COVID 19
Há uma ironia trágica, se não intencionada, pelo menos pressentida, na deflagração deste novo surto epidémico e a sua implacável disseminação, quase geracional.
Adivinho -lhe os contornos e o riso escarninho mas temo enfrentá - la nos limites da racionalidade, que o seu assombro me atira à demência.
sexta-feira, março 27, 2020
quinta-feira, março 19, 2020
AUSÊNCIAS NECESSÁRIAS
UM TEMPO DE IMEDIATISMO
Acções, mais acção preventiva, que o ataque é sério.
O desafio com que a comunidade humana vai testando a sua fragilidade e a sua perenidade, opondo - lhe o AINDA NÃO decidido, está aí e tem um nome, que será a palavra mais repetida no século - Covid19.
Virá o tempo de reflexão e as perguntas e as respostas serão totalmente novas e se não o forem não teremos aprendido nada.
Acções, mais acção preventiva, que o ataque é sério.
O desafio com que a comunidade humana vai testando a sua fragilidade e a sua perenidade, opondo - lhe o AINDA NÃO decidido, está aí e tem um nome, que será a palavra mais repetida no século - Covid19.
Virá o tempo de reflexão e as perguntas e as respostas serão totalmente novas e se não o forem não teremos aprendido nada.
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quinta-feira, março 19, 2020
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terça-feira, março 10, 2020
COVID19
PANDEMIA DECLARADA...
...E um assunto demasiado sério para me imiscuir. Pouco importa, inclusive para mim, a minha opinião e a de outros.
Oiçamos os cientistas e as autoridades e a nós só nos resta obedecer. Para os auto - proclamados especialistas, a surdez.
Quanto aos oportunismos políticos, olhos abertos e ouvidos espetados; estaremos cá para os ajuizar.
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terça-feira, março 10, 2020
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sexta-feira, fevereiro 21, 2020
EUTANÁSIA
APROVADA...
... A lei que descriminaliza a morte assistida, no Parlamento, ontem.
Houve debate, houve elevação que baste à discussão de um tema tão melindroso numa sociedade de cultura católica, como Portugal.
Os contrabandos, inseridos malèvolamente na discussão, não obstaram a que, individualmente, os parlamentares de todos os partidos expressassem o seu livre voto às cinco propostas de lei apresentadas que serao aprimoradas e sintetizadas numa Lei única, contemplando, esperemos, sem a desvirtuar,o sentido comum de todas as propostas - a descriminalização.
Sem querer entrar numa análise aprofundada sobre o sentido de voto expresso, negativa e globalmente, pelo Partido Comunista Português ( PCP ) e pelo Centro Democrático Social ( CDS ) contra as propostas apresentadas, acrescento que, em relação ao Partido Comunista, só uma reacção histórico/defensiva explica a sua resistência a leis consuetudinárias.
Quanto ao CDS, a sua matrix político- conservadora reserva - lhe a resistência ditada pelos cânones do Vaticano, portanto dogmáticas que cheguem na unanimidade sem reservas mentais, pelo menos.
Estão,como partidos políticos, no seu direito à unanimidade que exigem. Lá não há dúvidas, se não,abstinham - se.
... A lei que descriminaliza a morte assistida, no Parlamento, ontem.
Houve debate, houve elevação que baste à discussão de um tema tão melindroso numa sociedade de cultura católica, como Portugal.
Os contrabandos, inseridos malèvolamente na discussão, não obstaram a que, individualmente, os parlamentares de todos os partidos expressassem o seu livre voto às cinco propostas de lei apresentadas que serao aprimoradas e sintetizadas numa Lei única, contemplando, esperemos, sem a desvirtuar,o sentido comum de todas as propostas - a descriminalização.
Sem querer entrar numa análise aprofundada sobre o sentido de voto expresso, negativa e globalmente, pelo Partido Comunista Português ( PCP ) e pelo Centro Democrático Social ( CDS ) contra as propostas apresentadas, acrescento que, em relação ao Partido Comunista, só uma reacção histórico/defensiva explica a sua resistência a leis consuetudinárias.
Quanto ao CDS, a sua matrix político- conservadora reserva - lhe a resistência ditada pelos cânones do Vaticano, portanto dogmáticas que cheguem na unanimidade sem reservas mentais, pelo menos.
Estão,como partidos políticos, no seu direito à unanimidade que exigem. Lá não há dúvidas, se não,abstinham - se.
domingo, fevereiro 09, 2020
TWITEMOS,POIS...
ORÇAMENTO DO ESTADO
Pouco a acrescentar ao que já foi dito excepto isto - UMA NEGOCIAÇÃO - sempre foi, sempre tem sido e assim continuará, pelo menos no quadro de minorias parlamentares nos Governos.
Feira de Carcavelos para o Comendador resume, ao fim e ao cabo a projecção e a percepção mediáticas do que se passou na Assembleia da República, quando o mais imortante passou - se fora dela. Um jogo político necessário que nenhuma pré-pejoração consegue desmerecer pós-aprovação.
Pelo menos, em Democracia, será assim.
O foguetório mediático-partidário é coisa outra e também faz parte do processo.
Até ao próximo.
APANHADO NO TWITTER
Soube no Twitter @chartersazevedo ( um aceno cordial ) que " a APPLE torna iPhone antigo maislento, a AMAZON apaga livros do Kindle, a TESLA desliga sistema de condução em modelos vendidos em segunda mão... tudo sem consentimento dos donos dos devices... " sem reacção que se veja.
A ser verdade, o trumpismo está a exacerbar coisas muito rasteiras, para simplificar, no mundo dos negócios americanos.
Se forem métodos de enfrentamento, assim para a chantagem, da pujança ameaçadora do 5G chinês, veremos nos próximos tempos.
LIVROS
SAPIENS .- de Harari, escritor judeu e História mítica do mundo de Jonathan Black, comprados para ofertas de Natal, resolveram ficar cá por casa. Infelizmente, terão de esperar que acabe outros na lista de espera.
TRUMP/PELOSI
Lastimável espectáculo deram o presidente dos USA e o presidente da Câmara de Representantes no discurso do estado da Nação.
O simbolismo foi... avassalador e está a coroar, juntamente com a cobarde demissão republicana, ao impeachment de Trump, o estado do Estado e da Nação.
A democracia americana juntar - se - à, pois, aos regimes que dantes combatia. No mínimo, bizarro e triste.
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domingo, fevereiro 09, 2020
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segunda-feira, janeiro 20, 2020
SORRY, FOLKS.
NÃO DESERTEI.
Acontece que, fiel à minha curiosidade militante pelo sapiens, derivei -me, por uns tempos, a explorar outros territórios de expressão dos seus medos, anseios, crenças, mitos, ignorância, aversões e... grosserias - o TWITTER.
Confesso que tem sido apaixonante, de cara descoberta, ver, ouvir e sentir todo esse sincretismo, sentimental e emocional que se pode ajustar às palavras trazidas até nós, por transmissão directa ou por reencaminhamentos.
Nenhum juízo de valor me permiti ou me permito accionar enquanto por lá aparecer, como também não mos permiti por aqui. Reacções, provocações, sinceridade total e... nula alarvidade a que um ou outro empático palavrão não desmerece nem anula.
Ah, a história de acumular " seguidores " parece ser à partida, se emulante, uma meta, que não a " iluminação " directa ou indirecta por quem pode.
É evidente que generalizo, apoiado por uma percentagem esmagadora da abordagem. É tudo mau? é claro que não; aprendemos a decifrar manipulações, fakenews, trollices e mentiras descaradas. Ah, e lavagem cerebral, pelo menos na sua forma benigna e insinuante, contrabandeando disposições ao universo das ideologias.
Racionalidade? Honestidade intelectual? A espaços.
Um ZOO fabuloso de que passei a fazer parte.
PS -Para curiosos da espécie como eu, estou lá como CATCHASS1.
Acontece que, fiel à minha curiosidade militante pelo sapiens, derivei -me, por uns tempos, a explorar outros territórios de expressão dos seus medos, anseios, crenças, mitos, ignorância, aversões e... grosserias - o TWITTER.
Confesso que tem sido apaixonante, de cara descoberta, ver, ouvir e sentir todo esse sincretismo, sentimental e emocional que se pode ajustar às palavras trazidas até nós, por transmissão directa ou por reencaminhamentos.
Nenhum juízo de valor me permiti ou me permito accionar enquanto por lá aparecer, como também não mos permiti por aqui. Reacções, provocações, sinceridade total e... nula alarvidade a que um ou outro empático palavrão não desmerece nem anula.
Ah, a história de acumular " seguidores " parece ser à partida, se emulante, uma meta, que não a " iluminação " directa ou indirecta por quem pode.
É evidente que generalizo, apoiado por uma percentagem esmagadora da abordagem. É tudo mau? é claro que não; aprendemos a decifrar manipulações, fakenews, trollices e mentiras descaradas. Ah, e lavagem cerebral, pelo menos na sua forma benigna e insinuante, contrabandeando disposições ao universo das ideologias.
Racionalidade? Honestidade intelectual? A espaços.
Um ZOO fabuloso de que passei a fazer parte.
PS -Para curiosos da espécie como eu, estou lá como CATCHASS1.
quinta-feira, janeiro 09, 2020
TANCOS, COSTA, LOPES, ALEXANDRE
VEJAMOS...
" AH, no fundo como eles estão prontos para compelir a expiação, como anseiam pela oportunidade de ser carrascos. Existe entre eles uma pletora de homens vingativos disfarçados de juízes, cujas bocas segredam continuamente a palavra " justiça " como uma saliva venenosa, com lábios sempre apertados, preparados para cuspir sobre qualquer coisa que pareça satisfeita e diga o seu caminho com boa disposição. - Nietzsche, A genealogia da Moral
" AH, no fundo como eles estão prontos para compelir a expiação, como anseiam pela oportunidade de ser carrascos. Existe entre eles uma pletora de homens vingativos disfarçados de juízes, cujas bocas segredam continuamente a palavra " justiça " como uma saliva venenosa, com lábios sempre apertados, preparados para cuspir sobre qualquer coisa que pareça satisfeita e diga o seu caminho com boa disposição. - Nietzsche, A genealogia da Moral
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quinta-feira, janeiro 09, 2020
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segunda-feira, dezembro 30, 2019
BALANCETES
NADA É MEU
" Se realizo a fundo o inventário das apropriações, o EU converte - se numa forma vazia,numa palavra sem sentido próprio " ...
... " Onde está pois o núcleo profundo e autónimo de que nenhum outro participa que não foi gerado por nenhum outro e que se possa chamar verdadeiramente meu? Serei, na realidade, um coágulo de dúvidas molécula escrava de um corpo gigantesco? E a única coisa que acreditamos verdadeiramente nossa - o EU - talvez seja, como tudo o mais, um simples reflexo, uma alucinação de orgulho" - GOG - G. Papini
E...
... Quais serão as referências, intelectuais, políticas, científicas, éticas, morais, da geração que despontou no século XXI? E quais foram, de facto, as da geração precedente?
Se nos tornamos todos nietzcheanos, como a realidade se me apresenta, morta a visão unificadora, demolida na bigorna da perspectiva unipessoal e na retaliação relativista, o bigodudo impera por sobre toda a idealização e o Real mais não é do que uma projecção individualizada.
Pelo que... construindo simulações, entraremos em 2020. Patético e desolador.
" Se realizo a fundo o inventário das apropriações, o EU converte - se numa forma vazia,numa palavra sem sentido próprio " ...
... " Onde está pois o núcleo profundo e autónimo de que nenhum outro participa que não foi gerado por nenhum outro e que se possa chamar verdadeiramente meu? Serei, na realidade, um coágulo de dúvidas molécula escrava de um corpo gigantesco? E a única coisa que acreditamos verdadeiramente nossa - o EU - talvez seja, como tudo o mais, um simples reflexo, uma alucinação de orgulho" - GOG - G. Papini
E...
... Quais serão as referências, intelectuais, políticas, científicas, éticas, morais, da geração que despontou no século XXI? E quais foram, de facto, as da geração precedente?
Se nos tornamos todos nietzcheanos, como a realidade se me apresenta, morta a visão unificadora, demolida na bigorna da perspectiva unipessoal e na retaliação relativista, o bigodudo impera por sobre toda a idealização e o Real mais não é do que uma projecção individualizada.
Pelo que... construindo simulações, entraremos em 2020. Patético e desolador.
segunda-feira, dezembro 16, 2019
DO LEITOR...
DO MELHOR JORNAL DO PAÍS
Ah... as páginas 30, 31 e 39 do Expresso. Adoro aquela malta e o zero de diletância que lhes marca a partilha das suas reflexões e a exposição corajosa e límpida do seu pensamento sobre a urbe lusa.
A minha cumplicidade empática com eles é espontânea pelo que da capacidade crítica e analítica acrescentam à minha.
Tantas maneiras de ver... e aqui acrescento a Pluma de C.F.Alves, e as finezas montyanas do Comendador e a corrosão do MST.
Em todos a inteligência, o humor, a desdramatização " kínica " e, caramba, iluminações.
Esta Imprensa não precisa de conexões, quiçá perniciosas, com o Estado, quer distância dele para observar como funciona e demolir adquiridos inassimiláveis ao mesmo tempo que filtra, ferina, as modas ululantes . E com o nosso apoio e adesão, assim continuarão.
Falo, evidentemente e sem temer o outro, o Almada, que vergastava - Em todo o lado és admirador... - no desprezo de que só uma inteligência pode reconhecer outra, passe a imodéstia... de P.A. e Silva, S.S.Pinto, D.Oliveira, P.S.Guerreiro, H.Raposo e... ainda expectante, M.J.Morgado.
Bom Natal, para todos.
Ah... as páginas 30, 31 e 39 do Expresso. Adoro aquela malta e o zero de diletância que lhes marca a partilha das suas reflexões e a exposição corajosa e límpida do seu pensamento sobre a urbe lusa.
A minha cumplicidade empática com eles é espontânea pelo que da capacidade crítica e analítica acrescentam à minha.
Tantas maneiras de ver... e aqui acrescento a Pluma de C.F.Alves, e as finezas montyanas do Comendador e a corrosão do MST.
Em todos a inteligência, o humor, a desdramatização " kínica " e, caramba, iluminações.
Esta Imprensa não precisa de conexões, quiçá perniciosas, com o Estado, quer distância dele para observar como funciona e demolir adquiridos inassimiláveis ao mesmo tempo que filtra, ferina, as modas ululantes . E com o nosso apoio e adesão, assim continuarão.
Falo, evidentemente e sem temer o outro, o Almada, que vergastava - Em todo o lado és admirador... - no desprezo de que só uma inteligência pode reconhecer outra, passe a imodéstia... de P.A. e Silva, S.S.Pinto, D.Oliveira, P.S.Guerreiro, H.Raposo e... ainda expectante, M.J.Morgado.
Bom Natal, para todos.
domingo, dezembro 15, 2019
DE ex - APRENDIZ DE FEITICEIRO...
... A encartado político, com provas dadas, aqui e no Eurogrupo,..
Mário Centeno, ministro das Finanças de Portugal e presidente do Eurogrupo, com funções de coordenação negociada com a U.E. nas figuras dos também ministros de Finanças do espaço do Euro,
confrontou - se com as reservas do primeiro - Ministro luso, António Costa, em relação às propostas daquela organização sobre a criação do primeiro orçamento comunitário.
As razões do desagrado do primeiro - Ministro encontram - se espalhadas já nos Media, nacionais e internacionais, não mais do que, bizarro, a dramatização do bate - boca político entre o representante dos portugueses naquela reunião e o presidente do Eurogrupo, Mário Centeno.
António Costa foi muito duro nas suas críticas, desfeiteado que foi nas suas aspirações de reforço da coesão entre os Estados membros, e fê - lo sentir ao Eurogrupo na pessoa do seu presidente, que por sua vez terá enaltecido a façanha que os resultados finais definiram.
AFINAL, QUAL FOI O ESCÂNDALO QUE POR AÍ SE APREGOA?
É de Política que A.Costa reclama e sobre política já tem o doutoramento. Centeno já consegue vislumbrar a floresta mas... ainda está no tirocínio. E no Eurogrupo as pressões dos manda - chuvas pesarão muito mais do que as do pequeno país do Atlântico.
Naturalmente que não se livrará, cá e lá, de acesas confrontações. Faz parte do cargo, ou não?
Por cá, as novelas rocambolescas sobre os dialogantes já têm edição assegurada, com patrocínio e tudo e o fundamental das posições de Costa e Centeno terá de esperar pelo jornalismo sério.
Mário Centeno, ministro das Finanças de Portugal e presidente do Eurogrupo, com funções de coordenação negociada com a U.E. nas figuras dos também ministros de Finanças do espaço do Euro,
confrontou - se com as reservas do primeiro - Ministro luso, António Costa, em relação às propostas daquela organização sobre a criação do primeiro orçamento comunitário.
As razões do desagrado do primeiro - Ministro encontram - se espalhadas já nos Media, nacionais e internacionais, não mais do que, bizarro, a dramatização do bate - boca político entre o representante dos portugueses naquela reunião e o presidente do Eurogrupo, Mário Centeno.
António Costa foi muito duro nas suas críticas, desfeiteado que foi nas suas aspirações de reforço da coesão entre os Estados membros, e fê - lo sentir ao Eurogrupo na pessoa do seu presidente, que por sua vez terá enaltecido a façanha que os resultados finais definiram.
AFINAL, QUAL FOI O ESCÂNDALO QUE POR AÍ SE APREGOA?
É de Política que A.Costa reclama e sobre política já tem o doutoramento. Centeno já consegue vislumbrar a floresta mas... ainda está no tirocínio. E no Eurogrupo as pressões dos manda - chuvas pesarão muito mais do que as do pequeno país do Atlântico.
Naturalmente que não se livrará, cá e lá, de acesas confrontações. Faz parte do cargo, ou não?
Por cá, as novelas rocambolescas sobre os dialogantes já têm edição assegurada, com patrocínio e tudo e o fundamental das posições de Costa e Centeno terá de esperar pelo jornalismo sério.
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domingo, dezembro 15, 2019
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HOW DARE YOU?
CIMEIRA EM MADRID
Resultados? A procastinação do costume.
Cansou - me a garganta e o verbo, por aqui, em considerações pessoais sobre o que, qual Wells, a este respeito da contaminação da Terra, profeciava para o futuro.
Pelo que foi bom saber do levantamento da juventude em luta pelo direito a ares limpos.
Bem - hajam, pois!
E parabéns à paladina, Greta Thunberg, qual trompeta de Josué a despertar, finalmente(?), os Estados, os adultos, para a herança envenenada que deixarão aos seus descendentes.
FORÇA AÍ CACHOPA!
A LUTA CONTINUA.
Resultados? A procastinação do costume.
Cansou - me a garganta e o verbo, por aqui, em considerações pessoais sobre o que, qual Wells, a este respeito da contaminação da Terra, profeciava para o futuro.
Pelo que foi bom saber do levantamento da juventude em luta pelo direito a ares limpos.
Bem - hajam, pois!
E parabéns à paladina, Greta Thunberg, qual trompeta de Josué a despertar, finalmente(?), os Estados, os adultos, para a herança envenenada que deixarão aos seus descendentes.
FORÇA AÍ CACHOPA!
A LUTA CONTINUA.
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domingo, dezembro 15, 2019
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terça-feira, novembro 26, 2019
PAUSA
ANDO CONFUSO COM O ESTADO DO ESTADO.
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terça-feira, novembro 26, 2019
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sexta-feira, novembro 22, 2019
INTERESSANTE...
CDS
O ex- presidente do CDS encontra - se num processo de aproximação ao seu antigo partido no que tem encontrado muitas resistências por parte dos seus ex- camaradas (salvo seja! ).
Manuel Monteiro, deu uma entrevista ao jornal Público (20/11) onde caracterizou o estado actual do Partido e a sua aparente deriva ideológica num Estado capturado por interesses corporativos.
Por outro lado, deplora que " substituímos os filósofos e os ideólogos pelos especialistas. E, quando o fazemos, derrotamos a política e a democracia ".
Lendo a entrevista deste conservador de Direita, intuo em vários passos desta e deduzo em outras afirmações, as razões do descalabro político de uma Direita lusa, nomeadamente do CDS e o relativo " pantanal " em que se encontram as Instituições do Estado Democrático, aqui e por todo o lado, onde vai perdendo posições humanistas e civilizacionais em prol das Corporações e da Burrocracia.
Aparentemente, nada se aprendeu com as sucessivas crises do sistema e fatalmente acopladas as do regime. " Estados sequestrados por lobbies, corporações e interesses que não dizem nada ao país ", sintetiza Monteiro, apontando o dedo à fraqueza do Estado na " revitalização da própria sociedade e a defesa do país ".
O esvaziamento da Política que não da política, do " seu ideário e profundidade ", foi sendo substituído pela gestão tecnocrática, pela Burrocracia especialista e pela retórica discursiva, redundante e desdramatizante.
Interessante mesmo, foi a maneira como " ouvi " Monteiro, um político conservador de Direita, como nunca ouvi P. Coelho, Cristas ou Montenegro e tento ouvir Rui Rio, o líder do PSD. Nisso, está o mérito das projecções políticas, da capacidade de tornar inteligíveis as mensagens e fazer - se OUVIR às orelhas desatentas.
O CDS popularucho de Cristas que quase desapareceu nas últimas legislativas, tem, nas palavras de Manuel Monteiro,matéria para pensar o país e o partido e... revitalizar - se. A bem da Democracia.
O ex- presidente do CDS encontra - se num processo de aproximação ao seu antigo partido no que tem encontrado muitas resistências por parte dos seus ex- camaradas (salvo seja! ).
Manuel Monteiro, deu uma entrevista ao jornal Público (20/11) onde caracterizou o estado actual do Partido e a sua aparente deriva ideológica num Estado capturado por interesses corporativos.
Por outro lado, deplora que " substituímos os filósofos e os ideólogos pelos especialistas. E, quando o fazemos, derrotamos a política e a democracia ".
Lendo a entrevista deste conservador de Direita, intuo em vários passos desta e deduzo em outras afirmações, as razões do descalabro político de uma Direita lusa, nomeadamente do CDS e o relativo " pantanal " em que se encontram as Instituições do Estado Democrático, aqui e por todo o lado, onde vai perdendo posições humanistas e civilizacionais em prol das Corporações e da Burrocracia.
Aparentemente, nada se aprendeu com as sucessivas crises do sistema e fatalmente acopladas as do regime. " Estados sequestrados por lobbies, corporações e interesses que não dizem nada ao país ", sintetiza Monteiro, apontando o dedo à fraqueza do Estado na " revitalização da própria sociedade e a defesa do país ".
O esvaziamento da Política que não da política, do " seu ideário e profundidade ", foi sendo substituído pela gestão tecnocrática, pela Burrocracia especialista e pela retórica discursiva, redundante e desdramatizante.
Interessante mesmo, foi a maneira como " ouvi " Monteiro, um político conservador de Direita, como nunca ouvi P. Coelho, Cristas ou Montenegro e tento ouvir Rui Rio, o líder do PSD. Nisso, está o mérito das projecções políticas, da capacidade de tornar inteligíveis as mensagens e fazer - se OUVIR às orelhas desatentas.
O CDS popularucho de Cristas que quase desapareceu nas últimas legislativas, tem, nas palavras de Manuel Monteiro,matéria para pensar o país e o partido e... revitalizar - se. A bem da Democracia.
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sexta-feira, novembro 22, 2019
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quinta-feira, novembro 21, 2019
PORNOGRAFIA 2
POR CAUSA DAS MOSCAS...
Pela enésima vez tive de bloquear um site pornográfico linkado a este despretensioso e pouco aprazível blog.
Sinceramente, não percebo o que tem levado a este casamento forçado; não sou amante de pornografia e o universo minimalista de quem me atura por aqui não justificaria a " melga ".
Nada tenho, porém, contra a pornografia, a prostituição e outros " divertimentos " similares, desde que praticados com livre consentimento de ADULTOS envolvidos. Acontece que achei abusiva a intromissão e a indução matreira e bati, mais uma vez, com a porta.
Não sei se alguma vez alguém a vadiar por aqui terá tropeçado numas maminhas atrevidas ou em melancólicas cópulas; a ser o caso, as minhas desculpas.
Pela enésima vez tive de bloquear um site pornográfico linkado a este despretensioso e pouco aprazível blog.
Sinceramente, não percebo o que tem levado a este casamento forçado; não sou amante de pornografia e o universo minimalista de quem me atura por aqui não justificaria a " melga ".
Nada tenho, porém, contra a pornografia, a prostituição e outros " divertimentos " similares, desde que praticados com livre consentimento de ADULTOS envolvidos. Acontece que achei abusiva a intromissão e a indução matreira e bati, mais uma vez, com a porta.
Não sei se alguma vez alguém a vadiar por aqui terá tropeçado numas maminhas atrevidas ou em melancólicas cópulas; a ser o caso, as minhas desculpas.
domingo, novembro 17, 2019
TWITANDO...
SUPRESSÃO DE " CHUMBOS "?
Um disparate pegado. Não acredito que isso prossiga. PARA QUÊ?
Qual será o próximo passo? AUTO-AVALIAÇÃO?
Um disparate pegado. Não acredito que isso prossiga. PARA QUÊ?
Qual será o próximo passo? AUTO-AVALIAÇÃO?
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domingo, novembro 17, 2019
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terça-feira, novembro 12, 2019
LAMENTOS " BONIFACIANAS "
NEM DE PROPÓSITO...,
... O jornal Público de hoje com Rebeldes com uma causa de Fátima Bonifácio, vem dar- nos um alibi e uma perspectiva esclarecedora sobre o tipo de questões que estiveram em apreciação nos meus posts sobre a misandria nascente no século XXI, nomeadamente o de ontem.
Sugiro uma leitura.
... O jornal Público de hoje com Rebeldes com uma causa de Fátima Bonifácio, vem dar- nos um alibi e uma perspectiva esclarecedora sobre o tipo de questões que estiveram em apreciação nos meus posts sobre a misandria nascente no século XXI, nomeadamente o de ontem.
Sugiro uma leitura.
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terça-feira, novembro 12, 2019
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domingo, novembro 10, 2019
MISANDRIA ( 2 )
Não sou nem machista nem feminista, sou heterossexual, no seu sentido original. É tudo, com 72 anos de experiências por este planeta.
Continuemos, então...,uma vez feito o esclarecimento.
Se uma revolução se caracteriza como tal pela alteração do statu quo, mudando para pior ou depurando para melhor os princípios tradicionais a depôr, não há como fugir à condição, se não revolucionária, pelo menos reformista radical, que se perspectivou pós moralidade victoriana. E não foi só a liberdade sexual que esteve, a reboque do sufragismo feminista, pontuada pela evolução no tratamento de taras psíquicas tidas como desviantes, onde se compartimentavam os desvios sexuais.
O balanceamento dessa ruptura, sanitária, social, política e sexual continua a desenrolar - se em pleno século XXI. Dir - se- ia que já era tempo de harmonização de todos os adquiridos nessa reflexão.
Acontece que o Homem não mudou assim tanto como as perspectivas das minorias, quase insignificantes, desejariam. A normalidade de 90% ou mais da população do globo permite ainda ao Homem ter essa possibilidade de a avaliar. As anomalias, mutações, se quiserem, que as circunstâncias naturais e o próprio tempo traz ao nível da Biologia, por mais acção volitiva de transformismo acoplada, deixaram de ser, pela acesa militância de uma sexologia libertária, consideradas, pejorativamente, como perversões a tratar e entraram no campo da normalidade, adjudicadas pela liberdade de ser.
MAS...
... da libertação sexual e não só, à desmemorização e descaracterização como género no âmbito dessa libertação feminista, elegeu - se o inimigo, o Outro lado, como adversário da Mudança, com a cumplicidade activa das transgeneralidades existentes e a criar, preconceituando os valores do seu universo identitário - a virilidade - em todas as suas manifestações, de poderio físico, dominação e volição sexual.
A impaciência transposta nesse devir, que ameaça pela virulência, tornar - se numa séria confrontação, já não se contenta com as consideradas lentas mudanças que, de facto, vão transformando as sociedades ocidentais no que à conquista de direitos iguais à partida, igualdade perante a Lei e assumpção libertária das suas escolhas de vida e laços sexuais. Acresceu mais reivindicações onde a " capitulação ", negligência e distracção quando não cumplicidade activa e militante da " normalidade " sobressaltada e inquieta. A essa abstenção activa chamou - se o " políticamente correcto ".
Convenhamos, sejamos honest(o)as, entrámos numa guerra de Poder que, por enquanto, está na fase de guerrilha. Do que sei de insurgências desde que nasci, a partir do momento em que a luta seja assumida pelo povo, a vitória é certa. É aí, nas classes menos instruídas, nas classes " inferiores " que a " resistência ", quase vital, se entronca, hoje e sempre. Uma vez convencidas, vencidas.
E aí, sim, a Revolução acontecerá.
Continuemos, então...,uma vez feito o esclarecimento.
Se uma revolução se caracteriza como tal pela alteração do statu quo, mudando para pior ou depurando para melhor os princípios tradicionais a depôr, não há como fugir à condição, se não revolucionária, pelo menos reformista radical, que se perspectivou pós moralidade victoriana. E não foi só a liberdade sexual que esteve, a reboque do sufragismo feminista, pontuada pela evolução no tratamento de taras psíquicas tidas como desviantes, onde se compartimentavam os desvios sexuais.
O balanceamento dessa ruptura, sanitária, social, política e sexual continua a desenrolar - se em pleno século XXI. Dir - se- ia que já era tempo de harmonização de todos os adquiridos nessa reflexão.
Acontece que o Homem não mudou assim tanto como as perspectivas das minorias, quase insignificantes, desejariam. A normalidade de 90% ou mais da população do globo permite ainda ao Homem ter essa possibilidade de a avaliar. As anomalias, mutações, se quiserem, que as circunstâncias naturais e o próprio tempo traz ao nível da Biologia, por mais acção volitiva de transformismo acoplada, deixaram de ser, pela acesa militância de uma sexologia libertária, consideradas, pejorativamente, como perversões a tratar e entraram no campo da normalidade, adjudicadas pela liberdade de ser.
MAS...
... da libertação sexual e não só, à desmemorização e descaracterização como género no âmbito dessa libertação feminista, elegeu - se o inimigo, o Outro lado, como adversário da Mudança, com a cumplicidade activa das transgeneralidades existentes e a criar, preconceituando os valores do seu universo identitário - a virilidade - em todas as suas manifestações, de poderio físico, dominação e volição sexual.
A impaciência transposta nesse devir, que ameaça pela virulência, tornar - se numa séria confrontação, já não se contenta com as consideradas lentas mudanças que, de facto, vão transformando as sociedades ocidentais no que à conquista de direitos iguais à partida, igualdade perante a Lei e assumpção libertária das suas escolhas de vida e laços sexuais. Acresceu mais reivindicações onde a " capitulação ", negligência e distracção quando não cumplicidade activa e militante da " normalidade " sobressaltada e inquieta. A essa abstenção activa chamou - se o " políticamente correcto ".
Convenhamos, sejamos honest(o)as, entrámos numa guerra de Poder que, por enquanto, está na fase de guerrilha. Do que sei de insurgências desde que nasci, a partir do momento em que a luta seja assumida pelo povo, a vitória é certa. É aí, nas classes menos instruídas, nas classes " inferiores " que a " resistência ", quase vital, se entronca, hoje e sempre. Uma vez convencidas, vencidas.
E aí, sim, a Revolução acontecerá.
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CALAMATCHE
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domingo, novembro 10, 2019
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domingo, novembro 03, 2019
NEM MAIS...
UMA LIÇÃO POLÍTICA
Katar-Moreira
Como caboverdiano que manteve a nacionalidade portuguesa, sem crises identitárias de nenhum tipo e que sempre se viu e se sentiu na sua inteireza de homem livre, responsável, solidário e defensor dos direitos humanos, não posso, já contextualizado, deixar de aplaudir o brilhante texto de D.Oliveira no Expresso último sob o título - Demasiado pessoal - .
Pouco há a acrescentar ou mesmo sublinhar, na sua interpretação política, que faço minha, do posicionamento da deputada guineense eleita pelo Livre, Joacine Katar - Moreira, para a Assembleia da República Portuguesa, que tanta celeuma tem levantado, ao contráriade outras duas deputadas luso-africanas eleitas por outros partidos.
" Portugal está a evoluir ". atirou - me um irmão caboverdiano, quando lhe referi a singularidade da eleição de três deputadas negras para o Parlamento português. Que não, que Portugal não é um país racista, que tinha sido uma questão de mérito, de militância cívica e que as quotas não chegavam para explicar tudo.
Voltando ao assunto do texto de D.Oliveira, ( a propósito, lembram - se do nome das outras duas deputadas aqui referidas? ) ninguém esperará, contudo, nem o autor citado o fez, que as questões de género, orientação sexual e étnicas não façam parte do pacote reinvindicativo da abordagem política da deputada em questão. O problema estará na ancoragem de uma história pessoal suscitadora empática de pertença como volição orientadora da praxis política, onde a biografização (cito) se incluirá no discurso como mais - valia de competência e não, paradoxalmente, de vitimização, como foi e bem, referido.
Consequências? Ataques pessoalizados, como se esperariam.
A Política exige mais,evidentemente. Saiba Katar - Moreira encontrar esse caminho
Como caboverdiano que manteve a nacionalidade portuguesa, sem crises identitárias de nenhum tipo e que sempre se viu e se sentiu na sua inteireza de homem livre, responsável, solidário e defensor dos direitos humanos, não posso, já contextualizado, deixar de aplaudir o brilhante texto de D.Oliveira no Expresso último sob o título - Demasiado pessoal - .
Pouco há a acrescentar ou mesmo sublinhar, na sua interpretação política, que faço minha, do posicionamento da deputada guineense eleita pelo Livre, Joacine Katar - Moreira, para a Assembleia da República Portuguesa, que tanta celeuma tem levantado, ao contráriade outras duas deputadas luso-africanas eleitas por outros partidos.
" Portugal está a evoluir ". atirou - me um irmão caboverdiano, quando lhe referi a singularidade da eleição de três deputadas negras para o Parlamento português. Que não, que Portugal não é um país racista, que tinha sido uma questão de mérito, de militância cívica e que as quotas não chegavam para explicar tudo.
Voltando ao assunto do texto de D.Oliveira, ( a propósito, lembram - se do nome das outras duas deputadas aqui referidas? ) ninguém esperará, contudo, nem o autor citado o fez, que as questões de género, orientação sexual e étnicas não façam parte do pacote reinvindicativo da abordagem política da deputada em questão. O problema estará na ancoragem de uma história pessoal suscitadora empática de pertença como volição orientadora da praxis política, onde a biografização (cito) se incluirá no discurso como mais - valia de competência e não, paradoxalmente, de vitimização, como foi e bem, referido.
Consequências? Ataques pessoalizados, como se esperariam.
A Política exige mais,evidentemente. Saiba Katar - Moreira encontrar esse caminho
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CALAMATCHE
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domingo, novembro 03, 2019
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sexta-feira, outubro 25, 2019
HEY TRUMP!
TALK TO ME!
O que é que se passa no Chile? O que é que nos tem a dizer sobre isso?
Eu tenho muuuito a dizer sobre o que representa esse neo-liberalismo de trampa que estãoa tentar implementar pelas Américas e o que ele representa hoje para os povos de todo o mundo, nomeadamente para os chilenos, os inimigos de Piñera e para os venezuelanos, os seus inimigos.
Not today, not for now...
Hoje, 12 de Novembro, veio a resposta, vergonhosa como os USA nos habituou. Já só falta o Maduro, não é? Tudo isso é repulsivo,mesmo no maior Estado terrorista do planeta.
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CALAMATCHE
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sexta-feira, outubro 25, 2019
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