A lucidez, éticamente enquadrada, é isso; a dos patifes é por ela desmascarada e combatida quase por reflexo...
Dêem um pulo ao " I " de ontem e leiam o editorial de Ana Sá lopes e façam o favor de a acompanhar todas as segundas - feiras no mesmo jornal.
Não é de agora que sigo a desmontagem e a denúncia do Cinismo político/ social e financeiro que medra na mediocridade bisonha do País e que o Poder vigente cavalga à sombra da austeridade imposta aos contribuintes.
Sair em minha defesa neste espaço, como reformado, ( não do Estado, o que é irrelevante ) que sou, pareceu - me sempre de mau gosto e foi únicamente o respeito humano que me travou as invectivas em defesa própria contra o absurdo históricamente analfabeto e políticamente imoral que este governo de emboscadas, cobardemente, encetou contra os avôs e avós deste país, alguns deles ainda com forças suficientes para lhes partirem a cara, nomeadamente este escriba.
Outros o têem feito com mais assertividade e distância etária descomprometedora; o exemplo citado foi um caso...
terça-feira, setembro 17, 2013
sábado, setembro 14, 2013
IMPASSES...
" Uma imoralidade inadmissível " - Manuela F. Leite - posta perante as acções governativas, nomeadamente o projecto de redução brutal dos rendimentos dos pensionistas do Estado.
" Uma imoralidade defensável " - responder - lhe - ia Maquiavel, o supressor da moralidade governativa e inventor da Burocracia, por inerência, nos assuntos de Estado, a não ser que a Ética seja, ela própria um instrumento da manutenção do Poder.
" Não há outro caminho " - ecoam os Governos ocidentais mandantes e orientadores dos velhíssimos paradigmas que sustentaram a criação e a manutenção dos estados europeus.
Por cá, o P.Ministro, os instalados, os economistas de serviço e os Media capturados pela redutora incapacidade política e intelectual dos pensadores cristalizados pelo fim da História proclamado, papagueiam a denegação da interpretação e acção social transformadoras que o País exige.
A anti - democracia tem estado latente em cada tentativa de distorção consciente dos parâmetros que enformam a nossa jovem democracia, em nome de um pseudo - liberalismo que tem estado a sustentar a mais sufocante, rapace e imoral máquina administrativa dos últimos 40 anos da democracia portuguesa.
Isso tem sido possível porque o analfabetismo e a iliteracia que Salazar protagonizou como governo, mentor e tutor do regime durante quase 40 anos teve uma resistência diminuta, aquela que ainda hoje, honra lhes seja feita, está na trincheira do combate democrático por sobre a mentalidade conformista e bovina que ainda abarca largos sectores da população portuguesa, a instruída e a outra.
Ouvi dizer há dias que o espectro e a memória das Guerras Civis nos seus países têm sido o travão psicológico que trava o salto qualitativo no afrontamento dos cidadãos gregos, espanhóis e eventualmente portugueses, aos seus capturados e servis governos nacionais.
Pode ser que sim e as próximas eleições nos dirão da diferença entre o conformismo escondido por detrás das indignações e a revolta democrática.
" Quer se queira quer não, a vida humana é ocupação constante em algo futuro " diz Gasset e eu temo sobre o conhecimento do futuro entrevisto pela clique no Poder e sobre o labor deste Governo, porque, se o Estado é dinamismo, estão a fazer com que o País se perca..
Quanto à Moral na Política é conversa para depois...
" Uma imoralidade defensável " - responder - lhe - ia Maquiavel, o supressor da moralidade governativa e inventor da Burocracia, por inerência, nos assuntos de Estado, a não ser que a Ética seja, ela própria um instrumento da manutenção do Poder.
" Não há outro caminho " - ecoam os Governos ocidentais mandantes e orientadores dos velhíssimos paradigmas que sustentaram a criação e a manutenção dos estados europeus.
Por cá, o P.Ministro, os instalados, os economistas de serviço e os Media capturados pela redutora incapacidade política e intelectual dos pensadores cristalizados pelo fim da História proclamado, papagueiam a denegação da interpretação e acção social transformadoras que o País exige.
A anti - democracia tem estado latente em cada tentativa de distorção consciente dos parâmetros que enformam a nossa jovem democracia, em nome de um pseudo - liberalismo que tem estado a sustentar a mais sufocante, rapace e imoral máquina administrativa dos últimos 40 anos da democracia portuguesa.
Isso tem sido possível porque o analfabetismo e a iliteracia que Salazar protagonizou como governo, mentor e tutor do regime durante quase 40 anos teve uma resistência diminuta, aquela que ainda hoje, honra lhes seja feita, está na trincheira do combate democrático por sobre a mentalidade conformista e bovina que ainda abarca largos sectores da população portuguesa, a instruída e a outra.
Ouvi dizer há dias que o espectro e a memória das Guerras Civis nos seus países têm sido o travão psicológico que trava o salto qualitativo no afrontamento dos cidadãos gregos, espanhóis e eventualmente portugueses, aos seus capturados e servis governos nacionais.
Pode ser que sim e as próximas eleições nos dirão da diferença entre o conformismo escondido por detrás das indignações e a revolta democrática.
" Quer se queira quer não, a vida humana é ocupação constante em algo futuro " diz Gasset e eu temo sobre o conhecimento do futuro entrevisto pela clique no Poder e sobre o labor deste Governo, porque, se o Estado é dinamismo, estão a fazer com que o País se perca..
Quanto à Moral na Política é conversa para depois...
quinta-feira, setembro 12, 2013
GOSTEI...
E partilho...
Não percebi foi se o Michael Jackson estava a cantar crioulo da minha terra...
Não percebi foi se o Michael Jackson estava a cantar crioulo da minha terra...
terça-feira, setembro 10, 2013
ALTO E PÁRA O BAILE...
LET'S TALK...
...AS RATIONAL PEOPLE DO...
Putin esvaziou o balão de testosterona bafiento da terceira - idade hipócrita que ameaçava o planeta com mais um conflito de salvação dos aflitos na linha dos que levaram à destruição do Iraque, Afeganistão e Líbia, hoje entregues aos senhores da guerra regionais e à Al - Qaeda.
Ao propôr o controlo directo do armamento químico de Al - Assad com a aceitação imediata deste, pelos putativos agressores, numa tirada diplomática definitiva, relevou a boa - fé do líder sírio e acalmou as nações vizinhas, se não todas, a maioria.
Impossível de desfeitear, pelo bom - senso gritante que prodigaliza, a proposta do líder russo safou Obama de perder a face quando traçou, numa proclamação políticamente errada, a linha vermelha que o faria erguer a mão agressora. Foi um convite à conspiração...
O absurdo de resolver à bombarda os conflitos regionais remete - nos à Idade - Média e às relações de susserania então vigentes que a história dos povos foi aos poucos demolindo até hoje.
A Democracia é hoje uma realidade efectiva em várias nações; os estádios do seu desenvolvimento dinâmico não acabam nunca, malgré Fukuyama, não tem e nem precisa de imberbes representantes Globais com poderes de avaliação e de polícia dos costumes sobre civilizações milenares e que ajudaram a formatar a " perfeição " ocidental.
A Democracia é um processo doloroso de cedência da nossa liberdade em prol do Todo; nada tem de romântico, a racionalidade levou - nos a essa conclusão e ainda NÃO É UMA HISTÓRIA ACABADA.
Um bocadinho de humildade e decoro também é uma manifestação de pura racionalidade. É que as virtudes têem aí a sua origem; mascará - las, escondê - las, relativizá - las, constituem manobras da mais pura má - consciência e desonestidade intelectual.
Infelizmente, isso tem sido o exercício da modernidade.
...AS RATIONAL PEOPLE DO...
Putin esvaziou o balão de testosterona bafiento da terceira - idade hipócrita que ameaçava o planeta com mais um conflito de salvação dos aflitos na linha dos que levaram à destruição do Iraque, Afeganistão e Líbia, hoje entregues aos senhores da guerra regionais e à Al - Qaeda.
Ao propôr o controlo directo do armamento químico de Al - Assad com a aceitação imediata deste, pelos putativos agressores, numa tirada diplomática definitiva, relevou a boa - fé do líder sírio e acalmou as nações vizinhas, se não todas, a maioria.
Impossível de desfeitear, pelo bom - senso gritante que prodigaliza, a proposta do líder russo safou Obama de perder a face quando traçou, numa proclamação políticamente errada, a linha vermelha que o faria erguer a mão agressora. Foi um convite à conspiração...
O absurdo de resolver à bombarda os conflitos regionais remete - nos à Idade - Média e às relações de susserania então vigentes que a história dos povos foi aos poucos demolindo até hoje.
A Democracia é hoje uma realidade efectiva em várias nações; os estádios do seu desenvolvimento dinâmico não acabam nunca, malgré Fukuyama, não tem e nem precisa de imberbes representantes Globais com poderes de avaliação e de polícia dos costumes sobre civilizações milenares e que ajudaram a formatar a " perfeição " ocidental.
A Democracia é um processo doloroso de cedência da nossa liberdade em prol do Todo; nada tem de romântico, a racionalidade levou - nos a essa conclusão e ainda NÃO É UMA HISTÓRIA ACABADA.
Um bocadinho de humildade e decoro também é uma manifestação de pura racionalidade. É que as virtudes têem aí a sua origem; mascará - las, escondê - las, relativizá - las, constituem manobras da mais pura má - consciência e desonestidade intelectual.
Infelizmente, isso tem sido o exercício da modernidade.
sexta-feira, setembro 06, 2013
DANCING WITH THE DEVIL...
O príncipe saudita Bandar bin Sultan é o homem dos americanos para o Médio - Oriente que opera no sentido de criar condições que permitam aos USA actuar contra os adversários dos SAUD. Amigo da CIA e inimigo jurado do Irão tudo fará para o isolar regionalmente.
Investigações dos MEDIA, nomeadamente o Independent, têem revelado o papel desse senhor no apoio aos rebeldes sírios, nomeadamente ao extremismo islâmico representado pela Al - Qaeda, indo ao ponto de lhes fornecer armas químicas, que aparentemente mal manuseadas por leigos provocou a carnificina que a propaganda ocidental atribui ao governo sírio. Está a dançar com o Diabo...
Obama disse há dias que - Não seremos reféns dos êrros da História. Quero crer que se referia aos êrros cometidos pelos USA ao longo da sua história, nomeadamente, principalmente, impunemente, pelos seus últimos Presidentes. As consequências desses êrros são, em número de vidas humanas sacrificadas ao interesse americano, assombrosas. Nenhum ditador conseguiu tamanho feito...
Não será, eventualmente, refém desses êrros porque provàvelmente estará pronto a cometer os próprios... Está a dançar com o Diabo...
MAS...
Putin, repetidamente vexado pelo unilateralismo americano nesses últimos tempos afirma que irá apoiar militarmente o seu aliado, caso seja atacado. As condições em como o fará e o que fará a Rússia em caso da mais do que esperada escalada do conflito não se sabe... Está a dançar com o Diabo...
O que farão os polícias do planeta, que só querem o bem - estar dos sírios e a Pax americana no Globo com essa proclamação? Estão a dançar com o Diabo...
sexta-feira, agosto 30, 2013
ÊRROS DE HISTÓRIA???
A HISTÓRIA não comete êrros, a História fá - la as Nações, a História fá - la os povos, a História fá - la a excepcionalidade rara de Homens cujas imperfeições de carácter não impediram a decantação de êrros próprios, superados pela sabedoria de os reconhecer nos outros ajudando -os nessa tarefa permanente da prática do BEM.
A relativização do conceito que a modernidade esfarrapou em perspectivas amorais, para tornar suportável em consciências distraídas a demolição ética de adquiridos, como a Honra, a Lealdade, a Solidariedade, a Liberdade a Justiça, entre outros humanismos, contra a Mentira, a Ganância, o Egotismo, a Traição, atingiu já a própria Democracia, cuja leitura instrumental e casuística pelos líderes de hoje, numa cumplicidade global, está a reduzi -la a um feudo dos senhores do dinheiro com fantoches políticos na lapela.
A História fê -la os promotores do fim da escravatura, a História fê - la Martin L. King, a História fê - la Mandela, a História fê - la Rabin, a História fê - la Cristo, a História fê - la Mao Zedong, entre poucos outros.
A notoriedade e o mediatismo criaram e criam figuras que, tendencialmente protagonistas históricos, influenciam num ou noutro sentido o colectivo, pela força comunicacional das convicções projectadas e capacidade consciente de encobrimento da má - fé programada.
Neste grupo mediático situam - se por outro lado, aqueles que continuam a sua aprendizagem por sobre êrros de monta enquanto a retórica desmente acções concretas, desvirtuando pretéritas bondades bem - intencionadas, hoje reféns do sistema.
" Não seremos reféns dos êrros da História ", proclama Obama enquanto prepara a carnificina na Síria, suponho que legal e autorizada. Em nome de quem? Não do seu povo que rejeita, decepcionado, a hipocrisia bem - falante, assim como os britânicos e o seu Parlamento fizeram, enquanto o pinguim francês aguarda por ordens.
Por mim, prefiro esperar por uma investigação séria e não manipulada ( tem acontecido sempre... ) e mandar para o caixote de lixo o relatório encomendado aos serviços secretos dos USA e da Grã - Bretanha.
A relativização do conceito que a modernidade esfarrapou em perspectivas amorais, para tornar suportável em consciências distraídas a demolição ética de adquiridos, como a Honra, a Lealdade, a Solidariedade, a Liberdade a Justiça, entre outros humanismos, contra a Mentira, a Ganância, o Egotismo, a Traição, atingiu já a própria Democracia, cuja leitura instrumental e casuística pelos líderes de hoje, numa cumplicidade global, está a reduzi -la a um feudo dos senhores do dinheiro com fantoches políticos na lapela.
A História fê -la os promotores do fim da escravatura, a História fê - la Martin L. King, a História fê - la Mandela, a História fê - la Rabin, a História fê - la Cristo, a História fê - la Mao Zedong, entre poucos outros.
A notoriedade e o mediatismo criaram e criam figuras que, tendencialmente protagonistas históricos, influenciam num ou noutro sentido o colectivo, pela força comunicacional das convicções projectadas e capacidade consciente de encobrimento da má - fé programada.
Neste grupo mediático situam - se por outro lado, aqueles que continuam a sua aprendizagem por sobre êrros de monta enquanto a retórica desmente acções concretas, desvirtuando pretéritas bondades bem - intencionadas, hoje reféns do sistema.
" Não seremos reféns dos êrros da História ", proclama Obama enquanto prepara a carnificina na Síria, suponho que legal e autorizada. Em nome de quem? Não do seu povo que rejeita, decepcionado, a hipocrisia bem - falante, assim como os britânicos e o seu Parlamento fizeram, enquanto o pinguim francês aguarda por ordens.
Por mim, prefiro esperar por uma investigação séria e não manipulada ( tem acontecido sempre... ) e mandar para o caixote de lixo o relatório encomendado aos serviços secretos dos USA e da Grã - Bretanha.
quarta-feira, agosto 28, 2013
CAÇADORES FURTIVOS
QUE É UM PRESIDENTE DOS USA SEM A SUA GUERRAZITA?
A irrelevância histórica tem marcado o percurso de quase todos eles desde a excelência dos Pais Fundadores. A negritude pôs o actual, por razões circunstanciais e hoje vai - se ver, vácuas, em relevo histórico. É muito pouco, não é?
Na Europa, a mediocridade dos seus dirigentes desde Miterrand e Kohl, reina triunfante e a grandeza Política está em estertor.
Na América do Norte, de que vale ter uma indústria bélica daquela envergadura se os stocks se vão acumulando perigosamente ( assim não há negócio que funcione...) sem escoamento? É preciso ( é a economia, estúpido! ) proteger e fazer render o investimento, certo? e se os compradores nunca faltam, apesar da Crise, nada há como uma ajudinha para despejar, em fim -de - prazo, mísseis e drones sobre a cabeça de alguém. Desmantelar e deitar fora não justificaria o repôr dos stocks e lá se ia o sistema defraudar - se na sua essência.
Náaaa! Nada como diabolizar alguns alvos e se tiverem petróleo, melhor! É ouro sobre azul...
Dêem uma vista de olhos à lista das presas a extinguir por aqui publicada por este escriba. ( actualizarei assim que a encontrar... )
E cá vai... foi no dia 2/5/2011, com o título - VIVA LA MUERTE!!!???
Hoje será a Síria, como ontem foi o Iraque.
O caderno de encargos entregue aos serviços secretos a exigir um relatório justificativo para a intervenção é o mesmo; se tem funcionado e funcionou com Sadahm ( já ninguém se lembra, não é? ) com a história das bombas de extinção em massa ( na guerra só se pode exterminar aos bochechos...), por que razão não funcionará com o al-Assad?
Caramba, não é que o homem está a conseguir suster a revolta e não usa uns gazezitos? Sendo assim dá - se - lhe uma ajuda. Usamos nós umas bombitas e com uns danos colaterais a coisa vai... e o ingénuo Obama tem a sua linha vermelha ultrapassada, como ele enfatizou. A gente percebeu...
Oh diabo, então não nos lembrámos que a poucos quilómetros estão os inspectores da ONU a investigar os boatos que lançámos sobre um gazeamento e que o al - Assad desmentiu com um convite a um inquérito? Alguém irá acreditar que o gajo é tão burro que vá bombardear com químicos com os censores ali tão perto? Bem, a burrice foi nossa mas há quem acredite em tudo e a coisa já está em marcha.
E antes que os inspectores denunciem a marosca convém acelerar a marcha dos acontecimentos com os procedimentos habituais - Convocação urgente do Conselho de Segurança da ONU e em caso dos vetos da Rússia e eventualmente da China, avançar na mesma. O que é que poderão fazer?
Por agora, nada que umas centenas de mísseis de cruzeiro e umas bombardas sobre os edifícios governamentais que ainda estarão de pé e sobre as infraestruturas como pontes, estradas, aeroportos ( sim é preciso pensar na reconstrução e os nossos empresários já estão a afiar os
dentes... ); nada de tropas, que a maioria do País vai estar contra esta nova guerrazita e se não morrer ninguém logo se calam. Já nem se lembram do outro...
Nós fizemos o nosso trabalho...
O resto ficará com os palhaços e os pupets do costume...
Só um apelo aos neurónios dos MEDIA, se ainda têm alguns a funcionar, deixo aqui.
SEJAM SÉRIOS de uma vez para sempre. Se não puderem investigar por conta própria não se emprenhem levianamente...
Quanto aos MÉRDIAS, é desmascará- los...
segunda-feira, agosto 26, 2013
BASTA!
Uma nova luta de classes ( de género, seria mais correcto... ) se configura nesta cada vez mais desequilibrada e desmiolada Democracia Ocidental. Apesar, ou por causa da Crise, têm - se multiplicado em quase todos os quadrantes da sua formatação normativa, contrabandos pseudo - libertários que, aproveitando -se da fraqueza da Política por um lado, na mão de analfabetos culturais e por outro da voracidade venal de outros intérpretes, se vão, aos poucos, sempre em nome da Liberdade, esvaziando - A de referências éticas e morais.
" Nada justifica a perseguição ou a diminuição de direitos de um ser humano por razões de orientação sexual..." - Henrique Monteiro, Expresso 24/8
Terei lido bem?
A verdade é que quero crer que faltou um parágrafo inteiro na tolerância e no políticamente correcto do jornalista. Eu acrescento-o...
Os Estados e os cidadãos deverão precaver - se contra todas as discriminações baseadas na raça, género ou religião e não devem ter ou permitir nenhuma tolerância injustificada aos ataques sistémicos, à normalidade que prefigura os usos, costumes, tradições, por parte de idiossincracias minoritárias que a tentam subverter como alternativas deviantes.
É isso ou não há Estado, não há democracia.
O Estado não pode eximir - se da defesa que lhe compete à sua demolição moral nem o sistema pode ser alheio à preservação da normalidade representada pela maioria dos seus cidadãos e cidadãs.
Se não se combatem orientações sexuais anómalas, por serem de índole pessoal, teremos de deixar em paz e sossego os predadores sexuais de todas as matizes, desde os violadores, pedófilos, vampiristas, triolistas, pluralistas, bestialistas, necrofilistas, sadomasoquistas, ( sim, fui ao Google, já que desconhecia a existência de tanta sexualidade alternativa... ) e, por que não permitir, encorajar esses alternativos a irem às escolas ou pelas ruas das cidades em alegres marchas alternativas, juntamente com as prostitutas, chulos, madames, empresários dos sexshops, dar aulas práticas aos nossos filhos, filhas e netas?
A alter(n)idade gay, como acto de escolha consciente e adulta pode constituir-se, aos seus praticantes e defensores, uma prática libertadora da bio-normalidade heterossexual, uma atitude cultural, discutível como as serão todas, uma moda, uma fuga à rotina, um gosto pela pan-promiscuidade e sei lá que mais.
MAS... isso é um problema DELES, não nosso.
GRITAR por homofobia quando a Duma russa cria leis que limitam e proíbem a propaganda gay em paradas festivaleiras ( o assunto afinal é da esfera privada ou pública? Se é pública está sujeita a leis públicas, não? ) e às crianças e jovens é também propaganda GAY.
Ao mesmo tempo, a mesma propaganda gay, através do seu fortíssimo lobby mediático, exulta com a monstruosidade e acefalia californiana que está a pôr em execução leis que impedem a classificação do sexo das crianças nos boletins escolares como masculinos ou femininos, abrindo, oh céus, espaço para as transgenias futuras.( vide a pequena lista citada acima em relevo ).
INGENUIDADE, MÁ - FÉ INTELECTUAL, FALSAS CONSCIÊNCIAS E ESTUPIDEZ POLÍTICAMENTE CORRECTA, ESTÃO A SER OS COVEIROS DILIGENTES DA DEMOCRACIA.
Essas são as minhas convicções inabaláveis ( está na moda o jargão... ) e, por pressuposto o serão por razões outras que não vem ao caso.
Os ALTERNATIVOS que se cuidem. Sair do armário para a rua com este estrondo atirado à cara da sexualidade dita normal, pode fazer ricochete. Convém não abusar da vossa soberba e da vossa auto - suposta e auto - compensatória superioridade no que quer que seja que julguem que exista.
É UM MITO!
" Nada justifica a perseguição ou a diminuição de direitos de um ser humano por razões de orientação sexual..." - Henrique Monteiro, Expresso 24/8
Terei lido bem?
A verdade é que quero crer que faltou um parágrafo inteiro na tolerância e no políticamente correcto do jornalista. Eu acrescento-o...
Os Estados e os cidadãos deverão precaver - se contra todas as discriminações baseadas na raça, género ou religião e não devem ter ou permitir nenhuma tolerância injustificada aos ataques sistémicos, à normalidade que prefigura os usos, costumes, tradições, por parte de idiossincracias minoritárias que a tentam subverter como alternativas deviantes.
É isso ou não há Estado, não há democracia.
O Estado não pode eximir - se da defesa que lhe compete à sua demolição moral nem o sistema pode ser alheio à preservação da normalidade representada pela maioria dos seus cidadãos e cidadãs.
Se não se combatem orientações sexuais anómalas, por serem de índole pessoal, teremos de deixar em paz e sossego os predadores sexuais de todas as matizes, desde os violadores, pedófilos, vampiristas, triolistas, pluralistas, bestialistas, necrofilistas, sadomasoquistas, ( sim, fui ao Google, já que desconhecia a existência de tanta sexualidade alternativa... ) e, por que não permitir, encorajar esses alternativos a irem às escolas ou pelas ruas das cidades em alegres marchas alternativas, juntamente com as prostitutas, chulos, madames, empresários dos sexshops, dar aulas práticas aos nossos filhos, filhas e netas?
A alter(n)idade gay, como acto de escolha consciente e adulta pode constituir-se, aos seus praticantes e defensores, uma prática libertadora da bio-normalidade heterossexual, uma atitude cultural, discutível como as serão todas, uma moda, uma fuga à rotina, um gosto pela pan-promiscuidade e sei lá que mais.
MAS... isso é um problema DELES, não nosso.
GRITAR por homofobia quando a Duma russa cria leis que limitam e proíbem a propaganda gay em paradas festivaleiras ( o assunto afinal é da esfera privada ou pública? Se é pública está sujeita a leis públicas, não? ) e às crianças e jovens é também propaganda GAY.
Ao mesmo tempo, a mesma propaganda gay, através do seu fortíssimo lobby mediático, exulta com a monstruosidade e acefalia californiana que está a pôr em execução leis que impedem a classificação do sexo das crianças nos boletins escolares como masculinos ou femininos, abrindo, oh céus, espaço para as transgenias futuras.( vide a pequena lista citada acima em relevo ).
INGENUIDADE, MÁ - FÉ INTELECTUAL, FALSAS CONSCIÊNCIAS E ESTUPIDEZ POLÍTICAMENTE CORRECTA, ESTÃO A SER OS COVEIROS DILIGENTES DA DEMOCRACIA.
Essas são as minhas convicções inabaláveis ( está na moda o jargão... ) e, por pressuposto o serão por razões outras que não vem ao caso.
Os ALTERNATIVOS que se cuidem. Sair do armário para a rua com este estrondo atirado à cara da sexualidade dita normal, pode fazer ricochete. Convém não abusar da vossa soberba e da vossa auto - suposta e auto - compensatória superioridade no que quer que seja que julguem que exista.
É UM MITO!
sábado, agosto 24, 2013
CÚMPLICES ?
Há um espaço " delicioso " na Revista do " Expresso " com o nome de CÚMPLICES onde a jornalista Ana Soromenho senta duas personalidades numa conversa descontraída rememorando cumplicidades que partilharam em determinadas fases das suas vidas, em contactos que ocasionais e eventualmente não repetidos, os aproximaram.
Sim, HOUVE e HÁ cumplicidade entre Kalaf e Farto como se sente entre Markl e Diogo Morgado e também uma empatia entre Catarina e Nelson e Dulce Cardoso e Rita Blanco e não houve de todo entre Júlio Pomar e Vasco Graça Moura assim como, na última entrevista entre Aldina Duarte e Olga Roriz.
" Se há sofrimento que possa fazer sentido é precisamente o que advém dessa capacidade " - a de pensar, diz Aldina e pelo resto da entrevista permito - me inferir..., não como consequência biológica da racionalidade ( imposta pela existência de um cérebro fisiológicamente sadio... ) mas como instrumento de reflexão.
" O meu pensamento está todo virado para o trabalho. Para me descobrir, avançar e ter a sensação de que nunca alcanço. O meu sofrimento é esse. " - Olga Roriz
As categorias intelectuais que preconceituosamente se atribuem aos géneros têm dessas coisas; por um lado, temos uma sentimental que aplica ao relacionamento humano a sua capacidade reflexiva relevando - o como uma troca de experiências e por outro uma positivista com uma relação prática com o Todo e a sua valoração como enriquecimento de si onde a instrumentalização é a chave.
Duas personalidades que NADA, além do breve contacto " interesseiro " e profissional juntou e voltou a juntar agora, a não ser a lei física de atracção de contrários, em caso de atracção mútua, justifica a existência de qualquer rasto de cumplicidades a não ser o reconhecimento intelectual das valências de uma e outra nas suas actividades profissionais.
É que a cumplicidade requer EMPATIA que só outro tipo de aproximações que não o reconhecimento do Outro como bom Doer, satisfaz.
Foi o que não acontece, não aconteceu e dificilmente acontecerá nos outros exemplos citados.
E então? Então, nada...
Coisas do Estio, não liguem...
Sim, HOUVE e HÁ cumplicidade entre Kalaf e Farto como se sente entre Markl e Diogo Morgado e também uma empatia entre Catarina e Nelson e Dulce Cardoso e Rita Blanco e não houve de todo entre Júlio Pomar e Vasco Graça Moura assim como, na última entrevista entre Aldina Duarte e Olga Roriz.
" Se há sofrimento que possa fazer sentido é precisamente o que advém dessa capacidade " - a de pensar, diz Aldina e pelo resto da entrevista permito - me inferir..., não como consequência biológica da racionalidade ( imposta pela existência de um cérebro fisiológicamente sadio... ) mas como instrumento de reflexão.
" O meu pensamento está todo virado para o trabalho. Para me descobrir, avançar e ter a sensação de que nunca alcanço. O meu sofrimento é esse. " - Olga Roriz
As categorias intelectuais que preconceituosamente se atribuem aos géneros têm dessas coisas; por um lado, temos uma sentimental que aplica ao relacionamento humano a sua capacidade reflexiva relevando - o como uma troca de experiências e por outro uma positivista com uma relação prática com o Todo e a sua valoração como enriquecimento de si onde a instrumentalização é a chave.
Duas personalidades que NADA, além do breve contacto " interesseiro " e profissional juntou e voltou a juntar agora, a não ser a lei física de atracção de contrários, em caso de atracção mútua, justifica a existência de qualquer rasto de cumplicidades a não ser o reconhecimento intelectual das valências de uma e outra nas suas actividades profissionais.
É que a cumplicidade requer EMPATIA que só outro tipo de aproximações que não o reconhecimento do Outro como bom Doer, satisfaz.
Foi o que não acontece, não aconteceu e dificilmente acontecerá nos outros exemplos citados.
E então? Então, nada...
Coisas do Estio, não liguem...
sexta-feira, agosto 23, 2013
PAUSA HIGIÉNICA
É verdade, de vez em quando torna - se preciso...,por uma questão de sanidade mental.
A pressão e o rosto dos acontecimentos, com o sapiens na sua origem e fim, sobre as minhas idiossincracias deixa - me de rastos e , das duas uma; ou, como tento fazer normalmente, bloqueio a indignação moral e atenho - me à racionalidade analítica dos factos, ( impossível rebatê -los ou disfarçá - los em perspectivas... ) ou cedo à irreversibilidade da danificação da espécie e tudo se transforma, para meu eventual alívio, numa tragicomédia dantesca e patética de traições.
Como não me é possível, intelectualmente claro, aceitar essa abjecção acabo sempre por regressar à primeira forma, esgotado o cansaço quixotesco.
Felizmente há luar...
sábado, agosto 17, 2013
EGIPTO
A batota democrática tem assumido contornos muito preocupantes, não só nos países que consagraram essa superior forma de civilidade e de governo que deveria ser a DEMOCRACIA como naqueles para onde ela tem sido exportada e exigida aos seus povos.
O povo egípcio está a pagar hoje o despautério militar- fascista, com o apoio, meu Deus! de todo o Ocidente, que lhe recusou os dirigentes que, livre e democráticamente escolheu para o governar.
Que diriam os americanos pró-Obama, se na sequência da sua eleição um golpe de estado se formulasse nos USA em recusa de serem governados por um negro?
A pergunta que se impõe hoje aqui em Portugal, por exemplo, e no resto do mundo democratizado é singela e não menos profunda e séria - Quais são os limites que a Democracia se impôs a si própria?, se até para eleger um autarca a burocracia do estado de Direito não foi capaz de TRANSPARÊNCIA e rigor? E quem os impõe? As populações ou as burocracias sazonalmente eleitas?
O Estado de Direito tem - se revelado uma trampa, e de uma fase de construção democrática como fundamentação da LEI tornou - se, apoderado pela burocracia acéfala, acarinhada pelos partidos do chamado arco do Poder, o fim da história democrática com a Política reduzida ao formalismo das eleições e mesmo essas esvaziadas no seu sentido profundo por promessas e compromissos desprezados assim que se ocupe o Poder.
A LEI protege o seu funcionamento, a sua sede e os seus instalados mais os mamões, não os cidadãos, onde como salta à vista nas tropelias (que é para não xingar o Estado que não tem culpa nenhuma, chamando-lhes outros nomes mais enfáticos ), que se assiste actualmente nas democracias modernas.
A ideia com que fico é que a própria Democracia está sob resgate e a reacção tarda onde, aparentemente deveria existir uma população mais esclarecida e atenta.
O povo egípcio está a pagar hoje o despautério militar- fascista, com o apoio, meu Deus! de todo o Ocidente, que lhe recusou os dirigentes que, livre e democráticamente escolheu para o governar.
Que diriam os americanos pró-Obama, se na sequência da sua eleição um golpe de estado se formulasse nos USA em recusa de serem governados por um negro?
A pergunta que se impõe hoje aqui em Portugal, por exemplo, e no resto do mundo democratizado é singela e não menos profunda e séria - Quais são os limites que a Democracia se impôs a si própria?, se até para eleger um autarca a burocracia do estado de Direito não foi capaz de TRANSPARÊNCIA e rigor? E quem os impõe? As populações ou as burocracias sazonalmente eleitas?
O Estado de Direito tem - se revelado uma trampa, e de uma fase de construção democrática como fundamentação da LEI tornou - se, apoderado pela burocracia acéfala, acarinhada pelos partidos do chamado arco do Poder, o fim da história democrática com a Política reduzida ao formalismo das eleições e mesmo essas esvaziadas no seu sentido profundo por promessas e compromissos desprezados assim que se ocupe o Poder.
A LEI protege o seu funcionamento, a sua sede e os seus instalados mais os mamões, não os cidadãos, onde como salta à vista nas tropelias (que é para não xingar o Estado que não tem culpa nenhuma, chamando-lhes outros nomes mais enfáticos ), que se assiste actualmente nas democracias modernas.
A ideia com que fico é que a própria Democracia está sob resgate e a reacção tarda onde, aparentemente deveria existir uma população mais esclarecida e atenta.
sábado, agosto 10, 2013
VENALIDADE E CORRUPÇÃO
A venalidade é o veículo da corrupção ética e, por si, a sua face mais visível pelo que transporta de monitorizável, nos comportamentos factuais do individual.
É claro que não estamos a referir - nos às corruptelas do relacionamento inter - pessoal onde cabem os pecados formatados pelos carácteres uni - dimensionais em confronto e no universo deslizante dos sentimentos e das emoções. A venalidade, aí, é uma negação que se excluiu, à partida, dos pressupostos que definem o conceito.
É também evidente que quem a transporte para esse campo leva - a consigo para todo o lado; o contrário também é verdadeiro, por suposto...
O velhaco, o aldrabão, o traidor, o vigarista, o Homem venal, é - o tanto nas suas relações pessoais como nas públicas.
A camuflagem de que se reveste numa ou noutra situação, nomeadamente a política, prefigura, para o seu desmascaramento como aborto ético, de outro tipo de abordagem que não a moralista que ela desdenha e no limite, desconhece.
Esse buraco negro, esse sorvedouro do que em tempos se chamava valores tem - se expandido ao ritmo da famigerada Globalização.
A não ser que o planeta se esteja a tornar - se num monumental esgoto, estaremos todos a ser tratados como mentecaptos.
O cinismo contemporâneo não deverá muito às resultantes das circunstâncias históricas que moldaram o mundo pré - iluminista; tem em seu desfavor o esclarecimento e o refinamento que o tornaram social e civilizacionalmente mais abjecto.
No Portugal de hoje, produto menor das narrativas éticas, políticas e financeiras do Ocidente actual, reduz - se tudo a uma questão, não de perspectiva mas sim de escala, mesquinha e provinciana, com os seus personagens menores e menorizados ao papel de idiotas úteis, e de medíocres projecções sobre o meu País, de adopção e de facto.
O meu desprezo pelos que O submeteram e submetem ainda a essa néscia e ribombante mediocridade só tem paralelo com a minha impotência em varrê - los para o caixote de lixo da história de Portugal.
Só a rebeldia reactiva e objectivada e não fanfarronices como desgraçadamente se confundem por cá e lá fora serão as marcas de um Estado democrático moderno, minto, as marcas dos cidadãos de um Estado democrático moderno em confronto com a venalidade que tem pontuado a maioria dos Estados do planeta.
Comecemos por Portugal, por Deus!!!
É claro que não estamos a referir - nos às corruptelas do relacionamento inter - pessoal onde cabem os pecados formatados pelos carácteres uni - dimensionais em confronto e no universo deslizante dos sentimentos e das emoções. A venalidade, aí, é uma negação que se excluiu, à partida, dos pressupostos que definem o conceito.
É também evidente que quem a transporte para esse campo leva - a consigo para todo o lado; o contrário também é verdadeiro, por suposto...
O velhaco, o aldrabão, o traidor, o vigarista, o Homem venal, é - o tanto nas suas relações pessoais como nas públicas.
A camuflagem de que se reveste numa ou noutra situação, nomeadamente a política, prefigura, para o seu desmascaramento como aborto ético, de outro tipo de abordagem que não a moralista que ela desdenha e no limite, desconhece.
Esse buraco negro, esse sorvedouro do que em tempos se chamava valores tem - se expandido ao ritmo da famigerada Globalização.
A não ser que o planeta se esteja a tornar - se num monumental esgoto, estaremos todos a ser tratados como mentecaptos.
O cinismo contemporâneo não deverá muito às resultantes das circunstâncias históricas que moldaram o mundo pré - iluminista; tem em seu desfavor o esclarecimento e o refinamento que o tornaram social e civilizacionalmente mais abjecto.
No Portugal de hoje, produto menor das narrativas éticas, políticas e financeiras do Ocidente actual, reduz - se tudo a uma questão, não de perspectiva mas sim de escala, mesquinha e provinciana, com os seus personagens menores e menorizados ao papel de idiotas úteis, e de medíocres projecções sobre o meu País, de adopção e de facto.
O meu desprezo pelos que O submeteram e submetem ainda a essa néscia e ribombante mediocridade só tem paralelo com a minha impotência em varrê - los para o caixote de lixo da história de Portugal.
Só a rebeldia reactiva e objectivada e não fanfarronices como desgraçadamente se confundem por cá e lá fora serão as marcas de um Estado democrático moderno, minto, as marcas dos cidadãos de um Estado democrático moderno em confronto com a venalidade que tem pontuado a maioria dos Estados do planeta.
Comecemos por Portugal, por Deus!!!
domingo, agosto 04, 2013
ALERTA GLOBAL!!!???
EM DEFESA DO PRISM
Nada como um alerta global, despoletado por informações " ( obtidas através de meios não rotineiros... ), segundo os USA, para manipular os incautos sobre as virtudes da malfeitoria configurada numa liberdade rigorosamente vigiada onde NADA escapa ao olhar guloso e quiçá voyeurista da NSA e quejandos.
É evidente que, até prova em contrário, que há países europeus, se não todos, que agradecem o sujar das mãos dos USA na vigilância fascista dos seus cidadãos e dos seus porque sabem que muito difícilmente teriam o desplante de encabeçar o despautério anti - democrático nos seus países e que hoje alinham na manipulação rasteira de um novo (!!!???) alerta global, quando a realidade já nos provou à saciedade que, de facto, pelas asneiras políticas recorrentes associadas à ganância e arrogâncias tecnológica e militar, que o Ocidente está de facto e de jure em guerra com cidadãos dos países que invadiu e destruiu deixando atrás a miséria e o caos, como está a fazer em todo o Médio - Oriente.
É claro que, em estado de guerra, também é preciso proteger a retaguarda quando se sabe que os ADVERSÁRIOS, os resistentes, são obrigados a lançar mão de meios não - convencionais, o chamado terrorismo, e actuar na sombra, aliás como o PRISM faz.
Quer queiramos ou não, cidadãos de países agredidos têm - nos como inimigos não - inocentes e culpados da mortandade e do caos que para lá levámos.
Vítimas inocentes? Eu sou - o, já que preferiria sentir - me num mundo mais decente para deixar de herança à nova geração e, por Deus, governado por criaturas menos venais do que essas com que o século XXI nos ameaça.
É evidente que a minha impotência e incapacidade de alterar uma realidade que deploro também me faz CULPADO das acções do meu governo, dos governos ocidentais.
Se já nem o voto, a única arma em democracia, serve para nada, quando as promessas eleitorais não passam de rasteiros embustes de manipulação eleitoral e a ÉTICA desapareceu do léxico e da praxis da cidadania OCIDENTAL a favor do Lucro, eu sinto - me CULPADO.
Não, não sou inocente de coisíssima nenhuma e mereço o que deixo fazerem em meu nome e que me degrada, degradando a minha consciência, a minha racionalidade e a minha humanidade.
Nada como um alerta global, despoletado por informações " ( obtidas através de meios não rotineiros... ), segundo os USA, para manipular os incautos sobre as virtudes da malfeitoria configurada numa liberdade rigorosamente vigiada onde NADA escapa ao olhar guloso e quiçá voyeurista da NSA e quejandos.
É evidente que, até prova em contrário, que há países europeus, se não todos, que agradecem o sujar das mãos dos USA na vigilância fascista dos seus cidadãos e dos seus porque sabem que muito difícilmente teriam o desplante de encabeçar o despautério anti - democrático nos seus países e que hoje alinham na manipulação rasteira de um novo (!!!???) alerta global, quando a realidade já nos provou à saciedade que, de facto, pelas asneiras políticas recorrentes associadas à ganância e arrogâncias tecnológica e militar, que o Ocidente está de facto e de jure em guerra com cidadãos dos países que invadiu e destruiu deixando atrás a miséria e o caos, como está a fazer em todo o Médio - Oriente.
É claro que, em estado de guerra, também é preciso proteger a retaguarda quando se sabe que os ADVERSÁRIOS, os resistentes, são obrigados a lançar mão de meios não - convencionais, o chamado terrorismo, e actuar na sombra, aliás como o PRISM faz.
Quer queiramos ou não, cidadãos de países agredidos têm - nos como inimigos não - inocentes e culpados da mortandade e do caos que para lá levámos.
Vítimas inocentes? Eu sou - o, já que preferiria sentir - me num mundo mais decente para deixar de herança à nova geração e, por Deus, governado por criaturas menos venais do que essas com que o século XXI nos ameaça.
É evidente que a minha impotência e incapacidade de alterar uma realidade que deploro também me faz CULPADO das acções do meu governo, dos governos ocidentais.
Se já nem o voto, a única arma em democracia, serve para nada, quando as promessas eleitorais não passam de rasteiros embustes de manipulação eleitoral e a ÉTICA desapareceu do léxico e da praxis da cidadania OCIDENTAL a favor do Lucro, eu sinto - me CULPADO.
Não, não sou inocente de coisíssima nenhuma e mereço o que deixo fazerem em meu nome e que me degrada, degradando a minha consciência, a minha racionalidade e a minha humanidade.
quarta-feira, julho 31, 2013
DE FÉRIAS, PESSOAL...
NADA a acrescentar, nem do País, que suponho que gostaria de poder esquecer durante uma temporada, mesmo que curta, do pesadelo esquizofrénico que cobre Portugal.
Engraçado que quanto mais lixo acumula mais satisfaz os mercados, desde que se mantenha obediente e servil.
Estou fora deste filme e decididamente não quero vê - lo até ao fim, como não quero dar - me de caras com o nosso Premier que vou ter como vizinho, não me vá apetecer pedir -. lhe uma audiência.
Bem, até depois!
Engraçado que quanto mais lixo acumula mais satisfaz os mercados, desde que se mantenha obediente e servil.
Estou fora deste filme e decididamente não quero vê - lo até ao fim, como não quero dar - me de caras com o nosso Premier que vou ter como vizinho, não me vá apetecer pedir -. lhe uma audiência.
Bem, até depois!
sábado, julho 20, 2013
E...passou com boa nota...
Ouvido ou não os patriarcas do partido, Seguro, pelo que ouviu das negociações com a Coligação, soube tirar as suas conclusões - A ementa governamental é para continuar - logo, não contem connosco. Caiu fora e fez bem! Com eventuais culpabilizações do PR terá TODO o PS a apoiá - lo.
Passos, melhor, Portas, acredita que quem está entalado é o presidente da República, que terá, para ser coerente e não perder a face perante os discursos que tem protagonizado, de aceitar a remodelação ministerial; portanto, devolve - lhe a iniciativa, na certeza de que não vai dissolver a Assembleia da República. Caiu fora e, segundo a(s) sua(s) análise, fez bem.
E Cavaco o que irá dizer amanhã? Exacto, dizer e não fazer já que não fará nada. Sacudirá a água do capote pelo malogro de umas conversações pelas quais deveria ter, em tempo e não agora, sido mais interventivo. E porque é que não o foi? Porque apoiou quase incondicionalmente, até à queda do Gaspar, a política que este executivo tem seguido e pretende continuar.
Dirá e com razão que a culpa é de todos e... naturalmente, de NINGUÉM.
E segue o fandango nacional com muito fado e forcadas arremetidas à mistura.
O ZÉ que se amanhe... E não tem sido sempre assim?
quarta-feira, julho 17, 2013
P.S. em escrutínio...
" Um velho sentado consegue ver o que um jovem de pé não enxerga " - ditado africano
Saiba o líder do P.S. aconselhar - se com os veteranos, porque terá de ser com pinças e muita cabeça fria o tratamento da actual situação nacional.
A primeira impressão com que fiquei e respondendo a uma pergunta aqui formulada sobre a capacidade do líder do P.S. e a sua equipa, naturalmente, de se tornar hoje a principal referência política nacional e de " tornear as armadilhas " que as veteranas oposições ao Poder lhe começariam a lançar, tenho de convir que as respostas têm sido política, táctica e estratègicamente positivas.
Em relação à pressão do P.R., respondeu bem, aceitando o diálogo com o PSD e com o CDS e melhor esteve quando separou as águas nas negociações, classificadas como inter-partidárias e não de um pretenso alvará de descomprometimento na oposição activa à política governativa encabeçada pelos dois partidos.
Da separação das águas e avaliação da coerência do partido feita pelos VERDES através do lançamento de uma moção de censura ao governo, esteve soberbo ao apoiar A moção AO governo.
A parte mais difícil foi o desafio, também ele inteligente e necessário como clarificador para as suas hostes, do Bloco de Esquerda, do pedido de negociações no sentido da formulação de um governo de esquerda, em paralelo contraponto de uma eventual aproximação táctica do PS ao CDS.
A resposta do PS aí não foi transparente e dificilmente poderia ser de outro modo, já que alimenta a hipótese de conseguir uma maioria absoluta nas próximas eleições, mas não fechou as portas. Nunca se sabe...
Ficou em stand by, pelo menos em relação ao Bloco.
O PCP, esse, instituiu - se como partido de Oposição a tudo o que não esteja consagrado nas suas linhas programáticas e assim será tratado por todos os outros partidos, quer estejam no Poder ou fora dele. Está no seu direito e... ponto final!
Resumindo, o P.S. não se tem saído mal como, hoje partido charneira e amanhã..., logo se verá...
sábado, julho 13, 2013
ADEUS, BANA!
As minhas referências vão, aos poucos, com a sua partida, me lembrando da minha mortalidade, já tão perto do seu pronunciamento...
KANTA´L UM DUET KU CIZE TO KI BU TCHIGA LÂ...
ULTIMATUM?
NÁAAA!
Uma proclamação, para ser transparente, clarificadora, incisiva, definitiva, irrevogável, mobilizadora, tem de ser capaz de pôr as condicionantes argumentáveis num ghetto, género - É assim ou sopas!
E quando se tem a legalidade e a legitimidade constitucionais e democráticas a sustentá - la, a viabilidade e a força para a defender mormente junto de quem as atribuiu, mais se deplora a contingentação que aflora o discurso da presidência da República.
O discurso do P. da República já teve todas as interpretações que a sua abrangência tornou possível, como tem sido hábito nos discursos da Presidência do Portugal democrático; basta lembrar os discursos herméticos do Eanes, Sampaio e nomeadamente os discursos cavaquistas anteriores.
Cavaco tem uma interpretação restritiva e minimalista dos poderes da Presidência num estado semi - presidencialista e age em conformidade.
Os acontecimentos decorrentes da demissão de Gaspar e do Portas, com interpretações pessoais e amplas das suas funções e do que sejam os interesses nacionais terão sido um choque que o fez abandonar o low-profile e... agir, tendo em conta que...
O condicionalismo histórico com que se depara o país tem sido a justificação pressionante sobre irrevogabilidades, das quais nenhum partido do chamado " arco do Poder " se pode alhear sob o risco de futuras penalizações eleitorais. Cavaco hoje só tem a temer o julgamento histórico e finalmente ousou aplicar uma das suas prerrogativas constitucionais - a magistratura de influência - , não já de apoio institucional à maioria eleita, cuja irresponsabilidade política testemunhou e deplorou mas de obrigar a um compromisso de salvação nacional aos directamente responsáveis pelo estado actual do país, TODOS os partidos políticos, nomeadamente o PS o PSD e o CDS. E... aparentemente, quer ficar de fora até ser obrigado, em 2014 a usar a bomba atómica, a dissolução da Assembleia da República, fazendo - se representar por um homem bom, denunciada que estará a sua parcialidade política.
Cometeu um erro político de estalo que foi o ter ostracizado, anti- democràticamente, diga - se, as forças sociais que pelo seu empenhamento mobilizador e social são capazes de sabotar soluções que as relega à insignificância, assim como as interpretações próprias sobre o país, a troika e a UE e forçar ou tentar forçar as lideranças partidárias, mormente o PS, ao engajamento total com as suas teses.
Terá o actual líder do PS, Seguro, capacidade de escapar às armadilhas e às sub-reptícias culpabilizações futuras que o discurso de Cavaco endossa ao partido?
Convenhamos e sejamos sinceros - o discurso do P.R. surpreendeu - me, pela imprevisibilidade...
Ninguém diria...
Uma proclamação, para ser transparente, clarificadora, incisiva, definitiva, irrevogável, mobilizadora, tem de ser capaz de pôr as condicionantes argumentáveis num ghetto, género - É assim ou sopas!
E quando se tem a legalidade e a legitimidade constitucionais e democráticas a sustentá - la, a viabilidade e a força para a defender mormente junto de quem as atribuiu, mais se deplora a contingentação que aflora o discurso da presidência da República.
O discurso do P. da República já teve todas as interpretações que a sua abrangência tornou possível, como tem sido hábito nos discursos da Presidência do Portugal democrático; basta lembrar os discursos herméticos do Eanes, Sampaio e nomeadamente os discursos cavaquistas anteriores.
Cavaco tem uma interpretação restritiva e minimalista dos poderes da Presidência num estado semi - presidencialista e age em conformidade.
Os acontecimentos decorrentes da demissão de Gaspar e do Portas, com interpretações pessoais e amplas das suas funções e do que sejam os interesses nacionais terão sido um choque que o fez abandonar o low-profile e... agir, tendo em conta que...
O condicionalismo histórico com que se depara o país tem sido a justificação pressionante sobre irrevogabilidades, das quais nenhum partido do chamado " arco do Poder " se pode alhear sob o risco de futuras penalizações eleitorais. Cavaco hoje só tem a temer o julgamento histórico e finalmente ousou aplicar uma das suas prerrogativas constitucionais - a magistratura de influência - , não já de apoio institucional à maioria eleita, cuja irresponsabilidade política testemunhou e deplorou mas de obrigar a um compromisso de salvação nacional aos directamente responsáveis pelo estado actual do país, TODOS os partidos políticos, nomeadamente o PS o PSD e o CDS. E... aparentemente, quer ficar de fora até ser obrigado, em 2014 a usar a bomba atómica, a dissolução da Assembleia da República, fazendo - se representar por um homem bom, denunciada que estará a sua parcialidade política.
Cometeu um erro político de estalo que foi o ter ostracizado, anti- democràticamente, diga - se, as forças sociais que pelo seu empenhamento mobilizador e social são capazes de sabotar soluções que as relega à insignificância, assim como as interpretações próprias sobre o país, a troika e a UE e forçar ou tentar forçar as lideranças partidárias, mormente o PS, ao engajamento total com as suas teses.
Terá o actual líder do PS, Seguro, capacidade de escapar às armadilhas e às sub-reptícias culpabilizações futuras que o discurso de Cavaco endossa ao partido?
Convenhamos e sejamos sinceros - o discurso do P.R. surpreendeu - me, pela imprevisibilidade...
Ninguém diria...
quarta-feira, julho 10, 2013
OUCHHH!
Atreveu - se e pensou que tinha agarrado o PS pelos t.....s, comprometendo - o institucionalmente às porcarias protagonizadas pela coligação que ele suporta institucionalmente ; acontece que escureceu definitivamente, como mau político, o cenário nacional ao comprar uma guerra com o PS.
Nada mais posso adiantar, por ora, já que não ouvi na íntegra a declaração do P.R.; gravei - a. Irei ouvi - la com a atenção devida e botarei falatório, então.
Até lá, estou perplexo, como, apesar das palavras, o PSD e o CDS se devem estar a sentir.
O que ouvi do Alberto Martins já nos deu uma ideia da caldeirada que vem aí...
EMINÊNCIA PARDA?...
Não o creio...
Passos Coelho, precisou sempre de uma presença tutelar a que a sua debilidade, cultura e densidade políticas deixaram um espaço de afirmação fàcilmente entrevisto por quem com ele trabalha de perto.
Foi assim com Relvas, posteriormente com Gaspar e agora com Portas.
Especialistas de nada foram bons coordenadores do executivo, dos quais o exemplo mais gritante terá sido o anterior P. Ministro, José Sócrates. A sua preparação política, autoridade, conhecimento da governação e dos dossiers, que lhe permitiram " ganhar " todos os debates na Assembleia da República, associado a uma positividade e modernidade estimáveis fizeram dele um dos melhores líderes governamentais e partidários em Portugal e, se tivesse tempo, sê- lo -ia na burrocrata UE actual.
O hábito não faz o monge, diz o povo, e no caso do actual Premier, nunca lhe terá servido, por razões conhecidas a que o estado actual da política governamental atesta.
Portas não me é admirável mas tem uma inteligência política capaz, pragmática, fria e racionalizada, dentro dos parâmetros da ideologia que professa. A prova está no seu trajecto e do partido que lidera.
Veremos se terá uma voz na Europa. Para todos os efeitos ainda não o conhecem. E se Portugal colher benefícios acrescidos que lhe permitam dar a volta à degradação social, económica e quiçá financeira actual, então que governe a eminência parda... até ao fim da legislatura, caso mais que provável, já que parece que nada abala as leituras e convicções institucionais do presidente da República.
terça-feira, julho 09, 2013
A DEMOCRACIA INTERROGADA (2)
2013 - EGIPTO
Este senhor chama - se Moahamed Mursi. Tinha sido eleito Presidente da República do Egipto. É um político islâmico, foi - o antes de ser eleito e não deixou de o ser para exercer o cargo para que foi eleito DEMOCRÁTICAMENTE, segundo as nossas configurações globalizadas e a crença do povo que nele votou no encerramento do processo que levou à queda do ditador Mubarak e o fim do regime de excepção que manietou o povo egípcio por décadas.
Recebeu há dias um ultimato do exército, (sim o mesmo que cedeu perante a pressão popular e consagrou a queda do antigo líder... ) que lhe exige a demissão, ou... tornava - se o braço armado do povo que contesta Mursi nas ruas. Como não se demitiu, houve um golpe de estado(!!!???) e eu a pensar que o Estado, representado por Mursi é que estava a ser golpeado.
E começou uma guerra civil com o beneplácito e apoio do Ocidente.
Golpe de estado? Qual carapuça!, indignam - se as democráticas chancelarias ocidentais e os SAUD`s " Temos de colaborar com todo aquele que esteja no poder " sintetiza, do alto do cinismo e hipocrisia do governo britânico, o sr.William Hague.
Acontece que nós sabemos do que se trata e estamos borrifando, correcto?
1992 ARGÉLIA
A FRENTE ISLÂMICA DE SALVAÇÃO ( FIS ) numas eleições democráticas ( exigimo - las, sempre, verdade?...) consegue 55% dos votos e o seu candidato à Presidência do país está à frente na corrida eleitoral e será o novo presidente da Argélia, um presidente islâmico, que professa o Islão.
Pânico nas chancelarias ocidentais e nos SAUD`s e o exército democrático argelino, representando o povo BOM da Argélia e com o alvará dos protectores, começa uma guerra civil contra a democracia.
Resultado? 150 mil mortes, tanto do lado BOM como do outro.
Quantos serão no Egipto? Quantos estão a ser no Iraque e no Afeganistão? Quantos estão a ser no Sudão? Quantos estão a ser na Síria?
E... Quantos estão a ser trucidados na República islâmica do Irão?
Fica novamente a pergunta: - Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições democráticas, o comportamento popular, do Bom e do Mau povo, em rejeição à política dos seus governos?
Qual a escala de aferição?
PS - DECLARAÇÃO DE INTERESSE, não vá o diabo tecê - las, ou o PRISM.
SOU RACIONALISTA E ATEU, VALEU?
Este senhor chama - se Moahamed Mursi. Tinha sido eleito Presidente da República do Egipto. É um político islâmico, foi - o antes de ser eleito e não deixou de o ser para exercer o cargo para que foi eleito DEMOCRÁTICAMENTE, segundo as nossas configurações globalizadas e a crença do povo que nele votou no encerramento do processo que levou à queda do ditador Mubarak e o fim do regime de excepção que manietou o povo egípcio por décadas.
Recebeu há dias um ultimato do exército, (sim o mesmo que cedeu perante a pressão popular e consagrou a queda do antigo líder... ) que lhe exige a demissão, ou... tornava - se o braço armado do povo que contesta Mursi nas ruas. Como não se demitiu, houve um golpe de estado(!!!???) e eu a pensar que o Estado, representado por Mursi é que estava a ser golpeado.
E começou uma guerra civil com o beneplácito e apoio do Ocidente.
Golpe de estado? Qual carapuça!, indignam - se as democráticas chancelarias ocidentais e os SAUD`s " Temos de colaborar com todo aquele que esteja no poder " sintetiza, do alto do cinismo e hipocrisia do governo britânico, o sr.William Hague.
Acontece que nós sabemos do que se trata e estamos borrifando, correcto?
1992 ARGÉLIA
A FRENTE ISLÂMICA DE SALVAÇÃO ( FIS ) numas eleições democráticas ( exigimo - las, sempre, verdade?...) consegue 55% dos votos e o seu candidato à Presidência do país está à frente na corrida eleitoral e será o novo presidente da Argélia, um presidente islâmico, que professa o Islão.
Pânico nas chancelarias ocidentais e nos SAUD`s e o exército democrático argelino, representando o povo BOM da Argélia e com o alvará dos protectores, começa uma guerra civil contra a democracia.
Resultado? 150 mil mortes, tanto do lado BOM como do outro.
Quantos serão no Egipto? Quantos estão a ser no Iraque e no Afeganistão? Quantos estão a ser no Sudão? Quantos estão a ser na Síria?
E... Quantos estão a ser trucidados na República islâmica do Irão?
Fica novamente a pergunta: - Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições democráticas, o comportamento popular, do Bom e do Mau povo, em rejeição à política dos seus governos?
Qual a escala de aferição?
PS - DECLARAÇÃO DE INTERESSE, não vá o diabo tecê - las, ou o PRISM.
SOU RACIONALISTA E ATEU, VALEU?
segunda-feira, julho 08, 2013
CONVENHAMOS...
Não creio que o presidente da República se abalance a sacudir a famigerada estabilidade política. Cavaco é um institucionalista da ordem, do " regular " funcionamento das ditas, um burocrata cumpridor e que funciona como um funcionário. Os cargos políticos que exerceu e exerce hoje, nomeadamente a Presidência do Conselho de Ministros e a Presidência da República obteve - os por uma consequência insanável da cultura política do século XX marcada indelèvelmente por um ectoplasma político chamado Salazar apoiado por uma Igreja demissionária, colaborante até à cumplicidade activa, na formatação de um povo que desgraçadamente se deixou rever e ser representado pelo linfatismo provinciano de uma elite capturada.
Indo contra a corrente do linchamento público de Portas, de quem compreendi as razões POLÍTICAS da demissão antes de se perspectivar, agora, as vantagens acrescidas e as razões estratégicas, minto, tácticas, do abanar do pântano em que se estava a transformar a coligação, acredito que... as razões nunca foram pessoais, bem pelo contrário. Só se enganou no adjectivo e na cor carregada da tinta para assustar o Coelho...
Era evidente para Portas, quase ao milímetro, as reacções transtornadas, o pânico mediático, a esperada pressão do CDS, a paralisia do Presidente da República e a incapacidade e força política do parceiro da coligação para ter qualquer outro tipo de démarches que não o que ele previu.
Acertou em tudo e ... convenhamos, sai por cima e o país, inopinadamente, ganha uma liderança política onde deve e não uma burocracia em continuidade e eleita coisíssima nenhuma...
Já agora, visto que o Presidente se está borrifando para os meus conselhos, quero ver a continuação do filme com os novos stunts remodelados coercívamente.
Já agora, deixo uma pergunta : Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições, o comportamento popular em rejeição à política dos seus governantes? Qual a escala de medição?
Indo contra a corrente do linchamento público de Portas, de quem compreendi as razões POLÍTICAS da demissão antes de se perspectivar, agora, as vantagens acrescidas e as razões estratégicas, minto, tácticas, do abanar do pântano em que se estava a transformar a coligação, acredito que... as razões nunca foram pessoais, bem pelo contrário. Só se enganou no adjectivo e na cor carregada da tinta para assustar o Coelho...
Era evidente para Portas, quase ao milímetro, as reacções transtornadas, o pânico mediático, a esperada pressão do CDS, a paralisia do Presidente da República e a incapacidade e força política do parceiro da coligação para ter qualquer outro tipo de démarches que não o que ele previu.
Acertou em tudo e ... convenhamos, sai por cima e o país, inopinadamente, ganha uma liderança política onde deve e não uma burocracia em continuidade e eleita coisíssima nenhuma...
Já agora, visto que o Presidente se está borrifando para os meus conselhos, quero ver a continuação do filme com os novos stunts remodelados coercívamente.
Já agora, deixo uma pergunta : Até onde cabe, no regular funcionamento das instituições, o comportamento popular em rejeição à política dos seus governantes? Qual a escala de medição?
quarta-feira, julho 03, 2013
AO SR. PRESIDENTE, A.CAVACO SILVA
DEITE ABAIXO ESTE GOVERNO!
Sugiro - lhe um Governo de iniciativa presidencial e dou sugestões... As minhas razões ancoram - se no perfil dos convidados e as necessidades do país.
P. Ministro -- RUI RIO
M. Finanças FRANCISCO LOUÇÃ
M. Economia PIRES DE LIMA
M. N. Estrangeiros ANA GOMES
M. S.Social/Emprego BERNARDINO SOARES
M. da Saúde PAULO MACEDO
M. da Agricultura BAIÃO HORTA
M. Obras Públicas HELENA ROSETA
M. da Defesa LOUREIRO dos SANTOS
M. da Educação M. LURDES RODRIGUES
M. da Justiça ANTÓNIO COSTA
M. dos Transp./Energia TEIXEIRA dos SANTOS
Aposto que com um mês para prepararem um programa operativo e contundente face a todos os condicionalismos exigidos do exterior e do interior, surdo e autocrata, o país era capaz de se safar. É claro que a responsabilidade de dirigir o Conselho de Ministros será sua. Ainda tem legitimidade e legalidade para o fazer, sem mencionar o DEVER actuante que o país aplaudiria.E quando falo do país refiro - me à maioria da sua população.
A Democracia e o País agradeceriam...
IRREALISTA, EU !!!???
ADENDA - É evidente que à Banca e às grandes corporações, nomeadamente a Banca, nacional e internacional que esteve na origem ( está sempre... ) desta nova crise e forçaram os resgate com a perspectiva, como veio a acontecer, de se recapitalizarem à custa dos contribuintes, não lhes interessa, de maneira nenhuma a suspensão, mesmo que temporária, da obscena corrente que lhes vai enchendo, quase sem esforço próprio, para lá da pressão política, os cofres, SEMPRE EM NOME DO INTERESSE NACIONAL, pois claro!
O sr. sabe disso, não sabe?
Sugiro - lhe um Governo de iniciativa presidencial e dou sugestões... As minhas razões ancoram - se no perfil dos convidados e as necessidades do país.
P. Ministro -- RUI RIO
M. Finanças FRANCISCO LOUÇÃ
M. Economia PIRES DE LIMA
M. N. Estrangeiros ANA GOMES
M. S.Social/Emprego BERNARDINO SOARES
M. da Saúde PAULO MACEDO
M. da Agricultura BAIÃO HORTA
M. Obras Públicas HELENA ROSETA
M. da Defesa LOUREIRO dos SANTOS
M. da Educação M. LURDES RODRIGUES
M. da Justiça ANTÓNIO COSTA
M. dos Transp./Energia TEIXEIRA dos SANTOS
Aposto que com um mês para prepararem um programa operativo e contundente face a todos os condicionalismos exigidos do exterior e do interior, surdo e autocrata, o país era capaz de se safar. É claro que a responsabilidade de dirigir o Conselho de Ministros será sua. Ainda tem legitimidade e legalidade para o fazer, sem mencionar o DEVER actuante que o país aplaudiria.E quando falo do país refiro - me à maioria da sua população.
A Democracia e o País agradeceriam...
IRREALISTA, EU !!!???
ADENDA - É evidente que à Banca e às grandes corporações, nomeadamente a Banca, nacional e internacional que esteve na origem ( está sempre... ) desta nova crise e forçaram os resgate com a perspectiva, como veio a acontecer, de se recapitalizarem à custa dos contribuintes, não lhes interessa, de maneira nenhuma a suspensão, mesmo que temporária, da obscena corrente que lhes vai enchendo, quase sem esforço próprio, para lá da pressão política, os cofres, SEMPRE EM NOME DO INTERESSE NACIONAL, pois claro!
O sr. sabe disso, não sabe?
ET TU, BRUTE ?...
...,Estará entretanto a ruminar em Berlim, decerto com muita solidariedade europeia, o Presidente do Conselho de Ministros de Portugal, o sr. Passos Coelho, com o trambolhão que desequilibrou, aparentemente de vez, o Governo, com a debandagem do Gaspar e agora do parceiro da coligação, Paulo Portas.
Excelente a capacidade de resposta , ia dizer política, partidária revelada na sua mensagem ao país, não deixando que a saída à francesa do seu parceiro da coligação lhe deixasse o ónus de acarretar sózinho com a responsabilidade da queda do governo por demissão própria.. Foi, neste caso, bem aconselhado na resposta a dar.
Por outro lado, confesso que tenho dificuldades, como observador neutro que baste, de ajuizar com argumentos apoiados políticamente da bondade ou falta dela do gesto dramático de ruptura por parte do líder do CDS, abandonando uma coligação onde muitas vezes se sentiu como um mal necessário de cujo contributo dispensável fez agora a leitura decisiva.
Terá sido a correcta?
Em termos individuais foi - o certamente. E o CDS, o que pensará disso? A ver vamos.
Entretanto, já não há como escapar, Belém já está a arder...
Excelente a capacidade de resposta , ia dizer política, partidária revelada na sua mensagem ao país, não deixando que a saída à francesa do seu parceiro da coligação lhe deixasse o ónus de acarretar sózinho com a responsabilidade da queda do governo por demissão própria.. Foi, neste caso, bem aconselhado na resposta a dar.
Por outro lado, confesso que tenho dificuldades, como observador neutro que baste, de ajuizar com argumentos apoiados políticamente da bondade ou falta dela do gesto dramático de ruptura por parte do líder do CDS, abandonando uma coligação onde muitas vezes se sentiu como um mal necessário de cujo contributo dispensável fez agora a leitura decisiva.
Terá sido a correcta?
Em termos individuais foi - o certamente. E o CDS, o que pensará disso? A ver vamos.
Entretanto, já não há como escapar, Belém já está a arder...
segunda-feira, julho 01, 2013
AUF WIDERSEHEN, GASPAR!
" Não dever nada a ninguém ", pelo menos em Portugal, vulgaridade suprema para F. Savater, teve a sua tradução e citação no ex - ministro das Finanças de Portugal quando num arroubo de independência política e funcional enfatizou - " Eu não fui eleito coisíssima nenhuma ", traduzindo a ausência, como cabeça do Governo de quaisquer eventuais satisfações a dar aos eleitores. A haver, elas seriam, por força das circunstâncias, dadas à exterioridade, também ela não- eleita - à troika.
Não admira que, segundo a leitura feita à carta de demissão, tivessem sido exactamente os mecanismos de controlo democrático, nomeadamente o Tribunal Constitucional, a estar na origem das dúvidas e finalmente, da demissão de um pseudo - iluminado que falhou tudo o que na sua acção política(!!!!???) exigiria a uma previsibilidade racionalizada, que se revelou uma ida às bruxas.
Para ser sincero, quase se poderia lamentar o seu afastamento do escrutínio dos portugueses, já que de regresso eventual a Bruxelas ou Frankfurt a sua previsível audição como conselheiro das receitas a impôr a países sob resgate será no mínimo... surreal.
De qualquer maneira, boa - viagem de regresso!
domingo, junho 30, 2013
Ausência forçada
... e, por isso, um pedido de desculpas para os meus poucos leitores que me acompanham neste pensar alto transposto para aqui, sem pretensão outra do que a natureza humana obriga à reflexão permanente.
Muita coisa aconteceu, entretanto, e como a pena em mim antecipa, por puro prazer e espontaneidade,o teclado, há por aí uma resma de coisas prontas a virem cá parar.
Até lá...
Muita coisa aconteceu, entretanto, e como a pena em mim antecipa, por puro prazer e espontaneidade,o teclado, há por aí uma resma de coisas prontas a virem cá parar.
Até lá...
terça-feira, junho 25, 2013
A DEMOCRACIA INTERROGADA
COMO FOI POSSÍVEL?
Como foi possível a substituição do anterior Executivo liderado por Sócrates, por ISTO, por este Comité de Falência'
Como foi possível, à Fenprof, à CGTP, ao PCP e ao Bloco terem substituído o outro governo, ao não terem aprovado o PEC4 e não terem estimado políticamente o eventual, na sua errática e dogmática avaliação, mal menor, do regate e da receita do FMI, do BCE e da Comissão europeia? Incompetência política?
É - me impossível a desvalorização desse " jogo democrático " e dos seus intérpretes na regressão previsível que Passos Coelho, estribado no seu fantástico curriculum de gestor, iria protagonizar e a acéfala demolição programada do que do melhor tinha sido feito em Portugal a nível educativo, social, investigação científica, combate à pobreza e de saúde pública.
Dando de barato que é de todo impossível, para o cidadão comum, o escrutínio da governação como um todo harmónico conduzido por uma estratégia ( de bem-comum, ou não serve para NADA, senão estorvar... ) e que a visão da podridão ética de alguns dos seus elementos acabe por caracterizar o todo, é inaceitável que as estruturas oposicionistas de esquerda, por puro oportunismo político e dogmatismo partidário pontuem as políticas nacionais com barbaridades tácticas como o foi a criação de uma união nacional com o Bloco e o PCP a sustentarem a mais violenta oposição feita a um chefe de governo socialista levando o País ao resgate pela troika.
Observando o que se passou na Turquia e hoje no Brasil, interrogo - me que se a opinião pública em Portugal não estivesse, por sua vez, tão enquadrada, arregimentada e abandonada aos donos das manifestações de rua, controlando filistinamente as ondas de repúdio a conta - gotas, segundo os seus interesses partidários, a sua função não seria mais contundente e audível do que as sazonais e previsíveis demarches da CGTP e... infinitamente mais autênticas na sua espontaneidade, como esta...
E... olhando para o PS, cujo auto - assumido direito de ser a alternativa governativa está reduzido hoje, a uma repartição de boys e de burocratas políticos e nula, em substância e rasgo político e acutilâncias programáticas, em compasso gelatinoso e papagueante, enquanto a outra repartição do arco - governativo lhe vai aplanando o serviço que a sua cobardia política actual agradece, temo que a regressão veio para ficar e o pântano visado por Guterres se vai tornando mais fétido.
A ambivalência com que olho, hoje com mais cinismo do que nunca, sem culpa própria, para o cinismo da população votante, manifestante, xingado até ao tutano, que configura o País, magoa - me nas minhas convicções democráticas e isso chateia - me à brava e se há coisa de que não preciso do Poder é um cafuné hipócrita e manipulador.
Como foi possível a substituição do anterior Executivo liderado por Sócrates, por ISTO, por este Comité de Falência'
Como foi possível, à Fenprof, à CGTP, ao PCP e ao Bloco terem substituído o outro governo, ao não terem aprovado o PEC4 e não terem estimado políticamente o eventual, na sua errática e dogmática avaliação, mal menor, do regate e da receita do FMI, do BCE e da Comissão europeia? Incompetência política?
É - me impossível a desvalorização desse " jogo democrático " e dos seus intérpretes na regressão previsível que Passos Coelho, estribado no seu fantástico curriculum de gestor, iria protagonizar e a acéfala demolição programada do que do melhor tinha sido feito em Portugal a nível educativo, social, investigação científica, combate à pobreza e de saúde pública.
Dando de barato que é de todo impossível, para o cidadão comum, o escrutínio da governação como um todo harmónico conduzido por uma estratégia ( de bem-comum, ou não serve para NADA, senão estorvar... ) e que a visão da podridão ética de alguns dos seus elementos acabe por caracterizar o todo, é inaceitável que as estruturas oposicionistas de esquerda, por puro oportunismo político e dogmatismo partidário pontuem as políticas nacionais com barbaridades tácticas como o foi a criação de uma união nacional com o Bloco e o PCP a sustentarem a mais violenta oposição feita a um chefe de governo socialista levando o País ao resgate pela troika.
Observando o que se passou na Turquia e hoje no Brasil, interrogo - me que se a opinião pública em Portugal não estivesse, por sua vez, tão enquadrada, arregimentada e abandonada aos donos das manifestações de rua, controlando filistinamente as ondas de repúdio a conta - gotas, segundo os seus interesses partidários, a sua função não seria mais contundente e audível do que as sazonais e previsíveis demarches da CGTP e... infinitamente mais autênticas na sua espontaneidade, como esta...
E... olhando para o PS, cujo auto - assumido direito de ser a alternativa governativa está reduzido hoje, a uma repartição de boys e de burocratas políticos e nula, em substância e rasgo político e acutilâncias programáticas, em compasso gelatinoso e papagueante, enquanto a outra repartição do arco - governativo lhe vai aplanando o serviço que a sua cobardia política actual agradece, temo que a regressão veio para ficar e o pântano visado por Guterres se vai tornando mais fétido.
A ambivalência com que olho, hoje com mais cinismo do que nunca, sem culpa própria, para o cinismo da população votante, manifestante, xingado até ao tutano, que configura o País, magoa - me nas minhas convicções democráticas e isso chateia - me à brava e se há coisa de que não preciso do Poder é um cafuné hipócrita e manipulador.
quinta-feira, junho 20, 2013
VALE TUDO?...
... Pergunta o inefável comentador Sr. Ramos no Expresso da semana passada, chocado com as visões do historiador Rui Ramos sobre o País.
Não, não vale tudo! Em Democracia não vale tudo.
TODOS OS LÍDERES FASCISTAS DO SÉCULO VINTE FORAM ELEITOS DEMOCRÁTICAMENTE. O QUE É QUE ISSO NOS ENSINOU?
SABEMOS e o historiador também sabe que a democracia formal e não essencial, presa nos seus dogmas funcionais quando confrontada na negatividade das consequências das acções dos seus representantes simbólicos bunkerizados no Parlamento ( chamada sede de Democracia e eu a pensar que estaria essencialmente no seu suporte..., o povo, já agora votante... ) tende a confundir legalidade com legitimidade, coisa essa que só o cumprimento das promessas contratualizadas nas campanhas eleitorais exige, suporta; caso contrário há um desvirtuamento contratual de essência da legitimidade outorgada pelo Voto para governar.
Não fosse assim e teríamos, de quatro em quatro anos, demolições permanentes do edifício construído pelas legitimidades e legalidades dos anteriores Governos e, tão certo como os tijolos, alguns deles notáveis e virtuosos dos governos Sócrates, estão a ser sacados do edifício Estado, pertença, é bom não esquecer, do Povo, amanhã, com o previsível governo-Seguro, acontecerá o mesmo.
Não, não vale tudo. Essa impunidade legal que o controlo do Poder, formalmente maioritário, por 4 anos não é, não pode ser considerado legítimo quando não é exercido, com ajustes pontuais e não contrabandeados, nos moldes acordados entre os candidatos e os votantes.
É conhecido o papel reservado às oposições no Parlamento e as improcedências das suas críticas e formulações legais junto do Poder executivo, seja ele qual for. E qual o papel do Votante?
" UIVAR ", BERRAR, VOCIFERAR o que se passa CÁ FORA no país real e legítimo aos doridos ouvidos do Poder e da sua corte as consequências perniciosas do que os cidadãos e não súbditos, estão a sofrer com as suas democráticas medidas, como se a sua imanação lhe desse esse carácter e ela não a fosse buscar na sua justiça.
Esse desprezo recorrente manifestado nos indexantes com que o sr. Ramos acopla às resistências democráticas faz apelo a um Pacto de Silêncio em redor das preclaras inteligências nacionais hoje no Poder e chantageia - nos com um suposto desconhecimento histórico do que estaria para vir se o Governo caísse. A má - fé é evidente e o historiador Rui Ramos sabe - o, sabe - o tanto como sabe que o futuro faz - se, não com identidades históricas fixas, pior, com regressões civilizacionais que, objectivamente, ESTE governo lidera. A reforma do Estado não pode passar por aí, está social, económica, ética e financeiramente ERRADO.
É isso que mudou em Mário Soares, sr. Ramos, já que pergunta... Não foram as circunstâncias históricas mas sim a sua perspectiva do TODO, do alto da experiência da sua Vida plena, da sabedoria não académica enriquecida de dentro para fora e de fora para dentro e que lhe permite uma visão não sectária e históricamente enquadrada do país que ele tão bem conhece. Sai, se possível, mais enobrecido nesse enriquecimento pessoal e político.
Não, em democracia não vale tudo e se tiver de valer, que a alma não seja pequena como aquela que hoje nos guia porque será preciso uma outra, aquela do poeta, e se tiver de valer tudo será feito..., hoje ou daqui a dois anos quando a ilegitimidade for ilegalizada.
E donde virá essa soberania?
Não, não vale tudo! Em Democracia não vale tudo.
TODOS OS LÍDERES FASCISTAS DO SÉCULO VINTE FORAM ELEITOS DEMOCRÁTICAMENTE. O QUE É QUE ISSO NOS ENSINOU?
SABEMOS e o historiador também sabe que a democracia formal e não essencial, presa nos seus dogmas funcionais quando confrontada na negatividade das consequências das acções dos seus representantes simbólicos bunkerizados no Parlamento ( chamada sede de Democracia e eu a pensar que estaria essencialmente no seu suporte..., o povo, já agora votante... ) tende a confundir legalidade com legitimidade, coisa essa que só o cumprimento das promessas contratualizadas nas campanhas eleitorais exige, suporta; caso contrário há um desvirtuamento contratual de essência da legitimidade outorgada pelo Voto para governar.
Não fosse assim e teríamos, de quatro em quatro anos, demolições permanentes do edifício construído pelas legitimidades e legalidades dos anteriores Governos e, tão certo como os tijolos, alguns deles notáveis e virtuosos dos governos Sócrates, estão a ser sacados do edifício Estado, pertença, é bom não esquecer, do Povo, amanhã, com o previsível governo-Seguro, acontecerá o mesmo.
Não, não vale tudo. Essa impunidade legal que o controlo do Poder, formalmente maioritário, por 4 anos não é, não pode ser considerado legítimo quando não é exercido, com ajustes pontuais e não contrabandeados, nos moldes acordados entre os candidatos e os votantes.
É conhecido o papel reservado às oposições no Parlamento e as improcedências das suas críticas e formulações legais junto do Poder executivo, seja ele qual for. E qual o papel do Votante?
" UIVAR ", BERRAR, VOCIFERAR o que se passa CÁ FORA no país real e legítimo aos doridos ouvidos do Poder e da sua corte as consequências perniciosas do que os cidadãos e não súbditos, estão a sofrer com as suas democráticas medidas, como se a sua imanação lhe desse esse carácter e ela não a fosse buscar na sua justiça.
Esse desprezo recorrente manifestado nos indexantes com que o sr. Ramos acopla às resistências democráticas faz apelo a um Pacto de Silêncio em redor das preclaras inteligências nacionais hoje no Poder e chantageia - nos com um suposto desconhecimento histórico do que estaria para vir se o Governo caísse. A má - fé é evidente e o historiador Rui Ramos sabe - o, sabe - o tanto como sabe que o futuro faz - se, não com identidades históricas fixas, pior, com regressões civilizacionais que, objectivamente, ESTE governo lidera. A reforma do Estado não pode passar por aí, está social, económica, ética e financeiramente ERRADO.
É isso que mudou em Mário Soares, sr. Ramos, já que pergunta... Não foram as circunstâncias históricas mas sim a sua perspectiva do TODO, do alto da experiência da sua Vida plena, da sabedoria não académica enriquecida de dentro para fora e de fora para dentro e que lhe permite uma visão não sectária e históricamente enquadrada do país que ele tão bem conhece. Sai, se possível, mais enobrecido nesse enriquecimento pessoal e político.
Não, em democracia não vale tudo e se tiver de valer, que a alma não seja pequena como aquela que hoje nos guia porque será preciso uma outra, aquela do poeta, e se tiver de valer tudo será feito..., hoje ou daqui a dois anos quando a ilegitimidade for ilegalizada.
E donde virá essa soberania?
domingo, junho 16, 2013
FIM DE EMISSÃO...
E.RT. - TELEVISÃO GREGA
BEM..., para aquilo que tenho chamado de tiques fascistas isso já está a ultrapassar a fase maníaca e a entrar na fase operacional sem que se oiça de outros governos europeus uma única palavra de estremecimento... Pagarão caro, evidentemente, como a história do século XX e as cobardias e racionalizações com que enfrentaram a subida, em nome da democracia, claro, dos fascismos europeus, nos deveria ter ensinado.
Todas as análises partem de pressupostos, que à partida, se não houver má - fé, contêm um fundo de verosimilhança lógica ( os sofismas também o têm...) que obnubilia o Todo e afasta, neste caso, o dado mais importrante a reter - a liberdade de informação e a incompetência geral a mascarar uma agenda oculta - a privatização da E.R.T.. (RTP )
Se a ERT (RTP) " era escandalosamente cara, ineficaz, opaca e carecia de uma reestruturação urgente ", como espantosa e acintosamente foi caracterizada uma suposta realidade à luz dos pressupostos analíticos de H. Monteiro no Expresso de hoje, a justificar o layoff, desvalorizando a brutalidade da medida, mais, justificando -a como " não condenável no estrito senso democrático ", extrapolemos as urgências democráticas para a totalidade dos estados em falência económica e financeira e caiamos na supressão iluminada da democracia, o Fascismo, puro e duro para acabar de vez com o enfado da elite com a resistência da ralé, revisitando Mussolini, que dizia que o fascismo era (é - o ainda em muitas cabeças nos governos... ) o horror da vida confortável..., nossa , naturalmente, já que ao que se chama elite, sempre se sentiu confortável com o povo à distância segura de modo a não se informar da contundência da sua incompetência, da venal ganância e da cobardia física e intelectual.
Quem vê ainda com simpatia ou lançou um olhar de possibilidade sobre os " períodos ditatoriais limitados " do tempo dos romanos aceita, naturalmente como boa tese a regressão genérica a que estão obrigados os estados do sul da Europa, em nome da salvação do BEM-MAIOR, naturalmente... E o resto do país?
Acontece que se a vasta informação de hoje sobre o mundo não aconselha os governos proto - fascistas a não utilizar o músculo na governação, irá lembrar, mais tarde ou cedo, aos seus povos, que o PUNHO deles é mais contundente... e com resultados funestos.
É que hoje, em Portugal pelo menos, quem não souber ou conseguir governar em democracia, com ou sem crise, sem utilizar métodos fascistas, corre o risco de ser tomado à letra com as consequências devidas.
A saudade dos portugueses pelo BOTAS não é assim tanta como gostariam...
BEM..., para aquilo que tenho chamado de tiques fascistas isso já está a ultrapassar a fase maníaca e a entrar na fase operacional sem que se oiça de outros governos europeus uma única palavra de estremecimento... Pagarão caro, evidentemente, como a história do século XX e as cobardias e racionalizações com que enfrentaram a subida, em nome da democracia, claro, dos fascismos europeus, nos deveria ter ensinado.
Todas as análises partem de pressupostos, que à partida, se não houver má - fé, contêm um fundo de verosimilhança lógica ( os sofismas também o têm...) que obnubilia o Todo e afasta, neste caso, o dado mais importrante a reter - a liberdade de informação e a incompetência geral a mascarar uma agenda oculta - a privatização da E.R.T.. (RTP )
Se a ERT (RTP) " era escandalosamente cara, ineficaz, opaca e carecia de uma reestruturação urgente ", como espantosa e acintosamente foi caracterizada uma suposta realidade à luz dos pressupostos analíticos de H. Monteiro no Expresso de hoje, a justificar o layoff, desvalorizando a brutalidade da medida, mais, justificando -a como " não condenável no estrito senso democrático ", extrapolemos as urgências democráticas para a totalidade dos estados em falência económica e financeira e caiamos na supressão iluminada da democracia, o Fascismo, puro e duro para acabar de vez com o enfado da elite com a resistência da ralé, revisitando Mussolini, que dizia que o fascismo era (é - o ainda em muitas cabeças nos governos... ) o horror da vida confortável..., nossa , naturalmente, já que ao que se chama elite, sempre se sentiu confortável com o povo à distância segura de modo a não se informar da contundência da sua incompetência, da venal ganância e da cobardia física e intelectual.
Quem vê ainda com simpatia ou lançou um olhar de possibilidade sobre os " períodos ditatoriais limitados " do tempo dos romanos aceita, naturalmente como boa tese a regressão genérica a que estão obrigados os estados do sul da Europa, em nome da salvação do BEM-MAIOR, naturalmente... E o resto do país?
Acontece que se a vasta informação de hoje sobre o mundo não aconselha os governos proto - fascistas a não utilizar o músculo na governação, irá lembrar, mais tarde ou cedo, aos seus povos, que o PUNHO deles é mais contundente... e com resultados funestos.
É que hoje, em Portugal pelo menos, quem não souber ou conseguir governar em democracia, com ou sem crise, sem utilizar métodos fascistas, corre o risco de ser tomado à letra com as consequências devidas.
A saudade dos portugueses pelo BOTAS não é assim tanta como gostariam...
quinta-feira, junho 13, 2013
PRISM
VAFFANCULO!!!
What a deception...!
A segurança ( de que nível?... ) tem um preço, naturalmente...
A nível pessoal, evidentemente, da minha condição física, da minha capacidade de antecipar as ameaças, da minha acuidade racional de as analisar, do sopesamento das suas consequências e dos riscos inerentes à sua supressão e das avaliações das consequências das minhas acções preventivas.
Extrapolemos, pois, a nível nacional, com o ajoujamento lógico dos parâmetros em análise e... pasme - se com a responsabilidade interiorizada por qualquer Estado de prover à sua efectiva consumação.
Tudo bem. Acontece que há limites...
Acontece que o preço a pagar, quando se extravasam os limites da decência ( what a fuck!!!) tem por sua vez um PREÇO que a promiscuidade venal ( pela formulação possível e pela proximidade) do mal menor versus bem maior desvaloriza em vibração uníssona, tende a ser relativizado, apelando à nossa bestialidade civilizada versus os Outros, fora da nossa zona de conforto, de vizinhança próxima ou longínqua.
O espaço de ingenuidade acoplado à civilidade não - temente é necessáriamente um risco assumido e tácitamente aceite em qualquer comunidade humana. Brandi -lo é uma reverberação hipócrita que opõe a parte ao todo.
De aplaudir a denúncia do PRISM ( what a deception, OBAMA!!!...) pelo que configura de uma manobra fascista de controlo dos cidadãos e a limitação do seu espaço privado e da sua liberdade que a Democracia deveria consagrar.
What a deception...!
A segurança ( de que nível?... ) tem um preço, naturalmente...
A nível pessoal, evidentemente, da minha condição física, da minha capacidade de antecipar as ameaças, da minha acuidade racional de as analisar, do sopesamento das suas consequências e dos riscos inerentes à sua supressão e das avaliações das consequências das minhas acções preventivas.
Extrapolemos, pois, a nível nacional, com o ajoujamento lógico dos parâmetros em análise e... pasme - se com a responsabilidade interiorizada por qualquer Estado de prover à sua efectiva consumação.
Tudo bem. Acontece que há limites...
Acontece que o preço a pagar, quando se extravasam os limites da decência ( what a fuck!!!) tem por sua vez um PREÇO que a promiscuidade venal ( pela formulação possível e pela proximidade) do mal menor versus bem maior desvaloriza em vibração uníssona, tende a ser relativizado, apelando à nossa bestialidade civilizada versus os Outros, fora da nossa zona de conforto, de vizinhança próxima ou longínqua.
O espaço de ingenuidade acoplado à civilidade não - temente é necessáriamente um risco assumido e tácitamente aceite em qualquer comunidade humana. Brandi -lo é uma reverberação hipócrita que opõe a parte ao todo.
De aplaudir a denúncia do PRISM ( what a deception, OBAMA!!!...) pelo que configura de uma manobra fascista de controlo dos cidadãos e a limitação do seu espaço privado e da sua liberdade que a Democracia deveria consagrar.
D'A ELITE DO REGIME IX
MR. NYET
THE SELF - MAN LEADER
As formidáveis conquistas ( posses ) que o sistema capitalista permitiu a méritos e ganhos individuais, à luz dos pressupostos que enformam o sistema, têm sido o maior adversário da utopia comunista e o travão obstaculizante da interpretação da felicidade colectiva, de cujos meios os espectaculares avanços científicos e... ia dizer económicos..., financeiros, têm produzido.
A natureza humana, pois, é a barreira que o atavismo biológico contrapõe ao programa das Utopias.
No PCP do Jerónimo de Sousa não há espaço para opções revogáveis, que a posse do dinheiro como avatar de todas as possibilidades do humano, permite. A desconstrução dos valores iluministas que a modernidade desfocou em prol da ganância como exercício anti-tédio e da desvalorização da relação trabalho/riqueza, desonerando o individual e o seu contributo de mérito, formatou uma mentalidade à qual aos apelos utópicos responde com cinismo indisfarçável.
A repugnância com que, inevitàvelmente, a contenção democrática suscita junto da vanguarda comunista, abandonada que foi a luta armada, espraia - se em melancolia, resistência e manifestações civilizadas, objectivamente desvalorizadas pelo Poder como formalismos inultrapassáveis do ritual democrático.
Fortificado no bunker das convicções e do dogmatismo, o PCP não faz alianças e seria ridículo que as fizesse, renegando a mater que o sustenta e a praxis que o move.
Partido do NÃO, cumpre o seu destino histórico de NÃO HÁ ALTERNATIVAS...
O Homem e as suas circunstâncias, refém avesso das armadilhas dos historicismos que o querem definir dogmáticamente, também conhece a imprecação - NÃO!
Este NÃO prende -se ao acoplamento funesto, até hoje não desmascarado, pós - URSS, da Liberdade versus Ideologia.
Jerónimo de Sousa não é o líder com capacidade de esvaziar essa má relação que os Poderes exibem triunfantes em contra - argumentação e a que chamam O fim da História.
Adenda em 2/7: É evidente que a Ideologia referida acima seria a comunista, mas nada obsta a que seja qualquer uma...
quarta-feira, junho 12, 2013
MADIBA
Aos poucos, vai - se apagando a única e última para mim, referência moral que o século XX me deu a conhecer.
É evidente que quero acreditar que o mundo restrito dos meus " conhecimentos ", públicos e privados, leva - me a pecar por ignorância, mas num planeta em que os méritos humanistas são criados, vendidos e esbanjados pelos Media, perdoe - se - me essa arrogância tão informada, que a Aldeia que habito unanimaniza.
A morte antecipada de Mandela já me deixa órfão.
sexta-feira, junho 07, 2013
INFERIÇÕES TARDIAS...
Patéticos os descontrolos que a " salganhada " herdada dos USA e dos seus criminosos exercícios neo - liberais pós - crash 1973 e a mais recente hecatombe, estão a provocar na UE.
A resposta encontrada para a subida do preço do petróleo foi a desregulação financeira e a livre circulação do capital financeiro com os Estados, em demolição, no papel de observador neutro da liberdade dos " doers ".
Como foi possível a interiorização cúmplice de tanto cinismo e de tanta malfeitoria? Não pela fé no controlo da natureza humana e no seu bom - senso, certamente.
A " receita " dos memorandos de resgate ( arrepio - me sempre que me vejo perante o significado dessa condição... ) está hoje a ser posta em causa com um atraso assassino de dois anos.
Os resultados negativos que começaram a surgir na Grécia, da sua aplicação acéfala, tiveram por cá - NÓS NÃO SOMOS COMO A GRÉCIA,... lembram - se? mesquinhos arrufos com a comparação, dada a nossa incomparável capacidade de encaixe e fé nos salvadores ungidos, Gaspar e Coelho.
A única razão por que o FMI se está a descolar da receita prende - se com a inevitabilidade de renegociação das dívidas e a previsível perda de biliões por parte dos seus investidores.
Atirar o odioso da situação que ameaça sériamente a economia da zona euro para cima da Comissão Europeia visa únicamente salvaguardar Lagarde, já que de facto não houve erros mas sim uma estratégia e uma agenda troikiana que foi longe de mais.
Rasgadas hoje em Portugal as vestes da convicção, o Governo já não prevê, espera que..., atitude mais do que prudente onde as decisões vêm de fora e onde a dúvida substituiu a Fé como ideologia de resgate. Vem tarde, pois na fé perdida é mais fácil, quando assim tão abalada, partir para a descrença do que para a retoma.
Que fazer? Não a manutenção do laissez - faire, laissez passer, já que se tem revelado mais um campo de biologia que da Política. O que é bom para... confesso que desconheço os alvos compatíveis..., não o é, como a realidade reiteradamente nos ilumina quase até ao desvario, para as comunidades SAPIENS, como os bosquímanes o sabem.
Uma nova abordagem, não grandes teorias de intervenção, que faça com que a Aldeia Global o venha a ser, com pequenos passos de coesão sociológicamente efectivos que permitam e orientem a teorização económica, financeira, educacional e política no sentido de uma harmonização pacífica na espécie.
Chamem - lhe um metassocialismo ou um socioliberalismo, como queiram. O que interessa será o conteúdo que universalize o conceito e o pacifique.
Uma nova UTOPIA precisará sempre de uma sistematização que só a Educação dará lastro e continuidade que permitirá assolar o CINISMO POLÍTICO monstruoso que deu à luz no século passado e que ameaça eternizar - se.
INTELECTUAIS DE TODO O MUNDO, UNI - VOS E MEREÇAM OS ATRIBUTOS QUE VOS TITULAM! IDEIAS PRECISAM - SE!
A resposta encontrada para a subida do preço do petróleo foi a desregulação financeira e a livre circulação do capital financeiro com os Estados, em demolição, no papel de observador neutro da liberdade dos " doers ".
Como foi possível a interiorização cúmplice de tanto cinismo e de tanta malfeitoria? Não pela fé no controlo da natureza humana e no seu bom - senso, certamente.
A " receita " dos memorandos de resgate ( arrepio - me sempre que me vejo perante o significado dessa condição... ) está hoje a ser posta em causa com um atraso assassino de dois anos.
Os resultados negativos que começaram a surgir na Grécia, da sua aplicação acéfala, tiveram por cá - NÓS NÃO SOMOS COMO A GRÉCIA,... lembram - se? mesquinhos arrufos com a comparação, dada a nossa incomparável capacidade de encaixe e fé nos salvadores ungidos, Gaspar e Coelho.
A única razão por que o FMI se está a descolar da receita prende - se com a inevitabilidade de renegociação das dívidas e a previsível perda de biliões por parte dos seus investidores.
Atirar o odioso da situação que ameaça sériamente a economia da zona euro para cima da Comissão Europeia visa únicamente salvaguardar Lagarde, já que de facto não houve erros mas sim uma estratégia e uma agenda troikiana que foi longe de mais.
Rasgadas hoje em Portugal as vestes da convicção, o Governo já não prevê, espera que..., atitude mais do que prudente onde as decisões vêm de fora e onde a dúvida substituiu a Fé como ideologia de resgate. Vem tarde, pois na fé perdida é mais fácil, quando assim tão abalada, partir para a descrença do que para a retoma.
Que fazer? Não a manutenção do laissez - faire, laissez passer, já que se tem revelado mais um campo de biologia que da Política. O que é bom para... confesso que desconheço os alvos compatíveis..., não o é, como a realidade reiteradamente nos ilumina quase até ao desvario, para as comunidades SAPIENS, como os bosquímanes o sabem.
Uma nova abordagem, não grandes teorias de intervenção, que faça com que a Aldeia Global o venha a ser, com pequenos passos de coesão sociológicamente efectivos que permitam e orientem a teorização económica, financeira, educacional e política no sentido de uma harmonização pacífica na espécie.
Chamem - lhe um metassocialismo ou um socioliberalismo, como queiram. O que interessa será o conteúdo que universalize o conceito e o pacifique.
Uma nova UTOPIA precisará sempre de uma sistematização que só a Educação dará lastro e continuidade que permitirá assolar o CINISMO POLÍTICO monstruoso que deu à luz no século passado e que ameaça eternizar - se.
INTELECTUAIS DE TODO O MUNDO, UNI - VOS E MEREÇAM OS ATRIBUTOS QUE VOS TITULAM! IDEIAS PRECISAM - SE!
sábado, junho 01, 2013
D'A EVA...
... VERSUS FILOSOFIA
" Quando não se quer produzir longas narrativas históricas recorre - se a um pequeno mito que condensa o essencial em imagens " - Sloterdijk
O mito da Eva é o mais poderoso alguma vez contado sobre a perdição do homem. De maneira que...
O amor da sageza e a perda do baixo - ventre, ainda segundo o nosso filósofo, com a perda da energização, transformou a Filosofia numa organização de eunucos, enfatiza sarcásticamente Sloterdijk in Crítica da Razão Cínica.
A contradição anteposta sempre se alimentou desde Sócrates e a sua máxima, - De qualquer maneira casa - te; se tiveres a sorte de ter uma boa mulher, serás feliz, se não serás filósofo - do seu infortúnio masoquista.
Com o decorrer dos séculos, a própria história amorosa dos grandes filósofos parece ter dado razão a Sócrates. De Kant, celibatário convicto, a Nietzsche, de Schopenhauer a Byron, passando pela excepção semi - feliz de Russel, a realidade contraditória parece confirmar o que no fim de contas não passa do trivial no relacionamento de duas espécies cujo encontro é mediado pela Natureza com um fim único - a Sobrevivência - que a complexidade racional teima em RACIONALIZAR, passe a redundância.
A aparente contradição enunciada e a causalidade antevista no esvaziamento necessário(?) das pulsões sexuais ( naturais) quando em confronto com o amor da sageza, que as compensaria, remete - nos a uma conclusão perversa, que as imagens de Sócrates e Xantipa, Aristóteles e Phyllis,( citados pelo autor ) parecem caucionar.
Por outro lado, o aparente desprezo ( frustração ) a que o feminino como objecto de pesquisa parece votado nas reflexões das grandes referências filosóficas parece fundamentar, à partida, o falhanço da ousadia de , em confronto com uma realidade tão concreta, tão referencial, tão apetecível, tão desejada, tão natural como as provocações que suscita, contrariar a impotência da demanda na procura da explicação última.
Sobram no entanto, de todos os filósofos e pensadores avulsos, os aforismos e as máximas redutoras da condensação em preconceitos, da preguiça que denuncia a insegurança visceral no confronto com a origem tão pouco misteriosa do SER.
De puta à mãe, balança aferidora das nuances que o eu masculino voluntáriamente manipula resta o mundo do nosso deslumbramento, do nosso fascínio e da nossa, porque nunca satisfeita, IMPOTÊNCIA, não necessàriamente eunuca.
É que a sua capacidade de receber está para além da nossa capacidade de dar, tão sómente, e isso pesa... às almas generosas...
Cinismo ou Kinismo, vá -se lá saber...
segunda-feira, maio 27, 2013
AINDA O DMS 5
DO CINISMO CLÍNICO in Crítica da Razão Cínica por Peter Sloterdijk, pg.349
" ... Uma ordem social como a nossa encoraja directa e necessàriamente uma medicina favorável ao sistema das doenças e do que as traz, mais do que à vida em boa saúde... A única arma contra um socorro falso ou problemático consistiu em não ter necessidade dele. "
" ... O Sistema da " saúde " tende para uma situação em que o controlo da medicina dos senhores sobre o somático se torna totalitário. Podemos imaginar um nível em que se chegue à expropriação completa das competências físicas privadas. No fim de contas, haverá que aprender a mijar correctamente seguindo cursos de urologia... "
Sem comentários...
domingo, maio 26, 2013
À VOL D' OISEAU...
COITUS INTERRUPTUS
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
terça-feira, maio 21, 2013
AOS TROIKISTAS...
A diferença entre o Portugal do nosso defunto ditador - SALAZAR - hoje albino de tanto branqueamento e a Alemanha mal - enterrada, pelo menos na consciência germânica, do HITLER, está, não tanto na personalidades dos dois fascistas mas nos povos que os pariu, como qualquer historiador decente e não funcionário burocratizado, terá a obrigação de saber, por mais voltas que dê à convicção, fé, chamemos - lhe isso, de que a História dos povos é feita pelos seus líderes, no caso seus contemporâneos, sub-avaliando nèsciamente a visão do outro bigodudo, também já defunto.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
segunda-feira, maio 20, 2013
CO - ADOPÇÃO ?
SOU CONTRA!
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
terça-feira, maio 14, 2013
A EUROPA ABSURDA
M. Sousa Tavares, escapelizou factualmente o absurdo da realidade da eurolândia nos dias que correm na sua crónica - É ISTO A EUROPA ?, no último Expresso. É de ler e reflectir.
A farsa espoliadora dos recursos, da criatividade, da economia e das finanças dos países económicamente mais débeis, entra pelos olhos adentro de qualquer analista sério e enfatizo a qualificação, que não faz depender exclusivamente, em cínica descontextualização histórica das directivas da UE, então, dos erros nacionais e dos seus maus políticos e povos, a catástrofe que representa hoje para os países sob resgate a obediência à arrogância burrocrata de Bruxelas.
Mais do que os erros políticos nacionais, apresentados como causadores das acções actuais, importaria relevar em consideração a exaustão e caducidade do sistema ocidental de exploração capitalista que estrebucha em impotência, como solução para uma, essa sim, história acabada e se transformou numa barreira tenaz a qualquer Ideia outra de funcionamento colectivo.
A Globalização, apresentada como desenvolvimento lógico à vitória final no conflito com o socialismo soviético, transportou consigo o contrabando que lhe está na essência, enfeitada com os faíscantes faróis - Liberdade - Democracia, a cegar as vítimas, enquanto a posse do dinheiro e dos mercados financeiros pelos especuladores fazia o pleno do controlo, dos indivíduos, das nações e dos Estados.
A ganância é tal que se está a matar a galinhas de ovos-de-ouro. Que importa, aparecerão outras... A África e eventualmente a América Latina, à medida em que despachemos líderes incómodos, como o foi Chavéz.
Limpámos o Sadham, o Gadahfi, o Al-Assad está por um fio, bin Laden já era, o Irão está a ser um osso duro de roer ( sabe - se lá se o tipo que lá manda já não terá a bomba nuclear, uma chatice... )
O único bem, realmente transaccionável do Ocidente é o DINHEIRO, de que hoje detém o controlo quase total, retrato patético de um avô Patinhas caquético e mesquinho ensimesmado, na eurolândia, nesse formidável edifício de cretinice política que é a Comissão e o seu braço financeiro BCE com os seus funcionários menores mas não menos diligentes e obedientes, instalados nos governos nacionais dos países ocupados.
" RECLAMAI, MAS OBEDECEI !" exigia Bismark aos seus súbditos...
sábado, maio 11, 2013
PORTO - BENFICA...
...Minuto 87 do jogo e o treinador não consegue transmitir para dentro do campo a necessidade, face ao resultado, de contenção e posse da bola. Porquê?
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
quarta-feira, maio 08, 2013
D'A ELITE DO REGIME VIII
The Jelly Boy
A " exaustão " e o vazio político que o PS semeou durante o consulado Sócrates, um fortíssimo líder, " secou " o debate partidário, coisa que o jotinha Seguro, conhecedor do funcionamento do aparelho partidário, como o foi então, o seu adversário político de hoje, Passos, na sua caminhada para o Poder, permitiram que um cinzento político socialista surgisse como alternativa à sucessão do animal feroz.
Seguro não é um pregoeiro de feira, coisa tipo - E leva mais este e mais este... - Eu não estou por aqui para enganar ninguém... , mas do tipo evangelista da IURD, melífluo, mole, tipo bom - rapaz fàcilmente vítima de bulling passivo do que seu perpetrador.
Acontece que a Política exige mais dos seus praticantes. É definitivamente meritório o serviço da causa pública e é racionalmente exigente de muito mais coisas do que ESTAR lá...
O que é o homem e as mais - valias transportadas, necessárias a um estadista ( Ah, como Portugal precisa desesperadamente de alguns...) com visão, coragem, liderança, capaz de roturas e consensos democráticos, que não essa democracia mole e paralizante ancorada numa esperança doentia que não na acção concreta, com um rumo político capaz de fazer dos cidadãos o seu principal defensor, ninguém conhece.
Da cartilha e das frases feitas, mecânicamente repetidas, que o irão levar ao Poder já se conhece. O resto está atrás da cortina, já descerrada por um povo a dizer NÃO; do tremendo resto que é a redefinição do País conhecemos as epístolas evangelizantes.
É POUCO, muito pouco o que sabemos da ignorância deste challenger...
sábado, maio 04, 2013
D'A ELITE DO REGIME VI
O FILISTINO
INADVERTIDAMENTE APAGUEI O POST AQUI INSERIDO HÁ DIAS SOBRE O MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, PAULO PORTAS, E NÃO SEI COMO RECUPERÁ- LO...
P.S.
ACONTECE QUE O PRÓPRIO SE ESTÁ ENCARREGANDO DA ACTUALIZAÇÃO DO QUE FOI ENTÃO POSTADO, O QUE AGRADECEMOS...
D' A ELITE DO REGIME VII
O CATAVENTO
Há uma casta de funcionários burocratizados na UE que da teoria Política reteve o manobrismo e jogo de cintura e da sua praxis o acautelamento dos interesses próprios e dos aliados de ocasião.
O presidente da Comissão europeia, Barroso, é a imagem consagrada da mediocridade de uma liderança. As qualidades pessoais adstritas, pela sua inadequação política que não diplomática, ao cargo, fazem dele uma quase nulidade na função nacessáriamente abrangente que o cargo exige no funcionamento global de uma UE que paulatinamente se desagrega com o seu beneplácito cúmplice.
A tristeza de ver um formidável projecto como pensado, não por políticos mesquinhos e sem visão e grandeza mas pelos seus pensadores, nas mãos de uma tal mediocridade liderativa, conformista, seguidista e deslumbrada pelos afagos dos donos, é penosa.
A História acabada que esses funcionários estão a escrever será feita um dia quando, em nostalgia, sob as ruínas de uma decadência entrevista e revisitada, se lançar um olhar para o exterior, para os Outros.
O enorme drama da superação das supervivências nacionais, como diria Gassett, na sonhada construção dessa Europa, hoje adiada e sem futuro, está hoje transformada numa tragicomédia, ameaçada pelas subserviências ( espantosa ironia histórica... ) nacionais e a apropriação, através do controlo das suas figuras de proa, das suas instituições.
Em vez de portador de uma missão histórica, Barroso borrou a pintura aceitando ser o master's voice dos ventos dominantes; os de hoje são da Alemanha.
domingo, abril 28, 2013
D' as interpretações...
... e das perspectivas lançadas sobre o discurso do presidente da República no dia 25 de Abril na Assembleia da República tivemos visões , isso mesmo, de todos os tipos, como seria de esperar.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
quinta-feira, abril 25, 2013
LAMENTÁVEL!
SAMPAIO, de passagem pelos corredores da Assembleia, interpelado sobre as palavras do presidente da República proferidas no seu discurso cerimonial, disse que o dia era do presidente e dos convidados.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
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