D'OS MERDIA, again...
Lamentávelmente e em crescendo, o provincianismo, no que ele tem de atávica caracterização, abocanhou, pela sua face mais mesquinha, intriguista, instintiva e racionalmente malévola, vá... intelectualmente desonesta, os MEDIA nacionais.
Sobressai, principalmente nas televisões, uma agenda, não subtil, que os intérpretes jornaleiros não saberiam praticar e que os pés-de-microfone não saberiam ecoar, portanto indigente e ineficaz, como a realidade do país testemunha.
Nos jornais, os números do pasquim Correio da Manhã, que, populista e álacre, tem dado ao povo as misérias que, cotejadas, o faz sentir melhor, fizeram - no um exemplo de, no competitivo mercado da publicidade e vendas, a seguir, com a natural degradação, junto do outro povo, do seu conteúdo editorial.
Actualmente, no semanário que acompanho desde o primeiro número e que nenhuma vicissitude política provocou o afastamento - o EXPRESSO - só a existência dos extraordinários comentadores políticos de Esquerda ou de Direita nas páginas 32 e 33 e na Cultura a pontuação de Tolentino, Mexia, Lisboa, Fonseca, Calado, Ana Leonardo, Faria, seguram uma fidelidade à inteligência e honestidade intelectual que me cativa.
Dir - se - á que é como tudo na vida, há partes boas e outras que nem por isso e que o escrutínio será nosso. Difícil equilíbrio bloguista já que, no semanário, não posso deixar de me tropeçar em notícias e reportagens baseadas em fontes e percepções transmitidas e apresentadas como FACTOS, estribadas em narrativas romanescas do diz-que-diz, insinuando - se relações privilegiadas, fora do universo comum, que supostamente credibilizam como factos, insinuações, percepções, palpites, sei lá que mais.
Emulando Faria, dir - se-á, sem snobismo, que o universalismo urbi et orbi do jornal a isso obriga, uma deferência aos pacóvios, por um lado, e... vistas largas para os outros.
Acontece que, por não-acaso, os pacovinianos embaraços só o são para esses outros. Incomoda - os.
segunda-feira, outubro 01, 2018
sexta-feira, setembro 28, 2018
MOU e POGBA
ESCARAMUÇAS
POGBA
BALOTELLI
Nunca foram tão bons como pensaram ser... Produtos medianos que os Media incensaram e que o Mercado hipervalorizou alarvemente. Houve mais como eles...
A guerra de ego que o primeiro trava com Mourinho no Manchester é inaceitável para um treinador de topo como Mourinho tem sido, mau grado alguns fracassos que lhe ensombram o percurso vencedor.
Se, por razões, também elas inexplicáveis, o Manchester tomar o partido do jogador e não respaldar a autoridade do líder, é quase certo que Mourinho tomará a iniciativa da cessação de contrato com Manchester, salvaguardando os seus interesses.
Por mim, encostava o puto e deixava - o em amadurecimento. Não fará muita falta onde há Matic e outros muito mais comprometidos com a equipa e com o treinador.
Infelizmente, a imagem de Balotelli, que rápidamente passou de uma grande promessa para... o esquecimento que hoje vive, deveria servir de aviso ao Pogba...
POGBA
BALOTELLI
Nunca foram tão bons como pensaram ser... Produtos medianos que os Media incensaram e que o Mercado hipervalorizou alarvemente. Houve mais como eles...
A guerra de ego que o primeiro trava com Mourinho no Manchester é inaceitável para um treinador de topo como Mourinho tem sido, mau grado alguns fracassos que lhe ensombram o percurso vencedor.
Se, por razões, também elas inexplicáveis, o Manchester tomar o partido do jogador e não respaldar a autoridade do líder, é quase certo que Mourinho tomará a iniciativa da cessação de contrato com Manchester, salvaguardando os seus interesses.
Por mim, encostava o puto e deixava - o em amadurecimento. Não fará muita falta onde há Matic e outros muito mais comprometidos com a equipa e com o treinador.
Infelizmente, a imagem de Balotelli, que rápidamente passou de uma grande promessa para... o esquecimento que hoje vive, deveria servir de aviso ao Pogba...
terça-feira, setembro 25, 2018
LASTIMÁVEL...
...O ERRO JORNALÍSTICO...
Pedro Santos Guerreiro
( Director do Expresso )
... Que deixaste ocorrer no meu jornal
E, Pedro, exijo uma explicação pública e consequências que não se fiquem pelas linhas mal urdidas, que é para ficar por aqui, que saíram após o descalabro.
Pelo respeito que me mereces e que o semanário vai alimentando, FAZ -ME ISSO !
Pedro Santos Guerreiro
( Director do Expresso )
... Que deixaste ocorrer no meu jornal
E, Pedro, exijo uma explicação pública e consequências que não se fiquem pelas linhas mal urdidas, que é para ficar por aqui, que saíram após o descalabro.
Pelo respeito que me mereces e que o semanário vai alimentando, FAZ -ME ISSO !
quinta-feira, setembro 20, 2018
PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA
UMA NOMEAÇÃO ENVENENADA
Joana Marques Vidal
Completamente contrabandeada o que, em situações normais, se configuraria como uma substituição rotineira, em termos processuais, findo o mandato, do detentor do cargo de Procurador(a)- Geral da República.
A politização do cargo de que a Procuradoria terá sido o principal responsável, assim como toda a estrutura judicial, pela mediatização, através de fugas de informação ( bateram todos os records e nunca houve, dentro da Magistratura, a descoberta dos infractores, até hoje... ) sobre os processos levantados a a figuras da Administração do Estado, nomeadamente sobre o ex - primeiro - ministro José Sócrates que teve a " ousadia " de afrontar o que considerava ser excessivos privilégios corporativos, tornou, dizia, quase IMPOSSÍVEL, pelas posições políticas que sobre o cargo e a Magistratura em geral têm sido veiculadas, a sua recondução no cargo.
Acresce - se a circunstância do excessivo tempo num lugar e num cargo de Estado, sem controlo democrático executável por quem quer que seja, sob o risco de acusação de interferência sobre a Justiça.
O bom- senso institucional do primeiro - ministro, a quem caberá NOMEAR ou reconduzir o novo detentor do cargo e do presidente da República, a sua consagração ou o veto, deverá prevalecer de forma clara, no esvaziamento político dessa nomeação outra, que não a recondução da actual Procuradora.
E se for impossível a despolitização, convenhamos que, dado o apoio POLÍTICO declarado da Direita política, seria um erro político crasso mantê - la no cargo.
Joana Marques Vidal
Completamente contrabandeada o que, em situações normais, se configuraria como uma substituição rotineira, em termos processuais, findo o mandato, do detentor do cargo de Procurador(a)- Geral da República.
A politização do cargo de que a Procuradoria terá sido o principal responsável, assim como toda a estrutura judicial, pela mediatização, através de fugas de informação ( bateram todos os records e nunca houve, dentro da Magistratura, a descoberta dos infractores, até hoje... ) sobre os processos levantados a a figuras da Administração do Estado, nomeadamente sobre o ex - primeiro - ministro José Sócrates que teve a " ousadia " de afrontar o que considerava ser excessivos privilégios corporativos, tornou, dizia, quase IMPOSSÍVEL, pelas posições políticas que sobre o cargo e a Magistratura em geral têm sido veiculadas, a sua recondução no cargo.
Acresce - se a circunstância do excessivo tempo num lugar e num cargo de Estado, sem controlo democrático executável por quem quer que seja, sob o risco de acusação de interferência sobre a Justiça.
O bom- senso institucional do primeiro - ministro, a quem caberá NOMEAR ou reconduzir o novo detentor do cargo e do presidente da República, a sua consagração ou o veto, deverá prevalecer de forma clara, no esvaziamento político dessa nomeação outra, que não a recondução da actual Procuradora.
E se for impossível a despolitização, convenhamos que, dado o apoio POLÍTICO declarado da Direita política, seria um erro político crasso mantê - la no cargo.
PORTUGAL e ANGOLA
NORMALIZAÇÃO
Relações de Estado reatadas. Excelente! Nem poderia ter sido de outra maneira.Sinceramente, nem consegui perceber, mentira... percebi, como é que foi possível, num assunto de Estado, em que estavam em questão problemas jurídicos concernentes a acordos assinados no âmbito da CPLP, sobre transferências processuais, se tenha encalhado, nos gabinetes da Procuradoria, a formalidade exigida pelo Estado angolano, durante tanto tempo.
Uma pergunta - A " distracção " do embaixador português em Angola, Caetano da Silva, sobre o protocolo projectado pelo Estado angolano para receber o primeiro - ministro António Costa já teve uma resposta credível por parte da embaixada?
Se não sabia devia saber. À embaixada portuguesa CUMPRE SABER. Se sabia e disso não foi informado o primeiro -ministro... terá havido um boicote deliberado?
Uma guarda - de -honra militar esperava a chegada do primeiro - ministro, que, informalmente trajado, por desconhecimento do acto oficial inopinado(?), prestou - se a más interpretações escarninhas, mormente da Oposição política em Portugal.
Relações de Estado reatadas. Excelente! Nem poderia ter sido de outra maneira.Sinceramente, nem consegui perceber, mentira... percebi, como é que foi possível, num assunto de Estado, em que estavam em questão problemas jurídicos concernentes a acordos assinados no âmbito da CPLP, sobre transferências processuais, se tenha encalhado, nos gabinetes da Procuradoria, a formalidade exigida pelo Estado angolano, durante tanto tempo.
Uma pergunta - A " distracção " do embaixador português em Angola, Caetano da Silva, sobre o protocolo projectado pelo Estado angolano para receber o primeiro - ministro António Costa já teve uma resposta credível por parte da embaixada?
Se não sabia devia saber. À embaixada portuguesa CUMPRE SABER. Se sabia e disso não foi informado o primeiro -ministro... terá havido um boicote deliberado?
Uma guarda - de -honra militar esperava a chegada do primeiro - ministro, que, informalmente trajado, por desconhecimento do acto oficial inopinado(?), prestou - se a más interpretações escarninhas, mormente da Oposição política em Portugal.
domingo, setembro 16, 2018
SERENA
UMA CAMPEÃ MUITO... GROSSEIRA
ABUSO PRECONCEITUOSO DE PODER? ONDE ESTEVE ELE, AFINAL?
(uma vénia ao Mark Knight, pelo abuso...)
RACISMO? PATÉTICO!
O uso indevido e abusivo da justa luta das mulheres em prol de certos egos desvairados, como aconteceu na final do US OPEN por parte de uma campeoníssima, ídolo e exemplo de uma geração de tenistas, nas acusações infundadas e injustas dirigidas ao árbitro do encontro, Carlos Ramos foi, no mínimo, patético.
A denúncia pública da usurpação dessa meritória demanda das nossas companheiras pela sua dignidade pessoal por stars milionárias e outros egos do mesmo jaez, não se fez. E com essa omissão deram um tiro no pé.
ABUSO PRECONCEITUOSO DE PODER? ONDE ESTEVE ELE, AFINAL?
(uma vénia ao Mark Knight, pelo abuso...)
RACISMO? PATÉTICO!
O uso indevido e abusivo da justa luta das mulheres em prol de certos egos desvairados, como aconteceu na final do US OPEN por parte de uma campeoníssima, ídolo e exemplo de uma geração de tenistas, nas acusações infundadas e injustas dirigidas ao árbitro do encontro, Carlos Ramos foi, no mínimo, patético.
A denúncia pública da usurpação dessa meritória demanda das nossas companheiras pela sua dignidade pessoal por stars milionárias e outros egos do mesmo jaez, não se fez. E com essa omissão deram um tiro no pé.
sábado, setembro 15, 2018
POLITIQUICES
A MINHA ALMA ESTÁ PARVA...
...vociferou alguém nalgum lugar sobre o espanto com que os seus semelhantes não se cansavam de o agredir.
É espantosa a nossa capacidade de, coexistindo com milhões de vizinhos, ainda não nos termos dizimado por completo.
É espantosa a nossa capacidade de, atingido o ponto de saturação, nos descobrirmos capazes de o esvaziar, sob o risco de demência sociopata.
É espantosa a nossa capacidade de ESTUPIDEZ, que se nos apresenta, amiúde, como uma segunda natureza, inamovível do espaço que ocupou, quiçá por direito próprio, na nossa racionalidade.
Assusta - me o mundo que vem aí e não vou ver.
Basta - me a extrapolação do funcionamento psico/político e da cidadania, a mais das vezes abrutalhada, dos meus semelhantes para outras paragens, e a compreensão de uma possibilidade civilizacional decente, no mínimo, ri - se alarvemente da minha Utopia que a minha Racionalidade ainda cria ser possível.
Apeada a Racionalidade, como eu a intuo - Razão + Ética - , resultado, acreditava eu, de séculos de decantação dos horrores passados, resta o quê? O abismo nietzscheano?
...vociferou alguém nalgum lugar sobre o espanto com que os seus semelhantes não se cansavam de o agredir.
É espantosa a nossa capacidade de, coexistindo com milhões de vizinhos, ainda não nos termos dizimado por completo.
É espantosa a nossa capacidade de, atingido o ponto de saturação, nos descobrirmos capazes de o esvaziar, sob o risco de demência sociopata.
É espantosa a nossa capacidade de ESTUPIDEZ, que se nos apresenta, amiúde, como uma segunda natureza, inamovível do espaço que ocupou, quiçá por direito próprio, na nossa racionalidade.
Assusta - me o mundo que vem aí e não vou ver.
Basta - me a extrapolação do funcionamento psico/político e da cidadania, a mais das vezes abrutalhada, dos meus semelhantes para outras paragens, e a compreensão de uma possibilidade civilizacional decente, no mínimo, ri - se alarvemente da minha Utopia que a minha Racionalidade ainda cria ser possível.
Apeada a Racionalidade, como eu a intuo - Razão + Ética - , resultado, acreditava eu, de séculos de decantação dos horrores passados, resta o quê? O abismo nietzscheano?
domingo, setembro 09, 2018
TWITANDO
BRASIL
Um atentado ao Bolsonaro? Ponhamos o cinismo à solta, que a essas coisas estranhas obrigam e o " encomendado " ao atentado lança -nos a um mundo de traquejos e truques eleiçoeiros que aos arrabaldes do candidato não estranha nem renega.
Atenção povinho, se bobearem estão tramados. Vão acabar todos... capados.
PORTUGAL...
... E OS PELOURINHOS
"... o país que somos está traçado de alto a baixo por uma sombra de vigarices ", diz - nos o Director do Expresso, Pedro Santos Guerreiro, ensombrado pela projecção malsã que da tosse à suspeição, do diagnóstico ao tratamento, da cura ou à fatalidade da condenação, nos tem dado todos os passos ( não está sózinho... ) da maleita, entregando, a nós, inadvertidamente, o julgamento controlado das sentenças prévias que as percepções dos MEDIA prepararam.
EU ACUSO! E deixo o marfim andar, como diria Aquilino; se os julgamentos confirmarem as minhas " intuições ", muito bem, se não... FUCK! Que se lixe, fica pra próxima.
E desmonta - se o pelourinho até que outra careca se ponha a jeito...
P.S. Deixar CORRER o marfim e não Andar... emendou - me o autor
P.S.
Lula da Silva riu- se, há dias, da " facada " que chutou Bolsonaro para a presidência do Brasil. Eu já tinha avisado, então...
TRAMP... TREMp...TRImp...TRomp...Trump
Um atentado ao Bolsonaro? Ponhamos o cinismo à solta, que a essas coisas estranhas obrigam e o " encomendado " ao atentado lança -nos a um mundo de traquejos e truques eleiçoeiros que aos arrabaldes do candidato não estranha nem renega.
Atenção povinho, se bobearem estão tramados. Vão acabar todos... capados.
PORTUGAL...
... E OS PELOURINHOS
"... o país que somos está traçado de alto a baixo por uma sombra de vigarices ", diz - nos o Director do Expresso, Pedro Santos Guerreiro, ensombrado pela projecção malsã que da tosse à suspeição, do diagnóstico ao tratamento, da cura ou à fatalidade da condenação, nos tem dado todos os passos ( não está sózinho... ) da maleita, entregando, a nós, inadvertidamente, o julgamento controlado das sentenças prévias que as percepções dos MEDIA prepararam.
EU ACUSO! E deixo o marfim andar, como diria Aquilino; se os julgamentos confirmarem as minhas " intuições ", muito bem, se não... FUCK! Que se lixe, fica pra próxima.
E desmonta - se o pelourinho até que outra careca se ponha a jeito...
P.S. Deixar CORRER o marfim e não Andar... emendou - me o autor
P.S.
Lula da Silva riu- se, há dias, da " facada " que chutou Bolsonaro para a presidência do Brasil. Eu já tinha avisado, então...
TRAMP... TREMp...TRImp...TRomp...Trump
D'A ELITE DO REGIME XII
UMA LIDERANÇA INCÓMODA
RUI RIO
O Presidente do partido social - democrata português continua a travar, dentro do seu partido, uma luta feroz contra a clic passista e a venalidade política que a tem marcado como trampolim de ambições pessoais e não como dedicação à causa pública e ao País.
Acabo de o ouvir no discurso de encerramento das universíades da J.S.D., com uma extraordinária, pela novidade e pedagogia, aula política de como encarar o serviço publico, o fim último da Política. A crítica retaliatória aos adversários internos, subtil, e aos MEDIA, contundente, fez parte da aula de como ser político, de como ser Oposição e de como governar, foi tão eficaz, junto deste ouvinte anarquista que por pouco era convertido.
Do Governo em funções, das suas acções e omissões, um assertivo e forte balanço negativo sobre a degradação sentida e factual dos serviços públicos e sobre uma intuída navegação à vista que as condições parlamentares obrigam, um convite indirecto às reformas estruturais que só com o líder da Oposição podem ser levadas a cabo.
Claro e transparente na relação com os MEDIA, cujo tempo, objectivos e essência distinguiu da função política, Rio, sem surpresa, pelo menos para mim, revelou- se um dos mais válidos líderes políticos do País.
E, de facto, por palavras e obras põe o interesse nacional em primeiro lugar.
As minhas saudações democráticas.
P.S.- QUEM NÃO ASSISTIU À AULA, TEM TODO O INTERESSE EM REVÊ - LA.
RUI RIO
O Presidente do partido social - democrata português continua a travar, dentro do seu partido, uma luta feroz contra a clic passista e a venalidade política que a tem marcado como trampolim de ambições pessoais e não como dedicação à causa pública e ao País.
Acabo de o ouvir no discurso de encerramento das universíades da J.S.D., com uma extraordinária, pela novidade e pedagogia, aula política de como encarar o serviço publico, o fim último da Política. A crítica retaliatória aos adversários internos, subtil, e aos MEDIA, contundente, fez parte da aula de como ser político, de como ser Oposição e de como governar, foi tão eficaz, junto deste ouvinte anarquista que por pouco era convertido.
Do Governo em funções, das suas acções e omissões, um assertivo e forte balanço negativo sobre a degradação sentida e factual dos serviços públicos e sobre uma intuída navegação à vista que as condições parlamentares obrigam, um convite indirecto às reformas estruturais que só com o líder da Oposição podem ser levadas a cabo.
Claro e transparente na relação com os MEDIA, cujo tempo, objectivos e essência distinguiu da função política, Rio, sem surpresa, pelo menos para mim, revelou- se um dos mais válidos líderes políticos do País.
E, de facto, por palavras e obras põe o interesse nacional em primeiro lugar.
As minhas saudações democráticas.
P.S.- QUEM NÃO ASSISTIU À AULA, TEM TODO O INTERESSE EM REVÊ - LA.
segunda-feira, setembro 03, 2018
INQUIETAÇÕES?
SIM... MUITAS!
Hoje,porém,a devastação que atingiu a Biblioteca Nacional do Brasil, só atribuível à incúria com que a nossa História e os seus tesouros irrepetíveis tem sido percepcionado em algumas paragens do planeta, deixou - me de rastos.
O que se perdeu, hoje e amanhã, para os brasileiros e para a Cultura em geral, leva -nos a reflectir sobre a fragilidade de... tudo o que se tem por adquirido.
Foi uma lástima, que deve servir de alerta em todas as paragens onde a história da Humanidade é conservada.
A geração futura merece conhecer o que os seus antepassados foram e fizeram.
Hoje,porém,a devastação que atingiu a Biblioteca Nacional do Brasil, só atribuível à incúria com que a nossa História e os seus tesouros irrepetíveis tem sido percepcionado em algumas paragens do planeta, deixou - me de rastos.
O que se perdeu, hoje e amanhã, para os brasileiros e para a Cultura em geral, leva -nos a reflectir sobre a fragilidade de... tudo o que se tem por adquirido.
Foi uma lástima, que deve servir de alerta em todas as paragens onde a história da Humanidade é conservada.
A geração futura merece conhecer o que os seus antepassados foram e fizeram.
terça-feira, agosto 28, 2018
VENEZUELA - O CERCO
CHORO PELA VENEZUELA
NICOLÁS MADURO, o ex - sindicalista, hoje presidente da Venezuela, encontra - se, como outras lideranças no passado recente e longínquo da História da América Latina e, decididamente no resto do mundo socialista e que ainda não se tenha rendido ao Sistema, melhor, ao regime Capitalista, sobre um ferocíssimo ataque do Capital, mascarado de dama democrática a empunhar a bandeira da Liberdade.
Maduro não é Chavéz e tampouco terão os venezuelanos a têmpera de resistentes e o amor sacrificial pela liberdade que tiveram e têm os cubanos.
O exemplo da facilidade com que o Capital afastou Lula, Dilma e o P.T. brasileiro, das políticas sociais no Brasil e o desconchavo com que uma nação abusada, maltratada e esfomeada, tirada do pardieiro da submissão se esqueceu, aparentemente do seu passado recente, assim como parece estar a acontecer na pequena burguesia venezuelana, dir - lhe - ão que a ameaça à revolução bolivariana é para levar a sério.
Nós por cá estamos a ser cilindrados, pela manipulação mil vezes repetida e até ver, com sucesso junto de uma esquerda(!!!???) que já não usa o termo capitalista, com imagens e reportagens NÃO sobre o boicote financeiro e económico obscenos, que os USA e a cadela amestrada que a Europa tem conseguido ser, exercido sobre um estado que quer ser social e não capitalista, explorador e voraz, mas sobre as CONSEQUÊNCIAS, sem a denúncia dos autores materiais e morais da desgraça programada.
Da esperança utópica, a Venezuela de Chavéz, o Brasil de Lula, a Cuba de Castro, partiram para a acção e tiraram milhões da miséria enquanto a reacção, sempre brutal e implacável, pelas vítimas que o processo da retoma do poder capitalista perdido costuma deixar pelo caminho sob olhos vesgos pela retórica libertária e democrática, ainda calculava os passos a dar, arregimentando interesses e compadrios excellciando as perdas de lucros projectados.
Foi - me insuportável o cinismo da retórica do anti - esquerdista Sérgio Sousa Pinto, ( EXPRESSO 25 AG )franco atirador socialista, hoje ressentido, amargo, anti -moralista, anti -comunista, tremendista, sobre a quimera atrelada às tentativas das nações de prosseguirem políticas sociais, mesmo que a deserção das suas hostes progressistas e posteriores aviltamentos dos fracassos e corrupções da Ideia por intérpretes contaminados pelo ouro lhes esmoreçam, por vezes, o fervor.
A corrupção política e ética que, eventualmente, atinge e que tinge essa quimera através de maus intérpretes, como o exemplo retalhado da Nicarágua de Daniel Ortega, no deve/haver das comparações históricas dos crimes cometidos pela Utopia e pelo Capitalismo, é... NADA. É o mesmo tipo de voracidade lógica que fará da Igreja Cristã uma Universidade de e para pedófilos e gays.
P.S - A referência ao sociólogo P. Bordieu como eventual mentor da radicalidade militante da suposta imaturidade da extrema - esquerda não passa de uma atoarda dirigida não à Ideia mas uma alfinetada a alguém..., quero crer.
NICOLÁS MADURO, o ex - sindicalista, hoje presidente da Venezuela, encontra - se, como outras lideranças no passado recente e longínquo da História da América Latina e, decididamente no resto do mundo socialista e que ainda não se tenha rendido ao Sistema, melhor, ao regime Capitalista, sobre um ferocíssimo ataque do Capital, mascarado de dama democrática a empunhar a bandeira da Liberdade.
Maduro não é Chavéz e tampouco terão os venezuelanos a têmpera de resistentes e o amor sacrificial pela liberdade que tiveram e têm os cubanos.
O exemplo da facilidade com que o Capital afastou Lula, Dilma e o P.T. brasileiro, das políticas sociais no Brasil e o desconchavo com que uma nação abusada, maltratada e esfomeada, tirada do pardieiro da submissão se esqueceu, aparentemente do seu passado recente, assim como parece estar a acontecer na pequena burguesia venezuelana, dir - lhe - ão que a ameaça à revolução bolivariana é para levar a sério.
Nós por cá estamos a ser cilindrados, pela manipulação mil vezes repetida e até ver, com sucesso junto de uma esquerda(!!!???) que já não usa o termo capitalista, com imagens e reportagens NÃO sobre o boicote financeiro e económico obscenos, que os USA e a cadela amestrada que a Europa tem conseguido ser, exercido sobre um estado que quer ser social e não capitalista, explorador e voraz, mas sobre as CONSEQUÊNCIAS, sem a denúncia dos autores materiais e morais da desgraça programada.
Da esperança utópica, a Venezuela de Chavéz, o Brasil de Lula, a Cuba de Castro, partiram para a acção e tiraram milhões da miséria enquanto a reacção, sempre brutal e implacável, pelas vítimas que o processo da retoma do poder capitalista perdido costuma deixar pelo caminho sob olhos vesgos pela retórica libertária e democrática, ainda calculava os passos a dar, arregimentando interesses e compadrios excellciando as perdas de lucros projectados.
Foi - me insuportável o cinismo da retórica do anti - esquerdista Sérgio Sousa Pinto, ( EXPRESSO 25 AG )franco atirador socialista, hoje ressentido, amargo, anti -moralista, anti -comunista, tremendista, sobre a quimera atrelada às tentativas das nações de prosseguirem políticas sociais, mesmo que a deserção das suas hostes progressistas e posteriores aviltamentos dos fracassos e corrupções da Ideia por intérpretes contaminados pelo ouro lhes esmoreçam, por vezes, o fervor.
A corrupção política e ética que, eventualmente, atinge e que tinge essa quimera através de maus intérpretes, como o exemplo retalhado da Nicarágua de Daniel Ortega, no deve/haver das comparações históricas dos crimes cometidos pela Utopia e pelo Capitalismo, é... NADA. É o mesmo tipo de voracidade lógica que fará da Igreja Cristã uma Universidade de e para pedófilos e gays.
P.S - A referência ao sociólogo P. Bordieu como eventual mentor da radicalidade militante da suposta imaturidade da extrema - esquerda não passa de uma atoarda dirigida não à Ideia mas uma alfinetada a alguém..., quero crer.
domingo, agosto 26, 2018
TIROCÍNIO FEITO
MÁRIO CENTENO
DE TECNOCRATA A BURROCRATA?
PRESIDENTE DO EUROGRUPO
DEFINITIVAMENTE, não gostei do vídeo do Eurogrupo vocalizado pelo seu presidente Mário Centeno, em congratulação à capitulação grega que.como Ministro das Finanças em Portugal, objectivamente combateu e combate através, sabe - se agora( ? ? ), de uma forte liderança política do primeiro-Ministro A.Costa.
Um executante robótico que uma curta iniciação política não terá chegado para contrariar os seus pares ou, com o fim de uma brutal intervenção do passado, o virar da página austeritária que tantos malefícios trouxe à U.E.? Se sim, a intervenção, pelos considerandos associados, neutralizou a mensagem.
Por cá, espera - se que os resultados do Governo, obriguem o Presidente do Eurogrupo a um discurso e acções outras, de congratulação à não - capitulação austeritária seguida pelo Governo português.
A minha curiosidade sobre o contorcionismo político necessário sobre uma dupla congratulação, confesso, é imensa.
DE TECNOCRATA A BURROCRATA?
PRESIDENTE DO EUROGRUPO
DEFINITIVAMENTE, não gostei do vídeo do Eurogrupo vocalizado pelo seu presidente Mário Centeno, em congratulação à capitulação grega que.como Ministro das Finanças em Portugal, objectivamente combateu e combate através, sabe - se agora( ? ? ), de uma forte liderança política do primeiro-Ministro A.Costa.
Um executante robótico que uma curta iniciação política não terá chegado para contrariar os seus pares ou, com o fim de uma brutal intervenção do passado, o virar da página austeritária que tantos malefícios trouxe à U.E.? Se sim, a intervenção, pelos considerandos associados, neutralizou a mensagem.
Por cá, espera - se que os resultados do Governo, obriguem o Presidente do Eurogrupo a um discurso e acções outras, de congratulação à não - capitulação austeritária seguida pelo Governo português.
A minha curiosidade sobre o contorcionismo político necessário sobre uma dupla congratulação, confesso, é imensa.
quinta-feira, agosto 23, 2018
D'A ELITE DO REGIME VII
SANTANA LOPES - O PATHFINDER DESPISTADO?
O ex - líder da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Câmara Municipal de Lisboa, do P.S.D, do Governo da República, da Santa Casa da Misericórdia e ex-challenger de todos os líderes do PSD, andava sem nada para liderar e vai daí cria algo, de cima abaixo, de seu nome Aliança, para liderar.
E o que é a Aliança? Ninguém sabe, até se saber quem é que lá vai estar. Por agora anda - se a catar, com o " apoio " ( Santana dixit... ) do CDS, do PSD e por que não, de psdesiludidos, nunca se sabe..., as inscrições necessárias para a burocracia funcionar.
O programa desse albergue espanhol, que não é nenhum, a não ser a prevista adesão de desencantados com o universo político existente, gente muito branda, que funcionou com o trumpismo e com o macronismo, será, incontornávelmente, populista e Santana crê que tem boa Imprensa e charme para dar e vender.
Num mundo facebookiano, de cafunés e pancadinha nas costas, quando não brutalmente alarve, julga Santana e a pequenina corte que o amima, ter o chão propício para a sementeira.
O menino - guerreiro auto - intitulado, a má - moeda cunhada pelo ex - presidente, Cavaco, teve experiências políticas que, quer se goste ou não, lhe terá dado tarimba e intuição para ler o país.
Acontece que as leituras que últimamente tem feito resultaram em más avaliações.
A desfragmentação da Direita por todos os nichos anti - geringonça de modo a obter uma maioria de deputados que lhe permita depôr o governo de Esquerda liderado por António Costa, não é de desprezar, mormente quando se abrem fissuras, alimentadas e excitadas pelos Media, maioritáriamente inseridas na narrativa bisonha do quarto poder, dentro do entendimento que tem permitido a aprovação das políticas progressistas encetadas pelo governo socialista.
A ver, veremos, se a " leitura " santanista é escorreita...
O ex - líder da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Câmara Municipal de Lisboa, do P.S.D, do Governo da República, da Santa Casa da Misericórdia e ex-challenger de todos os líderes do PSD, andava sem nada para liderar e vai daí cria algo, de cima abaixo, de seu nome Aliança, para liderar.
E o que é a Aliança? Ninguém sabe, até se saber quem é que lá vai estar. Por agora anda - se a catar, com o " apoio " ( Santana dixit... ) do CDS, do PSD e por que não, de psdesiludidos, nunca se sabe..., as inscrições necessárias para a burocracia funcionar.
O programa desse albergue espanhol, que não é nenhum, a não ser a prevista adesão de desencantados com o universo político existente, gente muito branda, que funcionou com o trumpismo e com o macronismo, será, incontornávelmente, populista e Santana crê que tem boa Imprensa e charme para dar e vender.
Num mundo facebookiano, de cafunés e pancadinha nas costas, quando não brutalmente alarve, julga Santana e a pequenina corte que o amima, ter o chão propício para a sementeira.
O menino - guerreiro auto - intitulado, a má - moeda cunhada pelo ex - presidente, Cavaco, teve experiências políticas que, quer se goste ou não, lhe terá dado tarimba e intuição para ler o país.
Acontece que as leituras que últimamente tem feito resultaram em más avaliações.
A desfragmentação da Direita por todos os nichos anti - geringonça de modo a obter uma maioria de deputados que lhe permita depôr o governo de Esquerda liderado por António Costa, não é de desprezar, mormente quando se abrem fissuras, alimentadas e excitadas pelos Media, maioritáriamente inseridas na narrativa bisonha do quarto poder, dentro do entendimento que tem permitido a aprovação das políticas progressistas encetadas pelo governo socialista.
A ver, veremos, se a " leitura " santanista é escorreita...
segunda-feira, agosto 20, 2018
RESCALDOS ÉTICOS
DE QUANTAS ÉTICAS PRECISAMOS?
" Não imagino que quem prega com tanta virulência a moral política cometesse pecadilhos " - António Costa, líder do P.Socialista e actual Primeiro- ministro, a propósito das contradições do ex - vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Robles, entre o veemente verbo moralista e acções que o esvaziavam de credibilidade... política. Um problema político que como tal foi tratado, a começar pelo próprio vereador, que pediu a demissão, dada a fragilidade, política, que não moral, resultante das suas acções.
Acontece que, as palavras do Primeiro -Ministro, inseridas no coro do contexto oportunista dos ataques da Direita, foram canibalizadas e... interpretadas como um ataque político, pelo Bloco de Esquerda.
E parte - se, isso sim, através do artigo de José Manuel Pureza no último Expresso para uma sibilina distinção entre o que J.M.Pureza infere da política do P.S. ( ou será do Governo actual? ) e as posições declaradamente, radicalmente, moralizantes do Bloco, em oposição ao que classifica de " mínimos éticos " por parte da política pragmática (eficácia política? ) do P.S. no Governo.
Em termos de ofensa, a ironia política de A.Costa não chegará aos pés da diatribe radical, retaliatória, de J.Beleza.
Toda a programação política e ideológica está assente em pressupostos éticos e a Ética, política, para o caso, nunca foi capaz de substituir em eficácia, um mau governo, pelo que... " Deve a acção da Esquerda deixar de usar juízos éticos para se afirmar? ", pergunta Beleza e a resposta, complexa, foi tornada simples - Não, não deve - e eu acrescento -Não chega! A Política não é uma religião e a superioridade , intuída, projectada, da solução ( crítica ) moral pode ser igualmente brandida pelo Outro, da Esquerda ou da Direita. E não é só uma questão de grau; poderá ser tão convictamente defendida a sua superioridade não só através de juízos morais como políticos. Pela singela razão de que os valores de que estão imbuídos fazem parte do nosso imaginário social. A diferença, prática, está nas escolhas e essas distinguem - nos... em cada circunstância da vida que não em cada ACÇÃO isolada.
" Moderação amoralista? " Não, simplesmente... tolerância democrática de humanos para com humanos.
" Não imagino que quem prega com tanta virulência a moral política cometesse pecadilhos " - António Costa, líder do P.Socialista e actual Primeiro- ministro, a propósito das contradições do ex - vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Robles, entre o veemente verbo moralista e acções que o esvaziavam de credibilidade... política. Um problema político que como tal foi tratado, a começar pelo próprio vereador, que pediu a demissão, dada a fragilidade, política, que não moral, resultante das suas acções.
Acontece que, as palavras do Primeiro -Ministro, inseridas no coro do contexto oportunista dos ataques da Direita, foram canibalizadas e... interpretadas como um ataque político, pelo Bloco de Esquerda.
E parte - se, isso sim, através do artigo de José Manuel Pureza no último Expresso para uma sibilina distinção entre o que J.M.Pureza infere da política do P.S. ( ou será do Governo actual? ) e as posições declaradamente, radicalmente, moralizantes do Bloco, em oposição ao que classifica de " mínimos éticos " por parte da política pragmática (eficácia política? ) do P.S. no Governo.
Em termos de ofensa, a ironia política de A.Costa não chegará aos pés da diatribe radical, retaliatória, de J.Beleza.
Toda a programação política e ideológica está assente em pressupostos éticos e a Ética, política, para o caso, nunca foi capaz de substituir em eficácia, um mau governo, pelo que... " Deve a acção da Esquerda deixar de usar juízos éticos para se afirmar? ", pergunta Beleza e a resposta, complexa, foi tornada simples - Não, não deve - e eu acrescento -Não chega! A Política não é uma religião e a superioridade , intuída, projectada, da solução ( crítica ) moral pode ser igualmente brandida pelo Outro, da Esquerda ou da Direita. E não é só uma questão de grau; poderá ser tão convictamente defendida a sua superioridade não só através de juízos morais como políticos. Pela singela razão de que os valores de que estão imbuídos fazem parte do nosso imaginário social. A diferença, prática, está nas escolhas e essas distinguem - nos... em cada circunstância da vida que não em cada ACÇÃO isolada.
" Moderação amoralista? " Não, simplesmente... tolerância democrática de humanos para com humanos.
segunda-feira, agosto 13, 2018
PERCEBO...
ISTO
A sério, I get it!
Não, não tem nada a ver com a entrevista do Primeiro- Ministro, António Costa, mas sim com a tranquila placidez deste Verão a que nem a recorrência cretina, criminosa e estúpida dos fogos postos em Portugal, agora associados alarvemente a presumíveis ganhos políticos, que o mal - estar associado acarreta numa tentativa canhestra de mudar a percepção optmista sobre o País, conseguiu beliscar. É que não houve vidas humanas perdidas, cuja prioridade sobre os eucaliptos levou ao paroxismo algumas pouco sadias almas deste cantinho, outrora naturalmente edénico deste canto da Europa. Sim, eu conheci Portugal de lés - a - lés antes do desvario alienígena que como uma praga dele se apossou.
Emendar as asneiras levará décadas, assim como criar todas as superestruturas de demolição e recomposição, atalhando humana e materialmente o acompanhamento do processo. Começou a fazer - se. A afinação levará o seu tempo. Entretanto, salvam - se, SEMPRE, prioritáriamente, Vidas e localidades, que não MATA.
Adiante...
Já que falei da entrevista de António Costa e que me marcou pela tranquilidade nela contida, malgré as provocações da ordem, saí dela com uma certeza - Não vejo actualmente em Portugal nenhuma personagem política mais bem preparada para ser P. Ministro do país - .
A tranquilidade, que não desatenção ou o glosado optimismo irritante, desdramatizante, que A.Costa fisica e mentalmente transporta, nas suas palavras, na sua competência política, no seu conhecimento dos assuntos que DEVE conhecer e agora na liderança da solução governativa e, com muita distracção cá dentro, na resolução do impasse europeu em temas cruciais da sua existência como U.E., tem sido uma mais - valia extraordinária na recuperação do país das malfeitorias passistas e troykianas.
Quanto ao comportamento dos MERDIA, coitados... - Ouvir da boca do ex-Director do Observador e do Público, David Dinis, as dificuldades por que passam e o irresistível chamamento ao path facebookiano, com o mesmo método e... também irresistível, os mesmos tipos de escrivinhadore(a)s e comentadore(a)s. ajuda a explicar a lacaíce que não a busca da verdade. Excita - se a emotividade e a indignação instintiva que não a qualificação crítica, racionalmente crítica.
Nada que a gente não soubesse. A confissão pública, quase que uma desculpa do que se fez e se faz, não me comove.
E, DEUS! Desculpar - se com os leitores não lembraria ao Diabo!
A sério, I get it!
Não, não tem nada a ver com a entrevista do Primeiro- Ministro, António Costa, mas sim com a tranquila placidez deste Verão a que nem a recorrência cretina, criminosa e estúpida dos fogos postos em Portugal, agora associados alarvemente a presumíveis ganhos políticos, que o mal - estar associado acarreta numa tentativa canhestra de mudar a percepção optmista sobre o País, conseguiu beliscar. É que não houve vidas humanas perdidas, cuja prioridade sobre os eucaliptos levou ao paroxismo algumas pouco sadias almas deste cantinho, outrora naturalmente edénico deste canto da Europa. Sim, eu conheci Portugal de lés - a - lés antes do desvario alienígena que como uma praga dele se apossou.
Emendar as asneiras levará décadas, assim como criar todas as superestruturas de demolição e recomposição, atalhando humana e materialmente o acompanhamento do processo. Começou a fazer - se. A afinação levará o seu tempo. Entretanto, salvam - se, SEMPRE, prioritáriamente, Vidas e localidades, que não MATA.
Adiante...
Já que falei da entrevista de António Costa e que me marcou pela tranquilidade nela contida, malgré as provocações da ordem, saí dela com uma certeza - Não vejo actualmente em Portugal nenhuma personagem política mais bem preparada para ser P. Ministro do país - .
A tranquilidade, que não desatenção ou o glosado optimismo irritante, desdramatizante, que A.Costa fisica e mentalmente transporta, nas suas palavras, na sua competência política, no seu conhecimento dos assuntos que DEVE conhecer e agora na liderança da solução governativa e, com muita distracção cá dentro, na resolução do impasse europeu em temas cruciais da sua existência como U.E., tem sido uma mais - valia extraordinária na recuperação do país das malfeitorias passistas e troykianas.
Quanto ao comportamento dos MERDIA, coitados... - Ouvir da boca do ex-Director do Observador e do Público, David Dinis, as dificuldades por que passam e o irresistível chamamento ao path facebookiano, com o mesmo método e... também irresistível, os mesmos tipos de escrivinhadore(a)s e comentadore(a)s. ajuda a explicar a lacaíce que não a busca da verdade. Excita - se a emotividade e a indignação instintiva que não a qualificação crítica, racionalmente crítica.
Nada que a gente não soubesse. A confissão pública, quase que uma desculpa do que se fez e se faz, não me comove.
E, DEUS! Desculpar - se com os leitores não lembraria ao Diabo!
quarta-feira, agosto 08, 2018
PORTUGAL E...
... OS FOGOS FLORESTAIS
MONCHIQUE
Do descontrolo inevitável, dada a dimensão que atingiu, posto que a ineficácia no ataque imediato dos fogos continua na ordem do dia por mais milhões, homens e equipamentos que sobre o problema forem lançados, sobressai uma incompetência que, por mais esforçados esforços dos Voluntários, já não é possível esconder. A sua profissionalização levará anos e é para começar JÁ. A começar pelo topo da hierarquia.
FOGACHOS
Finda a novela do caso Robles, o vereador camarário do Bloco de Esquerda apanhado na esquina das contradições de um discurso moralista sobre a especulação imobiliária e práticas pouco estimáveis à luz da ideologia do seu partido, foi (des)interessante seguir o assomo, não passou disso, do que se prefiguraria um acalorado debate sobre a Ética na Política.
Ficámo - nos pelo... À mulher do César... blá,blá,blá...
Foi pena!
FOGARÉUS
No PSD há busca - pés à solta e anda tudo aos pulos; uns põem - se ao léu, outros conspiram e outros perfilam - se perante o líder actual, desafiantes e sebastianistas.
Rio, o maratonista, com a paciência de um chinês, assiste do estrado o arraial.
Pedro Duarte, mais apressado que o comentador do centro equilibrador da página 33 do Expresso, Montenegro, que vai tecendo a sua teia, tão paciente que baste, deu uma entrevista no mesmo semanário com honras de chamada à primeira página.
Não trouxe nada de relevante que possa perturbar a liderança de Rui Rio. A ambição não chega e a projectada macronice agregadora dos deserdados ideológicos não parece ter muito futuro em Portugal. Actualmente só Marcelo o conseguiria e para esse peditório não deverá estar virado.
MONCHIQUE
Do descontrolo inevitável, dada a dimensão que atingiu, posto que a ineficácia no ataque imediato dos fogos continua na ordem do dia por mais milhões, homens e equipamentos que sobre o problema forem lançados, sobressai uma incompetência que, por mais esforçados esforços dos Voluntários, já não é possível esconder. A sua profissionalização levará anos e é para começar JÁ. A começar pelo topo da hierarquia.
FOGACHOS
Finda a novela do caso Robles, o vereador camarário do Bloco de Esquerda apanhado na esquina das contradições de um discurso moralista sobre a especulação imobiliária e práticas pouco estimáveis à luz da ideologia do seu partido, foi (des)interessante seguir o assomo, não passou disso, do que se prefiguraria um acalorado debate sobre a Ética na Política.
Ficámo - nos pelo... À mulher do César... blá,blá,blá...
Foi pena!
FOGARÉUS
No PSD há busca - pés à solta e anda tudo aos pulos; uns põem - se ao léu, outros conspiram e outros perfilam - se perante o líder actual, desafiantes e sebastianistas.
Rio, o maratonista, com a paciência de um chinês, assiste do estrado o arraial.
Pedro Duarte, mais apressado que o comentador do centro equilibrador da página 33 do Expresso, Montenegro, que vai tecendo a sua teia, tão paciente que baste, deu uma entrevista no mesmo semanário com honras de chamada à primeira página.
Não trouxe nada de relevante que possa perturbar a liderança de Rui Rio. A ambição não chega e a projectada macronice agregadora dos deserdados ideológicos não parece ter muito futuro em Portugal. Actualmente só Marcelo o conseguiria e para esse peditório não deverá estar virado.
sábado, agosto 04, 2018
A NOVA ORDEM MUNDIAL...
... EM RESOLUÇÃO
Li no jornal "I" uma interessante e, para mim, certeira avaliação, por Carlos Zorrinho, eurodeputado do P.S., sob o título - TRUMP o filho da nova ordem digital - sobre a incidência, incontornável, do mundo digital na reconfiguração das percepções dos valores em que assentam, assentavam(?), o mundo moderno.
A contemporalidade, sacudida por fluxos ordenados, não já de informação, hoje fractalizada, desacreditada, em nome de uma relativização da verdade factual, projectada e decantada pelos milénios de História das Civilizações que nos antecederam, se não se defender na desordem instalada, ver - se - á ultrapassada pelos valores negativos que ela transporta.
Se não bastam já as excepções virtuosas e resistentes no mundo do Poder e da Política e sabendo que o veículo da resistência, combate e superação só poderá, com acutilância e eficácia que baste, ser conduzido pela nova geração, armada com as mesmas armas e a mais valia científica, urge conduzir acções profilácticas de conversão e reconversão aos ideais da Democracia, Liberdade, Direitos Humanos e Solidariedade Social junto desse universo.
Ao populismo digital prenhe de negatividade, a pedagogia, o esclarecimento, o desmascaramento.
A criação de " uma rede com dinâmica positiva " em contraposição às falácias, às mentiras e aos fakenews e à " dinâmica destrutiva da rede que conduziu Trump ao poder " foi a proposta que C.Zorrinho levou à 23rd Portuguese Atlantic Youth Seminar, realizado em Portugal, à nova geração presente.
Esse terá de ser o caminho...
Li no jornal "I" uma interessante e, para mim, certeira avaliação, por Carlos Zorrinho, eurodeputado do P.S., sob o título - TRUMP o filho da nova ordem digital - sobre a incidência, incontornável, do mundo digital na reconfiguração das percepções dos valores em que assentam, assentavam(?), o mundo moderno.
A contemporalidade, sacudida por fluxos ordenados, não já de informação, hoje fractalizada, desacreditada, em nome de uma relativização da verdade factual, projectada e decantada pelos milénios de História das Civilizações que nos antecederam, se não se defender na desordem instalada, ver - se - á ultrapassada pelos valores negativos que ela transporta.
Se não bastam já as excepções virtuosas e resistentes no mundo do Poder e da Política e sabendo que o veículo da resistência, combate e superação só poderá, com acutilância e eficácia que baste, ser conduzido pela nova geração, armada com as mesmas armas e a mais valia científica, urge conduzir acções profilácticas de conversão e reconversão aos ideais da Democracia, Liberdade, Direitos Humanos e Solidariedade Social junto desse universo.
Ao populismo digital prenhe de negatividade, a pedagogia, o esclarecimento, o desmascaramento.
A criação de " uma rede com dinâmica positiva " em contraposição às falácias, às mentiras e aos fakenews e à " dinâmica destrutiva da rede que conduziu Trump ao poder " foi a proposta que C.Zorrinho levou à 23rd Portuguese Atlantic Youth Seminar, realizado em Portugal, à nova geração presente.
Esse terá de ser o caminho...
quinta-feira, agosto 02, 2018
HUMANIDADES
UM FAIT - DIVERS HUMANO
A Ética é uma disciplina tramada e, enquanto exercício, um catálogo de boas - intenções. Disse boas? Disse intenções? Fiquemo -nos pelas justificações. E elas são, uniminalmente, um cardápio justificativo, ad hoc e... fatalmente circunstancial.
Deixemos Gasset e citemos Kant, para quem a moralidade, o seu universo pessoal, " começa no meu invisível eu, na minha personalidade, mas que só se revela ao entendimento "
Acontece que, se a elevação transposta pela consciência superlativada pelo intelecto da lei moral no campo do real prático não se verifica na proximidade da minha acção voluntária, o déficit estará na inteligência ou no carácter?
ROBLES - um fait - divers muito humano mas, infelizmente, auto - reprovável ideológicamente.
Aconteceu o que tinha de acontecer. A sua demissão, que a contradição entre o discurso a pose e a reiterância políticamente moralizante denunciou, tinha de acontecer.
O Bloco de Esquerda precisa de estar mais atento e... mais bem informado, é tudo.
A Ética é uma disciplina tramada e, enquanto exercício, um catálogo de boas - intenções. Disse boas? Disse intenções? Fiquemo -nos pelas justificações. E elas são, uniminalmente, um cardápio justificativo, ad hoc e... fatalmente circunstancial.
Deixemos Gasset e citemos Kant, para quem a moralidade, o seu universo pessoal, " começa no meu invisível eu, na minha personalidade, mas que só se revela ao entendimento "
Acontece que, se a elevação transposta pela consciência superlativada pelo intelecto da lei moral no campo do real prático não se verifica na proximidade da minha acção voluntária, o déficit estará na inteligência ou no carácter?
ROBLES - um fait - divers muito humano mas, infelizmente, auto - reprovável ideológicamente.
Aconteceu o que tinha de acontecer. A sua demissão, que a contradição entre o discurso a pose e a reiterância políticamente moralizante denunciou, tinha de acontecer.
O Bloco de Esquerda precisa de estar mais atento e... mais bem informado, é tudo.
segunda-feira, julho 23, 2018
AINDA... TANCOS
OK!
FALEMOS DE TANCOS...
... e dos MERDIA, TAMBÉM
Longe de mim a desvalorização das peripécias do roubo efectuado no paiol militar da Base Aérea de Tancos mas como ex - oficial miliciano e comandante de companhia durante as ausências frequentes do capitão residente adquiri alguma experiência sobre a visão castrense corporativa dos assuntos mlitares e a sua projecção na sociedade civil.
Não me estranha, por isso, que todo o frenesim e alarmismo aparentemente justificáveis, tenha sido percepcionado como operacionalmente desadequado face ao secretismo e rapidez exigidos na resolução rápida do embaraço. Um assunto " militar", da Justiça militar que a subserviência aos paisanos da Procuradoria Judiciária, mau grado os meios e informações superiores, não podia aceitar de ânimo leve dentro da cadeia de Comando.
Fomos informados da recuperação do material desviado do paiol pela investigação militar, suponho que com o apoio da P.Judiciária civil e, infelizmente, não o foi na totalidade.
Disso fez segredo a P.J. militar, por razões de secretismo e desarmadilhamento defensivo dos autores do roubo, enquanto se mantinham as investigações, facto que seria fácilmente entendível pela parte civil da investigação, não fossem os " conflitos " de protagonismos entre as partes.
Com estrondo, como em todas as investigações feitas na última década em Portugal, o secretismo desejado pelos militares foi mandado às malvas, em nome do direito de indignação e informação dos cidadãos e os MERDIA tomaram conta do processo e hoje querem dirigi - lo.
Todos os passos das polícias, incluindo a vigilância telefónica absurda e ilegal de populações inteiras na vizinhança do local onde foi encontrada a maior parte do material roubado, foram dados a conhecer. Só faltou apontar o nome do presumível cabecilha do bando.
Como sempre e pelo que julgo conhecer das duas realidades policiais, a fuga de informações para os Media só pode ter tido origem no aparelho judiciário civil.
A adequada, no meu ver, posição da Polícia Judiciária Militar, foi boicotada, estúpidamente boicotada e nós, com o pelourinho já montado já não nos chegará imolar os culpados directos.
QUEREMOS MAIS SANGUE, andamos sedentos dele e os MERDIA, quase todos, estão já a resvalar para aí e estão a alimentar - se dessa bizarra condição que nos está, paulatinamente, a ser injectada e a sobreviverem à custa disso.
PRESTEM ATENÇÃO!
FALEMOS DE TANCOS...
... e dos MERDIA, TAMBÉM
Longe de mim a desvalorização das peripécias do roubo efectuado no paiol militar da Base Aérea de Tancos mas como ex - oficial miliciano e comandante de companhia durante as ausências frequentes do capitão residente adquiri alguma experiência sobre a visão castrense corporativa dos assuntos mlitares e a sua projecção na sociedade civil.
Não me estranha, por isso, que todo o frenesim e alarmismo aparentemente justificáveis, tenha sido percepcionado como operacionalmente desadequado face ao secretismo e rapidez exigidos na resolução rápida do embaraço. Um assunto " militar", da Justiça militar que a subserviência aos paisanos da Procuradoria Judiciária, mau grado os meios e informações superiores, não podia aceitar de ânimo leve dentro da cadeia de Comando.
Fomos informados da recuperação do material desviado do paiol pela investigação militar, suponho que com o apoio da P.Judiciária civil e, infelizmente, não o foi na totalidade.
Disso fez segredo a P.J. militar, por razões de secretismo e desarmadilhamento defensivo dos autores do roubo, enquanto se mantinham as investigações, facto que seria fácilmente entendível pela parte civil da investigação, não fossem os " conflitos " de protagonismos entre as partes.
Com estrondo, como em todas as investigações feitas na última década em Portugal, o secretismo desejado pelos militares foi mandado às malvas, em nome do direito de indignação e informação dos cidadãos e os MERDIA tomaram conta do processo e hoje querem dirigi - lo.
Todos os passos das polícias, incluindo a vigilância telefónica absurda e ilegal de populações inteiras na vizinhança do local onde foi encontrada a maior parte do material roubado, foram dados a conhecer. Só faltou apontar o nome do presumível cabecilha do bando.
Como sempre e pelo que julgo conhecer das duas realidades policiais, a fuga de informações para os Media só pode ter tido origem no aparelho judiciário civil.
A adequada, no meu ver, posição da Polícia Judiciária Militar, foi boicotada, estúpidamente boicotada e nós, com o pelourinho já montado já não nos chegará imolar os culpados directos.
QUEREMOS MAIS SANGUE, andamos sedentos dele e os MERDIA, quase todos, estão já a resvalar para aí e estão a alimentar - se dessa bizarra condição que nos está, paulatinamente, a ser injectada e a sobreviverem à custa disso.
PRESTEM ATENÇÃO!
quinta-feira, julho 19, 2018
ÉTICA ANTROPOCÓSMICA?
SÓ EM TERMOS DE SOLIDARIEDADE SAPIANA.
" Ninguém suporta sentir - se encurralado pela superioridade moral dos seus iguais " - Sérgio Sousa Pinto, Expresso 14/7, a propósito do chumbo da interdição das touradas em Portugal.
Eu, nós, eles, poderia conjugar este aforismo, verdadeiro, com este - Ninguém suporta sentir - se encurralado pela inferioridade moral dos seus iguais - Eduardo Sequeira, a propósito do chumbo da proposta do PAN sobre a interdição de touradas em Portugal.
Todos nós gostamos de nos sentir confortáveis, em nome da liberdade, claro, na convicção do controlo, das convicções e da nossa e alheias liberdades individuais, quando não do futuro. A ilusão desvanece - se quando descobrimos que nem o presente mediato ou imediato se encontra, a não ser no residual e mesquinho espaço da nossa pertença, sobre o nosso controlo.
Como o "fluir " budista se confronta com a nossa soberba racionalista, recorrentemente amesquinhada na sua ignorância preventiva, projectiva e dedutiva, coriácea e inamovível na sua iluminação, os pressupostos com que, sempre em nome da liberdade, ( Qual? A de, do, para....? ) nos confrontamos sempre que enfrentamos as interpretações judicativas, predicativas do real, perto ou longínquo, do Outro, têm sempre a cobri - los um manto de hipócrita soberba, que se estampa na classificação moralista que instrumentalmente exercitamos no confronto escalado com o Outro.
Neste caso, os anti - touradas, como e para todo o universo de contenções classificadas que é o planeta dos sapiens, baseados hoje numa ética antropocósmica de solidariedade com o planeta e os seus viventes, atira para trás das costas a sobrevivência da espécie, já que coberta num véu de Maya, se esconde a futura proibição filosófica e consequencial do consumo da carne, a dos touros, das vacas e de outras espécies.
Confusos?
Eu até concordo com o texto já que, como o S.Pinto o Homem, na sua liberdade plena, nem sempre racional, nem sempre auto - consciente assumirá as consequências das suas acções, quer o queira ou não, sobre a Natureza em toda a sua plenitude, inclusive a sua extinção.
Eu diria que bastava ser... racional na gestão dos seus recursos, sem patetices declamatórias e... moralistas.
P.S. Não sou fã de touradas, apesar de lhes reconhecer uma beleza estética insofismável.
" Ninguém suporta sentir - se encurralado pela superioridade moral dos seus iguais " - Sérgio Sousa Pinto, Expresso 14/7, a propósito do chumbo da interdição das touradas em Portugal.
Eu, nós, eles, poderia conjugar este aforismo, verdadeiro, com este - Ninguém suporta sentir - se encurralado pela inferioridade moral dos seus iguais - Eduardo Sequeira, a propósito do chumbo da proposta do PAN sobre a interdição de touradas em Portugal.
Todos nós gostamos de nos sentir confortáveis, em nome da liberdade, claro, na convicção do controlo, das convicções e da nossa e alheias liberdades individuais, quando não do futuro. A ilusão desvanece - se quando descobrimos que nem o presente mediato ou imediato se encontra, a não ser no residual e mesquinho espaço da nossa pertença, sobre o nosso controlo.
Como o "fluir " budista se confronta com a nossa soberba racionalista, recorrentemente amesquinhada na sua ignorância preventiva, projectiva e dedutiva, coriácea e inamovível na sua iluminação, os pressupostos com que, sempre em nome da liberdade, ( Qual? A de, do, para....? ) nos confrontamos sempre que enfrentamos as interpretações judicativas, predicativas do real, perto ou longínquo, do Outro, têm sempre a cobri - los um manto de hipócrita soberba, que se estampa na classificação moralista que instrumentalmente exercitamos no confronto escalado com o Outro.
Neste caso, os anti - touradas, como e para todo o universo de contenções classificadas que é o planeta dos sapiens, baseados hoje numa ética antropocósmica de solidariedade com o planeta e os seus viventes, atira para trás das costas a sobrevivência da espécie, já que coberta num véu de Maya, se esconde a futura proibição filosófica e consequencial do consumo da carne, a dos touros, das vacas e de outras espécies.
Confusos?
Eu até concordo com o texto já que, como o S.Pinto o Homem, na sua liberdade plena, nem sempre racional, nem sempre auto - consciente assumirá as consequências das suas acções, quer o queira ou não, sobre a Natureza em toda a sua plenitude, inclusive a sua extinção.
Eu diria que bastava ser... racional na gestão dos seus recursos, sem patetices declamatórias e... moralistas.
P.S. Não sou fã de touradas, apesar de lhes reconhecer uma beleza estética insofismável.
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