Não sou nem machista nem feminista, sou heterossexual, no seu sentido original. É tudo, com 72 anos de experiências por este planeta.
Continuemos, então...,uma vez feito o esclarecimento.
Se uma revolução se caracteriza como tal pela alteração do statu quo, mudando para pior ou depurando para melhor os princípios tradicionais a depôr, não há como fugir à condição, se não revolucionária, pelo menos reformista radical, que se perspectivou pós moralidade victoriana. E não foi só a liberdade sexual que esteve, a reboque do sufragismo feminista, pontuada pela evolução no tratamento de taras psíquicas tidas como desviantes, onde se compartimentavam os desvios sexuais.
O balanceamento dessa ruptura, sanitária, social, política e sexual continua a desenrolar - se em pleno século XXI. Dir - se- ia que já era tempo de harmonização de todos os adquiridos nessa reflexão.
Acontece que o Homem não mudou assim tanto como as perspectivas das minorias, quase insignificantes, desejariam. A normalidade de 90% ou mais da população do globo permite ainda ao Homem ter essa possibilidade de a avaliar. As anomalias, mutações, se quiserem, que as circunstâncias naturais e o próprio tempo traz ao nível da Biologia, por mais acção volitiva de transformismo acoplada, deixaram de ser, pela acesa militância de uma sexologia libertária, consideradas, pejorativamente, como perversões a tratar e entraram no campo da normalidade, adjudicadas pela liberdade de ser.
MAS...
... da libertação sexual e não só, à desmemorização e descaracterização como género no âmbito dessa libertação feminista, elegeu - se o inimigo, o Outro lado, como adversário da Mudança, com a cumplicidade activa das transgeneralidades existentes e a criar, preconceituando os valores do seu universo identitário - a virilidade - em todas as suas manifestações, de poderio físico, dominação e volição sexual.
A impaciência transposta nesse devir, que ameaça pela virulência, tornar - se numa séria confrontação, já não se contenta com as consideradas lentas mudanças que, de facto, vão transformando as sociedades ocidentais no que à conquista de direitos iguais à partida, igualdade perante a Lei e assumpção libertária das suas escolhas de vida e laços sexuais. Acresceu mais reivindicações onde a " capitulação ", negligência e distracção quando não cumplicidade activa e militante da " normalidade " sobressaltada e inquieta. A essa abstenção activa chamou - se o " políticamente correcto ".
Convenhamos, sejamos honest(o)as, entrámos numa guerra de Poder que, por enquanto, está na fase de guerrilha. Do que sei de insurgências desde que nasci, a partir do momento em que a luta seja assumida pelo povo, a vitória é certa. É aí, nas classes menos instruídas, nas classes " inferiores " que a " resistência ", quase vital, se entronca, hoje e sempre. Uma vez convencidas, vencidas.
E aí, sim, a Revolução acontecerá.
domingo, novembro 10, 2019
domingo, novembro 03, 2019
NEM MAIS...
UMA LIÇÃO POLÍTICA
Katar-Moreira
Como caboverdiano que manteve a nacionalidade portuguesa, sem crises identitárias de nenhum tipo e que sempre se viu e se sentiu na sua inteireza de homem livre, responsável, solidário e defensor dos direitos humanos, não posso, já contextualizado, deixar de aplaudir o brilhante texto de D.Oliveira no Expresso último sob o título - Demasiado pessoal - .
Pouco há a acrescentar ou mesmo sublinhar, na sua interpretação política, que faço minha, do posicionamento da deputada guineense eleita pelo Livre, Joacine Katar - Moreira, para a Assembleia da República Portuguesa, que tanta celeuma tem levantado, ao contráriade outras duas deputadas luso-africanas eleitas por outros partidos.
" Portugal está a evoluir ". atirou - me um irmão caboverdiano, quando lhe referi a singularidade da eleição de três deputadas negras para o Parlamento português. Que não, que Portugal não é um país racista, que tinha sido uma questão de mérito, de militância cívica e que as quotas não chegavam para explicar tudo.
Voltando ao assunto do texto de D.Oliveira, ( a propósito, lembram - se do nome das outras duas deputadas aqui referidas? ) ninguém esperará, contudo, nem o autor citado o fez, que as questões de género, orientação sexual e étnicas não façam parte do pacote reinvindicativo da abordagem política da deputada em questão. O problema estará na ancoragem de uma história pessoal suscitadora empática de pertença como volição orientadora da praxis política, onde a biografização (cito) se incluirá no discurso como mais - valia de competência e não, paradoxalmente, de vitimização, como foi e bem, referido.
Consequências? Ataques pessoalizados, como se esperariam.
A Política exige mais,evidentemente. Saiba Katar - Moreira encontrar esse caminho
Como caboverdiano que manteve a nacionalidade portuguesa, sem crises identitárias de nenhum tipo e que sempre se viu e se sentiu na sua inteireza de homem livre, responsável, solidário e defensor dos direitos humanos, não posso, já contextualizado, deixar de aplaudir o brilhante texto de D.Oliveira no Expresso último sob o título - Demasiado pessoal - .
Pouco há a acrescentar ou mesmo sublinhar, na sua interpretação política, que faço minha, do posicionamento da deputada guineense eleita pelo Livre, Joacine Katar - Moreira, para a Assembleia da República Portuguesa, que tanta celeuma tem levantado, ao contráriade outras duas deputadas luso-africanas eleitas por outros partidos.
" Portugal está a evoluir ". atirou - me um irmão caboverdiano, quando lhe referi a singularidade da eleição de três deputadas negras para o Parlamento português. Que não, que Portugal não é um país racista, que tinha sido uma questão de mérito, de militância cívica e que as quotas não chegavam para explicar tudo.
Voltando ao assunto do texto de D.Oliveira, ( a propósito, lembram - se do nome das outras duas deputadas aqui referidas? ) ninguém esperará, contudo, nem o autor citado o fez, que as questões de género, orientação sexual e étnicas não façam parte do pacote reinvindicativo da abordagem política da deputada em questão. O problema estará na ancoragem de uma história pessoal suscitadora empática de pertença como volição orientadora da praxis política, onde a biografização (cito) se incluirá no discurso como mais - valia de competência e não, paradoxalmente, de vitimização, como foi e bem, referido.
Consequências? Ataques pessoalizados, como se esperariam.
A Política exige mais,evidentemente. Saiba Katar - Moreira encontrar esse caminho
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domingo, novembro 03, 2019
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sexta-feira, outubro 25, 2019
HEY TRUMP!
TALK TO ME!
O que é que se passa no Chile? O que é que nos tem a dizer sobre isso?
Eu tenho muuuito a dizer sobre o que representa esse neo-liberalismo de trampa que estãoa tentar implementar pelas Américas e o que ele representa hoje para os povos de todo o mundo, nomeadamente para os chilenos, os inimigos de Piñera e para os venezuelanos, os seus inimigos.
Not today, not for now...
Hoje, 12 de Novembro, veio a resposta, vergonhosa como os USA nos habituou. Já só falta o Maduro, não é? Tudo isso é repulsivo,mesmo no maior Estado terrorista do planeta.
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sexta-feira, outubro 25, 2019
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quarta-feira, outubro 23, 2019
BREVES
PORTUGAL
O P.Socialista apresentou o seu governo saído das últimas eleições. Extenso e tecnopolítico, um governo de DOERS. Acompanharemos a sua eficácia no terreno.
O presidente do PSD, Rui Rio, apresenta- se como candidato à renovação do mandato com um discurso claro e transparente na separação das águas do que não quer que o seu partido se transforme - um partido liberal de Direita. Com um discurso mais virado para dentro do PSD do que para o país, face ao desafio de dois challengers ferozmente críticos da sua liderança, os próximos tempos prefiguram uma redefinição ideológica que tarda.
A Geringonça acabou, findas as circunstâncias que estiveram na sua formação. Aparentemente ninguém se queixou muito, a não ser os que lhe permitiram a existência até agora - os votantes de Esquerda.
Ficou registada essa bonomia e desfaçatez de todos os partidos que a mantiveram em funcionamento, com o seu fim.
EIXO DO MAL
Espectador atento desde a primeira emissão, tem -me incomodado ( não me falta sentido de humor... ) últimamente o tom chocarreiro, salvo em D.Oliveira, com que, em assuntos sérios, o paternalismo snob e a condescendência minimalista têm tomado lugar à assertividade crítica.
SOBRE O FEMINICÍDIO
TEM FALTADO CLARIVIDÊNCIA ( ARROGÂNCIA? POIS SEJA! ) de toda a gente envolvida nesta porcaria que envergonha; dos perpetradores, dos activistas feministas, das Instituições, da Justiça aos Gabinetes de Apoio às vítimas e... raios, das vítimas, que são sempre dois.
Ninguém quer saber das motivações, reais, imaginárias, psicóticas que estarão por detrás das histórias dessas duas vítimas e tirar ensinamentos para o futuro, porque a lépida condenação do que se convencionou ser abusivo, entrou já no domínio da paranóia colectiva e na estupidez que o políticamente correcto já prova ser capaz.
P.S.
EVITEM TRÔPEGAS E APRESSADAS INFERIÇÕES. EU NÃO DEFENDO A VIOLÊNCIA, PELO CONTRÁRIO. ACONTECE QUE ESTAMOS A RESPONDER À VIOLÊNCIA COM OUTRA - IGNORÂNCIA.
SOBRE O FEMINICÍDIO
TEM FALTADO CLARIVIDÊNCIA ( ARROGÂNCIA? POIS SEJA! ) de toda a gente envolvida nesta porcaria que envergonha; dos perpetradores, dos activistas feministas, das Instituições, da Justiça aos Gabinetes de Apoio às vítimas e... raios, das vítimas, que são sempre dois.
Ninguém quer saber das motivações, reais, imaginárias, psicóticas que estarão por detrás das histórias dessas duas vítimas e tirar ensinamentos para o futuro, porque a lépida condenação do que se convencionou ser abusivo, entrou já no domínio da paranóia colectiva e na estupidez que o políticamente correcto já prova ser capaz.
P.S.
EVITEM TRÔPEGAS E APRESSADAS INFERIÇÕES. EU NÃO DEFENDO A VIOLÊNCIA, PELO CONTRÁRIO. ACONTECE QUE ESTAMOS A RESPONDER À VIOLÊNCIA COM OUTRA - IGNORÂNCIA.
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sábado, outubro 19, 2019
CATALUNHA
A ESTUPIDEZ CONTINUA
Um problema político é um problema político. A auto - determinação de Catalunha como, actualmente foi, da Escócia, da República da Irlanda e as tentativas da Liga do Norte em Itália, é e será sempre um problema político, enquanto e mesmo se não houver luta armada. Tratá - los como assuntos judiciais e em última instância, como se ameaça, militares, ( já faltou mais... ), num país multi - nacional como o é a Espanha, releva de uma caturrice penosa e imbecil.
Calculo que, já tinha avisado, como aconteceu na Síria e outras paragens menos civilizadas, ( mutatis mutandi ) com condenações, ameaças e invasões da NATO, a reacção do Estado, qualquer Estado, quando o seu poder e as suas leis são confrontados por exigências não contempladas nas suas formulações, são quase sempre pavlovianas. As conversas, em alguns casos, só acontecem pós-desvario.
O desvario popular que hoje atinge a Catalunha, indignada com a prisão dos seus líderes votados e aceites, compreende - se. Eu compreendo- o. Saiba o governo actual e Castela compreendê - lo e agir com o Bom Senso político que urge à situação e à sua Democracia.
Um problema político é um problema político. A auto - determinação de Catalunha como, actualmente foi, da Escócia, da República da Irlanda e as tentativas da Liga do Norte em Itália, é e será sempre um problema político, enquanto e mesmo se não houver luta armada. Tratá - los como assuntos judiciais e em última instância, como se ameaça, militares, ( já faltou mais... ), num país multi - nacional como o é a Espanha, releva de uma caturrice penosa e imbecil.
Calculo que, já tinha avisado, como aconteceu na Síria e outras paragens menos civilizadas, ( mutatis mutandi ) com condenações, ameaças e invasões da NATO, a reacção do Estado, qualquer Estado, quando o seu poder e as suas leis são confrontados por exigências não contempladas nas suas formulações, são quase sempre pavlovianas. As conversas, em alguns casos, só acontecem pós-desvario.
O desvario popular que hoje atinge a Catalunha, indignada com a prisão dos seus líderes votados e aceites, compreende - se. Eu compreendo- o. Saiba o governo actual e Castela compreendê - lo e agir com o Bom Senso político que urge à situação e à sua Democracia.
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sábado, outubro 19, 2019
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quinta-feira, outubro 10, 2019
TRUMP
IL CAPO DEI CAPI...?
... E ELE RALADO... q.s.f.
Sobram as considerações e as invectivas negativas, urbi et orbi, sobre a credibilidade política, racional, psicológica ou mesmo moral, do actual ocupante da Casa Branca.
Todo o seu comportamento conhecido como presidente dos USA assume traços codificados de megalomania paranóide típicos de malfeitores que tratam os seus países e, para o caso,omundo,como uma coutada.
Quando, com o presidente dos Estados Unidos, as suas Forças Armadas e o seu poderio militar e económico são usados como armas de chantagem nas suas autocráticas decisões, desprezando a sua dignidade, delas, em alianças que se fazem e desfazem com espúrias justificações de interesse nacional, como acontece agora com os curdos, os ucranianos e quiçá a NATO, onde il soldi gasto na protecção do, outrora Ocidente, deveria vir da Europa como convém nas relações mafiosas, está quase tudo esclarecido.
Enquanto os americanos civilizados, os arrependidos... e os europeus estiverem focados nos dislates infantis a raiar o cretinismo do cidadão Trump, o presidente, dono de um imensa capacidade de fazer mal ao planeta e a quem nele habita, vai contaminando o mundo democrático na emulação de avatares menores, mas nem por isso menos daninhos, pelo planeta.
Se o processo de impeachment não conseguir afastá -lo e à sua " grande e inigualável sabedoria ", só haverá outro caminho - a Política - pela apresentação de propostas credíveis, sensatas, exiquíveis que harmonizem um país devastado pela serôdia demagogia e básico populismo do seu actual presidente e vencê -lo nas eleições, se chegar até lá.
O pior inimigo dos povos é a estupidez dos seus dirigentes, ainda mais do que a sua, quer estejam no Governo ou na Oposição e Ela tem grassado em cultivo florescente pelo mundo, incrementada pelas redes sociais.
Trump é uma dessas estupidezes gloriosas deste século, um cancro maléfico.
Os USA, especialistas no " afastamento " de lideranças inconvenientes e incómodas - Lincoln, Nixon, Kennedy, Clinton, Sadam, Kadafi e dezenas de lideranças na América Latina, com Q.I.s mais consistentes do que Trump, não conseguem... expurgá - lo do Poder?
Que mau exemplo para a civilização ocidental!
... E ELE RALADO... q.s.f.
Sobram as considerações e as invectivas negativas, urbi et orbi, sobre a credibilidade política, racional, psicológica ou mesmo moral, do actual ocupante da Casa Branca.
Todo o seu comportamento conhecido como presidente dos USA assume traços codificados de megalomania paranóide típicos de malfeitores que tratam os seus países e, para o caso,omundo,como uma coutada.
Quando, com o presidente dos Estados Unidos, as suas Forças Armadas e o seu poderio militar e económico são usados como armas de chantagem nas suas autocráticas decisões, desprezando a sua dignidade, delas, em alianças que se fazem e desfazem com espúrias justificações de interesse nacional, como acontece agora com os curdos, os ucranianos e quiçá a NATO, onde il soldi gasto na protecção do, outrora Ocidente, deveria vir da Europa como convém nas relações mafiosas, está quase tudo esclarecido.
Enquanto os americanos civilizados, os arrependidos... e os europeus estiverem focados nos dislates infantis a raiar o cretinismo do cidadão Trump, o presidente, dono de um imensa capacidade de fazer mal ao planeta e a quem nele habita, vai contaminando o mundo democrático na emulação de avatares menores, mas nem por isso menos daninhos, pelo planeta.
Se o processo de impeachment não conseguir afastá -lo e à sua " grande e inigualável sabedoria ", só haverá outro caminho - a Política - pela apresentação de propostas credíveis, sensatas, exiquíveis que harmonizem um país devastado pela serôdia demagogia e básico populismo do seu actual presidente e vencê -lo nas eleições, se chegar até lá.
O pior inimigo dos povos é a estupidez dos seus dirigentes, ainda mais do que a sua, quer estejam no Governo ou na Oposição e Ela tem grassado em cultivo florescente pelo mundo, incrementada pelas redes sociais.
Trump é uma dessas estupidezes gloriosas deste século, um cancro maléfico.
Os USA, especialistas no " afastamento " de lideranças inconvenientes e incómodas - Lincoln, Nixon, Kennedy, Clinton, Sadam, Kadafi e dezenas de lideranças na América Latina, com Q.I.s mais consistentes do que Trump, não conseguem... expurgá - lo do Poder?
Que mau exemplo para a civilização ocidental!
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quinta-feira, outubro 10, 2019
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terça-feira, outubro 08, 2019
DISCORRENDO
HOUVE VOTAÇÃO...
...E HOUVE ABSTENÇÃO, MUITA, DEMASIADA.
Sem surpresas, o P.Socialista ganhou, no Domingo, as eleições legislativas em Portugal. A " ameaça ", para a Oposição de Direita e mesmo para as Esquerdas radicais, de uma maioria absoluta, desvaneceu- se na medíocre campanha eleitoral do primeiro - ministro António Costa e na aparente negligência de sua coordenação.
Orador medíocre, pouco galvanizador, pouco dado a demagogias e promessas fáceis, Costa fez o possível que bastou e foi muito dada a " conspiração " orquestrada na e pela investigação do caso de Tancos. A coincidência temporalizada das acusações sobre ex - membros do governo, nomeadamente sobre o ex - ministro da Defesa, não foi coincidência nenhuma.
Saúda - se a entrada de outras forças políticas no Parlamento, deplora - se a queda excessiva do CDS, reduzido a 4 ou 5 deputados e lamenta - se o discurso deviante do líder do PSD, Rui Rio, na noite dos resultados, face à séria derrota do seu partido.
Face aos resultados que os apreciadores do trabalho da Geringonça premiaram, não vejo como não reeditar, mesmo que em outros moldes, a colaboração legislativa entre o PS, o Bloco de Esquerda, o PAN ( parabéns! ) e a CDU.
Até à formação do Governo reinará a Burocracia. Esperemos, pois.
...E HOUVE ABSTENÇÃO, MUITA, DEMASIADA.
Sem surpresas, o P.Socialista ganhou, no Domingo, as eleições legislativas em Portugal. A " ameaça ", para a Oposição de Direita e mesmo para as Esquerdas radicais, de uma maioria absoluta, desvaneceu- se na medíocre campanha eleitoral do primeiro - ministro António Costa e na aparente negligência de sua coordenação.
Orador medíocre, pouco galvanizador, pouco dado a demagogias e promessas fáceis, Costa fez o possível que bastou e foi muito dada a " conspiração " orquestrada na e pela investigação do caso de Tancos. A coincidência temporalizada das acusações sobre ex - membros do governo, nomeadamente sobre o ex - ministro da Defesa, não foi coincidência nenhuma.
Saúda - se a entrada de outras forças políticas no Parlamento, deplora - se a queda excessiva do CDS, reduzido a 4 ou 5 deputados e lamenta - se o discurso deviante do líder do PSD, Rui Rio, na noite dos resultados, face à séria derrota do seu partido.
Face aos resultados que os apreciadores do trabalho da Geringonça premiaram, não vejo como não reeditar, mesmo que em outros moldes, a colaboração legislativa entre o PS, o Bloco de Esquerda, o PAN ( parabéns! ) e a CDU.
Até à formação do Governo reinará a Burocracia. Esperemos, pois.
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terça-feira, outubro 08, 2019
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D'A ELITE DO REGIME XIV
UM HOMEM LIVRE...
Freitas do Amaral
... Um senhor a quem Portugal muito deve na consolidação da sua democracia, juntou - se aos outros notáveis combatentes pela Liberdade e dignificação do seu país, Mário Soares, Álvaro Cunhal.
Saudações póstumas dos que distinguem o humanismo nos humanistas.
Freitas do Amaral
... Um senhor a quem Portugal muito deve na consolidação da sua democracia, juntou - se aos outros notáveis combatentes pela Liberdade e dignificação do seu país, Mário Soares, Álvaro Cunhal.
Saudações póstumas dos que distinguem o humanismo nos humanistas.
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terça-feira, outubro 08, 2019
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quarta-feira, outubro 02, 2019
TRUMP - RÚSSIA, HONG KONG - CHINA?
LATER...
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quarta-feira, outubro 02, 2019
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sexta-feira, setembro 27, 2019
TANCOS ou... (2)
CONTINUEMOS...
Acontece que duvido e acredito que o sangue esperado pelos Media e pela Corporação justicialista para sacudir a morna campanha eleitoral, não vai jorrar e os efeitos pretendidos, para lá da eventual punição dos prevaricadores, sairão, se saírem, pela culatra.
Vejamos... as Direitas, sociológica, política, empresarial, religiosa, mediática, entre a espada e a parede, não gostam do P. Socialista com maioria absoluta no Parlamento ( o baile de Sócrates foi-lhes traumatizante... ), mas a perspectiva de uma nova Geringonça deveria ser-lhes mais penosa, já que com um Bloco robustecido, a tendência socialista irá sair mais reforçada na Assembleia da República. Aì....
... Vou gostar de ver...
Acontece que duvido e acredito que o sangue esperado pelos Media e pela Corporação justicialista para sacudir a morna campanha eleitoral, não vai jorrar e os efeitos pretendidos, para lá da eventual punição dos prevaricadores, sairão, se saírem, pela culatra.
Vejamos... as Direitas, sociológica, política, empresarial, religiosa, mediática, entre a espada e a parede, não gostam do P. Socialista com maioria absoluta no Parlamento ( o baile de Sócrates foi-lhes traumatizante... ), mas a perspectiva de uma nova Geringonça deveria ser-lhes mais penosa, já que com um Bloco robustecido, a tendência socialista irá sair mais reforçada na Assembleia da República. Aì....
... Vou gostar de ver...
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sexta-feira, setembro 27, 2019
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TANCOS, ou...
...DEMOCRACIA EM DEMOLIÇÃO
TUDO isso é grave, muito grave e..., não há coincidências, a não ser para a ingenuidade, nos últimos desenvolvimentos do caso de Tancos.
Não sei se devamos vangloriar - nos da capacidade e coragem do nosso Ministério Público na sua luta contra os poderosos e a classe política ou deplorar a temporalização assassina dos seus ataques. O último foi um desses casos.
Tudo isto prefigura, não há como escondê -lo, uma guerra aberta por um dos braços institucionais da República, a Justiça, contra os outros dois, o Executivo e o Legislativo. Moralização necessária, dirão alguns, está a acontecer no Brasil, Espanha, USA, Reino Unido, França.
Em plena campanha eleitoral para uma nova Assembleia da República o Ministério Público define, com acusações formais, os arguidos constituídos, findo o processo de investigação do roubo de armas ao paiol das Forças Armadas em Tancos e, principalmente, sobre os supostos autores de uma apropriação indevida da investigação que caberia à Polícia Judiciária civil e a trama ensaiada com a cumplicidade e encobrimento dos autores materiais, da recuperação das armas pela Polícia Judiciária Militar com o suposto conhecimento do Ministro da Defesa, Azeredo Lopes.
Deixaram-nos, a nós, cidadãos, a gravidade " insinuada ", da cumplicidade do primeiro-Ministro socialista António Costa e também do presidente da República, Marcello de Sousa.
COMO É QUE PODERIAM NÃO SABER? E se não souberam DEVIAM TER SABIDO.
Foi com esta casca de banana que a campanha eleitoral deve, deveria, deverá escorregar até evitar que o partido do Governo alcance uma maioria absoluta nas eleições de Outubro.
Foi tentadora esta bóia de salvação lançada pelo Ministério Público aos naufragados partidos de Direita, PSD e CDS, e às ambições do Bloco de Esquerda e do PCP de voltarem a reeditar a experiência governativa conhecida como Geringonça pela Direita, que lhe augurou uma pane à partida.
Rio, Cristas, Catarina e, levemente, Jerónimo de Sousa, deixaram - se enlear e enlevar por essa perspectiva daninha para o P.Socialista e, com mais ou menos alarvidade e incoerência irreflectem sobre os danos que a Democracia vai acumulando, com a contaminação persistente, agendada, corporativa e políticamente enquadrada, da Política.
Por outro lado, a desvalorização optimista, para não lhe chamar negligente, do Partido Socialista e quiçá do primeiro - ministro e ex-ministro da Justiça, sobre as reverberações deste caso e da Hubris castrense, releva de uma ingenuidade, desconhecida até então, sobre o tecido social e político que dirige o funcionamento da Justiça em Portugal.
( a continuar )...
TUDO isso é grave, muito grave e..., não há coincidências, a não ser para a ingenuidade, nos últimos desenvolvimentos do caso de Tancos.
Não sei se devamos vangloriar - nos da capacidade e coragem do nosso Ministério Público na sua luta contra os poderosos e a classe política ou deplorar a temporalização assassina dos seus ataques. O último foi um desses casos.
Tudo isto prefigura, não há como escondê -lo, uma guerra aberta por um dos braços institucionais da República, a Justiça, contra os outros dois, o Executivo e o Legislativo. Moralização necessária, dirão alguns, está a acontecer no Brasil, Espanha, USA, Reino Unido, França.
Em plena campanha eleitoral para uma nova Assembleia da República o Ministério Público define, com acusações formais, os arguidos constituídos, findo o processo de investigação do roubo de armas ao paiol das Forças Armadas em Tancos e, principalmente, sobre os supostos autores de uma apropriação indevida da investigação que caberia à Polícia Judiciária civil e a trama ensaiada com a cumplicidade e encobrimento dos autores materiais, da recuperação das armas pela Polícia Judiciária Militar com o suposto conhecimento do Ministro da Defesa, Azeredo Lopes.
Deixaram-nos, a nós, cidadãos, a gravidade " insinuada ", da cumplicidade do primeiro-Ministro socialista António Costa e também do presidente da República, Marcello de Sousa.
COMO É QUE PODERIAM NÃO SABER? E se não souberam DEVIAM TER SABIDO.
Foi com esta casca de banana que a campanha eleitoral deve, deveria, deverá escorregar até evitar que o partido do Governo alcance uma maioria absoluta nas eleições de Outubro.
Foi tentadora esta bóia de salvação lançada pelo Ministério Público aos naufragados partidos de Direita, PSD e CDS, e às ambições do Bloco de Esquerda e do PCP de voltarem a reeditar a experiência governativa conhecida como Geringonça pela Direita, que lhe augurou uma pane à partida.
Rio, Cristas, Catarina e, levemente, Jerónimo de Sousa, deixaram - se enlear e enlevar por essa perspectiva daninha para o P.Socialista e, com mais ou menos alarvidade e incoerência irreflectem sobre os danos que a Democracia vai acumulando, com a contaminação persistente, agendada, corporativa e políticamente enquadrada, da Política.
Por outro lado, a desvalorização optimista, para não lhe chamar negligente, do Partido Socialista e quiçá do primeiro - ministro e ex-ministro da Justiça, sobre as reverberações deste caso e da Hubris castrense, releva de uma ingenuidade, desconhecida até então, sobre o tecido social e político que dirige o funcionamento da Justiça em Portugal.
( a continuar )...
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sexta-feira, setembro 27, 2019
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quarta-feira, setembro 25, 2019
D'A ELITE DO REGIME XIII
MATURIDADE...
... POLÍTICA E DEMOCRÁTICA
Jerónimo de Sousa
O PCP é, hoje, o único partido português que respeita as Instituições Democráticas que compõem o quadro normativo do país.
Nenhum outro partido se poderá gabar desta singularidade, dadas as contaminações corruptivas que atingiram os principais partidos, que no governo ou na Oposição, viram dirigentes seus, locais, regionais, nacionais, ministeriais, a braços com a Justiça.
Esta relação com a legalidade instituída e pelas instituições democráticas tornou- se num dado adquirido, tanto para os Media como para os adversários.
Poderá, terá, eventualmente, ter alguma coisa a ver com a sua história de luta contra a ditadura salazarista, a valorização, em relação ao passado, do status político herdeiro da revolução de Abril que instituiu a Democracia no país. E..., por que não, com a veterania política e não só, do seu actual líder, Jerónimo de Sousa, acrescida de uma urbanidade pessoal respeitada por todos os adversários, políticos e mediáticos.
Num tempo de disputa eleitoral, quando a virulência comunicativa e a grosseria, de braço dado com a má - educação a espaços, a serenidade confrontacional do secretário - Geral do Partido Comunista Português na apresentação do ideário social e político do seu partido, sobreleva - se por sobre a retórica desabrida e por vezes insultante, das líderes do Bloco de Esquerda e do CDS.
Que o seu exemplo frutifique.
BEM- HAJA, POIS, JERÓNIMO!
... POLÍTICA E DEMOCRÁTICA
Jerónimo de Sousa
O PCP é, hoje, o único partido português que respeita as Instituições Democráticas que compõem o quadro normativo do país.
Nenhum outro partido se poderá gabar desta singularidade, dadas as contaminações corruptivas que atingiram os principais partidos, que no governo ou na Oposição, viram dirigentes seus, locais, regionais, nacionais, ministeriais, a braços com a Justiça.
Esta relação com a legalidade instituída e pelas instituições democráticas tornou- se num dado adquirido, tanto para os Media como para os adversários.
Poderá, terá, eventualmente, ter alguma coisa a ver com a sua história de luta contra a ditadura salazarista, a valorização, em relação ao passado, do status político herdeiro da revolução de Abril que instituiu a Democracia no país. E..., por que não, com a veterania política e não só, do seu actual líder, Jerónimo de Sousa, acrescida de uma urbanidade pessoal respeitada por todos os adversários, políticos e mediáticos.
Num tempo de disputa eleitoral, quando a virulência comunicativa e a grosseria, de braço dado com a má - educação a espaços, a serenidade confrontacional do secretário - Geral do Partido Comunista Português na apresentação do ideário social e político do seu partido, sobreleva - se por sobre a retórica desabrida e por vezes insultante, das líderes do Bloco de Esquerda e do CDS.
Que o seu exemplo frutifique.
BEM- HAJA, POIS, JERÓNIMO!
segunda-feira, setembro 16, 2019
ENFIM...
... BORED AS A FROG.
Virão tempos melhores com o P.S., sem maioria absoluta, a exercitar-se num veículo mais fiável, o Boris a levar nas orelhas em Bruxelas, Bolsonaro em silêncio, Venezuela a tentar reencontrar - se com o seu povo, com Trump ausente a incendiar com o tarado príncipe saudita e o Bibi, o Oriente -Médio e a Europa, no intervalo de eleições a cogitar cenários mais adequados aos seus povos.
Virão tempos melhores com o P.S., sem maioria absoluta, a exercitar-se num veículo mais fiável, o Boris a levar nas orelhas em Bruxelas, Bolsonaro em silêncio, Venezuela a tentar reencontrar - se com o seu povo, com Trump ausente a incendiar com o tarado príncipe saudita e o Bibi, o Oriente -Médio e a Europa, no intervalo de eleições a cogitar cenários mais adequados aos seus povos.
segunda-feira, setembro 09, 2019
POIS É... uma chatice pegada
UMA CAMPANHA ELEITORAL SEM ESTALADAS?
ONDE É QUE JÁ SE VIU?
A moderação que tem pautada esta campanha eleitoral em Portugal surpreende e enfada(?) o ex - Director do Expresso, Pedro S.Guerreiro, que constata, constrito, que se apresenta como valor eleitoral no enfrentamento das propostas dos partidos em presença.
Uma vista de olhos aos programas dos principais partidos, uma maçadoria anti- disruptiva que as generalidades programáticas assemelham com pequenas diferenças de grau, mais lhe reforçou a maré baixa de ânimo pela certeza já assumida de uma victória já anunciada do Partido Socialista.
Nem um partido populista decente, que o Chega desmerece em inanidade, nem um partido reaccionário de Direita que Cristas desmente, nem uma extrema- esquerda, hoje social - democratizada pela Catarina que se veja, nem um PPD popular, que o PSD descoseu da bandeira PPD/PSD... Enfim, uma seca.
Que saudades dos tempos dos debates políticos nas televisões, de Soares, Cunhal, Amaral, Carneiro, Barreiros... pensaria Pedro, se tivesse a idade para ter visto.
Hoje, olhando para os frente -a - frente dos falsos debates televisivos, onde o(a) entrevistador(a) deixa - se tomar por uma pulsão irresistível, indisfarçável, de protagonismo por sobre os convidados, que acabam a debitar as suas proclamações sem contraditório desarmante, que o tempo, cronometrado ao segundo, terá de permitir mais questões ao entrevistador... que o esclarecimento só iria atrapalhar, enfim... Chamar debate a isso é gozar com o pagode.
Como é que, nessas circunstâncias, a moderação, moderada, não se torna a estrela do firmamento discursivo? Ninguém ouve, ninguém tem tempo para ouvir e o espectáculo pretendido pelos Media, falha. Nem dá para uma troca de argumentos cá fora.
Pelo que, sim, a moderação tem marcado, até quando? esta campanha eleitoral. Um Bem? Um Mal?
ONDE É QUE JÁ SE VIU?
A moderação que tem pautada esta campanha eleitoral em Portugal surpreende e enfada(?) o ex - Director do Expresso, Pedro S.Guerreiro, que constata, constrito, que se apresenta como valor eleitoral no enfrentamento das propostas dos partidos em presença.
Uma vista de olhos aos programas dos principais partidos, uma maçadoria anti- disruptiva que as generalidades programáticas assemelham com pequenas diferenças de grau, mais lhe reforçou a maré baixa de ânimo pela certeza já assumida de uma victória já anunciada do Partido Socialista.
Nem um partido populista decente, que o Chega desmerece em inanidade, nem um partido reaccionário de Direita que Cristas desmente, nem uma extrema- esquerda, hoje social - democratizada pela Catarina que se veja, nem um PPD popular, que o PSD descoseu da bandeira PPD/PSD... Enfim, uma seca.
Que saudades dos tempos dos debates políticos nas televisões, de Soares, Cunhal, Amaral, Carneiro, Barreiros... pensaria Pedro, se tivesse a idade para ter visto.
Hoje, olhando para os frente -a - frente dos falsos debates televisivos, onde o(a) entrevistador(a) deixa - se tomar por uma pulsão irresistível, indisfarçável, de protagonismo por sobre os convidados, que acabam a debitar as suas proclamações sem contraditório desarmante, que o tempo, cronometrado ao segundo, terá de permitir mais questões ao entrevistador... que o esclarecimento só iria atrapalhar, enfim... Chamar debate a isso é gozar com o pagode.
Como é que, nessas circunstâncias, a moderação, moderada, não se torna a estrela do firmamento discursivo? Ninguém ouve, ninguém tem tempo para ouvir e o espectáculo pretendido pelos Media, falha. Nem dá para uma troca de argumentos cá fora.
Pelo que, sim, a moderação tem marcado, até quando? esta campanha eleitoral. Um Bem? Um Mal?
sexta-feira, setembro 06, 2019
CAMPANHA ELEITORAL?
VOU OUVINDO, VENDO E REGISTANDO...
Por ora, estou à espera de QUALCOSA DI SINISTRA por parte do Partido Socialista, de alguma lucidez pragmática do Bloco de Esquerda e, sim, uma mudança na apresentação programática do P.C.P., uma definição ideológica do PSD que filtre de vez o albergue espanhol em que se tornou, a denúncia, por todos, do oportunismo político diletante do PAN, uma sopa de pedra em construção, e a saída do ostracismo mediático da Aliança.
HONG KONG? Vai acabar mal. É um loops doom sem until...
BREXIT?
BORIS, de tanto ter lido Churchill está a convencer- se que - " A História ver - me -á com bons olhos, pois tenciono escrevê - la " emulando o distinto estadista. Veremos como começará o ano de 2020...
Trump?Bolsonaro? Capos.
Por ora, estou à espera de QUALCOSA DI SINISTRA por parte do Partido Socialista, de alguma lucidez pragmática do Bloco de Esquerda e, sim, uma mudança na apresentação programática do P.C.P., uma definição ideológica do PSD que filtre de vez o albergue espanhol em que se tornou, a denúncia, por todos, do oportunismo político diletante do PAN, uma sopa de pedra em construção, e a saída do ostracismo mediático da Aliança.
HONG KONG? Vai acabar mal. É um loops doom sem until...
BREXIT?
BORIS, de tanto ter lido Churchill está a convencer- se que - " A História ver - me -á com bons olhos, pois tenciono escrevê - la " emulando o distinto estadista. Veremos como começará o ano de 2020...
Trump?Bolsonaro? Capos.
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sexta-feira, setembro 06, 2019
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domingo, setembro 01, 2019
AI AMAZÓNIA!
UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA...
...Que se vai tornando, pela disfuncionalidade infantilóide dos nossos ( das nações ) líderes, numa realidade demasiado séria, a merecer uma avaliação das nações, dos povos, sobre os riscos que o planeta corre quando decisões vitais sobre o seu futuro têm a " liderá - las ", moralmente uma adolescente e não a ONU, hoje impotente, a clamar no deserto e políticamente as acefalias megalómanas de Trump, Bolsonaro e doutros, titerizadas pelos mesmos interesses de sempre - os do Capital.
...Que se vai tornando, pela disfuncionalidade infantilóide dos nossos ( das nações ) líderes, numa realidade demasiado séria, a merecer uma avaliação das nações, dos povos, sobre os riscos que o planeta corre quando decisões vitais sobre o seu futuro têm a " liderá - las ", moralmente uma adolescente e não a ONU, hoje impotente, a clamar no deserto e políticamente as acefalias megalómanas de Trump, Bolsonaro e doutros, titerizadas pelos mesmos interesses de sempre - os do Capital.
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domingo, setembro 01, 2019
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sábado, agosto 17, 2019
SMOKEYYY!!!
António Costa
Ora, já aí estão nos MEDIA os louvores, os encómios e as hossanas ao homem do Estado de seu nome António Costa, o primeiro - ministro de Portugal.
Já os esperava e disso dei conta no post transacto, expectando o que neste país de hipocrisia encartada que cataventa, incólume e impune para onde está virado, viria a seguir.
Ainda a procissão do Sindicato grevista que ameaçou paralisar o país vai no adro do país de anti - patriotas a funcionar com problemas de lana caprina, segundo P.S.Guerreiro, descobre - se que temos um primeiro -ministro " habilidoso " na gíria cavaquista, " optimista irritante " na versão marcelista, chefe do circo mediático na visão de Rio, o líder da Oposição e... por fim, competente na visão dos portugueses que o vão eleger nas eleições de Outubro.
O balanço destes dias far - se - á quando a razão suplantar outras coisas muito tugas de que, por ora, abstenho -me de aprofundar.
A António Costa e o seu governo bastou-lhe ser o responsável máximo do governo do País e agir em conformidade com as suas obrigações políticas. Parece fácil agora mas, de facto, nunca é.
Para alguns, como o Marinho do " I ", tudo isto redundou num " aproveitamento político " do governo que, para Marinho, ansiava, estúpidamente, creio eu e não ele, que isso acontecesse para aproveitar as sobras do caos que daí resultasse e cavalgasse triunfante a onda oportunista que a " oportunidade " criasse . Palermices espelhantes de uma visão da política que misturando works in progress na Educação e na Saúde, que enfrentam guerrilhas ferozes do empreendedorismo liberal, com escaramuças populistas viesse a resultar uma síntese redentora.
Por outro lado, sibilas catastrofistas numa disparatada ou intencional hermenêutica analítica dos ares do tempo, prevêm requisições civis por tudo e por nada, sempre que estiverem em causa as preocupações políticas com a nação, num escalar de medidas autoritárias de uma pretensa inclinação para uma ditadura de Esquerda que se avizinha se houver outra maioria de Esquerda ou absoluta do P.S. nas eleições legislativas de Outubro.
Porquê o pânico? Nunca estiveram tão bem...
WELL DONE, COSTA!
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sábado, agosto 17, 2019
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sábado, agosto 10, 2019
GREVE
CONTRA TUDO E CONTRA TODOS
Ainda não me tinha dado conta do meu silêncio sobre esta movimentação dos motoristas de matérias perigosas. Um assunto que, pela sua seriedade e pelas reacções desencontradas que, fatalmente, pela abrangência dos seus efeitos sobre toda a comunidade empresarial, pequena, média ou grande e pela incidência directa no mundo do trabalho, merecia contenção de análise.
A ambivalência que, quero crer, tolheu a Esquerda partidária e todo o cidadão que se reclama desta área ideológica e este cidadão, justificou a lentidão dos partidos, todos, na definição das suas posições a esta greve anunciada.
Com o avolumar da incomodidade da população em geral, perspectivando dificuldades de movimentação por falta do abastecimento dos postos de combustível, tornou - se clara a impopularidade desta greve junto a todos os sectores da sociedade.
Amanhã veremos, no caso de não haver suspensão da greve, a resposta das autoridades à inflexibilidades da Antran e do Sindicato dos motoristas de matérias perigosas.
Pela novidade logística de implementação de tantos meios de contenção de danos, sua monitorização em tempo real, o Governo que, a dado passo quis ser o elemento congregador do diálogo e compromisso entre as partes em conflito, creio eu, não será alvo de grande censura por parte dos cidadãos caso falharem alguns passos nessa actuação.
Eventualmente, para as forças "inorgânicas " bem identificadas já, que lutam contra este Governo e o estado actual das coisas, favoráveis a uma eventual maioria absoluta ( um pesadelo ), quanto mais caos, melhor.
Os Media, esses, explorarão com contundência qualquer falhanço visível e abundarão as adversativas, mau uso verbal e as coordenativas "e" baterão na madeira quando, em qualquer balanço positivo das respostas operacionais do Governo, tiverem de... aplaudir;
Sou sempre solidário com a luta dos trabalhadores em defesa dos seus interesses profissionais e de classe. Neste caso particular desta greve " cheira me " a qualquer coisa que está velada e que não consigo identificar com clareza; impressão minha, talvez, como estranha tem sido a radicalização da Antran.
O Governo esse tem de ser dialéctico, sem assustar o mundo sindical.
Ainda não me tinha dado conta do meu silêncio sobre esta movimentação dos motoristas de matérias perigosas. Um assunto que, pela sua seriedade e pelas reacções desencontradas que, fatalmente, pela abrangência dos seus efeitos sobre toda a comunidade empresarial, pequena, média ou grande e pela incidência directa no mundo do trabalho, merecia contenção de análise.
A ambivalência que, quero crer, tolheu a Esquerda partidária e todo o cidadão que se reclama desta área ideológica e este cidadão, justificou a lentidão dos partidos, todos, na definição das suas posições a esta greve anunciada.
Com o avolumar da incomodidade da população em geral, perspectivando dificuldades de movimentação por falta do abastecimento dos postos de combustível, tornou - se clara a impopularidade desta greve junto a todos os sectores da sociedade.
Amanhã veremos, no caso de não haver suspensão da greve, a resposta das autoridades à inflexibilidades da Antran e do Sindicato dos motoristas de matérias perigosas.
Pela novidade logística de implementação de tantos meios de contenção de danos, sua monitorização em tempo real, o Governo que, a dado passo quis ser o elemento congregador do diálogo e compromisso entre as partes em conflito, creio eu, não será alvo de grande censura por parte dos cidadãos caso falharem alguns passos nessa actuação.
Eventualmente, para as forças "inorgânicas " bem identificadas já, que lutam contra este Governo e o estado actual das coisas, favoráveis a uma eventual maioria absoluta ( um pesadelo ), quanto mais caos, melhor.
Os Media, esses, explorarão com contundência qualquer falhanço visível e abundarão as adversativas, mau uso verbal e as coordenativas "e" baterão na madeira quando, em qualquer balanço positivo das respostas operacionais do Governo, tiverem de... aplaudir;
Sou sempre solidário com a luta dos trabalhadores em defesa dos seus interesses profissionais e de classe. Neste caso particular desta greve " cheira me " a qualquer coisa que está velada e que não consigo identificar com clareza; impressão minha, talvez, como estranha tem sido a radicalização da Antran.
O Governo esse tem de ser dialéctico, sem assustar o mundo sindical.
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terça-feira, agosto 06, 2019
MISANDRIA - a chaga do século XXI
POLÍTICAMENTE INCORRECTO? SEJAMOS...
Contextualizemos...
Se já não há pachorra para a misoginia, induzida ou esclarecida, no século XXI, tampouco a haverá, quando a ameaça for real e efectiva no apoderamento das lideranças, pelo feminismo misândrico, das instituições que gerem a vida dos povos. Refiro -me ao Ocidente, onde a letargia viril cede passo a " outras maneiras de ver ", passados milénios sobre a história do sapiens e milhões de anos sobre a organização natural das outras espécies que connosco partilham este planeta.
Ferrante, a antitética misândrica, abominadora dos pontos de exclamação,(!!!!) dos obeliscos e dos pénis triunfantes, e paradoxalmente, também das reticências... gentis de aproximação aos... subentendidos, vai- se tornando uma das paladinas encartadas da desnaturalização da ordem natural pela " libertação " do id feminino das amarras do ego castrador e obsoleto manipulado pelo macho da espécie.
O véu de Maya, que à volta das subjugações pretéritas, presentes ou futuras dentro da comunidade do humano, consentidas pragmáticamente ou rejeitadas ideológicamente, rasgar - se - à como os hímenes arcaicizados pelas valquírias do novo século e o mistério feminino finar - se - à, de vez.
Consequências?
Rejeitado ( eu bem desconfiava... ) " o imaginário do género poderosamente estruturado desde há milénios ), como " denuncia " Ferrante e lembro - lhe que esse imaginário, já que os homens tinham mais que fazer do que estruturar!!!??? a normalidade evolutiva que à própria civilização que, então, construíam e continuam a construir, alargaria o espaço de intervenção, com a sobrevivência caucionada, das suas companheiras.
( merece continuação...)
E teve em 10/11
Contextualizemos...
Se já não há pachorra para a misoginia, induzida ou esclarecida, no século XXI, tampouco a haverá, quando a ameaça for real e efectiva no apoderamento das lideranças, pelo feminismo misândrico, das instituições que gerem a vida dos povos. Refiro -me ao Ocidente, onde a letargia viril cede passo a " outras maneiras de ver ", passados milénios sobre a história do sapiens e milhões de anos sobre a organização natural das outras espécies que connosco partilham este planeta.
Ferrante, a antitética misândrica, abominadora dos pontos de exclamação,(!!!!) dos obeliscos e dos pénis triunfantes, e paradoxalmente, também das reticências... gentis de aproximação aos... subentendidos, vai- se tornando uma das paladinas encartadas da desnaturalização da ordem natural pela " libertação " do id feminino das amarras do ego castrador e obsoleto manipulado pelo macho da espécie.
O véu de Maya, que à volta das subjugações pretéritas, presentes ou futuras dentro da comunidade do humano, consentidas pragmáticamente ou rejeitadas ideológicamente, rasgar - se - à como os hímenes arcaicizados pelas valquírias do novo século e o mistério feminino finar - se - à, de vez.
Consequências?
Rejeitado ( eu bem desconfiava... ) " o imaginário do género poderosamente estruturado desde há milénios ), como " denuncia " Ferrante e lembro - lhe que esse imaginário, já que os homens tinham mais que fazer do que estruturar!!!??? a normalidade evolutiva que à própria civilização que, então, construíam e continuam a construir, alargaria o espaço de intervenção, com a sobrevivência caucionada, das suas companheiras.
( merece continuação...)
E teve em 10/11
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quarta-feira, julho 31, 2019
WHAT'S KNEW?
NO MUNDO?
Um feroz exercício de senilidade, cretinices pretensiosas, como esta minha " boca "... e queda abrupta e já irreparável do nível médio do Q.I., pelos meus parâmetros, ( lá está a arrogância... ) entre a população jovem do planeta.
Os velhos, como eu, já não são remédio, apesar de infinitamente mais cultos do que a nova geração googliana, para os males de que não fomos capazes de debelar e a revolução doce do apoderamento feminista , mais do que a bufona grosseria metooniana, precisaria de mais intérpretes que não odeiam os homens, para dar um sentido ao que hoje se reduz à burrocracia impotente, aqui e... por todo o lado.
A mesquinhez da, chamemos -lhe luta política, reveste - se de uma tacanhez aflitiva e o modo sobrevivência, alibi de toda a carência ética e moral com a qual se propõe justificar, com indulgência, evidentemente, as traições cometidas e em velocidade de cruzeiro no século XXI, sobre a nossa herança civilizacional, absorvida dos melhores de cada época, domina o panorama comportamental do sapiens.
O que tem faltado, nessa lucidez recorrente de diagnósticos nado - mortos, é a autoridade do Estado.
A selva anti - liberal, cacicado hoje pelos líderes populistas, de Trump a Bolsonaro, de Erdogan a Salvini, de Putin a Duterte, ameaça, pelo exemplo de possibilidade, como erva daninha, todo o testamentário redentor pós- IIG.G. pela sua capacidade de se dirigir a um mundo que intui, certeiro, de analfabetos culturais e dos q.s.f..
Foi na falta da autoridade dos Estados, ocidentais, principalmente, observadores quase passivos da captura, por uma infernália pan - democrática, do campo de valores humanistas, subvertidos em fragmentações identitárias à medida dos fastios e modas do spleen libertário de uma sociedade obesa e levianamente consumista, dizia, que medrou esta ocupação militante de desprezo pela representação política democrática e... pelo Outro.
NO SE PASSA NADA...
Em Portugal, incêndios polítizados, nos USA, alqueires de alarvidades trumpistas, na Europa, oh Deus, a suprema Burrocracia nórdica a pontuar, sem remédio, o nosso destino, na Rússia de Putin a impunidade, na China de Xi uma singularidade cautelosa com Hong Kong, a Venezuela ausentou - se dos noticiários ( interessante e... ameaçador), e em África acendem - se fachos de mudanças no Continente do futuro.
E disse...
Um feroz exercício de senilidade, cretinices pretensiosas, como esta minha " boca "... e queda abrupta e já irreparável do nível médio do Q.I., pelos meus parâmetros, ( lá está a arrogância... ) entre a população jovem do planeta.
Os velhos, como eu, já não são remédio, apesar de infinitamente mais cultos do que a nova geração googliana, para os males de que não fomos capazes de debelar e a revolução doce do apoderamento feminista , mais do que a bufona grosseria metooniana, precisaria de mais intérpretes que não odeiam os homens, para dar um sentido ao que hoje se reduz à burrocracia impotente, aqui e... por todo o lado.
A mesquinhez da, chamemos -lhe luta política, reveste - se de uma tacanhez aflitiva e o modo sobrevivência, alibi de toda a carência ética e moral com a qual se propõe justificar, com indulgência, evidentemente, as traições cometidas e em velocidade de cruzeiro no século XXI, sobre a nossa herança civilizacional, absorvida dos melhores de cada época, domina o panorama comportamental do sapiens.
O que tem faltado, nessa lucidez recorrente de diagnósticos nado - mortos, é a autoridade do Estado.
A selva anti - liberal, cacicado hoje pelos líderes populistas, de Trump a Bolsonaro, de Erdogan a Salvini, de Putin a Duterte, ameaça, pelo exemplo de possibilidade, como erva daninha, todo o testamentário redentor pós- IIG.G. pela sua capacidade de se dirigir a um mundo que intui, certeiro, de analfabetos culturais e dos q.s.f..
Foi na falta da autoridade dos Estados, ocidentais, principalmente, observadores quase passivos da captura, por uma infernália pan - democrática, do campo de valores humanistas, subvertidos em fragmentações identitárias à medida dos fastios e modas do spleen libertário de uma sociedade obesa e levianamente consumista, dizia, que medrou esta ocupação militante de desprezo pela representação política democrática e... pelo Outro.
NO SE PASSA NADA...
Em Portugal, incêndios polítizados, nos USA, alqueires de alarvidades trumpistas, na Europa, oh Deus, a suprema Burrocracia nórdica a pontuar, sem remédio, o nosso destino, na Rússia de Putin a impunidade, na China de Xi uma singularidade cautelosa com Hong Kong, a Venezuela ausentou - se dos noticiários ( interessante e... ameaçador), e em África acendem - se fachos de mudanças no Continente do futuro.
E disse...
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