DO UMBIGO GRANDE ...
...aos umbiguinhos mesquinhos
Confesso que ainda não li nenhum " post " do blogue do sr. Guinote, entre a meia dúzia de blogues que acompanho. Pelo que li hoje no Expresso, ele tornou - se um repositório de lamúrias à volta do decreto que lhe deu forma -" A pasta de Educação só foi ocupada nos últimos anos por três pessoas devidamente qualificadas ( avaliadas por ele, claro; o sublinhado é meu ) : Roberto Carneiro, Marçal Grilo e David Justino. O resto é para esquecer ".
Não sei em que é que se baseou o Sr. Guinote para AVALIAR o desempenho destes ex - M.E., mas calculo que tenha sido a " moleza " com que lidaram com o corporativismo da classe, já que lhe desconheço outras competências a não ser os interesses pessoais, para essa avaliação.
Os professores, como o sr. Guinote, presumem - se os donos da verdade educativa, administrativa e política das Escolas, esquecendo amiúde que são instrumentos, exacto, instrumentos embora não desprezáveis, pelo contrário, da aplicação de uma visão politica sufragada democráticamente pelos pais dos alunos que eles leccionam; isso em democracia, claro.
Sê - lo - iam numa empresa como numa escola privada.
Interessante neste infindável fado, é que o Programa Escolar lato sensu nunca esteve em debate pelos seus orientadores, ao contrário dos seus interesses económicos e de carreira.
Nenhum, repito, nenhum M.E. "serviu " até hoje os interesses dos professores da maneira em que interpretam o seu papel como ministro à luz desses pressupostos.
O) blogue do Sr. Guinote parece ser, nas palavras da repórter, um espaço de " desabafo psicanalítico ". Deve ser aterrador navegar por esse universo de carpideiras, espelho da choradeira nacional onde a CULPA, essa malvada, das desgraças do País está SEMPRE nos OUTROS e não na resultante de cada um dos nossos actos individuais.
A haver catarse, já agora, comecemos por uma auto -avaliação sincera da mediocridade profissional, da mesquinhez do carácter, da arrogância inculta, enfim da chico -espertice, em favor de um melhoramento pessoal, como cidadão? É que o que virá desse aperfeiçoamento libertará muita gente do divã da psicanálise e o País agradecerá.
sexta-feira, abril 10, 2009
TANTO BARULHO,
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
quinta-feira, abril 09, 2009
PORTO...RICO?
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
segunda-feira, abril 06, 2009
G 20 - ou o síndrome da caverna...
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
domingo, abril 05, 2009
A " DANÇA " DO DVD...
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
quarta-feira, abril 01, 2009
PORTUGAL e a selecção portuguesa de futebol
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
terça-feira, março 31, 2009
AS MINHAS MAIS SINCERAS DESCULPAS...
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
sábado, março 28, 2009
" O fardo da escolha " - H. Raposo - Expresso 28 /3/09
" A tirania com mais êxito não é aquela que usa a força para assegurar a uniformidade mas a que retira a consciência de outras possibilidades, isto é, que faz parecer inconcebível que outros processos sejam viáveis, que retira à consciência a existência de um mundo externo " - BLOOM
Esse foi o grande pecado no processo da fossilização de um regime - o democrático - que teima em não EVOLUIR.
O mimetismo, esse sim acéfalo, que criou esse interminável conformismo em todo o mundo onde vingou, onde os seus " valores " repetidamente postos em causa cá dentro antes de o serem por outros regimes onde a " modernidade " de se criarem alternativas foi vista, cá dentro, como uma ameaça a um modo de vida que se determinou como definitiva, atesta a decadência intelectual que o pensamento único - o " democrático " provocou nos seus cidadãos.
Essa " submissão " que H . Raposo na sua crónica no Expresso de hoje, remete às sociedades e cidadãos teocratizados pelo Islão como solução para a angústia que a Liberdade acarreta, é, de facto, o grande óbice à reforma que a Democracia EXIGE.
Um regime que formata intelectualmente os seus cidadãos com " valores " que, aceites sem resistência, como a ditadura da maioria onde a moralidade se esgota no interesse próprio e é universalmente aceite, onde o lucro é um valor em demanda justificado por si, o Amor se reduz à genitalidade e à Biologia, o sucesso à representação do novo - riquismo do dinheiro e aparições mediáticas, a Racionalidade como mera abstracção diletante de " filósofos ", a Solidariedade ( condição biológica entre todas as espécies gregárias ) como caridade, a Fraternidade, reduzida ao tribalismo geográfico, a Cultura como artefacto residual da Tradição e em que o HOMEM está sózinho perante as suas escolhas sem NENHUMA referência à qual possa remeter a autoridade intelectual e moral dos seus actos, só pode ter como referência a Besta - a Opinião Pública -.
Por mim, sinto - me LIVRE e a angústia que sinto é provocada pela solidariedade biológica que não -racional pela espécie de que faço parte.
É que se racionalizo abstractamente e não em racionalidade, que é outra coisa, a única conclusão a que chego é que a espécie merece a Servidão que a sua Estupidez proclama e aí acabaria a minha solidariedade, já que me sentiria pertencer a Outra espécie que não esta.
" A tirania com mais êxito não é aquela que usa a força para assegurar a uniformidade mas a que retira a consciência de outras possibilidades, isto é, que faz parecer inconcebível que outros processos sejam viáveis, que retira à consciência a existência de um mundo externo " - BLOOM
Esse foi o grande pecado no processo da fossilização de um regime - o democrático - que teima em não EVOLUIR.
O mimetismo, esse sim acéfalo, que criou esse interminável conformismo em todo o mundo onde vingou, onde os seus " valores " repetidamente postos em causa cá dentro antes de o serem por outros regimes onde a " modernidade " de se criarem alternativas foi vista, cá dentro, como uma ameaça a um modo de vida que se determinou como definitiva, atesta a decadência intelectual que o pensamento único - o " democrático " provocou nos seus cidadãos.
Essa " submissão " que H . Raposo na sua crónica no Expresso de hoje, remete às sociedades e cidadãos teocratizados pelo Islão como solução para a angústia que a Liberdade acarreta, é, de facto, o grande óbice à reforma que a Democracia EXIGE.
Um regime que formata intelectualmente os seus cidadãos com " valores " que, aceites sem resistência, como a ditadura da maioria onde a moralidade se esgota no interesse próprio e é universalmente aceite, onde o lucro é um valor em demanda justificado por si, o Amor se reduz à genitalidade e à Biologia, o sucesso à representação do novo - riquismo do dinheiro e aparições mediáticas, a Racionalidade como mera abstracção diletante de " filósofos ", a Solidariedade ( condição biológica entre todas as espécies gregárias ) como caridade, a Fraternidade, reduzida ao tribalismo geográfico, a Cultura como artefacto residual da Tradição e em que o HOMEM está sózinho perante as suas escolhas sem NENHUMA referência à qual possa remeter a autoridade intelectual e moral dos seus actos, só pode ter como referência a Besta - a Opinião Pública -.
Por mim, sinto - me LIVRE e a angústia que sinto é provocada pela solidariedade biológica que não -racional pela espécie de que faço parte.
É que se racionalizo abstractamente e não em racionalidade, que é outra coisa, a única conclusão a que chego é que a espécie merece a Servidão que a sua Estupidez proclama e aí acabaria a minha solidariedade, já que me sentiria pertencer a Outra espécie que não esta.
sexta-feira, março 27, 2009
FREEPORT, ainda...
Bem, pelos vistos ainda mexe. E mexe com a denúncia de orientações de cartas anónimas e reuniões preparatórias de magistrados com jornalistas, com deputados e com próximos do governo de então - Uma campanha dirigida com um alvo definido - SÓCRATES.
Enfim, deixo a palavra a ao Bastonário dos Advogados, Marinho Pinto com perguntas e factos muuuuuito relevantes e graves. Leiam - no e ouçam - no.
O resto, as babosices de que os Media, cada vez mais movidos a estrogénio, " estremecem" em espasmos de cretinice onde o " essencial ", que só a Cultura permite antever e analisar, é PULSÃO.
Bem, pelos vistos ainda mexe. E mexe com a denúncia de orientações de cartas anónimas e reuniões preparatórias de magistrados com jornalistas, com deputados e com próximos do governo de então - Uma campanha dirigida com um alvo definido - SÓCRATES.
Enfim, deixo a palavra a ao Bastonário dos Advogados, Marinho Pinto com perguntas e factos muuuuuito relevantes e graves. Leiam - no e ouçam - no.
O resto, as babosices de que os Media, cada vez mais movidos a estrogénio, " estremecem" em espasmos de cretinice onde o " essencial ", que só a Cultura permite antever e analisar, é PULSÃO.
domingo, março 22, 2009
Poder democrático!!!?
As últimas manifestações que a CGTP tem protagonizado com deliberados enfoques partidários honestamente expressas pelo seu líder Carvalho da Silva que sempre respeitei, ainda antes de ser DR., que pelos vistos, em certas mentes, lhe terá dado credibilidade, dizia eu, incomodaram -me.
Incomoda - me essa estreiteza política do PS e , claro do seu líder, manifestada na análise do significado das movimentações de massas. Considerar acéfala a multidão que tem saído à rua em protesto é autismo à mistura com uma ignorância cultural evidente.
Ler, sem aprender reflectindo, agir sem analisar a - priori as consequências das acções a breve, médio e longo prazo é navegar sem bússola e sem memória.
De nada servem as comparações com o desnorte planetário se AQUI em Portugal ficarmos,sob o alibi da famigerada globalização, à espera dos ventos de Espanha,das ordens de Bruxelas e do rumo dos ESTATES enquanto a população anda na rua a exigir acções imediatas que lhe devolvam as expectativas que o ESTADO lhe criou.
O regresso à pureza política em que a economia é um elemento e não o determinante parece, nos dias que correm,uma utopia tão grande como a mudança de mentalidades que a História dos povos NUNCA registou.
É por isso que, repito, já quase só resta o FUNCIONALISMO que a máquina estatal poderá prover, o PRAGMATISMO temperado com medidas pontuais de minimização do desgaste social e é EXACTAMENTE ISSO que os Estados de Norte a Sul, de Leste a Oeste estão a fazer.
A solução ideológica tardará a vir e só aparecerá a reboque de uma REVOLUÇÃO, que por ora nem os manifestantes desejam.
Na análise quase diária do pulso social, económico, psicológico e político do País com respostas consentâneas a evitar o caos estará, por ora, a virtude dos líderes mundiais, Sócrates incluído.
MAS... o grande mas...
E o nosso papel, a nossa responsabilidade vai -se esgotar na lamúria? Queremos a Revolução para amanhã? É que já há candidatos na lista dos SALVADORES da Pátria e nós temos a Obrigação de já ter aprendido alguma coisa com a História.
O QUE É QUE TEMOS FEITO PARA O PAÍS? Trabalhar É uma obrigação individual. E o resto que é quase tudo em sociedades civilizadas!!!?
As últimas manifestações que a CGTP tem protagonizado com deliberados enfoques partidários honestamente expressas pelo seu líder Carvalho da Silva que sempre respeitei, ainda antes de ser DR., que pelos vistos, em certas mentes, lhe terá dado credibilidade, dizia eu, incomodaram -me.
Incomoda - me essa estreiteza política do PS e , claro do seu líder, manifestada na análise do significado das movimentações de massas. Considerar acéfala a multidão que tem saído à rua em protesto é autismo à mistura com uma ignorância cultural evidente.
Ler, sem aprender reflectindo, agir sem analisar a - priori as consequências das acções a breve, médio e longo prazo é navegar sem bússola e sem memória.
De nada servem as comparações com o desnorte planetário se AQUI em Portugal ficarmos,sob o alibi da famigerada globalização, à espera dos ventos de Espanha,das ordens de Bruxelas e do rumo dos ESTATES enquanto a população anda na rua a exigir acções imediatas que lhe devolvam as expectativas que o ESTADO lhe criou.
O regresso à pureza política em que a economia é um elemento e não o determinante parece, nos dias que correm,uma utopia tão grande como a mudança de mentalidades que a História dos povos NUNCA registou.
É por isso que, repito, já quase só resta o FUNCIONALISMO que a máquina estatal poderá prover, o PRAGMATISMO temperado com medidas pontuais de minimização do desgaste social e é EXACTAMENTE ISSO que os Estados de Norte a Sul, de Leste a Oeste estão a fazer.
A solução ideológica tardará a vir e só aparecerá a reboque de uma REVOLUÇÃO, que por ora nem os manifestantes desejam.
Na análise quase diária do pulso social, económico, psicológico e político do País com respostas consentâneas a evitar o caos estará, por ora, a virtude dos líderes mundiais, Sócrates incluído.
MAS... o grande mas...
E o nosso papel, a nossa responsabilidade vai -se esgotar na lamúria? Queremos a Revolução para amanhã? É que já há candidatos na lista dos SALVADORES da Pátria e nós temos a Obrigação de já ter aprendido alguma coisa com a História.
O QUE É QUE TEMOS FEITO PARA O PAÍS? Trabalhar É uma obrigação individual. E o resto que é quase tudo em sociedades civilizadas!!!?
AH!!! o gloriosinho...
Um erro de arbitragem e a capacidade de QUIM permitiram ao Benfica ganhar um título.
PARABÉNS aos jogadores que fizeram o que puderam e o Sporting deixou.
Só um pequeno reparo para o mau carácter desportivo de Derlei. O homem cometeu mais de uma dúzia de faltas anti - desportivas e NEM POR UMA ÚNICA VEZ VIU UM AMARELO.
A complacência de um árbitro de má memória para o Benfica que pela primeira vez ganhou um jogo arbitrado por esse senhor, raiou a cobardia.
E que dizer do senhor Pedro Silva? Vai ser irradiado do campeonato? Atirar ostensivamente para o " caixote de lixo " a medalha desportiva que pelos vistos nem a marecia nas barbas dos dirigentes da Liga só poderá vter uma e única resposta - IRRADIAÇÃO.
Eu pelo meu lado de adepto de futebol primeiro e depois do Benfica não tenha nada a festejar do que se passou ontem.
Um erro de arbitragem e a capacidade de QUIM permitiram ao Benfica ganhar um título.
PARABÉNS aos jogadores que fizeram o que puderam e o Sporting deixou.
Só um pequeno reparo para o mau carácter desportivo de Derlei. O homem cometeu mais de uma dúzia de faltas anti - desportivas e NEM POR UMA ÚNICA VEZ VIU UM AMARELO.
A complacência de um árbitro de má memória para o Benfica que pela primeira vez ganhou um jogo arbitrado por esse senhor, raiou a cobardia.
E que dizer do senhor Pedro Silva? Vai ser irradiado do campeonato? Atirar ostensivamente para o " caixote de lixo " a medalha desportiva que pelos vistos nem a marecia nas barbas dos dirigentes da Liga só poderá vter uma e única resposta - IRRADIAÇÃO.
Eu pelo meu lado de adepto de futebol primeiro e depois do Benfica não tenha nada a festejar do que se passou ontem.
sábado, março 14, 2009
O GLORIOSO
Por que diabo estou a começar essa prosa sobre o Sporting com essa referência incontornável ao maior club de Portugal, quando o que queria era falar do Sporting? Simplesmente porque aprendi que em Portugal essa realidade acompanha o dia - a - dia dos nossos rivais.
Até nos seus fracassos aparece SEMPRE a imagem redentora do Benfica a minimizar as incompetências. Eu traduzo - Se ao Glorioso de vez em quando acontecem (!!!?) coisas dessas porque não a nós?
De Rogério Alves ao Dias Ferreira passando pelo simples simpatizante a " conversa " é a mesma. O sr. Ferreira até conseguiu ver na " desgraça " sportinguista o dedo do DIABO -MOR Sócrates no fomento da " calanzice " sportinguista e por arrasto, nacional. Aliás, e já agora...Eu acho que a raiva contra o Sócrates e não ao PS tem-me confirmado a matriz da alma lusitana - FRUSTRAÇÃO. Na época das epopeias marítimas a solução foi a fuga suicidária pelo mar adentro. Hoje, do século XVII ao século XXI, tem sido a Inveja, a Intriga e a má língua a balizar, quase sempre, o pensamento da burguesia nacional.
A propósito, qual é a habilidade do já chamado fantasma do Benfica ( e lá está ela - a referência ) - o Liedson - que lhe tem permitido estar sempre ausente desses sarilhos.
Ele já jogou este ano alguma vez contra o Porto, por exemplo?
Um conselho, já agora. O Veloso é um jogador médio e como ele há muitos no País. Porque diabo de caturrice e cegueira é que não o deixam ir embora provar o que de facto vale?
Por que diabo estou a começar essa prosa sobre o Sporting com essa referência incontornável ao maior club de Portugal, quando o que queria era falar do Sporting? Simplesmente porque aprendi que em Portugal essa realidade acompanha o dia - a - dia dos nossos rivais.
Até nos seus fracassos aparece SEMPRE a imagem redentora do Benfica a minimizar as incompetências. Eu traduzo - Se ao Glorioso de vez em quando acontecem (!!!?) coisas dessas porque não a nós?
De Rogério Alves ao Dias Ferreira passando pelo simples simpatizante a " conversa " é a mesma. O sr. Ferreira até conseguiu ver na " desgraça " sportinguista o dedo do DIABO -MOR Sócrates no fomento da " calanzice " sportinguista e por arrasto, nacional. Aliás, e já agora...Eu acho que a raiva contra o Sócrates e não ao PS tem-me confirmado a matriz da alma lusitana - FRUSTRAÇÃO. Na época das epopeias marítimas a solução foi a fuga suicidária pelo mar adentro. Hoje, do século XVII ao século XXI, tem sido a Inveja, a Intriga e a má língua a balizar, quase sempre, o pensamento da burguesia nacional.
A propósito, qual é a habilidade do já chamado fantasma do Benfica ( e lá está ela - a referência ) - o Liedson - que lhe tem permitido estar sempre ausente desses sarilhos.
Ele já jogou este ano alguma vez contra o Porto, por exemplo?
Um conselho, já agora. O Veloso é um jogador médio e como ele há muitos no País. Porque diabo de caturrice e cegueira é que não o deixam ir embora provar o que de facto vale?
sábado, março 07, 2009
SÓCRATES ARRASA MANUELA
Se eu fosse Director de um jornal este seria o título da 1ª página de hoje...
... se não fosse tão doloroso para o Expresso a constatação do, mesmo com as campanhas negras ( sem aspas ) incluídas, reconhecimento do Povo pelo bom trabalho que o P.M. está a fazer num País, para muitos ingovernável.
Por outro lado, ataca -se, com fundamento hiberbólico um software não revisto por quem tinha a obrigação de o fazer procurando, em grandes parangonas, atingir indirectamente Sócrates.
E faz -se uso de uma interpretação, já não abusiva mas sim desonesta, de uma frase de M. Alegre, " eleito " pela Direita e pela Extrema - esquerda, também abusivamente, como o putativo coveiro do PM.
À pergunta da jornalista C. Figueiredo - Se os movimentos de cidadãos pudessem candidatar - se ao Parlamento avançava com o MIC já nas próximas legislativas ?, a resposta de Alegre foi: - Avançava. Contra o P.S.? insiste a jornalista, em busca de um título sonante para a 1ª página. CONTRA O STATU QUO E A FAVOR DE UMA RENOVAÇÃO DA DEMOCRACIA... respondeu Alegre
No entanto, o que aparece na 1ª página do Expresso é um produto, ou de Ignorância ou de pura má - fé - Se houvesse candidaturas independentes concorria contra o P.S. ( sic ), confundindo o statu quo ( democracia liberal ) com a maioria absoluta do PS e isso foi ignorância que nem a salvaguarda de interpretação dada por M. Alegre no resto da frase ajudou ou má - fé deliberada na manipulação desonesta e desrespeitosa do que foi dito.
E isso tem sido recorrentemente usado e abusado quando não se vai buscar alarvidades a outras bocas que possam impunemente ser usadas para títulos sonantes, em nome da liberdade de expressão, claro está. Uma lástima, enfim...
A responsabilidade cívica e social dos Media também passa por aí, melhor, DEVERIA, embora saibamos que normalmente os zelotas velam melhor pelos alegados interesses do dono do que o próprio.
Se eu fosse Director de um jornal este seria o título da 1ª página de hoje...
... se não fosse tão doloroso para o Expresso a constatação do, mesmo com as campanhas negras ( sem aspas ) incluídas, reconhecimento do Povo pelo bom trabalho que o P.M. está a fazer num País, para muitos ingovernável.
Por outro lado, ataca -se, com fundamento hiberbólico um software não revisto por quem tinha a obrigação de o fazer procurando, em grandes parangonas, atingir indirectamente Sócrates.
E faz -se uso de uma interpretação, já não abusiva mas sim desonesta, de uma frase de M. Alegre, " eleito " pela Direita e pela Extrema - esquerda, também abusivamente, como o putativo coveiro do PM.
À pergunta da jornalista C. Figueiredo - Se os movimentos de cidadãos pudessem candidatar - se ao Parlamento avançava com o MIC já nas próximas legislativas ?, a resposta de Alegre foi: - Avançava. Contra o P.S.? insiste a jornalista, em busca de um título sonante para a 1ª página. CONTRA O STATU QUO E A FAVOR DE UMA RENOVAÇÃO DA DEMOCRACIA... respondeu Alegre
No entanto, o que aparece na 1ª página do Expresso é um produto, ou de Ignorância ou de pura má - fé - Se houvesse candidaturas independentes concorria contra o P.S. ( sic ), confundindo o statu quo ( democracia liberal ) com a maioria absoluta do PS e isso foi ignorância que nem a salvaguarda de interpretação dada por M. Alegre no resto da frase ajudou ou má - fé deliberada na manipulação desonesta e desrespeitosa do que foi dito.
E isso tem sido recorrentemente usado e abusado quando não se vai buscar alarvidades a outras bocas que possam impunemente ser usadas para títulos sonantes, em nome da liberdade de expressão, claro está. Uma lástima, enfim...
A responsabilidade cívica e social dos Media também passa por aí, melhor, DEVERIA, embora saibamos que normalmente os zelotas velam melhor pelos alegados interesses do dono do que o próprio.
segunda-feira, março 02, 2009
CERCO MORALISTA!!!!?
Henrique Raposo, cronista do Expresso tem - nos habituado a uma prosa " fracturante " e proclamatória onde a par de " verdades " evidentes mistura especulações /desejos na mesma conclusão rebarbativa e mistificadora com que, definitivo, pontua. Dizer, como o fez no último Expresso de 28/2 que o Estado de Direito é uma ficção é mera taulologia que o próprio conceito jurídico de Estado acumula.
Todo o Estado é uma construção com as fronteiras definidas ou a definir. A não ser assim, a sua base que é o Direito se finaria em legislação acabada.
A procura da conjugação dessa " virtualidade " legal com a realidade, com as dificuldades que ela apresenta " ficciona " o Estado como uma meta nunca tangível e que se vai modificando com a volubilidade do real.
Por outro lado, quando diz que " Portugal só aquece políticamente para discutir a esfera íntima do sujeito privado " leva - me a pensar quais serão as fontes do cronista na análise da realidade política portuguesa.
Cerco Moralista!!!? Um exagero evidente! Portugal ri - se do atrapalhamento da PSP que não conhece a " Origem do mundo " em vez de a deplorar e está -se marimbando para os casamentos gay e o seu universo desde que não o toque de perto.
É um facto ( peço desculpa de continuar, mas acontece que AGORA não tenho nada de importante a fazer ) que a " esfera pública " se desvanece nas sociedades narcísicas que o consumo alimenta ajudado pelo péssimo jornalismo, contaminado pela Televisão , que se alastra pelo Globo, não só pela incultura, desinformação, irresponsabilidade politica e social com que as escolas de Comunicação Social lobotomizam os seus estudantes, malévolamente industriados pela cartilha politica dos seus mestres, mas também pelo desprezo com que a OBJECTIVIDADE, produto a alcançar teóricamente pelo raciocínio é tratada.
Por outro lado, dividir Portugal entre a Esquerda anti - clerical e a Direita conservadora dá vontade de rir.
É que ele há fascínios que por vezes as últimas leituras explicam.
A sociedade sem adjectivos é, DEFINITIVAMENTE uma sociedade imoral. A amoralidade é um conceito vazio entre os humanos. É, isso sim, uma ficção.
A escrita, citada, de Ruben Fonseca em " Ela e outras mulheres ", a julgar pela narrativa exemplificada por H. Raposo, só pode ser classificada de imoral. A Moral nunca foi nem será unipessoal. Ela é universal no, passe a redundância, universo em que se exerce a sua essência, na cultura que a criou.
No Ocidente, por mais que sub- homens exerçam a tortura sobre o seu semelhante ela nunca será amoral. Será sempre abjecta, como abjecto o espirito que sem a adjectivar a branqueia sob o nome de ARTE, interesses do Estado e liberdade sadomasoquista.
É que a Arte só é capaz de ser expressa por espíritos nobres, adjectivantes e positivos. Ela só pode engrandecer - nos, como manifestação superior da criatividade e liberdades humanas.
Henrique Raposo, cronista do Expresso tem - nos habituado a uma prosa " fracturante " e proclamatória onde a par de " verdades " evidentes mistura especulações /desejos na mesma conclusão rebarbativa e mistificadora com que, definitivo, pontua. Dizer, como o fez no último Expresso de 28/2 que o Estado de Direito é uma ficção é mera taulologia que o próprio conceito jurídico de Estado acumula.
Todo o Estado é uma construção com as fronteiras definidas ou a definir. A não ser assim, a sua base que é o Direito se finaria em legislação acabada.
A procura da conjugação dessa " virtualidade " legal com a realidade, com as dificuldades que ela apresenta " ficciona " o Estado como uma meta nunca tangível e que se vai modificando com a volubilidade do real.
Por outro lado, quando diz que " Portugal só aquece políticamente para discutir a esfera íntima do sujeito privado " leva - me a pensar quais serão as fontes do cronista na análise da realidade política portuguesa.
Cerco Moralista!!!? Um exagero evidente! Portugal ri - se do atrapalhamento da PSP que não conhece a " Origem do mundo " em vez de a deplorar e está -se marimbando para os casamentos gay e o seu universo desde que não o toque de perto.
É um facto ( peço desculpa de continuar, mas acontece que AGORA não tenho nada de importante a fazer ) que a " esfera pública " se desvanece nas sociedades narcísicas que o consumo alimenta ajudado pelo péssimo jornalismo, contaminado pela Televisão , que se alastra pelo Globo, não só pela incultura, desinformação, irresponsabilidade politica e social com que as escolas de Comunicação Social lobotomizam os seus estudantes, malévolamente industriados pela cartilha politica dos seus mestres, mas também pelo desprezo com que a OBJECTIVIDADE, produto a alcançar teóricamente pelo raciocínio é tratada.
Por outro lado, dividir Portugal entre a Esquerda anti - clerical e a Direita conservadora dá vontade de rir.
É que ele há fascínios que por vezes as últimas leituras explicam.
A sociedade sem adjectivos é, DEFINITIVAMENTE uma sociedade imoral. A amoralidade é um conceito vazio entre os humanos. É, isso sim, uma ficção.
A escrita, citada, de Ruben Fonseca em " Ela e outras mulheres ", a julgar pela narrativa exemplificada por H. Raposo, só pode ser classificada de imoral. A Moral nunca foi nem será unipessoal. Ela é universal no, passe a redundância, universo em que se exerce a sua essência, na cultura que a criou.
No Ocidente, por mais que sub- homens exerçam a tortura sobre o seu semelhante ela nunca será amoral. Será sempre abjecta, como abjecto o espirito que sem a adjectivar a branqueia sob o nome de ARTE, interesses do Estado e liberdade sadomasoquista.
É que a Arte só é capaz de ser expressa por espíritos nobres, adjectivantes e positivos. Ela só pode engrandecer - nos, como manifestação superior da criatividade e liberdades humanas.
NINO VIEIRA...
... e o ajuste de contas com a História.
O assassinato do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas da Guiné - Tagme Na Waie teve como consequência imediata o " fuzilamento " de Nino Vieira pelos apoiantes de Na Waie.
Não se sabe se a execução de Waie foi a mando de Vieira, mas as palavras de Waie, conhecedor das práticas de fuzilamento do seu Presidente - Os nossos destinos estão cruzados. O meu assasinato provocará a morte imediata de Nino Vieira, cito de cor, foram proféticas.
Vítimas de uma sociedade que cedo começou a desrespeitar as frágeis Instituições que estavam a criar com o irracional golpe de Estado que Nino chefiou contra Luís Cabral sustentado por pressões étnicas, o Estado da Guiné entrou num rodopio sangrento de golpes e contra - golpes, patéticos, estúpidos enquanto a sua população definha em pobreza, com o futuro adiado por décadas enquanto os seus políticos brincam às revoluções.
Nino Vieira pagou pelo que fez. De nada valerá o branqueamento que as notícias, ignorando o assassinato de Waie, arrastam na despenalização gelatinosa que a ignorância histórica do percurso de Nino Vieira parece justificar.
O ataque contra a Instituição merece repúdio, mas foi Nino Vieira o precursor da moda.
Lamento a sua morte mas não lhe devo nenhum respeito.
... e o ajuste de contas com a História.
O assassinato do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas da Guiné - Tagme Na Waie teve como consequência imediata o " fuzilamento " de Nino Vieira pelos apoiantes de Na Waie.
Não se sabe se a execução de Waie foi a mando de Vieira, mas as palavras de Waie, conhecedor das práticas de fuzilamento do seu Presidente - Os nossos destinos estão cruzados. O meu assasinato provocará a morte imediata de Nino Vieira, cito de cor, foram proféticas.
Vítimas de uma sociedade que cedo começou a desrespeitar as frágeis Instituições que estavam a criar com o irracional golpe de Estado que Nino chefiou contra Luís Cabral sustentado por pressões étnicas, o Estado da Guiné entrou num rodopio sangrento de golpes e contra - golpes, patéticos, estúpidos enquanto a sua população definha em pobreza, com o futuro adiado por décadas enquanto os seus políticos brincam às revoluções.
Nino Vieira pagou pelo que fez. De nada valerá o branqueamento que as notícias, ignorando o assassinato de Waie, arrastam na despenalização gelatinosa que a ignorância histórica do percurso de Nino Vieira parece justificar.
O ataque contra a Instituição merece repúdio, mas foi Nino Vieira o precursor da moda.
Lamento a sua morte mas não lhe devo nenhum respeito.
domingo, março 01, 2009
CONGRESSO DO PS
Acabou como começou - sem " histórias " que fariam as delicias dos Media mas com História - a consagração quase unânime de um líder, apoiado maciçamente pelos militantes e... segundo as sondagens, pela maioria do Povo português.
Falar das qualidades do PM português no exercício da sua actividade é, em si, a menorização fundamentada da recorrente acusação de que é alvo pela Oposição - Arrogância .
Acontece que ela, a existir, seria uma consequência da narrativa de um percurso sólido, coerente, racionalizado, em nome de um projecto - a modernização do País preparando - o para o futuro, sem perder de vista o seu carácter e as assimetrias que o pontuam.
Inatacável no argumentário político, corajoso na defesa dos soezes ataques pessoais contra o carácter, imbatível na segurança dos " DOSSIERS " da governação, Sócrates só poderia ser atacado ideológicamente, em nome da herança que lhe sobrevém da história do PS e da Esquerda.
Porém ,numa sociedade e num mundo em que as ideologias fenecem na amorfidade intelectual do Ocidente, sem causas desde a queda do muro de Berlim e do falhanço aparatoso dos dirigentes comunistas a somar ao desmascaramento da podridão instalada na Democracia liberal, livremente arquitectada, o Pragmatismo e o Funcionalismo da máquina administrativa em prol da minimização recorrente das desigualdades sociais e do efectivo poder do Estado por cima da Liberdade que ele tem a OBRIGAÇÃO de gerir, a meta de um estadista é a eficácia.
Sócrates sabe - o e de Gasset, de quem C. Figueiredo insistentemente define - lhe as fontes, bebeu mais do que " o homem e a sua circunstância " mas também a obrigação de PENSAR a História, racionalizá - la e modificar - lhe o seu destino circunstancial numa visão plena e actualizada. E está a ter sucesso.
Manuel Alegre
Fez o que TINHA de fazer sob o custo de inconsequência o
que só lhe fica bem.
Não aceitar integrar nenhum órgão dirigente do PS
é uma não - noticia com que os Media se comprazem na tentativa de desvalorização do congresso do PS.
Da responsabilidade da Informação, um tema que me tem merecido análise voltarei a ela um dia desses.
Será mais um exercício de liberdade, nunca pusilânime, mas um exercício a uma enorme distância da pura diletância cuja compensação ser - me- á de todo desconhecida.
Acabou como começou - sem " histórias " que fariam as delicias dos Media mas com História - a consagração quase unânime de um líder, apoiado maciçamente pelos militantes e... segundo as sondagens, pela maioria do Povo português.
Falar das qualidades do PM português no exercício da sua actividade é, em si, a menorização fundamentada da recorrente acusação de que é alvo pela Oposição - Arrogância .
Acontece que ela, a existir, seria uma consequência da narrativa de um percurso sólido, coerente, racionalizado, em nome de um projecto - a modernização do País preparando - o para o futuro, sem perder de vista o seu carácter e as assimetrias que o pontuam.
Inatacável no argumentário político, corajoso na defesa dos soezes ataques pessoais contra o carácter, imbatível na segurança dos " DOSSIERS " da governação, Sócrates só poderia ser atacado ideológicamente, em nome da herança que lhe sobrevém da história do PS e da Esquerda.
Porém ,numa sociedade e num mundo em que as ideologias fenecem na amorfidade intelectual do Ocidente, sem causas desde a queda do muro de Berlim e do falhanço aparatoso dos dirigentes comunistas a somar ao desmascaramento da podridão instalada na Democracia liberal, livremente arquitectada, o Pragmatismo e o Funcionalismo da máquina administrativa em prol da minimização recorrente das desigualdades sociais e do efectivo poder do Estado por cima da Liberdade que ele tem a OBRIGAÇÃO de gerir, a meta de um estadista é a eficácia.
Sócrates sabe - o e de Gasset, de quem C. Figueiredo insistentemente define - lhe as fontes, bebeu mais do que " o homem e a sua circunstância " mas também a obrigação de PENSAR a História, racionalizá - la e modificar - lhe o seu destino circunstancial numa visão plena e actualizada. E está a ter sucesso.
Manuel Alegre
Fez o que TINHA de fazer sob o custo de inconsequência o
que só lhe fica bem.
Não aceitar integrar nenhum órgão dirigente do PS
é uma não - noticia com que os Media se comprazem na tentativa de desvalorização do congresso do PS.
Da responsabilidade da Informação, um tema que me tem merecido análise voltarei a ela um dia desses.
Será mais um exercício de liberdade, nunca pusilânime, mas um exercício a uma enorme distância da pura diletância cuja compensação ser - me- á de todo desconhecida.
sábado, fevereiro 28, 2009
A CADA QUAL...
... O SEU ESPANTO .
Portas admira -se, consternado, do País não andar aos pulos pela canonização do guerreiro Nuno Álvares Pereira. E por que deveria, pergunto eu...
O meu espanto é outro. Abro o Expresso ( que ainda compro por causa dos artigos de opinião de pessoas que muito prezo ) e ... incrível ... nem uma linha de primeira página sobre o Congresso do PS. Notável apartidarismo esse!
Por outro lado, apesar de relegado para a última página o Freeport estrebucha ainda na cobardia da insinuação torpe a coberto de jornalismo de investigação.
... O SEU ESPANTO .
Portas admira -se, consternado, do País não andar aos pulos pela canonização do guerreiro Nuno Álvares Pereira. E por que deveria, pergunto eu...
O meu espanto é outro. Abro o Expresso ( que ainda compro por causa dos artigos de opinião de pessoas que muito prezo ) e ... incrível ... nem uma linha de primeira página sobre o Congresso do PS. Notável apartidarismo esse!
Por outro lado, apesar de relegado para a última página o Freeport estrebucha ainda na cobardia da insinuação torpe a coberto de jornalismo de investigação.
CONGRESSO DO PS
Demasiado importante para notas de rodapé. Vai - me merecer uma análise mais cuidada.
Para já os sinais de combatividade de Sócrates e António Costa a que se juntou Pedroso são sinais animadores da capacidade política para fazer frente ao ponderável - a Oposição - e ao imponderável - Alegre e a catártica CRISE.
Demasiado importante para notas de rodapé. Vai - me merecer uma análise mais cuidada.
Para já os sinais de combatividade de Sócrates e António Costa a que se juntou Pedroso são sinais animadores da capacidade política para fazer frente ao ponderável - a Oposição - e ao imponderável - Alegre e a catártica CRISE.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
FALEMOS DE FUTEBOL...
..., pois então, que o resto está em CRISE.
A Fifa, não raras vezes, tem se movido por interesses tão declaradamente comerciais que, normalmente quando estrebucha estão sempre milhões em jogo.
Dá - se o caso de, ouvi alguém dizer, de a propósito das novas regras que ela está a germinar incluir uma completamente a despropósito sobre a duração do intervalo que passaria a ser de 20 minutos em vez dos 15 actuais sob o alibi da distância que alguns balneários teriam em relação à boca de cena e que além de cansar os atletas eventualmente não chegariam para que os " misters " leccionassem e cínico e avisado esse alguém acha que o que está verdadeiramente em causa seria mais uns milhões da Publicidade a engordar a Fifa, que coitada, também foi apanhada pela daninha CRISE.
Mas vamos ao que interessa e cá vai a opinião de um antigo jogador amador e amante confesso da bola.
SUBSTITUIÇÕES - A ideia de aumentar para 4 o número de atletas suplentes que podem entrar numa partida nada tem de mal, pelo contrário ficaria tudo a ganhar, dos jogadores ao espectáculo.
DISCIPLINA - A ideia de introduzir uma cartão laranja para punir faltas entre o vermelho e o amarelo com suspensão temporária do atleta só fará sentido se ele for para substituir o segundo amarelo.
Em caso de reincidência do prevaricador haveria nova expulsão e mais prolongada ( 15 m ) se a falta não for merecedora do vermelho com expulsão definitiva.
ARBITRAGEM - Um só árbitro de campo é suficiente. O grande problema está nos juízes- de-linha, com influência determinante em " foras- de- jogo ".
E que tal a obrigatoriedade de nos jogos entre os 4 primeiros classificados eles terem como coadjuvantes os árbitros mais bem classificados, a partir da 5ª jornada?
TREINADOR - A comunicação do treinador com os seus atletas é importante e se faz sentido que ele tenha a sua área de acção adstrita ao pequeno rectângulo não o faz a obrigatoriedade de se manter no " banco " e não nas bancadas, por exemplo.
E que tal um " breaking " de 2 minutos por cada parte do jogo, em situações claramente definidas de pausa por lesão, por exemplo, para que ele possa renovar e clarificar posições aos seus jogadores?
Há mais sugestões e continuarei amanhã...
E cá vamos nós com mais sugestões e, porque não?
LESÕES - simuladas ou não, como a que vi Katso " cavar " ontem contra a difícil e solidária equipa de Leixões que nos deu água pelas barbas, deveriam ser penalizadas com pelo menos 2 minutos ou mais de " tratamento " antes que o atleta pudesse retornar ao relvado. Isso levaria o simulador a pensar duas vezes antes de " prejudicar " a sua equipa e protegeria o realmente lesionado.
NOVAS TECNOLOGIAS - Para mim bastava a introdução de um chip na bola com o controlo da sua passagem ou não sobre a linha de golo.
E um último conselho para os mandantes - Uma regularização excessiva do futebol iria acabar por matar o que faz dele o DESPORTO - REI, pela sua beleza onde se conjuga técnica, velocidade,arte,capacidade de sofrimento, competitividade e acima de TUDO a eterna POLÉMICA que o arrasta para fora dos campos onde aì o revivemos mil vezes em sofrimento ou deslumbramento.
..., pois então, que o resto está em CRISE.
A Fifa, não raras vezes, tem se movido por interesses tão declaradamente comerciais que, normalmente quando estrebucha estão sempre milhões em jogo.
Dá - se o caso de, ouvi alguém dizer, de a propósito das novas regras que ela está a germinar incluir uma completamente a despropósito sobre a duração do intervalo que passaria a ser de 20 minutos em vez dos 15 actuais sob o alibi da distância que alguns balneários teriam em relação à boca de cena e que além de cansar os atletas eventualmente não chegariam para que os " misters " leccionassem e cínico e avisado esse alguém acha que o que está verdadeiramente em causa seria mais uns milhões da Publicidade a engordar a Fifa, que coitada, também foi apanhada pela daninha CRISE.
Mas vamos ao que interessa e cá vai a opinião de um antigo jogador amador e amante confesso da bola.
SUBSTITUIÇÕES - A ideia de aumentar para 4 o número de atletas suplentes que podem entrar numa partida nada tem de mal, pelo contrário ficaria tudo a ganhar, dos jogadores ao espectáculo.
DISCIPLINA - A ideia de introduzir uma cartão laranja para punir faltas entre o vermelho e o amarelo com suspensão temporária do atleta só fará sentido se ele for para substituir o segundo amarelo.
Em caso de reincidência do prevaricador haveria nova expulsão e mais prolongada ( 15 m ) se a falta não for merecedora do vermelho com expulsão definitiva.
ARBITRAGEM - Um só árbitro de campo é suficiente. O grande problema está nos juízes- de-linha, com influência determinante em " foras- de- jogo ".
E que tal a obrigatoriedade de nos jogos entre os 4 primeiros classificados eles terem como coadjuvantes os árbitros mais bem classificados, a partir da 5ª jornada?
TREINADOR - A comunicação do treinador com os seus atletas é importante e se faz sentido que ele tenha a sua área de acção adstrita ao pequeno rectângulo não o faz a obrigatoriedade de se manter no " banco " e não nas bancadas, por exemplo.
E que tal um " breaking " de 2 minutos por cada parte do jogo, em situações claramente definidas de pausa por lesão, por exemplo, para que ele possa renovar e clarificar posições aos seus jogadores?
Há mais sugestões e continuarei amanhã...
E cá vamos nós com mais sugestões e, porque não?
LESÕES - simuladas ou não, como a que vi Katso " cavar " ontem contra a difícil e solidária equipa de Leixões que nos deu água pelas barbas, deveriam ser penalizadas com pelo menos 2 minutos ou mais de " tratamento " antes que o atleta pudesse retornar ao relvado. Isso levaria o simulador a pensar duas vezes antes de " prejudicar " a sua equipa e protegeria o realmente lesionado.
NOVAS TECNOLOGIAS - Para mim bastava a introdução de um chip na bola com o controlo da sua passagem ou não sobre a linha de golo.
E um último conselho para os mandantes - Uma regularização excessiva do futebol iria acabar por matar o que faz dele o DESPORTO - REI, pela sua beleza onde se conjuga técnica, velocidade,arte,capacidade de sofrimento, competitividade e acima de TUDO a eterna POLÉMICA que o arrasta para fora dos campos onde aì o revivemos mil vezes em sofrimento ou deslumbramento.
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