sábado, abril 11, 2015
EU VETO...
CABO VERDE
O Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, vetou a proposta de lei sobre a revisão dos Estatutos que lhe foi apresentada pela Assembleia dos deputados. Fez bem. Os tempos difíceis por que passa a população não se coaduna com o reforço salarial dos políticos e dos funcionários do Estado.
Publicada por
CALAMATCHE
à(s)
sábado, abril 11, 2015
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, abril 08, 2015
MAC#114
CABO VERDE
Esses são os rostos da liderança, na ilha de Santiago e Sal, respectivamente Rony Moreira e Jassy Sousa, de um movimento cívico que encabeçou a marcha de cidadãos caboverdianos contra a aprovação pelos deputados da proposta do Estatuto dos titulares de cargos políticos apresentado pelo Governo, aparentemente com luz verde de toda a Assembleia, em todas as ilhas do arquipélago.
A proposta de revisão salarial dos titulares políticos, numa economia a braços com problemas de desemprego jovem e a passar por um período negativo, a juntar aos elevados salários já em prática junto dos gestores governamentais, despoletou a criação de um movimento não - partidário, civil e eminentemente jovem nas suas origens, contra o que consideram um abuso dos políticos numa terra onde os recursos, por escassos, deverem ser tratados com parcimónia ética.
Acompanharemos os desenvolvimentos deste caso e a posição do Presidente da república em relação a um seu eventual veto, ou não...
Publicada por
CALAMATCHE
à(s)
quarta-feira, abril 08, 2015
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, abril 04, 2015
BERGOGLIO, CIDADÃO DO MUNDO
O humano é a banalidade do sofrimento físico e desconforto espiritual. É, na naturalidade da sua essência, suor, lágrimas, sangue, fezes, morte.
Essa é a natureza do Homem a quem o Papa Francisco dedica o conforto da sua fé, a força no sofrimento e a solidariedade na esperança, não a prosápia institucional das cortes assépticas, catequista e burocrática de uma Cúria fossilizada durante séculos de um Cristianismo pouco atento às mudanças e às proridades existenciais adversariadas hoje por um sistema, hoje dominante no planeta. Um sistema que encabeça, nas suas palavras certeiras contra a hipocrisia do políticamente correcto do status, uma economia que mata com o política, económica e financeiramente "correcto " Pensamento Único da nova religião a pautar o destino das Nações e o comportamento individual. Uma religião pagã, em todos os sentidos da palavra, pela desmontagem friamente executada dos laços que nos une como humanos, como espécie e que se decantou em experiências adquiridas e supunha - se assimilada pelo Homem contemporâneo.
É evidente que o Papa Francisco incomoda ao privilégio, instalado em qualquer cadeirão, do sacro ao profano, pelo mau exemplo da partilha e nivelamento das preocupações dos povos com as suas, um trânsfuga, traidor e denunciante dos processos de casta, do Poder, ele que é o representante espiritual de milhões de almas e de um Pensamento - o de Cristo - amarfalhado nas alcatifas de falsos crentes, habitantes da Cúria e das representações profanas do Poder e do privilégio financeiro.
À luta humanista contra o Cinismo e a Hipocrisia, uma luta moral contra os privilégios de casta, ferozmente defendidos por quem os detém sempre se opuseram os Poderes e ela tem contado a História do sapiens neste planeta com a Liberdade como leit - motiv em cada renovação e em todos os recantos do planeta.
O Bem e o Mal, categorias movediças que o pragmatismo relativista reduziu a curiosidades existencialistas, ética e moralmente assépticas e instrumentais com resultados civilizacionais de assombrosa diabolização, são coisas concretas, intimamente apreendidas pela consciência social de QUALQUER Homem adulto. que a interpretação positivista remete, nas suas consequências práticas a uma responsabilidade individual que não, como deveria e era, colectiva.
Sou ateu, pelo que da incompreensão racional e alcance da natureza de Deus me é vedado pela minha natureza. Tenho o Papa Francisco como a única referência moral do planeta, como representante e defensor de uma dignidade pessoal devida à humanidade, no seu todo.
Toda a reacção, em nome da hipocrisia políticamente correcta e da tradição, adversa ao seu papado confirmará a justeza da sua luta. Aliás, basta ver de que lado vêm os ataques e tudo se torna transparente, aos nossos olhos...
sexta-feira, abril 03, 2015
PRESIDENCIAIS ( 1)
Não tenho a mínima dúvida que Sampaio da Nóvoa, o putativo candidato do P.S. às eleições presidenciais, a fazer fé nos Media, seja um homem sério, muito competente na sua área profissional bem conhecido nos meios académicos e eventualmente da cúpula dos partidos nacionais.
Também sei que para além desse diminuto universo eleitoral é práticamente desconhecido dos eleitores nacionais, pelo que terá o P.S., a braços com o problema de dinamização da sua campanha de consolidação do seu líder e das propostas a apresentar ao eleitorado, um outro exercício urgente a fazer que será a massificação mediática e substantiva do seu proponente ao mais alto cargo da República. E com urgência...
Do " conservadorismo " dessa escolha sobressai o vazio de figuras prestigiadas dentro da sua estrutura política com reconhecido perfil e mérito político junto da população votante. É que o seguidismo político confiante de outras eras foi chão que já deu uvas, hoje assolado por uma crise de representação que se vai evidenciando em cada acto eleitoral.
Se acrescentarmos a isso, lamento dizê - lo, a moleza civilizada e de gabinete com que o secretário - geral do P.S., António Costa tem abordado o discurso oposicionista, em contraste com a desilusão ruidosa da maioria da população com a Política e, nomeadamente, com o governo de Cavaco/Passos/Portas, desconfio que muito terá de ser feito a nível partidário no sentido de galvanizar os militantes em prol da aproximação ao P.S. e de uma maioria absoluta. É que, falhado este objectivo, o Pântano em que o País se irá atolar será pior que o pântano ético e não só político,previsto, então por Guterres...
A campanha eleitoral para as legislativas vai ser feia, porca e mázinha. PREPAREM - SE! A Direita dos interesses não costuma ter problemas éticos...
segunda-feira, março 30, 2015
PEDOFILIA, UM PROBLEMA CIVILIZACIONAL
PORQUÊ UM PROBLEMA ?
( opinião racionalarve de um hetero anti - pedofilia em maravilhamento com três netas de oito, cinco e quatro aninhos... )
Não é preciso ir muito longe na História recente de temas fracturantes, onde a sexualidade tem estado na origem de acesas, sérias e alarves discussões, como, por exemplo, a abertura redencionista aos direitos do(a)s homossexuais de saírem da clandestinidade e marginalidade social que o(a)s ostracizava e os penalizava como doentes mentais, pelo que da sua escolha voluntária, consciente e não natural ( até hoje não há provas contraditórias... ) e libertinagem sexual,dizia, para que nos surpreendamos com o D.P.A. ( Movimento pró - pedofilia dinamarquês ) e suas reinvindicações em nome de um relacionamento tabu na consciência adquirida de qualquer adulto socializado, civilizado.
O enquadramento legal, hoje existente genéricamente no Ocidente é, a par da educação, atenção e vigilância parentais e familiares deve(ria) ser a melhor forma de controlar, manter sobre controlo a Pedofilia, se se não desse essa circunstancialidade perturbante da maioria dos casos de agressão pedófila acontecer dentro do ambiente familiar e no universo liberto e aceite da homossexualidade que tem generalizada e históricamente a sua iniciação na abordagem pedófila incitada pelo exemplo nas " marginalidades " escolares e religiosas.
Lamentávelmente, a sombra que este, hoje problema, ontem tabu, lançou sobre as sociedades, contaminando o relacionamento emocionalmente saudável no seio familiar entre as suas crianças e adultos, na sua integração social, teve, em algumas paragens, como Portugal, com a aterradora perspectiva da projecção PÚBLICA de uma lista de condenados por pedofilia que não de pedófilos, ( insisto na tese da VONTADE livre... ),uma categoria específica e casualmente oportunística de acesso ao prazer sexual que não um marcador genético ou derivações traumáticas pseudo-psicológicos... ), um upgrade assustador, derivado, na minha modesta opinião de curioso psicológicamente saudável, que não de Ministra, numa assustadora ignorância histórica que nem uma experiência, pessoal ou não, permite caucionar, pelo risco acrescido de ataque inaceitável aos direitos e garantias dos cidadãos da República.
A complexidade que a distinção, aos olhos populares, do ataque pedófilo isolado e oportunístico e a contumácia redundante faz, deveria fazer a diferença jurídica que uma LISTA não contempla na sua redutora contundência.
E é aqui, nesta falta de JUÍZO e na ligeireza conceptual de uma abordagem........ visceral, própria de um cidadão enraivecido, eventualmente em caracterização no topo deste post, se tocado pessoalmente e não racionalmente por ESTE problema, que a minha crítica e apelo aos deputados da Assembleia que CHUMBEM essa insensatez incendiária que nos convida ao linchamento popular estribados em LEIS da República, tenta trazer alguma luz...
( opinião racionalarve de um hetero anti - pedofilia em maravilhamento com três netas de oito, cinco e quatro aninhos... )
Não é preciso ir muito longe na História recente de temas fracturantes, onde a sexualidade tem estado na origem de acesas, sérias e alarves discussões, como, por exemplo, a abertura redencionista aos direitos do(a)s homossexuais de saírem da clandestinidade e marginalidade social que o(a)s ostracizava e os penalizava como doentes mentais, pelo que da sua escolha voluntária, consciente e não natural ( até hoje não há provas contraditórias... ) e libertinagem sexual,dizia, para que nos surpreendamos com o D.P.A. ( Movimento pró - pedofilia dinamarquês ) e suas reinvindicações em nome de um relacionamento tabu na consciência adquirida de qualquer adulto socializado, civilizado.
O enquadramento legal, hoje existente genéricamente no Ocidente é, a par da educação, atenção e vigilância parentais e familiares deve(ria) ser a melhor forma de controlar, manter sobre controlo a Pedofilia, se se não desse essa circunstancialidade perturbante da maioria dos casos de agressão pedófila acontecer dentro do ambiente familiar e no universo liberto e aceite da homossexualidade que tem generalizada e históricamente a sua iniciação na abordagem pedófila incitada pelo exemplo nas " marginalidades " escolares e religiosas.
Lamentávelmente, a sombra que este, hoje problema, ontem tabu, lançou sobre as sociedades, contaminando o relacionamento emocionalmente saudável no seio familiar entre as suas crianças e adultos, na sua integração social, teve, em algumas paragens, como Portugal, com a aterradora perspectiva da projecção PÚBLICA de uma lista de condenados por pedofilia que não de pedófilos, ( insisto na tese da VONTADE livre... ),uma categoria específica e casualmente oportunística de acesso ao prazer sexual que não um marcador genético ou derivações traumáticas pseudo-psicológicos... ), um upgrade assustador, derivado, na minha modesta opinião de curioso psicológicamente saudável, que não de Ministra, numa assustadora ignorância histórica que nem uma experiência, pessoal ou não, permite caucionar, pelo risco acrescido de ataque inaceitável aos direitos e garantias dos cidadãos da República.
A complexidade que a distinção, aos olhos populares, do ataque pedófilo isolado e oportunístico e a contumácia redundante faz, deveria fazer a diferença jurídica que uma LISTA não contempla na sua redutora contundência.
E é aqui, nesta falta de JUÍZO e na ligeireza conceptual de uma abordagem........ visceral, própria de um cidadão enraivecido, eventualmente em caracterização no topo deste post, se tocado pessoalmente e não racionalmente por ESTE problema, que a minha crítica e apelo aos deputados da Assembleia que CHUMBEM essa insensatez incendiária que nos convida ao linchamento popular estribados em LEIS da República, tenta trazer alguma luz...
sexta-feira, março 27, 2015
TWITANDO...
PRESIDENCIAIS
Henrique Neto, farto dos tacticismos da nova direcção socialista, e ao desolador panorama de candidatos putativamente presidenciáveis, referenciados dentro do sistema, concluiu que só um candidato outside pode dar garantias de isenção ( eventualmente vexado com o posicionamento do actual ocupante do palácio rosa... ) e de defesa estratégica dos interesses do País.
Esperou... esperou e desesperou e com a frontalidade que o serve, apresenta - se como candidato ao cargo de Presidente da República portuguesa. E fez bem...
Por meu lado, apesar da simpatia que o seu gesto me provocou, já que também defendo uma candidatura fora do sistema partidário, preferiria ter outra pessoa a quem os portugueses pudessem confiar a sua representação, pela sua inteligência, discernimento, Cultura, Mundo, e ... Humanismo. Nunca, jamais um caixeiro viajante untuoso a vender a Pátria e o seu património pelo Mundo em representação do pior de Nós, servil perante os Grandes e altaneiro face a fraquezas suspeitadas dos Outros.
Vai daqui, e isso já parece assédio intelectual,... uma hipótese.
E que tal esta senhora?
Henrique Neto, farto dos tacticismos da nova direcção socialista, e ao desolador panorama de candidatos putativamente presidenciáveis, referenciados dentro do sistema, concluiu que só um candidato outside pode dar garantias de isenção ( eventualmente vexado com o posicionamento do actual ocupante do palácio rosa... ) e de defesa estratégica dos interesses do País.
Esperou... esperou e desesperou e com a frontalidade que o serve, apresenta - se como candidato ao cargo de Presidente da República portuguesa. E fez bem...
Por meu lado, apesar da simpatia que o seu gesto me provocou, já que também defendo uma candidatura fora do sistema partidário, preferiria ter outra pessoa a quem os portugueses pudessem confiar a sua representação, pela sua inteligência, discernimento, Cultura, Mundo, e ... Humanismo. Nunca, jamais um caixeiro viajante untuoso a vender a Pátria e o seu património pelo Mundo em representação do pior de Nós, servil perante os Grandes e altaneiro face a fraquezas suspeitadas dos Outros.
Vai daqui, e isso já parece assédio intelectual,... uma hipótese.
E que tal esta senhora?
Clara F.Alves
Tem TUDO para ser uma excelente Presidente da República!
BES
Confesso que, habituado a ver as conclusões das Comissões de inquérito da Assembleia da República, estive céptico e ainda estou sobre os relatórios que vão dar à luz sobre o EXCELENTE trabalho do(a)s deputado(a)s nas audições aos figurões que por lá foram chamados a depôr.
Eu já tirei as minhas conclusões, assim como todos os cidadãos atentos ao desenrolar dos acontecimentos político-económico e financeiros no País nas últimas décadas e elas confirmam - me o estado calamitoso em que o pragmatismo liberal, vulgo, ausência de ética e moral, vem deixando o país e a captura da Justiça por uma casta inimputável cujo alinhamento ideológico gangrena indelévelmente um dos braços fundamentais do equilíbrio democrático, a par da medonha raça contemporânea de funcionários políticos a soldo de interesses pessoais.
A LISTA
A montanha pariu um rato e espelhou uma ignorância político-comunicacional ( por onde anda o Portas? ) de enciclopédia, na linha de outros casos enfadonhos com que os MÉRDIA têm entretido o pagode.
O POETA
HERBERTO HELDER
Conheci, pouco tempo de cá chegar, a poesia maléfica de H.H. Do turbilhão pessoano ao sensismo de E.Tavares ao continuum de H.H., um maravilhamento sobre a palavra despedaçada...
segunda-feira, março 23, 2015
TONTEIRAS ... muito democráticas...
DON BARAK...
... E DON Radonsky
UM LASTIMOSO EMBUSTE
A minha enorme decepção com o presidente actual dos USA, sobressaltada pela aparente, vejo agora, aproximação a CUBA, prende - se à sua postura inequívoca de DON imperialista, na linha de todos os presidentes americanos pós II G.G. na aceitação militante dos parâmetros de política externa definidos pelos Republicanos.
Para prémio Nobel da Paz, não está mal...
Diàriamente, o Daily Show ( IMPERDÍVEL... ) de Jon Stewart tem traçado a face mais reaccionária, estúpida, mesquinha e tacanha dos líderes representativos das idiossincracias republicanas nos USA. E se são, de facto, representativos dos seus eleitores medonha é a perspectiva de os ver, por circunstancialidades do próprio sistema, no topo da Administração da mais poderosa máquina de guerra do planeta; pela pulsão é - o, definitivamente, contra todos os estados que não perfilhem a cartilha do Pensamento Único.
Classificar a Venezuela como ameaça à Segurança Nacional dos USA põe - nos questões às quais já conhecemos de antemão as respostas. Classificar a proclamação de imbecil não nos distrai do subterrâneo desgaste de uma liderança acossada, forçada a medidas de defesa de um projecto político, convém não esquecer, apoiado em eleições DEMOCRÁTICAS consecutivas.
Ao receber como o fez o líder da extrema - direita oposicionista venezuelana, Juan Radonsky, remeteu - nos a períodos negros e não muito distantes das alianças norte - americanas com o fascismo militar sul americano e o seu cortejo da cadáveres.
O que faz correr Obama na Venezuela?
Como se não soubéssemos...
La FRANCE
A MINHA ALMA ESTÁ PARVA
A Madame Le Pen, líder da Frente Nacional, deu uma entrevista ao jornal Expresso, marcada por uma transparência, determinação projectiva do programa político que propõe aos franceses e uma contundência crítica à U.E. e aos líderes nacionais europeus, notáveis.
Nada escapou, na clareza do seu discurso político e no modo como porá em prática, em oposição ao status, as suas posições sobre temas tão candentes como o terrorismo na Europa, a imigração, a austeridade que esmaga os povos do sul da UE e... a culpa da Europa na provocação, através da Ucrânia, ao seu vizinho russo.
Carregado de bom senso, não admira a contagem crescente de aderentes à resistência faceada pela F.Nacional em França, com paralelismos na fragmentação eleitoral projectada em Espanha, U.K., como aconteceu na Grécia do Sirysa.
" Não sou por menos Estado, não sou por mais privatizações, não sou pelo ultra-liberalismo, não sou por essas leis do Mercado que eu considero deverem ser controladas porque, caso contrário, conduzem ao esclavagismo "...
" Não vejo onde está o progresso, por exemplo na situação em que se encontra a Grécia ou Portugal, com a perda de direitos das pessoas, os recuos de vantagens sociais, as perdas salariais, as privatizações forçadas. Mesmo com muita imaginação não consigo encontrar um pingo de progresso nessa situação. Apenas vejo regressões e recuos... "
Por pouco que não me tornava adepto...
sábado, março 14, 2015
POLÍTICA
Por aqui, NADA! Ou melhor, para sermos justos, só a praticada pela chamada esquerda radical e mesmo essa com pézinhos de lã, que o tema hoje são os " Costumes ". As suas reverberações no que aos " pecadilhos " na Casa Lusa, maximizados por uma sociedade redescoberta nas suas " pulsões " pidescas, mesquinhas ( a falta de grandeza e amor próprio não permite outra visão a não ser a pasquinária, paroquial e atávica coscuvilhice nacional ) , não dão espaço a projecções e racionalizações de outra índole que vá além do universo conceptual espelhado na " casa dos segredos ".
A mediocridade política estampada nos últimos dias, da Presidência da República ( Porque não se cala? ) ao Conselho de Ministros, da Oposição socialista/calculista à espera da casa (des)feita para pintar as paredes em edições programáticas que NINGUÉM precisa de ler e não vai ler,em vez de criar uma narrativa projectiva e projectada no dia - a dia sobre um real antecipado em expectativas de mudanças comprometidas com os cidadãos, à demissão abstencionista, não augura nada de bom para o País.
E... PRAGA!, continuamos a dizer mal dos gregos...
sexta-feira, março 06, 2015
A PUTA DA CONJUNTURA...
... E O CONFORMISMO SOCIAL
Costa - Gravas o realizador de cinema, grego naturalizado francês, no seu filme - O Capital - pôs na boca de um banqueiro, voluntária e militantemente corrupto, quando posto perante as consequências das suas decisões, sobre o pântano moral em que se chafurdava, na interpelação - E agora? - respondeu - AGORA É COM A PUTA DA CONJUNTURA!
A conjuntura, como sabemos, é o conjunto resultado das decisões, individuais, colectivas, nacionais, internacionais, institucionais e governamentais das nações. Sempre, dada a sua extensão e compreensão instintiva, biológica, por parte de todos os sapiens, nebulosa, serve sempre de escape, sacudido dos ombros das responsabilidades cívicas e éticas dos decisores, também eles individuais, colectivos....
Em DEMOCRACIA, a última palavra, a definitiva, deveria estar nas decisões individuais de cada eleitor, no sentido da manutenção do status quo ou de mudanças efectivas no universo da sua deploração política e social e repugnância cívica.
Acontece que o sistema, que o regime democrático, hoje instalado sustenta, numa protecção feroz, medieval e classista dos privilégios do Dinheiro, hoje PODER, à cautela e democráticamente vai introduzindo subreptíciamente contrabando no tecido legislativo e judicial, principalmente neste, parece imutável, por mais que as alternâncias se vão sucedendo no topo das hierarquias dos Estados.
O tropismo social que ESSA democracia defenderia se o mérito e o sentido social estivessem, de facto, na narrativa actual e projectada, a par da distribuição, normal e harmoniosa nesse contexto, dos rendimentos e produção de riquezas nacionais, tem sido substituído pelo pragmatismo (i)moral que a Plutocracia, parasitária, alimenta junto dos conformistas como êmulo do " trepanço " condescendente e militantemente cúmplice do regime, que à boleia da etiqueta liberal, montou uma gigantesca teia burocrática que, literalmente, conduziu a Liberdade à irrelevância, por mais que as eleições democráticas secundizem e espelhem o alibi do conceito.
A Liberdade, no Ocidente, é sobre ISSO que estou a reflectir, já está e continuará a ser contrabandeada enquanto os pressupostos que a definam no dia - a- dia dos cidadãos não se reflictam nas suas aspirações de uma VIDA digna, conceito este intuítivamente interiorizado pela maioria dos ocidentais.
Sendo assim, a minha estupefacção vai no sentido da compreensão do tamanho conformismo da maioria dos cidadãos ocidentais com o PASMO civilizacional com que se vêem confrontados.
Esta PUTA DA CONJUNTURA, criada por uma percentagem irrelevante de, ia escrever cidadãos, criaturas que à decência ( outro conceito em relativização...) dizem nada, precisa de ser enfrentada, condicionada e, se possível, domesticada.
A GRÉCIA disse - nos COMO. A coragem dos gregos perante ela levou - os, num gesto de reflexão, revolta e dignidade ( outra abstracção em declínio... ) a recusar a " normalidade " que o regime de bárbaros, numa chantagem indecorosa e sem máscara, lhes quis impôr.
Anseio por uma revolução eleitoral na U.E. que acabe de vez com essa vil, melancólica e provinciana insensatez que à VIDA diz não ( não digo Ocidente já que os USA não têm massa crítica capaz de enfrentar aí o regime que possui a mais estruturalmente analfabeta classe política que os meus 68 anos me deram a conhecer... ) e que fragmente profundamente o edifício eleitoral normalizado em Poder de História acabada.
Só então será possível drenar o pântano político - democrático de hoje da conspícua casta que se auto - representa, em nome dos povos, nos aerópagos conformistas da U.E.
Contra a auto - castração política, contra a cobardia, contra o conformismo, e contra o neo - fascismo democrático.
Vêem aí as eleições e já vai tarde...
Costa - Gravas o realizador de cinema, grego naturalizado francês, no seu filme - O Capital - pôs na boca de um banqueiro, voluntária e militantemente corrupto, quando posto perante as consequências das suas decisões, sobre o pântano moral em que se chafurdava, na interpelação - E agora? - respondeu - AGORA É COM A PUTA DA CONJUNTURA!
A conjuntura, como sabemos, é o conjunto resultado das decisões, individuais, colectivas, nacionais, internacionais, institucionais e governamentais das nações. Sempre, dada a sua extensão e compreensão instintiva, biológica, por parte de todos os sapiens, nebulosa, serve sempre de escape, sacudido dos ombros das responsabilidades cívicas e éticas dos decisores, também eles individuais, colectivos....
Em DEMOCRACIA, a última palavra, a definitiva, deveria estar nas decisões individuais de cada eleitor, no sentido da manutenção do status quo ou de mudanças efectivas no universo da sua deploração política e social e repugnância cívica.
Acontece que o sistema, que o regime democrático, hoje instalado sustenta, numa protecção feroz, medieval e classista dos privilégios do Dinheiro, hoje PODER, à cautela e democráticamente vai introduzindo subreptíciamente contrabando no tecido legislativo e judicial, principalmente neste, parece imutável, por mais que as alternâncias se vão sucedendo no topo das hierarquias dos Estados.
O tropismo social que ESSA democracia defenderia se o mérito e o sentido social estivessem, de facto, na narrativa actual e projectada, a par da distribuição, normal e harmoniosa nesse contexto, dos rendimentos e produção de riquezas nacionais, tem sido substituído pelo pragmatismo (i)moral que a Plutocracia, parasitária, alimenta junto dos conformistas como êmulo do " trepanço " condescendente e militantemente cúmplice do regime, que à boleia da etiqueta liberal, montou uma gigantesca teia burocrática que, literalmente, conduziu a Liberdade à irrelevância, por mais que as eleições democráticas secundizem e espelhem o alibi do conceito.
A Liberdade, no Ocidente, é sobre ISSO que estou a reflectir, já está e continuará a ser contrabandeada enquanto os pressupostos que a definam no dia - a- dia dos cidadãos não se reflictam nas suas aspirações de uma VIDA digna, conceito este intuítivamente interiorizado pela maioria dos ocidentais.
Sendo assim, a minha estupefacção vai no sentido da compreensão do tamanho conformismo da maioria dos cidadãos ocidentais com o PASMO civilizacional com que se vêem confrontados.
Esta PUTA DA CONJUNTURA, criada por uma percentagem irrelevante de, ia escrever cidadãos, criaturas que à decência ( outro conceito em relativização...) dizem nada, precisa de ser enfrentada, condicionada e, se possível, domesticada.
A GRÉCIA disse - nos COMO. A coragem dos gregos perante ela levou - os, num gesto de reflexão, revolta e dignidade ( outra abstracção em declínio... ) a recusar a " normalidade " que o regime de bárbaros, numa chantagem indecorosa e sem máscara, lhes quis impôr.
Anseio por uma revolução eleitoral na U.E. que acabe de vez com essa vil, melancólica e provinciana insensatez que à VIDA diz não ( não digo Ocidente já que os USA não têm massa crítica capaz de enfrentar aí o regime que possui a mais estruturalmente analfabeta classe política que os meus 68 anos me deram a conhecer... ) e que fragmente profundamente o edifício eleitoral normalizado em Poder de História acabada.
Só então será possível drenar o pântano político - democrático de hoje da conspícua casta que se auto - representa, em nome dos povos, nos aerópagos conformistas da U.E.
Contra a auto - castração política, contra a cobardia, contra o conformismo, e contra o neo - fascismo democrático.
Vêem aí as eleições e já vai tarde...
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
PUTIN
O LÍDER ACOSSADO
Qual é, afinal, o pecado de Putin, o presidente eleito da Rússia?
O de não se deixar " globalizar " ? A não - capitulação à História acabada e à narrativa em projecto e construcção de um " Ocidente " que teima em renegar a própria história?
Sigamos os passos da reportagem no jornal " I " de hoje, de um correspondente in Bruxelas, de seu nome Diogo Vaz Pinto sobre os programas tenebrosos do líder de um país em resistência à capitulação e em recusa do papel de bode - expiatório à falência humanitária da Globalização.
Intitulado GUERRA FRIA 2.0, o correspondente traçou, exaustivamente, o pensamento russo e da sua liderança sobre o assalto que pretendem levar sobre a U.E.
Sem mandato do demoniaco líder, e por puro exercício, diletante, vá lá, permito - me fazer um contraponto às normalidades delirantes de um lado e aos delírios normalizados do outro.
DEPENDÊNCIAS - A Hungria, estado soberano e democrático, que numa normal relação comercial compra 80% de gás natural e 56% da electricidade que consome à Rússia e cujo líder Viktor Orbán, na plena posse das suas prerrogativas e funcionamento neuronal recusa - se a ostracizar o seu vital parceiro comercial, na defesa dos interesses do povo que fez dele o seu representante, conta - nos tenebrosamente a reportagem,
Por outro lado, seguem, normalizadas, a DEPENDÊNCIA Ocidental com a China, em termos de crédito, comércio e investimento e com a Arábia Saudita em termos de crude e consumo de armamento. Duas extraordinárias democracias, exemplares para o resto do mundo...
INTERESSES - " Quando John McCain, ( o ex - candidato à presidência dos USA,) o confrontou no ano passado com as suas inclinações ( e não cordialidade, claro... ) pró - russas...,Orbán... respondeu - lhe " Não me interessa o que o sr. pensa. O senhor não importa. A Rússia importa por causa da energia. A Alemanha por causa dos empregos ", conta - nos o jornal. TENEBROSO, ou uma lição prática de realpolitik?
E pergunto - Quem é que quer isolar a Rússia? E respondo, conspirativamente, já que o clima é este... os USA e o seu anexante britânico, a UK.
Adiante...
INSTABILIDADE - Aqui entramos no reino dos "supônhamos "...
D. Vaz Pinto diz - nos que a Rússia ( Putin ), elegeu como uma prioridade nas relações externas a sua influência sobre os Balcãs e especialmente sobre a Sérvia e a Bósnia ( Só isso!!!? Falta de ambição, admito... ) .
Outro analista político ( um especialista, como eu, suponho...) de seu nome, citado por si, Ivan Krastev, diz - nos que, " no intuito de dividir ( sic) a Europa, Putin pode (sic) ( e aqui entrámos nos supônhamos... ) muito bem instrumentalizar a falta de estabilidade política ( onde? ) e de prosperidade económica... eles ( os malandros... ) encaram os Balcãs como uma região onde podem usar o seu poder para causar perturbação "
Um chorrilho de banalidades, enfim... Teriam muito mais a aprender com Obama, Camereon e Hollande, não é verdade?
Nós por cá seríamos uns anjinhos.A gente cá não desestabiliza pevas, só levamos, de vez em quando umas guerrazitas lá para fora e destruímos pelo caminho, alguns estados.
NACIONALISMOS - Não é que organizações democráticas, impedidas de se financiarem em bancos nacionais, como a citada Frente Nacional francesa comercializaram com bancos russos? SACRILÉGIO!
A China e a Arábia Saudita, dois portentos de Democracias, intocáveis, devem ter na sua posse a maioria do déficit externo norte - americano e com os seus investimentos, uma parte não dispicienda das riquezas nacionais de estados ocidentais.
Só uma pergunta - Em que é que a democracia da Rússia desmerece dos regimes destes dois países com quem o Ocidente lida, sem queixumes de maior?
A gente sabe o porquê, não sabe?
Bem, a verdade é que, parece que a base de dados incontornável das intenções maquiavélicas da Rússia são esses poços de sabedorias profundas que os think - thanks Atlantic Council e Centre Transatlantique Relations, representam. E, pronto, cansei - me e está tudo dito.
Pensem pela vossa cabeça... e mandem a manipulação rasteira, venha de onde vier, inclusivé, involuntáriamente daqui, para aquela parte...
quarta-feira, fevereiro 25, 2015
PATRIOTISMO
A GRÉCIA E ... OS OUTROS
Da relevância de que as nações se atribuem e da interpretação sobre a sua dignidade e soberania só são devidamente aquilatadas quando o povo é chamado a se definir perante as outras nações e perante si próprio.
Os limites das suas cedências nesses domínios marcam e são por sua vez o espelhamento da firmeza do seu carácter.
Em tempos de abandono relativista das, hoje, abstracções metafísicas como patriotismo, honra, solidariedade, lealdade, VERGONHA, verticalidade, que a reboque da sua libertação democrática em prol da liberdade individual, a Ética tornou - se um empecilho, arreliador das consciências e da GANÂNCIA insaciável que o niilismo contemporâneo sufragado por lideranças venais e moralmente deficientes sufragam, impunemente.
O Pensamento Único que do Ocidente ameaça, umas vezes com cantos de sereia sobre a Liberdade e outras com a História acabada na Democracia liberal, subverter as diferenças dos povos, das culturas e das civilizações, tem enfrentado resistências tenazes, um pouco por todo o mundo e na U,E. por franjas já não tão minoritárias dos seus povos.
A social - democracia que os partidos socialistas e sociais - democratas, teórica e históricamente alternativas ao conservadorismo e à selvageria capitalista tornou - se um anexo irrelevante e cúmplice no aprofundamento ideológico do ideário, substantiva e de facto assimilado, desse poder sem rosto - o Mercado - que orienta a Globalização.
Em 29/3/2012 recordava num post, as palavras do então prof. do ISEL, João Carlos Quaresma Dias, que em 2003 escrevia, reflectindo sobre as adptações que o mundo estava a fazer em todas as áreas, perante o advento e soberania do que ele classificava como Metacapitalismo, vulgo Globalização, propunha, em face da caracterização e adaptação dos paradigmas do velho capitalismo à nova realidade que a sua inércia ( hoje acrescento corrupção... ) criou, um contrapeso ao que ele chamou METASOCIALISMO, como " tema obrigatório " para o futuro próximo, das correntes reformistas, socialistas, acrescento eu...
Olhando para a realidade " ideológica " das correntes socialistas, hoje, afigura - se - me que nenhuma reflexão crítica consistente, como alternativa, está a preparar as massas para mudanças numa já idiossincracia soberana em quase todas as consciências, iluminadas ou não.
Ou seja, NÃO HÁ ALTERNATIVA!
Entretanto, o socialismo tornou - se um quadro de figurantes, com outros rostos e outro rótulo, os sucessores obedientes à narrativa escrita e assimilada, deixando a resistência às franjas rotuladas como radicais, das sociedades, que aos poucos vão preenchendo o Vazio que deixaram, uns com mais assertividade do que outros.
E aparece o SYRISA, e a BURROCRÁTICA U.E. abriu uma brecha no seu edifício conceptual e programático, fazendo o trabalho que DEVERIA ter sido feito pela Esquerda há muuuitos anos.
Não vai ser fácil a batalha com o PODER que reina como um senhor feudal dentro da U.E.
A História ensinou - nos que foi o medo da Democracia que o caos político e partidário de Weimar partilhou que elevou Hitler ao poder absoluto. Que não medre junto das outrora vítimas desse Poder o medo da Democracia.
É que a Europa precisa de outros Syrisas que ponha a Política no lugar que lhe foi comprado pela Plutocracia e usurpado pela Burocracia.
É que, simplesmente, HÁ ALTERNATIVAS!
Da relevância de que as nações se atribuem e da interpretação sobre a sua dignidade e soberania só são devidamente aquilatadas quando o povo é chamado a se definir perante as outras nações e perante si próprio.
Os limites das suas cedências nesses domínios marcam e são por sua vez o espelhamento da firmeza do seu carácter.
Em tempos de abandono relativista das, hoje, abstracções metafísicas como patriotismo, honra, solidariedade, lealdade, VERGONHA, verticalidade, que a reboque da sua libertação democrática em prol da liberdade individual, a Ética tornou - se um empecilho, arreliador das consciências e da GANÂNCIA insaciável que o niilismo contemporâneo sufragado por lideranças venais e moralmente deficientes sufragam, impunemente.
O Pensamento Único que do Ocidente ameaça, umas vezes com cantos de sereia sobre a Liberdade e outras com a História acabada na Democracia liberal, subverter as diferenças dos povos, das culturas e das civilizações, tem enfrentado resistências tenazes, um pouco por todo o mundo e na U,E. por franjas já não tão minoritárias dos seus povos.
A social - democracia que os partidos socialistas e sociais - democratas, teórica e históricamente alternativas ao conservadorismo e à selvageria capitalista tornou - se um anexo irrelevante e cúmplice no aprofundamento ideológico do ideário, substantiva e de facto assimilado, desse poder sem rosto - o Mercado - que orienta a Globalização.
Em 29/3/2012 recordava num post, as palavras do então prof. do ISEL, João Carlos Quaresma Dias, que em 2003 escrevia, reflectindo sobre as adptações que o mundo estava a fazer em todas as áreas, perante o advento e soberania do que ele classificava como Metacapitalismo, vulgo Globalização, propunha, em face da caracterização e adaptação dos paradigmas do velho capitalismo à nova realidade que a sua inércia ( hoje acrescento corrupção... ) criou, um contrapeso ao que ele chamou METASOCIALISMO, como " tema obrigatório " para o futuro próximo, das correntes reformistas, socialistas, acrescento eu...
Olhando para a realidade " ideológica " das correntes socialistas, hoje, afigura - se - me que nenhuma reflexão crítica consistente, como alternativa, está a preparar as massas para mudanças numa já idiossincracia soberana em quase todas as consciências, iluminadas ou não.
Ou seja, NÃO HÁ ALTERNATIVA!
Entretanto, o socialismo tornou - se um quadro de figurantes, com outros rostos e outro rótulo, os sucessores obedientes à narrativa escrita e assimilada, deixando a resistência às franjas rotuladas como radicais, das sociedades, que aos poucos vão preenchendo o Vazio que deixaram, uns com mais assertividade do que outros.
E aparece o SYRISA, e a BURROCRÁTICA U.E. abriu uma brecha no seu edifício conceptual e programático, fazendo o trabalho que DEVERIA ter sido feito pela Esquerda há muuuitos anos.
Não vai ser fácil a batalha com o PODER que reina como um senhor feudal dentro da U.E.
A História ensinou - nos que foi o medo da Democracia que o caos político e partidário de Weimar partilhou que elevou Hitler ao poder absoluto. Que não medre junto das outrora vítimas desse Poder o medo da Democracia.
É que a Europa precisa de outros Syrisas que ponha a Política no lugar que lhe foi comprado pela Plutocracia e usurpado pela Burocracia.
É que, simplesmente, HÁ ALTERNATIVAS!
sexta-feira, fevereiro 20, 2015
PRAGMATISMO?...
... OU IMORALIDADE POLÍTICA?
A exigência de , em Democracia, no julgamento das decisões dos seus administradores políticos se abster de juízos morais, é uma fraude que precisa de contemplação jurídica e não só política.
Já que a amoralidade é um conceito vazio e hoje, pela voz do presidente da Comissão Europeia, Juncker, num mea culpa aparentemente sincero sobre o erro que objectivamente representou a política de austeridade lançada sobre as mais débeis economias da zona euro com custos que configuraram, na opinião de Juncker, um ataque moral, atingindo a dignidade desses povos, só podemos encarar o " pragmatismo " de que o primeiro - ministro de Portugal se revê como uma imoralidade política.
Mesmo que o desplante com que apresenta resultados ( que a realidade concreta dos cidadãos desmerece... )tente justificar alguma eventual eficácia da hiper- austeridade com que agraciou os mandantes, o que ficou exemplarmente retratado nestes dias do despertar grego foi a absoluta vassalagem representada pelo governo de Portugal, como cobaia de sucesso, pelo ministro de Finanças alemão e pela vasconceliana e retardada reacção às palavras do presidente da Comissão Europeia - PECÁMOS CONTRA A DIGNIDADE DOS POVOS.. -
- QUE NÃO..., garante o porta - voz do governo, Marques Guedes, ... PORQUE NUNCA A DIGNIDADE DE PORTUGAL NEM DOS PORTUGUESES FOI BELISCADA... até porque nós, servis, fomos para além do que nos foi pedido e quem deveria ser acusado de atacar a dignidade do cidadão teria de ser o governo português e nunca a Alemanha, perdão a Troyka, poderia ter acrescentado, em coerência.
Para mim, a Dignidade sente - se ofendida quando se a tem e eu sinto -me duplamente ofendido por o governo do meu país negar a minha e por representar - me no papel de fiel canino de uma visão europeia que me envergonha.
Mas isso sou eu... que não tenho problemas de fazer juízos éticos ou morais, se preferirem, em Política.
A exigência de , em Democracia, no julgamento das decisões dos seus administradores políticos se abster de juízos morais, é uma fraude que precisa de contemplação jurídica e não só política.
Já que a amoralidade é um conceito vazio e hoje, pela voz do presidente da Comissão Europeia, Juncker, num mea culpa aparentemente sincero sobre o erro que objectivamente representou a política de austeridade lançada sobre as mais débeis economias da zona euro com custos que configuraram, na opinião de Juncker, um ataque moral, atingindo a dignidade desses povos, só podemos encarar o " pragmatismo " de que o primeiro - ministro de Portugal se revê como uma imoralidade política.
Mesmo que o desplante com que apresenta resultados ( que a realidade concreta dos cidadãos desmerece... )tente justificar alguma eventual eficácia da hiper- austeridade com que agraciou os mandantes, o que ficou exemplarmente retratado nestes dias do despertar grego foi a absoluta vassalagem representada pelo governo de Portugal, como cobaia de sucesso, pelo ministro de Finanças alemão e pela vasconceliana e retardada reacção às palavras do presidente da Comissão Europeia - PECÁMOS CONTRA A DIGNIDADE DOS POVOS.. -
- QUE NÃO..., garante o porta - voz do governo, Marques Guedes, ... PORQUE NUNCA A DIGNIDADE DE PORTUGAL NEM DOS PORTUGUESES FOI BELISCADA... até porque nós, servis, fomos para além do que nos foi pedido e quem deveria ser acusado de atacar a dignidade do cidadão teria de ser o governo português e nunca a Alemanha, perdão a Troyka, poderia ter acrescentado, em coerência.
Para mim, a Dignidade sente - se ofendida quando se a tem e eu sinto -me duplamente ofendido por o governo do meu país negar a minha e por representar - me no papel de fiel canino de uma visão europeia que me envergonha.
Mas isso sou eu... que não tenho problemas de fazer juízos éticos ou morais, se preferirem, em Política.
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
MINSKY
REAL POLITICK
A NATO, o diplomático braço armado dos USA que vai aos poucos e ao arrepio das soberanias eleitas dos Estados da Europa, sufocando a RÚSSIA, dando importância e que fazer ao enxame parasitário de generais e burocratas da guerra a mando da toda poderosa indústria de armamento, sofreu, em Minsky, um revés, pautado pelo bom - senso de uma Alemanha pouco saudosa da destruição passada e ciente da existência de uma geo - política que a ultrapassa, de todo.
À estupidez demente que foi alimentar os desejos da Ucrânia e da Lituânia em ter bases da NATO e aderir à UE teve um choque de realidade com a resistência esperada da Rússia à provocação do cerco com a dissidência, em retaliação, das regiões maioritáriamente habitadas por russos e a anexação democrática da Crimeia, vital no mar Negro para os interesses russos.
A Europa, instigada pela NATO, que é como quem diz os USA, meteu - se em sarilhos com o alinhamento acéfalo contra uma mirífica pulsão imperialista da Rússia, criada para alimentar e manter em tensão uma colaboração pacífica da UE com o seu vizinho.
Com Minsky, apesar da resistência visível do presidente ucraniano, entrou alguma racionalidade e tempo de reflexão.
Não acredito que o cessar fogo dure muito tempo. Há interesses investidos e são fortes e ...perigosos
p.s Lamento que este texto, escrito no dia da cimeira, esteja já actualizado pelos contendores.
De qualquer maneira, a realidade do que se expõe está aí.
A NATO, o diplomático braço armado dos USA que vai aos poucos e ao arrepio das soberanias eleitas dos Estados da Europa, sufocando a RÚSSIA, dando importância e que fazer ao enxame parasitário de generais e burocratas da guerra a mando da toda poderosa indústria de armamento, sofreu, em Minsky, um revés, pautado pelo bom - senso de uma Alemanha pouco saudosa da destruição passada e ciente da existência de uma geo - política que a ultrapassa, de todo.
À estupidez demente que foi alimentar os desejos da Ucrânia e da Lituânia em ter bases da NATO e aderir à UE teve um choque de realidade com a resistência esperada da Rússia à provocação do cerco com a dissidência, em retaliação, das regiões maioritáriamente habitadas por russos e a anexação democrática da Crimeia, vital no mar Negro para os interesses russos.
A Europa, instigada pela NATO, que é como quem diz os USA, meteu - se em sarilhos com o alinhamento acéfalo contra uma mirífica pulsão imperialista da Rússia, criada para alimentar e manter em tensão uma colaboração pacífica da UE com o seu vizinho.
Com Minsky, apesar da resistência visível do presidente ucraniano, entrou alguma racionalidade e tempo de reflexão.
Não acredito que o cessar fogo dure muito tempo. Há interesses investidos e são fortes e ...perigosos
p.s Lamento que este texto, escrito no dia da cimeira, esteja já actualizado pelos contendores.
De qualquer maneira, a realidade do que se expõe está aí.
S.inistro S.chauble
Se o facies tem sido um espelho auxiliar de leitura das almas dos sapiens civilizados, este fantástico doppelganger remete - nos ao sombrio e irredutível ministro das Finanças alemão, a mão forte da punição austeritária sobre os estranhos habitantes que pontuam no sul da Europa, nomeadamente os ainda mais estranhos e ortodoxos gregos, cuja Vida não se esgota no labor mecânico e disciplinado de obreiras.
A resistência sobre o NÃO da Grécia sobre o caminho suicida, que apesar das tentativas dos seus burrocratas benzidas pela Nova Ordem alemã e seus colaboracionistas de hoje como ontem, a está a levar e à sua formidável contribuição histórica e civilizacional, coisas de que a Alemanha, mística e medieval, ( esqueçam o aproveitamento tecnológico...) nunca se poderá orgulhar, tem pela frente a indisponibilidade faceada por um político (!!!???) paralítico, onde não mora ponta de imaginação e lucidez projectiva sobre as consequências da expulsão civilizada da Grécia do concerto das nações europeias.
NEIN! - brada o azedo contabilista. As contas não batem certo. O.K., diz a Grécia, vamos pô - las em ordem mas precisamos de TEMPO e, não dispiciendo, da BOA - VONTADE para EMENDAR a vossa receita asinina. Nós NÃO SOMOS PORTUGUESES, e isto não é um elogio, e o mofinamento voluntário não está nos nossos genes, como vocês bem souberam, até pela história recente.
E que tal recomeçarmos, AQUI na sede da Democracia europeia. É que temos um mandato DEMOCRÁTICO exigido pelo nosso povo...
DEBALDE, pelo menos até agora... Se a ideia seja vacinar as democracias europeias contra o PODEMOS, a FRENTE NACIONAL, a UKIP e o PSI, releva de uma palermice política estrondosa, porque acontecerá EXACTAMENTE O CONTRÁRIO.
Por mim, será uma limpeza sobre todo o contrabando com que, essa casta pós- 2000, caracterizada pelo Iglesias, contaminou o edifício europeu.
terça-feira, fevereiro 10, 2015
O TRIUNFO DA ESTUPIDEZ, AGAIN!!!?
A chamada diplomacia norte - americana sustenta - se, desde o século XX, na sua força bélica, usada reiteradamente quando a preguiça intelectual se esbarra com o argumento do uso da força.
As últimas intervenções diplomáticas levadas a cabo no Iraque, na Líbia e na Síria, obliteraram do mapa estados florescentes que cometeram a ousadia de ter um pensamento próprio, como todos os estados soberano deveriam ter.
A mortandade associada aos esforços diplomáticos dos seus presidentes raia a demência criminal, com o seu cortejo infindável de milhões de vítimas, assassinadas, estropiadas e hoje sem tecto e sem país.
Tudo isso, em nome da, meu Deus!... Democracia e Liberdade.
Eis - nos chegados ao século XXI e as asneiras sucedem -se. Sinceramente, não quero acreditar que a arrogância militar, que torna qualquer sapiens portador de uma arma um justiceiro ou um ditador psicopata e um cobarde um Hércules, condicione, irremediávelmente, qualquer preclara inteligência humanista dos seus líderes.
A ameaça da " entrega de armamento defensivo!!!??? " , se falhar a diplomacia, aos governantes ucranianos desavindos e em guerra civil com uma parte da sua população insurrecta, por parte de Obama, quando a Merkel lhe foi apresentar, em cortesia, o plano de paz para a Ucrânia, enquanto por seu lado aplica, em nome da U.E. sanções à desobediência da Rússia, releva, em caso de apoio explícito, o " envenenamento " eficaz que os USA têm levado a cabo contra a Casa Comum Europeia e hoje contra a UE, no sentido da criação de um ambiente permanentemente hostil à aproximação distendida e colaborante entre a UE e a Rússia. Uma ameaça estratégica para os interesses americanos, dispostos a tudo para a boicotar, mesmo que um eventual conflito armado.
Uma monstruosidade? Já estamos habituados,.. A História do século passado não foi só o Auschwitz. A mortandade, servida a conta - gotas, durante esse século, se contabilizada e referenciada a actores directos foi apocalíptica, e assim começou a deste século...
A ligeireza imbecil com que o presidente Hollande se referiu a uma guerra europeia DEVE assustar os franceses, assim como todos os povos da UE.
Uma guerra europeia, hoje, faria a II G.G. parecer uma escaramuça de crianças.
E ela só acontecerá se os povos da Europa forem tão idiotas como ameaçam ser os seus líderes.
terça-feira, fevereiro 03, 2015
DIREITOS HUMANOS!!!???
LIBERDADE PARA TODOS?
DUVIDO QUE O DESASTRE HUMANITÁRIO QUE DEU ORIGEM A ISTO, NA SÍRIA, LÍBIA, IRAQUE, SUDÃO, TENHA MUITO QUE VER COM A LUTA PELA LIBERDADE E DEMOCRACIA...
( SÍRIOS )
( LÍBIOS )
( IRAQUIANOS )
OS RESPONSÁVEIS PELA MORTANDADE QUE ASSOLOU E ASSOLA ESSES PAÍSES E DESTRUÍRAM ESSES ESTADOS TÊM ROSTOS... IMPUTÁVEIS. NUNCA OS VERÃO SENTADOS NOS BANCOS DE RÉUS DOS TRIBUNAIS INTERNACIONAIS...
OBAMA
MERKEL
CAMERON
HOLANDE
QUEM OS ACUSA POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE?
DUVIDO QUE O DESASTRE HUMANITÁRIO QUE DEU ORIGEM A ISTO, NA SÍRIA, LÍBIA, IRAQUE, SUDÃO, TENHA MUITO QUE VER COM A LUTA PELA LIBERDADE E DEMOCRACIA...
( SÍRIOS )
( LÍBIOS )
( IRAQUIANOS )
OS RESPONSÁVEIS PELA MORTANDADE QUE ASSOLOU E ASSOLA ESSES PAÍSES E DESTRUÍRAM ESSES ESTADOS TÊM ROSTOS... IMPUTÁVEIS. NUNCA OS VERÃO SENTADOS NOS BANCOS DE RÉUS DOS TRIBUNAIS INTERNACIONAIS...
OBAMA
MERKEL
CAMERON
HOLANDE
QUEM OS ACUSA POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE?
domingo, fevereiro 01, 2015
ECOS DA SEMANA I
VISÕES OBLÍQUAS
José Rodrigues dos Santos, numa reportagem pré - eleições na Grécia, fazendo uma avaliação caracteriológica dos gregos, tomou a árvore pela floresta e tentou conduzir - nos através dos falsos paralíticos subsidiados pelo Estado, que levaram a Grécia ao caos financeiro, à interpretação que a UE faz por vingar em justificação da punição devida aos madraços e corruptos europeus do Sul.
Subsídio de Inserção, lembram - se? Uma excelente ideia com provas dadas e que aproveitada por " marginais " para sacar umas massinhas ao Estado português deu o argumentário reaccionário com que a Direita atacou o projecto social.
Caracterizar um povo, o português manhoso, o grego corrupto, o italiano mafioso, o espanhol madraço, o irlandês tinhoso, exponenciando " atributos " preconceituosos ou mesmo atávicos da suas elites ou do seu lumpen tem sido um exercício perigoso levado a cabo por uma analfabeta raça de Burrocratas que pontua hoje, victoriosa, no topo das decisões sobre a vida dos europeus.
A um passo e recorrendo à História recente dos acusadores, essa Europa que também se pode caracterizar de fascista, nazi, colaboracionista como o foram os franceses, holandeses, húngaros, com o portador da mais demente interpretação política dos anseios de um povo - Hitler.
A memória, com Auschwitz, também fala de heróis da Resistência que dentro desses países, teve a coragem de dizer NÃO à barbárie e morrer lutando contra ela, desafiando o Pensamento Único, de cócoras perante a força, ontem da força das armas e hoje do dinheiro.
A victória do Syriza representa, no limite, um parar para reflectir sobre uma realidade política(!!!?) coberta sobre um espesso manto de cobardia, colaboracionismo servil e candidatos aos TACHOS com que a BURROCRACIA tem servido aos seus serventes.
Ouvir o Primeiro - Ministro português, Passos Coelho durante esses dias extraordinários, tecer comentários soezes sobre a Grécia e o livre e democrático direito de TER OPINIÃO e expressá - la na defesa dos seus interesses, deu - nos, em traços abrangentes, o funcionamento, AO VIVO E EM DIRECTO, dessa postura ideológica ( verdades, semi - verdades e mentiras estruturalmente enquadradas e apresentadas como indiscutíveis ) que a Alemanha e os seus aliados de ocasião postulam hoje na U.E.
A mim não me surpreendeu, nada.
José Rodrigues dos Santos, numa reportagem pré - eleições na Grécia, fazendo uma avaliação caracteriológica dos gregos, tomou a árvore pela floresta e tentou conduzir - nos através dos falsos paralíticos subsidiados pelo Estado, que levaram a Grécia ao caos financeiro, à interpretação que a UE faz por vingar em justificação da punição devida aos madraços e corruptos europeus do Sul.
Subsídio de Inserção, lembram - se? Uma excelente ideia com provas dadas e que aproveitada por " marginais " para sacar umas massinhas ao Estado português deu o argumentário reaccionário com que a Direita atacou o projecto social.
Caracterizar um povo, o português manhoso, o grego corrupto, o italiano mafioso, o espanhol madraço, o irlandês tinhoso, exponenciando " atributos " preconceituosos ou mesmo atávicos da suas elites ou do seu lumpen tem sido um exercício perigoso levado a cabo por uma analfabeta raça de Burrocratas que pontua hoje, victoriosa, no topo das decisões sobre a vida dos europeus.
A um passo e recorrendo à História recente dos acusadores, essa Europa que também se pode caracterizar de fascista, nazi, colaboracionista como o foram os franceses, holandeses, húngaros, com o portador da mais demente interpretação política dos anseios de um povo - Hitler.
A memória, com Auschwitz, também fala de heróis da Resistência que dentro desses países, teve a coragem de dizer NÃO à barbárie e morrer lutando contra ela, desafiando o Pensamento Único, de cócoras perante a força, ontem da força das armas e hoje do dinheiro.
A victória do Syriza representa, no limite, um parar para reflectir sobre uma realidade política(!!!?) coberta sobre um espesso manto de cobardia, colaboracionismo servil e candidatos aos TACHOS com que a BURROCRACIA tem servido aos seus serventes.
Ouvir o Primeiro - Ministro português, Passos Coelho durante esses dias extraordinários, tecer comentários soezes sobre a Grécia e o livre e democrático direito de TER OPINIÃO e expressá - la na defesa dos seus interesses, deu - nos, em traços abrangentes, o funcionamento, AO VIVO E EM DIRECTO, dessa postura ideológica ( verdades, semi - verdades e mentiras estruturalmente enquadradas e apresentadas como indiscutíveis ) que a Alemanha e os seus aliados de ocasião postulam hoje na U.E.
A mim não me surpreendeu, nada.
segunda-feira, janeiro 26, 2015
HURRAHHHH!!!!! SYRIZA
NÃO! JÁ BASTA!
O povo grego fez jus à sua História e ao seu way of life que o seu edénico país moldou por milénios. Nascido da confrontação, conhece - lhe os trâmites e narrativas. Berço da Democracia, conhece - lhe o sabor como poucos e, por ela, fez - se ouvir num grito de Liberdade por cima do clamor chantagista.
O futuro virtuoso da Grécia e das nações europeias, em Democracia, só é possível na aplicação consciente de uma soberania partilhada e comparticipada nos princípios que consagraram a criação da U.E. e NÃO de penitenciais REGRAS impostas sobre países com dificuldades em trânsito, a que débeis líderes sobressaídos em obediência que não no debate franco e aberto com o diktaat, e o nosso P.Ministro, Passos Coelho tornou ~se o exemplo acabado do colaboracionismo austeritário, ajudaram na sua aplicação, por sobre a miséria daí resultante.
Um dia histórico na Europa que ameaça, com a Frente Nacional, o UKIP e o PODEMOS, sacudir a pasmaceira burrocrática que o Marco, perdão, queria dizer os Estados do Norte, instalaram num projecto do milénio, onde a Política se tornou o braço legitimador do saque em crescendo da Corporação Capitalista sobre a riqueza das nações, nomeadamente do seu TRABALHO.
Irá ser uma luta dura com os Burrocratas... Venha ela !
sábado, janeiro 24, 2015
DAVOS -. SYRIZA - PODEMOS e... PORTUGAL
E a satisfação do representante de um povo domesticado...,
Pires de Lima
,,, " civilizado ", pelos parâmetros de obediência aos ditâmes de um projecto civilizacional de Pensamento Único, economia errática com destinatários fixos, ajuízada, não pelos seus povos mas por entidades predatórias, sem rosto mas de todos conhecidos - o MERCADO.
Portugal, diz o nosso representante em Davos, Pires de Lima, não é motivo de preocupação nem para os políticos estrangeiros nem para os seus banqueiros, nem para os seus jornalistas, nem tampouco para os seus " investidores ", que sabem ter os seus lucros assegurados num universo trabalho/empresa em que a primeira parte da equação foi moldada aos interesses do capital, uma Concertação Social que zela pelos seus interesses e sindicatos amarelos amantes de
tapeçarias e de selfies com o Poder.
Portugal abriu a época dos saldos!
O que não preocupa mínimamente toda essa gente parece que por cá também não preocupa genuinamente NINGUÉM. - O QUE TEM DE SER SERÁ - , o fatalismo atávico e fadista que lamenta as penas e o imobilismo bem-comportado nunca será preocupação séria aos negócios nos tempos que correm, ao enriquecimento ilícito, à depredação patrimonial e à desfaçatez anti - patriótica que subjaz ao pragmatismo imoral de uma elite patética, voraz e provinciana que enxameia o Poder europeu.
É evidente que Portugal nunca será a Grécia, nem Espanha, o que para mim é desolador pelo que da objectivação do NÃO! BASTA! que esses países dão mostras no risco assumido da sua população não conformista contra o status quo sem futuro que se tem projectado no remanso letárgico e obeso das Instituições da U.E.
As " turbas ululantes " ( AH Gasset,Gasset... ) que, malgré eux, são o cerne da Democracia no que lhe é essência e conteúdo programático, pelo que interpretam e representam do seu suporte identitário - a Liberdade - assustam o sr. Monteiro, o Comendador do Expresso que, calculamos, prefere os salões florentinos de baixos décibéis de retórica cínica e bem modelada do discurso civilizado, os Passos Perdidos da maioria das Assembleias dos países da U.E.
Mentir e aldrabar com todos os dentes bem cuidados são - lhe, estéticamente, preferiveis aos ulos dos desdentados, como os chamou alarvemente o pinguim francês e os percepcionam a bem nutrida e silenciosa representação fantasma dos interesses maioritários das nações.
( continuaremos... )
quinta-feira, janeiro 22, 2015
AINDA A HIPOCRISIA...
... A DUALIDADE, A OBJECTIVIDADE E... A FLUTUAÇÃO SEMÂNTICA DOS CONCEITOS
DANIEL OLIVEIRA fez, no Expresso de 17 /1, uma lúcida e honesta ponderação sobre a nossa (deles... ) visão casuística na abordagem manequeísta dos problemas que o Ocidente TEM de enfrentar sobre o Terror , sem desvirtuar, corrompendo - os, os princípios que configuraram e se exportaram, em Globalização e nos enformam como a face resplandecente e exemplar do FIM DE HISTÓRIA.
Acontece que, a objectividade, que nos deveria pontuar e referenciar, hoje e ontem, na abordagem recorrente , emocionalmente analfabeta e racionalmente desconexa, no enfrentamento DEMOCRÁTICO e não BIO - PRAGMÁTICO com os OUTROS, que atraímos com a bandeira da Liberdade, tem - se colado, daninha, a reinterpretações sobre o que já tínhamos por adquirido.
No que toca à liberdade de expressão voltou - se à estaca ZERO ou do SIM...., MAS...
A Democracia passa por nós, pelas causas que defendemos e pelo que nos vamos tornando como cidadãos. O desbloqueamento desse enriquecimento pessoal e social tem sido a luta bio - racional da maioria da população do planeta, capturada, como na Idade Média, por uma insaciável e cobardemente ( porque protegida... ) predatória elite que detém o privilégio da interpretação da História e dos meios de a alterar impunemente ( a democracia cauciona... ) consoante os interesses de classe.
Voltando a D. Oliveira,, leiam e reflictam, s.f.f.
DANIEL OLIVEIRA fez, no Expresso de 17 /1, uma lúcida e honesta ponderação sobre a nossa (deles... ) visão casuística na abordagem manequeísta dos problemas que o Ocidente TEM de enfrentar sobre o Terror , sem desvirtuar, corrompendo - os, os princípios que configuraram e se exportaram, em Globalização e nos enformam como a face resplandecente e exemplar do FIM DE HISTÓRIA.
Acontece que, a objectividade, que nos deveria pontuar e referenciar, hoje e ontem, na abordagem recorrente , emocionalmente analfabeta e racionalmente desconexa, no enfrentamento DEMOCRÁTICO e não BIO - PRAGMÁTICO com os OUTROS, que atraímos com a bandeira da Liberdade, tem - se colado, daninha, a reinterpretações sobre o que já tínhamos por adquirido.
No que toca à liberdade de expressão voltou - se à estaca ZERO ou do SIM...., MAS...
A Democracia passa por nós, pelas causas que defendemos e pelo que nos vamos tornando como cidadãos. O desbloqueamento desse enriquecimento pessoal e social tem sido a luta bio - racional da maioria da população do planeta, capturada, como na Idade Média, por uma insaciável e cobardemente ( porque protegida... ) predatória elite que detém o privilégio da interpretação da História e dos meios de a alterar impunemente ( a democracia cauciona... ) consoante os interesses de classe.
Voltando a D. Oliveira,, leiam e reflictam, s.f.f.
segunda-feira, janeiro 19, 2015
NÃO ESTÁS ESQUECIDO...
A campanha contra o ex - P.Ministro de Portugal, José Sócrates continua cá fora, e pelos vistos, dentro do Estabelecimento prisional de Évora.
Miguel Sousa Tavares apelidou de pura sacanice e eu assino por baixo, os envolvimentos dos guardas- prisionais, nomeadamente o seu sindicato, na multiplicação dos enxovalhos ao Sócrates sob a justificação de tratamentos discriminatórios em relação aos outros cidadãos aí encarcerados.
E quais foram eles? O uso de um cobertor mais quente e calçado adequado ao Inverno.
É por estas e outras que...
sábado, janeiro 17, 2015
COMISSÃO JUNCKER
EVIDENTEMENTE...
A U.E., através da Comissão Juncker, resolveu fazer uma leitura " inteligente " do Tratado Orçamental que irá permitir que o investimento público, ou seja o endividamento estatal, não conte para o limite do déficit orçamental imposto sobre todos os estados membros e pensa alargar a visão sobre as reformas estruturais numa reinterpretação virtuosa e pró - activa das acções governamentais que tenham impacto positivo na competitividade económica e na redução do maior flagelo da última década - o desemprego jovem, criado por uma política austeritária que reduziu a escombros a economia dos países, nomeadamente Portugal, do Sul.
É evidente que essa devolução parcial de soberania económica aos países intervencionados, directa ou indirectamente, é um passo importante na suspensão da pouca inteligente condução dos destinos dos povos da U.E. por uma política de austeridade tão pouco inocente no aproveitamento da Crise e cínicamente aplicada em proveito dos países e investidores nas dívidas soberanas da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália.
Chegados ao fundo do poço, impossível cavar mais, a obscenidade predadora tinha de parar e eis - nos apresentados a uma nova Comissão que irá permitir à acumulação de capital capturado às massas trabalhadoras o reinvestimento virtuoso dos lucros num universo de trabalho cujas leis foram completamente subvertidas em prol do chamado empreendedorismo empresarial.
Porquê agora? O que é que mudou? A simples mudança da Comissão, findo o período barrosista não chega para explicar a mudança de agulha que Merkel e companhia resolveram patrocinar, nomeadamente por se dar o caso de Juncker ter sido até há pouco tempo um defensor das políticas aplicadas aos países sob o memorando troykista.
Mudou o quadro das relações de trabalho com a flexibilização das leis laborais, houve uma acumulação obscena do capital financeiro que a especulação financeira proporcionou e últimamente uma descida consistente do preço do petróleo e uma previsível reviravolta na composição partidária dos governos do Sul com propostas alternativas de mudança.
A Austeridade cumpriu o seu papel e convenhamos fê - lo com a cumplicidade de governos da área política do Poder maioritário nas instituições da U.E. Só não atingiu o pleno devido a resistências, na minha óptica pouco consistentes, das oposições regulares dos partidos e, principalmente, extra - parlamentares.
O ir para além da troyka, foi, em Portugal, o cartão de visita de uma burocracia partidária, zelota e lambe - botas, aplanando o asfalto para Repartições extra - nacionais, em maximização da pobreza dos curricula, profissionais e pessoais.
A reabilitação política da Direita europeia, a encetar pela Comissão Juncker, tentará balizar os limites que os próximos governos ( a chantagem sobre as eleições gregas é indecorosa...) a sair das eleições, com mensagens anti - austeridade, não devem passar, apesar da flexibilidade do discurso.
Veremos como, apesar da composição do Parlamento Europeu, a Esquerda dará volta ao texto...
A U.E., através da Comissão Juncker, resolveu fazer uma leitura " inteligente " do Tratado Orçamental que irá permitir que o investimento público, ou seja o endividamento estatal, não conte para o limite do déficit orçamental imposto sobre todos os estados membros e pensa alargar a visão sobre as reformas estruturais numa reinterpretação virtuosa e pró - activa das acções governamentais que tenham impacto positivo na competitividade económica e na redução do maior flagelo da última década - o desemprego jovem, criado por uma política austeritária que reduziu a escombros a economia dos países, nomeadamente Portugal, do Sul.
É evidente que essa devolução parcial de soberania económica aos países intervencionados, directa ou indirectamente, é um passo importante na suspensão da pouca inteligente condução dos destinos dos povos da U.E. por uma política de austeridade tão pouco inocente no aproveitamento da Crise e cínicamente aplicada em proveito dos países e investidores nas dívidas soberanas da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália.
Chegados ao fundo do poço, impossível cavar mais, a obscenidade predadora tinha de parar e eis - nos apresentados a uma nova Comissão que irá permitir à acumulação de capital capturado às massas trabalhadoras o reinvestimento virtuoso dos lucros num universo de trabalho cujas leis foram completamente subvertidas em prol do chamado empreendedorismo empresarial.
Porquê agora? O que é que mudou? A simples mudança da Comissão, findo o período barrosista não chega para explicar a mudança de agulha que Merkel e companhia resolveram patrocinar, nomeadamente por se dar o caso de Juncker ter sido até há pouco tempo um defensor das políticas aplicadas aos países sob o memorando troykista.
Mudou o quadro das relações de trabalho com a flexibilização das leis laborais, houve uma acumulação obscena do capital financeiro que a especulação financeira proporcionou e últimamente uma descida consistente do preço do petróleo e uma previsível reviravolta na composição partidária dos governos do Sul com propostas alternativas de mudança.
A Austeridade cumpriu o seu papel e convenhamos fê - lo com a cumplicidade de governos da área política do Poder maioritário nas instituições da U.E. Só não atingiu o pleno devido a resistências, na minha óptica pouco consistentes, das oposições regulares dos partidos e, principalmente, extra - parlamentares.
O ir para além da troyka, foi, em Portugal, o cartão de visita de uma burocracia partidária, zelota e lambe - botas, aplanando o asfalto para Repartições extra - nacionais, em maximização da pobreza dos curricula, profissionais e pessoais.
A reabilitação política da Direita europeia, a encetar pela Comissão Juncker, tentará balizar os limites que os próximos governos ( a chantagem sobre as eleições gregas é indecorosa...) a sair das eleições, com mensagens anti - austeridade, não devem passar, apesar da flexibilidade do discurso.
Veremos como, apesar da composição do Parlamento Europeu, a Esquerda dará volta ao texto...
quarta-feira, janeiro 14, 2015
LIBERDADES ( de EXPRESSÕES )
MANIFESTAÇÃO EM PARIS ( um rescaldo... a frio... )
Olhando para os perto de cinquenta chefes de estados que estiveram presentes na cerimónia da defesa dos " valores ocidentais " , que encabeçavam o desfile de desagravo e solidariedade com as vítimas do cobarde ( pelos valores humanistas que me enformam ) assassinato levado a cabo por quatro jihadistas franceses, a falsidade e a hipocrisia pairavam clamorosas por cima de tão distintas personalidades.
Sem querer, por ora, historiar a responsabilidade directa, a montante e fatalmente a jusante, nos desenvolvimentos das últimas décadas das acções que despoletaram a tomada de uma consciência, hoje mais política de que religiosa, identitária anti - Ocidente por parte do, para simplificar, o Islão, estremeço a pensar nas acções futuras dos nossos distintos dirigentes perante a demissão temerosa da moderação islâmica face ao extremismo jihadista, dentro e fora de portas.
Num Ocidente dessacralizado, cujos valores remanescentes disfarçam a relativização ética e moral - a liberdade de expressão ( um universo onde o relevante subjaz de manipulações de interesses para os quais a verdade se torna um pormenor descartável... ) teima em confundir - se com a impunidade que casuísticamente nos permitimos na abordagem negligenciada com que enfrentamos, não só as nossas idiossincracias como as dos Outros.
É a liberdade de expressão que me permite, não impunemente, porque choca com o MEU respeito humano, mas para as adversariar, que reproduzo acima a selvageria sarcástica do Charlie Hebdo contemplada em algumas caricaturas ofensivas, seja qual for o ângulo da interpretação.
A gratuitidade, repugnante por vezes, da crítica humorística releva de uma militância trágica, psicológicamente demente da redação, hoje, também ela tragicàmente extinta, do C. Hebdo.
A auto - censura que nos permite sair à rua e voltar incólumes para a paz do lar, é um dos traços essenciais da nossa humanidade, se não por uma questão de defesa própria, também por uma defesa dos outros na sua relação connosco. Todos os adultos conhecem os seus limites e, em semelhança, pressupõe os dos outros, sob o risco das consequências, não só legais como as retaliatórias.
E entra - se no campo da justificação da violência, sim, como TODOS sabemos ela tem justificações e atenuantes. A História do sapiens é uma história sobre a violência, sobre as violências e as suas infindáveis faces, do soft, falso soft, à brutal, da homicida à genocida e ainda nos chocamos com a nossa capacidade infinita do que somos capazes e não da incapacidade de contrariar essa genética maldita.
Confúcio diria que os homens comuns chocam - se com coisas invulgares e os sábios com as coisas comuns.
Esperamos que o choque sentido pelas luminárias que encabeçaram a manifestação dos homens comuns tenham a capacidade de se chocarem, de facto, com os assassinatos de Paris.
P.S. - HOJE, 16 DE JANEIRO, SOUBE QUE, AFINAL, O CORTEJO DE 200 METROS, DOS ILUSTRES NADA TEVE A VER COM A MARCHA DOS COMUNS QUE ACONTECIA NOUTRO LADO, DESAFIANDO A INTOLERÂNCIA. O CORTEJO SIMBÓLICO E COBARDE DESMERECEU OS VALORES QUE O POVO ENCABEÇOU. NÃO FOI UM LAPSO, JUSTIFICÁVEL PELA LOGÍSTICA, FOI CONTUMÁCIA.
sexta-feira, janeiro 09, 2015
NON! JE NE SUIS PAS POUR L' HEBDO!
SIM!!! SOU PELAS LIBERDADES QUE EXIJO, PARA MIM E PARA TODOS OS POVOS DO PLANETA E POR TODAS AS SUAS LUTAS TRAVADAS EM SEU NOME.
NÃO! NÃO RESPEITO O QUE NÃO É RESPEITÁVEL E O CHARLIE HEBDO NÃO É RESPEITÁVEL!
SIM! SOU SOLIDÁRIO COM TODAS AS VÍTIMAS, DA OPRESSÃO POLÍTICA, ECONÓMICA E RELIGIOSA E... TERRORISTA!
NÃO! SOU CONTRA O TERRORISMO, POLÍTICO, ECONÓMICO E... RELIGIOSO.
SIM! RESPEITO TODAS AS RELIGIÕES RESPEITÁVEIS E ANTI - VIOLÊNCIA.
NÃO! NÃO SOU PELO TRIUNFO DA MORTE SOBRE A VIDA.
SIM! SOU PELOS VALORES ÉTICOS OCIDENTAIS QUE ME FORMARAM COMO CIDADÃO. E SIM, COMBATO PELA SUA REABILITAÇÃO NO QUE TÊM DE ABSOLUTO EM TODAS AS CONSCIÊNCIAS ADULTAS.
NÃO! NÃO SOU SOLIDÁRIO COM A HEBDO PORQUE SIM, E, SIM, LAMENTO PROFUNDAMENTE A MORTE QUE SOBRE ELA SE ABATEU NA FIGURA DE CADA UM DOS ASSASSINADOS PELOS DELINQUENTES SOCIOPATAS QUE HABITAM ENTRE NÓS.
VIVAS À LIBERDADE! ABAIXO O TERROR!
NÃO! NÃO RESPEITO O QUE NÃO É RESPEITÁVEL E O CHARLIE HEBDO NÃO É RESPEITÁVEL!
SIM! SOU SOLIDÁRIO COM TODAS AS VÍTIMAS, DA OPRESSÃO POLÍTICA, ECONÓMICA E RELIGIOSA E... TERRORISTA!
NÃO! SOU CONTRA O TERRORISMO, POLÍTICO, ECONÓMICO E... RELIGIOSO.
SIM! RESPEITO TODAS AS RELIGIÕES RESPEITÁVEIS E ANTI - VIOLÊNCIA.
NÃO! NÃO SOU PELO TRIUNFO DA MORTE SOBRE A VIDA.
SIM! SOU PELOS VALORES ÉTICOS OCIDENTAIS QUE ME FORMARAM COMO CIDADÃO. E SIM, COMBATO PELA SUA REABILITAÇÃO NO QUE TÊM DE ABSOLUTO EM TODAS AS CONSCIÊNCIAS ADULTAS.
NÃO! NÃO SOU SOLIDÁRIO COM A HEBDO PORQUE SIM, E, SIM, LAMENTO PROFUNDAMENTE A MORTE QUE SOBRE ELA SE ABATEU NA FIGURA DE CADA UM DOS ASSASSINADOS PELOS DELINQUENTES SOCIOPATAS QUE HABITAM ENTRE NÓS.
VIVAS À LIBERDADE! ABAIXO O TERROR!
segunda-feira, janeiro 05, 2015
DOIS DISCURSOS E UMA PROCLAMAÇÃO
PERSPECTIVAS
Cavaco Silva, o actual presidente da República portuguesa, em fim de mandato, produziu, na linha dos anteriores pós - Sócrates, enquadrados com a sua família política e com o governo que apoiou sem rebuços de maior, um discurso desenquadrado com a realidade política actual à qual enviou recados sobre necessidades de compromissos de regime.
Não poderia dizer outra coisa, dizem comentadores encartados, como se a sua burocrática, esvaziada e políticamente correcta (!!!?) interpretação do cargo que exerce tenha feito o que quer que fosse em anos anteriores no sentido de compromissos com as oposições, nomeadamente com o P.S.
Lembramo - nos sim, do seu papel corruptor, activamente militante, na criação das condições políticas anti governos-Sócrates, que ajudaram à vinda, talvez necessária mas sem a truculência, mais tarde enfatizada pela Coligação que ele acarinhou, ao país.
Não se lhe ouviram palavras de apoio expresso e patriótico na defesa da pouca soberania que nos restava, então, nem posteriores invectivas à Coligação vencedora das eleições, a compromissos de regime.
Porque exigir ao novo governo, ANTES das eleições, com completo desconhecimento do quadro de relações de força que daí irão surgir, compromissos? Compromissos sobre quê? Sobre o statu quo nacional e europeu?
Sabe - se que a tentação que o despudor pragmático ( desconheço - lhe valores ) da Direita acarinha é o Poder e que os interesses que defende não são os da Esquerda, nunca foram. Portanto, QUALQUER compromisso, a haver, só pode ser trazido à discussão DEPOIS de formado o novo governo e apresentado o seu programa governamental, nunca antes, por, se não bastassem razões substantivas, o puro bom senso partidário aconselha.
Passos Coelho fez um discurso eleitoral mascarado de chefe de governo - manhoso e estuporado. Há de vir tempo para o desmascarar, até à despedida...
Da entrevista de Sócrates pouco há a acrescentar às perspectivas que trouxe sobre a sua condição anómala de preso preventivo, que já debatemos por aqui.
Satisfeito fico por ver que... não encolheu as garras...
Cavaco Silva, o actual presidente da República portuguesa, em fim de mandato, produziu, na linha dos anteriores pós - Sócrates, enquadrados com a sua família política e com o governo que apoiou sem rebuços de maior, um discurso desenquadrado com a realidade política actual à qual enviou recados sobre necessidades de compromissos de regime.
Não poderia dizer outra coisa, dizem comentadores encartados, como se a sua burocrática, esvaziada e políticamente correcta (!!!?) interpretação do cargo que exerce tenha feito o que quer que fosse em anos anteriores no sentido de compromissos com as oposições, nomeadamente com o P.S.
Lembramo - nos sim, do seu papel corruptor, activamente militante, na criação das condições políticas anti governos-Sócrates, que ajudaram à vinda, talvez necessária mas sem a truculência, mais tarde enfatizada pela Coligação que ele acarinhou, ao país.
Não se lhe ouviram palavras de apoio expresso e patriótico na defesa da pouca soberania que nos restava, então, nem posteriores invectivas à Coligação vencedora das eleições, a compromissos de regime.
Porque exigir ao novo governo, ANTES das eleições, com completo desconhecimento do quadro de relações de força que daí irão surgir, compromissos? Compromissos sobre quê? Sobre o statu quo nacional e europeu?
Sabe - se que a tentação que o despudor pragmático ( desconheço - lhe valores ) da Direita acarinha é o Poder e que os interesses que defende não são os da Esquerda, nunca foram. Portanto, QUALQUER compromisso, a haver, só pode ser trazido à discussão DEPOIS de formado o novo governo e apresentado o seu programa governamental, nunca antes, por, se não bastassem razões substantivas, o puro bom senso partidário aconselha.
Passos Coelho fez um discurso eleitoral mascarado de chefe de governo - manhoso e estuporado. Há de vir tempo para o desmascarar, até à despedida...
Da entrevista de Sócrates pouco há a acrescentar às perspectivas que trouxe sobre a sua condição anómala de preso preventivo, que já debatemos por aqui.
Satisfeito fico por ver que... não encolheu as garras...
quarta-feira, dezembro 31, 2014
2014 - UM PÉSSIMO ANO
REFLEXÕES PESSIMISTAS
Lamentávelmente, e isso tem de reflectir, pela contumácia, necessáriamente, sinais claros de uma decadência civilizacional, de uma lenta e inexorável corrupção da sua representação, em todo o planeta.
Se em alguma situação histórica se poderá aferir do fim, de e não , da História, as últimas décadas ofereceram - nos provas cabais do assustador impasse em que se encontram todas as democracias do Globo.
Nunca como hoje o Homem teve em seu poder tanta capacidade e recursos, humanos e materiais para fazer bem e NÃO SABE COMO FAZÊ - LO, contaminando, do topo à base todo o edifício evolutivo da espécie.
Por outro lado, a quietude e o conformismo em pasmo vão provocando reacções de repúdio, dentro e para dentro do sistema, de dentro e de fora do sistema onde a violência, com as suas múltiplas faces tem sido o factor mais relevante nas " mudanças " e no sacudir do torpôr linfático que parece ter atingido a maioria da população do planeta. Umas vezes, de cara descoberta, brutal e sanguinária, doutras, velada e civilizada com mortes lentas e sem sangue, em legitimidades " democráticas ", cínica e despudorada na política, imoral e corrupta nos " negócios ", na Banca e nos investimentos.
As excepções democráticas na condução virtuosa dos interesses nacionais, em prol dos cidadãos,, pela sua normalidade, passam despercebidas e é nessa circunstancialidade que as distingue que se encontra a virtude da sua condição.
À medida em que se interiorizava de significado as noções adquiridas e racionalmente decantadas das regras de relacionamento inter - pares sob a bandeira da liberdade, nas sociedades do humano, foi - se corrigindo as distorções que a naturalidade das diferenças intelectuais, físicas e de género se tinha por adquirido no passado, na criação evolutiva de comunidades socialmente solidárias, com a participação de todos os cidadãos através da limitação voluntária das suas pulsões naturais, contribuindo com os seus impostos através da autoridade delegada num Estado que cuidaria que assim fosse.
Acontece que a corrupção invadiu, por entre a confiança, umas vezes ingénua e doutras cega, dos cidadãos na boa - fé interpretativa dos seus delegados ao Poder, todo o tecido social, que paulatinamente se vai atirando para os braços da relativização ética em nome do que é do mais natural, porquanto incivil, do indivíduo que não do cidadão, também ele, reduzido à sobrevivência, cujas necessidades aceitam, naturalmente, os falsos alibis morais justificadores do abandono da cidadania social.
Vamos entrar num novo ano de calendário e lamento dizê - lo mas os sinais não prenunciam nada de bom, NADA, a não ser nas Ciências. A Filosofia., moribunda, acompanha cobardemente, em seguidismo todo um processo de decadência sem uma voz de FÚRIA que se OIÇA.
LAMENTÁVEL!
DE QUALQUER MANEIRA, FAÇAM POR SER FELIZES E UM BOM - ANO FAMILIAR!
Lamentávelmente, e isso tem de reflectir, pela contumácia, necessáriamente, sinais claros de uma decadência civilizacional, de uma lenta e inexorável corrupção da sua representação, em todo o planeta.
Se em alguma situação histórica se poderá aferir do fim, de e não , da História, as últimas décadas ofereceram - nos provas cabais do assustador impasse em que se encontram todas as democracias do Globo.
Nunca como hoje o Homem teve em seu poder tanta capacidade e recursos, humanos e materiais para fazer bem e NÃO SABE COMO FAZÊ - LO, contaminando, do topo à base todo o edifício evolutivo da espécie.
Por outro lado, a quietude e o conformismo em pasmo vão provocando reacções de repúdio, dentro e para dentro do sistema, de dentro e de fora do sistema onde a violência, com as suas múltiplas faces tem sido o factor mais relevante nas " mudanças " e no sacudir do torpôr linfático que parece ter atingido a maioria da população do planeta. Umas vezes, de cara descoberta, brutal e sanguinária, doutras, velada e civilizada com mortes lentas e sem sangue, em legitimidades " democráticas ", cínica e despudorada na política, imoral e corrupta nos " negócios ", na Banca e nos investimentos.
As excepções democráticas na condução virtuosa dos interesses nacionais, em prol dos cidadãos,, pela sua normalidade, passam despercebidas e é nessa circunstancialidade que as distingue que se encontra a virtude da sua condição.
À medida em que se interiorizava de significado as noções adquiridas e racionalmente decantadas das regras de relacionamento inter - pares sob a bandeira da liberdade, nas sociedades do humano, foi - se corrigindo as distorções que a naturalidade das diferenças intelectuais, físicas e de género se tinha por adquirido no passado, na criação evolutiva de comunidades socialmente solidárias, com a participação de todos os cidadãos através da limitação voluntária das suas pulsões naturais, contribuindo com os seus impostos através da autoridade delegada num Estado que cuidaria que assim fosse.
Acontece que a corrupção invadiu, por entre a confiança, umas vezes ingénua e doutras cega, dos cidadãos na boa - fé interpretativa dos seus delegados ao Poder, todo o tecido social, que paulatinamente se vai atirando para os braços da relativização ética em nome do que é do mais natural, porquanto incivil, do indivíduo que não do cidadão, também ele, reduzido à sobrevivência, cujas necessidades aceitam, naturalmente, os falsos alibis morais justificadores do abandono da cidadania social.
Vamos entrar num novo ano de calendário e lamento dizê - lo mas os sinais não prenunciam nada de bom, NADA, a não ser nas Ciências. A Filosofia., moribunda, acompanha cobardemente, em seguidismo todo um processo de decadência sem uma voz de FÚRIA que se OIÇA.
LAMENTÁVEL!
DE QUALQUER MANEIRA, FAÇAM POR SER FELIZES E UM BOM - ANO FAMILIAR!
terça-feira, dezembro 23, 2014
BOM NATAL!
PURA E SIMPLESMENTE, UM SAUDÁVEL HÁBITO, QUE AS IDIOSSINCRACIAS E AS CRENÇAS RELIGIOSAS DE UM VASTO NÚMERO DE CIDADÃOS, ALBERGAM DA HISTÓRIA DAS SUAS CIVILIZAÇÕES.
IMPOSSÍVEL, PELO UNIVERSO QUE ME COLHE E TOLHE, FICAR DE FORA DE UMA CELEBRAÇÃO REPRESENTADA E PER CAUSE, SINCERA, DA ESSÊNCIA QUE, EM MIM, A RELIGIOSIDADE DE XAMÃS, DE BRUXAS E DE DRUIDAS FAZ SUSTENTO E POSE.
RESPIRO E CANTO
O CHEIRO A FRIO
DOS LENÇÓIS AINDA QUENTES
DA CARNE DAS MULHERES
QUE SALTARAM DOS SONHOS PARA AS CAMAS
DAS MANHÃS INIBIDAS.
DEPOIS ABRO A JANELA
PARA VER O SOL DO MEU TAMANHO NO CHÃO
- TAPETE DE PRIMAVERA
QUE OS OLHOS SUJAM
DE BORBOLETAS CAÍDAS...
... PERFUME IMPERFEITO
QUE NÃO INVENTOU AINDA A FLOR POSSÍVEL.
ENTRETANTO, OS DEUSES PREFEREM A MORTE...
( José Gomes Ferreira )
IMPOSSÍVEL, PELO UNIVERSO QUE ME COLHE E TOLHE, FICAR DE FORA DE UMA CELEBRAÇÃO REPRESENTADA E PER CAUSE, SINCERA, DA ESSÊNCIA QUE, EM MIM, A RELIGIOSIDADE DE XAMÃS, DE BRUXAS E DE DRUIDAS FAZ SUSTENTO E POSE.
RESPIRO E CANTO
O CHEIRO A FRIO
DOS LENÇÓIS AINDA QUENTES
DA CARNE DAS MULHERES
QUE SALTARAM DOS SONHOS PARA AS CAMAS
DAS MANHÃS INIBIDAS.
DEPOIS ABRO A JANELA
PARA VER O SOL DO MEU TAMANHO NO CHÃO
- TAPETE DE PRIMAVERA
QUE OS OLHOS SUJAM
DE BORBOLETAS CAÍDAS...
... PERFUME IMPERFEITO
QUE NÃO INVENTOU AINDA A FLOR POSSÍVEL.
ENTRETANTO, OS DEUSES PREFEREM A MORTE...
( José Gomes Ferreira )
Publicada por
CALAMATCHE
à(s)
terça-feira, dezembro 23, 2014
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, dezembro 20, 2014
CONGRATULATIONS, OBAMA!
O presidente norte - americano acaba de dar passos decisivos na " despenalização " de Cuba, do seu atrevimento em querer, por força das circunstâncias históricas induzidas pela hostilidade dos USA, ser dona do seu destino e da sua liberdade.
Cuba sofreu durante uma geração o que nenhum outro estado comunista de então sentiu - um bloqueio total do seu relacionamento, político, militar, económico e financeiro, com o resto do mundo. A sua diplomacia fez milagres e o seu povo foi de um hercúleo estoicismo.
Seria impossível a sobrevivência durante estes anos sem rigores extremados no que à segurança interna de um país " amaldiçoado " durante décadas pelo Ocidente, dizia respeito. Ao amor pela liberdade tout - court da dissidência, opôs - se a liberdade colectiva, a socialização e coesão nacional que nem os derrames migratórios, humanamente compreensíveis face ao el dorado prometido pelo poderoso vizinho, fizeram vacilar a justeza e a justiça da liberdade de errar, em liberdade.
Ditadura? Sofrem, essencialmente mais ( as aspirações são exponenciais e gratuitas... ) os cidadãos em algumas democracias, mas com liberdade inconsequente de expressão, cujas leis, instrumentalizadas no sentido da formatação de burocracias serventuárias do que, em certos regimes apontados como ditactoriais, os cidadãos dessas repúblicas.
Adiante, que o que se quer celebrar é o bom- senso dos actuais líderes, de Cuba e... pela coragem no enfrentamento da tremenda pressão da face mais reaccionária do país, Obama, que vai pôr fim à insânia de 50 anos a que só a higiénica inteligência actual de Cuba, de braço dado com a intermediação da personagem ímpar da política actual, o mais decente e incorruptível chefe de Estado actual - o PAPA FRANCISCO, permitirão,
quarta-feira, dezembro 17, 2014
JULGAMENTO DA JUSTIÇA? (2)
( EM CONTINUAÇÃO )...
O caso GES foi um dos mais extraordinários acontecimentos que a este país, em depauperamento suicida, foi dado a conhecer pelos seus cidadãos. Um império económico financeiro sustentado por práticas imorais de gestão, apoiado implíta e explícitamente pelo Estado, cresceu como a rã da fábula e explodiu, ecoando sobre o país o carácter da sua elite, no caso, a endinheirada.
A Comissão de inquérito a correr na Assembleia da República está a tentar perceber a história do colapso por entre as estórias narradas pelos responsáveis directamente implicados na gestão do grupo de que o BES, como financiador das tropelias, é, ou antes, era, a jóia da coroa.
Um penoso espectáculo de desculpabilização a que só o principal rosto - Ricardo Salgado - por entre lapsos de memória, aparenta, pela pose, alguma dignidade, se é possível ter havido alguma que não tivesse sido esmagada pela amoralidade do sistema bancário proclamada pelo próprio, há bem pouco tempo.
Que justiça sairá das invectivas da Comissão, se à cumplicidade total com a chefia, paga a peso de ouro, não tiver, perante ela, a essencialidade do silêncio criminoso?
Por arrasto, já que as incompetências e os silêncios políticos já vêm de longe, cumpre esclarecer TUDO, o PORQUÊ e COMO das decisões políticas pouco transparentes, porque escondidas à nação, do actual governo, que deixaram que a destruição do grupo acontecesse e a separação do BES em duas entidades com o apoio do erário público mascarado de Fundo de Resolução.
CALARAM - NO...
Falemos do outro caso que tem ocupado a opinião pública - a prisão do ex - primeiro ministro, José Sócrates, só para dizer o óbvio sobre o que esperava que acontecesse, assim que Sócrates começou a defender - se através dos Media, em resposta às insidiosas fugas de informação, que NINGUÉM sabe se são fugas ou pura sacanice de chicos - espertos em grosseiras manipulações, cujos danos só em grosseiras mentes costumam fazer eco. E aconteceu!
O caso GES foi um dos mais extraordinários acontecimentos que a este país, em depauperamento suicida, foi dado a conhecer pelos seus cidadãos. Um império económico financeiro sustentado por práticas imorais de gestão, apoiado implíta e explícitamente pelo Estado, cresceu como a rã da fábula e explodiu, ecoando sobre o país o carácter da sua elite, no caso, a endinheirada.
A Comissão de inquérito a correr na Assembleia da República está a tentar perceber a história do colapso por entre as estórias narradas pelos responsáveis directamente implicados na gestão do grupo de que o BES, como financiador das tropelias, é, ou antes, era, a jóia da coroa.
Um penoso espectáculo de desculpabilização a que só o principal rosto - Ricardo Salgado - por entre lapsos de memória, aparenta, pela pose, alguma dignidade, se é possível ter havido alguma que não tivesse sido esmagada pela amoralidade do sistema bancário proclamada pelo próprio, há bem pouco tempo.
Que justiça sairá das invectivas da Comissão, se à cumplicidade total com a chefia, paga a peso de ouro, não tiver, perante ela, a essencialidade do silêncio criminoso?
Por arrasto, já que as incompetências e os silêncios políticos já vêm de longe, cumpre esclarecer TUDO, o PORQUÊ e COMO das decisões políticas pouco transparentes, porque escondidas à nação, do actual governo, que deixaram que a destruição do grupo acontecesse e a separação do BES em duas entidades com o apoio do erário público mascarado de Fundo de Resolução.
CALARAM - NO...
Falemos do outro caso que tem ocupado a opinião pública - a prisão do ex - primeiro ministro, José Sócrates, só para dizer o óbvio sobre o que esperava que acontecesse, assim que Sócrates começou a defender - se através dos Media, em resposta às insidiosas fugas de informação, que NINGUÉM sabe se são fugas ou pura sacanice de chicos - espertos em grosseiras manipulações, cujos danos só em grosseiras mentes costumam fazer eco. E aconteceu!
segunda-feira, dezembro 15, 2014
JULGAMENTO DA JUSTIÇA?
E... POR QUE NÃO?...
Uma das características sobre as quais se assenta a definição de estados fascistas, melhor, estados tendencialmente fasciszantes, que é para sermos claros, prende - se com o sistema de justiça, o funcionamento do espaço da definição das leis, os processos de investigação policial, a solidez das provas criminais para lá dos vislumbres de verdade que intuições mais ou menos acuradas possam produzir e... a salvaguarda, até ao julgamento de todo o processo que conduziu à apresentação de provas irrefutáveis, dos direitos liberdades e garantias dos cidadãos.
Portugal, a realidade concreta perspectivada por este cidadão, está num caminho perigoso neste campo, a que desgraçadamente se associou uma governação que, ancorada em receitas de taberneiro e de contabilista manhoso tem, sob alibis indefensáveis pela decência, estuporado a cada dia que passa os direitos liberdades e garantias dos cidadãos, ao mesmo tempo que diaboliza a resistência institucional de controlo das leis feita pelo Tribunal Constitucional.
À pobre sorte dos anónimos cidadãos, de cujos direitos consagrados numa Constituição que se pretende arquivo histórico, ninguém parece sentir a mínima simpatia, fez bem a cobertura mediática que não a pasquinária e merdiática , que os chamados caça aos poderosos, despoletou e da discussão jurídica que fatalmente levará a reformas antes que se solidifiquem os vícios, não só processuais como os relevados na incompetência na obtenção de provas concretas a definir decisões sobre a cidadania e a liberdade de QUALQUER cidadão.
Do absurdo dessa união corporativa da instrução processual e da investigação policial, dessa cumplicidade efectiva, já se falou bastante no meio especializado; por aqui só funciona o bom - senso, a racionalidade democrática, a contestar a figura da prisão preventiva para investigar, um aborto jurídico que objectivamente torpedeia princípios básicos da liberdade, de inocência até prova em contrário.
Das fugas cirúrgicas de informação para, que coincidência, os MERDIA, e sempre numa linha anti - arguido, sem que a incompetência de investigação dos culpados ( parece que é crime, não? ) em casa própria apouque a credibilidade do sistema, também já se fala há décadas. Porém...
O conforto e a almofada do julgamento popular e não só, sempre pronto a pisar os leões moribundos ( o caso GES e a comissão de inquérito tem sido de uma exemplaridade chocante, moralmente definidora do carácter de TODA A GENTE envolvida nesse processo em audição... ) corrompe à partida os pratos de uma balança que se almejaria virtuosa. Uma vergonha e um despautério que até hoje não teve arguidos. EXEMPLAR, portanto...
( continuaremos... )
Uma das características sobre as quais se assenta a definição de estados fascistas, melhor, estados tendencialmente fasciszantes, que é para sermos claros, prende - se com o sistema de justiça, o funcionamento do espaço da definição das leis, os processos de investigação policial, a solidez das provas criminais para lá dos vislumbres de verdade que intuições mais ou menos acuradas possam produzir e... a salvaguarda, até ao julgamento de todo o processo que conduziu à apresentação de provas irrefutáveis, dos direitos liberdades e garantias dos cidadãos.
Portugal, a realidade concreta perspectivada por este cidadão, está num caminho perigoso neste campo, a que desgraçadamente se associou uma governação que, ancorada em receitas de taberneiro e de contabilista manhoso tem, sob alibis indefensáveis pela decência, estuporado a cada dia que passa os direitos liberdades e garantias dos cidadãos, ao mesmo tempo que diaboliza a resistência institucional de controlo das leis feita pelo Tribunal Constitucional.
À pobre sorte dos anónimos cidadãos, de cujos direitos consagrados numa Constituição que se pretende arquivo histórico, ninguém parece sentir a mínima simpatia, fez bem a cobertura mediática que não a pasquinária e merdiática , que os chamados caça aos poderosos, despoletou e da discussão jurídica que fatalmente levará a reformas antes que se solidifiquem os vícios, não só processuais como os relevados na incompetência na obtenção de provas concretas a definir decisões sobre a cidadania e a liberdade de QUALQUER cidadão.
Do absurdo dessa união corporativa da instrução processual e da investigação policial, dessa cumplicidade efectiva, já se falou bastante no meio especializado; por aqui só funciona o bom - senso, a racionalidade democrática, a contestar a figura da prisão preventiva para investigar, um aborto jurídico que objectivamente torpedeia princípios básicos da liberdade, de inocência até prova em contrário.
Das fugas cirúrgicas de informação para, que coincidência, os MERDIA, e sempre numa linha anti - arguido, sem que a incompetência de investigação dos culpados ( parece que é crime, não? ) em casa própria apouque a credibilidade do sistema, também já se fala há décadas. Porém...
O conforto e a almofada do julgamento popular e não só, sempre pronto a pisar os leões moribundos ( o caso GES e a comissão de inquérito tem sido de uma exemplaridade chocante, moralmente definidora do carácter de TODA A GENTE envolvida nesse processo em audição... ) corrompe à partida os pratos de uma balança que se almejaria virtuosa. Uma vergonha e um despautério que até hoje não teve arguidos. EXEMPLAR, portanto...
( continuaremos... )
sexta-feira, dezembro 12, 2014
PFFFFFF!!!!!
Óscar Wilde dizia que o tédio é o único pecado para o qual não há perdão. Infelizmente ando perdido por essas bandas...
Como estamos numa época de boas - vontades, sei que me perdoarão e que virão, de vez em quando, passar por aqui a ver se já passou...
Publicada por
CALAMATCHE
à(s)
sexta-feira, dezembro 12, 2014
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, dezembro 05, 2014
O PROCESSO SÓCRATES II
EU METO - ME NISTO, PÁ! ÉS - ME UM FILHO POLÍTICO ADOPTIVO.
AINDA NÃO SABES, MAS ÉS UM ANARQUISTA, REDUNDANTEMENTE DEMOCRÁTICO, COMO EU.
Da impossibilidade de se opôr aos " factos a provar ", que ainda estão no segredo do Campus, com uma defesa jurídica, enquanto cá fora se constrói uma narrativa, até ver insidiosa, o cidadão José Sócrates defende - se, sem acrimónia, através das cartas de prisão do processo político que contra ele começou assim que foi eleito pelo PS como secretário - geral.
Ou muito me engano ou Sócrates terá já sopesado a fragilidade que não a robustez dos indícios considerados criminosos por quem o investiga.
Ao fazê -lo, vira - se para a luta mediática, que tem sido o espaço mais contundente da tentativa de destruição de carácter de que há memória em Portugal, na linha de uma doentia relação que os jornais e as televisões consagraram com o seu Primeiro - Ministro, então. Basta comparar com a moleza quase erótica e aqui vou dar uma de misoginia, que as jornalistas estabeleceram com Portas e Passos Coelho.
Os ataques políticos aos seus governos foram de uma ineficácia ensurdecedora, confrangedora até, sobrepujados por uma competência política a toda a prova que só não resistiu ao ataque concertado do exterior ( cínica realpolytic alemã ) , a Direita alojada no Campus, aos MERDIAS sedentos de sangue e... oh céus! um vingativo opositor político na presidência da República.
Com a recusa, uma questão de coluna e amor - próprio, de governar em desautorização, com a troyka, fechou - se o cerco com a demissão.
Outros não tiveram essas pieguices ( há quem chame a isso, patriotismo... ) que hoje seriam um obstáculo à venda saracoteante do país ao desbarato que o status e a elite actual assistem em alegre compadrio com a infâmia.
A um processo que, visto pelas razões intuídas pelo arguido como político, a resposta no que poderá ter de jurídico estará entregue aos advogados de defesa, a defesa política será feita pelo acusado, já que nem o P.S. se atreve ( eleições condicionam... ) a fazê - lo. Não apaga a história nem rasura fotos mas lança um manto de silêncio compungido sobre um nome amaldiçoado pela Direita sob o alibi conveniente de que a Justiça está a funcionar. COMO, não interessa por ora...
Acontece que o calculismo socialista do costismo, com o Poder à vista, está a mandar para o exterior e mesmo para dentro do partido, a mesma mensagem subliminar que Coelho e Cavaco debitam.
Para o P.S., não deveria bastar a esperança numa justiça asséptica pelo que releva de uma ingenuidade fatal, se não numa solidariedade expressa pró - inocência, mesmo que pretensamente suicida com aquele que foi uma das melhores lideranças que teve. O modo como os simpatizantes e os militantes irão perspectivar o andamento do partido no desenrolar deste caso será vital.
É que Sócrates, como erróneamente se está a interpretar por aí, não está a criar narrativas sobre um cenário épico e transcendental.
Está a fazer o que NINGUÉM está, até hoje, a fazer por ele, exceptuando os amigos, claro! DEFENDE - SE, usando os meios ao dispôr...
Estranho é que ( seria o cair da máscara... ) ainda, por perturbar o processo, não o tenham calado. Sei é que a pulsão é forte...
segunda-feira, dezembro 01, 2014
O " ENCOBERTO "
Para quem, como eu, que por aqui tem reclamado uma visão ética na condução da administração dos Estados no relacionamento com as sociedades donde emanam, às quais impõem leis, normas de conduta e obrigações, o " arrastão "higiénico- punitivo que ameaça varrer, em Portugal, do nosso convívio a Corrupção, a ilegitimidade e a ilegalidade que por sobre um tecido legislativo opaco e pouco transparente, pantanoso por vezes, em que em tranquilas águas pareciam navegar, o acordar da Justiça foi uma boa notícia.
Infelizmente, a tormenta utópica que sempre abana este cidadão não abrandou, pelo susto com que, de repente se vê confrontado com a visão de um país ensanguentado pelo frenesim mediático - justiceiro em que cada jornalista se tornou um agente de investigação, ungido de uma auto - assumida legitimidade que a " audição popular tem sufragado nestes tempos de penúria moral.
É vê - los(as), qual cardume de piranhas sobre as presas, pés - de - microfone a debitar opiniões translatas sobre notícias em directo ou acabadas de VER reinterpretando suposições, achados e pareceres.
Por outro lado, o pesadelo que por estas horas afadiga muitas almas de comportamentos duvidosos a tentar limpar dos curriculam, longe do olhar furibundo e virtuoso do Desejado e do seu braço direito, as suas obras imperfeitas.
Se isso tudo significasse o aclamado fim da impunidade malabarítica com que os poderosos têm traficado com o património nacional ou particular, sobrepujando as leis que regulam ou deveriam regular, não só administrativa mas também éticamente a sociedade, tudo bem.
Contudo, esse escrutínio, se é intermediado processualmente pela Justiça, não deverá nem deve ser isentado na sua acção sobre o próprio funcionamento da Justiça, ela mesma, os seus intérpretes, por mais poderosos que sejam ou venham a ser.
O absurdo da concentração, não no Tribunal de Instrução Criminal mas na figura do seu ÚNICO juíz residente, Carlos Alexandre, de um poder super - heróico contra presumíveis super - vilões, remete - o à condição de figura moralmente redentora e messiânica de Portugal. Se a isso se associar a ligação quase umbilical com o super - inspector da investigação, Rosário Teixeira, eis um tribunal tornado ilegal ou no mínimo ilegítimo, por ser ESPECIAL, portanto inconstitucional, em que o papel de juíz de instrução que deveria ser um equilibrador perante a acusação, retira ao arguido um aliado processual, corrompendo, na minha opinião de LEIGO, uma presunção de inocência, à partida, e ISSO dá que pensar.
Os cidadãos, quero crer, não querem uma Justiça cega. Uma lei cega como o bom senso reclama não se coaduna com uma Justiça que não vê. A Justiça DEVE ter os olhos bem abertos e o Estado tem a obrigação de legislar para que assim seja.
E NÓS TAMBÉM...
segunda-feira, novembro 24, 2014
O PROCESSO SÓCRATES
LAMENTÁVEL!
Pouco mais tenho a acrescentar, por enquanto...
Os danos que, sucessivamente, as instituições democráticas portuguesas têm sofrido na última década são um sintoma de uma sociedade que se deixou corromper, em alegre compadrio, com os seus dirigentes.
SOMOS TODOS CULPADOS. Sobre nós recairão as denúncias de uma geração aviltada pelos seus ascendentes.
Já pouco interessam os nomes, os personagens mediáticos que nos representaram e representam na política, nas finanças e na justiça. A culpa está no regime que se deixou apodrecer por dentro e nos arrasta pela lama.
Pouco mais tenho a acrescentar, por enquanto...
Os danos que, sucessivamente, as instituições democráticas portuguesas têm sofrido na última década são um sintoma de uma sociedade que se deixou corromper, em alegre compadrio, com os seus dirigentes.
SOMOS TODOS CULPADOS. Sobre nós recairão as denúncias de uma geração aviltada pelos seus ascendentes.
Já pouco interessam os nomes, os personagens mediáticos que nos representaram e representam na política, nas finanças e na justiça. A culpa está no regime que se deixou apodrecer por dentro e nos arrasta pela lama.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

































