma - se o país como inimigo.
Quanto mais tardar a vassourada que se impõe, do Governo à presidência do Estado, mais impunes se julgarão.
E que tal, na nova Assembleia, criar uma Comissão que reflicta sobre as limitações democráticas que uma maioria absoluta e um presidente da mesma cor política, impõem sobre o seu afastamento dos cargos de maneira a evitar exercícios fasciszantes ( sim, o governo foi eleito democràticamente ) por parte de governos democráticos ?
sábado, abril 06, 2013
" CHUMBOS "
Quantos mais reprovações serão precisas até que o aluno se convença de que o chumbo ou aprovação que interessa e tem a primazia é o nacional e não o estrangeiro?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
quinta-feira, abril 04, 2013
D'A VACUIDADE POLÍTICA...
... De hoje, globalizada em todas as paragens do planeta se reflecte em melancolia o homem atento.
A Vida, aquela caracterizada por Gasset, esboroa - se nas urgências que o sonho, hoje cativo, não pode atalhar na contemplação do outro real, aos poucos transfigurado entre dois universos de aquisição, representados pelos que têm dinheiro ou não.
" Só a descontinuidade induzida pelo sonho torna suportável a vida " - E. Cioran
O espaço, rico de projecções, que essa descontinuidade transporta, avisos/alertas/barramentos/ cepticismo, a par de possibilidades/energizações/positivismo/, é essencial no processo consciente de crescimento e amadurecimento do indivíduo e por reflexo das sociedades e das nações.
O sonhar acordado, viver, conjugando o sonho com o real, resume -se, nessa narrativa ( sans blague...) de cariz fascista que o sistema sustenta, onde a posse/circulação de dinheiro, subtraído à realidade concreta dos governados, à economia e ao regime democrático, resume - se , dizia, à subserviência, individual e nacional perante quem o detém, emporcalhando objectivamente o bem mais precioso que sustenta o regime - a Liberdade.
O governo que está hoje em Portugal tornou - se alvo de todas as censuras imagináveis pelo que de criminoso se prefigura a sua acção no assassinato dos sonhos de uma geração. Nenhum erro, de qualquer governo pós-25 de Abril foi definitivo e as suas eventuais consequências foram quase sempre minoradas pelo governo seguinte, na maior parte dos casos; sim, não havia decerto na Europa tanta mediocridade, tanta desfaçatez nos líderes de então, nem tanta subserviência em relação à Alemanha e sim, houve crises económicas que a Política soube resolver.
O que temos hoje? Vacuidade e pesporrência a rodos, futurologia e autismo, bravatas e manhas a esconder uma intolerável demissão das obrigações do Estado, a começar pelo respeito da sua soberania e do seu povo.
Este governo não precisa que o demitam, já se demitiu, assim como o seu protector no palácio de Belém. É um governo de gestão e desgraçadamente ainda vai fazer muuuuito mal ao País.
Eu bem me lembro do então candidato a chefe de Governo, Passos Coelho, dizer que iria desmantelar o Estado e também vi a ingenuidade e boa - fé ajudá -lo nesse propósito.
O que também sei, o que parece ser um anátema para este governo, é que os erros, uma vez aquilatados devem ser corrigidos com celeridade. Pena é que 4 anos seja demasiado tempo de desmantelamento. Só restarão ruínas e aposto que ninguém IRÁ PARAR À PRISÃO.
A Vida, aquela caracterizada por Gasset, esboroa - se nas urgências que o sonho, hoje cativo, não pode atalhar na contemplação do outro real, aos poucos transfigurado entre dois universos de aquisição, representados pelos que têm dinheiro ou não.
" Só a descontinuidade induzida pelo sonho torna suportável a vida " - E. Cioran
O espaço, rico de projecções, que essa descontinuidade transporta, avisos/alertas/barramentos/ cepticismo, a par de possibilidades/energizações/positivismo/, é essencial no processo consciente de crescimento e amadurecimento do indivíduo e por reflexo das sociedades e das nações.
O sonhar acordado, viver, conjugando o sonho com o real, resume -se, nessa narrativa ( sans blague...) de cariz fascista que o sistema sustenta, onde a posse/circulação de dinheiro, subtraído à realidade concreta dos governados, à economia e ao regime democrático, resume - se , dizia, à subserviência, individual e nacional perante quem o detém, emporcalhando objectivamente o bem mais precioso que sustenta o regime - a Liberdade.
O governo que está hoje em Portugal tornou - se alvo de todas as censuras imagináveis pelo que de criminoso se prefigura a sua acção no assassinato dos sonhos de uma geração. Nenhum erro, de qualquer governo pós-25 de Abril foi definitivo e as suas eventuais consequências foram quase sempre minoradas pelo governo seguinte, na maior parte dos casos; sim, não havia decerto na Europa tanta mediocridade, tanta desfaçatez nos líderes de então, nem tanta subserviência em relação à Alemanha e sim, houve crises económicas que a Política soube resolver.
O que temos hoje? Vacuidade e pesporrência a rodos, futurologia e autismo, bravatas e manhas a esconder uma intolerável demissão das obrigações do Estado, a começar pelo respeito da sua soberania e do seu povo.
Este governo não precisa que o demitam, já se demitiu, assim como o seu protector no palácio de Belém. É um governo de gestão e desgraçadamente ainda vai fazer muuuuito mal ao País.
Eu bem me lembro do então candidato a chefe de Governo, Passos Coelho, dizer que iria desmantelar o Estado e também vi a ingenuidade e boa - fé ajudá -lo nesse propósito.
O que também sei, o que parece ser um anátema para este governo, é que os erros, uma vez aquilatados devem ser corrigidos com celeridade. Pena é que 4 anos seja demasiado tempo de desmantelamento. Só restarão ruínas e aposto que ninguém IRÁ PARAR À PRISÃO.
quinta-feira, março 28, 2013
D'A "ELITE " DO REGIME V
O TÍTERIZINHO CÁBULA
AGONIADO, e quiçá marcado pela experiência traumática das consequências do 25 de Abril na vida familiar e naturalmente na sua, Passos Coelho cimentou pela vida fora a convicção de que a vida é estoicismo, sobriedade, disciplina, determinação, lealdade, e... doerismo. A ninguém ocorreria contrapôr a essas qualidades indiscutíveis, objectivas, o dedo da crítica e evidentemente ninguém criticaria esses anexantes caracteriológicos na personalidade de um cidadão.
Acontece que a cada uma delas, em exarcebação, contrapôr - se - ia o equilíbrio que faria delas virtudes políticas, não se desse o caso da nula existência do reconhecimento do fanatismo isolado de cada uma e da descontextualização com uma realidade que as renega como absurdos políticos.
Como também se torna evidente que o trauma de bom aluno perante os tutores, representados pelos aprovadores ou desaprovadores, da troika, da Merkel, obriga a um mimético empinanço para o exame final, sem se perceber bem a matéria que se debita.
O diabo, é que, para um político nacional ou aspirante a sê - lo, o GRANDE EXAMINADOR, é o SEU povo, de nada lhe valendo a apreciação externa. Valerá para o país, argumentaria em racionalização, o bom aluno. A grande chatice é que o povo, todos os povos, vivem no presente e querem ser ELES a programar, INDIVIDUALMENTE, o seu futuro e esperam que o governo do seu país crie para hoje, as condições em que, em plena liberdade o possa fazer.
Passos assim não o entende e não tem nenhum farol de esperança a iluminar esse caminho que só ele e os apaniguados mais a mesquinha e anti - patriótica Banca enxergam.
Ele promete o paraíso e eventualmente terá boas intenções; acontece que o inferno, o lugar da expiação, está cheio de bem - intencionados, pelo menos de passagem sabática, como aconteceu a Sócrates.
É, o inferno são os OUTROS...
AVÉ, SÓCRATES!
Regressou a Portugal o político mais odiado pela Direita portuguesa e um dos mais competentes que passou pela democracia portuguesa. Digo passou mas deveria ter dito de passagem, já que a combatividade e coragem são - lhe atributos hoje imprescindíveis no desmascaramento não só do que ele apelidou de embustes como da incompetência fanática do actual governo e seria uma perda enorme o seu exílio partidário.
O povo português não tem nada a temer, pelo contrário, da sua acção futura como comentador. Quem o teme irá dando a cara ( como se já não conhecêssemos a história recente... ) à medida em que o desespero pelo fim deste governo ponha a descoberto os " traumas " associados a uma pulsão que aos poucos se vai soltando e ela tem um nome - autoritarismo - e para cúmulo, medíocremente iluminado.
Sócrates não precisa que ninguém o defenda dos soezes ataques que a arraia miúda dos instalados no status quo lhe vão fazer, ele pode bem com eles, já lhes conhece os contornos e as motivações. Por mim não o farei. Limito - me a saudar o seu regresso e a qualidade que vai trazer à luta política bem evidente nos ecos que a sua primeira prestação provocou.
segunda-feira, março 25, 2013
CLEPTOMANIA
A já defunta UE continua a derrapar, ela própria já refém consciente e sem reacção visível aos interesses alemães e à transformação acelerada do euro no novo marco.
O último assalto, desta vez ao Chipre, denuncia o abandono de quaisquer restrições políticas ao quero posso e mando por parte do Deutchbank com a surpreendente capitulação de toda a casta burrocrátrica apolítica que hoje está à cabeça das nações europeias, obedecendo às suas directivas.
Acontece que desta vez estão a mexer também com a Rússia, de quem a Alemanha depende em termos energéticos; nada de surpreendente quando a tacanhez política, apoiada ao poderio económico, se substitui ao realpolitik. É que a Rússia pode ser uma ameaça REAL e não uma pedra no sapato.
O efeito borboleta das sucessivas e penalizadoras medidas sobre os estados do sul da Europa, com a cumplicidade activa dos idiotas úteis e colaboracionistas, fará o seu caminho até que...
Entretanto, pelo caminho ficará uma geração que não se adaptará a uma Democracia abastardada da qual os representantes nacionais respondem, se explicam e obedecem a outras soberanias e à mudança do sistema se acrescentará a do regime, desagraçadamente.
A Estupidez campeia e situá - la na Alemanha é um erro de perspectiva, não só histórica como política. Ela floresce noutras paragens à vista de toda a gente, nomeadamente em Portugal.
Chipre, como muitos outros países da zona euro, serão percalços insignificantes que, se necessário, serão afastados se não se submeterem ao Poder actual. O imperialismo, que hoje se toma como ameaça irreal, tem muitas faces e ela não tem de ser necessàriamente armada.
O último assalto, desta vez ao Chipre, denuncia o abandono de quaisquer restrições políticas ao quero posso e mando por parte do Deutchbank com a surpreendente capitulação de toda a casta burrocrátrica apolítica que hoje está à cabeça das nações europeias, obedecendo às suas directivas.
Acontece que desta vez estão a mexer também com a Rússia, de quem a Alemanha depende em termos energéticos; nada de surpreendente quando a tacanhez política, apoiada ao poderio económico, se substitui ao realpolitik. É que a Rússia pode ser uma ameaça REAL e não uma pedra no sapato.
O efeito borboleta das sucessivas e penalizadoras medidas sobre os estados do sul da Europa, com a cumplicidade activa dos idiotas úteis e colaboracionistas, fará o seu caminho até que...
Entretanto, pelo caminho ficará uma geração que não se adaptará a uma Democracia abastardada da qual os representantes nacionais respondem, se explicam e obedecem a outras soberanias e à mudança do sistema se acrescentará a do regime, desagraçadamente.
A Estupidez campeia e situá - la na Alemanha é um erro de perspectiva, não só histórica como política. Ela floresce noutras paragens à vista de toda a gente, nomeadamente em Portugal.
Chipre, como muitos outros países da zona euro, serão percalços insignificantes que, se necessário, serão afastados se não se submeterem ao Poder actual. O imperialismo, que hoje se toma como ameaça irreal, tem muitas faces e ela não tem de ser necessàriamente armada.
sábado, março 16, 2013
D'A " ELITE " DO REGIME IV
O BURROCRATA - MOR
Em qualquer república europeia as consequências políticas, sociais e económicas derivadas das medidas impostas sobre o país, levariam à sua demissão, por incompetência técnica, ( falhanço total em previsões projectadas... ) comunicacional, ( o discurso pontuado por um linfatismo quase abúlico é tudo o que se condena na mensagem política... ) e política ( o governo está completamente descredibilizado; eventualmente só terá, hoje, o apoio dos deputados do PSD, da BANCA e do sr. presidente da República )
Cruxifixado hoje pelos tutores da troika, desconsolados pelo, afinal péssimo aluno, com quem contariam na criação de uma " jurisprudência " curricular a apresentar a putativos candidatos a resgates financeiros, Gaspar ameaça com o abismo onde estará a prova das suas e as deles razões.
Sem se poder desculpabilizar com a Constituição ( já se tentou... ) o que resta ao Gaspar?
Afinal, os louros com que a ignorância interpretativa política e histórica associadas ao desconhecimento do país e do seu povo ungiu os salvadores da Pátria, nomeadamente o seu intérprete maior - Gaspar - amarelaram - se em contacto com o real, nem lhe valendo já a cumplicidade activa de privilégios incomodados com a invasão dos espaços e cargos públicos por uma classe arrivista, súbitamente consumista de bens dantes só ao alcance de alguns.
A essa desordem urgia pôr termo... Tudo leva a crer que vai falhar...
D'A " ELITE " DO REGIME III
THE WHISTLLER
" Carta fora do baralho ", - foi caracterização analítica feita por Carvalho da Silva, ex - coordenador da C.G.T.P. a um presidente da República que de tão bem conhecer e interpretar as suas obrigações e deveres do cargo se deixou " bloquear " ; se numa primeira fase, perante as investidas do governo PSD/CDS assobiou recomendações que foram desprezadas passou à fase profetizante com conselhos prontamente ignorados. Resultado? Remeteu - se à reflexão pitonísica e encerrou - se no seu palácio.
Se não é muito difícil compreender o dilema ético e pessoal de um presidente que vergastou o governo Sócrates por não ter sido levado em consideração numa medida pontual do anterior governo e que despudoradamente chamou à rua os cidadãos contra as, na altura débeis medidas de austeridade comparadas ao percurso actual, espanta a interpretação demissionária das suas atribuições constitucionais, lançando o " odioso " da resistência a outros órgãos da soberania, justicializando substancialmente um problema político resumido ao repúdio da população portuguesa às imposições tantalizantes da troika, da Europa merkealizada e de um governo inepto.
Tornou se, efectivamente, até hoje, uma carta fora do baralho...
domingo, março 10, 2013
D'A " ELITE " do REGIME II
THE CLEANER
Tarefa dura a deste branqueador para quem o regime se esgotou nos formalismos institucionais reguladores daquilo que alguns apelidam de " lei da rua ". Tem sido soberbo o esforço, que já não é de agora, valha a coerência, deste historiador no desmantelamento da " Grande Mistificação " protagonizada pela esquerdalha indígena no ataque indecoroso ao Poder actual.
A distorção redutora da Crítica ao governo colando - lhe anexos falsos nos quais o absurdo aparece como exigência intransponível tem sido a táctica recorrente, enquanto se valoriza o seu contrário, a Austeridade tout court, como a via dos valores.
Interessante tem sido a fixação anti - comunista em tudo o que seja manifestação cívica, das grandoladas às concentrações de repúdio à coligação, ao poder actual.
A raiva é mais útil do que o desespero, diz a psicologia básica e engana - se o poder e o historiador em confundi - la com mistificações e contos da carochinha, apoucando os valores de cuja defesa, julga a pseudo - elite industriada, em cínica e hipócrita contemplação, ser os guardiães.
Dando de barato que os historiadores, mais do que os leigos pouco informados, tinham a obrigação do conhecimento histórico das implantações dos regimes políticos e da demolição dos sistemas económicos e financeiros deviam ter uma abordagem mais objectiva , menos comprometida, mais distanciada dos factos que a urgência de paginação comentarista obriga em negligência preguiçosa, espanta - me o fundamentalismo onde não deveria existir. E daí, porque não?
Para terminar, uma singela pergunta: - Se a Constituição diz que a soberania está no povo, como povo ele, o cidadão, não tem liberdade de a exercer na rua? Quando a credibilidade dessa representação institucional se rompe com a, essa sim, mistificação dos compromissos eleitorais e contrabando governativo a cidadania extingue - se?
D' A " ELITE " do REGIME...
THE DOER
A Crítica política tem sido unânime na avaliação negativa que tem feito à permanência do ministro Relvas no governo da República. As raízes da fundamentação dessa unanimidade crítica encontram - se em quase todos os parâmetros passíveis de análise das funções que lhe foram atribuídas e nos contornos nebulosos do que já foi considerado de falta de ética política.
Encarregue da área de comunicação e coordenação política, a sua inépcia, nomeadamente na reforma autárquica, na reestruturação da RTP, na ligação/coordenação da coligação, foi total.
Verdade seja dita que nesse particular o doer, como o vê o P.ministro, não esteve sózinho em incompetência no Governo, a começar pelo ministro Gaspar que tem falhado TODAS as previsões económicas e cujos Orçamentos de estado não resistem a dois meses de exercício, o que sublinho como um caso excepcional de aberração política, que exponenciou o " vazio " das políticas sectoriais, a funcionarem com as migalhas caídas de orçamentos descredibilizados pelo real.
E voltemos ao doer...
É pensamento comum que no Governo só tem o apoio do produto do seu doerismo - o primeiro - ministro Passos Coelho e a pergunta de um milhão fá - la toda a gente. Porquê?
Por mim, só há uma explicação para esse apoio incondicional, custe o que custar, e chama - se LEALDADE. E se no campo do relacionamento pessoal, pelo que deve ao Relvas no concretizar de um sonho e de uma ambição de carreira política o mérito desse posicionamento seja de aplaudir, quanto mais não seja pela raridade no meio, o País político não só não se revê nessa " qualidade " e atém - se no que considera pernicioso para o governo e naturalmente para o país - a descredibilização de um ministro que se tornou viral no espaço mediático.
quarta-feira, março 06, 2013
BURROCRATAS OU " PALHAÇOS " ?
25% dos italianos disseram vaffanculo aos primeiros e bem - vindos aos segundos. Da tristeza irremediável atrelada a uns preferiram o anti-sistema teorizado pelos outros.
Dos primeiros conheceram e conhecem na pele a prática daninha de governação, a incompetência política e o cinismo tacanho; dos outros, para já, conhecem a negação comum ao status quo.
As reacções dos instalados e do Poder em geral foi de surpresa.
Não é que a nós nos surpreenda mas é preciso uma grande " cara de pau " e uma repetida, redundante ( não temo adjectivações...) hipocrisia para se admirar da reacção popular contra a governação da UE, para mais quando ela ainda se recusa a existência como tal e mascara o seu monetarismo sectário com austeridade, custe o que custar.
Por uma questão de transparência e honestidade, a condenação tem um destinatário claro, a Alemanha de Merkel e dos aliados de ocasião, sustentados por uma fanática ética luterana, que a par do calvinismo dos USA, mascaram a silenciada exploração capitalista com um salto qualitativo de monta; da posse dos meios de produção que a desindustrialização deliberada cancelou, partiu para o domínio do dinheiro e do investimento financeiro, vulgo capitalismo de casino, com o qual manietou, primeiro as nações, depois os Estados e se não houver resistência e demolição, a própria Liberdade.
A tudo isso, a esse medonho e criminoso exercício chamou Globalização e ornou - o dessa capacidade sofismática de poder beneficiar cada um dos povos.
A ilusão foi breve; tinha sido mais uma manobra da Banca que subtraído o investimento na economia armazenou e faz circular o novo e único meio de controlar a liberdade, dos indivíduos, das nações e dos estados.
À actividade pacífica e quiçá prazenteira para os alvos, sugerida pelos italianos responderam com insultos, apalhaçando as escolhas democráticas.
Ninguém se engane, a tentação totalitária está em passo acelerado; os sinais abundam, coisa que a intolerância e o afastamento dos representantes da Democracia proseguem, uns conscientemente, outros como idiotas úteis, outros por anemia intelectual, outros por desvirgamento de carácter.
Já há avisos feitos aos tiques fascistas, da judicialização da política, ao controlo obsessivo e desmesurado dos cidadãos através da máquina fiscal e a arbitrariedade programática ao arrepio do sufragado em eleições coroada pela titerização de um governo a mando de ( Merkel é o rosto visível... ) QUEM?
PONHAM - SE A PAU, JUVENTUDE. Nós conhecemos a ditadura. Por enquanto só lhe sentem o cheiro da História e as pulsões actuais. Não queiram conhecer o resto ...
Dos primeiros conheceram e conhecem na pele a prática daninha de governação, a incompetência política e o cinismo tacanho; dos outros, para já, conhecem a negação comum ao status quo.
As reacções dos instalados e do Poder em geral foi de surpresa.
Não é que a nós nos surpreenda mas é preciso uma grande " cara de pau " e uma repetida, redundante ( não temo adjectivações...) hipocrisia para se admirar da reacção popular contra a governação da UE, para mais quando ela ainda se recusa a existência como tal e mascara o seu monetarismo sectário com austeridade, custe o que custar.
Por uma questão de transparência e honestidade, a condenação tem um destinatário claro, a Alemanha de Merkel e dos aliados de ocasião, sustentados por uma fanática ética luterana, que a par do calvinismo dos USA, mascaram a silenciada exploração capitalista com um salto qualitativo de monta; da posse dos meios de produção que a desindustrialização deliberada cancelou, partiu para o domínio do dinheiro e do investimento financeiro, vulgo capitalismo de casino, com o qual manietou, primeiro as nações, depois os Estados e se não houver resistência e demolição, a própria Liberdade.
A tudo isso, a esse medonho e criminoso exercício chamou Globalização e ornou - o dessa capacidade sofismática de poder beneficiar cada um dos povos.
A ilusão foi breve; tinha sido mais uma manobra da Banca que subtraído o investimento na economia armazenou e faz circular o novo e único meio de controlar a liberdade, dos indivíduos, das nações e dos estados.
À actividade pacífica e quiçá prazenteira para os alvos, sugerida pelos italianos responderam com insultos, apalhaçando as escolhas democráticas.
Ninguém se engane, a tentação totalitária está em passo acelerado; os sinais abundam, coisa que a intolerância e o afastamento dos representantes da Democracia proseguem, uns conscientemente, outros como idiotas úteis, outros por anemia intelectual, outros por desvirgamento de carácter.
Já há avisos feitos aos tiques fascistas, da judicialização da política, ao controlo obsessivo e desmesurado dos cidadãos através da máquina fiscal e a arbitrariedade programática ao arrepio do sufragado em eleições coroada pela titerização de um governo a mando de ( Merkel é o rosto visível... ) QUEM?
PONHAM - SE A PAU, JUVENTUDE. Nós conhecemos a ditadura. Por enquanto só lhe sentem o cheiro da História e as pulsões actuais. Não queiram conhecer o resto ...
ADEUS, COMANDANTE CHAVÉZ
Deixarás, seguramente, muitas saudades ao teu povo e um lugar cativo na História do teu país pelo que da tua luta pela decência política contra os malfeitores de colarinho branco ficará na memória colectiva.
Mais um resistente activo à selvageria capitalista que se foi. Que em teu lugar apareçam milhares a dizer - ASSIM NÃO!
Por outro lado, confesso que temo pelo futuro próximo da Venezuela. Os crápulas financeiros afiam já as unhas para o assalto ao património do país. Saiba o povo venezuelano fazer -lhes frente...
domingo, março 03, 2013
O " PANFLETO "
J.P.P. no www.abrupto.blogspot.com de hoje, igual a si próprio no desmascaramento contínuo que exercita sobre os " podres " da nossa vida colectiva, esteve no seu melhor.
Os livres pensadores são personagens incómodas e J.P.P. sempre " incomodou " o Poder, recusando - se a ser o intelectual de serviço, o que a sua anarquia ideológica prova à saciedade em cada intervenção.
O seu panfleto de hoje remeteu - me a um texto de Virgílio Ferreira do seu livro « PENSAR » da visão pragmática sobre o intelectual, considerado como um inútil, um chato, um complicado,um desperdício a dar baixa no activo da humanidade, do qual cito as últimas palavras - Há todavia um pequeno pormenor maçador e é que a própria humanidade sofre com isso também uma baixa por tabela. É esquisito mas é assim. Porque se não fossem esses chatos, a história dos humanos era apenas a da pocilga com apenas talvez uma variedade de feitio.
Os livres pensadores são personagens incómodas e J.P.P. sempre " incomodou " o Poder, recusando - se a ser o intelectual de serviço, o que a sua anarquia ideológica prova à saciedade em cada intervenção.
O seu panfleto de hoje remeteu - me a um texto de Virgílio Ferreira do seu livro « PENSAR » da visão pragmática sobre o intelectual, considerado como um inútil, um chato, um complicado,um desperdício a dar baixa no activo da humanidade, do qual cito as últimas palavras - Há todavia um pequeno pormenor maçador e é que a própria humanidade sofre com isso também uma baixa por tabela. É esquisito mas é assim. Porque se não fossem esses chatos, a história dos humanos era apenas a da pocilga com apenas talvez uma variedade de feitio.
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