A GREVE NA ENFERMAGEM...
... Tem todas as características de um levantamento político contra o Governo de Esquerda, assim como as movimentações " sindicais " da Educação. Não por acaso, o políticamente correcto a isso não se refere, duas actividades profissionais com larga maioria de mulheres a cuja capacidade de confronto e desbragamento retórico oleadas pela seiva do MEtoo, se associou um desmesurado tropismo sócio/económico a que a má consciência " machista " não sabe hoje controlar.
A confrontação populista, não consigo caracterizá - lo de outra forma, deve ser velhice, naturalmente, liderada pelo funcionalismo do Estado contra a sua chefia máxima que é o Governo, nos moldes em que se desenrola, desmascara toda a orquestração que a encabeça, constituindo - se, se não for rápidamente contida, um polo bolsonarista, guaidoista, orbanista ou santanista ou outra merdice burguesa REACCIONÁRIA qualquer, a minar qualquer hipótese de existência de decências democráticas pelo globo e nomeadamente em Portugal.
A responsabilização, nomeadamente no SNS, das obrigações profissionais, que pelo seu carácter sensível assume uma relevância extra e vital no quadro das obrigações do Estado, terá de ser posta em marcha pela Esquerda,( que não deve cair no erro de perspectiva do quadro geral... ) porque é ela que está sob ataque, mesmo que tenha de recorrer a outras medidas que não sómente a requisição civil.
É que essas "lutas " dos funcionários da Saúde e da Educação, embora usando argumentos e valores de Esquerda, têm tanto dela como as minhas críticas e deplorações, de Direita ou machista.
A questão É ideológica e já que foi levada para este campo, assim terá de ser tratada, sem ingenuidade.
sexta-feira, fevereiro 08, 2019
sexta-feira, fevereiro 01, 2019
S.N.S.
LEIS DE BASE DA SAÚDE
Cristalina como a água limpa, Francisco Louçã, ex-líder do Bloco de Esquerda e um dos seus fundadores, recordou - nos nas páginas do Expresso, em contraponto ao Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar, as razões por que existe uma incompatibilidade real entre os interesses dos fornecedores da Saúde Privada e a Saúde Pública remetida à obrigação do Estado, português, para o caso.
" O debate ideológico não me interessa e é uma farsa: os nossos liberais só querem empresas de saúde se o Estado lhes pagar. " Ora, sendo assim, já que o mercado é livre, porque é que não se limitam a criá - las em competição com o Estado e paga quem pode e quer?, pergunto eu...
Entre o negócio e a Obrigação, com contornos e fins que exigirão diferentes gestões porquanto o lucro norteia o primeiro enquanto a sustentabilidade no tempo a segunda, a escolha dos contribuintes líquidos é clara, quanto mais as capacidades técnicas e humanas se aproximam hoje, na evolução tecnológica, do que de melhor e infinitamente mais caro, se pratica no privado.
Hoje, dado o chorudo negócio para os privados, constituído pelas parcerias Público-Privadas estabelecidas entre o Estado e os investidores em várias actividades competidas constitucionalmente ao Estado e paralelamente aos privados, tornou - se claro que ao aperto do controlo e, eventualmente à dissolução de algumas dessas parcerias, os interesse privados lançaram mão a todos os processos de bloqueamento da entrada em vigor das novas Leis de Base da Saúde a sair da Assembleia da República, maioritáriamente apoiadas pela coligação de Esquerda.
Já não há como esconder o ataque generalizado da Direita política, empresarial, financeira e social, às escolhas políticas do governo socialista que colidam, como a Educação e a Saúde, por exemplo, com um statu quo de décadas, estabelecida pela direita cavaquista e reforçada brutalmente, com laivos de definitivo, pela ultra-liberalidade de Passos Coelho, Gaspar e companhia.
As tentativas recorrentes, que tão bons resultados deram no desmantelamento do estatismo pós-25 deAbril, de descredibilização da gestão pública, contrabandeada e boicotada por dentro por gestores comissariados para o efeito, prática ainda levada a cabo recentemente no que ainda resta da gestão pública, encontraram nas enfermeiras e nas professoras, aliadas corporativas de peso, pela nula noção de interesse nacional de que, coladas aos seus, ia dizer sindicatos, corporações lobistas, estampam como lutas sindicais.
Nenhum Governo que se preze cederá perante essa chantagem paga por interesses já não tão escondidos, sob o risco de inconsequência, mormente perante a aparente adesão do presidente da República à Oposição das Leis Gerais da Saúde.
A responsabilização pelas causas atendíveis de morte comprovada nos Serviços do SNS por falta de cuidados ou negligência exige um quadro jurídico a que só um dogmatismo ideológico sectário poderá invalidar.
Veremos...
Cristalina como a água limpa, Francisco Louçã, ex-líder do Bloco de Esquerda e um dos seus fundadores, recordou - nos nas páginas do Expresso, em contraponto ao Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar, as razões por que existe uma incompatibilidade real entre os interesses dos fornecedores da Saúde Privada e a Saúde Pública remetida à obrigação do Estado, português, para o caso.
" O debate ideológico não me interessa e é uma farsa: os nossos liberais só querem empresas de saúde se o Estado lhes pagar. " Ora, sendo assim, já que o mercado é livre, porque é que não se limitam a criá - las em competição com o Estado e paga quem pode e quer?, pergunto eu...
Entre o negócio e a Obrigação, com contornos e fins que exigirão diferentes gestões porquanto o lucro norteia o primeiro enquanto a sustentabilidade no tempo a segunda, a escolha dos contribuintes líquidos é clara, quanto mais as capacidades técnicas e humanas se aproximam hoje, na evolução tecnológica, do que de melhor e infinitamente mais caro, se pratica no privado.
Hoje, dado o chorudo negócio para os privados, constituído pelas parcerias Público-Privadas estabelecidas entre o Estado e os investidores em várias actividades competidas constitucionalmente ao Estado e paralelamente aos privados, tornou - se claro que ao aperto do controlo e, eventualmente à dissolução de algumas dessas parcerias, os interesse privados lançaram mão a todos os processos de bloqueamento da entrada em vigor das novas Leis de Base da Saúde a sair da Assembleia da República, maioritáriamente apoiadas pela coligação de Esquerda.
Já não há como esconder o ataque generalizado da Direita política, empresarial, financeira e social, às escolhas políticas do governo socialista que colidam, como a Educação e a Saúde, por exemplo, com um statu quo de décadas, estabelecida pela direita cavaquista e reforçada brutalmente, com laivos de definitivo, pela ultra-liberalidade de Passos Coelho, Gaspar e companhia.
As tentativas recorrentes, que tão bons resultados deram no desmantelamento do estatismo pós-25 deAbril, de descredibilização da gestão pública, contrabandeada e boicotada por dentro por gestores comissariados para o efeito, prática ainda levada a cabo recentemente no que ainda resta da gestão pública, encontraram nas enfermeiras e nas professoras, aliadas corporativas de peso, pela nula noção de interesse nacional de que, coladas aos seus, ia dizer sindicatos, corporações lobistas, estampam como lutas sindicais.
Nenhum Governo que se preze cederá perante essa chantagem paga por interesses já não tão escondidos, sob o risco de inconsequência, mormente perante a aparente adesão do presidente da República à Oposição das Leis Gerais da Saúde.
A responsabilização pelas causas atendíveis de morte comprovada nos Serviços do SNS por falta de cuidados ou negligência exige um quadro jurídico a que só um dogmatismo ideológico sectário poderá invalidar.
Veremos...
domingo, janeiro 27, 2019
JAMAICA, PORTUGAL...
Bairro da Jamaica
... UM SINTOMA (?)...
... analisado, como diz Bruno V. Amaral, no Expresso de sábado, em pormenores de bosta.
Está lá tudo, o retrato cru da razão por que a desigualdade social em Portugal mais desigual se torna e se impõe, com todas as suas consequências, quando as suas vítimas são os habitantes da exclusão das JAMAICAS do país.
E quando a essa condição, mais adivinhada que pressentida se acresce, fundo, o preconceito social e... rácico, o sintoma é já uma ocorrência que a repetição fundamenta, nos pressupostos e contornos a ela associada.
Portugal nunca foi um país generalizadamente racista até pelo desconhecimento que do OUTRO lhe chegava, num país isolado por uma ditadura provinciana e medíocre.
No Portugal pós - colonial raras foram as perseguições a portugueses de outras raças; curiosidade, aproximação e esvaziamento dos produtos da lavagem cerebral imperial e mais tarde, fascista, que sobre si e sobre o Outro lhe foi imposto. Foi a época do Portugal de Abril.
O atraso, cultural, económico e social obrigava a a uma aprendizagem comum que a Democracia apadrinhava.
Quase 45 anos passados, o auto- convencimento da existência de algum fundo de verdade no lixo então deitado fora proporciona, a par da reformulação, da reciclagem de um imaginário nunca desaparecido, quiçá amestrado,civilizado, democratizado, mas... ainda aí... modificável e ajustável a determinadas condições históricas, jamaicadas em Portugal. Transformar esse estar, essa linguagem individualizada no sentir da comunidade seria o percurso natural do advento populista xenófobo.
Já funcionou no Brasil e noutras paragens.
A infiltração ( não será instrumental, por ora... ) nas Forças de Segurança, na Magistratura, nos MEDIA e nos partidos democráticos pela extrema - direita fascista, racista, xenófoba e reaccionária, está a acontecer, assim como a radicalização oportunista de posições políticas em partidos nascentes e jazentes.
Pior que o racismo rácico é o racismo social, que penso estar na origem e transporte de todas as fobias do Preconceito. O " racismo " dos inferiorizados, muitas vezes como mecanismo de compensação psicológica, pela sua natureza reactiva, se não tem a mesma raíz e natureza do outro, do militante, tende, se as condições objectivas de manutenção do statu quo persistirem a mudar de natureza na sua expressão.
Do que se ouviu nos MEDIA, no rescaldo dos últimos acontecimentos, por este cabo-verdiano que não habita bairros periféricos e que hoje não lhes conhece as dificuldades mas reconhece - as, foi, salvo raras excepções e aqui aponto o EIXO DO MAL da SicNotícias com excepcional relevância, IMBECILIZANTE.
É QUE NÃO FALARAM DE DETALHES DE BOSTA...
quinta-feira, janeiro 24, 2019
VENEZUELA sob ataque
TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO
Nicolás Maduro
O presidente da Venezuela é, hoje, o ás de espadas a abater, pela infantilidade criminosa da política externa norte - americana. Pudera, convém distrair o pagode atormentando um alvo irredutível aparentemente mais fácil de que Kim, Hassad ou Rohani, sem armas nucleares e à mão de semear, levando a população à fome e minando a sua economia com boicotes chantagistas e receitas velhas de desestabilização política e descredibilização legal.
Seria, a meu ver, inconcebível, que a Europa venha a ter o desplante de acompanhar Trump, que quer impôr uma liderança titerizada, como nos velhos tempos, a uma nação soberana que é apoiada pela maioria da sua população, pelas suas Forças Armadas e pela Constituição. A intromissão grosseira, repugnante por parte desta liderança yanque que já prestou provas perante a Comunidade internacional da sua descredibilização em permanência, corre o risco, de por sobre a neutralidade ou seguidismo da U.E. de levar o país a uma guerra civil de grandes proporções, nomeadamente quando se prefigura o apoio a Maduro por parte da China, Rússia e Turquia, países não - seguidistas de um modelo fim - de - História na governação dos seus povos.
O auto-proclamado presidente pelos USA, Juan Guaidó...
... revelou- se como um irresponsável que pouco se importa com a vida dos seus conterrâneos, mesmo que trepe por cima dos seus cadáveres até ao poleiro que lhe sopraram pertencer.
É lamentável que depois das experiências passadas, em TODOS os países da América latina, com a imposição titerizada de líderes manobrados pela CIA, ainda não tenham aprendido... com a luta pela Liberdade que os USA costumam manipular.
Nicolás Maduro
O presidente da Venezuela é, hoje, o ás de espadas a abater, pela infantilidade criminosa da política externa norte - americana. Pudera, convém distrair o pagode atormentando um alvo irredutível aparentemente mais fácil de que Kim, Hassad ou Rohani, sem armas nucleares e à mão de semear, levando a população à fome e minando a sua economia com boicotes chantagistas e receitas velhas de desestabilização política e descredibilização legal.
Seria, a meu ver, inconcebível, que a Europa venha a ter o desplante de acompanhar Trump, que quer impôr uma liderança titerizada, como nos velhos tempos, a uma nação soberana que é apoiada pela maioria da sua população, pelas suas Forças Armadas e pela Constituição. A intromissão grosseira, repugnante por parte desta liderança yanque que já prestou provas perante a Comunidade internacional da sua descredibilização em permanência, corre o risco, de por sobre a neutralidade ou seguidismo da U.E. de levar o país a uma guerra civil de grandes proporções, nomeadamente quando se prefigura o apoio a Maduro por parte da China, Rússia e Turquia, países não - seguidistas de um modelo fim - de - História na governação dos seus povos.
O auto-proclamado presidente pelos USA, Juan Guaidó...
... revelou- se como um irresponsável que pouco se importa com a vida dos seus conterrâneos, mesmo que trepe por cima dos seus cadáveres até ao poleiro que lhe sopraram pertencer.
É lamentável que depois das experiências passadas, em TODOS os países da América latina, com a imposição titerizada de líderes manobrados pela CIA, ainda não tenham aprendido... com a luta pela Liberdade que os USA costumam manipular.
sábado, janeiro 19, 2019
BREXIT?
RELEMBREMOS G.PAPINI...
" Reparai num mapa da Europa. A Inglaterra lá está no alto, à parte, por sua conta própria, e olha o Continente como um cão a vigiar o rebanho lá em baixo, como uma ave de rapina oculta entre as nuvens para saltar em cheio sobre a vítima, como um severo vigilante espia com suspeita a sua gentalha.
Os países da Europa estão todos ligados, compactos, todos juntos e confiantes, mesmos os mais remotos. São uma família, e nas famílias não há sempre acordo, nas famílias há, por vezes, divisões e zangas mas, em suma, há sempre recordações, sentimentos, interesses comuns. A Europa continental é tão sociável, tão amiga do mundo, que, por um lado, parece uma só com a Ásia e em baixo, no meio-dia, se projecta com as suas ilhas e penínsulas até quase tocar em África.
A Inglaterra, não. Reconhece que a Europa não é a sua pátria. A Inglaterra não tem nada que ver com a Europa. Com o seu focinho apontado ao polo e as suas alturas brancas sobre o mar mostra claramente que não quer pertencer ao Continente. " - La spia del mondo
Escrito em 1955, o fascista Papini, céptico então de uma, para ele, inexistente pulsão europeísta da velha Albion, à qual remete a posse de uma soberba atávica e irremediável contra a qual nem o seu empedernido pragmatismo consegue dissimular a convicção.
Hoje, a História política e imperialista da Grã-Bretanha será do conhecimento, quero crer, dos mandantes da U.E., depositários dos interesses da Comunidade contra o, diria Papini, farisaísmo do Brexiters e dos seus apoiantes.
Temos em presença uma singularidade extraordinária. Por um lado uma liderança negocial por parte de uma primeira-ministra que foi contra a saída da U.E. e que está a funcionar burocráticamente contra os mestres da Burrocracia europeia. Por outro temos os anti- Brexit, aparentemente liderados por uma oposição política cujo líder, Corbyn, nunca foi um militante activista determinado contra o Brexit, mesmo nos dias que correm...
Tornou - se um imperativo, dada a bagunça criada por uma decisão política impulsiva, para não dizer pior, que não reflectida, pelo resultado, hoje se sabe manipulado, do referendo do Brexit, conseguir tirar o máximo de vantagens, comerciais e outras das negociações, o que não parece ser possível.
MAS...
" Reparai num mapa da Europa. A Inglaterra lá está no alto, à parte, por sua conta própria, e olha o Continente como um cão a vigiar o rebanho lá em baixo, como uma ave de rapina oculta entre as nuvens para saltar em cheio sobre a vítima, como um severo vigilante espia com suspeita a sua gentalha.
Os países da Europa estão todos ligados, compactos, todos juntos e confiantes, mesmos os mais remotos. São uma família, e nas famílias não há sempre acordo, nas famílias há, por vezes, divisões e zangas mas, em suma, há sempre recordações, sentimentos, interesses comuns. A Europa continental é tão sociável, tão amiga do mundo, que, por um lado, parece uma só com a Ásia e em baixo, no meio-dia, se projecta com as suas ilhas e penínsulas até quase tocar em África.
A Inglaterra, não. Reconhece que a Europa não é a sua pátria. A Inglaterra não tem nada que ver com a Europa. Com o seu focinho apontado ao polo e as suas alturas brancas sobre o mar mostra claramente que não quer pertencer ao Continente. " - La spia del mondo
Escrito em 1955, o fascista Papini, céptico então de uma, para ele, inexistente pulsão europeísta da velha Albion, à qual remete a posse de uma soberba atávica e irremediável contra a qual nem o seu empedernido pragmatismo consegue dissimular a convicção.
Hoje, a História política e imperialista da Grã-Bretanha será do conhecimento, quero crer, dos mandantes da U.E., depositários dos interesses da Comunidade contra o, diria Papini, farisaísmo do Brexiters e dos seus apoiantes.
Temos em presença uma singularidade extraordinária. Por um lado uma liderança negocial por parte de uma primeira-ministra que foi contra a saída da U.E. e que está a funcionar burocráticamente contra os mestres da Burrocracia europeia. Por outro temos os anti- Brexit, aparentemente liderados por uma oposição política cujo líder, Corbyn, nunca foi um militante activista determinado contra o Brexit, mesmo nos dias que correm...
Tornou - se um imperativo, dada a bagunça criada por uma decisão política impulsiva, para não dizer pior, que não reflectida, pelo resultado, hoje se sabe manipulado, do referendo do Brexit, conseguir tirar o máximo de vantagens, comerciais e outras das negociações, o que não parece ser possível.
MAS...
domingo, janeiro 13, 2019
COISAS E... LOISAS
MARCELO
O populismo civilizado do presidente da República tem, na minha avisada opinião, tanto de pernicioso como de meritório, na contemplação do desiderato democrático que deve aproximar os eleitos dos eleitores.
O acrescido, se como julgo propositado mérito, tem a ver com o desvio de pulsões político-sociais negativas que o lado negro do populismo se prepara para organizar contra os valores humanistas da Democracia. O pernicioso terá a ver com uma responsabilização político-instrumental que fácilmente lhe será assacado quando e se a operacionalidade política do Governo encontrar pela frente obstáculos fortes.
É que a raíz do populismo entronca - se na inferida convicção de uma capacidade de intervenção por parte de actores políticos ou politizados capazes de sobrepujar as complexidades de um regime com nada de redutor e cuja manutenção e acarinhamento nos deve a todos,inclusive aos não - democratas.
Pensar uma liderança liberta das amarras civilizadas das Leis da República e do humanismo dos seus valores, simplificadora da realidade na soltura dos instintos mais básicos da nossa condição e que a Democracia tenta amestrar, é uma contra-revolução reaccionária à qual uma resistência preventiva terá de ser uma obrigação de todos os democratas.
Quero crer, falso, acredito que a diferença entre o populismo plus do presidente e qualquer outro arremesso reaccionário e ou neo-fascista, servirá de equilibrador no cotejo, mesmo que inorgânico e mal esclarecido, entre uma coisa e outra.
RUI RIO
O presidente do P.S.D., partido social-democrata na Oposição, Rui Rio, tem - se recusado a abandonar a matriz social-democrata do partido fundado pelo Sá - Carneiro nos anos quentes da Revolução dos Cravos em Portugal. Com isso deu uma guinada à deriva direitista encetada pelo anterior líder Passos Coelho. A reacção dos passistas, que têm actualmente a maioria no grupo parlamentar saído das últimas eleições tem sido de molde a fragilizar a actual liderança, deplorando a pouca virulência da actual Direcção do partido dirigido por Rui Rio, no ataque político ao partido socialista no poder.
Luís Montenegro, um dos mais importantes chefes-de-fila dessa oposição desabrida surgiu, a três meses das eleições europeias, num lance ainda pouco descortinável dada a sua singularidade política, a desafiar a liderança de Rio, propondo um Congresso extraordinário com uma agenda declarada de deposição da actual liderança.
Tenho por mim que quanto mais a ala passista, hoje liderada por Montenegro e a eminência parda de Relvas, mais os mendistas, teixeiristas, santanistas, etc... se assanharem contra a falta de demagogia de Rio, mais se me reforça a convicção de que o afastamento do pote do Orçamento e as negociatas para os boys, por mais quatro anos, já que parece evidente que esta solução governativa, um Ferrari em velocidade de cruzeiro, com as travagens certas antes das curvas a evitar as derrapagens, está a toldar os valores sociais-democratas do PSD, ou pelo menos de uma minoria maisglutona. É que Rio foi eleito há um ano, apenas...
Agradou - me a reacção do visado...
O populismo civilizado do presidente da República tem, na minha avisada opinião, tanto de pernicioso como de meritório, na contemplação do desiderato democrático que deve aproximar os eleitos dos eleitores.
O acrescido, se como julgo propositado mérito, tem a ver com o desvio de pulsões político-sociais negativas que o lado negro do populismo se prepara para organizar contra os valores humanistas da Democracia. O pernicioso terá a ver com uma responsabilização político-instrumental que fácilmente lhe será assacado quando e se a operacionalidade política do Governo encontrar pela frente obstáculos fortes.
É que a raíz do populismo entronca - se na inferida convicção de uma capacidade de intervenção por parte de actores políticos ou politizados capazes de sobrepujar as complexidades de um regime com nada de redutor e cuja manutenção e acarinhamento nos deve a todos,inclusive aos não - democratas.
Pensar uma liderança liberta das amarras civilizadas das Leis da República e do humanismo dos seus valores, simplificadora da realidade na soltura dos instintos mais básicos da nossa condição e que a Democracia tenta amestrar, é uma contra-revolução reaccionária à qual uma resistência preventiva terá de ser uma obrigação de todos os democratas.
Quero crer, falso, acredito que a diferença entre o populismo plus do presidente e qualquer outro arremesso reaccionário e ou neo-fascista, servirá de equilibrador no cotejo, mesmo que inorgânico e mal esclarecido, entre uma coisa e outra.
RUI RIO
O presidente do P.S.D., partido social-democrata na Oposição, Rui Rio, tem - se recusado a abandonar a matriz social-democrata do partido fundado pelo Sá - Carneiro nos anos quentes da Revolução dos Cravos em Portugal. Com isso deu uma guinada à deriva direitista encetada pelo anterior líder Passos Coelho. A reacção dos passistas, que têm actualmente a maioria no grupo parlamentar saído das últimas eleições tem sido de molde a fragilizar a actual liderança, deplorando a pouca virulência da actual Direcção do partido dirigido por Rui Rio, no ataque político ao partido socialista no poder.
Luís Montenegro, um dos mais importantes chefes-de-fila dessa oposição desabrida surgiu, a três meses das eleições europeias, num lance ainda pouco descortinável dada a sua singularidade política, a desafiar a liderança de Rio, propondo um Congresso extraordinário com uma agenda declarada de deposição da actual liderança.
Tenho por mim que quanto mais a ala passista, hoje liderada por Montenegro e a eminência parda de Relvas, mais os mendistas, teixeiristas, santanistas, etc... se assanharem contra a falta de demagogia de Rio, mais se me reforça a convicção de que o afastamento do pote do Orçamento e as negociatas para os boys, por mais quatro anos, já que parece evidente que esta solução governativa, um Ferrari em velocidade de cruzeiro, com as travagens certas antes das curvas a evitar as derrapagens, está a toldar os valores sociais-democratas do PSD, ou pelo menos de uma minoria maisglutona. É que Rio foi eleito há um ano, apenas...
Agradou - me a reacção do visado...
sábado, janeiro 05, 2019
DISCORRENDO...
INQUIETAÇÕES...
Gasset, que não acreditava no determinismo histórico remeteu -nos a uma perspectiva outra na análise do formidável levantamento popular da primeira metade do século XX a que deu o nome de La rebelión de las masas, onde se deixa deslumbrar pelo fenómeno que qual maré, varreu o Ocidente.
Ausente do determinismo histórico e das suas condições objectivas, esse titubeio metafísico (sic) , embora assustador, não contemplou o mesmo tipo de inquietações que, miméticas, hoje assola o Ocidente e o mundo Global.
" Rejeito, pois, igualmente, toda a interpretação do nosso tempo que não descubra a significação positiva oculta sob o actual império das massas e as que o aceitam beatamente sem estremecer de espanto."
Das derrotas de Morus, Erasmo e , pasme - se, Maquiavel, ameaça sair e sobressair triunfante com Schop, Nietzschze, o último Homem, de regresso à CAVERNA.
A única significação positiva(?) não tão oculta como isso, que se vai descobrindo na consagração pífia de um individualismo serôdio, estribado na mais elementar pulsão do humano face à sua modelação como ser social, instintivo e básico, seria a necessidade, essa sim determinante, de enfrentar com arrojo e intransigência a erosão democrática que uma crescente mediocridade do Pensamento vai provocando na interpretação esclarecida. A História não acabou mas as soluções projectadas de um neo -fascismo redentor com que um populismo (in)orgânico tem vindo a se alimentar já nos levaram a duas Guerras Mundiais.
Fala-se de um novo ciclo histórico que se vai manifestando no quadro sincrético da suficiência auto - assumida e da banalização do Conhecimento versus Informação, sobrelevando esta ao estatuto de verdade, um desiderato traduzível à medida do sujeito, medida de todas as coisas.
À abrangência deste devir, manifestado hoje no mundo ocidental, contrapõe-se não já a Filosofia, abastardada e contaminada na enxurrada relativista, mas a firmeza das convicções nas virtualidades de um regime - a Democracia tout court - e a aversão libertária de todas as formas de submissão, seja ela social, política ou económica.
O Estado democrático, cúmplice na perda do respeito institucional nos seus líderes, tem de ser forte, criativo e pedagógico na resposta a dar aos seus detractores e na denúncia vigorosa e sem contemplações dos novos estandartes ressuscitados do negrume da História.
Se fraquejar, depois de nos ter amolecido, a nós, até à letargia, o ciclo histórico não será muito saudável, para ninguém, nem para os vencedores nem para os vencidos.
Gasset, que não acreditava no determinismo histórico remeteu -nos a uma perspectiva outra na análise do formidável levantamento popular da primeira metade do século XX a que deu o nome de La rebelión de las masas, onde se deixa deslumbrar pelo fenómeno que qual maré, varreu o Ocidente.
Ausente do determinismo histórico e das suas condições objectivas, esse titubeio metafísico (sic) , embora assustador, não contemplou o mesmo tipo de inquietações que, miméticas, hoje assola o Ocidente e o mundo Global.
" Rejeito, pois, igualmente, toda a interpretação do nosso tempo que não descubra a significação positiva oculta sob o actual império das massas e as que o aceitam beatamente sem estremecer de espanto."
Das derrotas de Morus, Erasmo e , pasme - se, Maquiavel, ameaça sair e sobressair triunfante com Schop, Nietzschze, o último Homem, de regresso à CAVERNA.
A única significação positiva(?) não tão oculta como isso, que se vai descobrindo na consagração pífia de um individualismo serôdio, estribado na mais elementar pulsão do humano face à sua modelação como ser social, instintivo e básico, seria a necessidade, essa sim determinante, de enfrentar com arrojo e intransigência a erosão democrática que uma crescente mediocridade do Pensamento vai provocando na interpretação esclarecida. A História não acabou mas as soluções projectadas de um neo -fascismo redentor com que um populismo (in)orgânico tem vindo a se alimentar já nos levaram a duas Guerras Mundiais.
Fala-se de um novo ciclo histórico que se vai manifestando no quadro sincrético da suficiência auto - assumida e da banalização do Conhecimento versus Informação, sobrelevando esta ao estatuto de verdade, um desiderato traduzível à medida do sujeito, medida de todas as coisas.
À abrangência deste devir, manifestado hoje no mundo ocidental, contrapõe-se não já a Filosofia, abastardada e contaminada na enxurrada relativista, mas a firmeza das convicções nas virtualidades de um regime - a Democracia tout court - e a aversão libertária de todas as formas de submissão, seja ela social, política ou económica.
O Estado democrático, cúmplice na perda do respeito institucional nos seus líderes, tem de ser forte, criativo e pedagógico na resposta a dar aos seus detractores e na denúncia vigorosa e sem contemplações dos novos estandartes ressuscitados do negrume da História.
Se fraquejar, depois de nos ter amolecido, a nós, até à letargia, o ciclo histórico não será muito saudável, para ninguém, nem para os vencedores nem para os vencidos.
terça-feira, janeiro 01, 2019
SÊ BEM VINDO 2019
EXPECTANTE...
... E em quarentena crítica por uns tempos a ver o que vales e se o que trouxeste do defunto foi - se ficando pelo caminho ou não...
Até já!
... E em quarentena crítica por uns tempos a ver o que vales e se o que trouxeste do defunto foi - se ficando pelo caminho ou não...
Até já!
quarta-feira, dezembro 26, 2018
OBRIGADO,MIGUEL!
Miguel Sousa Tavares
NADA A FAZER...
Tenho de dar uma de culambista, com outra vénia ao outro saudoso Miguel, o Esteves Cardoso, pela consagração caracteriológica de certas figuras do jornalismo e da política portuguesa de então e de agora, para, dizia... prestar uma reiterada homenagem a um dos mais brilhantes representantes da análise sócio política de Portugal.
A minha homenagem pública de hoje tem a ver com um assunto que, a não ser com raras excepções, tem sido tratado com uma cobardia, quando não com uma cumplicidade canina, que sobre uma causa banal, burocrática, que tem de fazer e faz, parte das obrigações da Justiça em qualquer Democracia, tem sido pretexto de chantagem psicológica sobre os rabos-de-palha do país sobre os quais têm lançado uma presença obsessiva e sufocante. Falo do " combate à Corrupção "...
" O que está subjacente a esta discussão é a coragem ou a falta dela para enfrentar um poder cada dia menos transparente e menos democrático... " -M.S.Tavares, Expresso 22/12/18, sob o título - O Ministério Público, a Autonomia e a Democracia
O texto é notável e a análise do panorama corporativo do corpo da Justiça, acutilante. Louvo a coragem, a denúncia e o alerta sobre os sinais preocupantes que se vão acumulando de há anos a esta parte.
Com a contenção e cobardia que bastasse, neste pequeno espaço, permiti - me ajuízar sobre o que via desde há muito tempo e ver, num espaço como o do Expresso este assunto abordado com tanto desassombro...
Espalhem a notícia!
terça-feira, dezembro 25, 2018
AINDA MOBILIZADO...
... A FAVOR DAS CAUSAS...
... Que nos distinguem dos babuínos, longe de mim o insulto a esses simpáticos primos, e dos exemplares pouco dignificantes de sapiens que nos remetem, recorrentemente, às memórias, também elas confrangedoras do que temos sido.
E CONTRA, VISCERAL E RACIONALMENTE CONTRA...
... O Cretinismo galopante da espécie já fácilmente diagnosticável no nosso querido Ocidente. A ajuntar a outras coisas já bastamente tratadas por aqui, algures...
Por ora e até o MEU balancete anual do estado das coisas, fico -me. Natal oblige...
... Que nos distinguem dos babuínos, longe de mim o insulto a esses simpáticos primos, e dos exemplares pouco dignificantes de sapiens que nos remetem, recorrentemente, às memórias, também elas confrangedoras do que temos sido.
E CONTRA, VISCERAL E RACIONALMENTE CONTRA...
... O Cretinismo galopante da espécie já fácilmente diagnosticável no nosso querido Ocidente. A ajuntar a outras coisas já bastamente tratadas por aqui, algures...
Por ora e até o MEU balancete anual do estado das coisas, fico -me. Natal oblige...
terça-feira, dezembro 11, 2018
A DERROTA DE HOBBES...
... KANT, PLATÃO... ORWELL..
O TRIUNFO DE SCHOPENHAUER
Num mundo em turmoil, que não em mudanças substantivas e desestruturantes, já que continuam a prevalecer os mecanismos de Poder que a burguesia triunfante impôs no rescaldo da revolução francesa, a Democracia burguesa encontra - se numa encruzilhada.
Conservadora que baste, a rapidez das mudanças, essas sim intangíveis, com que a evolução tecnológica a tem sacudido na letargia política que a sustenta, amedrontada e incapaz de previsão das consequências projectáveis da acção do pensamento não enquadrado nos mecanismos burocráticos da acção político/social, a sedimentação cristalizada e reactiva de receitas testadas, falsamente alternantes dentro do universo pluripartidário, deixou - se descredibilizar através da venalidade incompetente da acção dos seus intérpretes nos lugares cimeiros do Estado.
Um sopro de impaciência varre o planeta em rajadas localizadas e em calmarias ameaçadoras.
A Democracia liberal que aparentava durante meio-século ter metido o planeta numa nova Ordem, triunfante sobre outras maneiras de ver o mundo, tornou - se hoje o principal alvo dos seus praticantes ou(e) beneficiários, conquanto a deslocalização do alvo contaminado pelo sistema económico/financeiro vá passeando impune, como dado adquirido e inamovível no imaginário sócio/político do planeta, um HiperMercado Global.
O facilitador Hobbes, o utopista Kant e o tremendista Orwell, viram - nos como animais fácilmente amestráveis, onde inteligências superiores imporiam, argumentativas, a força de um Leviathan num Poder Centralizado Iluminado e a Razão divinizada na solução dos problemas que a Vida em comum provou ser capaz de produzir.
O sapiens de Schopenhauer recordou -nos e remeteu - nos à nossa condição singular de mamíferos num mundo que colapsa, cíclicamente, sobrepujado pela singularidade do EU, na sua representação de um Mundo guiado, consciente ou inconscientemente por uma Vontade que o ultrapassa e que o ignora em toda a sua plenitude. No espaço da sua representação do Mundo as estórias que vivencia e que com outras se faz História, se desenrola a nossa condição falsamente libertária. A cada um a sua Vontade e a sua Representação decifrável, de si e do Universo.
Acção/Reacção no nosso pequeno tempo e espaço marca, histórica e cíclicamente, como o sopro de Brama, a marcha material e espiritual do Homem - território, presas, recursos e... Sobrevivência.
As estratégias, pessoais, tribais, nacionais, continentais, que, como qualquer outro ser vivo do planeta executa, exponenciadas pela singularidade da consciência da sua perenidade e urgência de ser, marca, sardónicamente, a nossa condição.
Bastaria a humildade desse reconhecimento, na ausência de Deus, para que, efectivamente, a Mudança, a Revolução acontecesse.
Entretanto, fiquemos pelo espectáculo das nossas mesquinhas auto - produções..., por hoje.
Amanhã será outro dia... e ... dançarei...
O TRIUNFO DE SCHOPENHAUER
Num mundo em turmoil, que não em mudanças substantivas e desestruturantes, já que continuam a prevalecer os mecanismos de Poder que a burguesia triunfante impôs no rescaldo da revolução francesa, a Democracia burguesa encontra - se numa encruzilhada.
Conservadora que baste, a rapidez das mudanças, essas sim intangíveis, com que a evolução tecnológica a tem sacudido na letargia política que a sustenta, amedrontada e incapaz de previsão das consequências projectáveis da acção do pensamento não enquadrado nos mecanismos burocráticos da acção político/social, a sedimentação cristalizada e reactiva de receitas testadas, falsamente alternantes dentro do universo pluripartidário, deixou - se descredibilizar através da venalidade incompetente da acção dos seus intérpretes nos lugares cimeiros do Estado.
Um sopro de impaciência varre o planeta em rajadas localizadas e em calmarias ameaçadoras.
A Democracia liberal que aparentava durante meio-século ter metido o planeta numa nova Ordem, triunfante sobre outras maneiras de ver o mundo, tornou - se hoje o principal alvo dos seus praticantes ou(e) beneficiários, conquanto a deslocalização do alvo contaminado pelo sistema económico/financeiro vá passeando impune, como dado adquirido e inamovível no imaginário sócio/político do planeta, um HiperMercado Global.
O facilitador Hobbes, o utopista Kant e o tremendista Orwell, viram - nos como animais fácilmente amestráveis, onde inteligências superiores imporiam, argumentativas, a força de um Leviathan num Poder Centralizado Iluminado e a Razão divinizada na solução dos problemas que a Vida em comum provou ser capaz de produzir.
O sapiens de Schopenhauer recordou -nos e remeteu - nos à nossa condição singular de mamíferos num mundo que colapsa, cíclicamente, sobrepujado pela singularidade do EU, na sua representação de um Mundo guiado, consciente ou inconscientemente por uma Vontade que o ultrapassa e que o ignora em toda a sua plenitude. No espaço da sua representação do Mundo as estórias que vivencia e que com outras se faz História, se desenrola a nossa condição falsamente libertária. A cada um a sua Vontade e a sua Representação decifrável, de si e do Universo.
Acção/Reacção no nosso pequeno tempo e espaço marca, histórica e cíclicamente, como o sopro de Brama, a marcha material e espiritual do Homem - território, presas, recursos e... Sobrevivência.
As estratégias, pessoais, tribais, nacionais, continentais, que, como qualquer outro ser vivo do planeta executa, exponenciadas pela singularidade da consciência da sua perenidade e urgência de ser, marca, sardónicamente, a nossa condição.
Bastaria a humildade desse reconhecimento, na ausência de Deus, para que, efectivamente, a Mudança, a Revolução acontecesse.
Entretanto, fiquemos pelo espectáculo das nossas mesquinhas auto - produções..., por hoje.
Amanhã será outro dia... e ... dançarei...
segunda-feira, dezembro 10, 2018
MACRON
BASTA!...
... Disseram os franceses ao seu presidente E.Macron e, na rua, mostraram a sua insatisfação e paciência esgotada. E Macron... capitulou.
Por ora,o discurso patriótico, mesclado de meas-culpas e exortações patrióticas abrandará a fúria gaulesa.
Et puis... on verra...
... Disseram os franceses ao seu presidente E.Macron e, na rua, mostraram a sua insatisfação e paciência esgotada. E Macron... capitulou.
Por ora,o discurso patriótico, mesclado de meas-culpas e exortações patrióticas abrandará a fúria gaulesa.
Et puis... on verra...
sexta-feira, novembro 30, 2018
ENTRE " DEUS e o DIABO " ? BULLSHIT!
VEJAMOS...
José Eduardo Moniz...
...Actualmente vice-presidente do Benfica, a braços com uma carrada de problemas, desportivos, judiciais e eventualmente financeiros, consultor da Media Capital de que foi o Director Geral, abriu esta noite na TVI um espaço de comentário que se pretende interactivo, sobre os spotlights nacionais.
O homem não é burro e regressa à casa-mãe com um sentido de oportunidade louvável, face aos objectivos que, SUPONHO, perseguirá - a presidência do Benfica e, nos entrementes, juntar - se à coligação mediática anti - Geringonça na tentativa de demolição dessa coligação parlamentar de Esquerda que tem governado o país.
Calejado nessas andanças, Moniz ambiciona o Poder. Legítimo, mas os caminhos que pensa trilhar, à boleia de um simulacro de independência e imparcialidade, denunciado logo nessa primeira intervenção, com a " cumplicidade " inocente dos participantes, deverão ser impiedosamente escrutinados.
Por mais que o Diabo, numa imagética singular e reconhecível no discurso político de hoje em Portugal, se faça reconhecer nos detalhes, uns mais importantes que outros, Deus exibe - se na análise comparativa, feita pelos socialmente mais débeis e pela classe média menos voraz e socialmente integrada, entre os méritos do governo do P.S., amparado pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda e a T.I.N.A. neo-liberal da Direita afastada do poder.
Estaremos atentos...
José Eduardo Moniz...
...Actualmente vice-presidente do Benfica, a braços com uma carrada de problemas, desportivos, judiciais e eventualmente financeiros, consultor da Media Capital de que foi o Director Geral, abriu esta noite na TVI um espaço de comentário que se pretende interactivo, sobre os spotlights nacionais.
O homem não é burro e regressa à casa-mãe com um sentido de oportunidade louvável, face aos objectivos que, SUPONHO, perseguirá - a presidência do Benfica e, nos entrementes, juntar - se à coligação mediática anti - Geringonça na tentativa de demolição dessa coligação parlamentar de Esquerda que tem governado o país.
Calejado nessas andanças, Moniz ambiciona o Poder. Legítimo, mas os caminhos que pensa trilhar, à boleia de um simulacro de independência e imparcialidade, denunciado logo nessa primeira intervenção, com a " cumplicidade " inocente dos participantes, deverão ser impiedosamente escrutinados.
Por mais que o Diabo, numa imagética singular e reconhecível no discurso político de hoje em Portugal, se faça reconhecer nos detalhes, uns mais importantes que outros, Deus exibe - se na análise comparativa, feita pelos socialmente mais débeis e pela classe média menos voraz e socialmente integrada, entre os méritos do governo do P.S., amparado pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda e a T.I.N.A. neo-liberal da Direita afastada do poder.
Estaremos atentos...
sexta-feira, novembro 23, 2018
A VEZ À RUA?
DA TIRANIA DAS MASSAS?
A DEMOCRACIA INTERPELADA?
A DESCREDIBILIZAÇÃO DAS LIDERANÇAS POLÍTICAS?
O ALVORECER DO NACIONAL/POPULISMO?
A VICTÓRIA CORPORATIVA?
O que é isso de compreender e estar contra, relativamente ao que quer que seja? A compreensão da lógica linguística que fundamenta ou tenta fundamentar um argumento, transposta para o campo político/social só poderá socorrer - se de uma premissa humanista, cuja inteligibilidade e tangibilidade sejam universais.
O contexto não é um mito e a infinita gradação que a espécie contempla em cada história pessoal obrigou a que, para além do valor absolutizado da vida, da vida humana, da nossa vida, outros valores absolutizados na sua exequibilidade como Bem-Comum, nos civilizássemos, tendo por pilares essa noção evolutiva adquirida do Bem e do Mal, do Certo e do Errado a que nenhum interesse particular exigisse compreensão e estar contra.
O meu estupor, como se prevê, é proporcional à minha incompreensão. Estar contra é estar contra e é insuportável a quantidade de coisas contra às quais a Democracia não tem estado Contra, decididamente Contra, em defesa de tudo o que se construiu, melhor, do que não se deixou destruir. A reactividade que não a liderança das e nas mudanças tem sido o calcanhar de Aquiles por onde se filtra o contrabando facínora a coberto da Liberdade, adversativa e adversariada por protofascistas e fascistas de todo o Globo.
Quando, em nome da Democracia e Liberdade de Expressão, reivindicações corporativas, a descredibilização e demolição das suas instituições são levados a cabo, com ingenuidade, ignorância histórica e venalidade política, de dentro para fora, por democratas, abertas estão as portas do populismo, a primeira face da degeneração dos valores sociais.
Atrás cavalgam todos os oportunistas de ocasião de braço dado com a mentira e a negligência cobarde dos sobreviventes.
O CDS compreende a greve dos juízes mas está contra... O QUÊ?
O PCP compreende e aceita, o BLOCO olha para o lado.
A DEMOCRACIA INTERPELADA?
A DESCREDIBILIZAÇÃO DAS LIDERANÇAS POLÍTICAS?
O ALVORECER DO NACIONAL/POPULISMO?
A VICTÓRIA CORPORATIVA?
O que é isso de compreender e estar contra, relativamente ao que quer que seja? A compreensão da lógica linguística que fundamenta ou tenta fundamentar um argumento, transposta para o campo político/social só poderá socorrer - se de uma premissa humanista, cuja inteligibilidade e tangibilidade sejam universais.
O contexto não é um mito e a infinita gradação que a espécie contempla em cada história pessoal obrigou a que, para além do valor absolutizado da vida, da vida humana, da nossa vida, outros valores absolutizados na sua exequibilidade como Bem-Comum, nos civilizássemos, tendo por pilares essa noção evolutiva adquirida do Bem e do Mal, do Certo e do Errado a que nenhum interesse particular exigisse compreensão e estar contra.
O meu estupor, como se prevê, é proporcional à minha incompreensão. Estar contra é estar contra e é insuportável a quantidade de coisas contra às quais a Democracia não tem estado Contra, decididamente Contra, em defesa de tudo o que se construiu, melhor, do que não se deixou destruir. A reactividade que não a liderança das e nas mudanças tem sido o calcanhar de Aquiles por onde se filtra o contrabando facínora a coberto da Liberdade, adversativa e adversariada por protofascistas e fascistas de todo o Globo.
Quando, em nome da Democracia e Liberdade de Expressão, reivindicações corporativas, a descredibilização e demolição das suas instituições são levados a cabo, com ingenuidade, ignorância histórica e venalidade política, de dentro para fora, por democratas, abertas estão as portas do populismo, a primeira face da degeneração dos valores sociais.
Atrás cavalgam todos os oportunistas de ocasião de braço dado com a mentira e a negligência cobarde dos sobreviventes.
O CDS compreende a greve dos juízes mas está contra... O QUÊ?
O PCP compreende e aceita, o BLOCO olha para o lado.
quinta-feira, novembro 15, 2018
AVISOS À NAVEGAÇÃO
O EXEMPLO BRASILEIRO... ENTRE OUTROS
CONTEXTUALIZEMOS...
Demasiadas vezes se esquece que o PSD de Passos Coelho ganhou as legislativas que antecederam a formação do governo minoritário do P.Socialista com apoio parlamentar do Bloco de Esquerda e do P.Comunista, vulgarmente designado por " Geringonça ".
Porquê geringonça?
Porque a improbabilidade de manutenção dos compromissos políticos a negociar seriam, face aos programas ideológico/partidários dos parceiros, um empecilho que à primeira contrariedade deitaria por terra a utópica manobra política de António Costa, líder do PS.
A convicção da Direita foi tão forte que, ao ressentimento político, nomeadamente do seu líder de então, Passos Coelho, acrescentou uma profecia tremendista ao que, racionalmente pediria táctica e porque não, estratégia política -Vem aí o Diabo -, ou seja o inferno para os portugueses.
Ora, não caindo na tentação de paraísar a realidade nacional, normalizada, face ao descalabro daninho da vida dos portugueses levado ao cabo pela PáF, coligação governamental de Direita composta pelo PSD e pelo CDS, diria que a Esquerda coligada parlamentarmente teve um desempenho meritório e digno de aplausos pela generalidade da população portuguesa.
Exorcizado o Diabo pela Esquerda, a Direita não conseguiu, mesmo fazendo uso de todo o arsenal político ao dispôr, humano e material, avariar a geringonça ( detesto esta formulação, acho -a desrespeitosa... ).
A chamada experiência liberal passista, que se ia traduzindo numa precariedade progressiva e insistente da classe média e média-baixa, e dos pensionistas, com baixa de salários e pensões, conjugada com um brutal aumento de impostos sobre os rendimentos, foi sufragada em eleições, que o mentor Passos Coelho liderou e que venceu. PORQUÊ? Como foi possível o apoio partidário e não só, ao empobrecimento do país, melhor, da generalidade da população portuguesa?
Só um conjunto de circunstâncias, donde sobressaiu uma maioria parlamentar de Esquerda e as lideranças do P.Socialista de António Costa, de Catarina Martins do Bloco de Esquerda e de Jerónimo de Sousa do P.C.P., tornaram possível o bloqueamento político da PáF.
Remetendo - nos ao subtítulo deste post, pareceria abusiva a comparação da situação política brasileira de hoje com o que se poderia passar em Portugal com a Direita de Passos no poder por mais uma temporada.
Acontece que não foi nesta perspectiva, eventualmente errónea, que a associação da latente, atrevo - me, da efectiva luta de classes que opõe, conjunturalmente, a classe média, média-alta trabalhadora em aliança com as Corporações patronais, contra o potencial nivelamento social que partidos de Esquerda, no Poder, perseguem no seu ideário sócio/político.
Nessa perspectiva, não estranha a conflitualidade induzida no espaço da governação da Geringonça, contra o Estado, por uma protegida Corporação de trabalhadores chamada Função Pública.
As reivindicações e as queixas em Portugal, um país de lamúrias, justificadas ou não, como melhor disse e efabulou o ex-líder da PáF, são o dia-a-dia dos portugueses, mas esta grande concertação classista não aparece do nada. É um ataque concertado e feroz contra a outra concertação, essa de Esquerda.
Sabemos como as coisas se passaram no Brasil, com a conjugação dos Media, na indução da percepção de um país corrupto, da Justiça, apoderada, usada com fins políticos, com as redes sociais e o boicote económico, na criação do caldo populista que derrotou o P.T.de Haddad, de Dilma e de Lula.
SABEMOS?
CONTEXTUALIZEMOS...
Demasiadas vezes se esquece que o PSD de Passos Coelho ganhou as legislativas que antecederam a formação do governo minoritário do P.Socialista com apoio parlamentar do Bloco de Esquerda e do P.Comunista, vulgarmente designado por " Geringonça ".
Porquê geringonça?
Porque a improbabilidade de manutenção dos compromissos políticos a negociar seriam, face aos programas ideológico/partidários dos parceiros, um empecilho que à primeira contrariedade deitaria por terra a utópica manobra política de António Costa, líder do PS.
A convicção da Direita foi tão forte que, ao ressentimento político, nomeadamente do seu líder de então, Passos Coelho, acrescentou uma profecia tremendista ao que, racionalmente pediria táctica e porque não, estratégia política -Vem aí o Diabo -, ou seja o inferno para os portugueses.
Ora, não caindo na tentação de paraísar a realidade nacional, normalizada, face ao descalabro daninho da vida dos portugueses levado ao cabo pela PáF, coligação governamental de Direita composta pelo PSD e pelo CDS, diria que a Esquerda coligada parlamentarmente teve um desempenho meritório e digno de aplausos pela generalidade da população portuguesa.
Exorcizado o Diabo pela Esquerda, a Direita não conseguiu, mesmo fazendo uso de todo o arsenal político ao dispôr, humano e material, avariar a geringonça ( detesto esta formulação, acho -a desrespeitosa... ).
A chamada experiência liberal passista, que se ia traduzindo numa precariedade progressiva e insistente da classe média e média-baixa, e dos pensionistas, com baixa de salários e pensões, conjugada com um brutal aumento de impostos sobre os rendimentos, foi sufragada em eleições, que o mentor Passos Coelho liderou e que venceu. PORQUÊ? Como foi possível o apoio partidário e não só, ao empobrecimento do país, melhor, da generalidade da população portuguesa?
Só um conjunto de circunstâncias, donde sobressaiu uma maioria parlamentar de Esquerda e as lideranças do P.Socialista de António Costa, de Catarina Martins do Bloco de Esquerda e de Jerónimo de Sousa do P.C.P., tornaram possível o bloqueamento político da PáF.
Remetendo - nos ao subtítulo deste post, pareceria abusiva a comparação da situação política brasileira de hoje com o que se poderia passar em Portugal com a Direita de Passos no poder por mais uma temporada.
Acontece que não foi nesta perspectiva, eventualmente errónea, que a associação da latente, atrevo - me, da efectiva luta de classes que opõe, conjunturalmente, a classe média, média-alta trabalhadora em aliança com as Corporações patronais, contra o potencial nivelamento social que partidos de Esquerda, no Poder, perseguem no seu ideário sócio/político.
Nessa perspectiva, não estranha a conflitualidade induzida no espaço da governação da Geringonça, contra o Estado, por uma protegida Corporação de trabalhadores chamada Função Pública.
As reivindicações e as queixas em Portugal, um país de lamúrias, justificadas ou não, como melhor disse e efabulou o ex-líder da PáF, são o dia-a-dia dos portugueses, mas esta grande concertação classista não aparece do nada. É um ataque concertado e feroz contra a outra concertação, essa de Esquerda.
Sabemos como as coisas se passaram no Brasil, com a conjugação dos Media, na indução da percepção de um país corrupto, da Justiça, apoderada, usada com fins políticos, com as redes sociais e o boicote económico, na criação do caldo populista que derrotou o P.T.de Haddad, de Dilma e de Lula.
SABEMOS?
segunda-feira, novembro 05, 2018
CATARINA, a entrevista
ESCLARECIDA
CATARINA MARTINS
A Líder coordenadora do Bloco de Esquerda deu uma entrevista ao Expresso onde continuou a expôr grande assertividade, inteligência e... transparência.
Mais do que uma mensagem aos apoiantes na explicação/balanço sumário sobre as conversas (abrenúncio!) com o Partido Socialista sobre as expectativas ainda a haver para o resto da legislatura, traça pistas sobre a próxima, perante a ambição, legítima, do parceiro parlamentar, de uma maioria absoluta de deputados na próxima legislatura.
Passando por cima das cascas de banana atiradas pela provocação jornalística, esvaziou, lúcida, a indução conflituosa com os parceiros, nomeadamente o PCP e o PS, pela expectativa declarada da Esquerda por esta solução governativa, sem que necessáriamente, venha a tornar - se numa flor na lapela do primeiro - Ministro Costa, que será sempre um risco a correr na disputa do eleitorado de Esquerda, risco esse acrescido, paradoxalmente, pelos ganhos sociais, económicos e políticos, que essa solução de governo, com apoios parlamentares do Bloco e do PCP tornou possível, pela indução do voto útil no partido maioritário do Governo.
Bem fez, assim como o PCP e Jerónimo Martins, nos alertas às condições, conjunturais e de compromissos que tornaram possível, hoje e eventualmente no futuro, a continuação desses apoios a um governo minoritário do PS.
CATARINA MARTINS
A Líder coordenadora do Bloco de Esquerda deu uma entrevista ao Expresso onde continuou a expôr grande assertividade, inteligência e... transparência.
Mais do que uma mensagem aos apoiantes na explicação/balanço sumário sobre as conversas (abrenúncio!) com o Partido Socialista sobre as expectativas ainda a haver para o resto da legislatura, traça pistas sobre a próxima, perante a ambição, legítima, do parceiro parlamentar, de uma maioria absoluta de deputados na próxima legislatura.
Passando por cima das cascas de banana atiradas pela provocação jornalística, esvaziou, lúcida, a indução conflituosa com os parceiros, nomeadamente o PCP e o PS, pela expectativa declarada da Esquerda por esta solução governativa, sem que necessáriamente, venha a tornar - se numa flor na lapela do primeiro - Ministro Costa, que será sempre um risco a correr na disputa do eleitorado de Esquerda, risco esse acrescido, paradoxalmente, pelos ganhos sociais, económicos e políticos, que essa solução de governo, com apoios parlamentares do Bloco e do PCP tornou possível, pela indução do voto útil no partido maioritário do Governo.
Bem fez, assim como o PCP e Jerónimo Martins, nos alertas às condições, conjunturais e de compromissos que tornaram possível, hoje e eventualmente no futuro, a continuação desses apoios a um governo minoritário do PS.
O BRASIL DE BOLSONARO...
...ELEGEU
S.MORO
Das suas boas razões sobre o desmascaramento da intriga,da insídia e da infâmia, arquitectadas, o desMOROnamento ético desmerece, contundente, a campanha justicialista contra a Corrupção, levada a cabo contra o P.T.
Se houvesse algo a acrescentar ao que terá ficado evidente, durante os últimos anos da presidência petista na construção da sua alternativa, foi a eficácia despudorada dos seus inimigos de classe,na ocupação, controlo, uso e usura dos dois braços do Estado brasileiro - a Justiça e o Congresso.
A Democracia permitiu que isso acontecesse e será a Democracia, esclarecida, a recuperar o que ganhou e deitou a perder para uma geração de brasileiros, mais uma.
De pelo menos uma década de arbitrariedades " democráticas" não se irá livrar tão cedo.
Que sobre e não se relaxe a resistência aonde faltou a vigilância. AMÉN!
P.S.
AINDA VAI A TEMPO, BRASIL..
S.MORO
Das suas boas razões sobre o desmascaramento da intriga,da insídia e da infâmia, arquitectadas, o desMOROnamento ético desmerece, contundente, a campanha justicialista contra a Corrupção, levada a cabo contra o P.T.
Se houvesse algo a acrescentar ao que terá ficado evidente, durante os últimos anos da presidência petista na construção da sua alternativa, foi a eficácia despudorada dos seus inimigos de classe,na ocupação, controlo, uso e usura dos dois braços do Estado brasileiro - a Justiça e o Congresso.
A Democracia permitiu que isso acontecesse e será a Democracia, esclarecida, a recuperar o que ganhou e deitou a perder para uma geração de brasileiros, mais uma.
De pelo menos uma década de arbitrariedades " democráticas" não se irá livrar tão cedo.
Que sobre e não se relaxe a resistência aonde faltou a vigilância. AMÉN!
P.S.
AINDA VAI A TEMPO, BRASIL..
quinta-feira, novembro 01, 2018
HELP!
A ESQUERDA...
... PRECISA DESESPERADAMENTE DE REFERÊNCIAS. ALVÍSSARAS A QUEM AS DESCOBRIR HOJE EM QUALQUER LUGAR DO PLANETA.
PORTUGAL MEDIÁTICO
ABERTURA DOS TELEJORNAIS?
DESPEDIMENTO DE PESEIRO. QUEM? PESEIRO, o até hoje, treinador de uma equipa de futebol chamado Sporting.
E... Tancos, mais variações sobre Tancos, SNS, mais Bolsonaro, o nome mais vezes solicitado durante o mês de Outubro. Ah!.... o Orçamento, mais as reacções pavlovianas do costume com as greves corporativas do costume. Sindicais, queria dizer, mas a verdade venceu. E faltam, ao virar da esquina a dos médicos e a dos magistrados.
O mundo, para além de Trump? Só se aconteceu alguma catástrofe, cheias, temporais, incêndios... terrorismo...
Li algures que 60% da fauna terrestre terá desaparecido no século XX, algumas espécies erradicadas e não consegui deixar de me comover com a sorte que ameaça os perigosíssimos cavalos - marinhos portugueses - a sua extinção.
DESPEDIMENTO DE PESEIRO. QUEM? PESEIRO, o até hoje, treinador de uma equipa de futebol chamado Sporting.
E... Tancos, mais variações sobre Tancos, SNS, mais Bolsonaro, o nome mais vezes solicitado durante o mês de Outubro. Ah!.... o Orçamento, mais as reacções pavlovianas do costume com as greves corporativas do costume. Sindicais, queria dizer, mas a verdade venceu. E faltam, ao virar da esquina a dos médicos e a dos magistrados.
O mundo, para além de Trump? Só se aconteceu alguma catástrofe, cheias, temporais, incêndios... terrorismo...
Li algures que 60% da fauna terrestre terá desaparecido no século XX, algumas espécies erradicadas e não consegui deixar de me comover com a sorte que ameaça os perigosíssimos cavalos - marinhos portugueses - a sua extinção.
domingo, outubro 28, 2018
quinta-feira, outubro 25, 2018
O DIÁRIO DE CAVACO
SUA EX-EXCELÊNCIA DA REPÚBLICA...
...CAVACO SILVA, continua sendo o que sempre foi. À Instrução e às circunstâncias históricas que lhe permitiu ter - se tornado primeiro-Ministro e mais tarde presidente da República, muito terá a agradecer e à Democracia pela qual nunca lutou e que tanto lhe deu, no fortalecimento do ego originário, muitas mais lições teria a aprender.
A publicação de mais um diário intriguista, acaba por trazer justiça e clareza a um percurso político de um reciclado democrata, outrora bem instalado no regime fascista.
UMA GROSSERIA, a revelação de conversas privadas, mesmo que institucionais, a juntar a outras que a nossa memória arquivará e, diacho, a história pequenina, também.
...CAVACO SILVA, continua sendo o que sempre foi. À Instrução e às circunstâncias históricas que lhe permitiu ter - se tornado primeiro-Ministro e mais tarde presidente da República, muito terá a agradecer e à Democracia pela qual nunca lutou e que tanto lhe deu, no fortalecimento do ego originário, muitas mais lições teria a aprender.
A publicação de mais um diário intriguista, acaba por trazer justiça e clareza a um percurso político de um reciclado democrata, outrora bem instalado no regime fascista.
UMA GROSSERIA, a revelação de conversas privadas, mesmo que institucionais, a juntar a outras que a nossa memória arquivará e, diacho, a história pequenina, também.
terça-feira, outubro 23, 2018
O GRANDE FAXINEIRO
DUPLAMENTE OFENSIVA...
BOLSONARO
... A proclamação do candidato da extrema direita, Bolsonaro, prometendo LIMPAR o Brasil do que ele considera constituir -se numa LATRINA, assumindo - se, pois, como o Faxineiro-Mor. Como o irá fazer, caso seja eleito, estará hoje claro para todos os brasileiros, pelo que a escolha será, democráticamente, fundamentada.
De tantas vezes violada, a Dama Democracia anda a gostar do abuso e, alegremente masoq, aguarda, segundo todas as previsões, o estuprador que, afinal, descobriu como a assaltar...
QUE VÁ DANÇANDO...
P.S.
SUPONHO QUE HOJE, 14 DE JUNHO, JÁ ESTARÁ FARTA DO BAILE, OU NÃO?
BOLSONARO
... A proclamação do candidato da extrema direita, Bolsonaro, prometendo LIMPAR o Brasil do que ele considera constituir -se numa LATRINA, assumindo - se, pois, como o Faxineiro-Mor. Como o irá fazer, caso seja eleito, estará hoje claro para todos os brasileiros, pelo que a escolha será, democráticamente, fundamentada.
De tantas vezes violada, a Dama Democracia anda a gostar do abuso e, alegremente masoq, aguarda, segundo todas as previsões, o estuprador que, afinal, descobriu como a assaltar...
QUE VÁ DANÇANDO...
P.S.
SUPONHO QUE HOJE, 14 DE JUNHO, JÁ ESTARÁ FARTA DO BAILE, OU NÃO?
domingo, outubro 21, 2018
VIDAL, a entrevista (2)
AINDA A PRETEXTO...
O caso Marquês, pela abrangência real sobre uma realidade, essa não intuída mas efectiva que continha os pressupostos de malévolas ligações entre a Política,o sistema financeiro e económico, foi o coroamento, pelas personalidades envolvidas, um ex - Primeiro Ministro e a cabeça do maior banco português, o BES, da investida de uma Justiça descredibilizada aos olhos dos cidadãos.
Paralelamente e em nome de uma imparcialidade manhosa foi - se experimentando, testando, junto de personalidades menores do universo político da Direita e da Esquerda a reacção popular à abertura de investigações criminais aos grandes. Do peixe -miúdo, da pequena corrupção ao upgrade qualitativo foi um sopro A cumplicidade com franjas mediáticas, testadas, sopesadas na sua eficácia e finalmente alargadas numa agenda dirigida e fácilmente identificável nos seus contornos ideológicos não incomodou o protagonismo há tanto ansiado.
A substituição estratégica e táctica na compreensão pela Política do alastramento da impunidade de certos actores políticos e económico/financeiros do país configura - se na figura da Procuradoria-Geral onde pontua Marques Vidal e no TICÃO ( Tribunal Central de Investigação Criminal ) onde o juíz de Instrução Criminal, Carlos Alexandre, assume uma cumplicidade activa e efectiva com o Procurador Rosário Teixeira no mega-processo que envolverá, segundo a acusação, a cumplicidade corruptora entre Ricardo Salgado, o CEO do BES e o ex-Primeiro Ministro Português, o socialista José Sócrates, a par de outros intervenientes arrolados.
Carlos Alexandre
A singularidade das posições de um organismo judicial, o TICÃO, cuja acção deveria ser neutra e imparcial na apreciação dos passos da investigação, revelou - se como uma afronta aos arguidos, dada a sua denunciada manifesta cumplicidade com a Procuradoria, em cuja acção declarada de hostilidade pretenderia, à luz das queixas de preterição que um sorteio judicial fundamentou e sobre o qual lançou suspeitas de manipulação, continuar na avaliação bizarra, no mínimo, do próprio trabalho de avaliação das provas antes de serem remetidas a um eventual julgamento dos acusados.
Tenho por mim o desconhecimento das idiossincracias político/partidárias que enformam a maioria dos agentes do Ministerio Público e mesmo da ex-Procuradora Geral, da actual Procuradora e do Juíz C.Alexandre, mas que os sinais de uma presumível agenda política no seu trabalho começam a ficar expostos e vão - se tornando uma realidade incontornável à vista de toda a gente.
O caso Marquês, pela abrangência real sobre uma realidade, essa não intuída mas efectiva que continha os pressupostos de malévolas ligações entre a Política,o sistema financeiro e económico, foi o coroamento, pelas personalidades envolvidas, um ex - Primeiro Ministro e a cabeça do maior banco português, o BES, da investida de uma Justiça descredibilizada aos olhos dos cidadãos.
Paralelamente e em nome de uma imparcialidade manhosa foi - se experimentando, testando, junto de personalidades menores do universo político da Direita e da Esquerda a reacção popular à abertura de investigações criminais aos grandes. Do peixe -miúdo, da pequena corrupção ao upgrade qualitativo foi um sopro A cumplicidade com franjas mediáticas, testadas, sopesadas na sua eficácia e finalmente alargadas numa agenda dirigida e fácilmente identificável nos seus contornos ideológicos não incomodou o protagonismo há tanto ansiado.
A substituição estratégica e táctica na compreensão pela Política do alastramento da impunidade de certos actores políticos e económico/financeiros do país configura - se na figura da Procuradoria-Geral onde pontua Marques Vidal e no TICÃO ( Tribunal Central de Investigação Criminal ) onde o juíz de Instrução Criminal, Carlos Alexandre, assume uma cumplicidade activa e efectiva com o Procurador Rosário Teixeira no mega-processo que envolverá, segundo a acusação, a cumplicidade corruptora entre Ricardo Salgado, o CEO do BES e o ex-Primeiro Ministro Português, o socialista José Sócrates, a par de outros intervenientes arrolados.
Carlos Alexandre
A singularidade das posições de um organismo judicial, o TICÃO, cuja acção deveria ser neutra e imparcial na apreciação dos passos da investigação, revelou - se como uma afronta aos arguidos, dada a sua denunciada manifesta cumplicidade com a Procuradoria, em cuja acção declarada de hostilidade pretenderia, à luz das queixas de preterição que um sorteio judicial fundamentou e sobre o qual lançou suspeitas de manipulação, continuar na avaliação bizarra, no mínimo, do próprio trabalho de avaliação das provas antes de serem remetidas a um eventual julgamento dos acusados.
Tenho por mim o desconhecimento das idiossincracias político/partidárias que enformam a maioria dos agentes do Ministerio Público e mesmo da ex-Procuradora Geral, da actual Procuradora e do Juíz C.Alexandre, mas que os sinais de uma presumível agenda política no seu trabalho começam a ficar expostos e vão - se tornando uma realidade incontornável à vista de toda a gente.
quinta-feira, outubro 18, 2018
VIDAL - a entrevista
AINDA A TEMPO... e a pretexto
( UM SUBTÍTULO a 21/11 com uma pergunta - QUANDO É QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DIRÁ ALGO SOBRE A JUSTIÇA, EM RODA LIVRE, NA ÚLTIMA DÉCADA? )
Passando por cima da rapidez com que esta entrevista dá à luz e já que o balanço da Procuradoria, mais do que a sua gestão, foi feita, permito -me recordar as minhas reservas sobre o que não foi dito nem questionado no trabalho dirigido pela ex - Procuradora - Geral.
"... Não podemos cair na frase feita de que Portugal é um país de corruptos.../... somos um país onde o problema da corrupção tem uma dimensão que é urgente atacar. Tem de ser encarada como uma questão essencial do Estado de Direito democrático. Penso que políticamente a resposta não é eficaz. Tem sido muito superficial. Não há uma estratégia nacional contra a corrupção ".
Ora aí está, preto no branco, o despertar da Justiça nas suas obrigações constitucionais, dado o desaparecimento ( será? ), intuído, da sua, isso sim condenável, manipulação pelos interesses políticos.
Se o Estado, leia - se, Governo e Assembleia da República, não consegue ou não quer, como é a sua função política, dar combate a este problema, a Procuradoria - Geral fá - lo - ia, lançando para o terreno, com apoio declarado, a Polícia Judiciária e o Ministério Público.
Bem, se Portugal não é um país de corruptos, por que razão haveria de existir uma estratégia nacional de combate aos sintomas que as leis emanadas da Assembleia não contemplam já? Nunca houve, nem à Direita nem à Esquerda essa urgência declarada dada a dimensão desvalorizada do problema. A haver críticas ao desleixo e essas fundamentadas só poderiam visar o próprio aparelho judiciário, mormente a Procuradoria - Geral. Com o mesmo quadro legislativo de décadas e com a mesma crónica reivindicação de mais meios, técnicos e humanos de combate, libertou - se uma sanha justicialista como nunca se verificou no país e que visou notóriamente a Política e as suas ligações económico-financeiras.
O QUE É QUE ACONTECEU?
Demasiadas coisas que a infundamentação me tolhe a verve, MAS... a cumplicidade álacre e alarve com alguns jornalistas na distribuição cirúrgica de dados de investigação em segredo de justiça, mediatizando um julgamento popular a proteger a luta de David contra Golias, terá sido, até pela protecção dos crimes cometidos nessa divulgação, fundamentada pela inexistência de NENHUM processo conhecido sobre a matéria e NENHUM arguido indiciado, terá sido a chave do que se chamou a corajosa investida dos procuradores.
A facilidade na abertura de investigações, tornou - se frenética e a recolha de indícios probatórios com avisos antecipados aos MEDIA, presentes em cada detenção ou buscas, mais a denunciada lealdade bizarra do TICÃO, deu corpo a um estatuto moralista que atacou a Política com arrojo.
( continuaremos... )
( UM SUBTÍTULO a 21/11 com uma pergunta - QUANDO É QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DIRÁ ALGO SOBRE A JUSTIÇA, EM RODA LIVRE, NA ÚLTIMA DÉCADA? )
Passando por cima da rapidez com que esta entrevista dá à luz e já que o balanço da Procuradoria, mais do que a sua gestão, foi feita, permito -me recordar as minhas reservas sobre o que não foi dito nem questionado no trabalho dirigido pela ex - Procuradora - Geral.
"... Não podemos cair na frase feita de que Portugal é um país de corruptos.../... somos um país onde o problema da corrupção tem uma dimensão que é urgente atacar. Tem de ser encarada como uma questão essencial do Estado de Direito democrático. Penso que políticamente a resposta não é eficaz. Tem sido muito superficial. Não há uma estratégia nacional contra a corrupção ".
Ora aí está, preto no branco, o despertar da Justiça nas suas obrigações constitucionais, dado o desaparecimento ( será? ), intuído, da sua, isso sim condenável, manipulação pelos interesses políticos.
Se o Estado, leia - se, Governo e Assembleia da República, não consegue ou não quer, como é a sua função política, dar combate a este problema, a Procuradoria - Geral fá - lo - ia, lançando para o terreno, com apoio declarado, a Polícia Judiciária e o Ministério Público.
Bem, se Portugal não é um país de corruptos, por que razão haveria de existir uma estratégia nacional de combate aos sintomas que as leis emanadas da Assembleia não contemplam já? Nunca houve, nem à Direita nem à Esquerda essa urgência declarada dada a dimensão desvalorizada do problema. A haver críticas ao desleixo e essas fundamentadas só poderiam visar o próprio aparelho judiciário, mormente a Procuradoria - Geral. Com o mesmo quadro legislativo de décadas e com a mesma crónica reivindicação de mais meios, técnicos e humanos de combate, libertou - se uma sanha justicialista como nunca se verificou no país e que visou notóriamente a Política e as suas ligações económico-financeiras.
O QUE É QUE ACONTECEU?
Demasiadas coisas que a infundamentação me tolhe a verve, MAS... a cumplicidade álacre e alarve com alguns jornalistas na distribuição cirúrgica de dados de investigação em segredo de justiça, mediatizando um julgamento popular a proteger a luta de David contra Golias, terá sido, até pela protecção dos crimes cometidos nessa divulgação, fundamentada pela inexistência de NENHUM processo conhecido sobre a matéria e NENHUM arguido indiciado, terá sido a chave do que se chamou a corajosa investida dos procuradores.
A facilidade na abertura de investigações, tornou - se frenética e a recolha de indícios probatórios com avisos antecipados aos MEDIA, presentes em cada detenção ou buscas, mais a denunciada lealdade bizarra do TICÃO, deu corpo a um estatuto moralista que atacou a Política com arrojo.
( continuaremos... )
domingo, outubro 14, 2018
REMODELAÇÃO NO GOVERNO
XEQUE!
O primeiro -ministro português, António Costa, surpreendeu tudo e todos com uma remodelação ministerial que, na ressaca da demissão do Ministro da Defesa, surge como um eficaz lanço político no esvaziamento das fraquezas do Governo, na minha opinião mais induzidas pelos Media que pelos, decididamente, alguns engulhos sérios com que se defrontou.
Voltaremos a essa matéria...
Voltaremos a essa matéria...
sábado, outubro 13, 2018
ELEIÇÕES BRASILEIRAS
ASSUSTADOR...
Esses dois senhores irão disputar a segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.
Bolsonaro e Haddad, o primeiro com mais de 40% dos votos e o segundo com mais de vinte.
Bolsonaro recusa debater com Haddad e, em termos táctico/políticos estará bem aconselhado, já que a sua pobreza intelectual e... política seria tão evidente, assim como a sua boçalidade humanista que uma previsível debandada de apoiantes daria uma robusta victória ao candidato da P.T.
Nada, mas absolutamente nada tem Bolsonaro para oferecer, como líder, ao povo brasileiro. A mediocridade da sua representação pessoal, tal como a do seu admirado Trump, é irrelevante para a estrutura que o quer, titerizado, na presidência. Dele querem o poder sobre o exército e a polícia e a venalidade dos apoiantes no Congresso.
Seria...lamentável, não só para o Brasil, que o povo brasileiro, colocado perante um candidato fascizante e um democrata, escolhesse, estribado nos seus fantasmas, o fascismo.
Esses dois senhores irão disputar a segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.
Bolsonaro e Haddad, o primeiro com mais de 40% dos votos e o segundo com mais de vinte.
Bolsonaro recusa debater com Haddad e, em termos táctico/políticos estará bem aconselhado, já que a sua pobreza intelectual e... política seria tão evidente, assim como a sua boçalidade humanista que uma previsível debandada de apoiantes daria uma robusta victória ao candidato da P.T.
Nada, mas absolutamente nada tem Bolsonaro para oferecer, como líder, ao povo brasileiro. A mediocridade da sua representação pessoal, tal como a do seu admirado Trump, é irrelevante para a estrutura que o quer, titerizado, na presidência. Dele querem o poder sobre o exército e a polícia e a venalidade dos apoiantes no Congresso.
Seria...lamentável, não só para o Brasil, que o povo brasileiro, colocado perante um candidato fascizante e um democrata, escolhesse, estribado nos seus fantasmas, o fascismo.
TANCOS?
E... FICO- ME...
As considerações sobre o patético plano de operações da P.J.Militar e dos seus autores ficam para depois. Até porque eu seria capaz de melhor...
sábado, outubro 06, 2018
CHEGA DE BOLSONARIAS!
JÁ PASSOU...
... O azedume " antidemocrático e elitista " que formatou o meu post anterior, que não os pressupostos que lhe esteve na origem, nada garantindo, por isso, a repetição, eventualmente sobre os mesmos deteriorados produtores e produtos que soltam, não o Bolsonaro em mim, ( glosando a interessante perspectiva sociológica produzida por C.F.Alves na Revista do Expresso de hoje), que achará terreno infértil, mas sempre, sempre, o desmascaramento do gato escondido com o rabo de fora...
O chocante em toda esta deteriorização, atrevo -me a classificá-la de mental, já que se a relativização, primeiro filosófica, depois tecnológica, amoralizou tudo pela banalização humanista do Conhecimento das bases onde assenta(va) a Civilização, a nossa e a dos Outros, a emulação pela ética, já e meramente racional. acompanhou o descalabro intelectual, robotizado e, a espaços, demente.
Esse inferno que os mais atentos estão a descobrir, nos seus sinais alicerçantes, entre nós, deve muito ao nosso desleixo, à exaltação dos nossos DIREITOS ADQUIRIDOS, ao desrespeito pela transição harmónica entre gerações e, por Deus, ao monstruoso EGOÍSMO que o Individualismo positivista e calvinista lavrou na Civilização ocidental e, por arrasto reactivo, em todo o planeta.
Sente - se a orfandade humanista e, quando as soluções prometidas pela Democracia estão, aparentemente, irremediávelmente comprometidas pela corrupção, política, económica, financeira, moral e social, o apelo sebastianista corporiza - se em bolsonaros, salvinis, trumpistas, dutertistas e outros facínoras oportunistas. Aparentemente, o planeta será governável pelos mais espertos que não pela decência, pela Lei e pelos Direitos Humanos.
CULPADOS?
Decididamente, tenho de concordar com a análise da articulista. A Democracia, de tão obesa, cuidou que a sua barriga farta seria um obstáculo suave e cheia de fofuras ao desmando da podridão que, esquecida, crescia, satelizando, meteoros, esperando o momento da queda.
"A promoção da agressividade e da mediocridade", porém, não foi deliberada, ela resulta da negligência que conceitos vazios como o " políticamente correcto " induziu no vazio cultural que as políticas educativas do Ocidente, isso sim, deliberadamente promoveram, tomando os USA como exemplo formativo.
HUMANIDADES?
O QUE É ISSO?
Afinal, ainda não tinha passado...
... O azedume " antidemocrático e elitista " que formatou o meu post anterior, que não os pressupostos que lhe esteve na origem, nada garantindo, por isso, a repetição, eventualmente sobre os mesmos deteriorados produtores e produtos que soltam, não o Bolsonaro em mim, ( glosando a interessante perspectiva sociológica produzida por C.F.Alves na Revista do Expresso de hoje), que achará terreno infértil, mas sempre, sempre, o desmascaramento do gato escondido com o rabo de fora...
O chocante em toda esta deteriorização, atrevo -me a classificá-la de mental, já que se a relativização, primeiro filosófica, depois tecnológica, amoralizou tudo pela banalização humanista do Conhecimento das bases onde assenta(va) a Civilização, a nossa e a dos Outros, a emulação pela ética, já e meramente racional. acompanhou o descalabro intelectual, robotizado e, a espaços, demente.
Esse inferno que os mais atentos estão a descobrir, nos seus sinais alicerçantes, entre nós, deve muito ao nosso desleixo, à exaltação dos nossos DIREITOS ADQUIRIDOS, ao desrespeito pela transição harmónica entre gerações e, por Deus, ao monstruoso EGOÍSMO que o Individualismo positivista e calvinista lavrou na Civilização ocidental e, por arrasto reactivo, em todo o planeta.
Sente - se a orfandade humanista e, quando as soluções prometidas pela Democracia estão, aparentemente, irremediávelmente comprometidas pela corrupção, política, económica, financeira, moral e social, o apelo sebastianista corporiza - se em bolsonaros, salvinis, trumpistas, dutertistas e outros facínoras oportunistas. Aparentemente, o planeta será governável pelos mais espertos que não pela decência, pela Lei e pelos Direitos Humanos.
CULPADOS?
Decididamente, tenho de concordar com a análise da articulista. A Democracia, de tão obesa, cuidou que a sua barriga farta seria um obstáculo suave e cheia de fofuras ao desmando da podridão que, esquecida, crescia, satelizando, meteoros, esperando o momento da queda.
"A promoção da agressividade e da mediocridade", porém, não foi deliberada, ela resulta da negligência que conceitos vazios como o " políticamente correcto " induziu no vazio cultural que as políticas educativas do Ocidente, isso sim, deliberadamente promoveram, tomando os USA como exemplo formativo.
HUMANIDADES?
O QUE É ISSO?
Afinal, ainda não tinha passado...
sexta-feira, outubro 05, 2018
FUCK THIS ALL!!!
TRADUZO...
JÁ NÃO HÁ PACHORRA!
A recorrência do zapping por sobre os canais televisivos nacionais tem confirmado a minha náusea avassaladora que a nossa, hoje, provinciana condição informativa, me conduziu.
Problema seu, cure -se, ripostariam, se acaso lhes merecesse alguma atenção. Ora, é aí precisamente, nessa presumida relação dialéctica entre o leitor, o ouvinte e os mass media que o falhanço assentou praça, já que o mimetismo imbecil e imbecilizante transformou os MEDIA nacionais em porta - vozes, na maior parte das vezes inconscientes, o que é sobremaneira mais grave, pelo desconhecimento objectivo dos seus assalariados do papel que lhes está atribuído nas grosseiras manipulações que as tentativas desesperadas de minar e deitar abaixo o entendimento na Esquerda portuguesa, à boleia de uma suposta agressividade e independência editorial incutida pelas suas direcções vão testemunhando.
JÁ NÃO TENHO PACHORRA...
... Para a(o)s professoras e as suas reivindicações. O assalto literal que planeiam contra o erário público, vindo de uma classe privilegiada e eventualmente com a mais elevada taxa de absentismo do país e contra um Governo socialista, quando calados que nem ratos aceitaram tudo o que o seu chefe, P.Coelho lhes impôs e do qual exigem a reversão a este governo para o qual NADA contribuíram, é intolerável e oportunista e merece o repúdio dos pais.
Numa sociedade cívicamente mais evoluída, contra-manifestações contra este absentismo cavalar, à custa da luta por direitos adquiridos, a esta classe que quer DIRIGIR a política educativa do país através da Fenprof, por sobre TODAS as decisões políticas de TODOS os ministros de Educação que Portugal já teve desde o 25 de Abril, já estaria na rua.
JÁ NÃO HÁ PACHORRA...
... Para a nova mina de ouro que, à boleia desse aborto ( Ná ná... sou da Esquerda dura, mas não sou parvo nem cego... ) chamado METOO ameaça vir a a tornar- se, à boleia de supostas violações e avanços passados no séculoXX, num chorudo negócio chantagista, se entretanto o machismo ( que não é mais do que ser -se hetero, sem tretas nem cedências ao políticamente correcto... ) continuar a deixar - se envergonhar da sua natureza.
Apoderamento, essa é a política do METOO e usará de todas as armas de manipulação, dissimulação, cumplicidade dirigida de homens fracos, manipuláveis e... cobardes.
Cristiano Ronaldo está a pagar caro, pela exposição mediática de ser hetero e de gostar de mulheres, como aquela que o violou na sua ingenuidade de jovem garanhão.
A verdade é que, caso Mayorga consiga levar por diante o, eventual chorudo rebuliço, com que, juntamente com a sua advogada inunda o nosso estremecimento cúmplice e acéfalo, my-my, teremos uma nova app a inundar o mercado das denúncias arqueológicas dos nosso tempos de destempero sexual quando as raparigas eram... raparigas e nós... rapazes. Marmelanços e, para os felizardos, eventuais... mais-além. Esses, que se cuidem...
JÁ NÃO HÁ PACHORRA!
A recorrência do zapping por sobre os canais televisivos nacionais tem confirmado a minha náusea avassaladora que a nossa, hoje, provinciana condição informativa, me conduziu.
Problema seu, cure -se, ripostariam, se acaso lhes merecesse alguma atenção. Ora, é aí precisamente, nessa presumida relação dialéctica entre o leitor, o ouvinte e os mass media que o falhanço assentou praça, já que o mimetismo imbecil e imbecilizante transformou os MEDIA nacionais em porta - vozes, na maior parte das vezes inconscientes, o que é sobremaneira mais grave, pelo desconhecimento objectivo dos seus assalariados do papel que lhes está atribuído nas grosseiras manipulações que as tentativas desesperadas de minar e deitar abaixo o entendimento na Esquerda portuguesa, à boleia de uma suposta agressividade e independência editorial incutida pelas suas direcções vão testemunhando.
JÁ NÃO TENHO PACHORRA...
... Para a(o)s professoras e as suas reivindicações. O assalto literal que planeiam contra o erário público, vindo de uma classe privilegiada e eventualmente com a mais elevada taxa de absentismo do país e contra um Governo socialista, quando calados que nem ratos aceitaram tudo o que o seu chefe, P.Coelho lhes impôs e do qual exigem a reversão a este governo para o qual NADA contribuíram, é intolerável e oportunista e merece o repúdio dos pais.
Numa sociedade cívicamente mais evoluída, contra-manifestações contra este absentismo cavalar, à custa da luta por direitos adquiridos, a esta classe que quer DIRIGIR a política educativa do país através da Fenprof, por sobre TODAS as decisões políticas de TODOS os ministros de Educação que Portugal já teve desde o 25 de Abril, já estaria na rua.
JÁ NÃO HÁ PACHORRA...
... Para a nova mina de ouro que, à boleia desse aborto ( Ná ná... sou da Esquerda dura, mas não sou parvo nem cego... ) chamado METOO ameaça vir a a tornar- se, à boleia de supostas violações e avanços passados no séculoXX, num chorudo negócio chantagista, se entretanto o machismo ( que não é mais do que ser -se hetero, sem tretas nem cedências ao políticamente correcto... ) continuar a deixar - se envergonhar da sua natureza.
Apoderamento, essa é a política do METOO e usará de todas as armas de manipulação, dissimulação, cumplicidade dirigida de homens fracos, manipuláveis e... cobardes.
Cristiano Ronaldo está a pagar caro, pela exposição mediática de ser hetero e de gostar de mulheres, como aquela que o violou na sua ingenuidade de jovem garanhão.
A verdade é que, caso Mayorga consiga levar por diante o, eventual chorudo rebuliço, com que, juntamente com a sua advogada inunda o nosso estremecimento cúmplice e acéfalo, my-my, teremos uma nova app a inundar o mercado das denúncias arqueológicas dos nosso tempos de destempero sexual quando as raparigas eram... raparigas e nós... rapazes. Marmelanços e, para os felizardos, eventuais... mais-além. Esses, que se cuidem...
segunda-feira, outubro 01, 2018
SÁBADANDO
D'OS MERDIA, again...
Lamentávelmente e em crescendo, o provincianismo, no que ele tem de atávica caracterização, abocanhou, pela sua face mais mesquinha, intriguista, instintiva e racionalmente malévola, vá... intelectualmente desonesta, os MEDIA nacionais.
Sobressai, principalmente nas televisões, uma agenda, não subtil, que os intérpretes jornaleiros não saberiam praticar e que os pés-de-microfone não saberiam ecoar, portanto indigente e ineficaz, como a realidade do país testemunha.
Nos jornais, os números do pasquim Correio da Manhã, que, populista e álacre, tem dado ao povo as misérias que, cotejadas, o faz sentir melhor, fizeram - no um exemplo de, no competitivo mercado da publicidade e vendas, a seguir, com a natural degradação, junto do outro povo, do seu conteúdo editorial.
Actualmente, no semanário que acompanho desde o primeiro número e que nenhuma vicissitude política provocou o afastamento - o EXPRESSO - só a existência dos extraordinários comentadores políticos de Esquerda ou de Direita nas páginas 32 e 33 e na Cultura a pontuação de Tolentino, Mexia, Lisboa, Fonseca, Calado, Ana Leonardo, Faria, seguram uma fidelidade à inteligência e honestidade intelectual que me cativa.
Dir - se - á que é como tudo na vida, há partes boas e outras que nem por isso e que o escrutínio será nosso. Difícil equilíbrio bloguista já que, no semanário, não posso deixar de me tropeçar em notícias e reportagens baseadas em fontes e percepções transmitidas e apresentadas como FACTOS, estribadas em narrativas romanescas do diz-que-diz, insinuando - se relações privilegiadas, fora do universo comum, que supostamente credibilizam como factos, insinuações, percepções, palpites, sei lá que mais.
Emulando Faria, dir - se-á, sem snobismo, que o universalismo urbi et orbi do jornal a isso obriga, uma deferência aos pacóvios, por um lado, e... vistas largas para os outros.
Acontece que, por não-acaso, os pacovinianos embaraços só o são para esses outros. Incomoda - os.
Lamentávelmente e em crescendo, o provincianismo, no que ele tem de atávica caracterização, abocanhou, pela sua face mais mesquinha, intriguista, instintiva e racionalmente malévola, vá... intelectualmente desonesta, os MEDIA nacionais.
Sobressai, principalmente nas televisões, uma agenda, não subtil, que os intérpretes jornaleiros não saberiam praticar e que os pés-de-microfone não saberiam ecoar, portanto indigente e ineficaz, como a realidade do país testemunha.
Nos jornais, os números do pasquim Correio da Manhã, que, populista e álacre, tem dado ao povo as misérias que, cotejadas, o faz sentir melhor, fizeram - no um exemplo de, no competitivo mercado da publicidade e vendas, a seguir, com a natural degradação, junto do outro povo, do seu conteúdo editorial.
Actualmente, no semanário que acompanho desde o primeiro número e que nenhuma vicissitude política provocou o afastamento - o EXPRESSO - só a existência dos extraordinários comentadores políticos de Esquerda ou de Direita nas páginas 32 e 33 e na Cultura a pontuação de Tolentino, Mexia, Lisboa, Fonseca, Calado, Ana Leonardo, Faria, seguram uma fidelidade à inteligência e honestidade intelectual que me cativa.
Dir - se - á que é como tudo na vida, há partes boas e outras que nem por isso e que o escrutínio será nosso. Difícil equilíbrio bloguista já que, no semanário, não posso deixar de me tropeçar em notícias e reportagens baseadas em fontes e percepções transmitidas e apresentadas como FACTOS, estribadas em narrativas romanescas do diz-que-diz, insinuando - se relações privilegiadas, fora do universo comum, que supostamente credibilizam como factos, insinuações, percepções, palpites, sei lá que mais.
Emulando Faria, dir - se-á, sem snobismo, que o universalismo urbi et orbi do jornal a isso obriga, uma deferência aos pacóvios, por um lado, e... vistas largas para os outros.
Acontece que, por não-acaso, os pacovinianos embaraços só o são para esses outros. Incomoda - os.
sexta-feira, setembro 28, 2018
MOU e POGBA
ESCARAMUÇAS
POGBA
BALOTELLI
Nunca foram tão bons como pensaram ser... Produtos medianos que os Media incensaram e que o Mercado hipervalorizou alarvemente. Houve mais como eles...
A guerra de ego que o primeiro trava com Mourinho no Manchester é inaceitável para um treinador de topo como Mourinho tem sido, mau grado alguns fracassos que lhe ensombram o percurso vencedor.
Se, por razões, também elas inexplicáveis, o Manchester tomar o partido do jogador e não respaldar a autoridade do líder, é quase certo que Mourinho tomará a iniciativa da cessação de contrato com Manchester, salvaguardando os seus interesses.
Por mim, encostava o puto e deixava - o em amadurecimento. Não fará muita falta onde há Matic e outros muito mais comprometidos com a equipa e com o treinador.
Infelizmente, a imagem de Balotelli, que rápidamente passou de uma grande promessa para... o esquecimento que hoje vive, deveria servir de aviso ao Pogba...
POGBA
BALOTELLI
Nunca foram tão bons como pensaram ser... Produtos medianos que os Media incensaram e que o Mercado hipervalorizou alarvemente. Houve mais como eles...
A guerra de ego que o primeiro trava com Mourinho no Manchester é inaceitável para um treinador de topo como Mourinho tem sido, mau grado alguns fracassos que lhe ensombram o percurso vencedor.
Se, por razões, também elas inexplicáveis, o Manchester tomar o partido do jogador e não respaldar a autoridade do líder, é quase certo que Mourinho tomará a iniciativa da cessação de contrato com Manchester, salvaguardando os seus interesses.
Por mim, encostava o puto e deixava - o em amadurecimento. Não fará muita falta onde há Matic e outros muito mais comprometidos com a equipa e com o treinador.
Infelizmente, a imagem de Balotelli, que rápidamente passou de uma grande promessa para... o esquecimento que hoje vive, deveria servir de aviso ao Pogba...
terça-feira, setembro 25, 2018
LASTIMÁVEL...
...O ERRO JORNALÍSTICO...
Pedro Santos Guerreiro
( Director do Expresso )
... Que deixaste ocorrer no meu jornal
E, Pedro, exijo uma explicação pública e consequências que não se fiquem pelas linhas mal urdidas, que é para ficar por aqui, que saíram após o descalabro.
Pelo respeito que me mereces e que o semanário vai alimentando, FAZ -ME ISSO !
Pedro Santos Guerreiro
( Director do Expresso )
... Que deixaste ocorrer no meu jornal
E, Pedro, exijo uma explicação pública e consequências que não se fiquem pelas linhas mal urdidas, que é para ficar por aqui, que saíram após o descalabro.
Pelo respeito que me mereces e que o semanário vai alimentando, FAZ -ME ISSO !
quinta-feira, setembro 20, 2018
PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA
UMA NOMEAÇÃO ENVENENADA
Joana Marques Vidal
Completamente contrabandeada o que, em situações normais, se configuraria como uma substituição rotineira, em termos processuais, findo o mandato, do detentor do cargo de Procurador(a)- Geral da República.
A politização do cargo de que a Procuradoria terá sido o principal responsável, assim como toda a estrutura judicial, pela mediatização, através de fugas de informação ( bateram todos os records e nunca houve, dentro da Magistratura, a descoberta dos infractores, até hoje... ) sobre os processos levantados a a figuras da Administração do Estado, nomeadamente sobre o ex - primeiro - ministro José Sócrates que teve a " ousadia " de afrontar o que considerava ser excessivos privilégios corporativos, tornou, dizia, quase IMPOSSÍVEL, pelas posições políticas que sobre o cargo e a Magistratura em geral têm sido veiculadas, a sua recondução no cargo.
Acresce - se a circunstância do excessivo tempo num lugar e num cargo de Estado, sem controlo democrático executável por quem quer que seja, sob o risco de acusação de interferência sobre a Justiça.
O bom- senso institucional do primeiro - ministro, a quem caberá NOMEAR ou reconduzir o novo detentor do cargo e do presidente da República, a sua consagração ou o veto, deverá prevalecer de forma clara, no esvaziamento político dessa nomeação outra, que não a recondução da actual Procuradora.
E se for impossível a despolitização, convenhamos que, dado o apoio POLÍTICO declarado da Direita política, seria um erro político crasso mantê - la no cargo.
Joana Marques Vidal
Completamente contrabandeada o que, em situações normais, se configuraria como uma substituição rotineira, em termos processuais, findo o mandato, do detentor do cargo de Procurador(a)- Geral da República.
A politização do cargo de que a Procuradoria terá sido o principal responsável, assim como toda a estrutura judicial, pela mediatização, através de fugas de informação ( bateram todos os records e nunca houve, dentro da Magistratura, a descoberta dos infractores, até hoje... ) sobre os processos levantados a a figuras da Administração do Estado, nomeadamente sobre o ex - primeiro - ministro José Sócrates que teve a " ousadia " de afrontar o que considerava ser excessivos privilégios corporativos, tornou, dizia, quase IMPOSSÍVEL, pelas posições políticas que sobre o cargo e a Magistratura em geral têm sido veiculadas, a sua recondução no cargo.
Acresce - se a circunstância do excessivo tempo num lugar e num cargo de Estado, sem controlo democrático executável por quem quer que seja, sob o risco de acusação de interferência sobre a Justiça.
O bom- senso institucional do primeiro - ministro, a quem caberá NOMEAR ou reconduzir o novo detentor do cargo e do presidente da República, a sua consagração ou o veto, deverá prevalecer de forma clara, no esvaziamento político dessa nomeação outra, que não a recondução da actual Procuradora.
E se for impossível a despolitização, convenhamos que, dado o apoio POLÍTICO declarado da Direita política, seria um erro político crasso mantê - la no cargo.
PORTUGAL e ANGOLA
NORMALIZAÇÃO
Relações de Estado reatadas. Excelente! Nem poderia ter sido de outra maneira.Sinceramente, nem consegui perceber, mentira... percebi, como é que foi possível, num assunto de Estado, em que estavam em questão problemas jurídicos concernentes a acordos assinados no âmbito da CPLP, sobre transferências processuais, se tenha encalhado, nos gabinetes da Procuradoria, a formalidade exigida pelo Estado angolano, durante tanto tempo.
Uma pergunta - A " distracção " do embaixador português em Angola, Caetano da Silva, sobre o protocolo projectado pelo Estado angolano para receber o primeiro - ministro António Costa já teve uma resposta credível por parte da embaixada?
Se não sabia devia saber. À embaixada portuguesa CUMPRE SABER. Se sabia e disso não foi informado o primeiro -ministro... terá havido um boicote deliberado?
Uma guarda - de -honra militar esperava a chegada do primeiro - ministro, que, informalmente trajado, por desconhecimento do acto oficial inopinado(?), prestou - se a más interpretações escarninhas, mormente da Oposição política em Portugal.
Relações de Estado reatadas. Excelente! Nem poderia ter sido de outra maneira.Sinceramente, nem consegui perceber, mentira... percebi, como é que foi possível, num assunto de Estado, em que estavam em questão problemas jurídicos concernentes a acordos assinados no âmbito da CPLP, sobre transferências processuais, se tenha encalhado, nos gabinetes da Procuradoria, a formalidade exigida pelo Estado angolano, durante tanto tempo.
Uma pergunta - A " distracção " do embaixador português em Angola, Caetano da Silva, sobre o protocolo projectado pelo Estado angolano para receber o primeiro - ministro António Costa já teve uma resposta credível por parte da embaixada?
Se não sabia devia saber. À embaixada portuguesa CUMPRE SABER. Se sabia e disso não foi informado o primeiro -ministro... terá havido um boicote deliberado?
Uma guarda - de -honra militar esperava a chegada do primeiro - ministro, que, informalmente trajado, por desconhecimento do acto oficial inopinado(?), prestou - se a más interpretações escarninhas, mormente da Oposição política em Portugal.
domingo, setembro 16, 2018
SERENA
UMA CAMPEÃ MUITO... GROSSEIRA
ABUSO PRECONCEITUOSO DE PODER? ONDE ESTEVE ELE, AFINAL?
(uma vénia ao Mark Knight, pelo abuso...)
RACISMO? PATÉTICO!
O uso indevido e abusivo da justa luta das mulheres em prol de certos egos desvairados, como aconteceu na final do US OPEN por parte de uma campeoníssima, ídolo e exemplo de uma geração de tenistas, nas acusações infundadas e injustas dirigidas ao árbitro do encontro, Carlos Ramos foi, no mínimo, patético.
A denúncia pública da usurpação dessa meritória demanda das nossas companheiras pela sua dignidade pessoal por stars milionárias e outros egos do mesmo jaez, não se fez. E com essa omissão deram um tiro no pé.
ABUSO PRECONCEITUOSO DE PODER? ONDE ESTEVE ELE, AFINAL?
(uma vénia ao Mark Knight, pelo abuso...)
RACISMO? PATÉTICO!
O uso indevido e abusivo da justa luta das mulheres em prol de certos egos desvairados, como aconteceu na final do US OPEN por parte de uma campeoníssima, ídolo e exemplo de uma geração de tenistas, nas acusações infundadas e injustas dirigidas ao árbitro do encontro, Carlos Ramos foi, no mínimo, patético.
A denúncia pública da usurpação dessa meritória demanda das nossas companheiras pela sua dignidade pessoal por stars milionárias e outros egos do mesmo jaez, não se fez. E com essa omissão deram um tiro no pé.
sábado, setembro 15, 2018
POLITIQUICES
A MINHA ALMA ESTÁ PARVA...
...vociferou alguém nalgum lugar sobre o espanto com que os seus semelhantes não se cansavam de o agredir.
É espantosa a nossa capacidade de, coexistindo com milhões de vizinhos, ainda não nos termos dizimado por completo.
É espantosa a nossa capacidade de, atingido o ponto de saturação, nos descobrirmos capazes de o esvaziar, sob o risco de demência sociopata.
É espantosa a nossa capacidade de ESTUPIDEZ, que se nos apresenta, amiúde, como uma segunda natureza, inamovível do espaço que ocupou, quiçá por direito próprio, na nossa racionalidade.
Assusta - me o mundo que vem aí e não vou ver.
Basta - me a extrapolação do funcionamento psico/político e da cidadania, a mais das vezes abrutalhada, dos meus semelhantes para outras paragens, e a compreensão de uma possibilidade civilizacional decente, no mínimo, ri - se alarvemente da minha Utopia que a minha Racionalidade ainda cria ser possível.
Apeada a Racionalidade, como eu a intuo - Razão + Ética - , resultado, acreditava eu, de séculos de decantação dos horrores passados, resta o quê? O abismo nietzscheano?
...vociferou alguém nalgum lugar sobre o espanto com que os seus semelhantes não se cansavam de o agredir.
É espantosa a nossa capacidade de, coexistindo com milhões de vizinhos, ainda não nos termos dizimado por completo.
É espantosa a nossa capacidade de, atingido o ponto de saturação, nos descobrirmos capazes de o esvaziar, sob o risco de demência sociopata.
É espantosa a nossa capacidade de ESTUPIDEZ, que se nos apresenta, amiúde, como uma segunda natureza, inamovível do espaço que ocupou, quiçá por direito próprio, na nossa racionalidade.
Assusta - me o mundo que vem aí e não vou ver.
Basta - me a extrapolação do funcionamento psico/político e da cidadania, a mais das vezes abrutalhada, dos meus semelhantes para outras paragens, e a compreensão de uma possibilidade civilizacional decente, no mínimo, ri - se alarvemente da minha Utopia que a minha Racionalidade ainda cria ser possível.
Apeada a Racionalidade, como eu a intuo - Razão + Ética - , resultado, acreditava eu, de séculos de decantação dos horrores passados, resta o quê? O abismo nietzscheano?
domingo, setembro 09, 2018
TWITANDO
BRASIL
Um atentado ao Bolsonaro? Ponhamos o cinismo à solta, que a essas coisas estranhas obrigam e o " encomendado " ao atentado lança -nos a um mundo de traquejos e truques eleiçoeiros que aos arrabaldes do candidato não estranha nem renega.
Atenção povinho, se bobearem estão tramados. Vão acabar todos... capados.
PORTUGAL...
... E OS PELOURINHOS
"... o país que somos está traçado de alto a baixo por uma sombra de vigarices ", diz - nos o Director do Expresso, Pedro Santos Guerreiro, ensombrado pela projecção malsã que da tosse à suspeição, do diagnóstico ao tratamento, da cura ou à fatalidade da condenação, nos tem dado todos os passos ( não está sózinho... ) da maleita, entregando, a nós, inadvertidamente, o julgamento controlado das sentenças prévias que as percepções dos MEDIA prepararam.
EU ACUSO! E deixo o marfim andar, como diria Aquilino; se os julgamentos confirmarem as minhas " intuições ", muito bem, se não... FUCK! Que se lixe, fica pra próxima.
E desmonta - se o pelourinho até que outra careca se ponha a jeito...
P.S. Deixar CORRER o marfim e não Andar... emendou - me o autor
P.S.
Lula da Silva riu- se, há dias, da " facada " que chutou Bolsonaro para a presidência do Brasil. Eu já tinha avisado, então...
TRAMP... TREMp...TRImp...TRomp...Trump
Um atentado ao Bolsonaro? Ponhamos o cinismo à solta, que a essas coisas estranhas obrigam e o " encomendado " ao atentado lança -nos a um mundo de traquejos e truques eleiçoeiros que aos arrabaldes do candidato não estranha nem renega.
Atenção povinho, se bobearem estão tramados. Vão acabar todos... capados.
PORTUGAL...
... E OS PELOURINHOS
"... o país que somos está traçado de alto a baixo por uma sombra de vigarices ", diz - nos o Director do Expresso, Pedro Santos Guerreiro, ensombrado pela projecção malsã que da tosse à suspeição, do diagnóstico ao tratamento, da cura ou à fatalidade da condenação, nos tem dado todos os passos ( não está sózinho... ) da maleita, entregando, a nós, inadvertidamente, o julgamento controlado das sentenças prévias que as percepções dos MEDIA prepararam.
EU ACUSO! E deixo o marfim andar, como diria Aquilino; se os julgamentos confirmarem as minhas " intuições ", muito bem, se não... FUCK! Que se lixe, fica pra próxima.
E desmonta - se o pelourinho até que outra careca se ponha a jeito...
P.S. Deixar CORRER o marfim e não Andar... emendou - me o autor
P.S.
Lula da Silva riu- se, há dias, da " facada " que chutou Bolsonaro para a presidência do Brasil. Eu já tinha avisado, então...
TRAMP... TREMp...TRImp...TRomp...Trump
D'A ELITE DO REGIME XII
UMA LIDERANÇA INCÓMODA
RUI RIO
O Presidente do partido social - democrata português continua a travar, dentro do seu partido, uma luta feroz contra a clic passista e a venalidade política que a tem marcado como trampolim de ambições pessoais e não como dedicação à causa pública e ao País.
Acabo de o ouvir no discurso de encerramento das universíades da J.S.D., com uma extraordinária, pela novidade e pedagogia, aula política de como encarar o serviço publico, o fim último da Política. A crítica retaliatória aos adversários internos, subtil, e aos MEDIA, contundente, fez parte da aula de como ser político, de como ser Oposição e de como governar, foi tão eficaz, junto deste ouvinte anarquista que por pouco era convertido.
Do Governo em funções, das suas acções e omissões, um assertivo e forte balanço negativo sobre a degradação sentida e factual dos serviços públicos e sobre uma intuída navegação à vista que as condições parlamentares obrigam, um convite indirecto às reformas estruturais que só com o líder da Oposição podem ser levadas a cabo.
Claro e transparente na relação com os MEDIA, cujo tempo, objectivos e essência distinguiu da função política, Rio, sem surpresa, pelo menos para mim, revelou- se um dos mais válidos líderes políticos do País.
E, de facto, por palavras e obras põe o interesse nacional em primeiro lugar.
As minhas saudações democráticas.
P.S.- QUEM NÃO ASSISTIU À AULA, TEM TODO O INTERESSE EM REVÊ - LA.
RUI RIO
O Presidente do partido social - democrata português continua a travar, dentro do seu partido, uma luta feroz contra a clic passista e a venalidade política que a tem marcado como trampolim de ambições pessoais e não como dedicação à causa pública e ao País.
Acabo de o ouvir no discurso de encerramento das universíades da J.S.D., com uma extraordinária, pela novidade e pedagogia, aula política de como encarar o serviço publico, o fim último da Política. A crítica retaliatória aos adversários internos, subtil, e aos MEDIA, contundente, fez parte da aula de como ser político, de como ser Oposição e de como governar, foi tão eficaz, junto deste ouvinte anarquista que por pouco era convertido.
Do Governo em funções, das suas acções e omissões, um assertivo e forte balanço negativo sobre a degradação sentida e factual dos serviços públicos e sobre uma intuída navegação à vista que as condições parlamentares obrigam, um convite indirecto às reformas estruturais que só com o líder da Oposição podem ser levadas a cabo.
Claro e transparente na relação com os MEDIA, cujo tempo, objectivos e essência distinguiu da função política, Rio, sem surpresa, pelo menos para mim, revelou- se um dos mais válidos líderes políticos do País.
E, de facto, por palavras e obras põe o interesse nacional em primeiro lugar.
As minhas saudações democráticas.
P.S.- QUEM NÃO ASSISTIU À AULA, TEM TODO O INTERESSE EM REVÊ - LA.
segunda-feira, setembro 03, 2018
INQUIETAÇÕES?
SIM... MUITAS!
Hoje,porém,a devastação que atingiu a Biblioteca Nacional do Brasil, só atribuível à incúria com que a nossa História e os seus tesouros irrepetíveis tem sido percepcionado em algumas paragens do planeta, deixou - me de rastos.
O que se perdeu, hoje e amanhã, para os brasileiros e para a Cultura em geral, leva -nos a reflectir sobre a fragilidade de... tudo o que se tem por adquirido.
Foi uma lástima, que deve servir de alerta em todas as paragens onde a história da Humanidade é conservada.
A geração futura merece conhecer o que os seus antepassados foram e fizeram.
Hoje,porém,a devastação que atingiu a Biblioteca Nacional do Brasil, só atribuível à incúria com que a nossa História e os seus tesouros irrepetíveis tem sido percepcionado em algumas paragens do planeta, deixou - me de rastos.
O que se perdeu, hoje e amanhã, para os brasileiros e para a Cultura em geral, leva -nos a reflectir sobre a fragilidade de... tudo o que se tem por adquirido.
Foi uma lástima, que deve servir de alerta em todas as paragens onde a história da Humanidade é conservada.
A geração futura merece conhecer o que os seus antepassados foram e fizeram.
terça-feira, agosto 28, 2018
VENEZUELA - O CERCO
CHORO PELA VENEZUELA
NICOLÁS MADURO, o ex - sindicalista, hoje presidente da Venezuela, encontra - se, como outras lideranças no passado recente e longínquo da História da América Latina e, decididamente no resto do mundo socialista e que ainda não se tenha rendido ao Sistema, melhor, ao regime Capitalista, sobre um ferocíssimo ataque do Capital, mascarado de dama democrática a empunhar a bandeira da Liberdade.
Maduro não é Chavéz e tampouco terão os venezuelanos a têmpera de resistentes e o amor sacrificial pela liberdade que tiveram e têm os cubanos.
O exemplo da facilidade com que o Capital afastou Lula, Dilma e o P.T. brasileiro, das políticas sociais no Brasil e o desconchavo com que uma nação abusada, maltratada e esfomeada, tirada do pardieiro da submissão se esqueceu, aparentemente do seu passado recente, assim como parece estar a acontecer na pequena burguesia venezuelana, dir - lhe - ão que a ameaça à revolução bolivariana é para levar a sério.
Nós por cá estamos a ser cilindrados, pela manipulação mil vezes repetida e até ver, com sucesso junto de uma esquerda(!!!???) que já não usa o termo capitalista, com imagens e reportagens NÃO sobre o boicote financeiro e económico obscenos, que os USA e a cadela amestrada que a Europa tem conseguido ser, exercido sobre um estado que quer ser social e não capitalista, explorador e voraz, mas sobre as CONSEQUÊNCIAS, sem a denúncia dos autores materiais e morais da desgraça programada.
Da esperança utópica, a Venezuela de Chavéz, o Brasil de Lula, a Cuba de Castro, partiram para a acção e tiraram milhões da miséria enquanto a reacção, sempre brutal e implacável, pelas vítimas que o processo da retoma do poder capitalista perdido costuma deixar pelo caminho sob olhos vesgos pela retórica libertária e democrática, ainda calculava os passos a dar, arregimentando interesses e compadrios excellciando as perdas de lucros projectados.
Foi - me insuportável o cinismo da retórica do anti - esquerdista Sérgio Sousa Pinto, ( EXPRESSO 25 AG )franco atirador socialista, hoje ressentido, amargo, anti -moralista, anti -comunista, tremendista, sobre a quimera atrelada às tentativas das nações de prosseguirem políticas sociais, mesmo que a deserção das suas hostes progressistas e posteriores aviltamentos dos fracassos e corrupções da Ideia por intérpretes contaminados pelo ouro lhes esmoreçam, por vezes, o fervor.
A corrupção política e ética que, eventualmente, atinge e que tinge essa quimera através de maus intérpretes, como o exemplo retalhado da Nicarágua de Daniel Ortega, no deve/haver das comparações históricas dos crimes cometidos pela Utopia e pelo Capitalismo, é... NADA. É o mesmo tipo de voracidade lógica que fará da Igreja Cristã uma Universidade de e para pedófilos e gays.
P.S - A referência ao sociólogo P. Bordieu como eventual mentor da radicalidade militante da suposta imaturidade da extrema - esquerda não passa de uma atoarda dirigida não à Ideia mas uma alfinetada a alguém..., quero crer.
NICOLÁS MADURO, o ex - sindicalista, hoje presidente da Venezuela, encontra - se, como outras lideranças no passado recente e longínquo da História da América Latina e, decididamente no resto do mundo socialista e que ainda não se tenha rendido ao Sistema, melhor, ao regime Capitalista, sobre um ferocíssimo ataque do Capital, mascarado de dama democrática a empunhar a bandeira da Liberdade.
Maduro não é Chavéz e tampouco terão os venezuelanos a têmpera de resistentes e o amor sacrificial pela liberdade que tiveram e têm os cubanos.
O exemplo da facilidade com que o Capital afastou Lula, Dilma e o P.T. brasileiro, das políticas sociais no Brasil e o desconchavo com que uma nação abusada, maltratada e esfomeada, tirada do pardieiro da submissão se esqueceu, aparentemente do seu passado recente, assim como parece estar a acontecer na pequena burguesia venezuelana, dir - lhe - ão que a ameaça à revolução bolivariana é para levar a sério.
Nós por cá estamos a ser cilindrados, pela manipulação mil vezes repetida e até ver, com sucesso junto de uma esquerda(!!!???) que já não usa o termo capitalista, com imagens e reportagens NÃO sobre o boicote financeiro e económico obscenos, que os USA e a cadela amestrada que a Europa tem conseguido ser, exercido sobre um estado que quer ser social e não capitalista, explorador e voraz, mas sobre as CONSEQUÊNCIAS, sem a denúncia dos autores materiais e morais da desgraça programada.
Da esperança utópica, a Venezuela de Chavéz, o Brasil de Lula, a Cuba de Castro, partiram para a acção e tiraram milhões da miséria enquanto a reacção, sempre brutal e implacável, pelas vítimas que o processo da retoma do poder capitalista perdido costuma deixar pelo caminho sob olhos vesgos pela retórica libertária e democrática, ainda calculava os passos a dar, arregimentando interesses e compadrios excellciando as perdas de lucros projectados.
Foi - me insuportável o cinismo da retórica do anti - esquerdista Sérgio Sousa Pinto, ( EXPRESSO 25 AG )franco atirador socialista, hoje ressentido, amargo, anti -moralista, anti -comunista, tremendista, sobre a quimera atrelada às tentativas das nações de prosseguirem políticas sociais, mesmo que a deserção das suas hostes progressistas e posteriores aviltamentos dos fracassos e corrupções da Ideia por intérpretes contaminados pelo ouro lhes esmoreçam, por vezes, o fervor.
A corrupção política e ética que, eventualmente, atinge e que tinge essa quimera através de maus intérpretes, como o exemplo retalhado da Nicarágua de Daniel Ortega, no deve/haver das comparações históricas dos crimes cometidos pela Utopia e pelo Capitalismo, é... NADA. É o mesmo tipo de voracidade lógica que fará da Igreja Cristã uma Universidade de e para pedófilos e gays.
P.S - A referência ao sociólogo P. Bordieu como eventual mentor da radicalidade militante da suposta imaturidade da extrema - esquerda não passa de uma atoarda dirigida não à Ideia mas uma alfinetada a alguém..., quero crer.
domingo, agosto 26, 2018
TIROCÍNIO FEITO
MÁRIO CENTENO
DE TECNOCRATA A BURROCRATA?
PRESIDENTE DO EUROGRUPO
DEFINITIVAMENTE, não gostei do vídeo do Eurogrupo vocalizado pelo seu presidente Mário Centeno, em congratulação à capitulação grega que.como Ministro das Finanças em Portugal, objectivamente combateu e combate através, sabe - se agora( ? ? ), de uma forte liderança política do primeiro-Ministro A.Costa.
Um executante robótico que uma curta iniciação política não terá chegado para contrariar os seus pares ou, com o fim de uma brutal intervenção do passado, o virar da página austeritária que tantos malefícios trouxe à U.E.? Se sim, a intervenção, pelos considerandos associados, neutralizou a mensagem.
Por cá, espera - se que os resultados do Governo, obriguem o Presidente do Eurogrupo a um discurso e acções outras, de congratulação à não - capitulação austeritária seguida pelo Governo português.
A minha curiosidade sobre o contorcionismo político necessário sobre uma dupla congratulação, confesso, é imensa.
DE TECNOCRATA A BURROCRATA?
PRESIDENTE DO EUROGRUPO
DEFINITIVAMENTE, não gostei do vídeo do Eurogrupo vocalizado pelo seu presidente Mário Centeno, em congratulação à capitulação grega que.como Ministro das Finanças em Portugal, objectivamente combateu e combate através, sabe - se agora( ? ? ), de uma forte liderança política do primeiro-Ministro A.Costa.
Um executante robótico que uma curta iniciação política não terá chegado para contrariar os seus pares ou, com o fim de uma brutal intervenção do passado, o virar da página austeritária que tantos malefícios trouxe à U.E.? Se sim, a intervenção, pelos considerandos associados, neutralizou a mensagem.
Por cá, espera - se que os resultados do Governo, obriguem o Presidente do Eurogrupo a um discurso e acções outras, de congratulação à não - capitulação austeritária seguida pelo Governo português.
A minha curiosidade sobre o contorcionismo político necessário sobre uma dupla congratulação, confesso, é imensa.
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