sábado, março 10, 2012
O BURROCRATA
O " salazarinho " Gaspar e os " africanistas " Passos e Relvas mais o " canadiano " Álvaro e o " pequeno burguês " Cavaco, partilham uma visão minimalista do país que, instâncias mais apropriadas e com mais credibilidade científica, colocariam em categorias psicológicas assaz definidoras e pertinentes que ajudariam a explicar a " racionalidade " que os move dentro de um país que, desconhecem uns, se ressentem outros e menosprezam todos em geral.
A sua posição " funcionária " , caracteriza um perfil patriarcal e familista do Estado, com o qual entra em contradição efectiva e em essência, já que só com a denúncia da tradição familiar terá surgido o cidadão livre e formador efectivo desse Estado, ao qual a sua contribuição contratual permite a existência, respeitando - lhe os trâmites definidores na LEI.
Os gestores actuais do Estado que hoje governam Portugal pecam por um erro de base, pela ausência de articulação do Estado ( burocracia ) com a sua componente política - o bem - estar dos seus cidadãos.
Essa deveria ser a essência da Política.
A instrumentalidade de que se guarnece o Estado, no sentido de tornar possível maioritàriamente esse desiderato marca a diferença transposta pelas escolhas políticas e pela temporalidade das prioridades no contexto social.
Atirar para as " calendas gregas " , passe a contemporalidade da ironia, a definição da Felicidade, remete - nos à inexequibilidade da Utopia em gradamentos do real possível, hoje.
O burrocrata nunca sabe o que fazer para o dia seguinte. As suas acções descolam - se do individual na mesma proporção da amoralidade do seu gesto técnico .
E quando a essas " fixações " se juntam as outras, as circunstancialidades psicológicas da matrix formadora dos Burocratas - Mor de Portugal de hoje, o resultado não surpreende - Anemia política.
sexta-feira, março 09, 2012
Sem cavaco...
... deveria ser a resposta ao P.R., aliás como o fez o ex - P.Ministro Sócrates.
A propósito...
Por onde anda a petição a pedir a sua demissão? Assino Já!
terça-feira, março 06, 2012
O cerco à RTP
É tudo muito viscoso.
O homem acabará por levar a água ao seu moinho angolano. A táctica é tão velha e tão canhestra que não acredito que os trabalhadores da empresa não reajam com mais assertividade. É que as indignações serão tratadas como as manifestações democráticas - inconsequentes.
Essa descida do rating da RTP pela GfK tem tanta credibilidade como as outras que a gente já conhece e nada melhor do que a descapitalização total da empresa esvaziando - lhe as receitas de publicidade, para a pôr a preços de uva mijona nas mãos dos interessados já conhecidos.
SAFA!
O homem acabará por levar a água ao seu moinho angolano. A táctica é tão velha e tão canhestra que não acredito que os trabalhadores da empresa não reajam com mais assertividade. É que as indignações serão tratadas como as manifestações democráticas - inconsequentes.
Essa descida do rating da RTP pela GfK tem tanta credibilidade como as outras que a gente já conhece e nada melhor do que a descapitalização total da empresa esvaziando - lhe as receitas de publicidade, para a pôr a preços de uva mijona nas mãos dos interessados já conhecidos.
SAFA!
IR BUSCAR LÃ E SAIR TOSQUIADO..
Essa foi a interpretação festiva do sr. Rui Ramos no semanário Expresso de 3/3, com uma reputação intelectual a defender, naturalmente, sobre as aparentes e goradas expectativas de uma pretensa Comissão de festas anti - troika responsável pela vinda do Sr. Krugman a Portugal.
Diz ele : - A comissão de festas antitroika cometeu um erro paroquial. Krugman não é um simples patrão de claque (sic), como Seguro ou Louçã. Mais: Krugman é mesmo um keynesiano, e não apenas um inconsciente. Por tudo isso, não pôde escapar à evidência.
Eu também não e a evidência do que ouvi e cito de cor - Sim, estão a fazer muito bem o trabalho contabilístico... Não vos vai levar a parte alguma mas está a ser tudo muito bem feito, diz - me isso...
Ora, o homem, como contabilista loureado que é não pode deixar, em nome da sua reputação profissional, de deixar de tirar conclusões diferentes da relação simplista do DEVE / HAVER com que a realidade financeira do País está a ser tratada. Aonde tudo isso vai levar também é fácil de concluir - Contas arrumadas e pobreza geral.
Há uma classe de indivíduos que pensarão - E DEPOIS!!!??? O RESTO QUE SE LIXE! A agricultura, as pescas, os estaleiros navais, a saúde da nação, a Educação, o emprego, a mobilidade, só atrapalham e dão despesas e quanto aos trabalhadores ( há trabalhadores a mais...) exterminam - se. Aos jovens formados chuta - se para cima na sua formação internacional...
Se isso não é dar cabo do estado social...
Este primarismo decorrente só por abastardamento semântico e conceptual se poderá chamar Política. E o sr. Krugman não foi para aqui convidado para falar e dar orientações políticas.
Para isso e para uma classe de cidadãos há a Merkel, não é? e a sua corte de estados plutocratas e... lacaios...
E para acabar ficámos a saber da existência dessas novas trupes clubísticas, claques, para o sr. Ramos, comandadas pelo Sr. Seguro e pelo sr. Louçã.
POIS...
Diz ele : - A comissão de festas antitroika cometeu um erro paroquial. Krugman não é um simples patrão de claque (sic), como Seguro ou Louçã. Mais: Krugman é mesmo um keynesiano, e não apenas um inconsciente. Por tudo isso, não pôde escapar à evidência.
Eu também não e a evidência do que ouvi e cito de cor - Sim, estão a fazer muito bem o trabalho contabilístico... Não vos vai levar a parte alguma mas está a ser tudo muito bem feito, diz - me isso...
Ora, o homem, como contabilista loureado que é não pode deixar, em nome da sua reputação profissional, de deixar de tirar conclusões diferentes da relação simplista do DEVE / HAVER com que a realidade financeira do País está a ser tratada. Aonde tudo isso vai levar também é fácil de concluir - Contas arrumadas e pobreza geral.
Há uma classe de indivíduos que pensarão - E DEPOIS!!!??? O RESTO QUE SE LIXE! A agricultura, as pescas, os estaleiros navais, a saúde da nação, a Educação, o emprego, a mobilidade, só atrapalham e dão despesas e quanto aos trabalhadores ( há trabalhadores a mais...) exterminam - se. Aos jovens formados chuta - se para cima na sua formação internacional...
Se isso não é dar cabo do estado social...
Este primarismo decorrente só por abastardamento semântico e conceptual se poderá chamar Política. E o sr. Krugman não foi para aqui convidado para falar e dar orientações políticas.
Para isso e para uma classe de cidadãos há a Merkel, não é? e a sua corte de estados plutocratas e... lacaios...
E para acabar ficámos a saber da existência dessas novas trupes clubísticas, claques, para o sr. Ramos, comandadas pelo Sr. Seguro e pelo sr. Louçã.
POIS...
domingo, fevereiro 26, 2012
NA MOUCHE!!!
É dar um pulinho ao www.africaminha.blogspot. e ler o título - A soberba também se paga
ESTRANHEZAS...
Angel Luís de De La Calle, correspondente do semanário Expresso em Madrid, começou a sua crónica sobre a inusitada, porque longínqua, carga policial em Valência sobre estudantes liceais que protestavam por melhores condições nas salas de aulas, nomeadamente pelo seu aquecimento apropriado, que sofreu um corte ao abrigo da austeridade imposta pelo governo espanhol, reflectindo connosco sobre a " ausência de contestação social expressiva e generalizada " das massas perante o descalabro social imposto pelos governantes europeus como medidas de combate à crise económica global.
O que é que se passa afinal? Como é que foi possível esse esboroamento cívico e o pasmo conformista do mundo de hoje ?
Em Portugal, o conformismo social manteve, a par aliás e em momentos históricos distintos de outros países europeus, um regime fascista durante quase meio século. Teve a cidadania e a sua ausência de percorrer todo esse tempo de caldeamento do absurdo até que, milagrosamente, meia dúzia de capitães, fartos da discriminação profissional sofrida no arrastamento da formação de capitães - proveta, derrubaram, com um simples empurrão uma ditadura resilente.
À não existência desse narcisismo corporativo interiorizado na cultura militar nada obstaria à queda do autoritarismo político, cujo suporte era garantido por quem o derrubou.
Em que é que se sustentava essa inércia cívica, esse conformismo temeroso, quando à volta já tudo estava já estabilizado em novos paradigmas resultantes da negação violenta do que aqui persistia teimosamente por mais trinta anos, o tempo de formação de uma geração?
Porquê hoje a dificuldade de interiorização do erro, do erro sistemático definido nas consequências visíveis do presente, em vista de um futuro já vandalizado pelos mesmos princípios que definiram e têm definido as crises do capitalismo?
Porquê a apologia do real artificial fruto de uma volição tacanha e não da maturação reflexiva sobre o real palpável, concreto, da Vida que se desenrola objectivamente diante dos nossos olhos?
O embrutecimento reflexivo de hoje deveria pressupôr, parece pressupôr a inexistência efectiva de danos reais sobre cada um de nós. É que só com essa falsa identificação consigo entender e ensaiar uma explicação à estranheza do repórter sobre a " ausência de contestação social expressiva e generalizada... " ao que se passa.
O que é que se passa afinal? Como é que foi possível esse esboroamento cívico e o pasmo conformista do mundo de hoje ?
Em Portugal, o conformismo social manteve, a par aliás e em momentos históricos distintos de outros países europeus, um regime fascista durante quase meio século. Teve a cidadania e a sua ausência de percorrer todo esse tempo de caldeamento do absurdo até que, milagrosamente, meia dúzia de capitães, fartos da discriminação profissional sofrida no arrastamento da formação de capitães - proveta, derrubaram, com um simples empurrão uma ditadura resilente.
À não existência desse narcisismo corporativo interiorizado na cultura militar nada obstaria à queda do autoritarismo político, cujo suporte era garantido por quem o derrubou.
Em que é que se sustentava essa inércia cívica, esse conformismo temeroso, quando à volta já tudo estava já estabilizado em novos paradigmas resultantes da negação violenta do que aqui persistia teimosamente por mais trinta anos, o tempo de formação de uma geração?
Porquê hoje a dificuldade de interiorização do erro, do erro sistemático definido nas consequências visíveis do presente, em vista de um futuro já vandalizado pelos mesmos princípios que definiram e têm definido as crises do capitalismo?
Porquê a apologia do real artificial fruto de uma volição tacanha e não da maturação reflexiva sobre o real palpável, concreto, da Vida que se desenrola objectivamente diante dos nossos olhos?
O embrutecimento reflexivo de hoje deveria pressupôr, parece pressupôr a inexistência efectiva de danos reais sobre cada um de nós. É que só com essa falsa identificação consigo entender e ensaiar uma explicação à estranheza do repórter sobre a " ausência de contestação social expressiva e generalizada... " ao que se passa.
domingo, fevereiro 19, 2012
COM UMA GRANDE VÉNIA...
... E pedidos antecipados de desculpas pelo roubo de propriedade intelectual transcrevo, da secção CARTAS do semanário Expresso uma carta que lhe foi dirigida por um cidadão de boa memória de seu nome - Acácio da Nova - do Porto que nos explica e me deu resposta factual aos ACONTECIMENTOS NÃO - RECORRENTES por aqui titulado, com que a Banca portuguesa tem justificado!!!!? as suas e nossas perdas.
Aí vai - Com o título Ditosa Banca meu algoz - " Não somos parvos nem ingénuos, contudo: - O BdP não se sentiu obrigado a exercer maior vigilância sobre um banco ( BPP ) apesar de ter recebido a denúncia de que o promotor e administrador executivo desse novo banco em projecto se teria portado de forma criminosa enquanto quadro do banco denunciante; - O BdP dispensou - se de qualquer acção fiscalizadora sobre um banco ( BPN ) que praticava taxas de juro em operações passivas acima de qualquer razoabilidade; - O administrador - executivo de um banco ( BPI ) reagiu insultuosamente a uma OPA, garantindo ao seus accionistas dividendos e valorizações bem mais vantas de josos, acabando por os fazer perder 85% do valor das suas acções; - Um banco público ( CGD ) concede empréstimos milionários a especuladores para compra de acções de outro banco ( BCP ) sem garantias reais além das acções assim adquiridas; - Indivíduos sem currículo bancário recomendável são nomeados administradores de um banco ( BCP ) e contribuem para o seu descalabro, etc, etc.
Mais fantástico: todos os responsáveis/intervenientes nesses casos se dizem de consciência tranquila. Pudera, intranquilos estamos nós todos os outros ".
PERCEBERAM BEM?
Aí vai - Com o título Ditosa Banca meu algoz - " Não somos parvos nem ingénuos, contudo: - O BdP não se sentiu obrigado a exercer maior vigilância sobre um banco ( BPP ) apesar de ter recebido a denúncia de que o promotor e administrador executivo desse novo banco em projecto se teria portado de forma criminosa enquanto quadro do banco denunciante; - O BdP dispensou - se de qualquer acção fiscalizadora sobre um banco ( BPN ) que praticava taxas de juro em operações passivas acima de qualquer razoabilidade; - O administrador - executivo de um banco ( BPI ) reagiu insultuosamente a uma OPA, garantindo ao seus accionistas dividendos e valorizações bem mais vantas de josos, acabando por os fazer perder 85% do valor das suas acções; - Um banco público ( CGD ) concede empréstimos milionários a especuladores para compra de acções de outro banco ( BCP ) sem garantias reais além das acções assim adquiridas; - Indivíduos sem currículo bancário recomendável são nomeados administradores de um banco ( BCP ) e contribuem para o seu descalabro, etc, etc.
Mais fantástico: todos os responsáveis/intervenientes nesses casos se dizem de consciência tranquila. Pudera, intranquilos estamos nós todos os outros ".
PERCEBERAM BEM?
TWITS...
... Que de reflexões sobre as gentes já estou a ficar um bocadinho cansado...
Vejamos...
CAVACO
O presidente da República escolheu uma maneira " sui generis " de defender a dignidade e a representação do cargo que ocupa, reforçando - lhe o perfil que dele já ensaiámos por aqui.
De Wulff a Allende, de Gandhi ao Ahmadinejad, de Castro ao Xi Jinping, a visão responsabilizadora e interpretativa do cargo que exerceram ou exercem definiu e define - lhes o carácter. Não há volta a dar.
Cavaco recuou perante meia dúzia de estudantes indignados.
A quem representa afinal o P.R. e perante quem acha que deve dar a face. Para quem que, num passado não muito recente, atiçou a massa estudantil contra Sócrates, não está mal...
PINTELHOS
Conhecemos o novo transporte do P.M. e o seu preço. Na garagem da presidência do Conselho de ministros está a viatura comprada em Maio pelo seu antecessor e que custou o ordenado médio de um português por dez anos mais coisa menos coisa...
Eu sei que a representação e transporte protocolar do P.M. tem de ter a dignidade de um país europeu, vá lá, concedo... E de um país quase falido a apostar na falência das suas gentes?
Relvas por seu lado queima 120 mil euros na edição das linhas programáticas de um governo cujas balizas, definidas do exterior já toda a gente conhece. Dinheiro para o lixo, pintelhos, para os crápulas do regime...
SPORTING
Vira o disco e toca o mesmo, hoje com outros d.j... Está a tornar - se um club falido em todas as vertentes. O seu passado não é lá muito brilhante mas merecia mais respeito pela veterania que ostenta...
G8
Ainda serão só 8?... Parece que os cozinhados que preparam nas suas demarches estao a desafinar. Então não é que Obama está a roer a corda, accionando um programa de retoma completamente oposto ao da Europa?
CHINA
Não há liberdade económica que não exija, em paralelo, as outras liberdades, nomeadamente a política, que na minha opinião a procede e não o contrário. Os mandarins chineses vão descobrir essa realidade da maneira mais dura. Reagirão com tanques outra vez?
Vejamos...
CAVACO
O presidente da República escolheu uma maneira " sui generis " de defender a dignidade e a representação do cargo que ocupa, reforçando - lhe o perfil que dele já ensaiámos por aqui.
De Wulff a Allende, de Gandhi ao Ahmadinejad, de Castro ao Xi Jinping, a visão responsabilizadora e interpretativa do cargo que exerceram ou exercem definiu e define - lhes o carácter. Não há volta a dar.
Cavaco recuou perante meia dúzia de estudantes indignados.
A quem representa afinal o P.R. e perante quem acha que deve dar a face. Para quem que, num passado não muito recente, atiçou a massa estudantil contra Sócrates, não está mal...
PINTELHOS
Conhecemos o novo transporte do P.M. e o seu preço. Na garagem da presidência do Conselho de ministros está a viatura comprada em Maio pelo seu antecessor e que custou o ordenado médio de um português por dez anos mais coisa menos coisa...
Eu sei que a representação e transporte protocolar do P.M. tem de ter a dignidade de um país europeu, vá lá, concedo... E de um país quase falido a apostar na falência das suas gentes?
Relvas por seu lado queima 120 mil euros na edição das linhas programáticas de um governo cujas balizas, definidas do exterior já toda a gente conhece. Dinheiro para o lixo, pintelhos, para os crápulas do regime...
SPORTING
Vira o disco e toca o mesmo, hoje com outros d.j... Está a tornar - se um club falido em todas as vertentes. O seu passado não é lá muito brilhante mas merecia mais respeito pela veterania que ostenta...
G8
Ainda serão só 8?... Parece que os cozinhados que preparam nas suas demarches estao a desafinar. Então não é que Obama está a roer a corda, accionando um programa de retoma completamente oposto ao da Europa?
CHINA
Não há liberdade económica que não exija, em paralelo, as outras liberdades, nomeadamente a política, que na minha opinião a procede e não o contrário. Os mandarins chineses vão descobrir essa realidade da maneira mais dura. Reagirão com tanques outra vez?
sábado, fevereiro 11, 2012
E PRONTO, ALGUÉM O DISSE...
... Com subtileza qb e ... tinha de ser a Pluma Caprichosa
Eu continuo a pensar que há políticos muito perigosos ( claro que é uma questão de perspectiva ) no actual governo da República e Relvas e o seu chefe P.Coelho encabeçam Portugal SA, gerido em consequência, como uma empresa.
Basta seguir com atenção as medidas e as evoluções da troika nacional onde pontua o burocrata Gaspar, a quem provávelmente lhe dará mais gozo as notas e os elogios da Alemanha do que a santidade em casa própria.
Eu continuo a pensar que há políticos muito perigosos ( claro que é uma questão de perspectiva ) no actual governo da República e Relvas e o seu chefe P.Coelho encabeçam Portugal SA, gerido em consequência, como uma empresa.
Basta seguir com atenção as medidas e as evoluções da troika nacional onde pontua o burocrata Gaspar, a quem provávelmente lhe dará mais gozo as notas e os elogios da Alemanha do que a santidade em casa própria.
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
SEM COMENTÁRIOS...
... A NÃO SER AO MAU PORTUGUÊS...
Com a devida vénia ao jornal " I ", transcrevo a notícia...
" A JCP ( juventude comunista portuguesa ) diz que uma média de 100 alunos estão a desistir, por dia, do ensino superior por dificuldades económicas. « Mais de seis mil estudantes abandonaram as universidades » , acusa a juventude comunista numa nota ontem divulgada. A JCP acrescenta que « 40.000 estudantes viram a sua candidatura à bolsa recusada, resultando em que mais de 15 mil estudantes tenham perdido esse apoio relativamente ao ano passado ".
Com a devida vénia ao jornal " I ", transcrevo a notícia...
" A JCP ( juventude comunista portuguesa ) diz que uma média de 100 alunos estão a desistir, por dia, do ensino superior por dificuldades económicas. « Mais de seis mil estudantes abandonaram as universidades » , acusa a juventude comunista numa nota ontem divulgada. A JCP acrescenta que « 40.000 estudantes viram a sua candidatura à bolsa recusada, resultando em que mais de 15 mil estudantes tenham perdido esse apoio relativamente ao ano passado ".
MAIS VERGASTA, S.F.F.
Povo bovino, piegas e lamuriento, fatalista e sofredor até ao masoquismo e que custe o que custar vai ser posto na gleba ordem serventuária da sua real posição, é o pensamento e o programa da maioria deslumbrada pelos beijinhos e amassos da mamã Merkel.
Diz - se por aí que os povos têm o Governo que merecem e, acrescento, em democracia também têm o Governo que escolhem, para mais com o acrescento de uma maioria que, como acontecem às maiorias, pouco ou nada quer saber, ancorada nessa legitimidade acrescida, das vozes discordantes da Oposição nem tampouco do povo que a elegeu.
Quero crer que o Governo pensa que essas vozes discordantes provêm dos comunistas ou dos socialistas, derrotados nas eleições e daí a surdez.
Aparentemente, pelo que se passa no país, até é capaz de ter razão. O risco que corre é que com tanta vergasta ainda acorda as suas gentes...
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
DA ESTUPIDEZ...
Muito falo por aqui dessa capacidade humana de ser estúpido e na sua projecção em aerópagos e espaços onde não deveria ser exercitada como na Política e seus anexantes económicos e financeiros pelo peso acrescido que trazem à Vida das pessoas.
Creio que ninguém precisará de se interrogar em humildade - Quem sou eu para...? - para a descobrir triunfante e assertiva (!!!??) , no dia - a -dia das nossas relações pessoais e no universo mais abrangente e vasto trazido pelos Media do planeta. Suponho que nem deveria exigir muita inteligência nem muita Cultura industriada ou não, para lhe reconhecer o perfil com que se apresenta.
" Custa a crer como é que um conjunto de gente supostamente eleita por ser inteligente consegue ser tão vilmente estúpida... " - Clara F. Alves, Pluma caprichosa de 4/2, glosando as intermináveis ritualizações narcísicas e inconsequentes das cimeiras europeias, enquanto o mundo vai desabando para muitos, mesmo muuuuuitos, cá fora.
Que mais dirá hoje a crítica moderna sobre essa malignidade que se vai colando subreptíciamente até ao mais prático e realista cidadão e o torna incompetente na reflexão/acção do seu comportamento perante a SUA vida, hoje.
Googlei - Da estupidez - e salta - me uma Teoria Geral da Estupidez Humana de Victor J. Rodrigues, autor que desconheço e que vou seguramente conhecer...
E recito um pequeno excerto que vem lá como amostra - " A estupidez está difundida em tal grau que não poderia ser devida à simples geração episódica e acidental de intelectos desnutridos. Pelo contrário, a exuberância dos fenómenos estupidológicos, a sua extrema variedade, a riqueza das suas realizações ou a elegância dos seus refinamentos, tudo nos faz encontrar na estupidez mais, muito mais do que uma vacuidade, uma ausência de inteligência "
Suponho que para o autor, como irei descobrir, a singularidade racional da espécie obriga à existência da sua irmã deficiente. Será? Os " apagões " episódicos serão, nesse caso, uma necessidade conceptual ou prática?
É o que vamos tentar descobrir na tese do autor, não vamos?
Creio que ninguém precisará de se interrogar em humildade - Quem sou eu para...? - para a descobrir triunfante e assertiva (!!!??) , no dia - a -dia das nossas relações pessoais e no universo mais abrangente e vasto trazido pelos Media do planeta. Suponho que nem deveria exigir muita inteligência nem muita Cultura industriada ou não, para lhe reconhecer o perfil com que se apresenta.
" Custa a crer como é que um conjunto de gente supostamente eleita por ser inteligente consegue ser tão vilmente estúpida... " - Clara F. Alves, Pluma caprichosa de 4/2, glosando as intermináveis ritualizações narcísicas e inconsequentes das cimeiras europeias, enquanto o mundo vai desabando para muitos, mesmo muuuuuitos, cá fora.
Que mais dirá hoje a crítica moderna sobre essa malignidade que se vai colando subreptíciamente até ao mais prático e realista cidadão e o torna incompetente na reflexão/acção do seu comportamento perante a SUA vida, hoje.
Googlei - Da estupidez - e salta - me uma Teoria Geral da Estupidez Humana de Victor J. Rodrigues, autor que desconheço e que vou seguramente conhecer...
E recito um pequeno excerto que vem lá como amostra - " A estupidez está difundida em tal grau que não poderia ser devida à simples geração episódica e acidental de intelectos desnutridos. Pelo contrário, a exuberância dos fenómenos estupidológicos, a sua extrema variedade, a riqueza das suas realizações ou a elegância dos seus refinamentos, tudo nos faz encontrar na estupidez mais, muito mais do que uma vacuidade, uma ausência de inteligência "
Suponho que para o autor, como irei descobrir, a singularidade racional da espécie obriga à existência da sua irmã deficiente. Será? Os " apagões " episódicos serão, nesse caso, uma necessidade conceptual ou prática?
É o que vamos tentar descobrir na tese do autor, não vamos?
sábado, fevereiro 04, 2012
EXCELÊNCIA
Num país que aconselha os jovens saídos das suas universidades a porem os seus serviços, patriòticamente, claro,... ( quando tiverem sucesso lá fora cá estaremos para nos apropriarmos provinciana e oportunísticamente dos seus feitos ) a emigrar, é no mínimo revelador do absurdo do abandono por parte do seu governo, a sua contemplação, vinda de fora, da excelência do seu trabalho na investigação científica CÁ dentro.
Numa semana foram atribuídos dez prémios internacionais à excelência dos investigadores portugueses que, como é natural, se vão, pouco a pouco, sendo recrutados ( há gente que não é estúpida lá por fora... ) por quem gosta do seu trabalho e lhes oferece estabilidade profissional e meios de aprimorarem o que sabem fazer bem.
Os meus parabéns aos premiados e continuação...
Numa semana foram atribuídos dez prémios internacionais à excelência dos investigadores portugueses que, como é natural, se vão, pouco a pouco, sendo recrutados ( há gente que não é estúpida lá por fora... ) por quem gosta do seu trabalho e lhes oferece estabilidade profissional e meios de aprimorarem o que sabem fazer bem.
Os meus parabéns aos premiados e continuação...
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
E OS BURROS SOMOS NÓS!!!???
" ACONTECIMENTOS NÃO RECORRENTES " estarão na origem dos prejuízos da Banca portuguesa diz o presidente da APB, António de Sousa.
Em linguagem de gente aponta - se aqui por baixo o que ele quis dizer...
O responsável máximo do BPI, o senhor Fernando Ulrich " penitenciou - se " formalmente, ( porque sem consequências pessoais... ) do prejuízo de 200 milhões de euros pela sua má-gestão e dos seus pares, naturalmente, no investimento oportunista e de alto risco na dívida soberana grega.
Falta saber quais os " acontecimentos não recorrentes ( DA GESTÃO, CLARO... ) " com os quais os restantes responsáveis se apresentarão perante os accionistas...
Em linguagem de gente aponta - se aqui por baixo o que ele quis dizer...
O responsável máximo do BPI, o senhor Fernando Ulrich " penitenciou - se " formalmente, ( porque sem consequências pessoais... ) do prejuízo de 200 milhões de euros pela sua má-gestão e dos seus pares, naturalmente, no investimento oportunista e de alto risco na dívida soberana grega.
Falta saber quais os " acontecimentos não recorrentes ( DA GESTÃO, CLARO... ) " com os quais os restantes responsáveis se apresentarão perante os accionistas...
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
MAIS UMA SINGULARIDADE...
... ESSA, a do já chamado monopólio intelectual reclamado, da Ideia e do preço a pagar por quem dela, da Ideia do Outro, se aproveite, com todas as consequências, sejam elas morais, intelectuais, físicas, económicas, sociais, políticas, CIVILIZACIONAIS, em suma...
QUANTO devemos aos Gregos, aos Italianos, aos Portugueses, aos Fenícios, aos Persas, aos Árabes? Já lhes pagámos ( essa estória do Mercado - Tudo tem um preço... ) pela sua contribuição civilizacional?
Nós sabemos que os donos do MERCADO, fazem - nos pagar e bem pelos seus contributos civilizacionais; só lhes falta bloquear a capacidade libertária de quem das Ideias faz outro uso que não a mercantilista como a maior parte dos intelectuais do regime.
A massificação do conhecimento e do seu livre uso foi uma das armas da criação de uma cultura não-normalizada, contra - corrente, anti - conformista, capaz de se renovar e de inovar inscrita no - Saber é Poder - dos primórdios da revolução socialista capaz de criar uma consciência de classe outra perante os valores pragmáticos da burguesia e da aristocracia estrebuchante.
Eventualmente será essa "singularidade " transposta pelo « Anonymous » através desse espaço libertário e prenhe de conhecimentos e informação transmitidos gratuitamente e quando secretos, passíveis de desmascaramento, que o www.Abrupto.blogspot.com apoda de proto - comunismo com um sentido pejorativo inconfessado.
Fica a pergunta - Em que é que se distingue éticamente, em termos de utilidade pública, a actividade dos « Anonymous » e dos Media em geral?
QUANTO devemos aos Gregos, aos Italianos, aos Portugueses, aos Fenícios, aos Persas, aos Árabes? Já lhes pagámos ( essa estória do Mercado - Tudo tem um preço... ) pela sua contribuição civilizacional?
Nós sabemos que os donos do MERCADO, fazem - nos pagar e bem pelos seus contributos civilizacionais; só lhes falta bloquear a capacidade libertária de quem das Ideias faz outro uso que não a mercantilista como a maior parte dos intelectuais do regime.
A massificação do conhecimento e do seu livre uso foi uma das armas da criação de uma cultura não-normalizada, contra - corrente, anti - conformista, capaz de se renovar e de inovar inscrita no - Saber é Poder - dos primórdios da revolução socialista capaz de criar uma consciência de classe outra perante os valores pragmáticos da burguesia e da aristocracia estrebuchante.
Eventualmente será essa "singularidade " transposta pelo « Anonymous » através desse espaço libertário e prenhe de conhecimentos e informação transmitidos gratuitamente e quando secretos, passíveis de desmascaramento, que o www.Abrupto.blogspot.com apoda de proto - comunismo com um sentido pejorativo inconfessado.
Fica a pergunta - Em que é que se distingue éticamente, em termos de utilidade pública, a actividade dos « Anonymous » e dos Media em geral?
SINGULARIDADES...
Continua a campanha de derrube de Assad, com o comprometido apoio em módulo acéfalo e ribombante dos Media e comentaristas internacionais.
Síria está em guerra - civil desde a abertura das hostilidades ARMADAS entre os partidários do presidente sírio e os inimigos declarados do regime, dentro e fora do país.
Acontece que a carnificina só tem sido atribuída ao Poder e as acções dos insurgentes dirigidas pelo Exército Sírio Livre são apresentadas, QUANDO são relatadas, como cândidas manifestações de amor à liberdade e à democracia. As suas indignações não fazem vítimas, são meras bandeiras desfraldadas pela Paz universal... E isso agrada aos USA...
Uma pergunta me mói o juízo - Qual o país ocidental ou mundial que perante a ameaça da Ordem estabelecida não faria troar os canhões sobre revoltosos armados? QUAL???
Se o povo grego, por exemplo, pegar em armas, democráticamente, claro, como já o fez na sua história, para depôr o seu governo que paulatinamente, a mando do exterior, o conduz à miséria e ao infortúnio e levá - lo ao julgamento popular e eventualmente encarcerar os seus líderes actuais, qual seria o tom das nossas democráticas indignações? E isso agradaria aos USA?
Assad deve ser deposto? Porquê? Chavez deve ser deposto? Porquê? Ahmadinejad deve ser deposto? Porquê? Obama deve ser deposto? Porquê? ISSO agradaria aos USA, melhor, aos Standard &Poor'$, Fitch, Moody'$ e quejandos. O resto, tudo o resto é uma absurda mistificação para deleite de débeis mentais, os conscientes sub - predadores - , e os inconscientes.
Não há manifestação de protesto ocidental que não peça, últimamente, a cabeça dos seus líderes.... E então? Vamos armar os dissidentes, sufocados por tanta liberdade democrática e empurrá - los à chacina?
Há uma diferença entre esses líderes, dir - me - ão, e as manifestações desarmadas,( pacíficas é que nunca são ) e o berreiro são permitidas e... Há as famigeradas eleições... ( cujas conteúdos progamáticos se esgotam normalmente à boca das urnas ).
OK!...
Passos Coelho diz que CUSTE O QUE CUSTAR irá prosseguir o programa que, como susserano iluminado, traz por interposta directiva, na sua cabeça livre e democrática. Nós estamos a sentir diáriamente as consequências que uma mirífica projecção do seu futuro tem estado a provocar na saúde mental e física dos portugueses. Que consequências devamos tirar desse conhecimento? Pegar em armas? Há já quem o faça diáriamente, eventualmente em nome da sua sobrevivência e dos filhos...
Será que ISSO agradaria aos USA?
domingo, janeiro 29, 2012
EU JÁ DESCONFIAVA...
... ALIÁS, pensava que estava sózinho nas minhas ingenuidades humanistas...
" À medida que se envelhece vão morrendo os neurónios da ansiedade. A velhice traz liberdade " - Leonard Cohen.
Para quem, Cohen?
Citando a Pluma Caprichosa de Clara Ferreira Alves, que nos remete ao pensamento de um dos pensadores da desgraça global, a da indústria financeira, a da nova Máfia, de seu nome Mohamed A. El - Arian, que para nos proteger nos exige a miséria, para que percebamos que o futuro dos nossos filhos e netos está a ser hipotecado - de modo a autorizar outros sectores da sociedade a beneficiarem de um estilo de vida para além do que merecem - e que apodam de pintelhos as sobras, que restam do seu repasto demente, a quem vive do seu trabalho.
As palavras de Cohen soaram - me, para além da sua eventual verdade biológica, como um elogio à permanente ansiedade com que encaro a racionalidade envelhecida da GERONTOCRACIA que governa o planeta. A sua sombra tutelar tem sido um escárnio permanente à mudança geracional necessária que contaminada por uma longevidade, hoje quase obscena no desamparo com que confronta os seus excluídos, contrabandeia a evolução da espécie.
Quando o senhor El - Arian fala de trabalho sabemos bem a diferença que substancia ideológica e jurídicamente esse conceito quando o cotejamos com a sua essência no mundo operário, pequeno ou médio - burguês e qual o conceito de produção de riqueza que a alienação produtiva contrabandeia nos seus pressupostos como INVESTIDOR, ou a seu mando.
O que fazer desse conhecimento terá de ser uma obrigação de todos os que o possuem aos outros que desatentos ou manipulados se limitam a esperar que quem os trouxe a este limiar extremo de desafectação, os tire de lá, ancorados numa esperança vazia e paralizante, embalados no canto de sereia de um Media venal e de sub - predadores a mando.
Até lá, até ao despertar violento da nova geração com um programa, não só biológico e principalmente político mas também insurreccional, no sentido de apear a Brigada do Reumático que lhes trava o Futuro, resta a resistência dos humanistas...
" À medida que se envelhece vão morrendo os neurónios da ansiedade. A velhice traz liberdade " - Leonard Cohen.
Para quem, Cohen?
Citando a Pluma Caprichosa de Clara Ferreira Alves, que nos remete ao pensamento de um dos pensadores da desgraça global, a da indústria financeira, a da nova Máfia, de seu nome Mohamed A. El - Arian, que para nos proteger nos exige a miséria, para que percebamos que o futuro dos nossos filhos e netos está a ser hipotecado - de modo a autorizar outros sectores da sociedade a beneficiarem de um estilo de vida para além do que merecem - e que apodam de pintelhos as sobras, que restam do seu repasto demente, a quem vive do seu trabalho.
As palavras de Cohen soaram - me, para além da sua eventual verdade biológica, como um elogio à permanente ansiedade com que encaro a racionalidade envelhecida da GERONTOCRACIA que governa o planeta. A sua sombra tutelar tem sido um escárnio permanente à mudança geracional necessária que contaminada por uma longevidade, hoje quase obscena no desamparo com que confronta os seus excluídos, contrabandeia a evolução da espécie.
Quando o senhor El - Arian fala de trabalho sabemos bem a diferença que substancia ideológica e jurídicamente esse conceito quando o cotejamos com a sua essência no mundo operário, pequeno ou médio - burguês e qual o conceito de produção de riqueza que a alienação produtiva contrabandeia nos seus pressupostos como INVESTIDOR, ou a seu mando.
O que fazer desse conhecimento terá de ser uma obrigação de todos os que o possuem aos outros que desatentos ou manipulados se limitam a esperar que quem os trouxe a este limiar extremo de desafectação, os tire de lá, ancorados numa esperança vazia e paralizante, embalados no canto de sereia de um Media venal e de sub - predadores a mando.
Até lá, até ao despertar violento da nova geração com um programa, não só biológico e principalmente político mas também insurreccional, no sentido de apear a Brigada do Reumático que lhes trava o Futuro, resta a resistência dos humanistas...
sábado, janeiro 28, 2012
DA NÁUSEA...
... E do privilégio marcante e definidor dos carácteres que ainda a conseguem SENTIR e que lhes define a integridade ética, tive esta semana três exemplos, para não falar dos meus...
www.africaminha.blogspot.com verbera com incontida repulsa as palavras e a pose de uma antiga dirigente do PCP, de seu nome Zita Seabra, sobre o partido de que foi militante apreciada e da CGTP, com uma reescrita oportunista de lavagem ideológica, usada então, como roupagem ( outrora denunciada por Cunhal no seu - Radicalismo pequeno - burguês de fachada socialista - ) e fachada deletéria de falsas e cínicas convicções.
Miguel Sousa Tavares não aguenta a náusea que lhe causou a leitura de Manuel Maria Carrillo no DN de quinta feira, sobre o PS, sobre Sócrates, em palavras e opiniões que lamento não ter lido para assim reforçar uma opinião antiga, aqui emitida, sobre a mistificação que lhe acompanhava os textos críticos sobre o partido que lhe tinha dado alguma notoriedade mediática.
Henrique Monteiro, no Expresso de hoje e sob o título - Infelizes somos nós - comenta em virtual repugnância as lamúrias de Cavaco sobre os cortes nas suas pensões, num país que o teve 16 anos como seu líder político e que vai sendo paulatinamente empobrecido por um sistema repulsivo de vasos comunicantes que drena aos poucos que ainda não mendigam o que lhes sobra, para os empreendedores.
www.africaminha.blogspot.com verbera com incontida repulsa as palavras e a pose de uma antiga dirigente do PCP, de seu nome Zita Seabra, sobre o partido de que foi militante apreciada e da CGTP, com uma reescrita oportunista de lavagem ideológica, usada então, como roupagem ( outrora denunciada por Cunhal no seu - Radicalismo pequeno - burguês de fachada socialista - ) e fachada deletéria de falsas e cínicas convicções.
Miguel Sousa Tavares não aguenta a náusea que lhe causou a leitura de Manuel Maria Carrillo no DN de quinta feira, sobre o PS, sobre Sócrates, em palavras e opiniões que lamento não ter lido para assim reforçar uma opinião antiga, aqui emitida, sobre a mistificação que lhe acompanhava os textos críticos sobre o partido que lhe tinha dado alguma notoriedade mediática.
Henrique Monteiro, no Expresso de hoje e sob o título - Infelizes somos nós - comenta em virtual repugnância as lamúrias de Cavaco sobre os cortes nas suas pensões, num país que o teve 16 anos como seu líder político e que vai sendo paulatinamente empobrecido por um sistema repulsivo de vasos comunicantes que drena aos poucos que ainda não mendigam o que lhes sobra, para os empreendedores.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
CRETINICES
Não encontro outra maneira de qualificar a imaturidade cívica e cultural dos bur(r)o - tecnocratas que hoje pontuam em todas as esferas do mando no planeta.
A displicência com que, em Portugal por exemplo, se está a encarar o simbólico na estrutura cultural do seu povo, as suas datas históricas, a sua coesão social num mundo cujas culturas formadoras e individualizantes se vão desvanecendo num pântano fétido chamado pomposamente Globalização, tem laivos de estupidificação alarmantes, pela coincidência (!!!???) de se realizar numa época de penúria e dissociação colectiva.
Matar o 5 de Outubro ou o 1º de Dezembro na memória dos portugueses sob o alibi da produtividade reflecte, mais do que um suborno ideológico, a arrogância da ignorância cívica que confunde as celebrações públicas com a interiorização histórica e a obrigação de a transmitir aos descendentes, festejando - os, em silêncio ou com foguetório.
A aleivosia tacanha continua manobrando irresponsàvelmente no espaço sem - alternativas criado e manipulado pelos princípios de desarticulação da DIFERENÇA, aqui, e cavalgando a ingenuidade hoje focada na sobrevivência, na vida do dia - a - dia, no resto do planeta.
Há uma dose de realidade à qual o humano aguenta. Quanto mais se carrega na sua capacidade de temporalização do encaixe das arremetidas dos realistas, dos pragmáticos, mais ténue se torna a digestão do real e mais violenta o seu repúdio.
A displicência com que, em Portugal por exemplo, se está a encarar o simbólico na estrutura cultural do seu povo, as suas datas históricas, a sua coesão social num mundo cujas culturas formadoras e individualizantes se vão desvanecendo num pântano fétido chamado pomposamente Globalização, tem laivos de estupidificação alarmantes, pela coincidência (!!!???) de se realizar numa época de penúria e dissociação colectiva.
Matar o 5 de Outubro ou o 1º de Dezembro na memória dos portugueses sob o alibi da produtividade reflecte, mais do que um suborno ideológico, a arrogância da ignorância cívica que confunde as celebrações públicas com a interiorização histórica e a obrigação de a transmitir aos descendentes, festejando - os, em silêncio ou com foguetório.
A aleivosia tacanha continua manobrando irresponsàvelmente no espaço sem - alternativas criado e manipulado pelos princípios de desarticulação da DIFERENÇA, aqui, e cavalgando a ingenuidade hoje focada na sobrevivência, na vida do dia - a - dia, no resto do planeta.
Há uma dose de realidade à qual o humano aguenta. Quanto mais se carrega na sua capacidade de temporalização do encaixe das arremetidas dos realistas, dos pragmáticos, mais ténue se torna a digestão do real e mais violenta o seu repúdio.
segunda-feira, janeiro 23, 2012
A PREVISÃO DO IMPROVÁVEL
Richard Lewinsohn ( 1894 - 1968 ) poderoso pensador alemão, num dos capítulos da sua obra SCIENCE, PROPHECY and PREDICTION, traduzido em português ( do Brasil ) por Revelação do Futuro, reflecte, com o título encimado, sobre a dificuldade inerente a tal desígnio...
E diz - " Nenhuma Língua possui, ai de nós, vocabulário suficiente e bem claro a este respeito. A Língua alemã é particularmente pobre sob este aspecto. Até o Francês, que oferece pelo menos duas expressões - provável e verosímil - em matéria de sinónimos empregados a propósito e a despropósito, indiferentemente, bem que a sua origem e o seu sentido sejam diferentes. A palavra « provável » provém da esfera moral; indica o que pode ser justificado, o que merece geral aprovação. A palavra « verosímil », pelo contrário, - assim como a palavra alemã « wahrscheinlich » que lhe corresponde exactamente quanto à formação etimológica - tem um carácter mais exterior, um subentendido céptico: a afirmação pode ser exacta mas não o é forçosamente - o que parece verdadeiro pode também não o ser "
E é com essas reservas que perante a reunião de hoje do Euro Grupo e pela lei de probabilidades objectivas referidas a páginas 231 da mesma obra, citando Keynes, não é VEROSÍMIL que saia outra coisa diferente da redundância tautológica daqueles neurónios em reflexão sobre os seus umbigos e suas iminentes importâncias auto - atribuídas.
É o que nos diz a nossa experiência desses últimos 3 anos de reuniões das cúpulas europeias...
E diz - " Nenhuma Língua possui, ai de nós, vocabulário suficiente e bem claro a este respeito. A Língua alemã é particularmente pobre sob este aspecto. Até o Francês, que oferece pelo menos duas expressões - provável e verosímil - em matéria de sinónimos empregados a propósito e a despropósito, indiferentemente, bem que a sua origem e o seu sentido sejam diferentes. A palavra « provável » provém da esfera moral; indica o que pode ser justificado, o que merece geral aprovação. A palavra « verosímil », pelo contrário, - assim como a palavra alemã « wahrscheinlich » que lhe corresponde exactamente quanto à formação etimológica - tem um carácter mais exterior, um subentendido céptico: a afirmação pode ser exacta mas não o é forçosamente - o que parece verdadeiro pode também não o ser "
E é com essas reservas que perante a reunião de hoje do Euro Grupo e pela lei de probabilidades objectivas referidas a páginas 231 da mesma obra, citando Keynes, não é VEROSÍMIL que saia outra coisa diferente da redundância tautológica daqueles neurónios em reflexão sobre os seus umbigos e suas iminentes importâncias auto - atribuídas.
É o que nos diz a nossa experiência desses últimos 3 anos de reuniões das cúpulas europeias...
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