Eu não diria melhor... mutatis mutandis...
" Em onze ficavam os quatro defesas. O resto façam rifas em quermesses de caridade " Alberto João Jardim, sobre o Marítimo.
" Rui Costa é boa pessoa, mas falta -lhe um espírito de luta feroz e primário, uma agressividade permanente... " - Domingos Amaral
O Benfica de hoje é uma equipa completamente descaracterizada, amorfa, mole, educada, sem nervos, feminina até dizer basta, sem tomates, em suma. É, sem ofensa a imagem dos seus líderes, como todas acabam por se tornar.
Jaime Pacheco ou Scolari ou Jorge Jessus, nunca o Queirós ou o Cajuda, por exemplo fariam, com esses mesmos atletas uma equipa intratável, em todos os aspectos competitivos.
Posto isto, acho que o nacional - porreirismo não deverá ser a postura do Rui e civilizadamente, neste caso, dispensar Quique para já e armar -se de um comportamento muito mais duro em relação aos profissionais que tem a seu cargo, porque se não, as contínuas desilusões que temos sofrido afastar - nos- ão cada vez mais do Estádio da Luz e da equipa com todas as consequências que isso trará à SAD.
domingo, maio 10, 2009
sábado, maio 09, 2009
TAMBÉM NO FUTEBOL...
Já que se falou de patologias associadas à formulação que tem levado ao desmantelamento das " coisas ", vulgo, valores, falemos de futebol, já chamado em tempos uma escola de vida por razões que toda a gente entendia, e do que tem acontecido nos últimos tempos.
Também aí a CRISE se instalou subreptíciamente a partir do momento em que o Mercado tomou conta da coisa e os milhões se lhe associaram com estrondo impondo as suas regras.
O fairplay, ainda alimentado por alguns românticos irredutíveis vai desaparecendo no torvelinho da venalidade e do suborno psicológico dos seus intervenientes e adeptos.
Os atletas, há já quem não aguente as exigências que uma pressão intolerável obriga à robotização e se afaste para poder recuperar outra vez o prazer de jogar futebol.
Refiro - me por exemplo aos atletas sul - americanos cuja relação com a bola sempre se fez com alegria, técnica, fruição e gozo a quem tem morrido aos poucos a sua arte em prol da rigidez da tática e dos resultados que valem milhões.
Ronaldo, Adriano, Fred, foram alguns dos nomes citados pelo Record, entre outros menos sonantes que regressaram a fim de se reconciliarem consigo e com a sua arte e prazer. Outros virão atrás da resolução de problemas económicos, outros mantêm - se por cá, adaptam -se, tentando conciliar a beleza do gesto e da prática com os ditames do rigor tático e à supressão do risco e do improviso com a perda óbvia das suas qualidades que as trouxeram até nós.
Por outro lado, o último jogo entre o Chelsea e o Barcelona foi paradigmático. Os amantes do futebol fizeram a sua escolha e preferiram ver o Barcelona na final de Roma com o Manchester, duas das equipas com o futebol mais excitante do planeta a par do Arsenal.
Nem a maneira inglória e manchada injustamente como obteve o apuramento abalou a escolha no final do desafio. Barcelona merecia e tinha de lá estar na final...O que aconteceu durante o jogo foram...pormenores.
A moralidade interesseira que faz parte da matriz individual quando não é contrariada por valores mais nobres tem - se tornado aceitável e de tanta aceitação empática, a MORAL, que se justifica pelos resultados.
Outro exemplo desse desmantelamento - PEPE, ou melhor Queirós.
Pepe agrediu selvàticamente um adversário e foi condenado e bem pela justiça desportiva e pelo mundo desportivo em geral pelo seu descontrolo.
Carlos Queirós, porém, num gesto oblíquo de solidariedade decide manter sem castigo a atitude do seu seleccionado, desprotegendo- o do período de nojo e reflexão a que ele teria de se submeter.
Pepe foi quase criminoso, mas...
Eu não aceito, sem castigo, o Pepe na selecção!
Eu não aceito que a batota cometida contra o Chelsea seja branqueada a favor do melhor futebol do Barcelona!
Eu não aceito a batota no Desporto sob nenhuma justificação e muito menos pelo meu prazer e satisfação!
Eu não aceito a moralidade adversativa e casual. Posso compreendê - la mas não a honro! Ponto final!
sexta-feira, maio 08, 2009
OCIDENTE -TOTALITARISMO ou DIRECÇÃO DO ESPÍRITO?
Nenhuma novidade tirou este céptico ocidental da leitura de Pol Droit - O que é o Ocidente?
Habituado a " bojardas sociologistas ", contava com uma leitura dogmática sobre a superioridade da cultura ocidental em confronto com as OUTRAS.
Felizmente nada disso aconteceu e reforçou -me os conceitos da Sua ( do Ocidente ) formação histórica, da Sua face gloriosa e da Sua zona tenebrosa. Interiorizou com mais profundidade a convicção da justeza dos Seus conceitos e das Suas patologias e continuou a ABOMINAR o abastardamento que a Sua hipocrisia tem provocado na sua evolução espiritual.
Também confirmou (!!!? ) que estaria Aí a raíz da Sua crise, tão natural como a tensão que lhe provocou a descida da árvores e a visão do mundo dos Outros que a Sua Técnica lhe proporcionou.
O Ocidente será como conclui Pol Droit " uma direcção do espírito " e não a sufragação da Sua superioridade técnica e da Universalização perante os outros novos bárbaros dos seus conceitos de existência. Deverá ser um exemplo a propôr e não a impôr, abrindo -se às outras Culturas como um mundo aberto que a Sua História apregoa.
Mas...
Nietzsche já dizia que o Homem moderno, à medida que vai perdendo a sua capacidade de avaliação perderia também a sua Humanidade, que não é mais do que a solidariedade de espécie, digo eu.
A unidade, o ponto de referência sobre o qual o Ocidente, particularmente com os Iluministas, se baseou - o indivíduo - criou, para mim, um paradoxo inevitável e uma tensão permanente com a universalidade dos valores propostos então. Se é sobre o individual que a sua universalidade se exerce e faz sentido, a permanente crítica e dúvida que sobre eles se desabou até hoje, levou ao seu esgotamento, naquilo que Droit chamou de patologias do Universal e acrescento eu, do Indivíduo, o abismo de Nietzsche.
Este declive obrigará Narciso a outro direccionamento do olhar. O Indivíduo e a Liberdade, então sacralizados, estão na origem da patologia universal; os conceitos, eles mesmos, biológicos na sua essência entraram em conflito entre si e estão na origem dos conflitos com os outros e com os OUTROS.
Impossível mudar o que quer que seja enquanto essas condições continuarem a ser O DIREITO, base de qualquer política.
A mudança de paradigmas terá de ser muito mais profunda. A base terá de ser deslocada ou então terá de ser outra e superior ao EU.
Os falhanços históricos aconteceram em circunstâncias únicas e específicas da vida do Planeta e dos povos e não se repetirão as condições que os proporcionaram, mas os êrros, já diagnosticados poderão ser emendados e hoje em pleno século XXI nada nos impede de pensar que a Utopia seja possível. Bastaria que a nossa capacidade de avaliação voltasse a funcionar em Racionalidade, Ética, Humanidade?
Referências - o Homem só funciona capazmente com referências que respeite. A Técnica - o novo Deus - exige domínio, não reverência, e o Homem que a cria tem de estar à sua frente e não a reboque das suas consequências indutoras. Não serve!
O mundo cibernético, o mundo dos engenheiros será funcional e burocrático mas sem alma, já que mesmo aí, onde a inerrância parece não ter lugar, o indivíduo continua a ser o Individual-Universal, um paradoxo universal.
domingo, maio 03, 2009
INTRUJICE, ÓBVIA....
....diz M. Carreira em relação à ESCOLA PORTUGUESA, e CARA, acrescenta.
Onde estão os professores no meio de tanta intrujice?
É que os alunos são as vítimas dos interesses de TODA A GENTE, pelos vistos.
E até agora estão - se " borrifando " até que a realidade cá fora lhes cobra a fraca exigência e a negligência.
....diz M. Carreira em relação à ESCOLA PORTUGUESA, e CARA, acrescenta.
Onde estão os professores no meio de tanta intrujice?
É que os alunos são as vítimas dos interesses de TODA A GENTE, pelos vistos.
E até agora estão - se " borrifando " até que a realidade cá fora lhes cobra a fraca exigência e a negligência.
MUITO BEM...
Faltou acrescentar a esquizofrenia militante, mas o retrato, apesar de local, ganha contornos globalizantes pela acelerada mas certeira perspectiva histórica que a acompanha.
H.Raposo faz no Expresso de hoje ( longe de mim qualquer procura de protagonismo...,dispenso) um exercício escorreito e assertivo sobre a razão da nossa decadência civilizacional a passos lestos, irónicos, sobre coisas muuuuuito sérias e que andam longe de quem, nos dias que correm não tem tempo de sobra para pensar o Presente quanto mais perscrutar o Passado em busca de explicações para o Futuro.
Alguém com mais tempo do que eu e com mais talento debruçou - se sobre uma perspectiva minha interiorizada há décadas e formalizou - a num livro que irei adquirir.
Não conhecia o autor que H. Raposo me deu a conhecer - Roger-Pol Droit nem o livro que escreveu..., falta de tempo... - O que é o Ocidente?, mas duvido que encontre alguma novidade sobre a qual não tivesse já reflectido e dado a conhecer, inclusive AQUI.
Mas a curiosidade por uma visão de Outro é -me um vício.
Faltou acrescentar a esquizofrenia militante, mas o retrato, apesar de local, ganha contornos globalizantes pela acelerada mas certeira perspectiva histórica que a acompanha.
H.Raposo faz no Expresso de hoje ( longe de mim qualquer procura de protagonismo...,dispenso) um exercício escorreito e assertivo sobre a razão da nossa decadência civilizacional a passos lestos, irónicos, sobre coisas muuuuuito sérias e que andam longe de quem, nos dias que correm não tem tempo de sobra para pensar o Presente quanto mais perscrutar o Passado em busca de explicações para o Futuro.
Alguém com mais tempo do que eu e com mais talento debruçou - se sobre uma perspectiva minha interiorizada há décadas e formalizou - a num livro que irei adquirir.
Não conhecia o autor que H. Raposo me deu a conhecer - Roger-Pol Droit nem o livro que escreveu..., falta de tempo... - O que é o Ocidente?, mas duvido que encontre alguma novidade sobre a qual não tivesse já reflectido e dado a conhecer, inclusive AQUI.
Mas a curiosidade por uma visão de Outro é -me um vício.
Sezões, esperteza saloia, histeria...
Uma das razões que leva a que muitos cidadãos se mostrem cépticos em relação aos políticos e à Política tem a ver com o seu exercício canhestro por parte de mentecaptos e chicos - espertos.
O que aconteceu em relação ao abuso das imagens de umas pobres criancinhas, traumatizados pela vida fora a partir de então, colhidas numas escolas primárias ao engodo de uns chicos-espertos estúpidamente associadas a uma das melhores iniciativas deste governo - Magalhães - ( podem continuar a metê - lo no prego ou a vendê -lo na Feira da Ladra ( irónico, não? ) que não lhe retiram o mérito ) é um exemplo disso.
Acontece que a noção tremendista, fadista dos acontecimentos em Portugal tem tido o apoio da cada vez mais fadista Comunicação Social que avara de neurónios e de capacidade de criar interesse caminha a reboque e a toque de caixa da indignação parola do mal - dizer português, o que multiplica por cem qualquer treta, desde que seja contra os políticos. Palermice óbvia a alimentar a palermice alheia.
Uma das razões que leva a que muitos cidadãos se mostrem cépticos em relação aos políticos e à Política tem a ver com o seu exercício canhestro por parte de mentecaptos e chicos - espertos.
O que aconteceu em relação ao abuso das imagens de umas pobres criancinhas, traumatizados pela vida fora a partir de então, colhidas numas escolas primárias ao engodo de uns chicos-espertos estúpidamente associadas a uma das melhores iniciativas deste governo - Magalhães - ( podem continuar a metê - lo no prego ou a vendê -lo na Feira da Ladra ( irónico, não? ) que não lhe retiram o mérito ) é um exemplo disso.
Acontece que a noção tremendista, fadista dos acontecimentos em Portugal tem tido o apoio da cada vez mais fadista Comunicação Social que avara de neurónios e de capacidade de criar interesse caminha a reboque e a toque de caixa da indignação parola do mal - dizer português, o que multiplica por cem qualquer treta, desde que seja contra os políticos. Palermice óbvia a alimentar a palermice alheia.
sexta-feira, maio 01, 2009
Bem- vindo...
...de volta www.africaminha.blogspot.com
Foram proveitosas as férias no País mais civilizado do mundo?
Essa da gripe suína tem sido motivo de " gozo " cá por casa. Mas tu, melhor que eu falarás do TAMIFLU.
Um abraço!
...de volta www.africaminha.blogspot.com
Foram proveitosas as férias no País mais civilizado do mundo?
Essa da gripe suína tem sido motivo de " gozo " cá por casa. Mas tu, melhor que eu falarás do TAMIFLU.
Um abraço!
quarta-feira, abril 29, 2009
Da nossa e a do Outro...., perspectivas, claro!
Viatura avariada e necessidade de usar o metro ao fim de mais de vinte anos de ausência. Agradável surpresa, um pouco de desorientação e acabei por conhecer três novas linhas num percurso da estação do Oriente à Praça de Espanha.
No último percurso ia de pé e a falta de hábito desiquilibrava - me com frequência sacudindo -me, sem apoio, de um lado para outro, até que condoído, um jovem paquistanês ofereceu -me o seu lugar, também de pé, mas com um apoio de espaldas que permitia melhor equilíbrio. Agradeci e aceitei a oferta.
No momento seguinte tive a consciência clara da diferença de perspectiva com que eu me olho e a visão do jovem - um ancião em apuros. Achei graça e perdi -me numa elocubração rápida sobre a facilidade com que a nossa auto - estima e segurança alimentadas pelo peso, da maturidade, chamamos - lhe nós, da velhice, cai, a par de uma constatação que um outro " velhote " bramou, provávelmente numa situação parecida - A velhice é uma merda - Jorge Amado
Viatura avariada e necessidade de usar o metro ao fim de mais de vinte anos de ausência. Agradável surpresa, um pouco de desorientação e acabei por conhecer três novas linhas num percurso da estação do Oriente à Praça de Espanha.
No último percurso ia de pé e a falta de hábito desiquilibrava - me com frequência sacudindo -me, sem apoio, de um lado para outro, até que condoído, um jovem paquistanês ofereceu -me o seu lugar, também de pé, mas com um apoio de espaldas que permitia melhor equilíbrio. Agradeci e aceitei a oferta.
No momento seguinte tive a consciência clara da diferença de perspectiva com que eu me olho e a visão do jovem - um ancião em apuros. Achei graça e perdi -me numa elocubração rápida sobre a facilidade com que a nossa auto - estima e segurança alimentadas pelo peso, da maturidade, chamamos - lhe nós, da velhice, cai, a par de uma constatação que um outro " velhote " bramou, provávelmente numa situação parecida - A velhice é uma merda - Jorge Amado
domingo, abril 26, 2009
sábado, abril 25, 2009
FREEPORT, CASA PIA, ENTRE - OS - RIOS, PORTUCALE, BPN, etc,etc...
ABSURDO é a palavra que me ocorreria se não soubesse onde vivo - Portugal. LAMENTÁVEL. é outra palavra que me sugere a penosa, porque condicionada por compromissos insondáveis, Justiça portuguesa.
É que falar da intrincada teia de motivações que levam a que um cidadão espere anos e anos a fio por justiça, traçaria, se tivesse tempo, paciência, capacidade, livre circulação e estômago, em traços estreitos, o retrato da ALMA LUSA em todo o seu esplendor.
O caso Freeport, pelos seus contornos de origem, desenvolvimento, eternização e pela personalidade oblìquamente posta no palco - Sócrates, o Primeiro - Ministro do País, é paradigmático, até aparecer o próximo caso.
Este País de meias-tintas que comemora hoje um levantamento armado que não teve coragem de ser uma Revolução, arrogou - se o direito de manchar o nome de um cidadão, à luz da liberdade de Imprensa, que por aqui se confunde com liberdade de expressão, o qual tem sido um dos mais exemplares cidadãos da República.
LAMENTÁVEL, pois a maneira irresponsável, leviana, como os MEDIA portugueses - TODOS - lidaram com este e os outros casos lembrados no título deste post.
A aceitação militante com que abraçaram a denúncia soezmente urdida e a maneira ingénua ( !!!? ) ou incompetente como se ensalivavam perante " novas provas ", DVD'S, onde um aldrabão relapso mencionava o nome de um Ministro a fim de obter fraudulentemente fundos em interesse próprio, demonstra o quanto certo país deseja " apanhar " Sócrates, derrubando -o do pedestal de competência, probidade, determinação com que se armou para tirar este País do pântano que faz fugir os melhores para zonas de melhor salubridade psicológica.
Quanto à reacção do PM em relação à urdidura tacanha que só num País tacanho teria tamanha aceitação logo à partida, pede - me mais prosa.
Voltarei ao assunto, porque se prende com a liberdade de expressão que parece que se está a pretender torná -la num privilégio de escrivinhadores, comentadores e analistas dos jornais que da liberdade, como disse hoje MST,- VÃO PASTAR CARACÓIS PARA O SARA!
ABSURDO é a palavra que me ocorreria se não soubesse onde vivo - Portugal. LAMENTÁVEL. é outra palavra que me sugere a penosa, porque condicionada por compromissos insondáveis, Justiça portuguesa.
É que falar da intrincada teia de motivações que levam a que um cidadão espere anos e anos a fio por justiça, traçaria, se tivesse tempo, paciência, capacidade, livre circulação e estômago, em traços estreitos, o retrato da ALMA LUSA em todo o seu esplendor.
O caso Freeport, pelos seus contornos de origem, desenvolvimento, eternização e pela personalidade oblìquamente posta no palco - Sócrates, o Primeiro - Ministro do País, é paradigmático, até aparecer o próximo caso.
Este País de meias-tintas que comemora hoje um levantamento armado que não teve coragem de ser uma Revolução, arrogou - se o direito de manchar o nome de um cidadão, à luz da liberdade de Imprensa, que por aqui se confunde com liberdade de expressão, o qual tem sido um dos mais exemplares cidadãos da República.
LAMENTÁVEL, pois a maneira irresponsável, leviana, como os MEDIA portugueses - TODOS - lidaram com este e os outros casos lembrados no título deste post.
A aceitação militante com que abraçaram a denúncia soezmente urdida e a maneira ingénua ( !!!? ) ou incompetente como se ensalivavam perante " novas provas ", DVD'S, onde um aldrabão relapso mencionava o nome de um Ministro a fim de obter fraudulentemente fundos em interesse próprio, demonstra o quanto certo país deseja " apanhar " Sócrates, derrubando -o do pedestal de competência, probidade, determinação com que se armou para tirar este País do pântano que faz fugir os melhores para zonas de melhor salubridade psicológica.
Quanto à reacção do PM em relação à urdidura tacanha que só num País tacanho teria tamanha aceitação logo à partida, pede - me mais prosa.
Voltarei ao assunto, porque se prende com a liberdade de expressão que parece que se está a pretender torná -la num privilégio de escrivinhadores, comentadores e analistas dos jornais que da liberdade, como disse hoje MST,- VÃO PASTAR CARACÓIS PARA O SARA!
quarta-feira, abril 22, 2009
E eis - me de volta...
à realidade nacional
" Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é um telejornal travestido feito de ódio e perseguição " - Sócrates, referindo -se àquilo que M.M.Guedes costuma desfiar às sextas na TVI.
Finalmente, alguém com audição nacional diz em alto e bom som o que gente como eu tem constatado e denunciado em geral, já que a solidariedade corporativa dos jornalistas " cega- os " em relação ao trabalho dos outros como se os Media fossem uma sociedade sagrada pairando sobre os mortais, armados em seus protectores, cuja inteligência insistem em menosprezar numa aflitiva ignorância dos produtos da sua.
MM Guedes, assim como a sua miserável escolinha que a sua perspectiva de ser jornalista espalhou entre as jornalistas portuguesas, continua a confundir os entrevistados com um saco de batatas, orgulhoso de aí estar e portanto merecedor de tudo, sobre o qual continuam a despejar toda a espécie de brutalidade, má - formação cívica, má- educação e principalmente, gritante e negativa apreciação pessoal, como se isso valesse alguma coisa para o juízo do espectador.
Repito o que disse há dias por aqui sobre os Media movidos a estrogénio que se espalham pelo mundo com todas as consequências, para mim muito negativas, para o esclarecimento e informação objectiva e fundamentada. É claro que a minha visão e análise do que se tem passado está eivada do políticamente incorrecto, o que não lhe retira a objectividade que a realidade tem atestado.
Ontem, na entrevista de Judith de Sousa ao P.M. Sócrates esteve em evidência muita coisa do que tenho estado a dizer.
Confundir acutilância com desrespeito, suposições com factos, má - criação com método,estilo ou seja lá que a sua fácies revelou diligentemente durante a entrevista e PRINCIPALMENTE usar repetidas citações do P.R. Cavaco Silva a "exigir " o contraditório do Primeiro - Ministro Sócrates foi do pior, dentro do estilo Manela, do que lhe vi fazer entretanto.
Aliás, compare -se o ar quase cúmplice das suas entrevistas com as pessoas por quem nutre gosto pessoal como, também grosseiramente citado, Vitorino e compare -se com o profissionalismo cordial da entrevistadora de Marcello, à qual peço desculpa de não poder citar pelo nome pelo esquecimento a que a entrevistadora tem de se remeter numa entrevista e não ser a actriz principal.
Sócrates, repito, pela sua preparação, não só política, só tem um adversário de peso que o possa intimidar em Portugal e o seu nome é Louçã.
É por isso que me permito dar - lhe um conselho - Esqueça o Freeport, esqueça os master's voices dos Media e a nova campanha que vai criar com a ajuda do P.R. numa fedorenta guerrilha institucional, despreze os recados dados indirectamente, não alimente nem deixe os seus Ministros alimentarem os jornais e Televisões com " reacções " ao que quer que seja.
Faça, como tem feito e bem, a agenda nacional. Fale connosco e não por terceiros.
Utilize a TELEVISÃO PÚBLICA para anúncios públicos de relevância nacional, aliás como o tem feito o P.R., pelo menos enquanto não começar a campanha das eleições e alerte para a importância para o País do voto e a incivilidade da abstenção.
Continue positivo como tem sido e o resultado só será um - o anulamento da negatividade pesporrente e essa sim cada vez mais arrogante.
à realidade nacional
" Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é um telejornal travestido feito de ódio e perseguição " - Sócrates, referindo -se àquilo que M.M.Guedes costuma desfiar às sextas na TVI.
Finalmente, alguém com audição nacional diz em alto e bom som o que gente como eu tem constatado e denunciado em geral, já que a solidariedade corporativa dos jornalistas " cega- os " em relação ao trabalho dos outros como se os Media fossem uma sociedade sagrada pairando sobre os mortais, armados em seus protectores, cuja inteligência insistem em menosprezar numa aflitiva ignorância dos produtos da sua.
MM Guedes, assim como a sua miserável escolinha que a sua perspectiva de ser jornalista espalhou entre as jornalistas portuguesas, continua a confundir os entrevistados com um saco de batatas, orgulhoso de aí estar e portanto merecedor de tudo, sobre o qual continuam a despejar toda a espécie de brutalidade, má - formação cívica, má- educação e principalmente, gritante e negativa apreciação pessoal, como se isso valesse alguma coisa para o juízo do espectador.
Repito o que disse há dias por aqui sobre os Media movidos a estrogénio que se espalham pelo mundo com todas as consequências, para mim muito negativas, para o esclarecimento e informação objectiva e fundamentada. É claro que a minha visão e análise do que se tem passado está eivada do políticamente incorrecto, o que não lhe retira a objectividade que a realidade tem atestado.
Ontem, na entrevista de Judith de Sousa ao P.M. Sócrates esteve em evidência muita coisa do que tenho estado a dizer.
Confundir acutilância com desrespeito, suposições com factos, má - criação com método,estilo ou seja lá que a sua fácies revelou diligentemente durante a entrevista e PRINCIPALMENTE usar repetidas citações do P.R. Cavaco Silva a "exigir " o contraditório do Primeiro - Ministro Sócrates foi do pior, dentro do estilo Manela, do que lhe vi fazer entretanto.
Aliás, compare -se o ar quase cúmplice das suas entrevistas com as pessoas por quem nutre gosto pessoal como, também grosseiramente citado, Vitorino e compare -se com o profissionalismo cordial da entrevistadora de Marcello, à qual peço desculpa de não poder citar pelo nome pelo esquecimento a que a entrevistadora tem de se remeter numa entrevista e não ser a actriz principal.
Sócrates, repito, pela sua preparação, não só política, só tem um adversário de peso que o possa intimidar em Portugal e o seu nome é Louçã.
É por isso que me permito dar - lhe um conselho - Esqueça o Freeport, esqueça os master's voices dos Media e a nova campanha que vai criar com a ajuda do P.R. numa fedorenta guerrilha institucional, despreze os recados dados indirectamente, não alimente nem deixe os seus Ministros alimentarem os jornais e Televisões com " reacções " ao que quer que seja.
Faça, como tem feito e bem, a agenda nacional. Fale connosco e não por terceiros.
Utilize a TELEVISÃO PÚBLICA para anúncios públicos de relevância nacional, aliás como o tem feito o P.R., pelo menos enquanto não começar a campanha das eleições e alerte para a importância para o País do voto e a incivilidade da abstenção.
Continue positivo como tem sido e o resultado só será um - o anulamento da negatividade pesporrente e essa sim cada vez mais arrogante.
segunda-feira, abril 13, 2009
sexta-feira, abril 10, 2009
DO UMBIGO GRANDE ...
...aos umbiguinhos mesquinhos
Confesso que ainda não li nenhum " post " do blogue do sr. Guinote, entre a meia dúzia de blogues que acompanho. Pelo que li hoje no Expresso, ele tornou - se um repositório de lamúrias à volta do decreto que lhe deu forma -" A pasta de Educação só foi ocupada nos últimos anos por três pessoas devidamente qualificadas ( avaliadas por ele, claro; o sublinhado é meu ) : Roberto Carneiro, Marçal Grilo e David Justino. O resto é para esquecer ".
Não sei em que é que se baseou o Sr. Guinote para AVALIAR o desempenho destes ex - M.E., mas calculo que tenha sido a " moleza " com que lidaram com o corporativismo da classe, já que lhe desconheço outras competências a não ser os interesses pessoais, para essa avaliação.
Os professores, como o sr. Guinote, presumem - se os donos da verdade educativa, administrativa e política das Escolas, esquecendo amiúde que são instrumentos, exacto, instrumentos embora não desprezáveis, pelo contrário, da aplicação de uma visão politica sufragada democráticamente pelos pais dos alunos que eles leccionam; isso em democracia, claro.
Sê - lo - iam numa empresa como numa escola privada.
Interessante neste infindável fado, é que o Programa Escolar lato sensu nunca esteve em debate pelos seus orientadores, ao contrário dos seus interesses económicos e de carreira.
Nenhum, repito, nenhum M.E. "serviu " até hoje os interesses dos professores da maneira em que interpretam o seu papel como ministro à luz desses pressupostos.
O) blogue do Sr. Guinote parece ser, nas palavras da repórter, um espaço de " desabafo psicanalítico ". Deve ser aterrador navegar por esse universo de carpideiras, espelho da choradeira nacional onde a CULPA, essa malvada, das desgraças do País está SEMPRE nos OUTROS e não na resultante de cada um dos nossos actos individuais.
A haver catarse, já agora, comecemos por uma auto -avaliação sincera da mediocridade profissional, da mesquinhez do carácter, da arrogância inculta, enfim da chico -espertice, em favor de um melhoramento pessoal, como cidadão? É que o que virá desse aperfeiçoamento libertará muita gente do divã da psicanálise e o País agradecerá.
...aos umbiguinhos mesquinhos
Confesso que ainda não li nenhum " post " do blogue do sr. Guinote, entre a meia dúzia de blogues que acompanho. Pelo que li hoje no Expresso, ele tornou - se um repositório de lamúrias à volta do decreto que lhe deu forma -" A pasta de Educação só foi ocupada nos últimos anos por três pessoas devidamente qualificadas ( avaliadas por ele, claro; o sublinhado é meu ) : Roberto Carneiro, Marçal Grilo e David Justino. O resto é para esquecer ".
Não sei em que é que se baseou o Sr. Guinote para AVALIAR o desempenho destes ex - M.E., mas calculo que tenha sido a " moleza " com que lidaram com o corporativismo da classe, já que lhe desconheço outras competências a não ser os interesses pessoais, para essa avaliação.
Os professores, como o sr. Guinote, presumem - se os donos da verdade educativa, administrativa e política das Escolas, esquecendo amiúde que são instrumentos, exacto, instrumentos embora não desprezáveis, pelo contrário, da aplicação de uma visão politica sufragada democráticamente pelos pais dos alunos que eles leccionam; isso em democracia, claro.
Sê - lo - iam numa empresa como numa escola privada.
Interessante neste infindável fado, é que o Programa Escolar lato sensu nunca esteve em debate pelos seus orientadores, ao contrário dos seus interesses económicos e de carreira.
Nenhum, repito, nenhum M.E. "serviu " até hoje os interesses dos professores da maneira em que interpretam o seu papel como ministro à luz desses pressupostos.
O) blogue do Sr. Guinote parece ser, nas palavras da repórter, um espaço de " desabafo psicanalítico ". Deve ser aterrador navegar por esse universo de carpideiras, espelho da choradeira nacional onde a CULPA, essa malvada, das desgraças do País está SEMPRE nos OUTROS e não na resultante de cada um dos nossos actos individuais.
A haver catarse, já agora, comecemos por uma auto -avaliação sincera da mediocridade profissional, da mesquinhez do carácter, da arrogância inculta, enfim da chico -espertice, em favor de um melhoramento pessoal, como cidadão? É que o que virá desse aperfeiçoamento libertará muita gente do divã da psicanálise e o País agradecerá.
TANTO BARULHO,
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
entre os interesses da ANF, médicos e consumidores numa situação em que a legislação, para mim, é bem clara.
Se, como diz o presidente da ANF que " há interesses contraditórios na legislação ", convém torná - los transparentes, até porque, desde que legítimos, nada haverá a apontar.
A atitude do governo só poderá ser uma - fazer cumprir a legislação com firmeza e até ver é o que se estima acontecer.
quinta-feira, abril 09, 2009
PORTO...RICO?
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
Parabéns à magnífica atitude da equipa sul - americana do Porto. É dessa " raça " que se fazem campeões.
Repito e voltarei a repetir que uma equipa é a IMAGEM ( carácter, temperamento, conhecimento, ambição ) do seu líder; e nesta equipa do Porto, Jesualdo está presente. Aí não há " boas - maneiras ", há tensão, há determinação há querer e há a " arrogância " de quem se sente capaz.
Parece simples, mas é aí, nessa componente de interiorização psicológica " à Marinho ", sim Marinho, ( lembram -se dele ? ) como hoje, Mourinho, Jesus, Mota, etc, que se passa MUITA coisa na formação de uma equipa de futebol.
Não chega ter uma chusma de craques para se fazer uma equipa, como por exemplo a nossa selecção, é preciso ter um LÍDER com tudo o que isso quer dizer e comporta e Queirós seria incapaz de atirar uma bota à cabeça de nenhuma das nossas " estrelas ". Fiz - me entender ?, quanto mais mandar um carolo à cabeça de um adversário.
É que a agressividade é uma virtude nas competições desportivas e tem de ser incutida. Somada ao talento e à ciência do treinador dá resultados positivos na maior parte das competições entre equipas.
segunda-feira, abril 06, 2009
G 20 - ou o síndrome da caverna...
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
Pela segunda vez em pouco tempo decretou -se o fim da História. A manutenção e o reforço do " status quo " esteve em cima da mesa e não a reflexão ( que não houve antes nem haverá depois ) sobre o cerne da Democracia - a Liberdade
Clamar por sucesso brindando com champanhe atirado para cima de mais um crime cometido sobre a vida de milhões, lembra -me as lavagens do dinheiro sujo.
MILHÕES e milhões de dólares, euros, reais, rublos, yens etc, etc, dinheiro derivado do trabalho de milhões de cidadãos são atirados por esses obscenos offshores que são os Bancos Centrais aos bancos e empresas de repente desintoxicados por uma nova espécie de seres imaculados que invadiram o planeta. Aonde é que eles estavam enquanto o sistema estava a feder de podre?
Lamentável a acomodação quase sôfrega dos " estadistas " sob o manto diáfano do novo Messias. Foi patético e embaraçoso ver a rapidez com que a chancelerina alemã e o presidente francês deixaram cair as débeis oposições para consumo interno que protagonizaram antes da cimeira.
No fim de contas, a falência intelectual da Europa há muito que anda a reboque dos " valores " dos USA enquanto a sua Razão sem racionalidade, diletante, inconsequente e narcísica ia relativizando, sem capacidade de CRIAR alternativas à Ética, à Religião, ao Erotismo, ao Amor, à Tradição, à Cultura, devolvendo -os ao seu espaço original - a Caverna.
Hoje os USA, que dantes vinham cá beber Civilização e Cultura, só aparece para o beija - mão.
E porque não!!!?
domingo, abril 05, 2009
A " DANÇA " DO DVD...
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
... e os dançarinos do costume...
Por agora, já que nada ( apesar dos maus dançarinos, uns angustiados de medo, sabe -se lá do quê, outros a cumprir o seu papel de lacaios ) de novo aconteceu só duas perguntas singelas -
1 - Se existe um DVD de uma reunião onde o Sr. Charles Smith proclama que " corrompeu " um ministro da República este corruptor não devia estar preso, acusado com provas da sua confissão, para começar? É claro que não há corrupção sem corrompido se ele mente, mas do crime de difamação ou de corruptor já ninguém o livra.
2 - Com procuradores tão frágeis e assumidos como permeáveis, senão não haveria motivos para tanta lamúria, o presumido corrompido - Sócrates não deveria, agora sim de verdade e públicamente exigir que este processo de " calúnia e conspiração " nas palavras do dito, fosse conduzido pelo próprio Procurador - Geral?
quarta-feira, abril 01, 2009
PORTUGAL e a selecção portuguesa de futebol
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
Uma equipa é quase sempre a imagem do seu líder quando ele é aceite como tal.
Com Carlos Queirós ainda nem equipa existe quanto mais uma definição da mesma pelo carácter do seu mentor. O raio é que o futebol é uma actividade onde a equipa é a sua essência para a definição do seu objectivo - a Vitória.
Neste quadro, até na definição das " chefias " intermédias se avalia o líder. E os erros têm sido de palmatória...
Voltarei ao tema com mais vagar...
terça-feira, março 31, 2009
AS MINHAS MAIS SINCERAS DESCULPAS...
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
... a todos os portugueses que eu estimo, aprecio, elogio pelo que são, mais do que por aquilo que fazem e também por isso, que por vezes possam sentir - se ofendidos pelas minhas palavras. A maior parte deles não me conhece de lado nenhum, nem formal ou efectivamente, se tal fosse possível.
Acontece que eu amo este País que escolhi para viver. Infelizmente, apesar de cá estar há 41 anos não consigo sentir -me português mesmo tendo saído de Cabo Verde em 1968 com escassos 20anos.
É claro que vou generalizar,como também é verdade que o faço com conhecimento,do que conheço no terreno.
Eu explico: a mentalidade portuguesa (a ) deprime -me e por vezes leva -me a estados de alma que a minha formação biológica e intelectual repudia, não por " civilidade " mas pela Cultura.
O mais grave, é que essa realidade que me transtorna não é só a que vem nos jornais mas a que se me apresenta de Norte a Sul do País, do minhoto ao algarvio passando pelo beirão e alentejano. A matriz que a enforma e lhe dá unidade e identidade é a MESMA.
Lembra -me O`Neil e o seu amor - repulsa - Portugal é um problema que tenho comigo....
O que se tem passado, principalmente durante o governo Sócrates, mais do que em qualquer outra altura da história recente do País tem -me confirmado o que a minha observação tem armazenado durante décadas a que só o pudor de ser ofensivo e " estrangeiro " tem constituído barreira na sua expressão mais autêntica e cáustica - Portugal está a tornar - se um País patético, ignorante, vaidoso de Nada e de uma estúpida e malsã arrogância popular alimentada por uma Media irresponsável e tão arrogantemente estúpida como quem serve.
Os programas televisivos desceram ao nível de quem TINHAM A OBRIGAÇÃO de melhorar a capacidade de reflexão de análise objectiva cultivando a cidadania e não a ruptura com as instituições.
Promovendo a " especialista ", a comentador, audível a nível nacional QUALQUER voz que se faça ouvir, principalmente se bolsa alarvidades contra a Política e os seus representantes, como se eles tivessem caído de alguma "árvore que dá políticos " e não reflectissem o ensinamento que a Pátria, através dos seus Avós, Pais, Escolas, Imprensa lhes transmitiu, revela a superficialidade parola dos seus autores e de quem os macaqueia.
A Imprensa numa sociedade democrática, necessáriamente adulta, instruída, culta não é, definitivamente um repositório de lixo e tem a obrigação, não só de informar mas também de formar, por mais que se tente sofismar à volta da famigerada " liberdade " de asnear.
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