DITADURA DOMÉSTICA
As férias escolares deverão ser, quando não coincidem com as dos progenitores, um dos períodos mais " stressantes " para os avós, na sua reanimação dos alertas com os putos que lhes ficam em guarda.
Na parte que nos toca nesse universo, cá em casa, com três netas, tem sido... avassalador. Todas as rotinas e sub - rotinas que foram readaptadas à reforma profissional foram literalmente mandadas às urtigas, que o tempo e o modo a elas pertencem, autocráticamente.
A música, a literatura, a televisão, o cinema, a vida lá fora... ocupam os débeis pontos mortos na ditadura das cachopas, quando não vão, pura e simplesmente para a prateleira dos adiados. Mesmo os telejornais, pontualmente seguidos, de soslaio, à hora das refeições acabam por ser gravados para mais tarde.
BENDITO CANSAÇO, este de assistir e, na medida do possível, partilhar do seu torvelinho de vida...
Bem, vamos ao " Expressoando ", tendo como guia a dantes religiosa leitura dos sábados de manhã - o Expresso - que só abri, HOJE.
PRESIDENCIAIS
Nos U.S.A. já vão em dezassete os candidatos republicanos à sucessão de Obama. Caramba! devem ter pensado, se ele o conseguiu, por que não eu?
Por aqui, mais circunspectos, a cifra anda longe da dos norte - americanos mas está a mexer, pelo menos em putativos candidatos que os Media vão projectando para a opinião pública.
No Partido Socialista repete - se a indefinição, que a projecção de um apoio declarado só após as legislativas, permite e dá azo a toda a espécie de intrigas, divisionismo, ajuste de contas, e sei lá que mais. Por mim, já não há volta a dar; ou apoiam o Nóvoa ou teremos um vencedor da Direita. Maria de Belém, com os meus respeitos, será uma candidatura de ajuste de contas e... divisionista.
Sampaio da Nóvoa assume - se de Esquerda e isso tem incomodado a ala burocrática do P.S..No mínimo estranho e se calhar, nem por isso.
No meio de tanta aritmética a politização da campanha, encetada talvez involuntáriamente por Nóvoa e para um lugar sem nomeação e para o qual é preciso ir à luta e convencer os portugueses, não com programas mas com uma visão estratégica donde partirá uma magistratura de influência, o candidato está bem posicionado e na primeira linha do apoio maioritário da Esquerda.
Aliás, o mesmo se está a passar na coligação da Direita, que tem lidado, tão canhestra como o P.S, um calculismo tal que, perante o seu possível candidato vencedor e também calculista e cerebralmente um dos políticos mais arejados da nossa praça - Marcelo Rebelo de Sousa,tem vindo a alimentar o ódio de estimação de Passos Coelho, enquanto olha para o lado suspirando pela candidatura de Rui Rio, ex - autarca do Porto, um tecno - burocrata temperamental e... muito pouco dado a... consensos.
Santana Lopes, um ex - líder do PSD continua a ser o menino no berço...
( continuaremos..., a ditadura, lembram - se ? )
quarta-feira, julho 22, 2015
quinta-feira, julho 16, 2015
NÓS
ÁGUAS SOBREVIVENTES
Nem cães nem lua, nem o eco dum
outro,
enquanto na descida
os passos vão sendo cada vez mais
ajuizados
e o juízo é o medo e o medo uma
curta ciência
que cada vez mais se inclina.
Fala em sabedoria quem é velho por
fora
e semeou por dentro
um campo de águas férreas,
seguras nas dobradiças dos dias,
águas de mel e de chumbo,
comparáveis, mantidas na própria
música,
as águas sobreviventes.
Nem luas nem cães, nem mesmo o sol
que sempre se adiantarão sábios os que
a cada palavra apetecida em fruta,
nada caminha assim, tão devagar no
juízo,
pela grande inclinação
que é a vida.
São sábios os que trazem os seus
animais à trela,
à beira do conduto, uns servem os
outros,
e nessa servidão a cegueira passa a
ser uma dádiva,
são homéricas por dentro as águas
férreas
e a vida é essa ilha perdida entre o
mel
e o chumbo.
ARMANDO SILVA CARVALHO
Nem cães nem lua, nem o eco dum
outro,
enquanto na descida
os passos vão sendo cada vez mais
ajuizados
e o juízo é o medo e o medo uma
curta ciência
que cada vez mais se inclina.
Fala em sabedoria quem é velho por
fora
e semeou por dentro
um campo de águas férreas,
seguras nas dobradiças dos dias,
águas de mel e de chumbo,
comparáveis, mantidas na própria
música,
as águas sobreviventes.
Nem luas nem cães, nem mesmo o sol
que sempre se adiantarão sábios os que
a cada palavra apetecida em fruta,
nada caminha assim, tão devagar no
juízo,
pela grande inclinação
que é a vida.
São sábios os que trazem os seus
animais à trela,
à beira do conduto, uns servem os
outros,
e nessa servidão a cegueira passa a
ser uma dádiva,
são homéricas por dentro as águas
férreas
e a vida é essa ilha perdida entre o
mel
e o chumbo.
ARMANDO SILVA CARVALHO
domingo, julho 12, 2015
U. E. / GRÉCIA
UFFF!!!
Já só há adultos na sala...
" NÓS NÃO CAPITULAREMOS. NUNCA! PODEMOS PERDER, MAS LEVAREMOS O MUNDO CONNOSCO " - HITLER 1945
" OU AVANÇAMOS TODOS JUNTOS OU CAÍMOS TODOS JUNTOS " - TSIPRAS
BRAVO!
Já só há adultos na sala...
" NÓS NÃO CAPITULAREMOS. NUNCA! PODEMOS PERDER, MAS LEVAREMOS O MUNDO CONNOSCO " - HITLER 1945
" OU AVANÇAMOS TODOS JUNTOS OU CAÍMOS TODOS JUNTOS " - TSIPRAS
BRAVO!
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sexta-feira, julho 10, 2015
A MERCEARIA DO BAIRRO
Com esta safra de funcionários que actualmente se encontram à frente dos destinos da U.E o projecto europeu tem os dias contados, com ou sem Grécia.
Se como diz Dietrich Schwanitz - Na Europa há muita coisa que foi inventada duas vezes, a primeira vez na Grécia, concretamente em Atenas e a segunda vez na aurora da Idade Moderna, por exmplo a Democracia, o Teatro e também a Filosofia, - eis - nos chegados ao tempo de reinvenções, nomeadamente na Democracia e, helas, na Filosofia.
A resposta ao OXI grego foi, como se esperava da cristalização mental e política ancorada em Bruxelas, clara e cristalina. - NÃO, NÃO GOSTÁMOS DO VOTO DOS GREGOS contra a manutenção das nossas imposições.
Se a eleição do Syrisa - um escândalo mentecapto, na visão da Burrocracia do Directório europeu -, já tinha dado suficientes informações ( desprezadas liminarmente, é certo... ) que o poder do dinheiro e a chantagem política seria sempre vista como uma afronta , a reafirmação de resistência ao diktat alemão, referenciada pela sua Banca e pela ganância insaciável dos agiotas, eufemísticamente chamados pomposamente investidores, no referendo passado, foi também ela exemplar e cristalina.
Magnífica foi a interpretação do povo grego sobre o sentido não só simbólico mas substantivo da sua pertença a um espaço sobre o qual lançou luzes de humanismo e racionalidade, em oposição à morte anunciada da Democracia a favor da Plutocracia e Burrocracia, um espaço onde a Esquerda Europeia, satelizada, capturada voluntáriamente pelo discurso e pose do Directório da Direita no poder, hoje, na Europa se fica por lamúrias contra um radicalismo inexistente, enquanto cavalga alegremente a sua falsa representação ideológica no statu quo.
QUE FAZER COM O NÃO GREGO?
A POLÍTICA, se não estivesse hoje na mão de merceeiros e caixeiros- viajantes, saberia, nas mãos de estadistas, o que fazer e as consequências virtuosas a tirar dessa enorme prova de coragem DEMOCRÁTICA dada por um povo, obrigado, humilhantemente, a mendigar, meu Deus! pela EUROPA.
A Grécia, através do seu governo democráticamente eleito, capitulará à força da chantagem; o povo grego como se sabe, da sua História até hoje, Jamais! Porém, a sua memória histórica registará fundo esses anos de opróbrio.
terça-feira, julho 07, 2015
SIMPLESMENTE, MARIA...
MARIA BARROSO
Morreu hoje uma portuguesa ilustre!
Acompanho na sua dor outro português ilustre, de seu nome Dr. Mário Soares, seu companheiro de luta contra o fascismo português e pela dignidade dos povos.
AS MINHAS HOMENAGENS!
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terça-feira, julho 07, 2015
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domingo, julho 05, 2015
OXI
UMA MANEIRA OUTRA DE DIZER NÃO !
A Democracia sem embustes e em condições de inqualificável chantagem por parte das Instituições da U.E., aconteceu na Grécia pela segunda vez num curto espaço de tempo a reafirmar a desilusão grega com os políticos que a governam de fora e aqueles que a governaram nas últimas décadas.
Veremos que tipo de consequências será sobreavaliada pelos actuais detentores do Poder na U.E. e isso também nos permitirá uma visão cristalina do seu compromisso com os princípios fundadores da União Europeia.
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CALAMATCHE
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quinta-feira, julho 02, 2015
BLACKMAIL!
MAIS AUSTERIDADE?
NEIN! NON! NO! NÃO!
E SE MAIS MODOS DE DIZER NÃO HOUVESSEM... NÃO, DEFINITIVAMENTE, NÃO!
sábado, junho 27, 2015
UMA ENTREVISTA...
... BUROCRÁTICAMENTE RESPONSÁVEL E... SÓLIDA...
... MAS POLÍTICAMENTE INSOSSA
Lamentávelmente, o líder ( aonde é que pára o P.S.?) da oposição socialista ainda não encontrou o tom certo da mobilização " revanchista " contra a troyka nacional composta por Cavaco,Passos e Portas. Tem sido tudo muito mole, muito budista e institucional.
Confundir civilidade, usar dela com políticos do cariz desses contra quem combate, em tempos de surda cólera a que NENHUMA manifestação pública de massas afectas ou simpatizantes do seu partido deu VOZ e representação nacional sob o alibi de " fora de moda " , está na raíz da fraqueza eleitoral que o P.S. tem exibido em sucessivas sondagens.
Até pode ser que venha a aprender alguma coisa, no que à sua virtude o líder da Direita reaccionária marcará na diferença seráfica que irá exibir quando for brevemente entrevistado.
... MAS POLÍTICAMENTE INSOSSA
Lamentávelmente, o líder ( aonde é que pára o P.S.?) da oposição socialista ainda não encontrou o tom certo da mobilização " revanchista " contra a troyka nacional composta por Cavaco,Passos e Portas. Tem sido tudo muito mole, muito budista e institucional.
Confundir civilidade, usar dela com políticos do cariz desses contra quem combate, em tempos de surda cólera a que NENHUMA manifestação pública de massas afectas ou simpatizantes do seu partido deu VOZ e representação nacional sob o alibi de " fora de moda " , está na raíz da fraqueza eleitoral que o P.S. tem exibido em sucessivas sondagens.
Até pode ser que venha a aprender alguma coisa, no que à sua virtude o líder da Direita reaccionária marcará na diferença seráfica que irá exibir quando for brevemente entrevistado.
HURRAH, GRÉCIA!
Alexis Tsipras
UM DIREITO, UM DEVER E UM EXERCÍCIO DEMOCRÁTICO...
... será a proposição de um referendo aos gregos sobre a aceitação ou a recusa das condições em imposição da U.E. e do FMI nas negociações, ora interrompidas, entre o Governo grego ( é bom não esquecer a legitimidade da sua representação nacional... ) e aquelas instituições, na formatação político - financeira da condições do pagamento da sua dívida.
Passando, tangencialmente, pelas responsabilidades objectivamente atribuíveis às políticas gregas suportadas e alimentadas pela U.E. e pela FMI, enquanto lhe foram favoráveis em benefício da Banca e dos Investidores da Alemanha, Países Baixos, Dinamarca, Finlândia e oportunistas de ocasião, o que resta, em análise, perante a parede em que a Grécia se vê encostada. será uma decisão nacional.
Desconheço os contornos da pergunta que vai ser feita pela Assembleia grega para o Referendo Nacional mas não deverá andar muito longe desta -
VALE A PENA CONTINUAR A PERTENCER A ESTE ESPAÇO POLÍTICO - FINANCEIRO?
A Estupidez, quando se exercita ao nível de uma Instituição, como deveria ser a U.E., só pode ser classificada como uma categoria (i)moral, em reflexão da decadência e abandono dos princípios fundadores da União Europeia, hoje capturada por um monstruoso edifício Burrocrático que a maioria reaccionária nos Centros de decisão soube transformar, com a apatia criminosa de uma falsa representação socialista, no Pensamento Único director das vontades, ontem democráticas, hoje conformistas, dos povos da U.E.
A palavra que me salta ao pensamento no dealbar deste século é DECADÊNCIA, político - cultural e ... humanista, em todas as faces com que esses marcadores civilizacionais se possam percepcionar. Um elemento comum perpassa nos interestícios dessas estruturas, julgávamos nós adquiridas e cimentadas como heranças históricas da Humanidade - a ausência da ÉTICA e, mais grave ainda, o desprezo moral pelas incomodidades suscitadas na consciência racional adulta.
Que a Grécia se bata pela sua dignidade ( uma revelação em desuso na burocracia mental de hoje... ) e felicidade do seu povo com os meios que tem ao seu dispôr - a DEMOCRACIA - será, brevemente, um exemplo a reter e a ... SEGUIR.
quarta-feira, junho 24, 2015
ROTUNDAS...
... SEM ESCAPATÓRIA?
O planeta está refém de uma entidade maléfica que o tem gerido globalmente - A CORPORAÇÃO FINANCEIRA - que através dos seus tentáculos aquisitórios e de controlo - o Mercado, a Bolsa, os Fundos de Investimento, etc,etc,etc, define todos os parâmetros, melhor, o Guia do Pensamento Único que repousa à cabeceira de quase TODOS os líderes, melhor, títeres políticos, que se encontram, neste momento, à frente dos destinos dos povos e das nações.
É desoladora a percepção desse monstruoso edifício Burocrático pago a peso de ouro e de confortáveis cadeiras e prebendas a troco da cumplicidade com a Nova Ordem.
Os canais de circulação do Dinheiro são os Governos e as suas únicas políticas residentes são a Facilitação das condições de negociatas espoliadoras dos bens patrimoniais físicos e imateriais das nações, cujos povos em letargia quase demencial, numa estúpida crença que a História tem denunciado até ao desvario - a fé nas suas elites - continuam a aceitar em cada novas eleições de refreshment da recolecção predadora.
O materialismo tão tangível que atravessa toda a pirâmide social e sustentado na sua base pelas circunstâncias, já de sobrevivência, para onde foi remetida, acaba por criar, também aí, uma falsa compreensão do sistema que não a do seu repúdio racional.
Clamar por uma superação moral numa ausência de referências éticas exemplares no cartesianismo instrumental e pragmatizado em cada alma, por força da formidável conspiração mundial contra os povos e num espaço de exaustão imaginativa e grandeza conceptual é o que tem feito a única voz audível do planeta - a do Papa Francisco - por um retorno às aspirações de decência no relacionamento do Homem com os Outros, consigo próprio e com a Natureza.
O planeta está refém de uma entidade maléfica que o tem gerido globalmente - A CORPORAÇÃO FINANCEIRA - que através dos seus tentáculos aquisitórios e de controlo - o Mercado, a Bolsa, os Fundos de Investimento, etc,etc,etc, define todos os parâmetros, melhor, o Guia do Pensamento Único que repousa à cabeceira de quase TODOS os líderes, melhor, títeres políticos, que se encontram, neste momento, à frente dos destinos dos povos e das nações.
É desoladora a percepção desse monstruoso edifício Burocrático pago a peso de ouro e de confortáveis cadeiras e prebendas a troco da cumplicidade com a Nova Ordem.
Os canais de circulação do Dinheiro são os Governos e as suas únicas políticas residentes são a Facilitação das condições de negociatas espoliadoras dos bens patrimoniais físicos e imateriais das nações, cujos povos em letargia quase demencial, numa estúpida crença que a História tem denunciado até ao desvario - a fé nas suas elites - continuam a aceitar em cada novas eleições de refreshment da recolecção predadora.
O materialismo tão tangível que atravessa toda a pirâmide social e sustentado na sua base pelas circunstâncias, já de sobrevivência, para onde foi remetida, acaba por criar, também aí, uma falsa compreensão do sistema que não a do seu repúdio racional.
Clamar por uma superação moral numa ausência de referências éticas exemplares no cartesianismo instrumental e pragmatizado em cada alma, por força da formidável conspiração mundial contra os povos e num espaço de exaustão imaginativa e grandeza conceptual é o que tem feito a única voz audível do planeta - a do Papa Francisco - por um retorno às aspirações de decência no relacionamento do Homem com os Outros, consigo próprio e com a Natureza.
quarta-feira, junho 10, 2015
SÓCRATES...
José Sócrates
...E O NÃO ÀS GRILHETAS...
... Que um sistema judicial, discricionário, pelo que enforma de interpretação e convicções que não da leitura clara e transparente da LEI, lhe quis impôr, através da prisão domiciliária com pulseira electrónica, tem a minha mais viva solidariedade, compreensão e apoio.
É que eu não esperaria menos do que isso de um carácter combativo como o do ex - Primeiro Ministro de Portugal.
Ao " abandono " seráfico e institucional de que se vê votado pelo partido de que foi, um excelente líder, sob o alibi grosseiro de " despoluição " partidária, política, diz ingénuamente António Costa, Sócrates, que NÃO ESTÁ SÓZINHO neste combate judicial, de cujo alcance, sobre as dúvidas dos cidadãos da sua eventual culpabilidade nos crimes de que é indiciado, pelos Media ainda não está, por cobardia ou cálculo, assinalado, enfrenta uma Corporação poderosa que há já largos anos o quer abater.
Nenhum Homem, em plena posse das suas faculdades intelectuais, aceita uma suspensão voluntária da sua liberdade e das seus direitos de cidadão, seja de que ordem ou qualidade, de ânimo leve.
O abrandamento, em cedência, dessa prerrogativa pessoal em circunstâncias que o livre - arbítrio concede, é sempre um direito que só ao sujeito concerne.
Sócrates, pelo que se conhece públicamente do seu temperamento e carácter não poderia, nas circunstâncias em que se encontra, aceitar a proposta, hoje sabe - se, discricionária, que lhe foi endossada pelo Ministério Público sem esvaziar os falsos fundamentos da sua prisão preventiva e a tensão de alerta e combate contra a Corporação. É que nada de substancial seria acrescentado à sua posição de assumida revolta contra a humilhação encenada e levada, com laivos de mesquinhez, pessoal que não jurídica, a cabo.
ADIANTE...
" Despoluir " o debate político no caso em apreço? Como é isso possível? Como é possível reclamar de um processo estruturalmenbte político a que uma condição singular de um ex - Primeiro Ministro SOCIALISTA acusado por uma Corporação à qual deu combate nos privilégios injustificados, o seu esvaziamento para a burocracia, vista como assépticamente PURA, a não ser por puro oportunismo político e grosseira e ofensiva desmarcação partidária?
quinta-feira, junho 04, 2015
FAREWELL, MISTER!
"TRAIÇÕES " NO FUTEBOL? NONSENSE!
Ouvi dizer que o actual treinador do Benfica está de " malas aviadas " para o rival da Segunda Circular. As circunstâncias da sua saída do Benfica terão a sua explicação nos próximos dias. Entretanto, as reacções sobre esses desenvolvimentos estão aí, no mundo sportinguista e no do GLORIOSO.
Sinceramente, já que nunca fui um fã do treinador ( uma questão de carácter, meu e dele...) que não da Instituição e DA equipa de futebol que anualmente luta pelo prestígio do SLB, NADA de especialmente relevante tenho a dizer sobre o adeus.
Por ora, fica por cá o registo... que sobre as " fantásticas " dívidas que, eventualmente, na sua cabeça, o Benfica tenha para com as tarefas que aí desempenhou, das palavras de Diamantino - " Com as condições, ao nível do plantel, que lhe foram dadas, deveria ter feito muuuuito mais ... "
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quinta-feira, junho 04, 2015
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segunda-feira, junho 01, 2015
AINDA O P.S...
RUPTURA OU EVOLUÇÃO NA CONTINUIDADE?
Peter Sloterdijk, filósofo alemão, reflectindo sobre o papel fulcral de Descartes no desmantelamento de uma longa época dominada por dogmas e absolutos religiosos, numa Ordem decretada por Deus e ferozmente defendida pelos seus ministros e universidades, vê na irredutibilidade cartesiana uma convicção inabalável e projecta - a numa frase contundente - Quem tem a força de um novo início já não pode travar um diálogo com os mortos -
A Austeridade é hoje a linha teológica do Ocidente, melhor da U.E. e como bem tem sido salientado, representa, sob uma capa ideológica envergonhada dos seus pressupostos éticamente reprováveis, uma transferência democrática, jurídicamente ordinária, de recursos de uma classe para outra.
Se no capitalismo industrial do século XX o processo dessa transferência se fazia através da exploração do Trabalho de uma classe socialmente retratada no proletariado e nos assalariados agrícolas, na captação das mais - valias resultantes da sua actividade a troco de miseráveis salários, hoje, em plena era tecnológica, perante as modificações sociais que a ascensão das classes trabalhadoras através das suas conquistas reivindicativas e, principalmente, pelo acesso à Educação ( um privilégio burguês, então... ) refinou - se a investida sistémica, do controlo pelo Poder do Dinheiro, como leit-motiv das sociedades.
Por um lado elitiza - se em complexidades formais e monetárias o acesso à Educação referencial de liderança, em contraponto à Educação Pública; por outro lado e através desse mecanismo transferencial de competências, extrapolado às Universidades, tanto Públicas como Privadas, procede - se à reafirmação e solidificação teórico - prática do Pensamento Único nos futuros gestores, não só da coisa Pública como do resto.
Todo este edifício burro - tecnocrático abjura das outras maneiras de ver, de outros caminhos que ponham em causa o funcionamento da estrutura. É evidente que nesse monolitismo conceptual acabam sempre por se intrometer variáveis, que de menosprezadas pela irrelevância atribuídas e face à rigidez e previsibilidades auto -assumidas pelo mecanismo burocrático, acabam por deitar abaixo o Sistema em Crises recorrentes.
De auto - contricções piedosas e promessas de emenda, deixa - se assentar a poeira na ignorância diagnosticada do ZÉ e atribui - se aos monges instalados nos Governos títerizados e Instituições bancárias e políticas internacionais a cersedura do rasgão temporário através de, por exemplo, uma directiva chamada, em simplificação conceptual, AUSTERIDADE.
Uma vez aceite, sob chantagem, as regras que a enformam e que objectivamente irão transformar o quadro normativo das relações estabelecidas pelas dinâmicas históricas nacionais e sub - reptíciamente alterar, em pontos chaves, os travões protectores dos desequilíbrios sociais que o Sistema gera, a Política vê - se aprisionada dentro e nos limites do - NÃO HÁ ALTERNATIVA - que o quadro pré - criado exige.
Posto perante este caderno de encargos, que pelo desprezo evidente que a montante e a juzante se vai revelando em relação à empregabilidade, à solidariedade social, a políticas públicas de reabilitação e estímulo da economia, da Educação, da Cultura, da Saúde, tudo em nome de uma racionalidade orçamental (r)estrita, o Governo em exercício em Portugal cumpriu com zelo e militância as directivas impostas pelo Centro director da U.E. Mais, aproveitando, como bons oportunistas - A Crise é uma oportunidade, dizem- o alibi externo das imposições, cavalgaram uma agenda , também ela oportunista e ideológicamente velhaca na demolição do estado social em construcção desde Abril.
( continua... )
Peter Sloterdijk, filósofo alemão, reflectindo sobre o papel fulcral de Descartes no desmantelamento de uma longa época dominada por dogmas e absolutos religiosos, numa Ordem decretada por Deus e ferozmente defendida pelos seus ministros e universidades, vê na irredutibilidade cartesiana uma convicção inabalável e projecta - a numa frase contundente - Quem tem a força de um novo início já não pode travar um diálogo com os mortos -
A Austeridade é hoje a linha teológica do Ocidente, melhor da U.E. e como bem tem sido salientado, representa, sob uma capa ideológica envergonhada dos seus pressupostos éticamente reprováveis, uma transferência democrática, jurídicamente ordinária, de recursos de uma classe para outra.
Se no capitalismo industrial do século XX o processo dessa transferência se fazia através da exploração do Trabalho de uma classe socialmente retratada no proletariado e nos assalariados agrícolas, na captação das mais - valias resultantes da sua actividade a troco de miseráveis salários, hoje, em plena era tecnológica, perante as modificações sociais que a ascensão das classes trabalhadoras através das suas conquistas reivindicativas e, principalmente, pelo acesso à Educação ( um privilégio burguês, então... ) refinou - se a investida sistémica, do controlo pelo Poder do Dinheiro, como leit-motiv das sociedades.
Por um lado elitiza - se em complexidades formais e monetárias o acesso à Educação referencial de liderança, em contraponto à Educação Pública; por outro lado e através desse mecanismo transferencial de competências, extrapolado às Universidades, tanto Públicas como Privadas, procede - se à reafirmação e solidificação teórico - prática do Pensamento Único nos futuros gestores, não só da coisa Pública como do resto.
Todo este edifício burro - tecnocrático abjura das outras maneiras de ver, de outros caminhos que ponham em causa o funcionamento da estrutura. É evidente que nesse monolitismo conceptual acabam sempre por se intrometer variáveis, que de menosprezadas pela irrelevância atribuídas e face à rigidez e previsibilidades auto -assumidas pelo mecanismo burocrático, acabam por deitar abaixo o Sistema em Crises recorrentes.
De auto - contricções piedosas e promessas de emenda, deixa - se assentar a poeira na ignorância diagnosticada do ZÉ e atribui - se aos monges instalados nos Governos títerizados e Instituições bancárias e políticas internacionais a cersedura do rasgão temporário através de, por exemplo, uma directiva chamada, em simplificação conceptual, AUSTERIDADE.
Uma vez aceite, sob chantagem, as regras que a enformam e que objectivamente irão transformar o quadro normativo das relações estabelecidas pelas dinâmicas históricas nacionais e sub - reptíciamente alterar, em pontos chaves, os travões protectores dos desequilíbrios sociais que o Sistema gera, a Política vê - se aprisionada dentro e nos limites do - NÃO HÁ ALTERNATIVA - que o quadro pré - criado exige.
Posto perante este caderno de encargos, que pelo desprezo evidente que a montante e a juzante se vai revelando em relação à empregabilidade, à solidariedade social, a políticas públicas de reabilitação e estímulo da economia, da Educação, da Cultura, da Saúde, tudo em nome de uma racionalidade orçamental (r)estrita, o Governo em exercício em Portugal cumpriu com zelo e militância as directivas impostas pelo Centro director da U.E. Mais, aproveitando, como bons oportunistas - A Crise é uma oportunidade, dizem- o alibi externo das imposições, cavalgaram uma agenda , também ela oportunista e ideológicamente velhaca na demolição do estado social em construcção desde Abril.
( continua... )
domingo, maio 24, 2015
" EXPRESSEMOS ", POIS...
...EM PREGUIÇA E COM UMA VÉNIA SEMANAL.
O " Expresso " é de longe o melhor jornal português e, pelo que conheço da Imprensa internacional, dos melhores do planeta. E conheço o suficiente para fazer comparações que não citações " narcisistas " e pedantes, na linha do provincianismo deslumbrado da nossa praça.
" ALTOS "
Pedro Santos Guerreiro, Director Executivo do " Expresso " é um caso exemplar de analista político-económico, que à sageza profissional acrescenta uma disponibilidade ético-política que se reflecte na assertividade das suas opiniões " expressas " semanalmente. Um desmascaramento límpido que ao olhar subjectivo e comprometido acresce a racionalidade ( Razão + Ética ) sobre as circunstâncias do real com que se confronta.
A realidade lusa tem -lhe oferecido muitos cenários de análise e a maturidade com que os aborda, é, para mim, notável, num tempo de " manhas e falsos prestígios... )
BRAVO!
PARTIDO SOCIALISTA
António Costa, líder oposicionista à coligação governamental portuguesa, parece trilhar um caminho de solidez propositiva no que às incontornáveis " promessas "eleitorais o seu programa TEM de projectar, num distanciamento necessário das políticas seguidas pelo Governo PSD/CDS.
A circunstância, por aqui referida, do paradoxo político da prática socialista dentro de um sistema que a combate e renega sem alterar os pressupostos que definem e defendem a sua manutenção em oposição declarada às idiossincracias que a querem subverter, será um nó- cego que estaremos aqui a ver como será desatado.
É que, na minha opinião, a Democracia deixou - se aprisionar nos limites que um sistema económico lhe impôs, em nome do fim de História e da avalanche globalizadora da circulação, sem controlo do Capital, com mais - valias obscenas na exacta proporção da pobreza galopante da maioria da população planetária.
Um abcesso purulento, potenciador das pulsões naturais, julgávamos nós, extirpado pelo Iluminismo, e que hoje ainda nos agride e regride a concepções medievais da harmonização do Homem com a sua natureza animal.
Uma armadilha a que só uma ruptura concepcional, política, pois claro, dará satisfação.
Como, entrementes, a Ruptura ainda não atingiu o ponto de rebuçado, os alibis pragmáticos da política ocidental relembra - nos que " uma andorinha não faz a Primavera " e... faz - se o que se pode.
Não é assim a Vida, afinal?
" BAIXOS "
O ex - D.D.T. ( dono disto tudo ) fez, em tempos de glória, inadevertidamente, um auto - retrato de si e do sistema que lho permitiu, numa proclamação repetida e interiorizada por todos os DDT's ainda não desmascarados, e que dizia singelamente o seguinte - " O CAPITALISMO É UM SISTEMA AMORAL ".
Deixando de lado o absurdo do conceito " amoral " pela sua vacuidade ético-intelectual, as consequências da interiorização do despautério moral só podia, num quadro de pragmatismo racional do citador, originar um medonho edifício de irresponsabilidade onde os pruridos éticos se resolviam com atirar com o dinheiro para cima do " barulho " dos mais renitentes.
Hoje vai - se conhecendo, dramáticamente, como se fazem fortunas e como se compram silêncios, pela voz dos MEDIA ainda não corrompidos pelo sistema. E já são bem poucos, infelizmente...
Ainda bem, mesmo assim.
POLÍCIA DE CHOQUE
O braço armado do poder civil envolveu - se em escaramuças com os cidadãos, em Guimarães e em Lisboa, nomeadamente durante os festejos da conquista do campeonato nacional de futebol por parte do Benfica.
Confesso que têm sido raros os casos onde a ausência da Polícia de Choque e Assalto, nomeadamente em grandes manifestações de massas em concertos musicais e políticos se tenha sentido pela negativa. Pelo contrário, em quase todas as situações onde aparecem tem havido bronca. Porque será? Catalisadores de agressividade?
Em festas de celebrações pacíficas, como as que houve no ano transacto e seguramente com os mesmos protagonistas que lá estiveram este ano, como também estiveram nas exéquias de Eusébio precisam mesmo da presença de um Corpo de Intervenção cuja função é, objectivamente " malhar " a eito, sem olhar a quem?
Querem - me convencer que o papel deles é proteger?
O " Expresso " é de longe o melhor jornal português e, pelo que conheço da Imprensa internacional, dos melhores do planeta. E conheço o suficiente para fazer comparações que não citações " narcisistas " e pedantes, na linha do provincianismo deslumbrado da nossa praça.
" ALTOS "
Pedro Santos Guerreiro, Director Executivo do " Expresso " é um caso exemplar de analista político-económico, que à sageza profissional acrescenta uma disponibilidade ético-política que se reflecte na assertividade das suas opiniões " expressas " semanalmente. Um desmascaramento límpido que ao olhar subjectivo e comprometido acresce a racionalidade ( Razão + Ética ) sobre as circunstâncias do real com que se confronta.
A realidade lusa tem -lhe oferecido muitos cenários de análise e a maturidade com que os aborda, é, para mim, notável, num tempo de " manhas e falsos prestígios... )
BRAVO!
.
PARTIDO SOCIALISTA
António Costa, líder oposicionista à coligação governamental portuguesa, parece trilhar um caminho de solidez propositiva no que às incontornáveis " promessas "eleitorais o seu programa TEM de projectar, num distanciamento necessário das políticas seguidas pelo Governo PSD/CDS.
A circunstância, por aqui referida, do paradoxo político da prática socialista dentro de um sistema que a combate e renega sem alterar os pressupostos que definem e defendem a sua manutenção em oposição declarada às idiossincracias que a querem subverter, será um nó- cego que estaremos aqui a ver como será desatado.
É que, na minha opinião, a Democracia deixou - se aprisionar nos limites que um sistema económico lhe impôs, em nome do fim de História e da avalanche globalizadora da circulação, sem controlo do Capital, com mais - valias obscenas na exacta proporção da pobreza galopante da maioria da população planetária.
Um abcesso purulento, potenciador das pulsões naturais, julgávamos nós, extirpado pelo Iluminismo, e que hoje ainda nos agride e regride a concepções medievais da harmonização do Homem com a sua natureza animal.
Uma armadilha a que só uma ruptura concepcional, política, pois claro, dará satisfação.
Como, entrementes, a Ruptura ainda não atingiu o ponto de rebuçado, os alibis pragmáticos da política ocidental relembra - nos que " uma andorinha não faz a Primavera " e... faz - se o que se pode.
Não é assim a Vida, afinal?
" BAIXOS "
O ex - D.D.T. ( dono disto tudo ) fez, em tempos de glória, inadevertidamente, um auto - retrato de si e do sistema que lho permitiu, numa proclamação repetida e interiorizada por todos os DDT's ainda não desmascarados, e que dizia singelamente o seguinte - " O CAPITALISMO É UM SISTEMA AMORAL ".
Deixando de lado o absurdo do conceito " amoral " pela sua vacuidade ético-intelectual, as consequências da interiorização do despautério moral só podia, num quadro de pragmatismo racional do citador, originar um medonho edifício de irresponsabilidade onde os pruridos éticos se resolviam com atirar com o dinheiro para cima do " barulho " dos mais renitentes.
Hoje vai - se conhecendo, dramáticamente, como se fazem fortunas e como se compram silêncios, pela voz dos MEDIA ainda não corrompidos pelo sistema. E já são bem poucos, infelizmente...
Ainda bem, mesmo assim.
POLÍCIA DE CHOQUE
O braço armado do poder civil envolveu - se em escaramuças com os cidadãos, em Guimarães e em Lisboa, nomeadamente durante os festejos da conquista do campeonato nacional de futebol por parte do Benfica.
Confesso que têm sido raros os casos onde a ausência da Polícia de Choque e Assalto, nomeadamente em grandes manifestações de massas em concertos musicais e políticos se tenha sentido pela negativa. Pelo contrário, em quase todas as situações onde aparecem tem havido bronca. Porque será? Catalisadores de agressividade?
Em festas de celebrações pacíficas, como as que houve no ano transacto e seguramente com os mesmos protagonistas que lá estiveram este ano, como também estiveram nas exéquias de Eusébio precisam mesmo da presença de um Corpo de Intervenção cuja função é, objectivamente " malhar " a eito, sem olhar a quem?
Querem - me convencer que o papel deles é proteger?
segunda-feira, maio 18, 2015
EIN FAKTUM DER VERNUNFT ( um facto da Razão...)
UM MUNDO DE EMBUSTES E DE EMBUSTEIROS
Dir - me - ão que é da " NATUREZA HUMANA " a inamobilidade de tal constatação, cuja existência reiteradamente malsã, nos definiria, não só biológicamente mas também (ir)racionalmente, como (uma) espécie que se auto-reclama de predadora universal.
A (ir)racionalidade radica -se na circunstância civilizacional de poder prover à segurança do TODO, no que diz respeito à resolução dos alibis que justificam (ir)racionalmente os contextos e a sua demolição em nome de conceitos estruturados ou projectivamente estruturantes, com o fim de a justificar.
A lógica, cerebralmente percepcionada, de uma estrutura fechada (estruturada ) que parte de dados apresentados à partida, ( verdadeiros ou falsos ) não depende dessas categorias, para fazer o seu caminho conceptual ao nível do entendimento exploratório das suas conclusões futuras, já que funciona num registo ( intelectualmente correcto e coerente) passível de ser entendido dentro dessas premissas.
O problema que os embusteiros conhecem bem, são as consequências do que a amoralidade matemática permite contrabandear, em universos em que ela é uma parte, importante, mas não definitiva, do mundo do sapiens, ocidental, africano, asiático ou oriental.
Interpretar esses universos DISTINTOS que esporádicamente estiveram em contacto, nem sempre virtuoso, jazerá sempre numa extrapolação errada que as visões caseiras ( aparentemente estratificadas ) de uma uniformização dos interesses de classes permitirá a projecção enganadora.
O Embuste, o grande embuste que a Democracia vive nos dias que correm, os dias da também ela embusteira Globalização, que à visão das diferenças civilizacionais, não só históricas como, dentro de portas, de uma visão projectiva totalmente oposta aos valores que ela transporta e tenta universalizar através do vector dinheiro, tem contaminado, através da veiculação massiva dos transportadores do que se pretende ser Pensamento Único, asininamente ( não resisti...) burocratizado e burrocratizante de uma estória pré - determinada, que a tautologia dos pressupostos pré - definidos exige, lógicamente.
Este é o contexto civilizacional onde se tenta varrer das equações tautológicas da chamada economia científica, todas as incógnitas que as Liberdades impõem e que criou a Política, a DEMOCRACIA.
Não cabem nesta narrativa os valores condicionantes do lívre - arbítrio que fazem oscilar a estrutura asséptica dos números. Cria - se uma casta de funcionários políticos e uma Super Estrutura de Controlo e de Prebendas, hoje irremediávelmente comprometida com o seu discurso, pose e interiorização da Revelação, que se aplicam às nações em receitas Genéricas, nomeadamente aos mais renitentes, aos mais doentes, nas miseráveis declinações do nosso Primeiro - Ministro, Passos Portas Albuquerque.
No meio disto tudo ainda sobra espaço à Cretinice galopante dos, aparentemente mais avisados. Reduziu - se o problema migratório que assola a U.E, a um outro mentecapto embuste - o de tráfico de escravos - como se um problema civilizacional que tem a idade do Homem se reduzisse à tosca criminalidade dos fornecedores pagos, do transporte de sonhos de dignidade para paragens menos caóticas do que as suas Pátrias martirizadas pela decência libertária dos hipócritas moralistas ocidentais.
Define -se, pelo pseudo combate aos traficantes, a inteligência e a estratificação mental não dão para mais, a exacta importância com que o debate consequencial das porcarias infindas que continuamos a perpetuar ( a compaixão solidária resultou sempre da pressão dos votos eleitorais... e da permanência nos tachos...) em terras alheias e cá dentro, é vista pelo Ocidente e a relativização obscena das almas e da condição humana.
A fuga a essa interpretação da Política através dos dados viciados de uma instrumentalidade anti - social crescente, como o prova o fosso social que a sabotagem classista endinheirada cavou em relação à massificação de oportunidades através da Educação das classes mais desfavorecidas, hoje no desemprego e penúria, tem de ser uma exigência que os cidadãos que não se revêem nesta leitura, TÊM de fazer.
CASO CONTRÁRIO, se não forem consequentes como cidadãos, merecem o tratamento que a sua falta de atenção suscita junto aos embusteiros democráticos da República. Cá e lá fora...
Dir - me - ão que é da " NATUREZA HUMANA " a inamobilidade de tal constatação, cuja existência reiteradamente malsã, nos definiria, não só biológicamente mas também (ir)racionalmente, como (uma) espécie que se auto-reclama de predadora universal.
A (ir)racionalidade radica -se na circunstância civilizacional de poder prover à segurança do TODO, no que diz respeito à resolução dos alibis que justificam (ir)racionalmente os contextos e a sua demolição em nome de conceitos estruturados ou projectivamente estruturantes, com o fim de a justificar.
A lógica, cerebralmente percepcionada, de uma estrutura fechada (estruturada ) que parte de dados apresentados à partida, ( verdadeiros ou falsos ) não depende dessas categorias, para fazer o seu caminho conceptual ao nível do entendimento exploratório das suas conclusões futuras, já que funciona num registo ( intelectualmente correcto e coerente) passível de ser entendido dentro dessas premissas.
O problema que os embusteiros conhecem bem, são as consequências do que a amoralidade matemática permite contrabandear, em universos em que ela é uma parte, importante, mas não definitiva, do mundo do sapiens, ocidental, africano, asiático ou oriental.
Interpretar esses universos DISTINTOS que esporádicamente estiveram em contacto, nem sempre virtuoso, jazerá sempre numa extrapolação errada que as visões caseiras ( aparentemente estratificadas ) de uma uniformização dos interesses de classes permitirá a projecção enganadora.
O Embuste, o grande embuste que a Democracia vive nos dias que correm, os dias da também ela embusteira Globalização, que à visão das diferenças civilizacionais, não só históricas como, dentro de portas, de uma visão projectiva totalmente oposta aos valores que ela transporta e tenta universalizar através do vector dinheiro, tem contaminado, através da veiculação massiva dos transportadores do que se pretende ser Pensamento Único, asininamente ( não resisti...) burocratizado e burrocratizante de uma estória pré - determinada, que a tautologia dos pressupostos pré - definidos exige, lógicamente.
Este é o contexto civilizacional onde se tenta varrer das equações tautológicas da chamada economia científica, todas as incógnitas que as Liberdades impõem e que criou a Política, a DEMOCRACIA.
Não cabem nesta narrativa os valores condicionantes do lívre - arbítrio que fazem oscilar a estrutura asséptica dos números. Cria - se uma casta de funcionários políticos e uma Super Estrutura de Controlo e de Prebendas, hoje irremediávelmente comprometida com o seu discurso, pose e interiorização da Revelação, que se aplicam às nações em receitas Genéricas, nomeadamente aos mais renitentes, aos mais doentes, nas miseráveis declinações do nosso Primeiro - Ministro, Passos Portas Albuquerque.
No meio disto tudo ainda sobra espaço à Cretinice galopante dos, aparentemente mais avisados. Reduziu - se o problema migratório que assola a U.E, a um outro mentecapto embuste - o de tráfico de escravos - como se um problema civilizacional que tem a idade do Homem se reduzisse à tosca criminalidade dos fornecedores pagos, do transporte de sonhos de dignidade para paragens menos caóticas do que as suas Pátrias martirizadas pela decência libertária dos hipócritas moralistas ocidentais.
Define -se, pelo pseudo combate aos traficantes, a inteligência e a estratificação mental não dão para mais, a exacta importância com que o debate consequencial das porcarias infindas que continuamos a perpetuar ( a compaixão solidária resultou sempre da pressão dos votos eleitorais... e da permanência nos tachos...) em terras alheias e cá dentro, é vista pelo Ocidente e a relativização obscena das almas e da condição humana.
A fuga a essa interpretação da Política através dos dados viciados de uma instrumentalidade anti - social crescente, como o prova o fosso social que a sabotagem classista endinheirada cavou em relação à massificação de oportunidades através da Educação das classes mais desfavorecidas, hoje no desemprego e penúria, tem de ser uma exigência que os cidadãos que não se revêem nesta leitura, TÊM de fazer.
CASO CONTRÁRIO, se não forem consequentes como cidadãos, merecem o tratamento que a sua falta de atenção suscita junto aos embusteiros democráticos da República. Cá e lá fora...
segunda-feira, maio 04, 2015
UM TORPOR MALIGNO...
QUE ME EXIGE UMA PAUSA HIGIÉNICA, TEM - ME ARREDADO DESTE ESPAÇO.
Infelizmente, malgré moi, dei - me conta, embora por razões outras (sê - las - ão? ) que a INDIGNAÇÃO, quando sacudida por sucessivos e vexatórios chamamentos e provocações, torna - se, de facto, um grande inimigo do Pensamento crítico, e não só.
Estivesse eu hoje no lugar central da luta pela dignidade travada pelos trabalhadores e pelos desempregados de todo o mundo, a impotência que as minhas irrelevantes indignações transportam seria, como fora então, sobrelevada pela acção.
Estarei, provávelmente, hoje, na mesma singular posição, etária e conceptual de H. Bloom , quando se debruçou em prol da frieza analítica contra o arroubo indignado na visão crítica do desmascaramento. As minhas desculpas, pois, ao pensador americano...
A semana Ocidental foi medonha em vacuidade institucional a nível da U.E., bisonha, melancólicamente analfabeta nos USA, irracional no Médio - Oriente e medíocre, pacatamente medíocre cá no burgo.
É que só se me enrolam insultos na garganta. Deixá - los em paz ou cuspi - los para um poço vazio é a melhor atitude, por ora.
Infelizmente, malgré moi, dei - me conta, embora por razões outras (sê - las - ão? ) que a INDIGNAÇÃO, quando sacudida por sucessivos e vexatórios chamamentos e provocações, torna - se, de facto, um grande inimigo do Pensamento crítico, e não só.
Estivesse eu hoje no lugar central da luta pela dignidade travada pelos trabalhadores e pelos desempregados de todo o mundo, a impotência que as minhas irrelevantes indignações transportam seria, como fora então, sobrelevada pela acção.
Estarei, provávelmente, hoje, na mesma singular posição, etária e conceptual de H. Bloom , quando se debruçou em prol da frieza analítica contra o arroubo indignado na visão crítica do desmascaramento. As minhas desculpas, pois, ao pensador americano...
A semana Ocidental foi medonha em vacuidade institucional a nível da U.E., bisonha, melancólicamente analfabeta nos USA, irracional no Médio - Oriente e medíocre, pacatamente medíocre cá no burgo.
É que só se me enrolam insultos na garganta. Deixá - los em paz ou cuspi - los para um poço vazio é a melhor atitude, por ora.
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CALAMATCHE
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segunda-feira, maio 04, 2015
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sábado, abril 25, 2015
ALTERNÂNCIA OU TESTE?
António Costa
O secretário - geral do Partido Socialista apresentou, deixou apresentar ao país , com o seu elevado patrocínio, um catálogo de opções económico - financeiras que darão ao P.S. a base do seu programa de governo que em tempo útil os portugueses irão conhecer.
Se quisesse, levianamente, claro, resumir por alto o meu entendimento sobre o que ouvi, resumia - o de seguinte modo - Fazer diferente, usando as mesmas ferramentas, sobre uma realidade inamovível, que não permite outro tipo de apreciação, outra visão, que não a projectada e assimilada, qualquer que seja a perspectiva do observador. COMO?
É evidente que o grupo de economistas, para reflectir e projectar outras maneiras de fazer teria de bordejar ideológicamente a realidade social e não só a económica e financeira, nas soluções outras. E fizeram - no, dentro de um quadro assumidamente liberal, como liberais serão, aparentemente, as suas visões políticas do mundo e não socialistas.
Dir - me - ão que, aliás como o actual P. Ministro, Passos Coelho, o tem feito até à náusea, que sem dinheiro não há socialismo, não há política social que nos valha e que, em concomitância, só a visão liberal saberá lidar com a economia em termos de sucesso. Tudo bem! Nada tenho a dizer contra a honestidade intelectual que os sinais que a bem elaborada exposição e explicação do COMO me trouxeram. e FICÁMOS A SABER ao que vem o P.S.
Entre o liberalismo bacoco, que a dureza contabilística e crueldades político - burrocráticas indigentes de competência governativa com que a coligação de Direita reduziu o país ao descalabro e o liberalismo - socialista, ancorado na narrativa do Pensamento Único de melancólica e redutora tacanhez humanista, caberá aos eleitores DECIDIR.
Deixando aos especialistas o recorte analítico das contas do Deve e Haver, a mim interessará saber qual a visão política que sustentará a diferença, com outros olhos, que não os já referenciados globalmente, no modo de VER.
Aparentemente, irá haver uma pequena graduação nas dioptrias. A armação ameaça manter - se...
Até poderá ser que me engane... Estaremos aqui para ver O programa eleitoral.
segunda-feira, abril 20, 2015
J' ACUSE!
REFLEXÕES POLÍTICAMENTE INCORRECTAS...
... provocadas por mais um desastre humanitário, desta vez no Mediterrâneo...
Por um lado, acenámos - lhes com a nossa democracia, o melhor dos mundos e ajudámos, quando não tomámos, em livre arbítrio, a iniciativa no derrube dos seus Estados e dos seus " regimes ", em nome da Liberdade ( o alibi de toda a imoralidade... ), mostrando - lhes a riqueza " mediática " do nosso Paraíso, reduzindo a sua soberania a escombros e instalando o CAOS, político, económico, social num torvelinho de mortandade e cadáveres. Para uma civilização que sente a Morte como inimigo a abater, não está mal...
Entretanto, vedámos - lhes o acesso ao condomínio, ao sal na Terra, de cuja posse e pose nos vangloriamos , em exemplo do que a Democracia lhes promete...
ACUSO a Civilização Ocidental de todos os males de que padece este maltratado planeta e da miserável condição do sapiens na maioria das paragens do planeta, dos ambientais aos humanitários, na garupa de um sistema político - económico criminoso, pela envergadura de que as suas decisões transportam em consequências nefastas para todos os povos onde a sua global influência funciona e se exerce.
O TERROR, hoje localizado alhures, enquanto a sua face civilizada esconde entre nós as decapitações e assassínios em massa em plena liberdade e consentimento democrático das vítimas, no seu espelhamento brutal, transparente e bárbaro, aparentemente indiscriminado na sua vitimização de inocentes, de cuja condição também nos reclamamos em inconsciência cínica e hipócrita, não é senão o resultado das NOSSAS decisões, TOMADAS PELOS DIRIGENTES QUE ESCOLHEMOS PARA DECIDIR, na exportação da Morte e Caos para paragens e povos de que a maioria nem sequer conhecia a existência. ( Olhos que não vêem... ).
Não há, actualmente, nenhum Estado, ou para usar a linguagem imbecil da geo - estratégia política no Ocidente, nem nenhum " regime " que, demolido, casos recentes do Iraque, Líbia, Síria, cuja população agradeça ao Ocidente a religiosidade compassiva da sua cruzada em contemplação do seu Bem - Estar, como alibi para o derrube dos seus dirigentes, NENHUM.
Estados estáveis e florescentes com futuros promissores, como a Líbia, o IRAQUE por exemplo, e, cruzes canhoto, a Venezuela ( na lista de espera dos " regimes " a abater... ), ciosas da sua soberania, conhecedores da complexidade da sua heterogénea população e do frágil equilíbrio, religioso e tribal, mantido com firmeza por estruturas políticas maioritáriamente NORMALIZADAS E TRADICIONAIS no Médio - Oriente, viram - se varridas da convivência planetária e os seus dirigentes assassinados. Em nome de quê?
Por enquanto, resiste o Irão, já que a desconfiança da posse de armamento nuclear no mercado negro pós-URSS, tem travado ímpetos sionistas e paranóias ocidentais, mais do que o desenvolvimento da energia nuclear em progresso.
O mundo, como os historiadores futuros irão descobrir, não mudou com o 11 de Setembro mas sim com o derrube do Gadahfi e do Sadahm e dos seus " regimes ". Hoje a madame Clinton chora o erro e verbalizou - o. Tarde demais! A leviandade política imatura, a ignorância histórica, a Estupidez, a fanfarronice militar e a Cupidez continuam a estar na raíz dos pecados que assolam o Globo, que a avalanche do DAESH continuará a empurrar, juntamente com os infiéis, para o mar. Foi, e É, um filho do CAOS.
E... QUEM QUER RECEBER AS " CONSEQUÊNCIAS " DAS PORCARIAS, FEITAS ENTÃO E AINDA HOJE, E QUE NOS BATEM À COSTA E ÀS NOSSAS CONSCIÊNCIAS INOCENTES? A EUROPA, SABE - SE QUE NÃO...
TALVEZ OS U.S.A., NÃO?
sexta-feira, abril 17, 2015
G.E.S. (2)
O CASO B.E.S.
Ricardo Salgado
Décadas de impunidade, imputabilidade, arrogância financeira, tráfico de influências, por um lado, cobardia política, corrupção, venalidade profissional, negligência, servilismo, por outro lado, dentro do território nacional, num sistema, hoje globalizado, que infecta todas as paragens do planeta e afecta directa e indirectamente todas as almas, corrupto e corruptor, imoral na sua essência exploradora de Todas as nossas fraquezas e virtudes humanas, caldearam, cá dentro e lá fora, o PÂNTANO fétido em que todos nos mergulhamos, pela impossibilidade de piso limpo e seco.
Então, e os " OUTROS ? " - abre a cara de espanto o monge da nova religiosidade. Poder - se - ia, em absurdo humanista, ripostar - SERÃO EXEMPLOS A SEGUIR? Ou, em racionalidade analítica, - Possuem os depojos e as vítimas mais visíveis do nosso escárnio cínico-civilizacional e não voluntários submissos da nossa complacência e piedosa solidariedade, ou - biológicamente, - Trata - se de uma luta pela sobrevivência e dignidade, já em desespero armado.
BAADEN - MEINHOF, KOZO OKAMOTO, IRA, ETA,BRIGATE ROSSE, VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA, são nomes de uma época não muito distante na nossa história. Anestesiados que estamos com o terror do Islão, e descrentes de uma redefinição neo - fascista já em marcha e, ó céus, democrática e sibilinamente introduzida no nosso tecido legislativo, andamos distraídos das condições objectivas que o mundo, então, se formatava e cuja face maquilhada de hoje vai escondendo... até um dia.
Voltando ao B.E.S.
A Comissão Parlamentar de Inquérito ao G.E.S. já fez o seu trabalho. E, surpreendentemente para muitos, onde me incluo, fê - lo com HONESTIDADE. Identificou já, directa e indirectamente, TODOS os intervenientes responsabilizáveis pela gestão criminalizável do G.E.S., incluindo nesse processo a responsabilização da actual e ainda em exercício, governance, NO MÍNIMO, INCOMPETENTE, dos REGULADORES.
Agora, será a vez da Justiça e iremos descobrir, tão certo como eu estar aqui, porque é que tudo ISSO foi possível, porque é que TODOS os intervenientes, directa ou indirectamente implicados, acharam possível uma impunidade nas suas acções e omissões e cumplicidades.
Ricardo Salgado
Décadas de impunidade, imputabilidade, arrogância financeira, tráfico de influências, por um lado, cobardia política, corrupção, venalidade profissional, negligência, servilismo, por outro lado, dentro do território nacional, num sistema, hoje globalizado, que infecta todas as paragens do planeta e afecta directa e indirectamente todas as almas, corrupto e corruptor, imoral na sua essência exploradora de Todas as nossas fraquezas e virtudes humanas, caldearam, cá dentro e lá fora, o PÂNTANO fétido em que todos nos mergulhamos, pela impossibilidade de piso limpo e seco.
Então, e os " OUTROS ? " - abre a cara de espanto o monge da nova religiosidade. Poder - se - ia, em absurdo humanista, ripostar - SERÃO EXEMPLOS A SEGUIR? Ou, em racionalidade analítica, - Possuem os depojos e as vítimas mais visíveis do nosso escárnio cínico-civilizacional e não voluntários submissos da nossa complacência e piedosa solidariedade, ou - biológicamente, - Trata - se de uma luta pela sobrevivência e dignidade, já em desespero armado.
BAADEN - MEINHOF, KOZO OKAMOTO, IRA, ETA,BRIGATE ROSSE, VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA, são nomes de uma época não muito distante na nossa história. Anestesiados que estamos com o terror do Islão, e descrentes de uma redefinição neo - fascista já em marcha e, ó céus, democrática e sibilinamente introduzida no nosso tecido legislativo, andamos distraídos das condições objectivas que o mundo, então, se formatava e cuja face maquilhada de hoje vai escondendo... até um dia.
Voltando ao B.E.S.
A Comissão Parlamentar de Inquérito ao G.E.S. já fez o seu trabalho. E, surpreendentemente para muitos, onde me incluo, fê - lo com HONESTIDADE. Identificou já, directa e indirectamente, TODOS os intervenientes responsabilizáveis pela gestão criminalizável do G.E.S., incluindo nesse processo a responsabilização da actual e ainda em exercício, governance, NO MÍNIMO, INCOMPETENTE, dos REGULADORES.
Agora, será a vez da Justiça e iremos descobrir, tão certo como eu estar aqui, porque é que tudo ISSO foi possível, porque é que TODOS os intervenientes, directa ou indirectamente implicados, acharam possível uma impunidade nas suas acções e omissões e cumplicidades.
domingo, abril 12, 2015
MEA CULPA...
LISTA VIP
...em " EXPRESSANDO "...
Ingenuidade minha, ter pensado, desvalorizando o escavanço mediático-justicialista da famigerada Lista Vip, que não passaria de uma simulação informática chico - esperta do género poder ser feita, no sentido de proteger, globalmente, o acesso indevido, ilegal, a dados da vida dos cidadãos que o Estado tem o dever legal de protecção em confidencialidade acordada com a nação.
O " Monstro ", afinal, é um icebergue que esconde o seu conteúdo ameaçador durante décadas, ao arrepio dos contribuintes, Afinal, o que o mergulho mediático revela, como se vem a saber, é que são aos milhares as entidades empresariais e individuais ORAcom acesso livre à vida privada e ao património fiscal e tributário dos portugueses.
E ISSO É MUUUUUITO GRAVE, NO ESTADO QUE SE DIZ DE DIREITO...
CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS? ATÉ VER.... ZERO!
FALSO JIADISTA
Como também foi muuuuito grave o êrro cometido pelo Expresso na publicação leviana de uma fotografia de um cidadão português como jiadista procurado pelas autoridades que se veio a constatar como uma falsidade ( as circunstâncias actuais agravam a displicência... ) que pôs a cabeça a prémio de um inocente.
A gravidade da ofensa, relativa, claro..., mereceria um pedido de desculpas com outro relevo e mais enfatização, o que não foi o caso.
PRESIDENCIAIS
ISTO está a mexer....
O despontar do número de cidadãos preocupados com o estado do país e que se sentem capazes de dar a sua contribuição, como candidatos à presidência da República, apraz - nos, na constatação de que NÃO ESTÁ TUDO A DORMIR.... e que, de facto, o torpor cívico vai ser sacudido pelas " ofertas " de soluções democráticas.
O facto surpreendente que agita hoje o P.S. com a colagem tendencial, até agora teórica a Sampaio da Nóvoa, numa péssima gestão do dossier presidenciais pelo seu secretário - geral, tem marcado a semana política, pelo que da desfocagem da táctica essencial que deveria ter as legislativas como condicionante premium da eleição da Presidência do País, no enfraquecimento desse partido à alternância que, aparentemente, a maioria da população deseja.
Por mim, o P.S. ainda vai a tempo... no que às legislativas concerne...
O caldeirão eleitoral está a prometer muitas ementas, que o quadro de desconfianças, assoladas pela CORRUPÇÃO POLÍTICA, estimula à derivação partidária.
Que apareçam mais candidatos e que se estimule o hábito da polémica política, amortalhada hoje pelo Pensamento Único.
TAP
Foi um excelente cartão de visita, assim, sem aspas, do país e com ele, um retrato digno de capacidade dos recursos nacionais.
Hoje, na sua criminosa e despudorada decadência, como o país, continua a ser icónico nas circunstancialidades que a vai levar a outros desígneos. É LIXO, nas classificações instrumentais capitalistas, descartável, para a nossa saloia e deslumbrada governação, que nunca conseguiria, por estreiteza mental ( a ideologia é uma muleta que NADA tem a ver com a estupidez política... ) inferir que a a riqueza da TAP, que atrai a predação internacional, está no Know How dos seus TRABALHADORES, no seu saber instalado e transmissível.
PORCA MISÉRIA!
UM PERFIL PSICOLÓGICO
Duplo oportunismo e uma decepção. Confesso que aprecio e quero continuar a apreciar o espírito independente de Rui Rio, o ex - autarca, presidente da Câmara do Porto, Regionalista, sem ser boçal, bimbo, ou transmontano, num país de regionalidades marcantes que não contempla a capital, Lisboa, como o modelo nacional, ciosas das suas tradições e dos seus santos,
Rio criou, para mim, uma imagem que não se coaduna com o uso político-oportunístico-interesseiro que, pelo seu amigo Carlos Mota Cardoso promete exercer através de uma biografia psicológica do dito.
Rui Rio é conhecido sobejamente pelo país e ninguém estranhará que, de livre vontade, se candidate às eleições presidenciais. Seria até uma mais - valia política no caldeirão eleitoral que aí vem...
Uma biografia ético - temperamental como lançamento da sua eventual candidatura será um tiro no pé. Dar - nos - ia, eventualmente, a conhecer, talvez, traços de carácter de Rio só ao alcance de amigos próximos de que nem quereríamos aprofundar, como eleitores... eventuais.
E daí? É que ele há coisas que aceitamos e protegemos em amigos e não toleramos nos outros...
GUTERRES
Eu nunca acreditei no regresso de Guterres à política portuguesa. E....., sim, fundamentei as minhas convicções nas razões que motivaram a sua " deserção " cívica, aliás como Barroso, do Portugal político. Um pântano, nas suas próprias palavras, contra o qual não se sentia com forças para drenar.
Preferiu outros " pântanos " e outras misérias, essas muito mais sangrentas do que as nossas, em todos os parâmetros mensuráveis. Acontece que, o que em exposição e respeito pela inacção militante e séria a hipérbole ululante do retrato dos refugiados do planeta, a sua condição de sobrevivência, as razões da sua existência, o seu futuro,, a miséria e falta de dignidade da sua condição exposta à COMPAIXÃO e não, como se EXIGIRIA, à Razão política dos líderes responsáveis pelo exclusão..., será tudo, pelo que se interioriza da piedade e pensamento religioso, compassivo e... lamento constatá - lo, irrelevante na marcha dos acontecimentos, menos merecedor de aplausos que não de lástima humanista e GRATIFICANTE, ao ponto da demissão de responsabilidades nacionais.
Assunto encerrado, pois, pelo menos para mim...
GRÉCIA
O " povo " que elegeu Syrisa como base da sua governação, ainda o apoia, mesmo sabendo das dificuldades esperadas e adversariadas por uma U..E. catatónica, que não quer perder à Racionalidade Política o que interioriza de Contabilidade Financeira sob a religiosidade monacal da Austeridade dos seus monges e perfeitos de Bruxelas imposta aos pagãos do edénico e imerecido SUL.
A Democracia é isto. O resto, prefigurado no Pensamento Único, são corruptelas e contrabandos regionais de baixo - alemães, pouco nostálgicos dos séculos XVI ,XVII e XVIII, dos espanhóis, portugueses e de uma França fossilizada pela Burocracia por si dada ao mundo.
Contrariando o título da reportagem do Expresso sobre a Grécia, diria que, felizmente, ela não está entre a espada e parede, o que a maior parte dos países da U.E. não pode dizer das suas definidas circunstâncias.
A Grécia pode sempre escolher o que mais lhe convém. Ela sente - se e viu - se, LIVRE para o fazer apesar das consequências ameaçadas e esperadas.
Não sei se a U.E., no seu todo, poderá reivindicar o mesmo...
...em " EXPRESSANDO "...
Ingenuidade minha, ter pensado, desvalorizando o escavanço mediático-justicialista da famigerada Lista Vip, que não passaria de uma simulação informática chico - esperta do género poder ser feita, no sentido de proteger, globalmente, o acesso indevido, ilegal, a dados da vida dos cidadãos que o Estado tem o dever legal de protecção em confidencialidade acordada com a nação.
O " Monstro ", afinal, é um icebergue que esconde o seu conteúdo ameaçador durante décadas, ao arrepio dos contribuintes, Afinal, o que o mergulho mediático revela, como se vem a saber, é que são aos milhares as entidades empresariais e individuais ORAcom acesso livre à vida privada e ao património fiscal e tributário dos portugueses.
E ISSO É MUUUUUITO GRAVE, NO ESTADO QUE SE DIZ DE DIREITO...
CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS? ATÉ VER.... ZERO!
FALSO JIADISTA
Como também foi muuuuito grave o êrro cometido pelo Expresso na publicação leviana de uma fotografia de um cidadão português como jiadista procurado pelas autoridades que se veio a constatar como uma falsidade ( as circunstâncias actuais agravam a displicência... ) que pôs a cabeça a prémio de um inocente.
A gravidade da ofensa, relativa, claro..., mereceria um pedido de desculpas com outro relevo e mais enfatização, o que não foi o caso.
PRESIDENCIAIS
ISTO está a mexer....
O despontar do número de cidadãos preocupados com o estado do país e que se sentem capazes de dar a sua contribuição, como candidatos à presidência da República, apraz - nos, na constatação de que NÃO ESTÁ TUDO A DORMIR.... e que, de facto, o torpor cívico vai ser sacudido pelas " ofertas " de soluções democráticas.
O facto surpreendente que agita hoje o P.S. com a colagem tendencial, até agora teórica a Sampaio da Nóvoa, numa péssima gestão do dossier presidenciais pelo seu secretário - geral, tem marcado a semana política, pelo que da desfocagem da táctica essencial que deveria ter as legislativas como condicionante premium da eleição da Presidência do País, no enfraquecimento desse partido à alternância que, aparentemente, a maioria da população deseja.
Por mim, o P.S. ainda vai a tempo... no que às legislativas concerne...
O caldeirão eleitoral está a prometer muitas ementas, que o quadro de desconfianças, assoladas pela CORRUPÇÃO POLÍTICA, estimula à derivação partidária.
Que apareçam mais candidatos e que se estimule o hábito da polémica política, amortalhada hoje pelo Pensamento Único.
TAP
Foi um excelente cartão de visita, assim, sem aspas, do país e com ele, um retrato digno de capacidade dos recursos nacionais.
Hoje, na sua criminosa e despudorada decadência, como o país, continua a ser icónico nas circunstancialidades que a vai levar a outros desígneos. É LIXO, nas classificações instrumentais capitalistas, descartável, para a nossa saloia e deslumbrada governação, que nunca conseguiria, por estreiteza mental ( a ideologia é uma muleta que NADA tem a ver com a estupidez política... ) inferir que a a riqueza da TAP, que atrai a predação internacional, está no Know How dos seus TRABALHADORES, no seu saber instalado e transmissível.
PORCA MISÉRIA!
UM PERFIL PSICOLÓGICO
Duplo oportunismo e uma decepção. Confesso que aprecio e quero continuar a apreciar o espírito independente de Rui Rio, o ex - autarca, presidente da Câmara do Porto, Regionalista, sem ser boçal, bimbo, ou transmontano, num país de regionalidades marcantes que não contempla a capital, Lisboa, como o modelo nacional, ciosas das suas tradições e dos seus santos,
Rio criou, para mim, uma imagem que não se coaduna com o uso político-oportunístico-interesseiro que, pelo seu amigo Carlos Mota Cardoso promete exercer através de uma biografia psicológica do dito.
Rui Rio é conhecido sobejamente pelo país e ninguém estranhará que, de livre vontade, se candidate às eleições presidenciais. Seria até uma mais - valia política no caldeirão eleitoral que aí vem...
Uma biografia ético - temperamental como lançamento da sua eventual candidatura será um tiro no pé. Dar - nos - ia, eventualmente, a conhecer, talvez, traços de carácter de Rio só ao alcance de amigos próximos de que nem quereríamos aprofundar, como eleitores... eventuais.
E daí? É que ele há coisas que aceitamos e protegemos em amigos e não toleramos nos outros...
GUTERRES
Eu nunca acreditei no regresso de Guterres à política portuguesa. E....., sim, fundamentei as minhas convicções nas razões que motivaram a sua " deserção " cívica, aliás como Barroso, do Portugal político. Um pântano, nas suas próprias palavras, contra o qual não se sentia com forças para drenar.
Preferiu outros " pântanos " e outras misérias, essas muito mais sangrentas do que as nossas, em todos os parâmetros mensuráveis. Acontece que, o que em exposição e respeito pela inacção militante e séria a hipérbole ululante do retrato dos refugiados do planeta, a sua condição de sobrevivência, as razões da sua existência, o seu futuro,, a miséria e falta de dignidade da sua condição exposta à COMPAIXÃO e não, como se EXIGIRIA, à Razão política dos líderes responsáveis pelo exclusão..., será tudo, pelo que se interioriza da piedade e pensamento religioso, compassivo e... lamento constatá - lo, irrelevante na marcha dos acontecimentos, menos merecedor de aplausos que não de lástima humanista e GRATIFICANTE, ao ponto da demissão de responsabilidades nacionais.
Assunto encerrado, pois, pelo menos para mim...
GRÉCIA
O " povo " que elegeu Syrisa como base da sua governação, ainda o apoia, mesmo sabendo das dificuldades esperadas e adversariadas por uma U..E. catatónica, que não quer perder à Racionalidade Política o que interioriza de Contabilidade Financeira sob a religiosidade monacal da Austeridade dos seus monges e perfeitos de Bruxelas imposta aos pagãos do edénico e imerecido SUL.
A Democracia é isto. O resto, prefigurado no Pensamento Único, são corruptelas e contrabandos regionais de baixo - alemães, pouco nostálgicos dos séculos XVI ,XVII e XVIII, dos espanhóis, portugueses e de uma França fossilizada pela Burocracia por si dada ao mundo.
Contrariando o título da reportagem do Expresso sobre a Grécia, diria que, felizmente, ela não está entre a espada e parede, o que a maior parte dos países da U.E. não pode dizer das suas definidas circunstâncias.
A Grécia pode sempre escolher o que mais lhe convém. Ela sente - se e viu - se, LIVRE para o fazer apesar das consequências ameaçadas e esperadas.
Não sei se a U.E., no seu todo, poderá reivindicar o mesmo...
sábado, abril 11, 2015
EU VETO...
CABO VERDE
O Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, vetou a proposta de lei sobre a revisão dos Estatutos que lhe foi apresentada pela Assembleia dos deputados. Fez bem. Os tempos difíceis por que passa a população não se coaduna com o reforço salarial dos políticos e dos funcionários do Estado.
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sábado, abril 11, 2015
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quarta-feira, abril 08, 2015
MAC#114
CABO VERDE
Esses são os rostos da liderança, na ilha de Santiago e Sal, respectivamente Rony Moreira e Jassy Sousa, de um movimento cívico que encabeçou a marcha de cidadãos caboverdianos contra a aprovação pelos deputados da proposta do Estatuto dos titulares de cargos políticos apresentado pelo Governo, aparentemente com luz verde de toda a Assembleia, em todas as ilhas do arquipélago.
A proposta de revisão salarial dos titulares políticos, numa economia a braços com problemas de desemprego jovem e a passar por um período negativo, a juntar aos elevados salários já em prática junto dos gestores governamentais, despoletou a criação de um movimento não - partidário, civil e eminentemente jovem nas suas origens, contra o que consideram um abuso dos políticos numa terra onde os recursos, por escassos, deverem ser tratados com parcimónia ética.
Acompanharemos os desenvolvimentos deste caso e a posição do Presidente da república em relação a um seu eventual veto, ou não...
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CALAMATCHE
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quarta-feira, abril 08, 2015
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sábado, abril 04, 2015
BERGOGLIO, CIDADÃO DO MUNDO
O humano é a banalidade do sofrimento físico e desconforto espiritual. É, na naturalidade da sua essência, suor, lágrimas, sangue, fezes, morte.
Essa é a natureza do Homem a quem o Papa Francisco dedica o conforto da sua fé, a força no sofrimento e a solidariedade na esperança, não a prosápia institucional das cortes assépticas, catequista e burocrática de uma Cúria fossilizada durante séculos de um Cristianismo pouco atento às mudanças e às proridades existenciais adversariadas hoje por um sistema, hoje dominante no planeta. Um sistema que encabeça, nas suas palavras certeiras contra a hipocrisia do políticamente correcto do status, uma economia que mata com o política, económica e financeiramente "correcto " Pensamento Único da nova religião a pautar o destino das Nações e o comportamento individual. Uma religião pagã, em todos os sentidos da palavra, pela desmontagem friamente executada dos laços que nos une como humanos, como espécie e que se decantou em experiências adquiridas e supunha - se assimilada pelo Homem contemporâneo.
É evidente que o Papa Francisco incomoda ao privilégio, instalado em qualquer cadeirão, do sacro ao profano, pelo mau exemplo da partilha e nivelamento das preocupações dos povos com as suas, um trânsfuga, traidor e denunciante dos processos de casta, do Poder, ele que é o representante espiritual de milhões de almas e de um Pensamento - o de Cristo - amarfalhado nas alcatifas de falsos crentes, habitantes da Cúria e das representações profanas do Poder e do privilégio financeiro.
À luta humanista contra o Cinismo e a Hipocrisia, uma luta moral contra os privilégios de casta, ferozmente defendidos por quem os detém sempre se opuseram os Poderes e ela tem contado a História do sapiens neste planeta com a Liberdade como leit - motiv em cada renovação e em todos os recantos do planeta.
O Bem e o Mal, categorias movediças que o pragmatismo relativista reduziu a curiosidades existencialistas, ética e moralmente assépticas e instrumentais com resultados civilizacionais de assombrosa diabolização, são coisas concretas, intimamente apreendidas pela consciência social de QUALQUER Homem adulto. que a interpretação positivista remete, nas suas consequências práticas a uma responsabilidade individual que não, como deveria e era, colectiva.
Sou ateu, pelo que da incompreensão racional e alcance da natureza de Deus me é vedado pela minha natureza. Tenho o Papa Francisco como a única referência moral do planeta, como representante e defensor de uma dignidade pessoal devida à humanidade, no seu todo.
Toda a reacção, em nome da hipocrisia políticamente correcta e da tradição, adversa ao seu papado confirmará a justeza da sua luta. Aliás, basta ver de que lado vêm os ataques e tudo se torna transparente, aos nossos olhos...
sexta-feira, abril 03, 2015
PRESIDENCIAIS ( 1)
Não tenho a mínima dúvida que Sampaio da Nóvoa, o putativo candidato do P.S. às eleições presidenciais, a fazer fé nos Media, seja um homem sério, muito competente na sua área profissional bem conhecido nos meios académicos e eventualmente da cúpula dos partidos nacionais.
Também sei que para além desse diminuto universo eleitoral é práticamente desconhecido dos eleitores nacionais, pelo que terá o P.S., a braços com o problema de dinamização da sua campanha de consolidação do seu líder e das propostas a apresentar ao eleitorado, um outro exercício urgente a fazer que será a massificação mediática e substantiva do seu proponente ao mais alto cargo da República. E com urgência...
Do " conservadorismo " dessa escolha sobressai o vazio de figuras prestigiadas dentro da sua estrutura política com reconhecido perfil e mérito político junto da população votante. É que o seguidismo político confiante de outras eras foi chão que já deu uvas, hoje assolado por uma crise de representação que se vai evidenciando em cada acto eleitoral.
Se acrescentarmos a isso, lamento dizê - lo, a moleza civilizada e de gabinete com que o secretário - geral do P.S., António Costa tem abordado o discurso oposicionista, em contraste com a desilusão ruidosa da maioria da população com a Política e, nomeadamente, com o governo de Cavaco/Passos/Portas, desconfio que muito terá de ser feito a nível partidário no sentido de galvanizar os militantes em prol da aproximação ao P.S. e de uma maioria absoluta. É que, falhado este objectivo, o Pântano em que o País se irá atolar será pior que o pântano ético e não só político,previsto, então por Guterres...
A campanha eleitoral para as legislativas vai ser feia, porca e mázinha. PREPAREM - SE! A Direita dos interesses não costuma ter problemas éticos...
segunda-feira, março 30, 2015
PEDOFILIA, UM PROBLEMA CIVILIZACIONAL
PORQUÊ UM PROBLEMA ?
( opinião racionalarve de um hetero anti - pedofilia em maravilhamento com três netas de oito, cinco e quatro aninhos... )
Não é preciso ir muito longe na História recente de temas fracturantes, onde a sexualidade tem estado na origem de acesas, sérias e alarves discussões, como, por exemplo, a abertura redencionista aos direitos do(a)s homossexuais de saírem da clandestinidade e marginalidade social que o(a)s ostracizava e os penalizava como doentes mentais, pelo que da sua escolha voluntária, consciente e não natural ( até hoje não há provas contraditórias... ) e libertinagem sexual,dizia, para que nos surpreendamos com o D.P.A. ( Movimento pró - pedofilia dinamarquês ) e suas reinvindicações em nome de um relacionamento tabu na consciência adquirida de qualquer adulto socializado, civilizado.
O enquadramento legal, hoje existente genéricamente no Ocidente é, a par da educação, atenção e vigilância parentais e familiares deve(ria) ser a melhor forma de controlar, manter sobre controlo a Pedofilia, se se não desse essa circunstancialidade perturbante da maioria dos casos de agressão pedófila acontecer dentro do ambiente familiar e no universo liberto e aceite da homossexualidade que tem generalizada e históricamente a sua iniciação na abordagem pedófila incitada pelo exemplo nas " marginalidades " escolares e religiosas.
Lamentávelmente, a sombra que este, hoje problema, ontem tabu, lançou sobre as sociedades, contaminando o relacionamento emocionalmente saudável no seio familiar entre as suas crianças e adultos, na sua integração social, teve, em algumas paragens, como Portugal, com a aterradora perspectiva da projecção PÚBLICA de uma lista de condenados por pedofilia que não de pedófilos, ( insisto na tese da VONTADE livre... ),uma categoria específica e casualmente oportunística de acesso ao prazer sexual que não um marcador genético ou derivações traumáticas pseudo-psicológicos... ), um upgrade assustador, derivado, na minha modesta opinião de curioso psicológicamente saudável, que não de Ministra, numa assustadora ignorância histórica que nem uma experiência, pessoal ou não, permite caucionar, pelo risco acrescido de ataque inaceitável aos direitos e garantias dos cidadãos da República.
A complexidade que a distinção, aos olhos populares, do ataque pedófilo isolado e oportunístico e a contumácia redundante faz, deveria fazer a diferença jurídica que uma LISTA não contempla na sua redutora contundência.
E é aqui, nesta falta de JUÍZO e na ligeireza conceptual de uma abordagem........ visceral, própria de um cidadão enraivecido, eventualmente em caracterização no topo deste post, se tocado pessoalmente e não racionalmente por ESTE problema, que a minha crítica e apelo aos deputados da Assembleia que CHUMBEM essa insensatez incendiária que nos convida ao linchamento popular estribados em LEIS da República, tenta trazer alguma luz...
( opinião racionalarve de um hetero anti - pedofilia em maravilhamento com três netas de oito, cinco e quatro aninhos... )
Não é preciso ir muito longe na História recente de temas fracturantes, onde a sexualidade tem estado na origem de acesas, sérias e alarves discussões, como, por exemplo, a abertura redencionista aos direitos do(a)s homossexuais de saírem da clandestinidade e marginalidade social que o(a)s ostracizava e os penalizava como doentes mentais, pelo que da sua escolha voluntária, consciente e não natural ( até hoje não há provas contraditórias... ) e libertinagem sexual,dizia, para que nos surpreendamos com o D.P.A. ( Movimento pró - pedofilia dinamarquês ) e suas reinvindicações em nome de um relacionamento tabu na consciência adquirida de qualquer adulto socializado, civilizado.
O enquadramento legal, hoje existente genéricamente no Ocidente é, a par da educação, atenção e vigilância parentais e familiares deve(ria) ser a melhor forma de controlar, manter sobre controlo a Pedofilia, se se não desse essa circunstancialidade perturbante da maioria dos casos de agressão pedófila acontecer dentro do ambiente familiar e no universo liberto e aceite da homossexualidade que tem generalizada e históricamente a sua iniciação na abordagem pedófila incitada pelo exemplo nas " marginalidades " escolares e religiosas.
Lamentávelmente, a sombra que este, hoje problema, ontem tabu, lançou sobre as sociedades, contaminando o relacionamento emocionalmente saudável no seio familiar entre as suas crianças e adultos, na sua integração social, teve, em algumas paragens, como Portugal, com a aterradora perspectiva da projecção PÚBLICA de uma lista de condenados por pedofilia que não de pedófilos, ( insisto na tese da VONTADE livre... ),uma categoria específica e casualmente oportunística de acesso ao prazer sexual que não um marcador genético ou derivações traumáticas pseudo-psicológicos... ), um upgrade assustador, derivado, na minha modesta opinião de curioso psicológicamente saudável, que não de Ministra, numa assustadora ignorância histórica que nem uma experiência, pessoal ou não, permite caucionar, pelo risco acrescido de ataque inaceitável aos direitos e garantias dos cidadãos da República.
A complexidade que a distinção, aos olhos populares, do ataque pedófilo isolado e oportunístico e a contumácia redundante faz, deveria fazer a diferença jurídica que uma LISTA não contempla na sua redutora contundência.
E é aqui, nesta falta de JUÍZO e na ligeireza conceptual de uma abordagem........ visceral, própria de um cidadão enraivecido, eventualmente em caracterização no topo deste post, se tocado pessoalmente e não racionalmente por ESTE problema, que a minha crítica e apelo aos deputados da Assembleia que CHUMBEM essa insensatez incendiária que nos convida ao linchamento popular estribados em LEIS da República, tenta trazer alguma luz...
sexta-feira, março 27, 2015
TWITANDO...
PRESIDENCIAIS
Henrique Neto, farto dos tacticismos da nova direcção socialista, e ao desolador panorama de candidatos putativamente presidenciáveis, referenciados dentro do sistema, concluiu que só um candidato outside pode dar garantias de isenção ( eventualmente vexado com o posicionamento do actual ocupante do palácio rosa... ) e de defesa estratégica dos interesses do País.
Esperou... esperou e desesperou e com a frontalidade que o serve, apresenta - se como candidato ao cargo de Presidente da República portuguesa. E fez bem...
Por meu lado, apesar da simpatia que o seu gesto me provocou, já que também defendo uma candidatura fora do sistema partidário, preferiria ter outra pessoa a quem os portugueses pudessem confiar a sua representação, pela sua inteligência, discernimento, Cultura, Mundo, e ... Humanismo. Nunca, jamais um caixeiro viajante untuoso a vender a Pátria e o seu património pelo Mundo em representação do pior de Nós, servil perante os Grandes e altaneiro face a fraquezas suspeitadas dos Outros.
Vai daqui, e isso já parece assédio intelectual,... uma hipótese.
E que tal esta senhora?
Henrique Neto, farto dos tacticismos da nova direcção socialista, e ao desolador panorama de candidatos putativamente presidenciáveis, referenciados dentro do sistema, concluiu que só um candidato outside pode dar garantias de isenção ( eventualmente vexado com o posicionamento do actual ocupante do palácio rosa... ) e de defesa estratégica dos interesses do País.
Esperou... esperou e desesperou e com a frontalidade que o serve, apresenta - se como candidato ao cargo de Presidente da República portuguesa. E fez bem...
Por meu lado, apesar da simpatia que o seu gesto me provocou, já que também defendo uma candidatura fora do sistema partidário, preferiria ter outra pessoa a quem os portugueses pudessem confiar a sua representação, pela sua inteligência, discernimento, Cultura, Mundo, e ... Humanismo. Nunca, jamais um caixeiro viajante untuoso a vender a Pátria e o seu património pelo Mundo em representação do pior de Nós, servil perante os Grandes e altaneiro face a fraquezas suspeitadas dos Outros.
Vai daqui, e isso já parece assédio intelectual,... uma hipótese.
E que tal esta senhora?
Clara F.Alves
Tem TUDO para ser uma excelente Presidente da República!
BES
Confesso que, habituado a ver as conclusões das Comissões de inquérito da Assembleia da República, estive céptico e ainda estou sobre os relatórios que vão dar à luz sobre o EXCELENTE trabalho do(a)s deputado(a)s nas audições aos figurões que por lá foram chamados a depôr.
Eu já tirei as minhas conclusões, assim como todos os cidadãos atentos ao desenrolar dos acontecimentos político-económico e financeiros no País nas últimas décadas e elas confirmam - me o estado calamitoso em que o pragmatismo liberal, vulgo, ausência de ética e moral, vem deixando o país e a captura da Justiça por uma casta inimputável cujo alinhamento ideológico gangrena indelévelmente um dos braços fundamentais do equilíbrio democrático, a par da medonha raça contemporânea de funcionários políticos a soldo de interesses pessoais.
A LISTA
A montanha pariu um rato e espelhou uma ignorância político-comunicacional ( por onde anda o Portas? ) de enciclopédia, na linha de outros casos enfadonhos com que os MÉRDIA têm entretido o pagode.
O POETA
HERBERTO HELDER
Conheci, pouco tempo de cá chegar, a poesia maléfica de H.H. Do turbilhão pessoano ao sensismo de E.Tavares ao continuum de H.H., um maravilhamento sobre a palavra despedaçada...
segunda-feira, março 23, 2015
TONTEIRAS ... muito democráticas...
DON BARAK...
... E DON Radonsky
UM LASTIMOSO EMBUSTE
A minha enorme decepção com o presidente actual dos USA, sobressaltada pela aparente, vejo agora, aproximação a CUBA, prende - se à sua postura inequívoca de DON imperialista, na linha de todos os presidentes americanos pós II G.G. na aceitação militante dos parâmetros de política externa definidos pelos Republicanos.
Para prémio Nobel da Paz, não está mal...
Diàriamente, o Daily Show ( IMPERDÍVEL... ) de Jon Stewart tem traçado a face mais reaccionária, estúpida, mesquinha e tacanha dos líderes representativos das idiossincracias republicanas nos USA. E se são, de facto, representativos dos seus eleitores medonha é a perspectiva de os ver, por circunstancialidades do próprio sistema, no topo da Administração da mais poderosa máquina de guerra do planeta; pela pulsão é - o, definitivamente, contra todos os estados que não perfilhem a cartilha do Pensamento Único.
Classificar a Venezuela como ameaça à Segurança Nacional dos USA põe - nos questões às quais já conhecemos de antemão as respostas. Classificar a proclamação de imbecil não nos distrai do subterrâneo desgaste de uma liderança acossada, forçada a medidas de defesa de um projecto político, convém não esquecer, apoiado em eleições DEMOCRÁTICAS consecutivas.
Ao receber como o fez o líder da extrema - direita oposicionista venezuelana, Juan Radonsky, remeteu - nos a períodos negros e não muito distantes das alianças norte - americanas com o fascismo militar sul americano e o seu cortejo da cadáveres.
O que faz correr Obama na Venezuela?
Como se não soubéssemos...
La FRANCE
A MINHA ALMA ESTÁ PARVA
A Madame Le Pen, líder da Frente Nacional, deu uma entrevista ao jornal Expresso, marcada por uma transparência, determinação projectiva do programa político que propõe aos franceses e uma contundência crítica à U.E. e aos líderes nacionais europeus, notáveis.
Nada escapou, na clareza do seu discurso político e no modo como porá em prática, em oposição ao status, as suas posições sobre temas tão candentes como o terrorismo na Europa, a imigração, a austeridade que esmaga os povos do sul da UE e... a culpa da Europa na provocação, através da Ucrânia, ao seu vizinho russo.
Carregado de bom senso, não admira a contagem crescente de aderentes à resistência faceada pela F.Nacional em França, com paralelismos na fragmentação eleitoral projectada em Espanha, U.K., como aconteceu na Grécia do Sirysa.
" Não sou por menos Estado, não sou por mais privatizações, não sou pelo ultra-liberalismo, não sou por essas leis do Mercado que eu considero deverem ser controladas porque, caso contrário, conduzem ao esclavagismo "...
" Não vejo onde está o progresso, por exemplo na situação em que se encontra a Grécia ou Portugal, com a perda de direitos das pessoas, os recuos de vantagens sociais, as perdas salariais, as privatizações forçadas. Mesmo com muita imaginação não consigo encontrar um pingo de progresso nessa situação. Apenas vejo regressões e recuos... "
Por pouco que não me tornava adepto...
sábado, março 14, 2015
POLÍTICA
Por aqui, NADA! Ou melhor, para sermos justos, só a praticada pela chamada esquerda radical e mesmo essa com pézinhos de lã, que o tema hoje são os " Costumes ". As suas reverberações no que aos " pecadilhos " na Casa Lusa, maximizados por uma sociedade redescoberta nas suas " pulsões " pidescas, mesquinhas ( a falta de grandeza e amor próprio não permite outra visão a não ser a pasquinária, paroquial e atávica coscuvilhice nacional ) , não dão espaço a projecções e racionalizações de outra índole que vá além do universo conceptual espelhado na " casa dos segredos ".
A mediocridade política estampada nos últimos dias, da Presidência da República ( Porque não se cala? ) ao Conselho de Ministros, da Oposição socialista/calculista à espera da casa (des)feita para pintar as paredes em edições programáticas que NINGUÉM precisa de ler e não vai ler,em vez de criar uma narrativa projectiva e projectada no dia - a dia sobre um real antecipado em expectativas de mudanças comprometidas com os cidadãos, à demissão abstencionista, não augura nada de bom para o País.
E... PRAGA!, continuamos a dizer mal dos gregos...
sexta-feira, março 06, 2015
A PUTA DA CONJUNTURA...
... E O CONFORMISMO SOCIAL
Costa - Gravas o realizador de cinema, grego naturalizado francês, no seu filme - O Capital - pôs na boca de um banqueiro, voluntária e militantemente corrupto, quando posto perante as consequências das suas decisões, sobre o pântano moral em que se chafurdava, na interpelação - E agora? - respondeu - AGORA É COM A PUTA DA CONJUNTURA!
A conjuntura, como sabemos, é o conjunto resultado das decisões, individuais, colectivas, nacionais, internacionais, institucionais e governamentais das nações. Sempre, dada a sua extensão e compreensão instintiva, biológica, por parte de todos os sapiens, nebulosa, serve sempre de escape, sacudido dos ombros das responsabilidades cívicas e éticas dos decisores, também eles individuais, colectivos....
Em DEMOCRACIA, a última palavra, a definitiva, deveria estar nas decisões individuais de cada eleitor, no sentido da manutenção do status quo ou de mudanças efectivas no universo da sua deploração política e social e repugnância cívica.
Acontece que o sistema, que o regime democrático, hoje instalado sustenta, numa protecção feroz, medieval e classista dos privilégios do Dinheiro, hoje PODER, à cautela e democráticamente vai introduzindo subreptíciamente contrabando no tecido legislativo e judicial, principalmente neste, parece imutável, por mais que as alternâncias se vão sucedendo no topo das hierarquias dos Estados.
O tropismo social que ESSA democracia defenderia se o mérito e o sentido social estivessem, de facto, na narrativa actual e projectada, a par da distribuição, normal e harmoniosa nesse contexto, dos rendimentos e produção de riquezas nacionais, tem sido substituído pelo pragmatismo (i)moral que a Plutocracia, parasitária, alimenta junto dos conformistas como êmulo do " trepanço " condescendente e militantemente cúmplice do regime, que à boleia da etiqueta liberal, montou uma gigantesca teia burocrática que, literalmente, conduziu a Liberdade à irrelevância, por mais que as eleições democráticas secundizem e espelhem o alibi do conceito.
A Liberdade, no Ocidente, é sobre ISSO que estou a reflectir, já está e continuará a ser contrabandeada enquanto os pressupostos que a definam no dia - a- dia dos cidadãos não se reflictam nas suas aspirações de uma VIDA digna, conceito este intuítivamente interiorizado pela maioria dos ocidentais.
Sendo assim, a minha estupefacção vai no sentido da compreensão do tamanho conformismo da maioria dos cidadãos ocidentais com o PASMO civilizacional com que se vêem confrontados.
Esta PUTA DA CONJUNTURA, criada por uma percentagem irrelevante de, ia escrever cidadãos, criaturas que à decência ( outro conceito em relativização...) dizem nada, precisa de ser enfrentada, condicionada e, se possível, domesticada.
A GRÉCIA disse - nos COMO. A coragem dos gregos perante ela levou - os, num gesto de reflexão, revolta e dignidade ( outra abstracção em declínio... ) a recusar a " normalidade " que o regime de bárbaros, numa chantagem indecorosa e sem máscara, lhes quis impôr.
Anseio por uma revolução eleitoral na U.E. que acabe de vez com essa vil, melancólica e provinciana insensatez que à VIDA diz não ( não digo Ocidente já que os USA não têm massa crítica capaz de enfrentar aí o regime que possui a mais estruturalmente analfabeta classe política que os meus 68 anos me deram a conhecer... ) e que fragmente profundamente o edifício eleitoral normalizado em Poder de História acabada.
Só então será possível drenar o pântano político - democrático de hoje da conspícua casta que se auto - representa, em nome dos povos, nos aerópagos conformistas da U.E.
Contra a auto - castração política, contra a cobardia, contra o conformismo, e contra o neo - fascismo democrático.
Vêem aí as eleições e já vai tarde...
Costa - Gravas o realizador de cinema, grego naturalizado francês, no seu filme - O Capital - pôs na boca de um banqueiro, voluntária e militantemente corrupto, quando posto perante as consequências das suas decisões, sobre o pântano moral em que se chafurdava, na interpelação - E agora? - respondeu - AGORA É COM A PUTA DA CONJUNTURA!
A conjuntura, como sabemos, é o conjunto resultado das decisões, individuais, colectivas, nacionais, internacionais, institucionais e governamentais das nações. Sempre, dada a sua extensão e compreensão instintiva, biológica, por parte de todos os sapiens, nebulosa, serve sempre de escape, sacudido dos ombros das responsabilidades cívicas e éticas dos decisores, também eles individuais, colectivos....
Em DEMOCRACIA, a última palavra, a definitiva, deveria estar nas decisões individuais de cada eleitor, no sentido da manutenção do status quo ou de mudanças efectivas no universo da sua deploração política e social e repugnância cívica.
Acontece que o sistema, que o regime democrático, hoje instalado sustenta, numa protecção feroz, medieval e classista dos privilégios do Dinheiro, hoje PODER, à cautela e democráticamente vai introduzindo subreptíciamente contrabando no tecido legislativo e judicial, principalmente neste, parece imutável, por mais que as alternâncias se vão sucedendo no topo das hierarquias dos Estados.
O tropismo social que ESSA democracia defenderia se o mérito e o sentido social estivessem, de facto, na narrativa actual e projectada, a par da distribuição, normal e harmoniosa nesse contexto, dos rendimentos e produção de riquezas nacionais, tem sido substituído pelo pragmatismo (i)moral que a Plutocracia, parasitária, alimenta junto dos conformistas como êmulo do " trepanço " condescendente e militantemente cúmplice do regime, que à boleia da etiqueta liberal, montou uma gigantesca teia burocrática que, literalmente, conduziu a Liberdade à irrelevância, por mais que as eleições democráticas secundizem e espelhem o alibi do conceito.
A Liberdade, no Ocidente, é sobre ISSO que estou a reflectir, já está e continuará a ser contrabandeada enquanto os pressupostos que a definam no dia - a- dia dos cidadãos não se reflictam nas suas aspirações de uma VIDA digna, conceito este intuítivamente interiorizado pela maioria dos ocidentais.
Sendo assim, a minha estupefacção vai no sentido da compreensão do tamanho conformismo da maioria dos cidadãos ocidentais com o PASMO civilizacional com que se vêem confrontados.
Esta PUTA DA CONJUNTURA, criada por uma percentagem irrelevante de, ia escrever cidadãos, criaturas que à decência ( outro conceito em relativização...) dizem nada, precisa de ser enfrentada, condicionada e, se possível, domesticada.
A GRÉCIA disse - nos COMO. A coragem dos gregos perante ela levou - os, num gesto de reflexão, revolta e dignidade ( outra abstracção em declínio... ) a recusar a " normalidade " que o regime de bárbaros, numa chantagem indecorosa e sem máscara, lhes quis impôr.
Anseio por uma revolução eleitoral na U.E. que acabe de vez com essa vil, melancólica e provinciana insensatez que à VIDA diz não ( não digo Ocidente já que os USA não têm massa crítica capaz de enfrentar aí o regime que possui a mais estruturalmente analfabeta classe política que os meus 68 anos me deram a conhecer... ) e que fragmente profundamente o edifício eleitoral normalizado em Poder de História acabada.
Só então será possível drenar o pântano político - democrático de hoje da conspícua casta que se auto - representa, em nome dos povos, nos aerópagos conformistas da U.E.
Contra a auto - castração política, contra a cobardia, contra o conformismo, e contra o neo - fascismo democrático.
Vêem aí as eleições e já vai tarde...
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
PUTIN
O LÍDER ACOSSADO
Qual é, afinal, o pecado de Putin, o presidente eleito da Rússia?
O de não se deixar " globalizar " ? A não - capitulação à História acabada e à narrativa em projecto e construcção de um " Ocidente " que teima em renegar a própria história?
Sigamos os passos da reportagem no jornal " I " de hoje, de um correspondente in Bruxelas, de seu nome Diogo Vaz Pinto sobre os programas tenebrosos do líder de um país em resistência à capitulação e em recusa do papel de bode - expiatório à falência humanitária da Globalização.
Intitulado GUERRA FRIA 2.0, o correspondente traçou, exaustivamente, o pensamento russo e da sua liderança sobre o assalto que pretendem levar sobre a U.E.
Sem mandato do demoniaco líder, e por puro exercício, diletante, vá lá, permito - me fazer um contraponto às normalidades delirantes de um lado e aos delírios normalizados do outro.
DEPENDÊNCIAS - A Hungria, estado soberano e democrático, que numa normal relação comercial compra 80% de gás natural e 56% da electricidade que consome à Rússia e cujo líder Viktor Orbán, na plena posse das suas prerrogativas e funcionamento neuronal recusa - se a ostracizar o seu vital parceiro comercial, na defesa dos interesses do povo que fez dele o seu representante, conta - nos tenebrosamente a reportagem,
Por outro lado, seguem, normalizadas, a DEPENDÊNCIA Ocidental com a China, em termos de crédito, comércio e investimento e com a Arábia Saudita em termos de crude e consumo de armamento. Duas extraordinárias democracias, exemplares para o resto do mundo...
INTERESSES - " Quando John McCain, ( o ex - candidato à presidência dos USA,) o confrontou no ano passado com as suas inclinações ( e não cordialidade, claro... ) pró - russas...,Orbán... respondeu - lhe " Não me interessa o que o sr. pensa. O senhor não importa. A Rússia importa por causa da energia. A Alemanha por causa dos empregos ", conta - nos o jornal. TENEBROSO, ou uma lição prática de realpolitik?
E pergunto - Quem é que quer isolar a Rússia? E respondo, conspirativamente, já que o clima é este... os USA e o seu anexante britânico, a UK.
Adiante...
INSTABILIDADE - Aqui entramos no reino dos "supônhamos "...
D. Vaz Pinto diz - nos que a Rússia ( Putin ), elegeu como uma prioridade nas relações externas a sua influência sobre os Balcãs e especialmente sobre a Sérvia e a Bósnia ( Só isso!!!? Falta de ambição, admito... ) .
Outro analista político ( um especialista, como eu, suponho...) de seu nome, citado por si, Ivan Krastev, diz - nos que, " no intuito de dividir ( sic) a Europa, Putin pode (sic) ( e aqui entrámos nos supônhamos... ) muito bem instrumentalizar a falta de estabilidade política ( onde? ) e de prosperidade económica... eles ( os malandros... ) encaram os Balcãs como uma região onde podem usar o seu poder para causar perturbação "
Um chorrilho de banalidades, enfim... Teriam muito mais a aprender com Obama, Camereon e Hollande, não é verdade?
Nós por cá seríamos uns anjinhos.A gente cá não desestabiliza pevas, só levamos, de vez em quando umas guerrazitas lá para fora e destruímos pelo caminho, alguns estados.
NACIONALISMOS - Não é que organizações democráticas, impedidas de se financiarem em bancos nacionais, como a citada Frente Nacional francesa comercializaram com bancos russos? SACRILÉGIO!
A China e a Arábia Saudita, dois portentos de Democracias, intocáveis, devem ter na sua posse a maioria do déficit externo norte - americano e com os seus investimentos, uma parte não dispicienda das riquezas nacionais de estados ocidentais.
Só uma pergunta - Em que é que a democracia da Rússia desmerece dos regimes destes dois países com quem o Ocidente lida, sem queixumes de maior?
A gente sabe o porquê, não sabe?
Bem, a verdade é que, parece que a base de dados incontornável das intenções maquiavélicas da Rússia são esses poços de sabedorias profundas que os think - thanks Atlantic Council e Centre Transatlantique Relations, representam. E, pronto, cansei - me e está tudo dito.
Pensem pela vossa cabeça... e mandem a manipulação rasteira, venha de onde vier, inclusivé, involuntáriamente daqui, para aquela parte...
quarta-feira, fevereiro 25, 2015
PATRIOTISMO
A GRÉCIA E ... OS OUTROS
Da relevância de que as nações se atribuem e da interpretação sobre a sua dignidade e soberania só são devidamente aquilatadas quando o povo é chamado a se definir perante as outras nações e perante si próprio.
Os limites das suas cedências nesses domínios marcam e são por sua vez o espelhamento da firmeza do seu carácter.
Em tempos de abandono relativista das, hoje, abstracções metafísicas como patriotismo, honra, solidariedade, lealdade, VERGONHA, verticalidade, que a reboque da sua libertação democrática em prol da liberdade individual, a Ética tornou - se um empecilho, arreliador das consciências e da GANÂNCIA insaciável que o niilismo contemporâneo sufragado por lideranças venais e moralmente deficientes sufragam, impunemente.
O Pensamento Único que do Ocidente ameaça, umas vezes com cantos de sereia sobre a Liberdade e outras com a História acabada na Democracia liberal, subverter as diferenças dos povos, das culturas e das civilizações, tem enfrentado resistências tenazes, um pouco por todo o mundo e na U,E. por franjas já não tão minoritárias dos seus povos.
A social - democracia que os partidos socialistas e sociais - democratas, teórica e históricamente alternativas ao conservadorismo e à selvageria capitalista tornou - se um anexo irrelevante e cúmplice no aprofundamento ideológico do ideário, substantiva e de facto assimilado, desse poder sem rosto - o Mercado - que orienta a Globalização.
Em 29/3/2012 recordava num post, as palavras do então prof. do ISEL, João Carlos Quaresma Dias, que em 2003 escrevia, reflectindo sobre as adptações que o mundo estava a fazer em todas as áreas, perante o advento e soberania do que ele classificava como Metacapitalismo, vulgo Globalização, propunha, em face da caracterização e adaptação dos paradigmas do velho capitalismo à nova realidade que a sua inércia ( hoje acrescento corrupção... ) criou, um contrapeso ao que ele chamou METASOCIALISMO, como " tema obrigatório " para o futuro próximo, das correntes reformistas, socialistas, acrescento eu...
Olhando para a realidade " ideológica " das correntes socialistas, hoje, afigura - se - me que nenhuma reflexão crítica consistente, como alternativa, está a preparar as massas para mudanças numa já idiossincracia soberana em quase todas as consciências, iluminadas ou não.
Ou seja, NÃO HÁ ALTERNATIVA!
Entretanto, o socialismo tornou - se um quadro de figurantes, com outros rostos e outro rótulo, os sucessores obedientes à narrativa escrita e assimilada, deixando a resistência às franjas rotuladas como radicais, das sociedades, que aos poucos vão preenchendo o Vazio que deixaram, uns com mais assertividade do que outros.
E aparece o SYRISA, e a BURROCRÁTICA U.E. abriu uma brecha no seu edifício conceptual e programático, fazendo o trabalho que DEVERIA ter sido feito pela Esquerda há muuuitos anos.
Não vai ser fácil a batalha com o PODER que reina como um senhor feudal dentro da U.E.
A História ensinou - nos que foi o medo da Democracia que o caos político e partidário de Weimar partilhou que elevou Hitler ao poder absoluto. Que não medre junto das outrora vítimas desse Poder o medo da Democracia.
É que a Europa precisa de outros Syrisas que ponha a Política no lugar que lhe foi comprado pela Plutocracia e usurpado pela Burocracia.
É que, simplesmente, HÁ ALTERNATIVAS!
Da relevância de que as nações se atribuem e da interpretação sobre a sua dignidade e soberania só são devidamente aquilatadas quando o povo é chamado a se definir perante as outras nações e perante si próprio.
Os limites das suas cedências nesses domínios marcam e são por sua vez o espelhamento da firmeza do seu carácter.
Em tempos de abandono relativista das, hoje, abstracções metafísicas como patriotismo, honra, solidariedade, lealdade, VERGONHA, verticalidade, que a reboque da sua libertação democrática em prol da liberdade individual, a Ética tornou - se um empecilho, arreliador das consciências e da GANÂNCIA insaciável que o niilismo contemporâneo sufragado por lideranças venais e moralmente deficientes sufragam, impunemente.
O Pensamento Único que do Ocidente ameaça, umas vezes com cantos de sereia sobre a Liberdade e outras com a História acabada na Democracia liberal, subverter as diferenças dos povos, das culturas e das civilizações, tem enfrentado resistências tenazes, um pouco por todo o mundo e na U,E. por franjas já não tão minoritárias dos seus povos.
A social - democracia que os partidos socialistas e sociais - democratas, teórica e históricamente alternativas ao conservadorismo e à selvageria capitalista tornou - se um anexo irrelevante e cúmplice no aprofundamento ideológico do ideário, substantiva e de facto assimilado, desse poder sem rosto - o Mercado - que orienta a Globalização.
Em 29/3/2012 recordava num post, as palavras do então prof. do ISEL, João Carlos Quaresma Dias, que em 2003 escrevia, reflectindo sobre as adptações que o mundo estava a fazer em todas as áreas, perante o advento e soberania do que ele classificava como Metacapitalismo, vulgo Globalização, propunha, em face da caracterização e adaptação dos paradigmas do velho capitalismo à nova realidade que a sua inércia ( hoje acrescento corrupção... ) criou, um contrapeso ao que ele chamou METASOCIALISMO, como " tema obrigatório " para o futuro próximo, das correntes reformistas, socialistas, acrescento eu...
Olhando para a realidade " ideológica " das correntes socialistas, hoje, afigura - se - me que nenhuma reflexão crítica consistente, como alternativa, está a preparar as massas para mudanças numa já idiossincracia soberana em quase todas as consciências, iluminadas ou não.
Ou seja, NÃO HÁ ALTERNATIVA!
Entretanto, o socialismo tornou - se um quadro de figurantes, com outros rostos e outro rótulo, os sucessores obedientes à narrativa escrita e assimilada, deixando a resistência às franjas rotuladas como radicais, das sociedades, que aos poucos vão preenchendo o Vazio que deixaram, uns com mais assertividade do que outros.
E aparece o SYRISA, e a BURROCRÁTICA U.E. abriu uma brecha no seu edifício conceptual e programático, fazendo o trabalho que DEVERIA ter sido feito pela Esquerda há muuuitos anos.
Não vai ser fácil a batalha com o PODER que reina como um senhor feudal dentro da U.E.
A História ensinou - nos que foi o medo da Democracia que o caos político e partidário de Weimar partilhou que elevou Hitler ao poder absoluto. Que não medre junto das outrora vítimas desse Poder o medo da Democracia.
É que a Europa precisa de outros Syrisas que ponha a Política no lugar que lhe foi comprado pela Plutocracia e usurpado pela Burocracia.
É que, simplesmente, HÁ ALTERNATIVAS!
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