POR MIM...
... PREFIRO A HONESTIDADE DESTE...
DESTAS...
À HIPOCRISIA
DISTO... e...
...AS QUEIXAS DESTAS...
Feita a declaração de interesse, cuja leitura está aberta à consideração dos grupos visados, passo ao mais importante e que me ultrapassa...
O feminismo fundamentalista, tal como já tinha avisado há uns anos a esta parte por aqui, tem sido um embuste, legal é certo mas ilegítimo, que à boleia de casos de vida e de polícia, vem cavalgando, em contrabando, a justa luta das nossas companheiras, que com a nossa cumplicidade e solidariedade, pugna pela nossa dignidade pessoal e colectiva.
Em pleno século XXI, no Ocidente, está hoje bem presente no imaginário social da urbe a normalidade e a naturalidade desse processo.
Acontece que as LGBT, as ILGAS e as sexualmente desvalida(o)s, aproveitando a maré baixa do machismo por estas paragens, descobrem - se vitimizadas e partem para a luta pelo poder, porque é disso que se trata.
Não, não é a nossa visão NATURAL e socializada do feminino que está sobre ataque como aparentemente nos querem fazer crer. É a fêmea NATURAL e socializada e a sua visão, natural e socializada que está sobre ataque, que é uma outra maneira de desmoralizar a trincheira viril, que negligente e cada vez mais efeminada, vai - se tornando permeável a um argumentário que dantes só lhe mereceria o desdém, pela inconsequência.
Nunca como hoje, no Ocidente, as mulheres foram tão livres e independentes, como nunca tiveram tanto respeito e direitos como agora.
A sua luta só poderá ser avaliada honestamente como fazendo parte de um combate comum, ombro a ombro com os seus companheiros pela dignidade, também ela comum.
A salivação mimética que a propaganda ME TOO tem induzido junto da resolução feminina no papaguear oportunista e falsamente cúmplice de muitas das suas intérpretes, já se está a tornar ridícula, já que fede a auto - flagelação misantrópica.
P.S.
No concurso de MISSES, de qualquer parte do mundo, prefiro VER a beleza física harmoniosa das concorrentes. As Academias e a Psiquiatria que lhes julguem as mais valias EMOCIONAIS, INTELECTUAIS E... ÉTICAS.
P.S.
SIM, sei a diferença entre violência sexual, o nãooo/siiiim do jogo amoroso, o assédio consentido e o NÃO terminante. Tenho 71 anos, adoro as mulheres e sou intelectualmente misógino por... burrice e... falta de paciência.
quinta-feira, junho 07, 2018
terça-feira, maio 29, 2018
EUTANÁSIA
ACTIVISMO SOCIAL versus ATAVISMO SOCIAL
Votou - se hoje na Assembleia da República portuguesa quatro projectos sobre a eutanásia, apresentados pelo Partido Socialista, pelo Bloco de Esquerda, pelo PAN e pelo PEV.
Mau grado a seriedade dos argumentos e as estruturas legais e humanistas que acompanharam, após amadurecimento e discussão de uma abordagem legal à morte assistida pelos proponentes, o Parlamento, após votação individualizada dos deputados, chumbou todas as propostas apresentadas, pela margem mínima de seis votos.
A alternativa aos ex - eventuais futuros beneficiados desse enquadramento jurídico que despenalizaria a eutanásia, onde me incluiria, na plena posse dos meus direitos de cidadão e da minha liberdade como indivíduo, será o suicídio ou... uma morte cristã, em emulação e imagem de Cristo.
As razões profundas do desconforto dos votantes do Não, sim porque ele tem de existir na exacta medida da intromissão intolerável num assunto de consciência íntima, bloqueado pela idiossincracia alheia, mesquinha e , até ver, maioritáriamente hipócrita, não me convenceram.
Não sendo senhor da minha Vida, não posso ser senhor da minha Morte, eis, no fundo, o argumento pseudo - religioso, brandido pelas religiões abraâmicas que CRÊEM que o sofrimento, vindo, como tudo, de DEUS, não poderá ser contrariado.
Tudo bem...; acontece que quando o mesmo argumento é brandido, directa ou sub - reptíciamente, por falsos crentes num bizarro racionalismo lógico-preventivo, a hipocrisia que o sustenta torna - se intolerável.
Foi o caso, entre outros do PCP, um partido que hesitou na lei do aborto e vota pró - Vida, contra a Eutanásia, sem que uma única consciência tivesse um vislumbre de... consciência individual. Uma manada, pura e simples, de... homens livres????
Votou - se hoje na Assembleia da República portuguesa quatro projectos sobre a eutanásia, apresentados pelo Partido Socialista, pelo Bloco de Esquerda, pelo PAN e pelo PEV.
Mau grado a seriedade dos argumentos e as estruturas legais e humanistas que acompanharam, após amadurecimento e discussão de uma abordagem legal à morte assistida pelos proponentes, o Parlamento, após votação individualizada dos deputados, chumbou todas as propostas apresentadas, pela margem mínima de seis votos.
A alternativa aos ex - eventuais futuros beneficiados desse enquadramento jurídico que despenalizaria a eutanásia, onde me incluiria, na plena posse dos meus direitos de cidadão e da minha liberdade como indivíduo, será o suicídio ou... uma morte cristã, em emulação e imagem de Cristo.
As razões profundas do desconforto dos votantes do Não, sim porque ele tem de existir na exacta medida da intromissão intolerável num assunto de consciência íntima, bloqueado pela idiossincracia alheia, mesquinha e , até ver, maioritáriamente hipócrita, não me convenceram.
Não sendo senhor da minha Vida, não posso ser senhor da minha Morte, eis, no fundo, o argumento pseudo - religioso, brandido pelas religiões abraâmicas que CRÊEM que o sofrimento, vindo, como tudo, de DEUS, não poderá ser contrariado.
Tudo bem...; acontece que quando o mesmo argumento é brandido, directa ou sub - reptíciamente, por falsos crentes num bizarro racionalismo lógico-preventivo, a hipocrisia que o sustenta torna - se intolerável.
Foi o caso, entre outros do PCP, um partido que hesitou na lei do aborto e vota pró - Vida, contra a Eutanásia, sem que uma única consciência tivesse um vislumbre de... consciência individual. Uma manada, pura e simples, de... homens livres????
sábado, maio 26, 2018
HEY! YOU! GET OFF OF MY CLOUD!
EUTANÁSIA E ABORTO
Portugal, melhor, os portugueses, assim como os irlandeses, irão decidir, no espaço da sua liberdade que a Democracia detém, sobre o suicídio assistido, vulgo eutanásia, e sobre a interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto.
Em dois países marcadamente católicos a ética de responsabilidade enfrenta a ética da convicção.
O caminho, a possibilidade de escolha, que não a imposição legal ou religiosa, deixa a uma e à outra, a liberdade de consciência. Um estado laico como o Estado português, na interpretação virtuosa da Democracia moderna, não poderia, fossem quais fossem os parâmetros partidários, ter outra posição perante os seus cidadãos.
Os ecos são opiniões, tão válidas como a do cidadão Cavaco Silva ou a minha, já agora..., com mais ou menos reverberações...
Portugal, melhor, os portugueses, assim como os irlandeses, irão decidir, no espaço da sua liberdade que a Democracia detém, sobre o suicídio assistido, vulgo eutanásia, e sobre a interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto.
Em dois países marcadamente católicos a ética de responsabilidade enfrenta a ética da convicção.
O caminho, a possibilidade de escolha, que não a imposição legal ou religiosa, deixa a uma e à outra, a liberdade de consciência. Um estado laico como o Estado português, na interpretação virtuosa da Democracia moderna, não poderia, fossem quais fossem os parâmetros partidários, ter outra posição perante os seus cidadãos.
Os ecos são opiniões, tão válidas como a do cidadão Cavaco Silva ou a minha, já agora..., com mais ou menos reverberações...
sexta-feira, maio 25, 2018
CONGRESSO DO P.S.
COSTA...
...E O DISCURSO EXORTATIVO DO PODER
Insípido, generalista, intemporal e servido por um orador pouco entusiasmante, foi a abertura do Congresso pelo secretário - geral do Partido Socialista e actual primeiro - ministro de Portugal, António Costa.
Convenhamos que o ambiente " triunfalista " que irá marcar os sucessos, merecidos, alcançados pelo Governo e os partidos à sua esquerda que o apoiam no Parlamento, não precisaria, não precisará mais do que o " cumprir calendários ", no que ao universo partidário concerne - Adesão, Apoio e... militância.
Acontece que irá ser um Congresso nacional do partido que detém a governação e espera - se que dele saia uma visão projectada e reflectida do país do presente e nas suas aspirações de futuro, inserido num espaço de " candura " variável, despido de ideologia, de ética de convicção e de... liderança.
Veremos se de outras intervenções, exteriores ao Poder, irão surgir novidades que nos venham a surpreender na letargia motivacional que se adivinha e que nos traga pistas de interpretação das contradições e paradoxos da abertura.
Aguardemos...
...E O DISCURSO EXORTATIVO DO PODER
Insípido, generalista, intemporal e servido por um orador pouco entusiasmante, foi a abertura do Congresso pelo secretário - geral do Partido Socialista e actual primeiro - ministro de Portugal, António Costa.
Convenhamos que o ambiente " triunfalista " que irá marcar os sucessos, merecidos, alcançados pelo Governo e os partidos à sua esquerda que o apoiam no Parlamento, não precisaria, não precisará mais do que o " cumprir calendários ", no que ao universo partidário concerne - Adesão, Apoio e... militância.
Acontece que irá ser um Congresso nacional do partido que detém a governação e espera - se que dele saia uma visão projectada e reflectida do país do presente e nas suas aspirações de futuro, inserido num espaço de " candura " variável, despido de ideologia, de ética de convicção e de... liderança.
Veremos se de outras intervenções, exteriores ao Poder, irão surgir novidades que nos venham a surpreender na letargia motivacional que se adivinha e que nos traga pistas de interpretação das contradições e paradoxos da abertura.
Aguardemos...
quarta-feira, maio 16, 2018
MUITA PORCARIA JUNTA... SO...
... RESERVO - ME O DIREITO DE FICAR FORA DISSO...
... DO futebol indígena, da Máfia dos Incêndios em Portugal, da Pouca Vergonha da Direita, da Corrupção de efémeros funcionários do Estado que dele se aproveitaram alarvemente, das traições de amigos, amigas e camaradas, da histeria e frenesim instalada na Justiça, de Trump e das suas merdices a emporcalhar o que bastante porco está, dos israelitas com um demente síndroma de Estocolmo e das insuportáveis vaidadezinhas dos arrivistas políticos que desaguaram na praça pública, velhos como os que já lá estão... promovidos por um Media voraz e pouco exemplar onde pulula, impunemente a mais descarada safadeza, a acompanhar o espírito dos tempos...
Estou farto!...
... mas não me ficarei...
... DO futebol indígena, da Máfia dos Incêndios em Portugal, da Pouca Vergonha da Direita, da Corrupção de efémeros funcionários do Estado que dele se aproveitaram alarvemente, das traições de amigos, amigas e camaradas, da histeria e frenesim instalada na Justiça, de Trump e das suas merdices a emporcalhar o que bastante porco está, dos israelitas com um demente síndroma de Estocolmo e das insuportáveis vaidadezinhas dos arrivistas políticos que desaguaram na praça pública, velhos como os que já lá estão... promovidos por um Media voraz e pouco exemplar onde pulula, impunemente a mais descarada safadeza, a acompanhar o espírito dos tempos...
Estou farto!...
... mas não me ficarei...
terça-feira, maio 08, 2018
O CERCO
OU ANTÓNIO COSTA LIDERA OU É LIDERADO
ANTÓNIO COSTA
O Partido Socialista corre o risco de ser capturado pela agenda mediática da Direita e dos seus militantes, nos MEDIA, na Justiça, no Serviço Nacional de Saúde, na Liga dos Bombeiros e em qualquer espaço de actuação onde se possa meter areia na engrenagem da geringonça. Nada de novo... porque seria de esperar.
Não se esperaria, por certo, as ganas com que os grupos empresariais dos MEDIA se lançaram, à boleia das investigações judiciais, numa campanha " independente ", claro, (como se acreditássemos na existência de semelhante coisa nos dias que correm... ) contra tudo o que, no Estado actual cheirasse a Esquerda.
Se a luta pela sobrevivência eleitoral do Partido Comunista Português e pela afirmação do Bloco de Esquerda, parceiros da solução governativa, não fossem já problemas delicados a resolver, a individualidade protagonista da resistência, em casa, contra a geringonça, não veio nada a calhar; através das solicitações de demarcações singulares das individualidades socialistas expostas em casos de Justiça sob gravíssimas acusações, cria - se, em vésperas de um Congresso que tudo teria de apoio ao Governo, um foco de desestabilização desviante na apresentação dos projectos de futuro e do programa governamental até às eleições que se avizinham. Dir - se - ia, que, cavalgando a onda moralista, pretende - se atomizar as atenções para personagens menores da militância que não na sua Direcção, liderança e os sucessos clamorosos alcançados, contra todos os anátemas pessimistas lançados cá dentro e... lá fora.
A demarcação extemporânea, porque ao arrepio da linha então traçada pelo primeiro - Ministro António Costa, como fio condutor do Partido em relação às acusações que pendem sobre o ex - secretário - Geral do P.S. e ex - primeiro- Ministro, José Sócrates, feita pelo líder da bancada socialista no Parlamento, com palavras duríssimas, na linha de um pré - julgamento popular de casos que ainda não foram julgados, se concertada com o líder do P.Socialista e primeiro -Ministro, foi um erro político que marcará, pela audição de TODO O MUNDO SOCIALISTA e não só, a agenda, necessáriamente defensiva do Governo.
O Congresso do Partido Socialista, por mais que se lancem alertas de contaminação, está ferido na sua unidade e solidariedade com a liderança.
NO COMMENTS!, seria, se fosse possível ultrapassar a irresistível ânsia de protagonismo de alguns desiludidos com o afastamento do centro dos acontecimentos, uma virtuosa contenção dos militantes.
ANTÓNIO COSTA
O Partido Socialista corre o risco de ser capturado pela agenda mediática da Direita e dos seus militantes, nos MEDIA, na Justiça, no Serviço Nacional de Saúde, na Liga dos Bombeiros e em qualquer espaço de actuação onde se possa meter areia na engrenagem da geringonça. Nada de novo... porque seria de esperar.
Não se esperaria, por certo, as ganas com que os grupos empresariais dos MEDIA se lançaram, à boleia das investigações judiciais, numa campanha " independente ", claro, (como se acreditássemos na existência de semelhante coisa nos dias que correm... ) contra tudo o que, no Estado actual cheirasse a Esquerda.
Se a luta pela sobrevivência eleitoral do Partido Comunista Português e pela afirmação do Bloco de Esquerda, parceiros da solução governativa, não fossem já problemas delicados a resolver, a individualidade protagonista da resistência, em casa, contra a geringonça, não veio nada a calhar; através das solicitações de demarcações singulares das individualidades socialistas expostas em casos de Justiça sob gravíssimas acusações, cria - se, em vésperas de um Congresso que tudo teria de apoio ao Governo, um foco de desestabilização desviante na apresentação dos projectos de futuro e do programa governamental até às eleições que se avizinham. Dir - se - ia, que, cavalgando a onda moralista, pretende - se atomizar as atenções para personagens menores da militância que não na sua Direcção, liderança e os sucessos clamorosos alcançados, contra todos os anátemas pessimistas lançados cá dentro e... lá fora.
A demarcação extemporânea, porque ao arrepio da linha então traçada pelo primeiro - Ministro António Costa, como fio condutor do Partido em relação às acusações que pendem sobre o ex - secretário - Geral do P.S. e ex - primeiro- Ministro, José Sócrates, feita pelo líder da bancada socialista no Parlamento, com palavras duríssimas, na linha de um pré - julgamento popular de casos que ainda não foram julgados, se concertada com o líder do P.Socialista e primeiro -Ministro, foi um erro político que marcará, pela audição de TODO O MUNDO SOCIALISTA e não só, a agenda, necessáriamente defensiva do Governo.
O Congresso do Partido Socialista, por mais que se lancem alertas de contaminação, está ferido na sua unidade e solidariedade com a liderança.
NO COMMENTS!, seria, se fosse possível ultrapassar a irresistível ânsia de protagonismo de alguns desiludidos com o afastamento do centro dos acontecimentos, uma virtuosa contenção dos militantes.
sábado, maio 05, 2018
É DEMAIS PARA MIM...
a swamp
" ESTOU A EMPARVECER "...
... Intuiu o Fantasma de Clara F.Alves in PAI NOSSO, abalado(a) pelo impassante nó corredio que (des)une os afectos e a racionalidade, o estar e o ser, na paisagem berkeleyana de um Oriente - Medio em ruína existencial.
Portugal, aquele que me tem sido trazido diàriamente pelos Media, tem justificado a visão fruste que não quantificada de Guterres, aquando da sua demissão do cargo de primeiro - Ministro - um pântano - e está a pôr - me doido, sem me poder livrar - me dele.
O lambuzamento pelo que hoje se tornou num chorudo negócio, à boleia de uma sanha justicialista sem paralelo em Portugal está, pelo contacto, a sujar - nos a todos, dos moralistas, aos amorais, aos patifes e aos... decentes. Um crime de lesa - Pátria liderado por uma elite estúpida e imatura e um bando de hienas famintas de protagonismo e lucro a secundar, cúmplices, o desmantelamento da percepção externa do País pelo mundo.
A discrição devida às investigações dos casos judiciais que vão emporcalhando o país seria própria de um Estado adulto que, hoje, Portugal está a desmerecer.
Todo o ambiente político e quiçá, social, está a ser contaminado por uma estratégia demente, narcísica e cínicamente eivada de má - fé ululante, perante o desespero induzido pela Coligação de Esquerda que governa o país.
A coincidência na temporalização das investigações, dos arquivamentos, das lentidões processuais, dos mega processos, não existe. Basta recuar no tempo e contextualizar essas circunstâncias.
Num país de analfabetos funcionais a funcionar em modo sobrevivência, a manipulação, com a verdade, com a meia - verdade, com falsidades factuais e com a ligeireza do julgamento popular e... DEUS!!!, a chusma de comentadores especialistas das coisas da Vida, ainda a cheirar a cueiros, está - se a criar o caldo para a BOÇALIDADE POPULISTA, que está quase no ponto.
Estaria nisso a inquietação da enigmática prelecção do presidente Marcelo no discurso augúrico de 25 de Abril?
Repito - NÃO FAÇO JULGAMENTOS antecipados nem tenho ressonâncias de verdade sobre NENHUM arguido em nenhum processo de demolição pessoal ou colectivo. Lido com factos e sobre eles, quando são expostos, formulo uma opinião, moral ou política.
Quanto aos julgamentos, a haver, obriga - me e deveria obrigar à cidadania uma visão objectiva sobre o que ali, nos tribunais, se vai passar.
Então... falaremos...
terça-feira, maio 01, 2018
sexta-feira, abril 27, 2018
MARCELO...
M.R. DE SOUSA
... E O DISCURSO
Hermético, esfíngico e generalista. O aviso sobre os riscos de populismos numa República que o tem como presidente de todos os portugueses e com taxas elevadíssimas nas sondagens com uma postura benévolamente populista, foi, no mínimo bizarro.
A quem se referiria o Presidente da República? E com que finalidade?
Quanto às reformas políticas recorrentemente aventadas em todos os quadrantes políticos do Globo e nomeadamente em Portugal, vá lá que não mencionou as famigeradas reformas estruturais de que ninguém ainda compreendeu o alcance, fica sempre bem nos discursos políticos e... depois... é o que se vê.
O enfoque nas Forças Armadas só poderá ter resultado das queixas dos Altos Comandos nas reuniões com o Presidente.
Um país ao qual se tentou, com a ajuda da troika, ver reduzido ao mínimo o papel e intervenção do Estado, com o beneplácito silencioso e compreensivo de quase todas as Corporações, vê -se, assim que conseguiu poupar uns cobres, a ser sacudido por todas a espécie de reivindicações, umas justas e outras a reboque, em prol de interesses vários. DÁ CÁ O MEU!, tem sido a palavra de ordem.
A história recente já lá foi..., portanto... regressa, verticalmente, o assalto ao erário público.
Desse despertar tropista, finda a penúria, não ouvimos nenhum aviso, a não ser do Governo e não creio, como se insinua, que a época das eleições abrirá a porta à felicidade dos portugueses em ofertas... populistas.
... E O DISCURSO
Hermético, esfíngico e generalista. O aviso sobre os riscos de populismos numa República que o tem como presidente de todos os portugueses e com taxas elevadíssimas nas sondagens com uma postura benévolamente populista, foi, no mínimo bizarro.
A quem se referiria o Presidente da República? E com que finalidade?
Quanto às reformas políticas recorrentemente aventadas em todos os quadrantes políticos do Globo e nomeadamente em Portugal, vá lá que não mencionou as famigeradas reformas estruturais de que ninguém ainda compreendeu o alcance, fica sempre bem nos discursos políticos e... depois... é o que se vê.
O enfoque nas Forças Armadas só poderá ter resultado das queixas dos Altos Comandos nas reuniões com o Presidente.
Um país ao qual se tentou, com a ajuda da troika, ver reduzido ao mínimo o papel e intervenção do Estado, com o beneplácito silencioso e compreensivo de quase todas as Corporações, vê -se, assim que conseguiu poupar uns cobres, a ser sacudido por todas a espécie de reivindicações, umas justas e outras a reboque, em prol de interesses vários. DÁ CÁ O MEU!, tem sido a palavra de ordem.
A história recente já lá foi..., portanto... regressa, verticalmente, o assalto ao erário público.
Desse despertar tropista, finda a penúria, não ouvimos nenhum aviso, a não ser do Governo e não creio, como se insinua, que a época das eleições abrirá a porta à felicidade dos portugueses em ofertas... populistas.
quarta-feira, abril 25, 2018
25 de ABRIL
UMA REVOLUÇÃO COM 44 ANOS
Foi uma revolução. À força das armas fê - la quem pôde - as Forças Armadas de Portugal.
Foi uma revolução, pela mudança de regime e pela activação que proporcionou na maturidade de um povo até então menorizado nos seus direitos, liberdades e garantias.
O regime então deposto, foi de uma singular mediocridade, na elite política e religiosa que o sustentava e nas Corporações, que à custa do trabalho quase escravo, mantinha na pobreza material, espiritual e cultural todo um povo, já conformista e quase convencido de uma mediocridade imposta por uma bisonha e provinciana visão do "Estadista" Salazar e seus herdeiros.
Portugal é hoje, passados 44 anos, um país outro, que se vai libertando dos atavismos interiorizados por mais de quatro décadas de abusos. Os " tiques " ainda cá estão, TODOS, e o combate pelo esclarecimento e contra o condicionamento, tem sido uma luta árdua e constante.
A Direita troglodita deixou seguidores, infinitamente mais " espertos " e munidos de armas mais poderosas. A pobreza do discurso deixa contudo passar os preconceitos de classe na confrontação do que nunca deixou de ser o que, socialmente, É. - UMA LUTA DE CLASSES - aqui e em todo o planeta.
Da criação de novos países que a revolução proporcionou - Angola, Cabo Verde, Timor, Moçambique, Guiné - Bissau e S. Tomé e Príncipe, quero destacar o meu país e o orgulho que sinto pelo trabalho de crescimento, do zero, económico, cultural e político, abafado pelo nacionalismo bacoco, à criação de um Estado do qual todos os caboverdianos devem estar orgulhosos.
BEM - HAJAM!
VIVA O 25 DE ABRIL
segunda-feira, abril 23, 2018
VOANDO...
... SOBRE O QUE HOJE SE VAI TORNANDO UM NINHO DE CUCOS
Os MEDIA tem donos que, como negociantes que são, e nessa vertente cada vez mais vorazes, querem lucros e quanto mais, melhor.
A regência por um código deontológico e por uma legislação restritiva no domínio dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, está aos poucos mas decididamente, a ser mandado às malvas.
A inauguração do achincalhamento é de pouco mais de uma década e começou com a cumplicidade criminosa entre o Ministério Público e os MEDIA, mormente com a Cofina, através do diário tablóide, Correio da Manhã e do seu canal televisivo, pela divulgação de processos judiciais em segredo de justiça.
Já tudo se disse sobre a boçalidade informativa, e a passos criminosa, desse tipo de jornalismo. Não por acaso, NUNCA se descobriu, dentro da Magistratura, o foco ou os focos infecciosos e, que eu saiba, nenhum dos responsáveis pela divulgação da investigação, das narrativas processuais sobre suspeitas e dos interrogatórios dos suspeitos terá sido levado aos tribunais. Incompetência ou cumplicidade alvar?
Por razões que não serão difíceis de descortinar aflorado na abertura deste post, a estação de televisão SIC do grupo Impresa que este ano alienou treze títulos editoriais, atordoou - nos com as IMAGENS, feitas pela Justiça, dos interrogatórios levados a cabo no âmbito do processo Marquês, das testemunhas, dos advogados e dos arguidos.
Um crime, à luz da legislação portuguesa, que parte do Ministério Público, detentor das imagens e se prolonga pela sua divulgação em canais noticiosos de televisão.
Uma profunda desilusão, a fundamentar os sinais que as preocupações, a semântica e os títulos de primeira página do semanário Expresso, nos ia alertando a cada semana.Juntou - se ao... resto...
A minha curiosidade sobre este pinote tem também a ver com uma dúvida - A quem atribuir esse desvio? ; ao Balsemão sénior ou ao júnior?
domingo, abril 15, 2018
DIÁLOGO IMPROVÁVEL (2)
TRUMP - Hi, Wlad, então, correu tudo bem, yes?
PUTIN - Da! Mas é melhor ficares por aí...
PUTIN - Da! Mas é melhor ficares por aí...
sábado, abril 14, 2018
UM DIÁLOGO IMPROVÁVEL?
QUINTA - FEIRA, 12 DE ABRIL DE 2018
TRUMP - Hi Wlad, não cheguei a dar - te os parabéns pela eleição. Smokeyyyy! Ias batendo o record. Quanto é que foi? 74%? Damn! Para a próxima, tens de me dar uma dicas, que é para calar de vez os donkeys, ok?
PUTIN - Donald, sua raposa velha... Da, na boa... Temos por aqui uns elementos da Dynamik que te poderão ser úteis na altura. Deu bastante jeito ao pessoal do Brexit e à May. Vocês, apesar de não terem aproveitado todo o seu potencial, deu para te safares, não foi? Por aqui soubemos usar uma técnica mista que a vocês não interessa. De qualquer maneira, é só pedires, da?
TRUMP - OK, mas ouve não foi exactamente por isso que te ligo. Há por aqui um reboliço por causa do vosso ex-espião e eu tive de mandar uns tweets, sabes como é, e agora o teu Animal resolve gasear os rebeldes, outra vez. Como calculas, está tudo a olhar para mim, como líder do mundo ocidental e tenho de fazer alguma coisa. O que sugeres? Já mandei uma bocas no Tweeter com umas ameaças e fiz no entusiasmo, umas promessas que tens de me ajudar a cumprir, ok?
PUTIN - Alto aí, Donald, ele diz que não fez nada disso e que foi tudo uma encenação dos rebeldes para os Media ocidentais, os hipócritas, que se estão a borrifar para os milhares de vítimas de uma guerra que vocês instigaram e que basta pôr - lhes diante dos olhos crianças em sofrimento, real ou imaginário e começam a carpir lágrimas de crocodilo.
TRUMP - Mas temos provas, Wlad, que os nossos informadores trouxeram ao nosso conhecimento...
PUTIN - Bullshit! Também com aquele verme do Skripal vocês também tinham provas que os vossos amigos vos enviaram. Quid pro quo, não Donald? Com o Sadam, foram vocês a cozer as provas irrefutáveis. Agora foram os aprendizes, ou deveria dizer os mestres, já que estão cá há mais tempo. Bem, como deves imaginar, estou na mesma situação que tu e não posso abandonar um aliado sem perder a face. O que é que estás a pensar fazer? Tu não, que disso percebes pevas... os teus conselheiros, que quero crer têm mais massa cinzenta.
TRUMP - Right, right, carry on... Listen! E que tal mandarmos uns mísseis de cruzeiro para alguns alvos " suspeitos ". Avisavas o Animal para tirar de lá os civis e... pronto, resolveríamos este imbróglio, vocês abateriam, sei lá, metade dos mísseis e deixariam o resto cumprir a sua missão. O que te parece?
PUTIN - Hmmm! Não parece mal, mas tens de conseguir mais apoios na Europa para não te armares ao pingaréu e para dar mais " internacionalização " à coisa, da?
Podes avançar e ai de vocês se acontecer algum " desvio " não programado.
Vamos ver como corre e depois falamos, da?
TRUMP - És um compincha, pá... Põe o capacete que vai aí bomba. I love it!
TRUMP - Hi Wlad, não cheguei a dar - te os parabéns pela eleição. Smokeyyyy! Ias batendo o record. Quanto é que foi? 74%? Damn! Para a próxima, tens de me dar uma dicas, que é para calar de vez os donkeys, ok?
PUTIN - Donald, sua raposa velha... Da, na boa... Temos por aqui uns elementos da Dynamik que te poderão ser úteis na altura. Deu bastante jeito ao pessoal do Brexit e à May. Vocês, apesar de não terem aproveitado todo o seu potencial, deu para te safares, não foi? Por aqui soubemos usar uma técnica mista que a vocês não interessa. De qualquer maneira, é só pedires, da?
TRUMP - OK, mas ouve não foi exactamente por isso que te ligo. Há por aqui um reboliço por causa do vosso ex-espião e eu tive de mandar uns tweets, sabes como é, e agora o teu Animal resolve gasear os rebeldes, outra vez. Como calculas, está tudo a olhar para mim, como líder do mundo ocidental e tenho de fazer alguma coisa. O que sugeres? Já mandei uma bocas no Tweeter com umas ameaças e fiz no entusiasmo, umas promessas que tens de me ajudar a cumprir, ok?
PUTIN - Alto aí, Donald, ele diz que não fez nada disso e que foi tudo uma encenação dos rebeldes para os Media ocidentais, os hipócritas, que se estão a borrifar para os milhares de vítimas de uma guerra que vocês instigaram e que basta pôr - lhes diante dos olhos crianças em sofrimento, real ou imaginário e começam a carpir lágrimas de crocodilo.
TRUMP - Mas temos provas, Wlad, que os nossos informadores trouxeram ao nosso conhecimento...
PUTIN - Bullshit! Também com aquele verme do Skripal vocês também tinham provas que os vossos amigos vos enviaram. Quid pro quo, não Donald? Com o Sadam, foram vocês a cozer as provas irrefutáveis. Agora foram os aprendizes, ou deveria dizer os mestres, já que estão cá há mais tempo. Bem, como deves imaginar, estou na mesma situação que tu e não posso abandonar um aliado sem perder a face. O que é que estás a pensar fazer? Tu não, que disso percebes pevas... os teus conselheiros, que quero crer têm mais massa cinzenta.
TRUMP - Right, right, carry on... Listen! E que tal mandarmos uns mísseis de cruzeiro para alguns alvos " suspeitos ". Avisavas o Animal para tirar de lá os civis e... pronto, resolveríamos este imbróglio, vocês abateriam, sei lá, metade dos mísseis e deixariam o resto cumprir a sua missão. O que te parece?
PUTIN - Hmmm! Não parece mal, mas tens de conseguir mais apoios na Europa para não te armares ao pingaréu e para dar mais " internacionalização " à coisa, da?
Podes avançar e ai de vocês se acontecer algum " desvio " não programado.
Vamos ver como corre e depois falamos, da?
TRUMP - És um compincha, pá... Põe o capacete que vai aí bomba. I love it!
sexta-feira, abril 13, 2018
LIDERANÇAS e... EQUÍVOCOS
PAPA FRANCISCO
Da infalibilidade papal já não reza a História mas do carácter virtuoso de algumas lideranças no universo medíocre da nossa contemporaneidade, sobressai o Papa Francisco como exemplo a merecer todas as esperanças dirigidas de católicos e não católicos.
O líder do Estado do Vaticano e da comunidade católica portou - se à altura dos ensinamentos da sua Igreja e da Ética política que, como chefe de Estado e exemplo num mundo em deliquescência moral, o obrigam.
O acto de contricção e o pedido público de desculpas às vítimas e ao seu rebanho pelo êrro, que da má avaliação suscitada pelas insuficientes e quiçá, erróneas informações sobre o caso das queixas de abusos sexuais a menores no Chile e o encobrimento do padre Karadima pelo seu superior hierárquico, bispo Juan Barros, foi de uma comovente e louvável acção humanista, política e... religiosa que encheu de orgulho o mundo cristão.
T.MAY
... E uma séria ameaça à nossa saúde física e mental, essa de aturar um um puto com déficit de atenção alheia e... muito mal educado.
Não se desse o caso de estar na liderança dos USA a sua (in)suficiência mental e imaturidade emocional e política só poderia, eventualmente, incomodar os mais próximos.
Refém do que prometeu combater, marionnette do complexo industrial/militar que, de facto e com líderes inconsequentes, governa os USA, Trump não pode nem deve ser levado a sério. Segui - lo é pôr - se ao seu nível. Não é em vão que a debandada na sua Administração, voluntária ou involuntáriamente, vai atestando e engrossando a mediocridade que o vai rodeando.
As fanfaronices contra Kim e Putin, através da Síria, só denunciam a irresponsabilidade da sua liderança infantil.
O MEIO EQUÍVOCO...
...De um líder em construção, que da política externa herda a burocracia do Eliseu, ressalta o salivar seguidista, o " estar lá " com os grandes nucleares, no que toca à Síria e no projectar de uma influência, hoje inexistente, no Oriente - Médio.
A venda de armas será o veículo corruptivo com que o REINO, através de Salman, vai arregimentando solidariedades e alianças espúrias com que desvanece a responsabilidade directa no Caos que assola aquelas paragens e atiça a agressão ao Irão, as USA require.
Anda por Espanha... está lá perto...
Realpolitik, dirá Macron, enquanto sobressalta a França com uma reparação institucional à Igreja católica, numa República laica.
Da infalibilidade papal já não reza a História mas do carácter virtuoso de algumas lideranças no universo medíocre da nossa contemporaneidade, sobressai o Papa Francisco como exemplo a merecer todas as esperanças dirigidas de católicos e não católicos.
O líder do Estado do Vaticano e da comunidade católica portou - se à altura dos ensinamentos da sua Igreja e da Ética política que, como chefe de Estado e exemplo num mundo em deliquescência moral, o obrigam.
O acto de contricção e o pedido público de desculpas às vítimas e ao seu rebanho pelo êrro, que da má avaliação suscitada pelas insuficientes e quiçá, erróneas informações sobre o caso das queixas de abusos sexuais a menores no Chile e o encobrimento do padre Karadima pelo seu superior hierárquico, bispo Juan Barros, foi de uma comovente e louvável acção humanista, política e... religiosa que encheu de orgulho o mundo cristão.
T.MAY
EQUÍVOCOS
A líder do Reino Unido terá convocado o Gabinete de Guerra britânico, face à escalada que, da conspiração Skripal às manipulações químicas dos rebeldes a alguns desmiolados ou cúmplices líderes ocidentais, que no desespero da derrota no terreno e no azedume com o apoio russo, com que se tenta, de novo, recriar uma nova Guerra Fria, a UK tenta criar no Ocidente.
O que move May?
Sabemos hoje das patifarias que a guindaram à liderança da U.K. e da manipulação criminosa dos cidadãos britânicos no Brexit e da nostalgia da liderança perdida e pretendida, quer através da sua herança nos USA quer na U.E. e do seu atávico e proud isolacionismo que a sua soberba transporta. So, be it!
Só num seguidismo acéfalo de uma Europa, intuída sem liderança, tem permitido, pela chantagem histórica e mesquinhas cobranças, as sucessivas tentativas de manipulação no imaginário social das suas nações, do inimigo externo, no caso vertente a Rússia e o Irão e amanhã a China.
A Europa terá der ser melhor que uma cadela amestrada que saliva a cada assobio...
Para já, a líder da Alemanha, Merkel, pôs - se, ajuízadamente, de fora da manipulação rasteira.
OUTRO EQUÍVOCO...
A líder do Reino Unido terá convocado o Gabinete de Guerra britânico, face à escalada que, da conspiração Skripal às manipulações químicas dos rebeldes a alguns desmiolados ou cúmplices líderes ocidentais, que no desespero da derrota no terreno e no azedume com o apoio russo, com que se tenta, de novo, recriar uma nova Guerra Fria, a UK tenta criar no Ocidente.
O que move May?
Sabemos hoje das patifarias que a guindaram à liderança da U.K. e da manipulação criminosa dos cidadãos britânicos no Brexit e da nostalgia da liderança perdida e pretendida, quer através da sua herança nos USA quer na U.E. e do seu atávico e proud isolacionismo que a sua soberba transporta. So, be it!
Só num seguidismo acéfalo de uma Europa, intuída sem liderança, tem permitido, pela chantagem histórica e mesquinhas cobranças, as sucessivas tentativas de manipulação no imaginário social das suas nações, do inimigo externo, no caso vertente a Rússia e o Irão e amanhã a China.
A Europa terá der ser melhor que uma cadela amestrada que saliva a cada assobio...
Para já, a líder da Alemanha, Merkel, pôs - se, ajuízadamente, de fora da manipulação rasteira.
OUTRO EQUÍVOCO...
... E uma séria ameaça à nossa saúde física e mental, essa de aturar um um puto com déficit de atenção alheia e... muito mal educado.
Não se desse o caso de estar na liderança dos USA a sua (in)suficiência mental e imaturidade emocional e política só poderia, eventualmente, incomodar os mais próximos.
Refém do que prometeu combater, marionnette do complexo industrial/militar que, de facto e com líderes inconsequentes, governa os USA, Trump não pode nem deve ser levado a sério. Segui - lo é pôr - se ao seu nível. Não é em vão que a debandada na sua Administração, voluntária ou involuntáriamente, vai atestando e engrossando a mediocridade que o vai rodeando.
As fanfaronices contra Kim e Putin, através da Síria, só denunciam a irresponsabilidade da sua liderança infantil.
O MEIO EQUÍVOCO...
...De um líder em construção, que da política externa herda a burocracia do Eliseu, ressalta o salivar seguidista, o " estar lá " com os grandes nucleares, no que toca à Síria e no projectar de uma influência, hoje inexistente, no Oriente - Médio.
A venda de armas será o veículo corruptivo com que o REINO, através de Salman, vai arregimentando solidariedades e alianças espúrias com que desvanece a responsabilidade directa no Caos que assola aquelas paragens e atiça a agressão ao Irão, as USA require.
Anda por Espanha... está lá perto...
Realpolitik, dirá Macron, enquanto sobressalta a França com uma reparação institucional à Igreja católica, numa República laica.
domingo, abril 08, 2018
BRASIL
UM PAÍS..., criminosamente, ADIADO
À mercê de uma poderosa máfia, política, judicial, económica, financeira e ... militar, a Democracia brasileira vai gemendo nos gonzos de uma porta aberta para um período negro, mais um, da sua história, um escárnio grotesco oferecido ao mundo, com a desfaçatez da impunidade.
Dir - se - ia que, a fazer jus à, merecida ou não, colagem com que se identifica certa amoralidade ética da Direita e do seu protagonismo na Corrupção, activa e passiva das nações, a reacção contra o petismo mais não é do que uma reivindicação da originalidade e da natureza do que lhe pertence de direito.
O Lava Jato foi o pretexto para a sangria de um espaço que a venalidade deslumbrada de associados do P.T. ia ocupando perante a frouxidão cúmplice de Lula e o desamparo de Roussef. Abriu - se uma brecha pela qual as tropas de choque, pela judicialização política, campeou. E tão bem o fez que derrubou Roussef e preparou o caminho para o eventual regresso de Lula da Silva.
O " desclassificado " metalúrgico que o povo fez seu presidente e que, mau grado o destempero reaccionário provou que havia outro caminho para o país que não o do racismo, da fome, da miséria e do crime, continuava, afastado do poder efectivo, a protagonizar uma ideia de esperança e desenvolvimento, pela redistribuição das riquezas nacionais em prol da educação, da inclusão das minorias segregadas desse fabuloso território.
Uma ameaça, que a possibilidade de vencer as eleições presidenciais próximas, caucionada por todas as sondagens, transformou em pesadelo. Lula não iria ser tão brando e cordato como o tinha sido antes. Tinha aprendido a lição e reconhecido, de novo, a capacidade do polvo. Desta vez fá - lo - ia pagar e cobrar o que devia ter cobrado.
Foi tarde o despertar do P.T. e foi apanhado, ingénua e inaceitávelmente, com as calças no chão.
Com o seu líder preso ( demito - me das considerações legalistas sobre o que considero um agendamento político dirigido ), restam duas alternativas políticas ao P.T. - uma mobilização político/informativa constante e, no caso da não nomeação por Lula de um outro candidato do P.T. com o seu apoio explícito, a inscrição nos boletins de voto do nome de Lula e o correspondente voto.
Brasil merece melhor do que a clique rapace que dele se apoderou. Saibam os brasileiros recuperar o seu país, são os meus votos...
terça-feira, abril 03, 2018
O VÉU DE MAIA
UMA GUERRA FRIA " REQUENTADA "?
W. PUTIN
Desde Catarina II que a Rússia nos é apresentada como uma nação sanguinária, uma terra de bárbaros, de novos hunos, cuja sede imperialista só tem sido travada pelos briosos britânicos e os seus associados norte - americanos.
Esse é o imaginário emulativo construído, à boleia do, dantes vermelho, inimigo externo, a par do perigo amarelo, como a ameaça árabe fundamentalista, no Ocidente a marcar toda a evolução humanista na aversão ao diferente, ao estrangeiro, ao forasteiro.
Todo esse arsenal ideológico, mantido e reforçado em continuidade, tem funcionado, cínicamente, sempre que as necessidades políticas dos USA ou do Reino Unido, nomeadamente, sintam um enfraquecimento na aversão estimulada.
A História do século XX foi exemplar, pós II GG, no espelhamento dessa prática em momentos distintos desse turvamento.
Cada vez mais enfraquecidos, exangues e não já isolados no direito usurpado de imposição da sua idiossincracia ao resto do mundo, os indefectíveis defensores da colonização cultural, mercantil e militar das nações, sentem - se ultrapassados pelo ressurgimento da Rússia como actor global, já não como comedora de crianças, mas como intérprete do novo capitalismo no contexto geral das nações, e da formidável e ameaçadora China na interpretação invejada de controlo político plus agressiva exportação das virtudes absorvidas do que era e é apresentado como o melhor dos sistemas - o Capitalismo - que não o Comunismo.
SOLUÇAO? O boicote, económico, encetado pelos USA e político, despoletado pela UK, num oportuno ( para quem? ) envenenamento de um antigo e esquecido espião menor russo, hoje cidadão britânico, atribuído a um presumido ataque de cretinismo do Estado Russo.
Que segredos tenebrosos a ocultar DE um residente britânico teria Putin a esconder que não tivesse já dado a conhecer na apresentação PUBLICA das suas aquisições militares?
A verdade é que a Diplomacia mentirosa que nos tornou cúmplices do CAOS E MORTANDADE que, desde a queda de Sadam assolam o mundo, lá no Oriente - Médio e cá, através do terror importado através do Daesh, no Mediterrâneo com a morte de... em quantos vão!!!??? refugiados do horror da guerra, NÃO MERECE A NOSSA CREDIBILIDADE, sem que a irrefutabilidade das provas confirme a veracidade sobre o que quer que seja transmitido.
Do que se passa na Rússia saberão melhor os russos e sobre esse conhecimento farão o seu juízo.
Putin desmentiu aquilo que considera ser uma acusação improcedente e exige provas.
O que fizeram os USA e o Reino Unido? Uma guerra diplomática pela qual, pelo seguidismo, solidariedade, clamam os seguidistas, só servirá como um teste à observância do estado da aversão induzida.
Saiba e tem - no feito bem, a diplomacia portuguesa, ponderar os interesses nacionais e lembrar - se de que quem procura o isolamento e isolar os outros não coincidirá, nos seus propósitos com os deste pequeno e PACÍFICO país e ter SEMPRE presente que a NATO é e será sempre uma correia de transmissão no seguidismo pretendido pelos USA e pela UK, inimigos declarados da insubmissão dos povos e regimes não alinhados.
W. PUTIN
Desde Catarina II que a Rússia nos é apresentada como uma nação sanguinária, uma terra de bárbaros, de novos hunos, cuja sede imperialista só tem sido travada pelos briosos britânicos e os seus associados norte - americanos.
Esse é o imaginário emulativo construído, à boleia do, dantes vermelho, inimigo externo, a par do perigo amarelo, como a ameaça árabe fundamentalista, no Ocidente a marcar toda a evolução humanista na aversão ao diferente, ao estrangeiro, ao forasteiro.
Todo esse arsenal ideológico, mantido e reforçado em continuidade, tem funcionado, cínicamente, sempre que as necessidades políticas dos USA ou do Reino Unido, nomeadamente, sintam um enfraquecimento na aversão estimulada.
A História do século XX foi exemplar, pós II GG, no espelhamento dessa prática em momentos distintos desse turvamento.
Cada vez mais enfraquecidos, exangues e não já isolados no direito usurpado de imposição da sua idiossincracia ao resto do mundo, os indefectíveis defensores da colonização cultural, mercantil e militar das nações, sentem - se ultrapassados pelo ressurgimento da Rússia como actor global, já não como comedora de crianças, mas como intérprete do novo capitalismo no contexto geral das nações, e da formidável e ameaçadora China na interpretação invejada de controlo político plus agressiva exportação das virtudes absorvidas do que era e é apresentado como o melhor dos sistemas - o Capitalismo - que não o Comunismo.
SOLUÇAO? O boicote, económico, encetado pelos USA e político, despoletado pela UK, num oportuno ( para quem? ) envenenamento de um antigo e esquecido espião menor russo, hoje cidadão britânico, atribuído a um presumido ataque de cretinismo do Estado Russo.
Que segredos tenebrosos a ocultar DE um residente britânico teria Putin a esconder que não tivesse já dado a conhecer na apresentação PUBLICA das suas aquisições militares?
A verdade é que a Diplomacia mentirosa que nos tornou cúmplices do CAOS E MORTANDADE que, desde a queda de Sadam assolam o mundo, lá no Oriente - Médio e cá, através do terror importado através do Daesh, no Mediterrâneo com a morte de... em quantos vão!!!??? refugiados do horror da guerra, NÃO MERECE A NOSSA CREDIBILIDADE, sem que a irrefutabilidade das provas confirme a veracidade sobre o que quer que seja transmitido.
Do que se passa na Rússia saberão melhor os russos e sobre esse conhecimento farão o seu juízo.
Putin desmentiu aquilo que considera ser uma acusação improcedente e exige provas.
O que fizeram os USA e o Reino Unido? Uma guerra diplomática pela qual, pelo seguidismo, solidariedade, clamam os seguidistas, só servirá como um teste à observância do estado da aversão induzida.
Saiba e tem - no feito bem, a diplomacia portuguesa, ponderar os interesses nacionais e lembrar - se de que quem procura o isolamento e isolar os outros não coincidirá, nos seus propósitos com os deste pequeno e PACÍFICO país e ter SEMPRE presente que a NATO é e será sempre uma correia de transmissão no seguidismo pretendido pelos USA e pela UK, inimigos declarados da insubmissão dos povos e regimes não alinhados.
segunda-feira, abril 02, 2018
MÁRIO CENTENO...
... UM ALVO A ABATER
A Direita portuguesa desespera - se em encontrar pontos de demolição na política económica/financeira do Governo socialista. Todos os factos até agora conhecidos remetem a pretensa racionalidade crítica e analítica da descrição dos méritos e da eficácia governativa, a um agonizante estado de AZIA.
Mário Centeno, o ministro das Finanças português e presidente do Eurogrupo, provou as suas teses macroeconómicas e financeiras anti - Austeridade contra tudo e contra todas as luminárias liberais e académicas do país e da U.E., sedeadas na Comissão europeia e no Eurogrupo.
O " aprendiz de feiticeiro ", expectante, com que por aqui o cunhei na altura da sua nomeação limitava - se à sua inexperiênca política que não técnica, como ,então, apontada.
Hoje, com as calosidades que, do enfrentamento dos opositores, ideológicos por um lado e intelectualmente desonestos por outro, vai - se afirmando como um mestre político de respeito e... naturalmente, um alvo a abater, conflituando - o com os ministros do Governo.
A actual campanha caseira de ódio e cegueira, ( que não gratidão por ter posto o país nos eixos e levantá - lo do chão duro a que o anterior governo da Coligação de Direita PSD/CDS o remeteu), no que à sua política financeira e por arrasto económica, diz respeito, tem sido de uma indigência total, que se prolonga, na AZIA, à lucidez intelectual e pragmática do recém - eleito líder do maior partido da Oposição, Rui Rio, que à crítica desembestada e inane, prefere a ponderação programática e... eventuais alternativas de assédio ( abrenúncio!!! ) ao eleitorado flutuante do universo eleitoral.
Já se insinua, malévolamente, que detém, em vez do primeiro - Ministro A.Costa, o Governo do país, dada a percepção vocalizada do ministro da Saúde - Neste Governo somos todos Centeno - de que a solidariedade governamental, dentro do Governo é total, mau grado o controlo apurado do ministério das Finanças das dotações orçamentais.
Esta indigestão da Direita, com a clientela partidária hoje afastada do Poder já deu mostras de ser perigosa e... insidiosa, como as tentativas de desestabilização social, por vários métodos, testemunharam no ano último.
Todas elas falharam; os números das sondagens continuam a eleger A. Costa e o seu partido, o P.Socialista como o preferido para governar o país e, se possível, com o apoio dos seus actuais parceiros parlamentares, o PCP, o BLOCO de ESQUERDA e o Partido ecologista.
Uma AZIA PROLONGADA, pois....
A Direita portuguesa desespera - se em encontrar pontos de demolição na política económica/financeira do Governo socialista. Todos os factos até agora conhecidos remetem a pretensa racionalidade crítica e analítica da descrição dos méritos e da eficácia governativa, a um agonizante estado de AZIA.
Mário Centeno, o ministro das Finanças português e presidente do Eurogrupo, provou as suas teses macroeconómicas e financeiras anti - Austeridade contra tudo e contra todas as luminárias liberais e académicas do país e da U.E., sedeadas na Comissão europeia e no Eurogrupo.
O " aprendiz de feiticeiro ", expectante, com que por aqui o cunhei na altura da sua nomeação limitava - se à sua inexperiênca política que não técnica, como ,então, apontada.
Hoje, com as calosidades que, do enfrentamento dos opositores, ideológicos por um lado e intelectualmente desonestos por outro, vai - se afirmando como um mestre político de respeito e... naturalmente, um alvo a abater, conflituando - o com os ministros do Governo.
A actual campanha caseira de ódio e cegueira, ( que não gratidão por ter posto o país nos eixos e levantá - lo do chão duro a que o anterior governo da Coligação de Direita PSD/CDS o remeteu), no que à sua política financeira e por arrasto económica, diz respeito, tem sido de uma indigência total, que se prolonga, na AZIA, à lucidez intelectual e pragmática do recém - eleito líder do maior partido da Oposição, Rui Rio, que à crítica desembestada e inane, prefere a ponderação programática e... eventuais alternativas de assédio ( abrenúncio!!! ) ao eleitorado flutuante do universo eleitoral.
Já se insinua, malévolamente, que detém, em vez do primeiro - Ministro A.Costa, o Governo do país, dada a percepção vocalizada do ministro da Saúde - Neste Governo somos todos Centeno - de que a solidariedade governamental, dentro do Governo é total, mau grado o controlo apurado do ministério das Finanças das dotações orçamentais.
Esta indigestão da Direita, com a clientela partidária hoje afastada do Poder já deu mostras de ser perigosa e... insidiosa, como as tentativas de desestabilização social, por vários métodos, testemunharam no ano último.
Todas elas falharam; os números das sondagens continuam a eleger A. Costa e o seu partido, o P.Socialista como o preferido para governar o país e, se possível, com o apoio dos seus actuais parceiros parlamentares, o PCP, o BLOCO de ESQUERDA e o Partido ecologista.
Uma AZIA PROLONGADA, pois....
quarta-feira, março 28, 2018
PROCLAMAÇÃO...
... DE UM " INGÉNUO "...
...Que, do " senso - comum ", hoje remetido às cavernas, se espanta e se aparta, continua e continuará sempre fiel ao racionalismo, libertário e caótico, que a nossa condição cumpriu e até ao fim dos tempos continuará a cumprir, saúdo a Inteligência humanista, feroz, intrangisente, que, ao longo da nossa jornada neste belo planeta, nos define, em complacência, como seres racionais.
Só no aprofundamento dessa capacidade gratuita e generosa, que a barbárie devastou, a vaidade hipotecou, o niilismo claudicou, o relativismo menorizou, a cristalização político - ideológica impassou, o positivismo " facilitou ", o cinismo desactivou, o populismo desarticulou e o feminismo " cavalgou ", maior que todas as diferenças aprofundadas, estará a salvação da espécie, que este CRENTE na inteligência ético/racional, se proclama.
Philip Roth, como acontece a todos os " atentos " da nossa extraordinária condição de " vítimas " da nossa animalidade e do nosso divino projecto de ascensão, no dealbar do abismo ignoto do fim, regressa à melancolia dos antepassados, à procura de Godot, e abandona a ficção literária, tendencionalmente vitalizante, em prol da revisitação da marcha, quand même, optimizada, per cause, da espécie.
Sem qualquer intenção ostentatória, este escriba fê - lo há uma década e com as mesmas derivações. Sem querer estar na posse das razões que, na sua entrevista dada à luz na Revista do Expresso de Janeiro deste ano, o fez regressar às origens, quero acreditar que o desencanto que uma história apercebida como comum, nos surja como falhada nos seus objectivos possíveis e possíveis, não seja uma coincidência geracional.
Nada nos unirá a não ser a philosofia, essa crença, despida de preconceitos e amarras tantalizantes, que a nossa bestialidade domável, ainda gere. na Humanidade.
Esta " subtil " ligação parasitada, hoje, com Roth, tentou fazê - la ele, então, na demanda da História , da confirmação do intuído, do projectado, do desejado, do explorado, do exigido, do malogrado, da possibilidade..., como milhões de nós.
A Estupidez, se bem uma singularidade nossa, pode ser um anexante descartável. A transmissão dessa " mensagem " é, nos tempos que correm, não só uma possibilidade como uma urgência.
ESSA é a revolução que, antes de contemplarmos o abismo, se exige à nova geração.
...Que, do " senso - comum ", hoje remetido às cavernas, se espanta e se aparta, continua e continuará sempre fiel ao racionalismo, libertário e caótico, que a nossa condição cumpriu e até ao fim dos tempos continuará a cumprir, saúdo a Inteligência humanista, feroz, intrangisente, que, ao longo da nossa jornada neste belo planeta, nos define, em complacência, como seres racionais.
Só no aprofundamento dessa capacidade gratuita e generosa, que a barbárie devastou, a vaidade hipotecou, o niilismo claudicou, o relativismo menorizou, a cristalização político - ideológica impassou, o positivismo " facilitou ", o cinismo desactivou, o populismo desarticulou e o feminismo " cavalgou ", maior que todas as diferenças aprofundadas, estará a salvação da espécie, que este CRENTE na inteligência ético/racional, se proclama.
Philip Roth, como acontece a todos os " atentos " da nossa extraordinária condição de " vítimas " da nossa animalidade e do nosso divino projecto de ascensão, no dealbar do abismo ignoto do fim, regressa à melancolia dos antepassados, à procura de Godot, e abandona a ficção literária, tendencionalmente vitalizante, em prol da revisitação da marcha, quand même, optimizada, per cause, da espécie.
Sem qualquer intenção ostentatória, este escriba fê - lo há uma década e com as mesmas derivações. Sem querer estar na posse das razões que, na sua entrevista dada à luz na Revista do Expresso de Janeiro deste ano, o fez regressar às origens, quero acreditar que o desencanto que uma história apercebida como comum, nos surja como falhada nos seus objectivos possíveis e possíveis, não seja uma coincidência geracional.
Nada nos unirá a não ser a philosofia, essa crença, despida de preconceitos e amarras tantalizantes, que a nossa bestialidade domável, ainda gere. na Humanidade.
Esta " subtil " ligação parasitada, hoje, com Roth, tentou fazê - la ele, então, na demanda da História , da confirmação do intuído, do projectado, do desejado, do explorado, do exigido, do malogrado, da possibilidade..., como milhões de nós.
A Estupidez, se bem uma singularidade nossa, pode ser um anexante descartável. A transmissão dessa " mensagem " é, nos tempos que correm, não só uma possibilidade como uma urgência.
ESSA é a revolução que, antes de contemplarmos o abismo, se exige à nova geração.
terça-feira, março 20, 2018
FASCISTÓIDES?...
... OU...
...UMA VISÃO OUTRA DE DEMOCRACIA?
TRUMP, quer a condenação à morte dos traficantes de droga. Duterte, das Filipinas atira - os de helicópeteros ao oceano. Uma singularidade democrática muito acarinhada pelos regimes, na resolução de problemas sociais para os quais a incompetência, a impotência e... a Liberdade se conjugaram num negócio, no caso vertente, ilegal, de milhões.
Uma maneira outra de varrer o lixo para debaixo do tapete, só que estúpidamente selvagem.
...UMA VISÃO OUTRA DE DEMOCRACIA?
TRUMP, quer a condenação à morte dos traficantes de droga. Duterte, das Filipinas atira - os de helicópeteros ao oceano. Uma singularidade democrática muito acarinhada pelos regimes, na resolução de problemas sociais para os quais a incompetência, a impotência e... a Liberdade se conjugaram num negócio, no caso vertente, ilegal, de milhões.
Uma maneira outra de varrer o lixo para debaixo do tapete, só que estúpidamente selvagem.
DEMOCRACIA, SOBERANIAS (3)
ELEIÇÕES RUSSAS
W. PUTIN
A Rússia acaba de reeleger o seu presidente, Putin, para mais um mandato presidencial com uma maioria esmagadora dos votos dos seus cidadãos, um score que, numa visão ocidental, só é alcançado por ditadores e... em eleições fraudulentas - 74%.
Goste - se ou não do personagem, que os ciclos noticiosos de sentido único e... dirigidos, teimam em fazer - nos odiar e retratar como uma ameaça, a perspectiva que sobre Putin têm os cidadãos da Rússia, que é o que de facto lhes interessa, nada tem a ver com a demonização que, em primeira linha, o Reino Unido e os USA, encaram e..., muitas vezes a reboque e sem sentido crítico e estratégico, as nações europeias.
A BBC fala - nos das razões por que a soberania dos russos continua a apostar em Putin para os liderar. na ressaca destas eleições e elas são substantivas, apesar de toda a azáfama do Reino Unido e dos USA e , por arrasto, o Ocidente, em sucessivos boicotes económicos ao poderoso e indomável país que é, cada vez mais a Rússia.
Eu tenho uma teoria e já a tenho formulado por aqui algumas vezes. O pânico, o pesadelo estratégico dos Estados Unidos e da U.K. é uma Europa de Sagres a Vladivostok a viver em paz dentro das suas fronteiras, numa profícua colaboração, política, económica e social. Uma utopia que, nem mesmo o sendo, não os deixa dormir em paz, eles e... nós, a Europa.
A formulação democrática, quando é exercida pelos povos vai para além dos filtros com que o Ocidente valida a justeza da democracia dos outros e a que exercitamos entre nós, seja no Irão, na China, na Venezuela ou Angola. A nossa, perfeita nos seus passos jurídicos - burocráticos, é exercida substancialmente pela Plutocracia, pelo que um pouco de humildade DEMOCRÁTICA, na comparação analítica dos contextos históricos e de evolução das super-estruturas nacionais e as suas tendências regressivas ou evolutivas neste caminhar político - social dos povos, seria de todo aconselhável na diminuição dos conflitos, mais imaginados que reais entre as nações.
Um pouco mais de respeito pelas suas soberanias e... pelos seus REGIMES, que o nosso também o é, atestava com mais contundência a maioridade do nosso.
W. PUTIN
A Rússia acaba de reeleger o seu presidente, Putin, para mais um mandato presidencial com uma maioria esmagadora dos votos dos seus cidadãos, um score que, numa visão ocidental, só é alcançado por ditadores e... em eleições fraudulentas - 74%.
Goste - se ou não do personagem, que os ciclos noticiosos de sentido único e... dirigidos, teimam em fazer - nos odiar e retratar como uma ameaça, a perspectiva que sobre Putin têm os cidadãos da Rússia, que é o que de facto lhes interessa, nada tem a ver com a demonização que, em primeira linha, o Reino Unido e os USA, encaram e..., muitas vezes a reboque e sem sentido crítico e estratégico, as nações europeias.
A BBC fala - nos das razões por que a soberania dos russos continua a apostar em Putin para os liderar. na ressaca destas eleições e elas são substantivas, apesar de toda a azáfama do Reino Unido e dos USA e , por arrasto, o Ocidente, em sucessivos boicotes económicos ao poderoso e indomável país que é, cada vez mais a Rússia.
Eu tenho uma teoria e já a tenho formulado por aqui algumas vezes. O pânico, o pesadelo estratégico dos Estados Unidos e da U.K. é uma Europa de Sagres a Vladivostok a viver em paz dentro das suas fronteiras, numa profícua colaboração, política, económica e social. Uma utopia que, nem mesmo o sendo, não os deixa dormir em paz, eles e... nós, a Europa.
A formulação democrática, quando é exercida pelos povos vai para além dos filtros com que o Ocidente valida a justeza da democracia dos outros e a que exercitamos entre nós, seja no Irão, na China, na Venezuela ou Angola. A nossa, perfeita nos seus passos jurídicos - burocráticos, é exercida substancialmente pela Plutocracia, pelo que um pouco de humildade DEMOCRÁTICA, na comparação analítica dos contextos históricos e de evolução das super-estruturas nacionais e as suas tendências regressivas ou evolutivas neste caminhar político - social dos povos, seria de todo aconselhável na diminuição dos conflitos, mais imaginados que reais entre as nações.
Um pouco mais de respeito pelas suas soberanias e... pelos seus REGIMES, que o nosso também o é, atestava com mais contundência a maioridade do nosso.
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