Umbigos definhados, por ora, devolveram a solução, num rasgo de bom senso, a definição matemática do futuro do País a quem o conduziu a este estado - os Ministros de Finanças de ontem e de hoje.
Deveriam ter lá estado, na abertura das conversações, TODOS eles.
A " solução " que das conversações irá resultar será a do conflito dos dois egos ausentes e nunca do estado do País. Este nunca mudará, nomeadamente dadas as circunstâncias da formatação global do europeu de hoje e do lusitano em particular.
O estoicismo,a visão do trabalho como municiador do fortalecimento do carácter,a disciplina,o patriotismo, serão elementos essenciais à mudança, coisas que nem uma Revolução alcançaria.No futuro, talvez a luta pela Educação, ferozmente travada por TODOS os P.M. desde o 25 de Abril, venha a dar frutos.
sábado, outubro 23, 2010
E JÁ QUE É DE SOBREVIVÊNCIA DE QUE SE FALA...
...Tenho por mim que nada distingue o sapiens do resto do mundo biológico no que de heróico ele tem produzido, que tem sido o existir, AINDA.
Pelo contrário, quase tudo tem feito, após o seu " domínio " da Natureza e alcançado as condições técnicas de produção de tudo o que precisaria para esse fim,para manter a insustentabilidade do planeta, exaurindo de recursos os que deles se exigiria o apoio dos benefícios da sua evolução (!!!?).
Calcula - se que o Homem tenha " aparecido " no planeta há mais de 200000 anos. Na realidade, segundo alguns trânsfugas da Paleontologia e Antropologia oficiais, já cá estaríamos, exactamente como somos hoje, há milhões de anos e na Terra de então produzia - se uma Ciência que ainda não foi alcançada nos dias de hoje. Por QUÉM, é a pergunta que se impõe e que explicariam " coisas " sem respostas, nomeadamente O que os mitos de TODAS as latitudes narraram e cuja coincidência no tempo, no modo e figurantes, é AVASSALADORA.
O desaparecimento dos " deuses " das mitologias começou com o monoteísmo dos egípcios e dos seus seguidores liderados por um egípcio, de seu nome Moisés. E asim se fez a história que nos é contada hoje, segundo esses " trânsfugas "...
Hoje,a História do Homem moderno é dirigida pela Cibernética e seus intérpretes, pela Burocracia e seus administradores, pela Informação e seus servidores.
Apeada a filosofia e sustentada pela " farsa " libertária, a explicação das " coisas " foi deixada aos economistas, melhor, aos financeiros, decifradores (!!!?) de um Real por eles induzido sobre o qual actuam pavlovianamente. Porquê? Porque sim, por narcisismo, por amoralidade congénita e por um desrespeito total pelas vítimas, com o apoio de TODOS OS GOVERNOS OCIDENTAIS.
A aplicação assassina da escravatura dos números sobre os povos têm-nos cegado para a Estupidez recorrente dos seus Governos, que à tautologia matemática que os sufoca alienam a sua possibilidade de os libertar.
Se 1+1+1+1 = 4, 3+1 = 4, 2*2 = 4,e por aí fora, há várias maneiras de alcançar QUATRO, se quatro tiver o mesmo significado para todos, que para a POLÍTICA, terá de ser o bem - estar da sua população, das nações.
Pela Globalização, que é outra maneira de libertar a liquidez obscena de Bancos e crápulas,o Capitalismo encontrou maneira de escoar os seus excessos, já não de produção mas de armazenamento de MOEDA.
Apresentada sob a capa de liberalização do mercado, sintetizou, como directiva planetária, a formatação de um pensamento único a que a produção do supérfluo e consequente indução de falsas necessidades, deu credibilidade pelo Consumo.
Reduzido o planeta a uma colossal, pungente e medíocre amiba, faltava uma Burocracia que criasse normas e enquadramentos legais que a sustentasse e a alimentasse. A lista dessas Administrações é medonha e o exército soberanamente pago de funcionários, governamentais ou da ONU, NATO, U.E., FMI, ou das mais variadas ONG's,cuidam para que não haja afastamento do caminho traçado.
E ai das Nações que manifestem sucesso por outras vias...
Essa cegueira insane que está a empobrecer a Terra tem encontrado resistências, porque há um elemento perturbador que não é possível inserir como variável fixa nas equações económico-financeiras - a Liberdade.
Muitas revoluções e mortandades acontecerão antes que o sapiens portador desse gene, capitule.
Vêm aí tempos atribulados que a aparente domesticação das nações esconde, por ora...
Pelo contrário, quase tudo tem feito, após o seu " domínio " da Natureza e alcançado as condições técnicas de produção de tudo o que precisaria para esse fim,para manter a insustentabilidade do planeta, exaurindo de recursos os que deles se exigiria o apoio dos benefícios da sua evolução (!!!?).
Calcula - se que o Homem tenha " aparecido " no planeta há mais de 200000 anos. Na realidade, segundo alguns trânsfugas da Paleontologia e Antropologia oficiais, já cá estaríamos, exactamente como somos hoje, há milhões de anos e na Terra de então produzia - se uma Ciência que ainda não foi alcançada nos dias de hoje. Por QUÉM, é a pergunta que se impõe e que explicariam " coisas " sem respostas, nomeadamente O que os mitos de TODAS as latitudes narraram e cuja coincidência no tempo, no modo e figurantes, é AVASSALADORA.
O desaparecimento dos " deuses " das mitologias começou com o monoteísmo dos egípcios e dos seus seguidores liderados por um egípcio, de seu nome Moisés. E asim se fez a história que nos é contada hoje, segundo esses " trânsfugas "...
Hoje,a História do Homem moderno é dirigida pela Cibernética e seus intérpretes, pela Burocracia e seus administradores, pela Informação e seus servidores.
Apeada a filosofia e sustentada pela " farsa " libertária, a explicação das " coisas " foi deixada aos economistas, melhor, aos financeiros, decifradores (!!!?) de um Real por eles induzido sobre o qual actuam pavlovianamente. Porquê? Porque sim, por narcisismo, por amoralidade congénita e por um desrespeito total pelas vítimas, com o apoio de TODOS OS GOVERNOS OCIDENTAIS.
A aplicação assassina da escravatura dos números sobre os povos têm-nos cegado para a Estupidez recorrente dos seus Governos, que à tautologia matemática que os sufoca alienam a sua possibilidade de os libertar.
Se 1+1+1+1 = 4, 3+1 = 4, 2*2 = 4,e por aí fora, há várias maneiras de alcançar QUATRO, se quatro tiver o mesmo significado para todos, que para a POLÍTICA, terá de ser o bem - estar da sua população, das nações.
Pela Globalização, que é outra maneira de libertar a liquidez obscena de Bancos e crápulas,o Capitalismo encontrou maneira de escoar os seus excessos, já não de produção mas de armazenamento de MOEDA.
Apresentada sob a capa de liberalização do mercado, sintetizou, como directiva planetária, a formatação de um pensamento único a que a produção do supérfluo e consequente indução de falsas necessidades, deu credibilidade pelo Consumo.
Reduzido o planeta a uma colossal, pungente e medíocre amiba, faltava uma Burocracia que criasse normas e enquadramentos legais que a sustentasse e a alimentasse. A lista dessas Administrações é medonha e o exército soberanamente pago de funcionários, governamentais ou da ONU, NATO, U.E., FMI, ou das mais variadas ONG's,cuidam para que não haja afastamento do caminho traçado.
E ai das Nações que manifestem sucesso por outras vias...
Essa cegueira insane que está a empobrecer a Terra tem encontrado resistências, porque há um elemento perturbador que não é possível inserir como variável fixa nas equações económico-financeiras - a Liberdade.
Muitas revoluções e mortandades acontecerão antes que o sapiens portador desse gene, capitule.
Vêm aí tempos atribulados que a aparente domesticação das nações esconde, por ora...
domingo, outubro 17, 2010
" DO HINO À SOBREVIVÊNCIA "...
...Que as merecidas " loas " à racionalidade " tout court " que permitiu a sobrevivência dos mineiros chilenos encarcerados se troem pelo planeta, acrescentemos o circo mediático que teima, sem ou com intenção, em conspurcar até à náusea quando não banalizando tudo, até o heroísmo.
À sobrevivência basta a biologia, a Natureza viva do planeta exemplifica - o; contudo, o " sapiens " armadilhado pela ilusão racional, só e ainda existe devido às suas " pulsões " mais primárias que a Razão teima em contrariar.
Essa dualidade posta em conflito só poderá gerar conflito, com a Natureza,com os outros e connosco - é da nossa natureza; contudo,disso temos conhecimento de sobra e no entanto surge - nos de quando em vez algo que nos diz que é possível fazer acontecer a Utopia.
À sobrevivência basta a biologia, a Natureza viva do planeta exemplifica - o; contudo, o " sapiens " armadilhado pela ilusão racional, só e ainda existe devido às suas " pulsões " mais primárias que a Razão teima em contrariar.
Essa dualidade posta em conflito só poderá gerar conflito, com a Natureza,com os outros e connosco - é da nossa natureza; contudo,disso temos conhecimento de sobra e no entanto surge - nos de quando em vez algo que nos diz que é possível fazer acontecer a Utopia.
sexta-feira, outubro 15, 2010
UMA LÁSTIMA...
... O " assassinato " diário que os Media levam a cabo por parte dos seus jornalistas, convidados e residentes...
Em tempos, pensei em criar um blogue de citações do mau uso, ignorância e ultrage que a língua portuguesa tem sofrido nas últimas décadas, nomeadmente por parte de quem TEM A OBRIGAÇÂO de a proteger. Aconteceu o acordo ortográfico e desisti da ideia por razões óbvias contidas nos preâmbulos e definições que estão na sua essência e dada a situação de não possuir nenhum certificado de especialista na área, embora a situação geral da má prática generalizada da Língua me faça sentir como se o fosse.
O Dr.Mário Pinto,docente universitário, esse sim um especialista faz, no jornal " I ", uma abordagem exemplar do que temos estado a criticar, do caos linguístico e do abastardamento da Língua por parte dos Media, dos que escrevem nos jornais e consequentemente da pobreza redactorial dos mesmos. A situação chega a, pasmem - se,aos editorialistas se não aos Directores, multiplicando a iliteracia pelo País.
Na Grã-Bretanha fez-se, há pouco tempo, um estudo da língua inglesa no universo estudantil, da Primária à Universidade e em todo o espaço da Commonwealth. Surpreendentemente, que não para mim que tenho essa convicção há décadas,verificou - se que o refinamento e conhecimento da língua inglesa eram muito superiores entre a população que residia fora do país materno.
Se em Portugal se fizer o mesmo estudo,as conclusões não serão muito diferentes, creio eu.
P.S.
Curiosamente,o Dr. Mário Pinto não tem reparado no que acontece no seu " I ".
Ainda hoje eu li no " Primeiro Plano " o seguinte - " Um governo que esbanjou o tempo e se sujeitou a enorme pressão externa..." em vez de - Um governo que esbanjou tempo (sem o artigo )e se sujeitou a uma ( com artigo )enorme pressão externa...
A lingua é musical;as dissonâncias, para lá da gramática,também nos fazem " sentir " o erro.
Em tempos, pensei em criar um blogue de citações do mau uso, ignorância e ultrage que a língua portuguesa tem sofrido nas últimas décadas, nomeadmente por parte de quem TEM A OBRIGAÇÂO de a proteger. Aconteceu o acordo ortográfico e desisti da ideia por razões óbvias contidas nos preâmbulos e definições que estão na sua essência e dada a situação de não possuir nenhum certificado de especialista na área, embora a situação geral da má prática generalizada da Língua me faça sentir como se o fosse.
O Dr.Mário Pinto,docente universitário, esse sim um especialista faz, no jornal " I ", uma abordagem exemplar do que temos estado a criticar, do caos linguístico e do abastardamento da Língua por parte dos Media, dos que escrevem nos jornais e consequentemente da pobreza redactorial dos mesmos. A situação chega a, pasmem - se,aos editorialistas se não aos Directores, multiplicando a iliteracia pelo País.
Na Grã-Bretanha fez-se, há pouco tempo, um estudo da língua inglesa no universo estudantil, da Primária à Universidade e em todo o espaço da Commonwealth. Surpreendentemente, que não para mim que tenho essa convicção há décadas,verificou - se que o refinamento e conhecimento da língua inglesa eram muito superiores entre a população que residia fora do país materno.
Se em Portugal se fizer o mesmo estudo,as conclusões não serão muito diferentes, creio eu.
P.S.
Curiosamente,o Dr. Mário Pinto não tem reparado no que acontece no seu " I ".
Ainda hoje eu li no " Primeiro Plano " o seguinte - " Um governo que esbanjou o tempo e se sujeitou a enorme pressão externa..." em vez de - Um governo que esbanjou tempo (sem o artigo )e se sujeitou a uma ( com artigo )enorme pressão externa...
A lingua é musical;as dissonâncias, para lá da gramática,também nos fazem " sentir " o erro.
quinta-feira, outubro 14, 2010
COINCIDÊNCIAS!!!???
As bruxas e os bruxos existem, embora eu não creia em poderes sobrenaturais. Creio sim no conhecimento do uso e manipulação da matéria e, coisa cada vez mais rara,da inteligência.
Quando esse conhecimento é posto em prática na definição especializada de uma orientação específica e com o êxito que a tarefa exija, estamos perante Competências.
No caso do futebol, todo o adepto sabe que a competência por vezes não chega e também sabe que a recorrência da sua face é um sinal de sucesso.
A selecção portuguesa de futebol passou do desastre anunciado para o campo do possível, quase certeza.
O que aconteceu entretanto!!!??? Os jogadores são " aparentemente " os mesmos...
Para mim, para lá do factor Queirós por um lado e o factor Bento por outro, o " caso " merece estudo interessado. Só não digo científico porque qualquer conclusão definitiva que surgisse daria cabo do Futebol como tal. Não,bastar - me - ia o estudo da MOTIVAÇÃO e as suas componentes NESSA selecção.
Quando esse conhecimento é posto em prática na definição especializada de uma orientação específica e com o êxito que a tarefa exija, estamos perante Competências.
No caso do futebol, todo o adepto sabe que a competência por vezes não chega e também sabe que a recorrência da sua face é um sinal de sucesso.
A selecção portuguesa de futebol passou do desastre anunciado para o campo do possível, quase certeza.
O que aconteceu entretanto!!!??? Os jogadores são " aparentemente " os mesmos...
Para mim, para lá do factor Queirós por um lado e o factor Bento por outro, o " caso " merece estudo interessado. Só não digo científico porque qualquer conclusão definitiva que surgisse daria cabo do Futebol como tal. Não,bastar - me - ia o estudo da MOTIVAÇÃO e as suas componentes NESSA selecção.
BARAFUNDA...
...NO BURGUÊS REINO DOS LAGARTOS...
Parece que as coisas andam um bocado confusas lá pràs bandas dos nossos vizinhos da Segunda Circular. Acontece...
A talhe de foice em terra alheia...
Izmailov/Stojkovic
Esta dupla deu muito que fazer aos treinadores do Sporting.
Em relação ao segundo, ficámos agora a saber, no rescaldo das cenas com o jogo com a Itália onde é que parava a sua cabeça..., com as ameaças de morte tornadas públicas, por parte dos ultras do Estrela Vermelha, sua antiga equipa.
Em relação ao Izmailov, sugiro à Presidência do Sporting uma investigação reservada ao circulo que o rodeia, não vá o atleta estar a ser " condicionado " pela Máfia russa. Nunca se sabe...
Parece que as coisas andam um bocado confusas lá pràs bandas dos nossos vizinhos da Segunda Circular. Acontece...
A talhe de foice em terra alheia...
Izmailov/Stojkovic
Esta dupla deu muito que fazer aos treinadores do Sporting.
Em relação ao segundo, ficámos agora a saber, no rescaldo das cenas com o jogo com a Itália onde é que parava a sua cabeça..., com as ameaças de morte tornadas públicas, por parte dos ultras do Estrela Vermelha, sua antiga equipa.
Em relação ao Izmailov, sugiro à Presidência do Sporting uma investigação reservada ao circulo que o rodeia, não vá o atleta estar a ser " condicionado " pela Máfia russa. Nunca se sabe...
segunda-feira, outubro 11, 2010
REMOÍNHOS, REDEMOÍNHOS...
... na futilidade fluida da vida! - diria B.Soares.
Escatologias de um reflexo que de nós devolve o outro imaginado na exacta medida do nosso real.
Enfim...
A vida política de hoje em Portugal traz - nos com uma pertinência vivida os parâmetros que definem todo um mundo " vivido " de cada um dos protagonistas que marcam a agenda nacional.
As circunstâncias que definiram os percursos de cada um deles e moldaram a sua visão do Homem e da sociedade terão sido produtos próprios que nenhum alibi herdado inocenta, de todo.
O Homem define - se pelas suas escolhas; os julgamentos dos outros nada são que ténues directrizes que, fundamentadas, poderão ajudar à acção e não à reflexão, que espaço íntimo e não infectado,é intocável.
No " jogo " político, que marca o espaço privilegiado desse confronto de egos,sobressai sempre a Acção e não a Reflexão.É que o " movimento " pode ser seguido pelas massas, o pensamento não.
Esperemos que os umbigos se definhem e que os líderes mereçam o País que têem!
Escatologias de um reflexo que de nós devolve o outro imaginado na exacta medida do nosso real.
Enfim...
A vida política de hoje em Portugal traz - nos com uma pertinência vivida os parâmetros que definem todo um mundo " vivido " de cada um dos protagonistas que marcam a agenda nacional.
As circunstâncias que definiram os percursos de cada um deles e moldaram a sua visão do Homem e da sociedade terão sido produtos próprios que nenhum alibi herdado inocenta, de todo.
O Homem define - se pelas suas escolhas; os julgamentos dos outros nada são que ténues directrizes que, fundamentadas, poderão ajudar à acção e não à reflexão, que espaço íntimo e não infectado,é intocável.
No " jogo " político, que marca o espaço privilegiado desse confronto de egos,sobressai sempre a Acção e não a Reflexão.É que o " movimento " pode ser seguido pelas massas, o pensamento não.
Esperemos que os umbigos se definhem e que os líderes mereçam o País que têem!
sábado, outubro 09, 2010
PERSPECTIVAS...
"Um jovem oficial foi recrutado para a Legião Estrangeira. Durante a sua primeira semana no quartel, junto ao deserto,foi - se informando sobre os hábitos da casa.
- E quando precisam de mulher, que fazem? - perguntou ele ao cabo que o acompanhava.
- Já vai ver, meu oficial - e apontou para os estábulos. - Está a ver as camelas? São só fêmeas!
Nessa altura, um cabo tocou a reunir e um grupo de alguns 20 homens saiu a correr da caserna e lançou - se sobre as camelas. Cada um escolheu a sua e começaram logo a f.d.las.
- Mas se há mais de 50 camelas - dizia o oficial -,porque não vão eles todos calmamente?
- Livra - exclamou o cabo - E depois ficavam com alguma feiosa!..."
- Anedotas na brasa - Miguel Salgado
- E quando precisam de mulher, que fazem? - perguntou ele ao cabo que o acompanhava.
- Já vai ver, meu oficial - e apontou para os estábulos. - Está a ver as camelas? São só fêmeas!
Nessa altura, um cabo tocou a reunir e um grupo de alguns 20 homens saiu a correr da caserna e lançou - se sobre as camelas. Cada um escolheu a sua e começaram logo a f.d.las.
- Mas se há mais de 50 camelas - dizia o oficial -,porque não vão eles todos calmamente?
- Livra - exclamou o cabo - E depois ficavam com alguma feiosa!..."
- Anedotas na brasa - Miguel Salgado
ALELUIA!!!!
Assim, já gosto mais...
As reflexões sobre o relevante do que acontece, filtrando a espuma do resíduo, são exercícios necessários, filosofias baratas ( !!!!????)( porque s/ canudos, na interpretação simplista e redutora que marca os tempos de hoje )a que todo o Homem se exige e lhe são impostas pela sua condição de ser pensante, que quando acontecem, são de aplaudir e exigir mais.
É que há uma memória colectiva inserta nos nossos genes ( desgraçados genes!... )que serão enriquecidas ou empobrecidas consoante o contributo que o uso das nossas células cinzentas forem tendo dos seus donos e da espécie em geral. A Biologia de hoje explica essa dinâmica à saciedade.
" In the beginning there was only empty space, neither darkness nor light, neither land nor sea, neither son nor sky. Everything was a big silent void. Untold ages went by..." - Te-Yho-a-te-Pange
Citei a cosmologia da ilha de Raroia do Tuamotu -Honolulu, trazida ao nosso conhecimento por Thor Heyerdahl.
Se em vez do "feiticeiro" Te-Yho-a-te-Pange estivesse o nome do maior astrofísico do planeta - Hawking - a " visão " do citado Te ganharia uma credibilidade reflexivel que se oporia à " sua " superstição.
Sim, houve uma realidade na história do SAPIENS que é desconhecida pela maioria absoluta dos seus habitantes de hoje. Ela tem sido trazida ao nosso conhecimento pelos olhos e pena de quem,interpretando o que os Pigmeus de hoje,por exemplo, relatariam o que vêem, baseado na sua capacidade de hoje, como ontem os bíblicos, lendo e escrevendo sobre o mundo fantástico que vivenciaram,para lá da sua compreensão.
A Bíblia não é mais do que um relato possível de um bosquímane a visionar um avião, por exemplo.
Sugiro leituras de Pawells,( todos os livros),Andrew Tomas,( Beyond the time barrier ),Erich Von Daniken ( Charriots of Gods, Return to the stars ), Robert Charroux ( todos os livros ) e... para dar credibilidade acrescida, como convém ao espírito não-iniciado da época - Hamlet's Mills de Santillana.
É que o Mundo tem vivido sob uma gigantesca FRAUDE a que a ignorância instilada dá suporte e cobertura.
A relevância do conhecimento do que se escondeu e ainda hoje se esconde é o que está por descobrir lendo, por exemplo a Bíblia, com os conhecimentos científicos que o mundo actual testemunha.
A descoberta desse passado é ESMAGADOR, acreditem!
As reflexões sobre o relevante do que acontece, filtrando a espuma do resíduo, são exercícios necessários, filosofias baratas ( !!!!????)( porque s/ canudos, na interpretação simplista e redutora que marca os tempos de hoje )a que todo o Homem se exige e lhe são impostas pela sua condição de ser pensante, que quando acontecem, são de aplaudir e exigir mais.
É que há uma memória colectiva inserta nos nossos genes ( desgraçados genes!... )que serão enriquecidas ou empobrecidas consoante o contributo que o uso das nossas células cinzentas forem tendo dos seus donos e da espécie em geral. A Biologia de hoje explica essa dinâmica à saciedade.
" In the beginning there was only empty space, neither darkness nor light, neither land nor sea, neither son nor sky. Everything was a big silent void. Untold ages went by..." - Te-Yho-a-te-Pange
Citei a cosmologia da ilha de Raroia do Tuamotu -Honolulu, trazida ao nosso conhecimento por Thor Heyerdahl.
Se em vez do "feiticeiro" Te-Yho-a-te-Pange estivesse o nome do maior astrofísico do planeta - Hawking - a " visão " do citado Te ganharia uma credibilidade reflexivel que se oporia à " sua " superstição.
Sim, houve uma realidade na história do SAPIENS que é desconhecida pela maioria absoluta dos seus habitantes de hoje. Ela tem sido trazida ao nosso conhecimento pelos olhos e pena de quem,interpretando o que os Pigmeus de hoje,por exemplo, relatariam o que vêem, baseado na sua capacidade de hoje, como ontem os bíblicos, lendo e escrevendo sobre o mundo fantástico que vivenciaram,para lá da sua compreensão.
A Bíblia não é mais do que um relato possível de um bosquímane a visionar um avião, por exemplo.
Sugiro leituras de Pawells,( todos os livros),Andrew Tomas,( Beyond the time barrier ),Erich Von Daniken ( Charriots of Gods, Return to the stars ), Robert Charroux ( todos os livros ) e... para dar credibilidade acrescida, como convém ao espírito não-iniciado da época - Hamlet's Mills de Santillana.
É que o Mundo tem vivido sob uma gigantesca FRAUDE a que a ignorância instilada dá suporte e cobertura.
A relevância do conhecimento do que se escondeu e ainda hoje se esconde é o que está por descobrir lendo, por exemplo a Bíblia, com os conhecimentos científicos que o mundo actual testemunha.
A descoberta desse passado é ESMAGADOR, acreditem!
PORTUGAL 3 DINAMARCA 1
AS peias que manietavam o futebol da selecção portuguesa de futebol, independentemente do resultado de ontem, mas também e óbviamente por ele,estão a soltar - se.
Que falta fez o melhor jogador português da actualidade - NANI, no mundial.
Ontem viu - se futebol... A pressão era tremenda, mas a alegria do jogo de Nani, Coentrão e o fabuloso jogo de Moutinho soltaram Ronaldo quebrando - lhe o pessimismo que lhe tem marcado a trajectória nos últimos tempos.
Quero crer que também ele, como nós, começou a acreditar na equipa, liberta ontem de academismos que um protagonismo narcísico do seu ex-seleccionador exponenciou por sobre a equipa, com os resultados negativos que se conhece.
O ego de Queiroz conseguia ser maior do que a soma do vedetismo das suas estrelas e em vez de, como qualquer bom líder o sabe, ( basta lembrar o Scolari ou o Mourinho ou mesmo Jesus no Benfica )orientar o " individualismo ", melhor dito, as acções decorrentes da sua acção, ( sempre individual porque ele é que decide uniteralmente sempre que tem a bola) em proveito da equipa, esmagou -o estúpidamente.
Ontem viu - se a diferença e... NANI.
Que falta fez o melhor jogador português da actualidade - NANI, no mundial.
Ontem viu - se futebol... A pressão era tremenda, mas a alegria do jogo de Nani, Coentrão e o fabuloso jogo de Moutinho soltaram Ronaldo quebrando - lhe o pessimismo que lhe tem marcado a trajectória nos últimos tempos.
Quero crer que também ele, como nós, começou a acreditar na equipa, liberta ontem de academismos que um protagonismo narcísico do seu ex-seleccionador exponenciou por sobre a equipa, com os resultados negativos que se conhece.
O ego de Queiroz conseguia ser maior do que a soma do vedetismo das suas estrelas e em vez de, como qualquer bom líder o sabe, ( basta lembrar o Scolari ou o Mourinho ou mesmo Jesus no Benfica )orientar o " individualismo ", melhor dito, as acções decorrentes da sua acção, ( sempre individual porque ele é que decide uniteralmente sempre que tem a bola) em proveito da equipa, esmagou -o estúpidamente.
Ontem viu - se a diferença e... NANI.
terça-feira, outubro 05, 2010
DECADÊNCIAS...
A Revista " Única " do jornal Expresso sobrevoou a História lusa de há cem anos a esta data numa cronologia sem comentários das datas políticas do País.
Quero crer que, embora a traços mais lentos na sua idealização, a formatação do luso pouco se distinguiu do resto da população da Europa, mesmo considerando o robusto travão que o provincianismo inultrapassado de Salazar impôs às mentalidades e aos interesses da maioria da população.
Percorrendo, a traços largos, o que NÃO ACONTECIA em Portugal, apesar do reboliço( que se mantém até hoje )que o frenesim enganador induzia e comparando com o que acontecia no resto da Europa, repara - se que os traços marcantes desse começo de século foram substancialmente definidos pela mesquinhez e tacanha estupidez.
Lamentàvelmente, o mundo ocidental do século XXI também continua ele, ou não fossem os habitantes os mesmos,marcado pelos mesmos atavismos, referenciadores de uma cultura decadente que alardeia a sua ESTUPIDEZ pelo GLOBO, infectando directa e indirectamente TODAS as simulações tentadas pelos OUTROS povos do planeta no sentido da compreensão da sua própria história, do sentido das suas escolhas de então e das razões da dominação que sentem hoje.
O frenesim que a contracção do tempo cibernético induziu sobre o sapiens tirou - lhe a capacidade de reflexão a favor da acção pavloviana,da Biologia.
Este é o Tempo que somos hoje e consequentemente, o Espaço dele resultante -habitado por zombies, desconhecedores da sua patética condição.
Quero crer que, embora a traços mais lentos na sua idealização, a formatação do luso pouco se distinguiu do resto da população da Europa, mesmo considerando o robusto travão que o provincianismo inultrapassado de Salazar impôs às mentalidades e aos interesses da maioria da população.
Percorrendo, a traços largos, o que NÃO ACONTECIA em Portugal, apesar do reboliço( que se mantém até hoje )que o frenesim enganador induzia e comparando com o que acontecia no resto da Europa, repara - se que os traços marcantes desse começo de século foram substancialmente definidos pela mesquinhez e tacanha estupidez.
Lamentàvelmente, o mundo ocidental do século XXI também continua ele, ou não fossem os habitantes os mesmos,marcado pelos mesmos atavismos, referenciadores de uma cultura decadente que alardeia a sua ESTUPIDEZ pelo GLOBO, infectando directa e indirectamente TODAS as simulações tentadas pelos OUTROS povos do planeta no sentido da compreensão da sua própria história, do sentido das suas escolhas de então e das razões da dominação que sentem hoje.
O frenesim que a contracção do tempo cibernético induziu sobre o sapiens tirou - lhe a capacidade de reflexão a favor da acção pavloviana,da Biologia.
Este é o Tempo que somos hoje e consequentemente, o Espaço dele resultante -habitado por zombies, desconhecedores da sua patética condição.
sábado, outubro 02, 2010
ELEIÇÕES NO BRASIL...
... OU, POR OUTRO LADO,opções de classe.
A Política não deveria ter NADA a ver com " jogos sujos ", mas a realidade não se compadece com a nobreza da função, pela simples razão de que o Homem, capaz de grandes criações éticas e de efabulações utópicas que aparentam transcender o " ANIMAL " sempre presente na raiz da sua anima e naturalmente suporte da sua " consciência " não consegue superar o imediato em prol do futuro da espécie, condição biológica aparente e paradoxalmente ultrapassada pela sua Razão.
A opção de classe que se apresenta hoje no Brasil, cuja população aplaude globalmente a orientação do seu Presidente cessante e consequentemente a eminência, não necessáriamente parda, do seu braço direito Dilma Rousseff,deveria ser clara, suficientemente clara no que à aprovação do aplaudido concerne.
Mas... a Razão tem razões que a Razão desconhece e uma delas prende - se com o que nos induz à DIFERENÇA, que o nosso trajecto hoje, heranças ontem, mais-valias culturais actuais adquiridas ( por vezes derivadas dessa política popular do Lula, por exemplo )e merecimentos exigíveis, nos leva a desertar da RACIONALIDADE, da capacidade de separar o certo do errado, sob o alibi do cansaço.
Louve -se a coerência, na linha dessa análise, de quem, em abrangente leitura do REAL, qualquer Real,consiga distinguir o melhor caminho de evolução, do bairro, da vila, da cidade, do concelho, do País, do Planeta e em militância, FAÇA o que pode para que ISSO aconteça.
A escolha, no Brasil, em Portugal, na minha amada terrinha,ou no planeta, é NOSSA.
Não vale a pena sacudir a água do capote e endossar as culpas aos nossos eleitos. Pela simples razão de que os seus QUATRO anos de actividade NUNCA SÃO CAPAZES de fazer danos de vulto de que não se possa emendar.
Se houver mudanças de políticas no Brasil,( os corruptos justificam a existência da POLÍTICA )para mim será uma grande desilusão.
A Política não deveria ter NADA a ver com " jogos sujos ", mas a realidade não se compadece com a nobreza da função, pela simples razão de que o Homem, capaz de grandes criações éticas e de efabulações utópicas que aparentam transcender o " ANIMAL " sempre presente na raiz da sua anima e naturalmente suporte da sua " consciência " não consegue superar o imediato em prol do futuro da espécie, condição biológica aparente e paradoxalmente ultrapassada pela sua Razão.
A opção de classe que se apresenta hoje no Brasil, cuja população aplaude globalmente a orientação do seu Presidente cessante e consequentemente a eminência, não necessáriamente parda, do seu braço direito Dilma Rousseff,deveria ser clara, suficientemente clara no que à aprovação do aplaudido concerne.
Mas... a Razão tem razões que a Razão desconhece e uma delas prende - se com o que nos induz à DIFERENÇA, que o nosso trajecto hoje, heranças ontem, mais-valias culturais actuais adquiridas ( por vezes derivadas dessa política popular do Lula, por exemplo )e merecimentos exigíveis, nos leva a desertar da RACIONALIDADE, da capacidade de separar o certo do errado, sob o alibi do cansaço.
Louve -se a coerência, na linha dessa análise, de quem, em abrangente leitura do REAL, qualquer Real,consiga distinguir o melhor caminho de evolução, do bairro, da vila, da cidade, do concelho, do País, do Planeta e em militância, FAÇA o que pode para que ISSO aconteça.
A escolha, no Brasil, em Portugal, na minha amada terrinha,ou no planeta, é NOSSA.
Não vale a pena sacudir a água do capote e endossar as culpas aos nossos eleitos. Pela simples razão de que os seus QUATRO anos de actividade NUNCA SÃO CAPAZES de fazer danos de vulto de que não se possa emendar.
Se houver mudanças de políticas no Brasil,( os corruptos justificam a existência da POLÍTICA )para mim será uma grande desilusão.
E QUAL É O SEU CONTRIBUTO...
...PARA RESPONDER À SITUAÇÃO? - José Sócrates à H.Apolónia em debate parlamentar na apresentação de novas medidas de contenção do déficit orçamental.
Essa pergunta deveria ser extensível ao PAÍS...
Chora - se o declínio de uma média- burguesia que NUNCA existiu ( em extensão, pelo menos )e que tinha vivido até hoje na fantasia de um bem - estar ancorado no crédito barato,assim como o próprio Estado,e lamenta - se a ilusão finda da incapacidade de produzir riqueza, para si e para o PAÍS.
Portugal escolheu o " espaço " onde se quer situar e não tem outra opção a não ser cumprir, " papagueando " com os parceiros dessa coligação,as regras que O habitam.
Sol na eira e chuva no nabal pertencem a um mundo edénico que colapsou.
O mar convidou - O à aventura, à " vista larga ", a vastos horizontes e ele escolheu Santa Comba, até hoje.
A " ingovernabilidade " de Portugal é culpa sua.
O erro de Sócrates, assim como muitos outros líderes políticos que tentaram governar o País foi o acreditarem nas capacidades de superação e ambição patriótica, sim,PATRIÓTICA,da sua população de elevarem o País para patamares de desenvolvimento consentâneos com a época em que vivia.
O País não quer responder a estímulos que o afastem da sua " pança ", da sua infantilização crescente e da sua babuína sexualidade. Ainda em fase anal, faz birras e QUER COISAS, como os Outros possuem.
A pergunta de Sócrates é dirigida ao País.
NADA tem ele de justificar pelo fracasso das suas recorrentes medidas/tentativas de MUDAR o que NÃO QUER SER MUDADO porque ele é um político no activo, o que eu não sou, e não pode dizer o que eu posso - As medidas, sucessivamente tentadas e emendadas não resultam porque vocês NÃO QUEREM. NÃO ME MERECEM, como não merecem aos que de vós se afastem. Megalomania? Definitivamente NÃO!
A mediocridade funcional entende - se e funciona bem na mediocridade geral - profissional,intelectual,emocional,física,comportamental,cívica,ética e BIOLÓGICA.
FOI O QUE CORREU MAL e continuará a correr mal até que a mudança que se sonhou possível encete a sua definição no entêrro definitivo da imaturidade lusa.
TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO FÔR PEQUENA, já sonhava o poeta...
ADENDA 5/10 -É claro que quando disse -NÃO ME MERECEM - estou a pôr estas palavras na boca de qualquer optimista que julga poder mudar o Homem, pecando eventualmente por soberba e ilusão de combater moínhos de vento...
Essa pergunta deveria ser extensível ao PAÍS...
Chora - se o declínio de uma média- burguesia que NUNCA existiu ( em extensão, pelo menos )e que tinha vivido até hoje na fantasia de um bem - estar ancorado no crédito barato,assim como o próprio Estado,e lamenta - se a ilusão finda da incapacidade de produzir riqueza, para si e para o PAÍS.
Portugal escolheu o " espaço " onde se quer situar e não tem outra opção a não ser cumprir, " papagueando " com os parceiros dessa coligação,as regras que O habitam.
Sol na eira e chuva no nabal pertencem a um mundo edénico que colapsou.
O mar convidou - O à aventura, à " vista larga ", a vastos horizontes e ele escolheu Santa Comba, até hoje.
A " ingovernabilidade " de Portugal é culpa sua.
O erro de Sócrates, assim como muitos outros líderes políticos que tentaram governar o País foi o acreditarem nas capacidades de superação e ambição patriótica, sim,PATRIÓTICA,da sua população de elevarem o País para patamares de desenvolvimento consentâneos com a época em que vivia.
O País não quer responder a estímulos que o afastem da sua " pança ", da sua infantilização crescente e da sua babuína sexualidade. Ainda em fase anal, faz birras e QUER COISAS, como os Outros possuem.
A pergunta de Sócrates é dirigida ao País.
NADA tem ele de justificar pelo fracasso das suas recorrentes medidas/tentativas de MUDAR o que NÃO QUER SER MUDADO porque ele é um político no activo, o que eu não sou, e não pode dizer o que eu posso - As medidas, sucessivamente tentadas e emendadas não resultam porque vocês NÃO QUEREM. NÃO ME MERECEM, como não merecem aos que de vós se afastem. Megalomania? Definitivamente NÃO!
A mediocridade funcional entende - se e funciona bem na mediocridade geral - profissional,intelectual,emocional,física,comportamental,cívica,ética e BIOLÓGICA.
FOI O QUE CORREU MAL e continuará a correr mal até que a mudança que se sonhou possível encete a sua definição no entêrro definitivo da imaturidade lusa.
TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO FÔR PEQUENA, já sonhava o poeta...
ADENDA 5/10 -É claro que quando disse -NÃO ME MERECEM - estou a pôr estas palavras na boca de qualquer optimista que julga poder mudar o Homem, pecando eventualmente por soberba e ilusão de combater moínhos de vento...
quinta-feira, setembro 30, 2010
FRACASSOS...
Uma das características marcantes do sistema capitalista tem sido a aleatoriedade que marca as suas " projeccões " de futuro a médio e a longo prazo.
A razão principal dessa incapacidade de prever, com margens aceitáveis de erro, prende - se com a negligência associada a um elemento essencial na resolução das equações financeiras e económicas que é o CIDADÃO,do sem-abrigo ao Madoff.
A imprevisibilidade sempre presente no seu comportamento, associada à sua definição ética,remete, nesse espaço de liberdade que o sistema exige,à adivinhação do real imaginário sobre o qual se comprazem os teóricos, os políticos e os leitores das folhas de chá - os economistas.
O abandono de facto da planificação do Estado, qualquer Estado,hoje remetido a uma visão ÚNICA, a do Ocidente, deixou essa obrigação aos especuladores financeiros, que donos de um espaço formatado por eles - o do Direito, reduziram o planeta a um gigantesco CASINO.
Entrámos num mundo cego e que está à mercê do acaso que se acentua brutalmente em vez de ser reduzido ao mínimo antecipando as suas ocorrências, na Natureza e no espaço das Nações e dos Estados.
Em tempos referi-me por aqui ao fracasso da Política. A sua decadência, remetida à mediocridade dos seus títeres e à infantilização mórbida do CIDADÃO,está a criar o caldo perfeito para o regresso ao CHIQUEIRO.
Portugal entrou para uma sala de jogo onde as regras estão feitas para um tempo do qual está em atraso de décadas e não soube preparar - se para a corrida.
As consequências estão aí...
A razão principal dessa incapacidade de prever, com margens aceitáveis de erro, prende - se com a negligência associada a um elemento essencial na resolução das equações financeiras e económicas que é o CIDADÃO,do sem-abrigo ao Madoff.
A imprevisibilidade sempre presente no seu comportamento, associada à sua definição ética,remete, nesse espaço de liberdade que o sistema exige,à adivinhação do real imaginário sobre o qual se comprazem os teóricos, os políticos e os leitores das folhas de chá - os economistas.
O abandono de facto da planificação do Estado, qualquer Estado,hoje remetido a uma visão ÚNICA, a do Ocidente, deixou essa obrigação aos especuladores financeiros, que donos de um espaço formatado por eles - o do Direito, reduziram o planeta a um gigantesco CASINO.
Entrámos num mundo cego e que está à mercê do acaso que se acentua brutalmente em vez de ser reduzido ao mínimo antecipando as suas ocorrências, na Natureza e no espaço das Nações e dos Estados.
Em tempos referi-me por aqui ao fracasso da Política. A sua decadência, remetida à mediocridade dos seus títeres e à infantilização mórbida do CIDADÃO,está a criar o caldo perfeito para o regresso ao CHIQUEIRO.
Portugal entrou para uma sala de jogo onde as regras estão feitas para um tempo do qual está em atraso de décadas e não soube preparar - se para a corrida.
As consequências estão aí...
sexta-feira, setembro 24, 2010
AS TENTAÇÕES DO PASSOS E DO SÓCRATES
Na " dança " do Orçamento, melhor dizendo, da sua aprovação ou chumbo, retiram - se ,pelos desenvolvimentos recentes das " mensagens " dos dois protagonistas, duas coisas evidentes, encobertas por palavras como responsabilidade, necessidade,seriedade com o exterior, mudança, compromisso...,- a TENTAÇÃO de Poder do sr. Passos e a tentação de ABANDONO ( táctico, naturalmente )do sr.Sócrates.
O País neste momento já só interessa ao Cavaco Silva que na reunião que agendou vai disso lembrar aos dois líderes.
É lamentável que uma democracia parlamentar não tenha presente nessa " cimeira " os outros representantes do Povo. NÃO TERÃO NADA A DIZER SOBRE ESTE ASSUNTO!!!???
O País neste momento já só interessa ao Cavaco Silva que na reunião que agendou vai disso lembrar aos dois líderes.
É lamentável que uma democracia parlamentar não tenha presente nessa " cimeira " os outros representantes do Povo. NÃO TERÃO NADA A DIZER SOBRE ESTE ASSUNTO!!!???
PAIXÕES CLUBÍSTICAS e... coisas...
O leve e fresco Villas Boas ( palavras suas...,juro ), na antevisão do próximo jogo com o Olhanense só deu Benfica.- ver reportagem n'A BOLA de hoje.
Porém, o título garrafal do apaixonado tripeiro Carlos Santos sonega à partida o significado do conteúdo das palavras do treinador e das perguntas dos outros jornalistas presentes. o qual deixou completamente embeiçado, pela sua frescura e irreverência o nosso Carlos Santos.
Duas linhas definiram o jogo com o Olhanense e mais duas a escolha do novo seleccionador.
Em duas páginas do acontecido, directa ou indirectamente,as palavras do treinador tinham como mote o Glorioso.
Nós, benfiquistas, sabemos o porquê dessa tremideira e Villas Boas também o sabe.
Onde é que o sr. Carlos Santos foi buscar a obssessão pelo FCP que as palavras do treinador sugeriram?
Já agora, porque é que não lhe perguntou a sua opinião sobre a arbitragem do Querença no jogo com Guimarães?
Porém, o título garrafal do apaixonado tripeiro Carlos Santos sonega à partida o significado do conteúdo das palavras do treinador e das perguntas dos outros jornalistas presentes. o qual deixou completamente embeiçado, pela sua frescura e irreverência o nosso Carlos Santos.
Duas linhas definiram o jogo com o Olhanense e mais duas a escolha do novo seleccionador.
Em duas páginas do acontecido, directa ou indirectamente,as palavras do treinador tinham como mote o Glorioso.
Nós, benfiquistas, sabemos o porquê dessa tremideira e Villas Boas também o sabe.
Onde é que o sr. Carlos Santos foi buscar a obssessão pelo FCP que as palavras do treinador sugeriram?
Já agora, porque é que não lhe perguntou a sua opinião sobre a arbitragem do Querença no jogo com Guimarães?
quinta-feira, setembro 23, 2010
PAUSAS...
Confesso que não me tenho sentido muito estimulado com o que por aí vai e daí a minha ausência do teclado.
Há leituras atrasadas e outras adiadas às quais voltei.
Se servir de referência a alguém sugiro, sem querer substituir Marcelo de Sousa, a leitura de " Mais Platão, menos Prozac " de Lou Marinoff e " Entre a História e a Vida " por António Horta Fernandes que versa a Teoria da História em Ortega y Gasset.
Mais abrangente o primeiro e de leitura mais fácil, a reflexão suscitada em Gasset por A.Fernandes, académica, reflexiva, postula questões pertinentes e actuais, em cima da Crise que assola o humanismo actual, sobre o nosso sentido NA História e da responsabilidade de cada um sobre si e sobre o colectivo.
Boas leituras, pois!
Há leituras atrasadas e outras adiadas às quais voltei.
Se servir de referência a alguém sugiro, sem querer substituir Marcelo de Sousa, a leitura de " Mais Platão, menos Prozac " de Lou Marinoff e " Entre a História e a Vida " por António Horta Fernandes que versa a Teoria da História em Ortega y Gasset.
Mais abrangente o primeiro e de leitura mais fácil, a reflexão suscitada em Gasset por A.Fernandes, académica, reflexiva, postula questões pertinentes e actuais, em cima da Crise que assola o humanismo actual, sobre o nosso sentido NA História e da responsabilidade de cada um sobre si e sobre o colectivo.
Boas leituras, pois!
sábado, setembro 18, 2010
O VÉU DE MAIA...
Acabará, como começou, a investida de Madail junto do EL - ESPECIAL...
Do sacudir a água do capote " transmutando " a culpa para cima do OUTRO que DECIDE, no caso, Florentino,é uma manobra bem portuguesa que por aqui a gente conhece bem.
Da florentina jogada só restará a " ilusão " de acção, gratuita, imbecil e francamente, um acto falhado à nascença.
Do sacudir a água do capote " transmutando " a culpa para cima do OUTRO que DECIDE, no caso, Florentino,é uma manobra bem portuguesa que por aqui a gente conhece bem.
Da florentina jogada só restará a " ilusão " de acção, gratuita, imbecil e francamente, um acto falhado à nascença.
quinta-feira, setembro 16, 2010
MAIS DO MESMO..
A Federação acha que consegue disponibilizar Mourinho para a tarefa de classificar a selecção portuguesa de futebol para o próximo Euro.
Sobrevoando o messianismo atávico que ataca o luso sempre que as coisas ficam pretas, como é possivel imaginar que o Real Madrid vá libertar em part-time o seu treinador para tarefas que, aparentemente, segundo a Federação, bastava a sua presença beatífica para que acontecesse um milagre.
O surrealismo desse raciocínio, a par do piloto automático, só nos diz uma coisa, desta vez, DEFINITIVA. É urgente a " limpeza " desse organismo, ponto final.
Para dizer a verdade,se eu fosse convidado para seleccionador, nunca aceitaria, hoje, um contrato de " salvador " nacional. Exigiria respeito e um contrato para lá do eventual falhanço ou sucesso da qualificação.
Terá sido esta a condição exigida por Paulo Bento?
A ser assim, tem toda a minha simpatia
Sobrevoando o messianismo atávico que ataca o luso sempre que as coisas ficam pretas, como é possivel imaginar que o Real Madrid vá libertar em part-time o seu treinador para tarefas que, aparentemente, segundo a Federação, bastava a sua presença beatífica para que acontecesse um milagre.
O surrealismo desse raciocínio, a par do piloto automático, só nos diz uma coisa, desta vez, DEFINITIVA. É urgente a " limpeza " desse organismo, ponto final.
Para dizer a verdade,se eu fosse convidado para seleccionador, nunca aceitaria, hoje, um contrato de " salvador " nacional. Exigiria respeito e um contrato para lá do eventual falhanço ou sucesso da qualificação.
Terá sido esta a condição exigida por Paulo Bento?
A ser assim, tem toda a minha simpatia
terça-feira, setembro 14, 2010
PORTO 3 BRAGA 2
Prognóstico falhado!
É no que dão as análises projectivas quando não se tem em consideração outros elementos importantes e que por vezes se revelam decisivos.
No caso em apreço, para lá da rivalidade profunda, de facto e pessoal, entre Villas - Boas e Domingos, preterido no posto que o outro ocupa hoje, deu -se o caso de ter havido uma grande arbitragem de Pedro Proença.
Nada disso porém me demove da convicção do que disse ontem sobre a situação em que se encontra o Glorioso este ano - marcado em cima.
Será desumano mas temos de estar preparados para jogar SEMPRE contra 14. Eventualmente acontecerá que os três reforços das outras equipas não desequilibrem se o cariz do jogo não precisar da sua intervenção, mas estarão lá para o que der e vier.
FORÇA BENFICA e bom jogo para hoje na abertura da Champions.
OBS: Em aditamento acrescento que foi uma bela partida de futebol em que foi deixado, SÓ AOS SEUS INTÉRPRETES, a definição do jogo.
E mais acrescento, que se deixassem que este desiderato se mantenha, o que duvido, teríamos este ano uma grande Liga.
Acontece, porém, que a mesquinhez é um traço profundo no carácter luso ( Quem não se sinta tocado não enfie a carapuça e não se sinta ofendido, que a intenção deste lado NUNCA É OFENDER...) e seria preciso muita elasticidade para a suprimir...
É no que dão as análises projectivas quando não se tem em consideração outros elementos importantes e que por vezes se revelam decisivos.
No caso em apreço, para lá da rivalidade profunda, de facto e pessoal, entre Villas - Boas e Domingos, preterido no posto que o outro ocupa hoje, deu -se o caso de ter havido uma grande arbitragem de Pedro Proença.
Nada disso porém me demove da convicção do que disse ontem sobre a situação em que se encontra o Glorioso este ano - marcado em cima.
Será desumano mas temos de estar preparados para jogar SEMPRE contra 14. Eventualmente acontecerá que os três reforços das outras equipas não desequilibrem se o cariz do jogo não precisar da sua intervenção, mas estarão lá para o que der e vier.
FORÇA BENFICA e bom jogo para hoje na abertura da Champions.
OBS: Em aditamento acrescento que foi uma bela partida de futebol em que foi deixado, SÓ AOS SEUS INTÉRPRETES, a definição do jogo.
E mais acrescento, que se deixassem que este desiderato se mantenha, o que duvido, teríamos este ano uma grande Liga.
Acontece, porém, que a mesquinhez é um traço profundo no carácter luso ( Quem não se sinta tocado não enfie a carapuça e não se sinta ofendido, que a intenção deste lado NUNCA É OFENDER...) e seria preciso muita elasticidade para a suprimir...
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