... QUE A PACIÊNCIA É POUCA
TRUMP/IRÃO
A mesma merda de sempre, que a imaginação e inteligência abandonaram de há muito a política externa de um arrogante líder de uma cada vez mais acéfala nação.
Na trumpolândia, MONEY makes the world go around, o resto é paisagem, pasto para as beiças insaciáveis.
O que na biografia da Administração de Trump, acoplada a uma irresistível análise clínica da imaturidade que qualquer leitor de MEDO de Bob Woodward, perito ou não, se descobrirá sobre a América de hoje, é simplesmente aterrador.
PORTUGAL
Cheira a qualquer coisa a podre em terras lusas. As fragrâncias de tão matizadas ocultam a visão de um conjunto que vem resistindo ao cheiro a cravo, que se desvanece.
UE
Altura de compôr os poleiros. Negociações decisivas sobre o rosto recomposto que sucederá ao Brexit.
sexta-feira, junho 21, 2019
sábado, junho 08, 2019
EQUILÍBRIO DO SISTEMA? OK!
MARCELO
Bizarra, no mínimo ou talvez não, a inferição do nosso presidente da República sobre como deve votar o cidadão sem que com isso não desequilibre a estrutura constitucional.
Julgava que, desde o 25 de Abril, essa particular singularidade tinha sido cometida aos cidadãos da República, a de " equilibrar "ou " desequilibrar " as suas representações políticas, votadas, na Assembleia.
Acontece que a particularidade, sábia, na visão dos especialistas, de não " pôr os ovos no mesmo cesto ", ou seja, para um governo de Esquerda convém ter um presidente de Direita e, no caso de escolha de um presidente de Direita, seria de bom - senso escolher um governo de Esquerda, não comete nem ao presidente nem ao governo a OBRIGAÇÃO de uma presumível guerrilha " equilibradora " entre esses órgãos de soberania do Estado.
Marcelo Ribeiro de Sousa, um presidente de Direita, eleito pelos cidadãos, posto perante o que considera uma crise da Direita política em Portugal pós - eleições europeias, e que prenuncia, pelas suas análises do panorama político a possibilidade de uma maioria absoluta do P.Socialista, sentiu - se na obrigação de alertar o país para a possibilidade necessária de ter de assumir o papel de EQUILIBRADOR do sistema.
Para um constitucionalista, mais do que para este cidadão comum, as interrogações sobre o COMO, para um presidente de TODOS os portugueses, o bloqueamento equilibrador de medidas de Esquerda, deixaria de ser visto como uma força de bloqueio, para citar Cavaco Silva, deverá ser de monta.
Se amanhã os portugueses resolvessem, democráticamente, repartir os seus votos pelos dezoito partidos que aportaram às europeias últimas, nas eleições legislativas de Outubro, fragmentando ao absurdo a representação política, que não institucional, claro, da nação, dificultando eventualmente a constituição de um governo estável na Assembleia e no país, " desequilibrando ", de facto, a vida política, como, perante o papel hoje assumido de líder da Oposição de Direita, equilibradora perante a força da Esquerda, seria capaz de aparecer como o grande EQUILIBRADOR?
A partir de hoje, a Esquerda, se ainda não tinha reparado, tem um desequilibrador que veio lembrá - la que terá uma oposição, subtil ou declarada, por parte do presidente da Direita, que já lançou, com as suas declarações a sua recandidatura, como um candidato da Direita.
terça-feira, junho 04, 2019
PS § PAN!!!???
NONSENSE!
Tenho ouvido por aí uns zuns - zuns sobre uma inferida tentação do Partido Socialista de se apoiar, caso vença as eleições de Outubro sem uma maioria, no PAN, vulgo partido dos animais, para governar.
O PAN, para quem não saiba, tem como projecto a " redefinição da pessoa humana ",nas palavras do seu líder e que oportunísticamente redescobriu - se como um partido ambiental.
Sei que em Política, nos dias que correm, as cogitações pragmáticas que não programáticas, tendem a privilegiar laços neutros mas úteis, em desfavor de parcerias familiares ( abrenúncio! ) por vezes incómodas e mito reivindicativas, mas esse (im)possível e cínico namoro constituir - se - ia, nas circunstâncias actuais e de futuras dependências, um profundo disparate.
O P.S. foi derrotado pela PàF há quatro anos e só conseguiu reerguer- se quando resolveu seguir o seu caminho natural que não histórico, que foi governar à esquerda como apoio do PCP e do BLOCO de ESQUERDA, trazendo justiça democrática à maioria sociológica do país que se reviu na solução encontrada e até hoje a apoia.
O abandono do apoio do BLOCO ou do PCP, em queda eleitoral, só justificável pelo voto útil na liderança operacional da Geringonça faceada pelo PS ou a domesticação do BLOCO através da ameaça panista terá consequências sérias, não só ao nível da governabilidade como ao próprio Partido Socialista, como partido " charneira " no universo eleitoral do país.
Com a Direita em queda e no reajuste do seu posicionamento comunicacional, seria de um grande desvario político por parte da liderança socialista o desmantelamento da Geringonça com a descredibilização que minaria de vez futuras alianças.
Quanto aos panistas, sirvo -me do excelente texto de H.Raposo - Um funeral - no Expresso, cito, " O afecto por cães e gatos ( e já agora por touros, javalis, etc... acrescento... ) quimicamente castrados e transformados em peluches não é um argumento moral, nem sequer é um argumento ambiental... ).
Nem político/partidário, acrescento eu.
Fundamentalismos por aqui? Nem pensar nisso é bom. A reconversão numa ONG seria mais consistente com a manutenção do paraíso proibido que a estupidez, uma característica só nossa, ainda não atalhara ao seu desaparecimento, até hoje. E teria o benefício do Mecenato Global.
Uma força de pressão, que a solução será dos cientistas e... dos políticos.
Com a Direita em queda e no reajuste do seu posicionamento comunicacional, seria de um grande desvario político por parte da liderança socialista o desmantelamento da Geringonça com a descredibilização que minaria de vez futuras alianças.
Quanto aos panistas, sirvo -me do excelente texto de H.Raposo - Um funeral - no Expresso, cito, " O afecto por cães e gatos ( e já agora por touros, javalis, etc... acrescento... ) quimicamente castrados e transformados em peluches não é um argumento moral, nem sequer é um argumento ambiental... ).
Nem político/partidário, acrescento eu.
Fundamentalismos por aqui? Nem pensar nisso é bom. A reconversão numa ONG seria mais consistente com a manutenção do paraíso proibido que a estupidez, uma característica só nossa, ainda não atalhara ao seu desaparecimento, até hoje. E teria o benefício do Mecenato Global.
Uma força de pressão, que a solução será dos cientistas e... dos políticos.
domingo, junho 02, 2019
RUI RIO...
... UMA LIDERANÇA NO SEU LABIRINTO...
Foi bom a Pluma Caprichosa de C.Ferreira Alves deste sábado ter vindo lembrar aos esquecidos na voragem dos casos mediáticos que assolaram a Geringonça durante esta legislatura, as patifarias da PàF durante o consulado de Pedro Passos Coelho, Portas e companhia, nomeadamente a venda ao desbarato de sectores chave da soberania do país entre os quais se avultam os CTT, a REN, o Aeroporto de Lisboa, a TAP, os Estaleiros de Viana, etc. e outros que eventualmente congeminadas não foram avante com a subida do P.S. ao poder.
A ameaça de desmantelar o Estado, confiada pelo ex-líder do PSD de má memória, Menezes, na linha do seu seguidor, Coelho, era para ser levada a sério e felizmente foi - o.
Foi preciso topete para se apresentarem durante a campanha eleitoral finda a dar a cara pelo arruaceiro Rangel, como se tudo já estivesse esquecido num país de curta memória como, por vezes, Portugal consegue ser.
Rui Rio, o novo líder social - democrata, prometeu, à data da sua consagração, afastar - se do neo- liberalismo serôdio dos seus antecessores e remeter de novo o partido à linha social- democrata dos seus fundadores, afastando-o da contaminação dos Arnault, Barroso, Relvas, Menezes, Coelho e seguidores.
Contudo, a perspectiva do afastamento por mais quatro anos do pote orçamental, tem pressionado a militância empreendedora junto do líder, turvando - lhe a sensatez nos últimos tempos, levando o partido a uma forte derrota nas eleições europeias e minando, por arrasto, a sua credibilidade auto - afirmada de homem de Estado.
Que tenha coragem de fazer uma limpeza no seu partido que quer social - democrata e que atire para os braços do incaracterístico e populista CDS detodasascausas de Cristas, os oportunistas infiltrados de Direita.Com suavidade, Costa fê -lo, com bons resultados no P.S., expurgando - o, paulatinamente de não - socialistas.
Fará, mesmo que afastado por uns tempos do Poder, melhor serviço ao país, ao PSD e a si próprio, na definição de reformas humanistas de que o país carece e fará jus à sua imagem de estadista. Amén!
Foi bom a Pluma Caprichosa de C.Ferreira Alves deste sábado ter vindo lembrar aos esquecidos na voragem dos casos mediáticos que assolaram a Geringonça durante esta legislatura, as patifarias da PàF durante o consulado de Pedro Passos Coelho, Portas e companhia, nomeadamente a venda ao desbarato de sectores chave da soberania do país entre os quais se avultam os CTT, a REN, o Aeroporto de Lisboa, a TAP, os Estaleiros de Viana, etc. e outros que eventualmente congeminadas não foram avante com a subida do P.S. ao poder.
A ameaça de desmantelar o Estado, confiada pelo ex-líder do PSD de má memória, Menezes, na linha do seu seguidor, Coelho, era para ser levada a sério e felizmente foi - o.
Foi preciso topete para se apresentarem durante a campanha eleitoral finda a dar a cara pelo arruaceiro Rangel, como se tudo já estivesse esquecido num país de curta memória como, por vezes, Portugal consegue ser.
Rui Rio, o novo líder social - democrata, prometeu, à data da sua consagração, afastar - se do neo- liberalismo serôdio dos seus antecessores e remeter de novo o partido à linha social- democrata dos seus fundadores, afastando-o da contaminação dos Arnault, Barroso, Relvas, Menezes, Coelho e seguidores.
Contudo, a perspectiva do afastamento por mais quatro anos do pote orçamental, tem pressionado a militância empreendedora junto do líder, turvando - lhe a sensatez nos últimos tempos, levando o partido a uma forte derrota nas eleições europeias e minando, por arrasto, a sua credibilidade auto - afirmada de homem de Estado.
Que tenha coragem de fazer uma limpeza no seu partido que quer social - democrata e que atire para os braços do incaracterístico e populista CDS detodasascausas de Cristas, os oportunistas infiltrados de Direita.Com suavidade, Costa fê -lo, com bons resultados no P.S., expurgando - o, paulatinamente de não - socialistas.
Fará, mesmo que afastado por uns tempos do Poder, melhor serviço ao país, ao PSD e a si próprio, na definição de reformas humanistas de que o país carece e fará jus à sua imagem de estadista. Amén!
segunda-feira, maio 27, 2019
AINDA AS EUROPEIAS...
REAGIMOS?
Foi consolador ver que a Democracia, os Direitos Humanos e o Humanismo venceram as forças retrógadas na U.E.
Mau grado as "aberrações " que pontuaram na Grã - Bretanha, em Itália e em França, a Democracia emerge ainda mais forte na defesa dos seus ideais.
Assim se faz a resistência às tentações totalitárias, xenófobas e racistas que uma anómala e muito minoritária casta de migrantes vão ajudando a semear.
Agora, antes que essa realidade sonhada pela incompetência, ignorância, estupidez, nos atire a formas mais musculadas de acção. Assim, pelo voto e pelo esclarecimento PERMANENTE.
Foi consolador ver que a Democracia, os Direitos Humanos e o Humanismo venceram as forças retrógadas na U.E.
Mau grado as "aberrações " que pontuaram na Grã - Bretanha, em Itália e em França, a Democracia emerge ainda mais forte na defesa dos seus ideais.
Assim se faz a resistência às tentações totalitárias, xenófobas e racistas que uma anómala e muito minoritária casta de migrantes vão ajudando a semear.
Agora, antes que essa realidade sonhada pela incompetência, ignorância, estupidez, nos atire a formas mais musculadas de acção. Assim, pelo voto e pelo esclarecimento PERMANENTE.
AOS ABSTENCIONISTAS...
BORRIFASTE - TE, FOI?
OUTROS QUE DECIDAM POR TI, NÃO, MANDRIÃO?
ERA SÓ ISSO.
O Primeiro - ministro mostrou " respeito " pela vossa decisão, eu não.
Não aceito que os cidadãos do meu país se demitam das suas responsabilidades na definição das regras e valores pelos quais quero viver o resto dos meus dias, assim como os meus filhos, netos e amigos.
Amanhã hei - de ver - vos nas ruas em manifestações por meia dúzia de coroas a mais nos salários ou a clamar contra a destruição do planeta e, eventualmente pelos direitos humanos. Nessas alturas, relembrem - se do dia de ontem, em que se estiveram nas tintas.
" Hei - de gastar a garganta a insultar te, besta... "...
Galopa a tua bestialidade
Na memória que eu faço dos teus coices,
cavalga o teu insecticismo na tua cela de D. Duarte!
Arreia - te de Bom - Senso um segundo! peço - te de joelhos.
Encabresta - te de Humanidade
e eu passo - te uma Zoologia para as mãos
para te inscreveres na divisão dos Mamíferos.
Mas anda primeiro ao Jardim Zoológico,
Vem ver os chimpanzés!
Acorpanzilha - te neles se te ousas!
Sagra - te de cú azul a ver se eles te querem!
Lá porque aprendeste a andar de mãos no ar
não quer dizer que sejas mais chimpanzé que eles... "
Narciso do meu ódio - Almada Negreiros
OUTROS QUE DECIDAM POR TI, NÃO, MANDRIÃO?
ERA SÓ ISSO.
O Primeiro - ministro mostrou " respeito " pela vossa decisão, eu não.
Não aceito que os cidadãos do meu país se demitam das suas responsabilidades na definição das regras e valores pelos quais quero viver o resto dos meus dias, assim como os meus filhos, netos e amigos.
Amanhã hei - de ver - vos nas ruas em manifestações por meia dúzia de coroas a mais nos salários ou a clamar contra a destruição do planeta e, eventualmente pelos direitos humanos. Nessas alturas, relembrem - se do dia de ontem, em que se estiveram nas tintas.
" Hei - de gastar a garganta a insultar te, besta... "...
Galopa a tua bestialidade
Na memória que eu faço dos teus coices,
cavalga o teu insecticismo na tua cela de D. Duarte!
Arreia - te de Bom - Senso um segundo! peço - te de joelhos.
Encabresta - te de Humanidade
e eu passo - te uma Zoologia para as mãos
para te inscreveres na divisão dos Mamíferos.
Mas anda primeiro ao Jardim Zoológico,
Vem ver os chimpanzés!
Acorpanzilha - te neles se te ousas!
Sagra - te de cú azul a ver se eles te querem!
Lá porque aprendeste a andar de mãos no ar
não quer dizer que sejas mais chimpanzé que eles... "
Narciso do meu ódio - Almada Negreiros
sábado, maio 25, 2019
ELEIÇÕES EUROPEIAS
VAMOS LÁ VOTAR, CALÕES!
Não vale a pena deitar as culpas aos outros pelo tipo de liderança, aqui e no Ocidente em geral, que nos calha em sorte sempre que nos defrontamos com palermóides muuuito perigosos à frente de Instituições dos Estados ocidentais e da U.E.
Embora... que não custa nada, vale bem melhor do que a... lamúria.
segunda-feira, maio 20, 2019
ELEIÇÕES EUROPEIAS?
FALEMOS DELAS... pois então.
Nada a dizer... nada se disse...
Continuamos, aqui e lá fora, narcotizados e desatentos. Tem - nos bastado o prazer do lambuzamento na porcaria dos outros que, atrelada às nossas, pensamos diluir na identificação emulatória e... inveja.
Numa época marcada pela mediocridade já irreparável, cujos sintomas diagnosticados fadigam as terapias há anos, ninguém se tarda, na triunfal e imparável marcha narcísica, a querer VER para lá do dia -a -dia dos dias que se sucedem em acumulação de porcarias.
Não tardará, por outro lado, saciados e recompensados no ego igualitário, o enfartamento. Chegados lá, WE´LL GIVE A FUCK.
A Verdade? Qual? A tua, a minha, a dos Berardos desta vida? No fim de contas, seremos todos iguais, basta ser mais chico - esperto de que o vizinho, né?
Nada a dizer... nada se disse...
Continuamos, aqui e lá fora, narcotizados e desatentos. Tem - nos bastado o prazer do lambuzamento na porcaria dos outros que, atrelada às nossas, pensamos diluir na identificação emulatória e... inveja.
Numa época marcada pela mediocridade já irreparável, cujos sintomas diagnosticados fadigam as terapias há anos, ninguém se tarda, na triunfal e imparável marcha narcísica, a querer VER para lá do dia -a -dia dos dias que se sucedem em acumulação de porcarias.
Não tardará, por outro lado, saciados e recompensados no ego igualitário, o enfartamento. Chegados lá, WE´LL GIVE A FUCK.
A Verdade? Qual? A tua, a minha, a dos Berardos desta vida? No fim de contas, seremos todos iguais, basta ser mais chico - esperto de que o vizinho, né?
domingo, maio 12, 2019
FENPROF - assunto arrumado?
DEFINITIVAMENTE, NÃO!
A questão do Governo, qualquer governo, com o sindicato dos professores e o o seu líder Mário Nogueira, não se esgotou com a reviravolta que se operou nos últimos dias, consubstanciada no recuo das suas posições de apoio à aprovação da contagem integral do tempo de serviço para efeitos de evolução salarial e de carreira, por parte dos partidos de Direita, o que levou ao " chumbo " da proposta de lei que apontava nesse sentido.
Dizem - nos que o programa do Partido Socialista para as legislativas irá excluir "... qualquer alteração na carreira, estatuto ou avaliação de professores ", pondo ponto final às aspirações de uma classe que representa um ramo fundamental da política de qualquer governo, nomeadamente de um governo socialista - a Educação.
Passar da paixão pela Educação, de António Guterres, para a residualidade antevista pelo primeiro- Ministro Costa no fecho deste dossier pelo triunfalismo de uma victória política, é um mau sinal sobre o que falta fazer, nomeadamente sobre a reforma dos Estatutos dos professores, uma reforma, que tal como na Saúde, urge ser nacional.
Fechar o diálogo seria uma estupidez, por mais peganhento que possa ser o líder da FENPROF, Mário Nogueira.
quarta-feira, maio 08, 2019
ENFIM... KUTUNBEMBEM.
... POUCO HÁ PARA ACRESCENTAR.
O Bom - Senso...( tem hífen? Contas de outro rosário... ) regressou aonde por alguns dias alucinou.
Só uma classe ou um sindicato, que é para ser justo, que se quereria de maior largueza de espírito e que amasse mais o seu país do que a sua carteira, distinguindo -a dos predadores que por aí abundam, completamente surda e cega e fechada num autismo demissionário das suas responsabilidades, contra o sentimento nacional, se poria, despudorada ( cada um sabe de si... ) nessa posição de chantagem permanente contra os seus alunos e contra o país.
Os restantes partidos da troyka negativa, PCP, BLOCO, CDS, PSD, que vislumbrou uma brecha por onde poderia embaraçar o governo socialista, melhor, o Partido Socialista, postos perante a posição irredutível do P.S., com a ameaça de demissão do Governo e o clamor recriminatório da opinião pública contra a sua iniciativa, recuaram, com desculpas esfarrapadas e mal cerzidas, nas suas decisões.
Se houve eleitoralismo nas démarches políticas dos últimos dias ele foi sobejamente identificado e... registado.
P.S.
KUTUNBEMBEM é o nome que os caboverdianos dão a um simpático bicharoco que anda às arrecuas e que habita uma cova cónica de areia fina, armadilha fatal para os incautos.
O Bom - Senso...( tem hífen? Contas de outro rosário... ) regressou aonde por alguns dias alucinou.
Só uma classe ou um sindicato, que é para ser justo, que se quereria de maior largueza de espírito e que amasse mais o seu país do que a sua carteira, distinguindo -a dos predadores que por aí abundam, completamente surda e cega e fechada num autismo demissionário das suas responsabilidades, contra o sentimento nacional, se poria, despudorada ( cada um sabe de si... ) nessa posição de chantagem permanente contra os seus alunos e contra o país.
Os restantes partidos da troyka negativa, PCP, BLOCO, CDS, PSD, que vislumbrou uma brecha por onde poderia embaraçar o governo socialista, melhor, o Partido Socialista, postos perante a posição irredutível do P.S., com a ameaça de demissão do Governo e o clamor recriminatório da opinião pública contra a sua iniciativa, recuaram, com desculpas esfarrapadas e mal cerzidas, nas suas decisões.
Se houve eleitoralismo nas démarches políticas dos últimos dias ele foi sobejamente identificado e... registado.
P.S.
KUTUNBEMBEM é o nome que os caboverdianos dão a um simpático bicharoco que anda às arrecuas e que habita uma cova cónica de areia fina, armadilha fatal para os incautos.
sexta-feira, maio 03, 2019
GERINGONÇA DESCONJUNTADA?
NATURALMENTE...
Posto perante a Coligação negativa que juntou, como no passado com Sócrates, o PCP, o Bloco de Esquerda, o CDS e o PSD, a favor da contagem integral do tempo de serviço dos professores, para efeitos de subida nas carreiras, congeladas há nove anos, assim como outros funcionários do Estado, que o Governo contrariava, o Primeiro - Ministro português, António Costa comunicou ao Presidente da República que se demitiria das suas funções, caso fosse aprovada a resolução acima exposta.
Confesso que, assim que se soube da formação dessa Coligação bizarra entre a extrema Esquerda e os partidos de Direita e da informação que votariam favorávelmente a contagem integral para os professores, murmurei com os meus botões - Centeno pedirá a demissão a Costa e ele não o deixará cair, pelo que será ele a demitir - se.
Foi o que aconteceu, sem ser preciso ter dotes divinatórios, tinha de acontecer.
Abrir - se - à uma caixa de Pandora se se levar a efeito esse processo reivindicativo exigido pelos professores, afirmava o ministro, reiteradamente, e a justificação da oposição tinha a ver com uma questão de igualdade de tratamento, que naturalmente seria exigido por outras classes profissionais do Estado e o acúmulo vertiginoso na despesa pública do Estado nos anos vindouros - Uma despesa fixa na ordem 900 milhões de euros.
O oportunismo que a descarada e sofismática movimentação da Direita, cavalgando sem pudor bandeiras reivindicativas da Extrema Esquerda, verdade se diga, coerentes no seu discurso e pose, descredibilizou - a, por sua vez, no seu discurso e pose.
Patética e despudorada, a proclamação justificativa por parte da líder do CDS, Cristas e desmascarante a hipócrita pose de Estado do líder do PSD., Rui Rio. Foi, para muitos, como eu, surpreendente.
Já não há recuo para Costa se a lei for aprovada e as decisões caberão ao Presidente Marcelo.
Para todos os efeitos,morreu a a campanha para as europeias.
Suponho que uma nova sobretaxa a aplicar pelo próximo governo resolverá essa questão.
Onde, pensaria a Esquerda, que o Governo, venha de que lado, iria buscar financiamento para a Pandora?
A Direita saberia... Na Austeridade.
Posto perante a Coligação negativa que juntou, como no passado com Sócrates, o PCP, o Bloco de Esquerda, o CDS e o PSD, a favor da contagem integral do tempo de serviço dos professores, para efeitos de subida nas carreiras, congeladas há nove anos, assim como outros funcionários do Estado, que o Governo contrariava, o Primeiro - Ministro português, António Costa comunicou ao Presidente da República que se demitiria das suas funções, caso fosse aprovada a resolução acima exposta.
Confesso que, assim que se soube da formação dessa Coligação bizarra entre a extrema Esquerda e os partidos de Direita e da informação que votariam favorávelmente a contagem integral para os professores, murmurei com os meus botões - Centeno pedirá a demissão a Costa e ele não o deixará cair, pelo que será ele a demitir - se.
Foi o que aconteceu, sem ser preciso ter dotes divinatórios, tinha de acontecer.
Abrir - se - à uma caixa de Pandora se se levar a efeito esse processo reivindicativo exigido pelos professores, afirmava o ministro, reiteradamente, e a justificação da oposição tinha a ver com uma questão de igualdade de tratamento, que naturalmente seria exigido por outras classes profissionais do Estado e o acúmulo vertiginoso na despesa pública do Estado nos anos vindouros - Uma despesa fixa na ordem 900 milhões de euros.
O oportunismo que a descarada e sofismática movimentação da Direita, cavalgando sem pudor bandeiras reivindicativas da Extrema Esquerda, verdade se diga, coerentes no seu discurso e pose, descredibilizou - a, por sua vez, no seu discurso e pose.
Patética e despudorada, a proclamação justificativa por parte da líder do CDS, Cristas e desmascarante a hipócrita pose de Estado do líder do PSD., Rui Rio. Foi, para muitos, como eu, surpreendente.
Já não há recuo para Costa se a lei for aprovada e as decisões caberão ao Presidente Marcelo.
Para todos os efeitos,morreu a a campanha para as europeias.
Suponho que uma nova sobretaxa a aplicar pelo próximo governo resolverá essa questão.
Onde, pensaria a Esquerda, que o Governo, venha de que lado, iria buscar financiamento para a Pandora?
A Direita saberia... Na Austeridade.
quinta-feira, maio 02, 2019
A COLIGAÇÃO DA TROYKA...
... ESTÁ DE VOLTA.
PCP/BLOCO/CDS/PSD, bloqueiam uma das mais importantes Leis da República.
( Amanhã continuarei...)
PCP/BLOCO/CDS/PSD, bloqueiam uma das mais importantes Leis da República.
( Amanhã continuarei...)
terça-feira, abril 30, 2019
VENEZUELA
WAITING...
VIVA MADURO!ABAIXO OS GOLPISTAS, LÁ, CÁ, NA UE E NOS USA.
ABAIXO O USURPADOR GUAIDÓ!
VIVA A LIBERDADE DO POVO VENEZUELANO DE ESCOLHER QUEM O DEVE GOVERNAR E NÃO TÍTERES.
P.S. - Que o ar de proclamação não assuste. Acontece que me bloquearam um texto mais assertivo e com explicações cabais sobre a razão por que não aceitei a intentona criminosa que poderia ter lançado o país num banho de sangue, não fosse a contenção de Maduro e das Forças Armadas que juraram defender a Constituição Bolivariana.
É tudo!
VIVA MADURO!ABAIXO OS GOLPISTAS, LÁ, CÁ, NA UE E NOS USA.
ABAIXO O USURPADOR GUAIDÓ!
VIVA A LIBERDADE DO POVO VENEZUELANO DE ESCOLHER QUEM O DEVE GOVERNAR E NÃO TÍTERES.
P.S. - Que o ar de proclamação não assuste. Acontece que me bloquearam um texto mais assertivo e com explicações cabais sobre a razão por que não aceitei a intentona criminosa que poderia ter lançado o país num banho de sangue, não fosse a contenção de Maduro e das Forças Armadas que juraram defender a Constituição Bolivariana.
É tudo!
S.N.S.
SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
O debate tremendista que sobre a nova Lei de Bases da Saúde irá ser promulgada na Assembleia da República Portuguesa, cuja redacção final se desconhece, está a atingir proporções, no mínimo daninhas, não só ao esclarecimento dos utentes como à análise racional dos moldes que, em parcerias contratualizadas com parceiros económicos privados, devem ou não ser implementadas e os porquês da adesão ou exclusão dessa condição.
Ao ou... ou... extremado, o Bom Senso realista, por sobre o apoderamento da paternidade factual do S.N.S., reclamada pela Esquerda, deveria conjugar - se o idealismo pragmático ao pragmatismo ideológico.
O Governo tem sido acusado de zigzaguear em torno desta questão já que as propostas apresentadas aos parceiros da coligação parlamentar que suportam uma maioria de esquerda no parlamento encontraram resistência do partido Socialista, que à exclusão liminar dessas parcerias propõe um modelo que não as excluísse na Lei, deixando ao cuidado de governos eleitos essa decisão.
Perante essas reticências do seu partido, o Primeiro-Ministro António Costa, cuja proposta ia no sentido da exclusão das Parcerias Público Privadas, acatou o sentimento do seu grupo parlamentar e criou um conflito com o Bloco e com o PCP.
Espera - se pela redacção articulada da Lei...
O debate tremendista que sobre a nova Lei de Bases da Saúde irá ser promulgada na Assembleia da República Portuguesa, cuja redacção final se desconhece, está a atingir proporções, no mínimo daninhas, não só ao esclarecimento dos utentes como à análise racional dos moldes que, em parcerias contratualizadas com parceiros económicos privados, devem ou não ser implementadas e os porquês da adesão ou exclusão dessa condição.
Ao ou... ou... extremado, o Bom Senso realista, por sobre o apoderamento da paternidade factual do S.N.S., reclamada pela Esquerda, deveria conjugar - se o idealismo pragmático ao pragmatismo ideológico.
O Governo tem sido acusado de zigzaguear em torno desta questão já que as propostas apresentadas aos parceiros da coligação parlamentar que suportam uma maioria de esquerda no parlamento encontraram resistência do partido Socialista, que à exclusão liminar dessas parcerias propõe um modelo que não as excluísse na Lei, deixando ao cuidado de governos eleitos essa decisão.
Perante essas reticências do seu partido, o Primeiro-Ministro António Costa, cuja proposta ia no sentido da exclusão das Parcerias Público Privadas, acatou o sentimento do seu grupo parlamentar e criou um conflito com o Bloco e com o PCP.
Espera - se pela redacção articulada da Lei...
sexta-feira, abril 26, 2019
BEM...
... RECOMECEMOS
Atirado, de novo, com Ficções, aos braços do Borges de leituras longínquas, a redescoberta do vício de cismar, reflectindo sobre o inominável plantado nas palavras e conceitos com que nos digladiamos, a Torre de Babel do nosso descontentamento adquire, paradoxalmente, uma cor viva " a tal... " - Somos todos estranhos um do outro.
Neste planeta superpovoado, a dimensão dessa estranheza que a cibernética vai plantando nesta certeza está a tornar - se avassaladora.
A rotineira mediocridade das nossas vidas, pessoais, políticas, ideológicas, configura - se -me como uma defesa ao indefensável - fatalmente, este mundo que é o nosso, ruirá. Está escrito no tempo.
Ruirá para mim, pois que, concedo, as estranhezas com que, cada vez mais rápido, ele me vergasta e ao meu estupor diário, vão avisando do fim de um tempo, o meu.
O meu lento afastamento físico, e a " exaustão " mental com que uma realidade em aceleração turvou o meu olhar, incompatibilizou -me com o meu tempo, como acontece com todos os que já estão no terceiro patamar de partida.
Voltemos à Terra...
Por onde começar? Joana d'Arc?
Leio e pasmo que a Escola Tàber de Barcelona censurou perto de 200 livros infantis da sua Biblioteca, atribuindo - lhes um carácter maléfico, sentenciado por uma visão sexista, homofóbica, masculinizada, misógina, que não respeita os " ares dos tempos actuais " e ofende a (des)ideologia do género.
Um exemplo que parece ter seguidores no resto da Espanha e, se a moda pega, ao resto dos países civilizados. Capuchinho, Branca de Neve, Bela Adormecida e muitos mais, que não passaram pelo crivo de uma Comissão ad-hoc, foram catalogadas como inadequadas para as crianças.
Toda a nossa história, o nosso imaginário infantil que ainda ecoa nos nossos neurónios, terá sido visto como uma trágica circunstância que terá moldado os homens e as mulheres de hoje; dos outros géneros, produtos genuínos do fastio civilizacional do século XX, acredita- se que por geração espontânea, urge criar um imaginário outro. É o que está em marcha...
Irão reescrever a História e apagar dela todas as belas e competentes bruxas nossas avós, de Hatshepsut a Cleópatra e Catarina ( enumerá - as seria fastidioso...) e adoptar de vez as santas d'Arc?
Ínvios estão a ser os caminhos do apoderamento e breve a chamada " fadiga da compaixão " moldar - se - à para coisas outras ( o advento da extrema - direita configura- se -me uma reacção ainda não abertamente declarada na "guerra dos sexos "...) que não o companheirismo cúmplice e racionalmente civilizado da masculinidade, isso mesmo, da masculinidade, a única força capaz de defender todos os géneros.
Uma cretinice pegada que ameaça, através do contrabando do políticamente correcto na higienização das palavras e... agora da História, as conquistas das mulheres pela sua dignificação pessoal, como PESSOA e não como género.
Atirado, de novo, com Ficções, aos braços do Borges de leituras longínquas, a redescoberta do vício de cismar, reflectindo sobre o inominável plantado nas palavras e conceitos com que nos digladiamos, a Torre de Babel do nosso descontentamento adquire, paradoxalmente, uma cor viva " a tal... " - Somos todos estranhos um do outro.
Neste planeta superpovoado, a dimensão dessa estranheza que a cibernética vai plantando nesta certeza está a tornar - se avassaladora.
A rotineira mediocridade das nossas vidas, pessoais, políticas, ideológicas, configura - se -me como uma defesa ao indefensável - fatalmente, este mundo que é o nosso, ruirá. Está escrito no tempo.
Ruirá para mim, pois que, concedo, as estranhezas com que, cada vez mais rápido, ele me vergasta e ao meu estupor diário, vão avisando do fim de um tempo, o meu.
O meu lento afastamento físico, e a " exaustão " mental com que uma realidade em aceleração turvou o meu olhar, incompatibilizou -me com o meu tempo, como acontece com todos os que já estão no terceiro patamar de partida.
Voltemos à Terra...
Por onde começar? Joana d'Arc?
Leio e pasmo que a Escola Tàber de Barcelona censurou perto de 200 livros infantis da sua Biblioteca, atribuindo - lhes um carácter maléfico, sentenciado por uma visão sexista, homofóbica, masculinizada, misógina, que não respeita os " ares dos tempos actuais " e ofende a (des)ideologia do género.
Um exemplo que parece ter seguidores no resto da Espanha e, se a moda pega, ao resto dos países civilizados. Capuchinho, Branca de Neve, Bela Adormecida e muitos mais, que não passaram pelo crivo de uma Comissão ad-hoc, foram catalogadas como inadequadas para as crianças.
Toda a nossa história, o nosso imaginário infantil que ainda ecoa nos nossos neurónios, terá sido visto como uma trágica circunstância que terá moldado os homens e as mulheres de hoje; dos outros géneros, produtos genuínos do fastio civilizacional do século XX, acredita- se que por geração espontânea, urge criar um imaginário outro. É o que está em marcha...
Irão reescrever a História e apagar dela todas as belas e competentes bruxas nossas avós, de Hatshepsut a Cleópatra e Catarina ( enumerá - as seria fastidioso...) e adoptar de vez as santas d'Arc?
Ínvios estão a ser os caminhos do apoderamento e breve a chamada " fadiga da compaixão " moldar - se - à para coisas outras ( o advento da extrema - direita configura- se -me uma reacção ainda não abertamente declarada na "guerra dos sexos "...) que não o companheirismo cúmplice e racionalmente civilizado da masculinidade, isso mesmo, da masculinidade, a única força capaz de defender todos os géneros.
Uma cretinice pegada que ameaça, através do contrabando do políticamente correcto na higienização das palavras e... agora da História, as conquistas das mulheres pela sua dignificação pessoal, como PESSOA e não como género.
sábado, abril 20, 2019
ADVERSÁRIAS OU COMPANHEIRAS?
UMA GUERRA PELO PODER...
... DE FAZER DIFERENTE?
" As vaginas delituosas de hoje insurgiram - se e não querem estar a mando,nem biológico nem social " - Alberto Hernando in CUNNUS
Lori Lightfoot ( googlar... )
A " anómala ??? ) protecção do outrora sexo fraco pela feminização imaginada e construída ontem pelos nossos ancestrais, está a desaparecer, à medida que as relações, hoje definitivamente contaminadas pelo contrabando da generalização, se vão deteriorando no combate feroz pela sobrevivência e controlo que grassa no mundo Ocidental, com reverberações negativas em outras paragens do Globo, oposicionistas tenazes de qualquer tipo de abertura à auto-determinação do sexo feminino.
No Ocidente, a destruição desse imaginário, que a luta dos povos vai ajudando a demolir de braço dado com as companheiras, expandiu- se exponencialmente apesar da resistência atávica de um machismo resiliente, que milhões de anos naturais e civilizados ajudaram a construir.
O acerto de agulhas que a condição humana, reconstruída em torno dos direitos humanos, exigia, face ao direito à auto-determinação e à felicidade, não-imposta mas decidida em liberdade, tinha de ser feito, face à irracionalidade da resistência.
A consequência genérica foi, a traços grossos, o aumento de mecanismos de defesa e de desconfiança induzida no espaço de partilha dos bens e... do Poder.
A disputa, encabeçada pelo masculino versus masculino deu lugar, findo o estupor perante o desplante com que o alargamento adversariante das fêmeas reivindicando o seu direito ao saque, produziu, à retaliação, por um lado, a pequenas cedências controláveis, por outro, e à violência mesquinha e ressentida, por fim.
Nesta " guerra dos sexos ", já não há homens, mulheres, gays, há adversários, que poderão ser tratados com bonomia, recrutamento ou violência, dentro da disparidade infinita da imaginação e talento sapiano.
Charlotte Kirk ( googlar... )
À luz dessa nova realidade, pela inocência e vitimização ( Desculpem lá rapazes... MT.Horta ), não só sexual, mas pandémica, organizada em torno da LGBTI e com uma frente política impulsionada pelo movimento MeToo,, fez - se ressuscitar o mito do sexo fraco, impotente perante o domínio do macho, também adversário, nessa luta pelas fêmeas e cuja acção assediante fez - se tornar num crime social e... moral. Notável!
Uma guerra sem violência, civilizada, onde só a violência verbal e em baixos décibéis, comportamental, intelectual, teria espaço que não a física, a masculina, uma vantagem que estratégicamente tem de ser denegrida, dados os seus efeitos e danos incontroláveis.
A violência doméstica classificaria, com a sua carga grotesca, no namoro, no lar, todo o tipo de agressividade, estimulada ou provocada, que relações em conflito despoletam em gradações várias, num universo em turmoil onde as balizas comportamentais se definem a jusante, no limite da violência física, o - NÃO VALE BATER - como a solução milagrosa e embusteira que substituiria a racionalização que urge implementar no espaço de partilha deste planeta.
Essa impossibilidade, nos casos em que a principal obrigação cívica e civilizacional seria o auto- controle, a calma, quando a agressividade é testada no limite e explode em violência física, elementar e básica, essa condição humana, relativamente controlada, que nos impediu a extinção como espécie, terá de ser trazida de volta a uma nova reavaliação, perante os desafios contundentes com que as nossas companheiras se nos apresentam como herdeiras legítimas de um espaço comum.
Aparentemente, realmente,o que está em equação é o PODER, de decidir, não só sobre esse espaço como sobre os seus habitantes e a quotização que a cada um(a) deve caber.
À aparente displicência com que, perante a manifestação expressa desse apoderamento, o masculino se vai comprazendo contra a mobilização feroz e sem contemplações do feminismo e doutros... géneros, releva de uma má consciência, por que histórica, imbecilizante perante a contemporalidade.
Não estarei cá para assistir mas garanto que, mea culpa, não gostaria do novo mundo que se vai construindo.
No fim de contas, deverá estar aì a razão da nossa partida, a dos velhos...
... DE FAZER DIFERENTE?
" As vaginas delituosas de hoje insurgiram - se e não querem estar a mando,nem biológico nem social " - Alberto Hernando in CUNNUS
Lori Lightfoot ( googlar... )
A " anómala ??? ) protecção do outrora sexo fraco pela feminização imaginada e construída ontem pelos nossos ancestrais, está a desaparecer, à medida que as relações, hoje definitivamente contaminadas pelo contrabando da generalização, se vão deteriorando no combate feroz pela sobrevivência e controlo que grassa no mundo Ocidental, com reverberações negativas em outras paragens do Globo, oposicionistas tenazes de qualquer tipo de abertura à auto-determinação do sexo feminino.
No Ocidente, a destruição desse imaginário, que a luta dos povos vai ajudando a demolir de braço dado com as companheiras, expandiu- se exponencialmente apesar da resistência atávica de um machismo resiliente, que milhões de anos naturais e civilizados ajudaram a construir.
O acerto de agulhas que a condição humana, reconstruída em torno dos direitos humanos, exigia, face ao direito à auto-determinação e à felicidade, não-imposta mas decidida em liberdade, tinha de ser feito, face à irracionalidade da resistência.
A consequência genérica foi, a traços grossos, o aumento de mecanismos de defesa e de desconfiança induzida no espaço de partilha dos bens e... do Poder.
A disputa, encabeçada pelo masculino versus masculino deu lugar, findo o estupor perante o desplante com que o alargamento adversariante das fêmeas reivindicando o seu direito ao saque, produziu, à retaliação, por um lado, a pequenas cedências controláveis, por outro, e à violência mesquinha e ressentida, por fim.
Nesta " guerra dos sexos ", já não há homens, mulheres, gays, há adversários, que poderão ser tratados com bonomia, recrutamento ou violência, dentro da disparidade infinita da imaginação e talento sapiano.
Charlotte Kirk ( googlar... )
À luz dessa nova realidade, pela inocência e vitimização ( Desculpem lá rapazes... MT.Horta ), não só sexual, mas pandémica, organizada em torno da LGBTI e com uma frente política impulsionada pelo movimento MeToo,, fez - se ressuscitar o mito do sexo fraco, impotente perante o domínio do macho, também adversário, nessa luta pelas fêmeas e cuja acção assediante fez - se tornar num crime social e... moral. Notável!
Uma guerra sem violência, civilizada, onde só a violência verbal e em baixos décibéis, comportamental, intelectual, teria espaço que não a física, a masculina, uma vantagem que estratégicamente tem de ser denegrida, dados os seus efeitos e danos incontroláveis.
A violência doméstica classificaria, com a sua carga grotesca, no namoro, no lar, todo o tipo de agressividade, estimulada ou provocada, que relações em conflito despoletam em gradações várias, num universo em turmoil onde as balizas comportamentais se definem a jusante, no limite da violência física, o - NÃO VALE BATER - como a solução milagrosa e embusteira que substituiria a racionalização que urge implementar no espaço de partilha deste planeta.
Essa impossibilidade, nos casos em que a principal obrigação cívica e civilizacional seria o auto- controle, a calma, quando a agressividade é testada no limite e explode em violência física, elementar e básica, essa condição humana, relativamente controlada, que nos impediu a extinção como espécie, terá de ser trazida de volta a uma nova reavaliação, perante os desafios contundentes com que as nossas companheiras se nos apresentam como herdeiras legítimas de um espaço comum.
Aparentemente, realmente,o que está em equação é o PODER, de decidir, não só sobre esse espaço como sobre os seus habitantes e a quotização que a cada um(a) deve caber.
À aparente displicência com que, perante a manifestação expressa desse apoderamento, o masculino se vai comprazendo contra a mobilização feroz e sem contemplações do feminismo e doutros... géneros, releva de uma má consciência, por que histórica, imbecilizante perante a contemporalidade.
Não estarei cá para assistir mas garanto que, mea culpa, não gostaria do novo mundo que se vai construindo.
No fim de contas, deverá estar aì a razão da nossa partida, a dos velhos...
segunda-feira, abril 08, 2019
UM FEMINISMO SEXISTA TOTALITÁRIO?
CONTEXTUALIZEMOS...
Nos anos 90, portanto longe ainda do advento METOO no panorama sócio-político, quando do discurso genérico passámos ao discurso do género, houve uma acesa polémica envolvendo José Sarmento Ferreira e uma das vozes feministas de então, Maria Teresa Horta sobre o marialvismo e o assédio sexual dos homens sobre as mulheres.
O comportamento masculino, de ontem, hoje e... talvez amanhã, nunca se sabe..., assolado por uma ferocíssima avaliação, inspirada no manual feminista, que à natural, o seu a seu dono, postura de corte sobre uma fêmea por parte de um macho e, hoje, com a inversão dos papéis, e da variabilidade dos géneros, numa caótica desnaturalização do adquirido, dizia, via - se confrontado com uma redutora caracterização dos seus propósitos e do seu comportamento.
Sarmento Ferreira, afrontado connosco, os assediadores, no melhor dos casos, quando não liminarmente violadores, na redutora visão feminista, pela linguagem desbragada da avaliação, genéricamente LGBT, acabadinho de formar e hoje com cursos de formação POLÍTICA, espalhados pelo Ocidente, verberou barbaridades proferidas por especialistas feministas como Andrea Dworkin que afirma que é bom para um homem inocente ser condenado por violação " porque assim fica mais sensível às necessidades femininas " ou que, como C. McKinnon " a violação é um meio pelo qual os homens, todos os homens, mantêm as mulheres, todas as mulheres, num estado permanente de subjugação política ", sem se dar conta que o mesmo se pode dizer, invertendo os termos, das falsas acusações de violação ou de assédio sexual, deplora com vigor a postura das militantes, categorizando - a como um feminismo sexista totalitário.
Passou - se um quarto de século e as posições agudizaram- se. Já não há conversa, há guerrilha.
( a continuar... )
Nos anos 90, portanto longe ainda do advento METOO no panorama sócio-político, quando do discurso genérico passámos ao discurso do género, houve uma acesa polémica envolvendo José Sarmento Ferreira e uma das vozes feministas de então, Maria Teresa Horta sobre o marialvismo e o assédio sexual dos homens sobre as mulheres.
O comportamento masculino, de ontem, hoje e... talvez amanhã, nunca se sabe..., assolado por uma ferocíssima avaliação, inspirada no manual feminista, que à natural, o seu a seu dono, postura de corte sobre uma fêmea por parte de um macho e, hoje, com a inversão dos papéis, e da variabilidade dos géneros, numa caótica desnaturalização do adquirido, dizia, via - se confrontado com uma redutora caracterização dos seus propósitos e do seu comportamento.
Sarmento Ferreira, afrontado connosco, os assediadores, no melhor dos casos, quando não liminarmente violadores, na redutora visão feminista, pela linguagem desbragada da avaliação, genéricamente LGBT, acabadinho de formar e hoje com cursos de formação POLÍTICA, espalhados pelo Ocidente, verberou barbaridades proferidas por especialistas feministas como Andrea Dworkin que afirma que é bom para um homem inocente ser condenado por violação " porque assim fica mais sensível às necessidades femininas " ou que, como C. McKinnon " a violação é um meio pelo qual os homens, todos os homens, mantêm as mulheres, todas as mulheres, num estado permanente de subjugação política ", sem se dar conta que o mesmo se pode dizer, invertendo os termos, das falsas acusações de violação ou de assédio sexual, deplora com vigor a postura das militantes, categorizando - a como um feminismo sexista totalitário.
Passou - se um quarto de século e as posições agudizaram- se. Já não há conversa, há guerrilha.
( a continuar... )
segunda-feira, abril 01, 2019
TWEETS OU... ANÁLISE?
TWEETEMOS, POIS...
Que o tempo decorrido desde o último post foi demasiado, face à barulheira que por aí abunda. Escutei e agora boto faladura...
PARTIDO SOCIALISTA
Brilhante, a temporalização do anúncio e implementação das medidas sobre a mobilidade nas cidades, atreladas a uma redução significativa e estrutural do preço dos passes sociais, com ganhos substantivos para os seus utentes e a diminuição do tráfego automóvel nas grandes cidades.
Se não bastasse o pânico que se apoderou da Direita pelos eventuais e merecidos ganhos eleitorais por parte da Geringonça, nomeadamente do P.S., na avaliação da contundência política da medida, para aquilatar da sua adesão quase instantânea pela Nação, a retaliação que se seguiu provou a sua eficácia.
NEPOTISMO DE ESTADO?
Essa foi a palavra de ordem com que a Direita, numa realidade bem mais complexa de esvaziamento da qualidade política de recrutamento, necessáriamente fiável e de qualidade funcional na Esquerda, melhor, no P.Socialista, tentou e ainda tenta esvaziar a satisfação dos eleitores com um Governo que PENSOU nos governados.
Sobre este " nepotismo " incipiente e corriqueiro aflorado no P.S que o estreitamento das margens de confiança e de recrutamento, a salvo de infiltrações "direitistas ", diletantes ou ressentidas, pareceria, à primeira leitura, que se deu o flanco à histeria reaccionária e populista com que se tenta manipular o sentimento popular divisionista - NÓS contra ELES.
Numa demografia de ignorância induzida e de negligência cívica o populismo sempre medrou e o atalho das redes sociais deu uma ajuda importante.
Mas, quando vejo e leio no Expressso, que Costa anda pelo país A VENDER, sic, a redução dos passes sociais para os portugueses menos afortunados, não me admiro da decadência da Imprensa escrita...
( a continuar...)
Que o tempo decorrido desde o último post foi demasiado, face à barulheira que por aí abunda. Escutei e agora boto faladura...
PARTIDO SOCIALISTA
Brilhante, a temporalização do anúncio e implementação das medidas sobre a mobilidade nas cidades, atreladas a uma redução significativa e estrutural do preço dos passes sociais, com ganhos substantivos para os seus utentes e a diminuição do tráfego automóvel nas grandes cidades.
Se não bastasse o pânico que se apoderou da Direita pelos eventuais e merecidos ganhos eleitorais por parte da Geringonça, nomeadamente do P.S., na avaliação da contundência política da medida, para aquilatar da sua adesão quase instantânea pela Nação, a retaliação que se seguiu provou a sua eficácia.
NEPOTISMO DE ESTADO?
Essa foi a palavra de ordem com que a Direita, numa realidade bem mais complexa de esvaziamento da qualidade política de recrutamento, necessáriamente fiável e de qualidade funcional na Esquerda, melhor, no P.Socialista, tentou e ainda tenta esvaziar a satisfação dos eleitores com um Governo que PENSOU nos governados.
Sobre este " nepotismo " incipiente e corriqueiro aflorado no P.S que o estreitamento das margens de confiança e de recrutamento, a salvo de infiltrações "direitistas ", diletantes ou ressentidas, pareceria, à primeira leitura, que se deu o flanco à histeria reaccionária e populista com que se tenta manipular o sentimento popular divisionista - NÓS contra ELES.
Numa demografia de ignorância induzida e de negligência cívica o populismo sempre medrou e o atalho das redes sociais deu uma ajuda importante.
Mas, quando vejo e leio no Expressso, que Costa anda pelo país A VENDER, sic, a redução dos passes sociais para os portugueses menos afortunados, não me admiro da decadência da Imprensa escrita...
( a continuar...)
segunda-feira, março 25, 2019
SELECÇÃO NACIONAL...
... DE FUTEBOL, EVIDENTEMENTE.
PORQUÊ? PORQUE SIM E PRONTO.
Por não ter conseguido imagens da nossa selecção, ilustro a prosa cinzenta com a foto do seu treinador, com uma vénia de respeito.
Fernando Santos
Infelizmente, o aforismo lançado, já nem me lembra por quem..., de que uma equipa de futebol é a cara do seu treinador nunca foi tão verdadeiro como o caso português de hoje, um campeão europeu apesar do seu treinador e das suas, hoje ultrapassadas concepções de jogo FACE aos excepcionais atletas de que dispõe.
A selecção nacional tem sido EXACTAMENTE O CONTRÁRIO do que os seus exímios executantes são capazes, reduzidos hoje a uma burocracia bisonha e redundante.
É claro que esse futebol reaccionário pode ganhar jogos como empastelá - los até à náusea.
Só temos visto o esplendor desses rapazes quando toda a táctica temerosa é mandada às malvas e já ninguém consegue ouvir o treinador.
Temos jogadores excepcionais que pediriam meças a qualquer selecção mundial se tiverem a possibilidade de não serem a CARA do seu treinador. Por ora, só a sua qualidade os vai safando...
PORQUÊ? PORQUE SIM E PRONTO.
Por não ter conseguido imagens da nossa selecção, ilustro a prosa cinzenta com a foto do seu treinador, com uma vénia de respeito.
Fernando Santos
Infelizmente, o aforismo lançado, já nem me lembra por quem..., de que uma equipa de futebol é a cara do seu treinador nunca foi tão verdadeiro como o caso português de hoje, um campeão europeu apesar do seu treinador e das suas, hoje ultrapassadas concepções de jogo FACE aos excepcionais atletas de que dispõe.
A selecção nacional tem sido EXACTAMENTE O CONTRÁRIO do que os seus exímios executantes são capazes, reduzidos hoje a uma burocracia bisonha e redundante.
É claro que esse futebol reaccionário pode ganhar jogos como empastelá - los até à náusea.
Só temos visto o esplendor desses rapazes quando toda a táctica temerosa é mandada às malvas e já ninguém consegue ouvir o treinador.
Temos jogadores excepcionais que pediriam meças a qualquer selecção mundial se tiverem a possibilidade de não serem a CARA do seu treinador. Por ora, só a sua qualidade os vai safando...
sexta-feira, março 15, 2019
VENEZUELA...
O APAGÃO
Não acredito em coincidências sobre absolutamente nada de estranho ou singular que possa ter lugar na Venezuela de hoje, sitiada, ameaçada, roubada, sempre em nome da Liberdade, pela arrogância Ocidental.
De tão bisonha, repetitiva, sem uma única gota de imaginação, a gasta e bafienta cartilha narrativa, de tão usada, já nos deveria pôr em alerta aos seus primeiros sinais....
Infelizmente, a hipocrisia encontra sempre uma justificação qualquer aos actos inqualificáveis do serôdio imperialismo estrebuchante.
O apagão que se abateu sobre Venezuela tem um mentor e lacaios. Foi um acto criminoso sobre a população, sobre a qual recaem lágrimas de crocodilo dos seus libertadores.
Quando se exibirem provas ( a Embaixada da Coreia do Norte em Espanha, se o Estado espanhol assim o quiser, as mostrará sobre o assalto de que foi vítima em Fevereiro... ) dessa monstruosidade já será tarde, porque a ninguém, a não ser aos venezuelanos, interessará saber.
É...desolador!
Não acredito em coincidências sobre absolutamente nada de estranho ou singular que possa ter lugar na Venezuela de hoje, sitiada, ameaçada, roubada, sempre em nome da Liberdade, pela arrogância Ocidental.
De tão bisonha, repetitiva, sem uma única gota de imaginação, a gasta e bafienta cartilha narrativa, de tão usada, já nos deveria pôr em alerta aos seus primeiros sinais....
Infelizmente, a hipocrisia encontra sempre uma justificação qualquer aos actos inqualificáveis do serôdio imperialismo estrebuchante.
O apagão que se abateu sobre Venezuela tem um mentor e lacaios. Foi um acto criminoso sobre a população, sobre a qual recaem lágrimas de crocodilo dos seus libertadores.
Quando se exibirem provas ( a Embaixada da Coreia do Norte em Espanha, se o Estado espanhol assim o quiser, as mostrará sobre o assalto de que foi vítima em Fevereiro... ) dessa monstruosidade já será tarde, porque a ninguém, a não ser aos venezuelanos, interessará saber.
É...desolador!
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