quarta-feira, setembro 10, 2014

COSTA / SEGURO - [2]

O DEBATE

HMMMMM!

SEGURO atacou forte e feio, como se esperava e como se esperava fê - lo com ataques ao carácter ( sim, pode - se e deve - se falar de traições em política, o que não passa de uma  redundância infantil que nem merece ser exemplificado, nomeadamente visando o  acusador..., adiante ) e, céus, pegando na deixa de João Soares sobre o  elitismo lisboeta sobre o deslumbramento saloio, quis, opondo a cidade ao campo, apresentar Costa como um arrogante fidalgo a querer roubar o trabalho honesto do provinciano, o MESMO DO COSTUME, perpassou, em vitimização crescente, no seu ataque.

Como se esperava, Costa nunca apareceu como challenger, nem precisou já que Seguro assumiu esse papel. A frustação e um sentimento de injustiça eram - lhe patentes, o que só o menorizou frente a um discurso  sereno de mobilização por parte de Costa.

Política? O país? Talvez hoje se esbocem pistas que permitam perceber nas entrelinhas , democrática e honestamente impossível ser doutra maneira,  JÁ !  o que se projecta, por parte de António Costa para o desafio das legislativas e, mais importante para a mobilização anti - coligação da Direita.
Seguro já teve tempo mais do que suficiente para se perceber que é mais do mesmo - burocracia mental. 

terça-feira, setembro 09, 2014

COSTA / SEGURO

O DEBATE

Francamente as minhas expectativas não são muito elevadas sobre o primeiro debate público televisionado dos dois candidatos do P.S. à liderança do partido, melhor, dos candidatos ao expectável cargo de primeiro-ministro do país, CASO a coligação perca as eleições legislativas que aí vêm..

Vai ser interessante reparar que o desafiado Seguro, hoje um animal feroz, porque acossado, irá ser extremamente agressivo chovendo arquétipos e soundbytes para cima de um fleumático challenger, que se não reagir à pobreza das invectivas contextualizando e menorizando a táctica do esperar sentado que o governo caia por si, mesmo que ganhe democráticamente por 1 voto, vai -  se dar mal neste primeiro round.

É claro que para o segundo e nos restantes debates a substância de que são feitos os dois personagens se vai clarificar naquilo que de facto interessará saber ao país.

TOLERÂNCIAS DEMOCRÁTICAS E...

... RELATIVISMOS ÉTICO - POLÍTICOS AD HOC ?

Considerando as experiências, relatadas no Expresso de sábado passado por Katya Delimbeuf, do psicólogo canadiano Paul Bloom e da sua mulher Karen Wynn, levadas a cabo com bebés de 3 meses a 1 ano, e descritas no seu livro " As origens do Bem e do Mal ", o sentido moral do sapiens é INATO. Um imperativo categórico que refundamenta as teses dos insurgentes contra o cinismo e a hipocrisias modernas sedimentadas no pragmatismo moral e existencial do indivídual de hoje.


Sem menosprezar o efeito social - educacional que a corrupção relativista exerce na formatação comportamental, os resultados das experiências disseram aos seus autores que a moral, recito, " é uma característica ( primeva ) moldada pela evolução da espécie, para a nossa sobrevivência ".

Numa análise tremendista dessas conclusões, a tautologia levar - nos - ia, face à aridez ética das sociedades contemporâneas, a consagrar uma decadência social acelerada da espécie em todas as paragens do planeta onde a noção original do CERTO e do ERRADO, de Justiça,  está a ser adversariada pelo SIM, MAS....

Tolerância?
Tolerância e democrática?
Tolera - se o óleo do fígado de bacalhau e eventualmente uma quimioterapia. Tolera - se o que é física,  psicológica ou racionalmente sustentável à luz das resistências apregoadas. Toleram - se circunstâncias atenuantes que o senso comum consagra, independentemente dos contextos, de qualquer natureza. O Mal é intolerável no reconhecimento que dele a sua face se nos apresenta no mais íntimo de nós. Está no nosso ADN essa capacidade, estamos a sabê - lo agora.
Sem querer entrar nas intuições roussianas do Bom selvagem e nas racionalizações e observações categóricas kantianas, o que sobressai é o condicionalismo hoje anexado à nossa capacidade de tolerância, exigida em nome da Democracia. Ela não deveria ser abstracta nem incondicional nem condicionada pelo que de natural ela transporta para a vivência sadia numa sociedade.

A exigência da tolerância tout - court, seja ela religiosa, política ou moral, desarma, democráticamente, a oposição intransigente a manter sobre tudo o que não é respeitável. A Liberdade natural, e não de redil, que o Homem sacrificou em nome de uma vivência pacífica tem sido acicatada  à medida em que se estreita, democráticamente, claro, através de imposições legais, o normativo comportamental dos cidadãos. 
Esta tendência neo - fascista, não encontro outra qualificação, nem complexa nem redutora, tem crescido à medida em que, por outro lado, os Estados se vão  demitindo das suas responsabilidades que lhes deram origem.
Enfatizando - se o paradoxo da sua presença sufocante na vida dos cidadãos enquanto ameaça reduzir - se a um epifenómeno através das acções concertadas dos funcionários superiores das Administrações Públicas, a pergunta que se pode pôr é a seguinte -  Como é possível este acéfalo auto - canibalismo? Com que fim? Em nome de que felicidade colectiva os cidadãos o permitem?

sábado, setembro 06, 2014

DANCING WITH THE DEVIL II

As consequências do baile maléfico que, faz agora 1 ano, então antevi as consequências para o futuro estão aí em todo seu irreparável horror.
A Síria, mais um estado pária na lista ocidental, também por aqui denunciada, assim como o foram a Líbia e o Iraque e por pouco o Egipto, deixaram de existir como Estados e foram entregues à barbárie extremista do hiper - fundamentalismo islâmico.
Milhares e milhares de vítimas inocentes foram e continuarão a ser a mancha vergonhosa da estupidez política e da ignorância histórica de líderes políticos e dos   MÉ(R)DIA acéfalas e de tão daninha negligência deontológica como a indiferença dos seus inocentes cidadãos.

Na terra onde nasceu, o DIABO anda à solta. Despertámo - lo NÓS, outra vez... alimentando - o com incompetência, negligência, ignorância, ganância e... um festim macabro de cadáveres.

Diz - se que se passeia, entretanto, por terras da África e... de Ucrânia...-

terça-feira, setembro 02, 2014

ARIDEZ INTELECTUAL...

...OU ACÇÃO POLÍTICA?

Não que uma não pressuponha a outra ou que essa não a desdenhe liminarmente. Podem, em situações limite, anularem - se nos objectivos que, à primeira vista parecem ser semelhantes e que finalmente nada terão um com o outro?

Quanto mais amplas as prisões conceptuais menos se sente a perda da liberdade de acção? A consciência da impossibilidade de conter, controlar, as circunstâncias exteriores e mesmo as interiores que o Caos existencial desenha definirá as margens que bordejam a liberdade individual?

Todas as estruturas, mentais e políticas essenciais à Ordem ( controlo do caos...) , pela previsibilidade que almejam alcançar e acrescentar ao seu funcionamento burocrático, seja ele intelectual, ao nível do individual ou político ao nível do social, criam uma teia de normativos, de coerências, de conexões mentais de aceitação/repulsão que definem espaços de compreensão para os aderentes, de intervenção para os cépticos e de rebeldias exclusivas, que a Crítica acarinha.

Quando, por aqui se sentiu a necessidade pessoal de aclaramento me intitulei de anarquista, deveria, em nome desse esclarecimento, acrescentado o anexante intelectual, para fazer a distinção com o que nunca fui na vida prática, na acção. Porém, aos poucos tenho concluído que não há discordância fundamental que mine a coerência entre o que penso e o que faço, ou seja, a minha racionalidade ( Razão + Ética ) e a minha liberdade continuam a dar - se bem.
Toda esta arenga pessoal, ( são - nas todos os meus posts... ) pouco interessará aos curiosos que por aqui passam; no entanto permitir - lhes - á uma aproximação do conhecimento de este Outro que sou eu com clara vantagem no seu juízo.

Tudo isto, enfim, vem a propósito, como apoiante esclarecido e não populista de Marinho Pinto, à sua eleição para deputado europeu e eventuais outras eleições, das críticas ferozes que acompanharam a sua decisão de, no espaço de um ano ( tempo mais do que suficiente para o conhecimento por dentro do funcionamento da U.E. e para a denúncia dessa realidade que nos comanda a Vida, e os contornos éticos que a enforma... ), abandonar essas funções quase fundamentalmente inúteis e tentar, no país, ser mais útil como parlamentar e no que for possível.
Nada de surprendente e aqui remeto para os parágrafos mais acima, em quem nunca teve uma escola partidária e a definição etiquetada dentro desse contexto.
Não o pensou assim D.Oliveira no Expresso de há duas semanas atrás na abordagem do assunto.
Se a formalidade crítica que sustentou a prosa está aberta à discussão teórica, já a hipocrisia denunciada e desenhada como uma inconsequência da banalidade ético - política do visado vai um mundo de ofensa que teve resposta adequada por parte de Marinho Pinto no Expresso do passado sábado.
Sugiro as leituras...

segunda-feira, agosto 25, 2014

CONTEXTUALIZEMOS, POIS...

...malgré Popper...

... Que a racionalidade de hoje perdeu o rumo, o sentido e o alcance e o contraponto ético que deve balizá - la, sem  a qual não merece essa formulação sem se tornar insultuosa para aqueles que a definem integralmente nas suas vidas.

Qual a diferença que as nossas consciências são capazes de discernir entre a repugnância abstracta que a matança de Gaza levada a efeito pela democráticos governantes israelitas sobre democráticos eleitores palestinianos ( milhares de civis e centenas de crianças, CRIANÇAS, entre eles...) e o real e sentido asco pela execução publicitada de um jornalista americano?

Para começar, todo o mundo passou a conhecer James Foley na hora da sua morte e a empatia viral com um ser humano miserávelmente humilhado e despido da sua condição de inocente, mártir da sua profissão de informar, re - humanizado por nós, no pranto do seu desamparo.

A sombra cínica que esconde a face da repugnância devida e a sentir por sobre as vítimas de Israel, da Boko Haram, a multiplicar por milhares, sem nome, sem rosto, tem na cumplicidade neutra e assassina, compreensiva até, com os carrascos das crianças terroristas e a indiferença racista para com as vítimas da barbárie na Nigéria, a instrumentalização racionalizada da Razão em nome do contexto.

Não vi a execução de Foley, nem preciso das imagens para  condenar a desumanidade, basta - me saber que aconteceu, assim como o arrastão impiedoso e cego da EIL que não distingue a sua jihad da pura carnificina de inocentes.
A outra jihad, a de Israel na limpeza étnica da Palestina em nada se distingue em barbaridade dos outros tipos de execução. Um assassinato em massa é um ASSASSINATO, não tem outro nome e sobre vítimas desarmadas, é COBARDIA.

domingo, agosto 17, 2014

ALJUBARROTA ou ALCÁCER QUIBIR?

E... MUDANÇAS GERACIONAIS

Quando, na Política contemporânea Global, na História acabada, se reclamam mudanças, o que em essência, se proclama,  são mudança de fotogenias que não de reformas, rupturas ou, no limite revoluções. Hoje, o facho da revolta contra o status quo definido por uma visão imperialista que tem corrompido o sistema democrático, está no Médio Oriente, em África, numa redefinição do CAOS imposto dentro da Ordem da manada.
Os condicionamentos que gerem os cidadãos, armadilhados na teia da Globalização, não já meramente financeira, et pour cause, mas também política económica e educacional, tornaram - nos vítimas do sistema e não os seus usufrutuários, a base da eficácia da sua verdade, da sua necessidade.
O conformismo, que a fuga para fora, estúpidamente acarinhada pelo governo actual com o agradecimento do resto da UE, desmerece como cidadania no enfrentamento geracional, como a geração dos 60, a minha geração, com a corrupção generalizada dos imperativos éticos que deveriam e devem sustentar a Democracia.

A infantilidade recorrente ( culpa nossa? ) com que a sociedade é vista em Portugal pela nova geração remete inapelávelmente a um aprofundamento, quase inconsciente, de uma individualização crescente, em contra - ciclo com a sedentarização social e solidariedade organizativa que os parâmetros actuais deveriam exigir. Naturalmente estranha mas coerente com o passado, o sentido solidário, que a cegueira mercantilista cavalga no pseudo - liberalismo actual que envergonharia os seus pensadores, está a funcionar no sentido inverso. Os velhos estão a ajudar a sobreviver os jovens que os governos empobrecem cada vez mais. Isso tem um nome e uma substância que escapa à análise consequente da Política de hoje.

A ruptura temporal, que não geracional, que os laços de solidariedade actuais têm de gerir, por fora dos mecanismos naturais, tarda a acontecer, e a maturidade que a gestão, no seu tempo próprio da sua Vida traz à nova geração está corrompida, na apreensão do que se chama Valores. O tempo de sedimentação que o relacionamento comunicacional saudável ajuda a temperar, perdeu - se, com consequências funestas, que a deriva social e política testemunham.

Saudamos, com regojizo sem juízo, que só o tempo permitirá, a subida de uma nova autoridade política no Partido Socialista espanhol e no Partido democrático em Itália e o aparecimento de independentes, de seccionistas na Ucrânia, Escócia e Catalunha,  de independentistas anti UE da Frente Nacional e  do ( fora do arco do poder ) e de revoltosos islâmicos e bárbaros africanos contra a Nova Ordem Mundial. Ela fede por todos os lados e exige combate, porque é CORRUPTA E CORRUPTORA. 
Desgraçadamente, os alvos desse combate não estão a ser o Poder mas sim as suas vítimas, que acabam por ser duplamente penalizados.

Corre - se, incontornávelmente, um risco de populismo oportunista que a indiferença generalizada e preguiça intelectual alimentam generalizadamente entre a população, numa abordagem pragmática ( ética dos resultados... ) do acesso ao universo do Poder, alimentada pelo desencanto e desconfiança da Política faceada pelos personagens actuais.

Este assunto merece mais reflexão e voltarei a ele, assim que voltar dos banhos... Preciso de iodo...

quarta-feira, agosto 06, 2014

ETNOFILOSOFIA

O QUE É ETNOFILOSOFIA?

A formulação pressupõe uma existência caracterizada por uma qualquer espécie de singularidade que a distinguiria, a definiria de outras " filosofias ", portanto, como etimológicamente traduzida, uma filosofia local, regional, nacional ou mesmo racial.
No fundo, este neologismo carece de fundamento, de essencialidade, como etapa localizada, passe a interpenetração, que seria do desenvolvimento filosófico; é uma barbaridade conceptual.

Falar - se hoje de uma filosofia africana, europeia, asiática ou americana distinguindo - as seria partir do princípio que elas existiriam como tais, nítidamente pressentidas nas suas formulações, nas suas interrogações e perplexidades. Por muito que a literatura ( a linguagem ) seja o veículo essencial de difusão do Pensamento estruturado, a Razão Silenciosa habita do mesmo modo em todo o humano.
E habitou - o ainda antes dos gregos e dos árabes que pela escrita, pelo verbo, a expressaram e difundiram - na.

Atribuir nacionalidades à Filosofia não tem fundamento. Os filósofos mais difundidos beberam de todas as fontes, das místicas orientais ao animismo africano, da racionalidade grega ao pragmatismo romano, enfim à Vida humana e acabaram remetidos ao silêncio, à Razão Silenciosa, às origens, por Wittgenstein e Heidegger.
E por lá permanecerá inquietando todas as almas do planeta...

terça-feira, agosto 05, 2014

ESPECIALISTAS

G.E.S. / B.E.S.

Pasmo - me com a maneira como funcionam as inteligências especialistas, nomeadamente dos economistas e dos  analistas financeiros. Elas nunca são projectivas, preventivas em relação às, chamemos - lhes aldrabices, para simplificar, construídas e em construção no espaço onde se movem e fazem profissão . Só aparecem, enfáticos, especialistas, na posse de todos os contornos das malfeitorias e em snobeiras explicativas onde antes, na minha boa - fé interpretativa e ignorância, concedo, só havia hiper - ignorância e talvez cumplicidade activa.
É claro que houve excepções e elas estiveram no Expresso, um espaço onde a cobardia não medra.

Uma pergunta singela se me põe - SE DURANTE TODO ESSE TEMPO TODA A CORTE DO BANCO DE PORTUGAL MAIS OS ESPECIALISTAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS, MAIS AS SUPERVISÕES DAS ACTIVIDADES DO GES / BES INTERNACIONAL, NÃO SE FOI CAPAZ DE DESCOBRIR ( públicamente nunca se soube nada... ) AS ACTIVIDADES CRIMINOSAS, COMO E COM QUE ESPECIALISTAS VAI O MINISTÉRIO PÚBLICO FAZER  FRENTE A ESSA FORMIDÁVEL TEIA DE ENCOBRIMENTO?

Eventualmente levará décadas e... cairão os prazos. Vai uma aposta?

INTERMEDIAÇÕES

Chocamo - nos com a incapacidade de produzir riqueza no país e descobrimos que a percentagem da população inserida nessa actividade é inversamente proporcional aos parasitas do sistema, perdão, intermediários.

A coisa tem raízes profundas, já vem do  século XVI com a posse, à força dos canhões, do comércio no  Índico. Portugal não tinha nada para comercializar, como nos diz David Arnold in A época dos descobrimentos e conseguiu ser o intermediário do comércio local com a África oriental. Notável!
Hoje há intermediários para tudo, só explicável pela (e)iliteracia e negligência na cidadania; os canhões já não deveriam servir em democracia...
Vai - se perdendo, numa individualização crescente, a perspectiva de nação, de sociedade e do País.

ISRAEL / HAMAS

Também se está a perder a perspectiva sobre esse confronto nas terras da Palestina. Choram - se lágrimas de crocodilo sobre as vítimas das decisões políticas dos dirigentes, com consequências, essas sim PREVISÍVEIS, ESPERADAS e criminosamente desprezadas.
Tenho por mim, a História ensinou - me, que TUDO o que acontece de irremediável dentro de uma nação e durante o tempo emn que o tem de ser lhe marca o trajecto e o futuro a torna responsável, como remete, no caso em apreço, a responsabilidade do que aconteceu, está a acontecer e virá a acontecer aos que intervenientes ou espectadores, definem, pela acção, pelo desconforto hipócrita ou pela cínica inacção, a sua atitude.

POLÍTICA NACIONAL?

A BANHOS, que a imaginação e o rasgo no mítico país de poetas fenece em soundbytes e vai - se a torrar ao sol de Agosto.

quinta-feira, julho 24, 2014

G.E.S.

A marcha da Justiça sobre os actos praticados pela Administração do GES e por arrasto no BES, começou.
Como, apesar de todas as balizas do  - TUDO VAI BEM - com que as instituições portuguesas, TODAS, exceptuando os alertas e o cepticismo avisado do PCP e do Bloco de Esquerda, os Outros não acreditaram  na bondade do Banco de Portugal e começam a chafurdar no pântano criado por uma impunidade de décadas e que NINGUÉM quis ver.

A amoralidade ( conceito vazio e mentiroso por dissimulação de patifarias ) tecnocrática só pode produzir, por inerência, impunidade moral. Ora, a LEI democrática, criada pelos cidadãos, deve punir as consequências criminosas que ela gera, sempre.
Empurrado pelas supervisões externas o desenlace de tudo isto porá a descoberto, preconceituosamente e infelizmente, uma maneira portuguesa de fazer as coisas que irá descredibilizar a Banca nacional por muito tempo.
O país irá pagar, mais uma vez o empreendedorismo da elite nababa com língua de palmo, quer queira ou não. COMO? Esse será o trabalho da cumplicidade política sob o alibi de interesse nacional.

Seguiremos as notícias...

SOLTAS...

U.E.

Juncker distancia - se da Comissão Barroso e faz bem. A sua declaração e intenções proclamadas em relação ao perfil que deseja à sua Comissão - uma Comissão política e não bur(r)ocrática como foi a última é um bom sinal a que se ajusta a sua posição sobre o referendo independentista da Escócia e veremos se se manterá a coerência no referendo catalão.

CPLP

Se dúvidas houvesse elas foram dissipadas na última reunião em Dili. O constrangimento luso foi notório pelo tratamento democrático dado aos participantes ( não poderia ser de outro modo..., pois não? ) e pela quebra protocolar a antecipar como facto consumado a entrada de Obiang já não como observador mas como membro de pleno direito, antecipando veleidades hipócritas, para o exterior, sobre o que realmente está em causa.

Está tudo explicado. Ao desejo sincero, quero acreditar, de que com a entrada na CPLP a Guiné Equatorial se vai aproximar dos valores declarados que enformam a Comunidade, acresce - se um dado essencial e definitivo não dispiciendo no panorama mundial - Nos próximos 20 anos, os países da CPLP prooduzirão entre 25 a 27% do petróleo mundial - diz - nos o Expresso.

Que isso se venha a traduzir na erradicação da miséria nos países formadores da Comunidade é- me um piedoso e veemente desejo; é o que me resta do meu voto vencido.

P.S.

Detesto meias - tintas, detesto a opacidade democrática tanto como a mediocridade dirigente assistida e acarinhada no seu seio. Como cidadão e não indivíduo governado desejo excelência a justificar a minha demissão libertária em prol da Democracia.

Nada me choca, a não ser a hipocrisia partidária, na definição que o P.S. hoje procura. Se nesse desafio sobrevierem roturas, pois bem, venham elas. Serão uma filtragem necessária e benigna para o partido.

A minha opinião sobre a essência do que deveria estar verdadeiramente em equação tem menos a ver com a liderança do que a transparência programática das posições a verter futuramente. Desconheço - lhes os contornos quanto mais a definição.

E depois? O problema só será meu se o PS conseguir ganhar rotundamente as eleições.Até lá, deixo, pois, a decisão aos militantes e... simpatizantes.


BLOCO DE ESQUERDA

Lamentável mas previsível a degradação, melhor,  a desagregação do Bloco pós-Sócrates. Qualquer análise séria sobre os desenvolvimentos, envolvimentos, involuções, evoluções dentro do Bloco estão, desde a saída do ex-Primeiro Ministro, provocada pela estúpida e irreal coligação a que o Bloco pertenceu, íntimamente ligada a esse episódio que trouxe a troyka e a dupla Passos/Portas  ao poder.
Para mim foi imperdoável a fraqueza da análise política que levou a ESTA situação actual e pelas dissidências a que tenho estado a assistir penosamente, confesso, muita gente militante e simpatizante do Bloco pensa o mesmo.

Das contradições internas dadas à costa, não creio que estejam na dicotomia, intensa e elitísticamente individualizada, por Daniel de Oliveira no seu bate-boca com o ex - líder Louçã, numa ocupação de espaço que permitiria, no governo, exponenciar a programática bloquista  com acção, deixando a essência e em essência a resistência ao PCP, o partido anti - poder.
A hierarquização das prioridades, base de qualquer negociação séria, exige que o Bloco cresça eleitoralmente e não se vá definhando em dissidência vaidosa e egocêntrica numa feira de vaidades e de individualidades até à inconsequência.
A questão que parece não apoquentar a massa bloquista, institucional e dissidente, é que o P.S. não precisa do Bloco para nada, a não ser como flor de credibilidade anti - liberal na lapela.
Pensou - se nisso?
A ilusão contida no pressuposto de que a nova dissidência ( a de Ana Drago e, por suposto, da Manifesto ) consiga plasmar uma ideia de agregação com a LIVRE e... que force, eleitoralmente, claro, o P.S. a coligar - se com os anti - Tratado Orçamental e a favor da renegociação da dívida, é toda ela um programa que o partido-mãe defende.
Compromissos e cedências? Em quê?
Num país, suposta e talvez mítica, aleatória e estatísticamente de Esquerda, onde nunca foi possível realizar uma Convenção de Esquerda, nem em Oposição nem com maiorias absolutas do P.S., o meu cepticismo foi buscar o seu fundamento.

ILUMINEM - ME!

sábado, julho 19, 2014

SENTIR, APENAS...

ASCO



Quero crer que seja o sentimento generalizado da humanidade sobre as últimas notícias da carnificina na Faixa de Gaza ( impossível qualquer tipo de racionalização sobre o horror burrocrático, nascido, criado e mantido na martirizada terra da Palestina... )



O abate da aeronave da Malásia foi um acto demente, miserável, como são - nos todos os que têm por alvos a Inocência, no meio da barbárie, política, militar ou económica.



Criminosos os contornos da falência do BES. Quase todas as explicações sobre a hecatombe são técnicas, quando o que está, esteve e voltará a estar em causa é o vazio ético que sempre enformou a actividade bancária. Umas vezes apodado de amoralidade tecnocrática, como o fez há bem pouco tempo o ex-líder do BES, hoje caído moral e técnicamente em desgraça, a BANCA, nacional e internacional tem funcionado em roda livre, por mais que se criem supervisores ( é de partir o coco a sua acção, que de preventiva passou a ser explicativa, snobmente apresentada, sem que rolem cabeças da incompetência e actue a Justiça sobre os malfeitores ).

A crise de 2008 só lhes refinou a dissimulação e até ver, com impunidade total. Oliveira e Costa só está na cadeia por excesso de gula. Merece companhia.

quarta-feira, julho 09, 2014

BRASIL 1 ALEMANHA 7



COMEÇOU ASSIM...


... A piramidal derrota do Brasil. 

Do lugar comum que a essência do futebol, entre outras modalidades desportivas,  define como jogo de equipa, provou - se liminarmente a pertinência da constatação demonstrada pela equipa da Alemanha contra um grupo de jogadores desgarrados, débeis físicamente e, finalmente, em pânico, a cada golpe desferido pela EQUIPA germânica.


O " vício " do endeusamento e do estrelato dos grandes jogadores mundiais, nomeadamente nos países latinos, pelos MEDIA, quando é transposto para as selecções nacionais pelas federações e equipas técnicas, tem - se revelado um erro crasso que a própria psicologia de grupo ressente pela marginalização a que são votados e interiorizados, os outros intérpretes do jogo.


Messi, Neymar, Ronaldo, Roben, Muller, James, Ribeiry, entre outros ( a lista é extensa e ainda bem... ) são o que se pode chamar estrelas mundiais neste desporto e eventualmente assim considerados pelos camaradas das equipas onde militam e nem assim escapam à sua monitorização contextualizada em relação às suas prestações em relação ao bem maior que É a equipa.

Saber gerir essas circunstancialidades exige um líder forte e... sabedor.


Nem Portugal, nem o Brasil souberam lidar com esse particular, ao referenciar obssessivamente o jogo, o protagonismo e a pressão sobre os ombros dos seus atletas mais mediáticos e... mais bem dotados na sua resolução.

A diferença de tratamento desta vertente da psicologia de grupo revelou - se neste Mundial, em equipas sensação, como a Colômbia, a Costa Rica, por exemplo, pela positiva e em Portugal, Brasil e até acabar, Argentina, pela negativa.

A Holanda, outra semi - finalista ainda vive atracado ao Roben. Veremos o desenlace posicional da equipa no jogo de hoje com a Argentina órfão do dinamizador Di Maria.

´

A Alemanha, uma equipa de  humildes vedetas e extraordinários jogadores de equipa, física e mentalmente bem preparada e bem dirigida, será, tudo leva a crer, o novo campeão mundial e... merece - o, pela demonstração clara da sua superioridade que tem protagonizado neste mundial, como EQUIPA.

terça-feira, julho 08, 2014

EXERCÍCIOS PERIGOSOS

                                                           

                                                                 Saturno, Lucientes

A coligação que tem estado à cabeça do estado português, na linha da proclamada demolição do Estado anunciada, entrevisto como um travão à ocupação de apetecíveis áreas de negócios chorudos nas mãos dos investidores, continua empenhada num exercício de desestruturação do tecido relacional criado pós Abril.

O ataque malfeitor aos organismos do Estado tem passado, com a conivência do hoje ocupante da Presidência da República, pela redução demente dos seus funcionários ainda em actividade e na criminosa, porque ilegal,  ilegítima e cobarde, depauperação dos seus aposentados reduzindo - lhes impiedosamente a propriedade das suas pensões, coisa que nem o tribunal constitucional do país da sua tutora, Merkel, admitiu, enfáticamente.

Um Estado que localizou as suas gorduras a cortar ( termo seboso como o seu autor ) nos seus cidadãos DEPENDENTES dele e nas suas principais e OBRIGATÓRIAS responsabilidades na Educação, Saúde e Forças Armadas e age como um representante dos consórcios espoliadores do património nacional, não só reduz a sua capacidade de reverter a posse da sua soberania DENTRO da U.E., como atiça o ódio dos seus cidadãos ao que ele deveria representar. Uma estupidez programática na linha das pretensões explicativas de uma realidade embusteiramente tecida desde que os burrocratas nacionais se guindaram, em aleivosias programáticas, ao poder.

Tudo isso em nome de QUÊ? Em nome de QUEM tem - se estado a descobrir. Um estado - empresa, um fantasma paradoxal com a proposição apresentada em contumácia, é um exercício financeiro que brinca com a vida da população portuguesa. A intencionalidade, se for consciente, atira - nos para os contornos de um neo -realismo político que se auto - governa numa autofagia que começou pelo saturnino repasto que ainda persiste.

                                             

segunda-feira, junho 30, 2014

O MEU PORTA - VOZ POLÍTICO


As  Democracias representativas, hoje refém dos burrocratas, na sua maioria venais, éticamente inconscientes, essencialmente narcísicos, só se representam perante si e para si. Uma gigantesca e Global Corporação replicada ad nauseam em todas as paragens do planeta onde assentou arraiais.

Embalados pela falsa consciência, chamam - na Liberdade, com que exercem a sua locomoção, a voz e os neurónios, os povos  sonâmbulos sempre deixaram o seu destino nas suas mãos, em troco de uma paz podre, mesquinha e miserável. Mais vale ser carneiro conhecedor da narrativa medíocre e do matadouro antecipado em contemplação das lutas pela Liberdade que os Outros travam na sua dignidade de homens, do que cumprir a sua.

Por outras palavras, talvez menos ferozes, Marinho Pinto, na sua entrevista ao jornal " I " do fim-de-semana, diz - nos, lembra - nos, que a reforma a fazer nessa Democracia terá de começar por uma resistência feroz e desmascarante à casta criminosa de Homens que hoje detêm a capacidade de moldar o nosso futuro, o futuro das novas gerações.
Já não é só a resistência gerontocrática que está em causa em natural impedância; o mais grave, a persistir, é a hipnótica incapacidade da geração captiva de hoje, de reagir, com brutalidade se tiver de ser, à narrativa, dentro do bisonho quadro imposto, que lhes é apresentada como terminal e definitiva.

Contra o acanalhamento dessa missão, assim, sem aspas, que a Política transporta, a violência democrática tem de ser um dever, do qual a Burrocracia nunca faz questão de nos lembrar. Esgota - a e enquadra - a no esvaziamento catártico das eleições quadrianuais e no auto- controlo chantagista das manifestações aceites como genuínamente democráticas.
A Liberdade, um Bem superior à Democracia representativa, tem um preço moral que as falsas consciências criadas pela corrupção do regime, tem conseguido mascarar, com sucesso, nas democracias ocidentais.

A normalidade com que a repugnância instintiva ( os idiotas úteis chamam - na ressentimento social...) nos deveria assaltar na consciência clara e objectiva de que, como nos lembra o texto - Um autocarro chamado vergonha - de Eduardo Vaz Ferreira, no último Expresso, -.  85 pessoas possuem o mesmo montante de riqueza que a metade da população global, DEVERIA DIZER, ao mais desatento e empedernido cretino que ISTO, que é o sistema que o inventou e torna possível, ESTÁ ERRADO.

Marinho Pinto é um político decente. Já o sabia e a cada intervenção sua sinto que merece a confiança dos seus votantes.
Um conselho - NUNCA negocie valores, os seus valores. Foi o que reconhecemos em si.

terça-feira, junho 17, 2014

CANSAÇO, SIMPLESMENTE...,

...De ler os outros, ouvir uns tantos e..., calculem, de VER outros tantos...


Calculo que esteja numa fase depressiva, fóbica e... exausto.

Nada de grave, suponho, será, quando muito, um reboot  e um ajustamento necessário, higiénico a tanta estupefacção que a marcha do mundo nos provoca e a estupidez sem remédio contida nos nossos genes.

Impossível, o isolamento que uma crença mística possa acarinhar, vergasto - me na apreensão esclarecida, já quase certeza, do absurdo desta Biologia com Razão. Tem sido o meu cilício no encantamento de contemplar a Vida, já não de peito feito mas de tocaia, assustado pelo horror que até mim chega, com estrondo, mesmo que, por vezes mascarado em baixos decibéis de agressões passivas, pensamentos mágicos e  bruxedos científicos. 

Calemo - nos, por ora...

sexta-feira, junho 06, 2014

CONVERSAS DE MERDA...

                                                       

                                                              BRUNO DE CARVALHO

                                                         presidente ( temporário ) do SCP

De tanto ouvir o tipo de declarações públicas dessa nova safra de dirigentes, políticos, empresariais, financeiros, etc, já como vítima de olfactofobia , já não lhes aguento o fedor...




Com licença....





SOCORRO!!!!...

... DIGAM - NOS COMO FAZER?


Da impossibilidade de abandonar a sua agenda marcadamente ideológica, governando em prol dos interesses dentro do  seu universo eleitoral hoje reduzido aos clientes do costume, a Coligação proclama a incapacidade de abandonar as suas matrizes classistas e a sua burocratização mental.


É - nos impossível, por incompetência, governar com esta Constituição da República, essa que ainda permite a possibilidade de estarmos ainda hoje em funções apesar da desgraça que fizemos cair sobre o país.


Perguntem à Dona, apetece dizer ou então vão para casa e à escola, de novo.

A estreiteza mental na política caracteriza - se por uma visão tubular a que nenhuma outra abrangência interpretativa concebe e quando nenhuma ética, nem mesmo residual, acompanha, por hipotese, a prática desse exercício de burros que nem nos erros contumazes tropeça, entra - se no reino do absurdo.

O mesmo absurdo que faz um Governo  implorar pela " criação de condições necessárias de previsibilidade, de estabilidade " por parte de um órgão de soberania independente criado pelo " arco do poder " e atestar a sua incompetência impunemente.


Eu digo o que deveriam fazer - DEMITAM - SE! 

Há todavia outro caminho mais adequado à espécie e à parede. Advinhem lá qual é?


Derivando e a talhe de foice.... Foi um susto para a Coligação ver aparecer em cena o António Costa, não foi? O Tó Zé tenrinho e maleável que pisou os mesmos caminhos absurdos que o discernimento , por vezes acéfalo dos meus concidadãos, guindou à possibilidade estatística de vir a ser Primeiro - Ministro e a possibilidade de com ele continuarmos no caminho do desmantelamento, isso sim estúpido, do Estado Social, a mando das luminárias ingentes da UE, já não é uma previsibilidade estável, que chatice...


Glosando o filósofo, quando a educação democrática esquece - se de ensinar as obrigações ético-democráticas aos recoletores clientes, virtualmente dirigentes, o resultado é confrangedor, para todos.

DEIXEM- SE DE PIEGUICES!

sábado, maio 31, 2014

COSTA(S) SEGURO (AS)?


                                                             BATALHAS ANTONINAS

P.S.
Para o caso, do qual sou totalmente alheio, culpem o Google, o tamanho das imagens reflecte a realidade dos personagens políticos em presença.

Já disse por aqui o que penso do Seguro como líder político; não vou escavar ( Oi Sócrates!...) mais este buraco, por ora...
Espanta - me sim que A. Costa e seus apoiantes, naturalmente, só hoje se terem dado conta da " fraqueza " política, que não buropartidário, do hoje secretário - Geral do P.S.

Em Novembro do ano passado seria o timing exacto, atempado, para confrontar convictamente a liderança provinciana de Seguro ( preconceitos aristocráticos, diz João Soares... ). Pois, sejamos preconceituosos, quando a incapacidade de lidar com variáveis tão dependentes e voláteis como o voto desmerecem todo o tipo de futurologia que uma liderança inconsequente  cauciona.
Hoje, quando a indignação e a desconfiança generalizada pela moleza da Política perante a Plutocracia, esse anacronismo histórico e civilizacional que às elites se auto-justificam, se desfragmentam pelas margens nem sempre virtuosas da Democracia, resolvem actuar.
Por mim, e espero enganar - me redondamente, já vão tarde. A realidade política, europeia e nacional estilhaçou - se e difícilmente serão possíveis os consensos possíveis concernentes à formação de um governo de maioria absoluta ou de coligação com a Esquerda. E... há uma realidade nova e chama - se Marinho Pinto.

Conseguirá A.Costa, se conseguir derrotar o aparelho partidário do P.S., blindado por Seguro durante o seu tempo de reflexão, e se o conseguir irá a tempo de levar aos portugueses ao conhecimento sobre a TOTAL ignorância das suas propostas políticas de Alternância?

NÃO SE PASSA NADA ( 2 )

Quando se apontavam os riscos para a Democracia para os quais a política europeia, ainda hoje teimosamente estúpida e autista, nomeadamente na última década, prefigurava, a invariável resposta que os " instalados " social, económica e intelectualmente, produziam, reduzia - se ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - à história acabada, presume - se.
Em Portugal, atingiu - se o paroxismo autista com uma coligação de Direita a alargar com empenho servil o buraco que lá fora a Comissão Barroso, o BCE, a mando, não há como esconder, da senhora Merkel,  abria na construção de uma Europa Comunitária. 

A realidade, a outra que subterrâneamente, nem tanto assim, fugia à interpretação da BURROCRACIA, desabou com estrondo sobre o que ainda resta da Utopia europeia, com o resultado das últimas eleições europeias.

Reacções? Circunstanciais, como as do ainda presidente da Comissão Barroso, autocráticas como as da chanceler alemã na reiteração/imposição do burrocrata da Austeridade, Juncker, imune à recomposição do Parlamento Europeu,  alarves como as do Farage da UKIP e asininas como as dos Pen. 
Nenhum discurso europeu, de vencedores ou vencidos se elevou da mediocridade política, o que não foi de estranhar no panorama bisonho que engendrou esta nova safra, corrupta e éticamente transtornada pela Plutocracia.

A serpente já pôs o OVO...