Bem- vindo...
...de volta www.africaminha.blogspot.com
Foram proveitosas as férias no País mais civilizado do mundo?
Essa da gripe suína tem sido motivo de " gozo " cá por casa. Mas tu, melhor que eu falarás do TAMIFLU.
Um abraço!
sexta-feira, maio 01, 2009
quarta-feira, abril 29, 2009
Da nossa e a do Outro...., perspectivas, claro!
Viatura avariada e necessidade de usar o metro ao fim de mais de vinte anos de ausência. Agradável surpresa, um pouco de desorientação e acabei por conhecer três novas linhas num percurso da estação do Oriente à Praça de Espanha.
No último percurso ia de pé e a falta de hábito desiquilibrava - me com frequência sacudindo -me, sem apoio, de um lado para outro, até que condoído, um jovem paquistanês ofereceu -me o seu lugar, também de pé, mas com um apoio de espaldas que permitia melhor equilíbrio. Agradeci e aceitei a oferta.
No momento seguinte tive a consciência clara da diferença de perspectiva com que eu me olho e a visão do jovem - um ancião em apuros. Achei graça e perdi -me numa elocubração rápida sobre a facilidade com que a nossa auto - estima e segurança alimentadas pelo peso, da maturidade, chamamos - lhe nós, da velhice, cai, a par de uma constatação que um outro " velhote " bramou, provávelmente numa situação parecida - A velhice é uma merda - Jorge Amado
Viatura avariada e necessidade de usar o metro ao fim de mais de vinte anos de ausência. Agradável surpresa, um pouco de desorientação e acabei por conhecer três novas linhas num percurso da estação do Oriente à Praça de Espanha.
No último percurso ia de pé e a falta de hábito desiquilibrava - me com frequência sacudindo -me, sem apoio, de um lado para outro, até que condoído, um jovem paquistanês ofereceu -me o seu lugar, também de pé, mas com um apoio de espaldas que permitia melhor equilíbrio. Agradeci e aceitei a oferta.
No momento seguinte tive a consciência clara da diferença de perspectiva com que eu me olho e a visão do jovem - um ancião em apuros. Achei graça e perdi -me numa elocubração rápida sobre a facilidade com que a nossa auto - estima e segurança alimentadas pelo peso, da maturidade, chamamos - lhe nós, da velhice, cai, a par de uma constatação que um outro " velhote " bramou, provávelmente numa situação parecida - A velhice é uma merda - Jorge Amado
domingo, abril 26, 2009
sábado, abril 25, 2009
FREEPORT, CASA PIA, ENTRE - OS - RIOS, PORTUCALE, BPN, etc,etc...
ABSURDO é a palavra que me ocorreria se não soubesse onde vivo - Portugal. LAMENTÁVEL. é outra palavra que me sugere a penosa, porque condicionada por compromissos insondáveis, Justiça portuguesa.
É que falar da intrincada teia de motivações que levam a que um cidadão espere anos e anos a fio por justiça, traçaria, se tivesse tempo, paciência, capacidade, livre circulação e estômago, em traços estreitos, o retrato da ALMA LUSA em todo o seu esplendor.
O caso Freeport, pelos seus contornos de origem, desenvolvimento, eternização e pela personalidade oblìquamente posta no palco - Sócrates, o Primeiro - Ministro do País, é paradigmático, até aparecer o próximo caso.
Este País de meias-tintas que comemora hoje um levantamento armado que não teve coragem de ser uma Revolução, arrogou - se o direito de manchar o nome de um cidadão, à luz da liberdade de Imprensa, que por aqui se confunde com liberdade de expressão, o qual tem sido um dos mais exemplares cidadãos da República.
LAMENTÁVEL, pois a maneira irresponsável, leviana, como os MEDIA portugueses - TODOS - lidaram com este e os outros casos lembrados no título deste post.
A aceitação militante com que abraçaram a denúncia soezmente urdida e a maneira ingénua ( !!!? ) ou incompetente como se ensalivavam perante " novas provas ", DVD'S, onde um aldrabão relapso mencionava o nome de um Ministro a fim de obter fraudulentemente fundos em interesse próprio, demonstra o quanto certo país deseja " apanhar " Sócrates, derrubando -o do pedestal de competência, probidade, determinação com que se armou para tirar este País do pântano que faz fugir os melhores para zonas de melhor salubridade psicológica.
Quanto à reacção do PM em relação à urdidura tacanha que só num País tacanho teria tamanha aceitação logo à partida, pede - me mais prosa.
Voltarei ao assunto, porque se prende com a liberdade de expressão que parece que se está a pretender torná -la num privilégio de escrivinhadores, comentadores e analistas dos jornais que da liberdade, como disse hoje MST,- VÃO PASTAR CARACÓIS PARA O SARA!
ABSURDO é a palavra que me ocorreria se não soubesse onde vivo - Portugal. LAMENTÁVEL. é outra palavra que me sugere a penosa, porque condicionada por compromissos insondáveis, Justiça portuguesa.
É que falar da intrincada teia de motivações que levam a que um cidadão espere anos e anos a fio por justiça, traçaria, se tivesse tempo, paciência, capacidade, livre circulação e estômago, em traços estreitos, o retrato da ALMA LUSA em todo o seu esplendor.
O caso Freeport, pelos seus contornos de origem, desenvolvimento, eternização e pela personalidade oblìquamente posta no palco - Sócrates, o Primeiro - Ministro do País, é paradigmático, até aparecer o próximo caso.
Este País de meias-tintas que comemora hoje um levantamento armado que não teve coragem de ser uma Revolução, arrogou - se o direito de manchar o nome de um cidadão, à luz da liberdade de Imprensa, que por aqui se confunde com liberdade de expressão, o qual tem sido um dos mais exemplares cidadãos da República.
LAMENTÁVEL, pois a maneira irresponsável, leviana, como os MEDIA portugueses - TODOS - lidaram com este e os outros casos lembrados no título deste post.
A aceitação militante com que abraçaram a denúncia soezmente urdida e a maneira ingénua ( !!!? ) ou incompetente como se ensalivavam perante " novas provas ", DVD'S, onde um aldrabão relapso mencionava o nome de um Ministro a fim de obter fraudulentemente fundos em interesse próprio, demonstra o quanto certo país deseja " apanhar " Sócrates, derrubando -o do pedestal de competência, probidade, determinação com que se armou para tirar este País do pântano que faz fugir os melhores para zonas de melhor salubridade psicológica.
Quanto à reacção do PM em relação à urdidura tacanha que só num País tacanho teria tamanha aceitação logo à partida, pede - me mais prosa.
Voltarei ao assunto, porque se prende com a liberdade de expressão que parece que se está a pretender torná -la num privilégio de escrivinhadores, comentadores e analistas dos jornais que da liberdade, como disse hoje MST,- VÃO PASTAR CARACÓIS PARA O SARA!
quarta-feira, abril 22, 2009
E eis - me de volta...
à realidade nacional
" Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é um telejornal travestido feito de ódio e perseguição " - Sócrates, referindo -se àquilo que M.M.Guedes costuma desfiar às sextas na TVI.
Finalmente, alguém com audição nacional diz em alto e bom som o que gente como eu tem constatado e denunciado em geral, já que a solidariedade corporativa dos jornalistas " cega- os " em relação ao trabalho dos outros como se os Media fossem uma sociedade sagrada pairando sobre os mortais, armados em seus protectores, cuja inteligência insistem em menosprezar numa aflitiva ignorância dos produtos da sua.
MM Guedes, assim como a sua miserável escolinha que a sua perspectiva de ser jornalista espalhou entre as jornalistas portuguesas, continua a confundir os entrevistados com um saco de batatas, orgulhoso de aí estar e portanto merecedor de tudo, sobre o qual continuam a despejar toda a espécie de brutalidade, má - formação cívica, má- educação e principalmente, gritante e negativa apreciação pessoal, como se isso valesse alguma coisa para o juízo do espectador.
Repito o que disse há dias por aqui sobre os Media movidos a estrogénio que se espalham pelo mundo com todas as consequências, para mim muito negativas, para o esclarecimento e informação objectiva e fundamentada. É claro que a minha visão e análise do que se tem passado está eivada do políticamente incorrecto, o que não lhe retira a objectividade que a realidade tem atestado.
Ontem, na entrevista de Judith de Sousa ao P.M. Sócrates esteve em evidência muita coisa do que tenho estado a dizer.
Confundir acutilância com desrespeito, suposições com factos, má - criação com método,estilo ou seja lá que a sua fácies revelou diligentemente durante a entrevista e PRINCIPALMENTE usar repetidas citações do P.R. Cavaco Silva a "exigir " o contraditório do Primeiro - Ministro Sócrates foi do pior, dentro do estilo Manela, do que lhe vi fazer entretanto.
Aliás, compare -se o ar quase cúmplice das suas entrevistas com as pessoas por quem nutre gosto pessoal como, também grosseiramente citado, Vitorino e compare -se com o profissionalismo cordial da entrevistadora de Marcello, à qual peço desculpa de não poder citar pelo nome pelo esquecimento a que a entrevistadora tem de se remeter numa entrevista e não ser a actriz principal.
Sócrates, repito, pela sua preparação, não só política, só tem um adversário de peso que o possa intimidar em Portugal e o seu nome é Louçã.
É por isso que me permito dar - lhe um conselho - Esqueça o Freeport, esqueça os master's voices dos Media e a nova campanha que vai criar com a ajuda do P.R. numa fedorenta guerrilha institucional, despreze os recados dados indirectamente, não alimente nem deixe os seus Ministros alimentarem os jornais e Televisões com " reacções " ao que quer que seja.
Faça, como tem feito e bem, a agenda nacional. Fale connosco e não por terceiros.
Utilize a TELEVISÃO PÚBLICA para anúncios públicos de relevância nacional, aliás como o tem feito o P.R., pelo menos enquanto não começar a campanha das eleições e alerte para a importância para o País do voto e a incivilidade da abstenção.
Continue positivo como tem sido e o resultado só será um - o anulamento da negatividade pesporrente e essa sim cada vez mais arrogante.
à realidade nacional
" Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é um telejornal travestido feito de ódio e perseguição " - Sócrates, referindo -se àquilo que M.M.Guedes costuma desfiar às sextas na TVI.
Finalmente, alguém com audição nacional diz em alto e bom som o que gente como eu tem constatado e denunciado em geral, já que a solidariedade corporativa dos jornalistas " cega- os " em relação ao trabalho dos outros como se os Media fossem uma sociedade sagrada pairando sobre os mortais, armados em seus protectores, cuja inteligência insistem em menosprezar numa aflitiva ignorância dos produtos da sua.
MM Guedes, assim como a sua miserável escolinha que a sua perspectiva de ser jornalista espalhou entre as jornalistas portuguesas, continua a confundir os entrevistados com um saco de batatas, orgulhoso de aí estar e portanto merecedor de tudo, sobre o qual continuam a despejar toda a espécie de brutalidade, má - formação cívica, má- educação e principalmente, gritante e negativa apreciação pessoal, como se isso valesse alguma coisa para o juízo do espectador.
Repito o que disse há dias por aqui sobre os Media movidos a estrogénio que se espalham pelo mundo com todas as consequências, para mim muito negativas, para o esclarecimento e informação objectiva e fundamentada. É claro que a minha visão e análise do que se tem passado está eivada do políticamente incorrecto, o que não lhe retira a objectividade que a realidade tem atestado.
Ontem, na entrevista de Judith de Sousa ao P.M. Sócrates esteve em evidência muita coisa do que tenho estado a dizer.
Confundir acutilância com desrespeito, suposições com factos, má - criação com método,estilo ou seja lá que a sua fácies revelou diligentemente durante a entrevista e PRINCIPALMENTE usar repetidas citações do P.R. Cavaco Silva a "exigir " o contraditório do Primeiro - Ministro Sócrates foi do pior, dentro do estilo Manela, do que lhe vi fazer entretanto.
Aliás, compare -se o ar quase cúmplice das suas entrevistas com as pessoas por quem nutre gosto pessoal como, também grosseiramente citado, Vitorino e compare -se com o profissionalismo cordial da entrevistadora de Marcello, à qual peço desculpa de não poder citar pelo nome pelo esquecimento a que a entrevistadora tem de se remeter numa entrevista e não ser a actriz principal.
Sócrates, repito, pela sua preparação, não só política, só tem um adversário de peso que o possa intimidar em Portugal e o seu nome é Louçã.
É por isso que me permito dar - lhe um conselho - Esqueça o Freeport, esqueça os master's voices dos Media e a nova campanha que vai criar com a ajuda do P.R. numa fedorenta guerrilha institucional, despreze os recados dados indirectamente, não alimente nem deixe os seus Ministros alimentarem os jornais e Televisões com " reacções " ao que quer que seja.
Faça, como tem feito e bem, a agenda nacional. Fale connosco e não por terceiros.
Utilize a TELEVISÃO PÚBLICA para anúncios públicos de relevância nacional, aliás como o tem feito o P.R., pelo menos enquanto não começar a campanha das eleições e alerte para a importância para o País do voto e a incivilidade da abstenção.
Continue positivo como tem sido e o resultado só será um - o anulamento da negatividade pesporrente e essa sim cada vez mais arrogante.
segunda-feira, abril 13, 2009
sexta-feira, abril 10, 2009
DO UMBIGO GRANDE ...
...aos umbiguinhos mesquinhos
Confesso que ainda não li nenhum " post " do blogue do sr. Guinote, entre a meia dúzia de blogues que acompanho. Pelo que li hoje no Expresso, ele tornou - se um repositório de lamúrias à volta do decreto que lhe deu forma -" A pasta de Educação só foi ocupada nos últimos anos por três pessoas devidamente qualificadas ( avaliadas por ele, claro; o sublinhado é meu ) : Roberto Carneiro, Marçal Grilo e David Justino. O resto é para esquecer ".
Não sei em que é que se baseou o Sr. Guinote para AVALIAR o desempenho destes ex - M.E., mas calculo que tenha sido a " moleza " com que lidaram com o corporativismo da classe, já que lhe desconheço outras competências a não ser os interesses pessoais, para essa avaliação.
Os professores, como o sr. Guinote, presumem - se os donos da verdade educativa, administrativa e política das Escolas, esquecendo amiúde que são instrumentos, exacto, instrumentos embora não desprezáveis, pelo contrário, da aplicação de uma visão politica sufragada democráticamente pelos pais dos alunos que eles leccionam; isso em democracia, claro.
Sê - lo - iam numa empresa como numa escola privada.
Interessante neste infindável fado, é que o Programa Escolar lato sensu nunca esteve em debate pelos seus orientadores, ao contrário dos seus interesses económicos e de carreira.
Nenhum, repito, nenhum M.E. "serviu " até hoje os interesses dos professores da maneira em que interpretam o seu papel como ministro à luz desses pressupostos.
O) blogue do Sr. Guinote parece ser, nas palavras da repórter, um espaço de " desabafo psicanalítico ". Deve ser aterrador navegar por esse universo de carpideiras, espelho da choradeira nacional onde a CULPA, essa malvada, das desgraças do País está SEMPRE nos OUTROS e não na resultante de cada um dos nossos actos individuais.
A haver catarse, já agora, comecemos por uma auto -avaliação sincera da mediocridade profissional, da mesquinhez do carácter, da arrogância inculta, enfim da chico -espertice, em favor de um melhoramento pessoal, como cidadão? É que o que virá desse aperfeiçoamento libertará muita gente do divã da psicanálise e o País agradecerá.
...aos umbiguinhos mesquinhos
Confesso que ainda não li nenhum " post " do blogue do sr. Guinote, entre a meia dúzia de blogues que acompanho. Pelo que li hoje no Expresso, ele tornou - se um repositório de lamúrias à volta do decreto que lhe deu forma -" A pasta de Educação só foi ocupada nos últimos anos por três pessoas devidamente qualificadas ( avaliadas por ele, claro; o sublinhado é meu ) : Roberto Carneiro, Marçal Grilo e David Justino. O resto é para esquecer ".
Não sei em que é que se baseou o Sr. Guinote para AVALIAR o desempenho destes ex - M.E., mas calculo que tenha sido a " moleza " com que lidaram com o corporativismo da classe, já que lhe desconheço outras competências a não ser os interesses pessoais, para essa avaliação.
Os professores, como o sr. Guinote, presumem - se os donos da verdade educativa, administrativa e política das Escolas, esquecendo amiúde que são instrumentos, exacto, instrumentos embora não desprezáveis, pelo contrário, da aplicação de uma visão politica sufragada democráticamente pelos pais dos alunos que eles leccionam; isso em democracia, claro.
Sê - lo - iam numa empresa como numa escola privada.
Interessante neste infindável fado, é que o Programa Escolar lato sensu nunca esteve em debate pelos seus orientadores, ao contrário dos seus interesses económicos e de carreira.
Nenhum, repito, nenhum M.E. "serviu " até hoje os interesses dos professores da maneira em que interpretam o seu papel como ministro à luz desses pressupostos.
O) blogue do Sr. Guinote parece ser, nas palavras da repórter, um espaço de " desabafo psicanalítico ". Deve ser aterrador navegar por esse universo de carpideiras, espelho da choradeira nacional onde a CULPA, essa malvada, das desgraças do País está SEMPRE nos OUTROS e não na resultante de cada um dos nossos actos individuais.
A haver catarse, já agora, comecemos por uma auto -avaliação sincera da mediocridade profissional, da mesquinhez do carácter, da arrogância inculta, enfim da chico -espertice, em favor de um melhoramento pessoal, como cidadão? É que o que virá desse aperfeiçoamento libertará muita gente do divã da psicanálise e o País agradecerá.
TANTO BARULHO,
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
quinta-feira, abril 09, 2009
PORTO...RICO?
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
segunda-feira, abril 06, 2009
G 20 - ou o síndrome da caverna...
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
domingo, abril 05, 2009
A " DANÇA " DO DVD...
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
quarta-feira, abril 01, 2009
PORTUGAL e a selecção portuguesa de futebol
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
terça-feira, março 31, 2009
AS MINHAS MAIS SINCERAS DESCULPAS...
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
sábado, março 28, 2009
" O fardo da escolha " - H. Raposo - Expresso 28 /3/09
" A tirania com mais êxito não é aquela que usa a força para assegurar a uniformidade mas a que retira a consciência de outras possibilidades, isto é, que faz parecer inconcebível que outros processos sejam viáveis, que retira à consciência a existência de um mundo externo " - BLOOM
Esse foi o grande pecado no processo da fossilização de um regime - o democrático - que teima em não EVOLUIR.
O mimetismo, esse sim acéfalo, que criou esse interminável conformismo em todo o mundo onde vingou, onde os seus " valores " repetidamente postos em causa cá dentro antes de o serem por outros regimes onde a " modernidade " de se criarem alternativas foi vista, cá dentro, como uma ameaça a um modo de vida que se determinou como definitiva, atesta a decadência intelectual que o pensamento único - o " democrático " provocou nos seus cidadãos.
Essa " submissão " que H . Raposo na sua crónica no Expresso de hoje, remete às sociedades e cidadãos teocratizados pelo Islão como solução para a angústia que a Liberdade acarreta, é, de facto, o grande óbice à reforma que a Democracia EXIGE.
Um regime que formata intelectualmente os seus cidadãos com " valores " que, aceites sem resistência, como a ditadura da maioria onde a moralidade se esgota no interesse próprio e é universalmente aceite, onde o lucro é um valor em demanda justificado por si, o Amor se reduz à genitalidade e à Biologia, o sucesso à representação do novo - riquismo do dinheiro e aparições mediáticas, a Racionalidade como mera abstracção diletante de " filósofos ", a Solidariedade ( condição biológica entre todas as espécies gregárias ) como caridade, a Fraternidade, reduzida ao tribalismo geográfico, a Cultura como artefacto residual da Tradição e em que o HOMEM está sózinho perante as suas escolhas sem NENHUMA referência à qual possa remeter a autoridade intelectual e moral dos seus actos, só pode ter como referência a Besta - a Opinião Pública -.
Por mim, sinto - me LIVRE e a angústia que sinto é provocada pela solidariedade biológica que não -racional pela espécie de que faço parte.
É que se racionalizo abstractamente e não em racionalidade, que é outra coisa, a única conclusão a que chego é que a espécie merece a Servidão que a sua Estupidez proclama e aí acabaria a minha solidariedade, já que me sentiria pertencer a Outra espécie que não esta.
" A tirania com mais êxito não é aquela que usa a força para assegurar a uniformidade mas a que retira a consciência de outras possibilidades, isto é, que faz parecer inconcebível que outros processos sejam viáveis, que retira à consciência a existência de um mundo externo " - BLOOM
Esse foi o grande pecado no processo da fossilização de um regime - o democrático - que teima em não EVOLUIR.
O mimetismo, esse sim acéfalo, que criou esse interminável conformismo em todo o mundo onde vingou, onde os seus " valores " repetidamente postos em causa cá dentro antes de o serem por outros regimes onde a " modernidade " de se criarem alternativas foi vista, cá dentro, como uma ameaça a um modo de vida que se determinou como definitiva, atesta a decadência intelectual que o pensamento único - o " democrático " provocou nos seus cidadãos.
Essa " submissão " que H . Raposo na sua crónica no Expresso de hoje, remete às sociedades e cidadãos teocratizados pelo Islão como solução para a angústia que a Liberdade acarreta, é, de facto, o grande óbice à reforma que a Democracia EXIGE.
Um regime que formata intelectualmente os seus cidadãos com " valores " que, aceites sem resistência, como a ditadura da maioria onde a moralidade se esgota no interesse próprio e é universalmente aceite, onde o lucro é um valor em demanda justificado por si, o Amor se reduz à genitalidade e à Biologia, o sucesso à representação do novo - riquismo do dinheiro e aparições mediáticas, a Racionalidade como mera abstracção diletante de " filósofos ", a Solidariedade ( condição biológica entre todas as espécies gregárias ) como caridade, a Fraternidade, reduzida ao tribalismo geográfico, a Cultura como artefacto residual da Tradição e em que o HOMEM está sózinho perante as suas escolhas sem NENHUMA referência à qual possa remeter a autoridade intelectual e moral dos seus actos, só pode ter como referência a Besta - a Opinião Pública -.
Por mim, sinto - me LIVRE e a angústia que sinto é provocada pela solidariedade biológica que não -racional pela espécie de que faço parte.
É que se racionalizo abstractamente e não em racionalidade, que é outra coisa, a única conclusão a que chego é que a espécie merece a Servidão que a sua Estupidez proclama e aí acabaria a minha solidariedade, já que me sentiria pertencer a Outra espécie que não esta.
sexta-feira, março 27, 2009
FREEPORT, ainda...
Bem, pelos vistos ainda mexe. E mexe com a denúncia de orientações de cartas anónimas e reuniões preparatórias de magistrados com jornalistas, com deputados e com próximos do governo de então - Uma campanha dirigida com um alvo definido - SÓCRATES.
Enfim, deixo a palavra a ao Bastonário dos Advogados, Marinho Pinto com perguntas e factos muuuuuito relevantes e graves. Leiam - no e ouçam - no.
O resto, as babosices de que os Media, cada vez mais movidos a estrogénio, " estremecem" em espasmos de cretinice onde o " essencial ", que só a Cultura permite antever e analisar, é PULSÃO.
Bem, pelos vistos ainda mexe. E mexe com a denúncia de orientações de cartas anónimas e reuniões preparatórias de magistrados com jornalistas, com deputados e com próximos do governo de então - Uma campanha dirigida com um alvo definido - SÓCRATES.
Enfim, deixo a palavra a ao Bastonário dos Advogados, Marinho Pinto com perguntas e factos muuuuuito relevantes e graves. Leiam - no e ouçam - no.
O resto, as babosices de que os Media, cada vez mais movidos a estrogénio, " estremecem" em espasmos de cretinice onde o " essencial ", que só a Cultura permite antever e analisar, é PULSÃO.
domingo, março 22, 2009
Poder democrático!!!?
As últimas manifestações que a CGTP tem protagonizado com deliberados enfoques partidários honestamente expressas pelo seu líder Carvalho da Silva que sempre respeitei, ainda antes de ser DR., que pelos vistos, em certas mentes, lhe terá dado credibilidade, dizia eu, incomodaram -me.
Incomoda - me essa estreiteza política do PS e , claro do seu líder, manifestada na análise do significado das movimentações de massas. Considerar acéfala a multidão que tem saído à rua em protesto é autismo à mistura com uma ignorância cultural evidente.
Ler, sem aprender reflectindo, agir sem analisar a - priori as consequências das acções a breve, médio e longo prazo é navegar sem bússola e sem memória.
De nada servem as comparações com o desnorte planetário se AQUI em Portugal ficarmos,sob o alibi da famigerada globalização, à espera dos ventos de Espanha,das ordens de Bruxelas e do rumo dos ESTATES enquanto a população anda na rua a exigir acções imediatas que lhe devolvam as expectativas que o ESTADO lhe criou.
O regresso à pureza política em que a economia é um elemento e não o determinante parece, nos dias que correm,uma utopia tão grande como a mudança de mentalidades que a História dos povos NUNCA registou.
É por isso que, repito, já quase só resta o FUNCIONALISMO que a máquina estatal poderá prover, o PRAGMATISMO temperado com medidas pontuais de minimização do desgaste social e é EXACTAMENTE ISSO que os Estados de Norte a Sul, de Leste a Oeste estão a fazer.
A solução ideológica tardará a vir e só aparecerá a reboque de uma REVOLUÇÃO, que por ora nem os manifestantes desejam.
Na análise quase diária do pulso social, económico, psicológico e político do País com respostas consentâneas a evitar o caos estará, por ora, a virtude dos líderes mundiais, Sócrates incluído.
MAS... o grande mas...
E o nosso papel, a nossa responsabilidade vai -se esgotar na lamúria? Queremos a Revolução para amanhã? É que já há candidatos na lista dos SALVADORES da Pátria e nós temos a Obrigação de já ter aprendido alguma coisa com a História.
O QUE É QUE TEMOS FEITO PARA O PAÍS? Trabalhar É uma obrigação individual. E o resto que é quase tudo em sociedades civilizadas!!!?
As últimas manifestações que a CGTP tem protagonizado com deliberados enfoques partidários honestamente expressas pelo seu líder Carvalho da Silva que sempre respeitei, ainda antes de ser DR., que pelos vistos, em certas mentes, lhe terá dado credibilidade, dizia eu, incomodaram -me.
Incomoda - me essa estreiteza política do PS e , claro do seu líder, manifestada na análise do significado das movimentações de massas. Considerar acéfala a multidão que tem saído à rua em protesto é autismo à mistura com uma ignorância cultural evidente.
Ler, sem aprender reflectindo, agir sem analisar a - priori as consequências das acções a breve, médio e longo prazo é navegar sem bússola e sem memória.
De nada servem as comparações com o desnorte planetário se AQUI em Portugal ficarmos,sob o alibi da famigerada globalização, à espera dos ventos de Espanha,das ordens de Bruxelas e do rumo dos ESTATES enquanto a população anda na rua a exigir acções imediatas que lhe devolvam as expectativas que o ESTADO lhe criou.
O regresso à pureza política em que a economia é um elemento e não o determinante parece, nos dias que correm,uma utopia tão grande como a mudança de mentalidades que a História dos povos NUNCA registou.
É por isso que, repito, já quase só resta o FUNCIONALISMO que a máquina estatal poderá prover, o PRAGMATISMO temperado com medidas pontuais de minimização do desgaste social e é EXACTAMENTE ISSO que os Estados de Norte a Sul, de Leste a Oeste estão a fazer.
A solução ideológica tardará a vir e só aparecerá a reboque de uma REVOLUÇÃO, que por ora nem os manifestantes desejam.
Na análise quase diária do pulso social, económico, psicológico e político do País com respostas consentâneas a evitar o caos estará, por ora, a virtude dos líderes mundiais, Sócrates incluído.
MAS... o grande mas...
E o nosso papel, a nossa responsabilidade vai -se esgotar na lamúria? Queremos a Revolução para amanhã? É que já há candidatos na lista dos SALVADORES da Pátria e nós temos a Obrigação de já ter aprendido alguma coisa com a História.
O QUE É QUE TEMOS FEITO PARA O PAÍS? Trabalhar É uma obrigação individual. E o resto que é quase tudo em sociedades civilizadas!!!?
AH!!! o gloriosinho...
Um erro de arbitragem e a capacidade de QUIM permitiram ao Benfica ganhar um título.
PARABÉNS aos jogadores que fizeram o que puderam e o Sporting deixou.
Só um pequeno reparo para o mau carácter desportivo de Derlei. O homem cometeu mais de uma dúzia de faltas anti - desportivas e NEM POR UMA ÚNICA VEZ VIU UM AMARELO.
A complacência de um árbitro de má memória para o Benfica que pela primeira vez ganhou um jogo arbitrado por esse senhor, raiou a cobardia.
E que dizer do senhor Pedro Silva? Vai ser irradiado do campeonato? Atirar ostensivamente para o " caixote de lixo " a medalha desportiva que pelos vistos nem a marecia nas barbas dos dirigentes da Liga só poderá vter uma e única resposta - IRRADIAÇÃO.
Eu pelo meu lado de adepto de futebol primeiro e depois do Benfica não tenha nada a festejar do que se passou ontem.
Um erro de arbitragem e a capacidade de QUIM permitiram ao Benfica ganhar um título.
PARABÉNS aos jogadores que fizeram o que puderam e o Sporting deixou.
Só um pequeno reparo para o mau carácter desportivo de Derlei. O homem cometeu mais de uma dúzia de faltas anti - desportivas e NEM POR UMA ÚNICA VEZ VIU UM AMARELO.
A complacência de um árbitro de má memória para o Benfica que pela primeira vez ganhou um jogo arbitrado por esse senhor, raiou a cobardia.
E que dizer do senhor Pedro Silva? Vai ser irradiado do campeonato? Atirar ostensivamente para o " caixote de lixo " a medalha desportiva que pelos vistos nem a marecia nas barbas dos dirigentes da Liga só poderá vter uma e única resposta - IRRADIAÇÃO.
Eu pelo meu lado de adepto de futebol primeiro e depois do Benfica não tenha nada a festejar do que se passou ontem.
sábado, março 14, 2009
O GLORIOSO
Por que diabo estou a começar essa prosa sobre o Sporting com essa referência incontornável ao maior club de Portugal, quando o que queria era falar do Sporting? Simplesmente porque aprendi que em Portugal essa realidade acompanha o dia - a - dia dos nossos rivais.
Até nos seus fracassos aparece SEMPRE a imagem redentora do Benfica a minimizar as incompetências. Eu traduzo - Se ao Glorioso de vez em quando acontecem (!!!?) coisas dessas porque não a nós?
De Rogério Alves ao Dias Ferreira passando pelo simples simpatizante a " conversa " é a mesma. O sr. Ferreira até conseguiu ver na " desgraça " sportinguista o dedo do DIABO -MOR Sócrates no fomento da " calanzice " sportinguista e por arrasto, nacional. Aliás, e já agora...Eu acho que a raiva contra o Sócrates e não ao PS tem-me confirmado a matriz da alma lusitana - FRUSTRAÇÃO. Na época das epopeias marítimas a solução foi a fuga suicidária pelo mar adentro. Hoje, do século XVII ao século XXI, tem sido a Inveja, a Intriga e a má língua a balizar, quase sempre, o pensamento da burguesia nacional.
A propósito, qual é a habilidade do já chamado fantasma do Benfica ( e lá está ela - a referência ) - o Liedson - que lhe tem permitido estar sempre ausente desses sarilhos.
Ele já jogou este ano alguma vez contra o Porto, por exemplo?
Um conselho, já agora. O Veloso é um jogador médio e como ele há muitos no País. Porque diabo de caturrice e cegueira é que não o deixam ir embora provar o que de facto vale?
Por que diabo estou a começar essa prosa sobre o Sporting com essa referência incontornável ao maior club de Portugal, quando o que queria era falar do Sporting? Simplesmente porque aprendi que em Portugal essa realidade acompanha o dia - a - dia dos nossos rivais.
Até nos seus fracassos aparece SEMPRE a imagem redentora do Benfica a minimizar as incompetências. Eu traduzo - Se ao Glorioso de vez em quando acontecem (!!!?) coisas dessas porque não a nós?
De Rogério Alves ao Dias Ferreira passando pelo simples simpatizante a " conversa " é a mesma. O sr. Ferreira até conseguiu ver na " desgraça " sportinguista o dedo do DIABO -MOR Sócrates no fomento da " calanzice " sportinguista e por arrasto, nacional. Aliás, e já agora...Eu acho que a raiva contra o Sócrates e não ao PS tem-me confirmado a matriz da alma lusitana - FRUSTRAÇÃO. Na época das epopeias marítimas a solução foi a fuga suicidária pelo mar adentro. Hoje, do século XVII ao século XXI, tem sido a Inveja, a Intriga e a má língua a balizar, quase sempre, o pensamento da burguesia nacional.
A propósito, qual é a habilidade do já chamado fantasma do Benfica ( e lá está ela - a referência ) - o Liedson - que lhe tem permitido estar sempre ausente desses sarilhos.
Ele já jogou este ano alguma vez contra o Porto, por exemplo?
Um conselho, já agora. O Veloso é um jogador médio e como ele há muitos no País. Porque diabo de caturrice e cegueira é que não o deixam ir embora provar o que de facto vale?
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