Patéticos os descontrolos que a " salganhada " herdada dos USA e dos seus criminosos exercícios neo - liberais pós - crash 1973 e a mais recente hecatombe, estão a provocar na UE.
A resposta encontrada para a subida do preço do petróleo foi a desregulação financeira e a livre circulação do capital financeiro com os Estados, em demolição, no papel de observador neutro da liberdade dos " doers ".
Como foi possível a interiorização cúmplice de tanto cinismo e de tanta malfeitoria? Não pela fé no controlo da natureza humana e no seu bom - senso, certamente.
A " receita " dos memorandos de resgate ( arrepio - me sempre que me vejo perante o significado dessa condição... ) está hoje a ser posta em causa com um atraso assassino de dois anos.
Os resultados negativos que começaram a surgir na Grécia, da sua aplicação acéfala, tiveram por cá - NÓS NÃO SOMOS COMO A GRÉCIA,... lembram - se? mesquinhos arrufos com a comparação, dada a nossa incomparável capacidade de encaixe e fé nos salvadores ungidos, Gaspar e Coelho.
A única razão por que o FMI se está a descolar da receita prende - se com a inevitabilidade de renegociação das dívidas e a previsível perda de biliões por parte dos seus investidores.
Atirar o odioso da situação que ameaça sériamente a economia da zona euro para cima da Comissão Europeia visa únicamente salvaguardar Lagarde, já que de facto não houve erros mas sim uma estratégia e uma agenda troikiana que foi longe de mais.
Rasgadas hoje em Portugal as vestes da convicção, o Governo já não prevê, espera que..., atitude mais do que prudente onde as decisões vêm de fora e onde a dúvida substituiu a Fé como ideologia de resgate. Vem tarde, pois na fé perdida é mais fácil, quando assim tão abalada, partir para a descrença do que para a retoma.
Que fazer? Não a manutenção do laissez - faire, laissez passer, já que se tem revelado mais um campo de biologia que da Política. O que é bom para... confesso que desconheço os alvos compatíveis..., não o é, como a realidade reiteradamente nos ilumina quase até ao desvario, para as comunidades SAPIENS, como os bosquímanes o sabem.
Uma nova abordagem, não grandes teorias de intervenção, que faça com que a Aldeia Global o venha a ser, com pequenos passos de coesão sociológicamente efectivos que permitam e orientem a teorização económica, financeira, educacional e política no sentido de uma harmonização pacífica na espécie.
Chamem - lhe um metassocialismo ou um socioliberalismo, como queiram. O que interessa será o conteúdo que universalize o conceito e o pacifique.
Uma nova UTOPIA precisará sempre de uma sistematização que só a Educação dará lastro e continuidade que permitirá assolar o CINISMO POLÍTICO monstruoso que deu à luz no século passado e que ameaça eternizar - se.
INTELECTUAIS DE TODO O MUNDO, UNI - VOS E MEREÇAM OS ATRIBUTOS QUE VOS TITULAM! IDEIAS PRECISAM - SE!
sexta-feira, junho 07, 2013
sábado, junho 01, 2013
D'A EVA...
... VERSUS FILOSOFIA
" Quando não se quer produzir longas narrativas históricas recorre - se a um pequeno mito que condensa o essencial em imagens " - Sloterdijk
O mito da Eva é o mais poderoso alguma vez contado sobre a perdição do homem. De maneira que...
O amor da sageza e a perda do baixo - ventre, ainda segundo o nosso filósofo, com a perda da energização, transformou a Filosofia numa organização de eunucos, enfatiza sarcásticamente Sloterdijk in Crítica da Razão Cínica.
A contradição anteposta sempre se alimentou desde Sócrates e a sua máxima, - De qualquer maneira casa - te; se tiveres a sorte de ter uma boa mulher, serás feliz, se não serás filósofo - do seu infortúnio masoquista.
Com o decorrer dos séculos, a própria história amorosa dos grandes filósofos parece ter dado razão a Sócrates. De Kant, celibatário convicto, a Nietzsche, de Schopenhauer a Byron, passando pela excepção semi - feliz de Russel, a realidade contraditória parece confirmar o que no fim de contas não passa do trivial no relacionamento de duas espécies cujo encontro é mediado pela Natureza com um fim único - a Sobrevivência - que a complexidade racional teima em RACIONALIZAR, passe a redundância.
A aparente contradição enunciada e a causalidade antevista no esvaziamento necessário(?) das pulsões sexuais ( naturais) quando em confronto com o amor da sageza, que as compensaria, remete - nos a uma conclusão perversa, que as imagens de Sócrates e Xantipa, Aristóteles e Phyllis,( citados pelo autor ) parecem caucionar.
Por outro lado, o aparente desprezo ( frustração ) a que o feminino como objecto de pesquisa parece votado nas reflexões das grandes referências filosóficas parece fundamentar, à partida, o falhanço da ousadia de , em confronto com uma realidade tão concreta, tão referencial, tão apetecível, tão desejada, tão natural como as provocações que suscita, contrariar a impotência da demanda na procura da explicação última.
Sobram no entanto, de todos os filósofos e pensadores avulsos, os aforismos e as máximas redutoras da condensação em preconceitos, da preguiça que denuncia a insegurança visceral no confronto com a origem tão pouco misteriosa do SER.
De puta à mãe, balança aferidora das nuances que o eu masculino voluntáriamente manipula resta o mundo do nosso deslumbramento, do nosso fascínio e da nossa, porque nunca satisfeita, IMPOTÊNCIA, não necessàriamente eunuca.
É que a sua capacidade de receber está para além da nossa capacidade de dar, tão sómente, e isso pesa... às almas generosas...
Cinismo ou Kinismo, vá -se lá saber...
segunda-feira, maio 27, 2013
AINDA O DMS 5
DO CINISMO CLÍNICO in Crítica da Razão Cínica por Peter Sloterdijk, pg.349
" ... Uma ordem social como a nossa encoraja directa e necessàriamente uma medicina favorável ao sistema das doenças e do que as traz, mais do que à vida em boa saúde... A única arma contra um socorro falso ou problemático consistiu em não ter necessidade dele. "
" ... O Sistema da " saúde " tende para uma situação em que o controlo da medicina dos senhores sobre o somático se torna totalitário. Podemos imaginar um nível em que se chegue à expropriação completa das competências físicas privadas. No fim de contas, haverá que aprender a mijar correctamente seguindo cursos de urologia... "
Sem comentários...
domingo, maio 26, 2013
À VOL D' OISEAU...
COITUS INTERRUPTUS
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
O fim de época do Benfica não teve nada de glorioso, muito pelo contrário. Assemelhou - se mais a um...., isso, como o título deste post enfatiza. Já o previa, desculpem lá, está aí escrito algures quando perdemos, MAIS UMA VEZ, por manifesta incompetência, o campeonato para o Porto.
LOUCURAS
Tornei - me, à luz das novas classificações dos distúrbios psicológicos um caso de psiquiatria e eu...danado...
Três birras por semana tornaram - se, para as luminárias do DSM5 um distúrbio psiquiátrico. Agora imaginem a população portuguesa e o sério risco de internamento, por ataques de fúria, que está a correr.
TEM TRABALHADO BEM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...
PALHAÇADAS
Um abraço de conforto e solidariedade ao MST pelo " lapsus linguae " que provocou a " birra " do Cavaco. Tivesse ele uma pontinha de humor e o VAFFANCULO do Grilo, grito triunfante dos clowns, ecoaria no Palácio de Belém e o MST provàvelmente se ria.
O processo levantado a seu pedido junto do ministério público será inútil, como creio que irá acontecer.
CONSENSOS PROFESSORAIS
Convocar uma reunião com notáveis com uma agenda criticada à partida e com as conclusões da dita alinhavadas num comunicado excel com consensos já adquiridos !?? , não lembraria a ninguém e é de uma desfaçatez que raia a uma preclara auto - suficiência e arrogância pessoal.
Convocar uma reunião de Concertação Social com o mesmo power point que terá dado origem a sucessivas reuniões devidas ao desconcerto de posições é outra desfaçatez, indiciadora de uma visão de negociação para yessmen e não para organizações democráticas e acusá - las de falta de preparação inibidora de colagens ao texto também nos informa muito sobre os tiques fascistóides que medram na coligação.
VAFFANCULO!
terça-feira, maio 21, 2013
AOS TROIKISTAS...
A diferença entre o Portugal do nosso defunto ditador - SALAZAR - hoje albino de tanto branqueamento e a Alemanha mal - enterrada, pelo menos na consciência germânica, do HITLER, está, não tanto na personalidades dos dois fascistas mas nos povos que os pariu, como qualquer historiador decente e não funcionário burocratizado, terá a obrigação de saber, por mais voltas que dê à convicção, fé, chamemos - lhe isso, de que a História dos povos é feita pelos seus líderes, no caso seus contemporâneos, sub-avaliando nèsciamente a visão do outro bigodudo, também já defunto.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
Ah, eu não sou historiador, sou um... curioso, um renascentista, vá lá..., grande apreciador da filosofia alemã e conhecedor, através dela, da Culpa penitencial que o seu povo arrasta e da sua fé (o ADN não se atira para o lixo como estamos a tentar por aqui num mimetismo grotesco que a admiração bovina sublinha ) numa superioridade eleita para dirigir.
Tirando o lapso, apontado por um historiador ( haverá mais?... ) de terem dobrado a coluna ao Miterrand que lhes impôs ( !!!??? ) o euro ( que redutora análise essa... ), cedo recuperaram a sua identidade normativa.
Qual a crise? A História se faz e se conta sobre povos dominados, dominadores e dos resistentes; os líderes são títulos, com maior ou menor importância, nos seus capítulos.
O problema está na visão oblíqua que V/ Excelências exigem que se faça sobre os funcionários da Troika, mais o Gaspar, o Passos e o Portas, apresentando as suas acções como consequências das minhas, vossas, e das imbecilidades gerais de um grande povo que merecia ter o ADN da loira valquíria e não, pela parte que nos toca, da capitulação da nossa provinciana, deslumbrada e arrivista " elite ", como tem recorrentemente feito na História portuguesa e cada vez mais na História recente.
A menorização étnica e o aproveitamento cínico que essa " elite " vendida tem exercido sobre este povo de brandos costumes,( outro mito na criação oportunística de sua auto - defesa ) tem sido mais um traço histórico do seu comportamento que só à paulada cíclicamente brandida, se refreia no seu descaramento.
E ela não vai tardar...
Saudações anti - troikistas e umas almofadas para os vossos sofridos joelhos.
segunda-feira, maio 20, 2013
CO - ADOPÇÃO ?
SOU CONTRA!
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
Não tenho nada a ver com o casalamento gay e tenho tudo a ver com os direitos das crianças. Sou pela liberdade individual que a diferença das escolhas transportam. As crianças não têm escolhas e deve ser o colectivo a velar pela sua protecção.
Já que não lhes terá sido possível escolher os progenitores biológicos a sociedade deve ter o dever de afastar eventuais ameaças nos seus lares, configuradas, nesse caso, por uma visão do mundo partilhada por uma minoria restrita. Ora, as leis que DEVEM regular o colectivo e às quais TODOS somos obrigados devem imanar de um processo natural e não dos artificialismos culturais que a sociedade contra-natura consagra no PORQUE NÃO?... e apresentados como uma pseudo modernidade que em nome da democracia e liberdade vem destruindo, de demolição em demolição valores seguros de convivência sadia entre os cidadãos.
E é com essa visão das crianças como cidadãos ainda sem Voz e Liberdade para fazerem as suas escolhas que se reitera a obrigação da Aldeia, e não das suas franjas marginais zelar pela sua educação no sentido da sua integração e não da sua eventual marginalização ou sofrimento.
Terminando e para ser totalmente transparente nos meus pressupostos, não só pessoais mas também lógicos, porque acredito, e a Ciência não me provou o contrário, que a homossexualidade é uma escolha, um artificialismo cultural a que só aos adultos, em plena liberdade se tolera, se ignora ( como é o meu caso... ) ou se aceita militantemente.
E... não tem nada de virtuoso, para ser objecto de educação exemplarmente transmissível.
Espero que a lei seja chumbada, por uma questão de bom-senso, se falharem todas as outras argumentações que o contrabando neo-contemporâneo apoda de reaccionárias.
terça-feira, maio 14, 2013
A EUROPA ABSURDA
M. Sousa Tavares, escapelizou factualmente o absurdo da realidade da eurolândia nos dias que correm na sua crónica - É ISTO A EUROPA ?, no último Expresso. É de ler e reflectir.
A farsa espoliadora dos recursos, da criatividade, da economia e das finanças dos países económicamente mais débeis, entra pelos olhos adentro de qualquer analista sério e enfatizo a qualificação, que não faz depender exclusivamente, em cínica descontextualização histórica das directivas da UE, então, dos erros nacionais e dos seus maus políticos e povos, a catástrofe que representa hoje para os países sob resgate a obediência à arrogância burrocrata de Bruxelas.
Mais do que os erros políticos nacionais, apresentados como causadores das acções actuais, importaria relevar em consideração a exaustão e caducidade do sistema ocidental de exploração capitalista que estrebucha em impotência, como solução para uma, essa sim, história acabada e se transformou numa barreira tenaz a qualquer Ideia outra de funcionamento colectivo.
A Globalização, apresentada como desenvolvimento lógico à vitória final no conflito com o socialismo soviético, transportou consigo o contrabando que lhe está na essência, enfeitada com os faíscantes faróis - Liberdade - Democracia, a cegar as vítimas, enquanto a posse do dinheiro e dos mercados financeiros pelos especuladores fazia o pleno do controlo, dos indivíduos, das nações e dos Estados.
A ganância é tal que se está a matar a galinhas de ovos-de-ouro. Que importa, aparecerão outras... A África e eventualmente a América Latina, à medida em que despachemos líderes incómodos, como o foi Chavéz.
Limpámos o Sadham, o Gadahfi, o Al-Assad está por um fio, bin Laden já era, o Irão está a ser um osso duro de roer ( sabe - se lá se o tipo que lá manda já não terá a bomba nuclear, uma chatice... )
O único bem, realmente transaccionável do Ocidente é o DINHEIRO, de que hoje detém o controlo quase total, retrato patético de um avô Patinhas caquético e mesquinho ensimesmado, na eurolândia, nesse formidável edifício de cretinice política que é a Comissão e o seu braço financeiro BCE com os seus funcionários menores mas não menos diligentes e obedientes, instalados nos governos nacionais dos países ocupados.
" RECLAMAI, MAS OBEDECEI !" exigia Bismark aos seus súbditos...
sábado, maio 11, 2013
PORTO - BENFICA...
...Minuto 87 do jogo e o treinador não consegue transmitir para dentro do campo a necessidade, face ao resultado, de contenção e posse da bola. Porquê?
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
Maxi, o grande Maxi, foi uma completa nulidade em todo o jogo; não atacou e não incomodou minimamente o Varela que fez TODOS os cruzamentos possíveis e ainda teve tempo de rematar à baliza. Artur foi uma lástima na parte final do campeonato com o golo consentido ao Estoril e hoje, patèticamente, ao Porto. Tragam o Oblak para a equipa principal...
Faltou uma coisa ao Benfica - INTELIGÊNCIA - e a falta dessa mais - valia costuma ser sempre penalizadora em competição, mesmo que não seja a condição suficiente.
O jogo foi mau e as duas equipas se igualaram em inépcia competitiva.
Alguém conseguirá apontar o melhor elemento em campo?
É que não houve nenhum que se tivesse transcendido, nem a defender nem a atacar. A mediocridade foi geral, até nas substituições, nomeadamente por parte do Benfica.
A época acabou para o Benfica, como um balão que se esvazia e a tendência vai ser para piorar; já não há nada que valha a pena ganhar. A Europa é uma miragem e a taça de Portugal não vai merecer a época.
PONTO FINAL!
JESUS? ...........
quarta-feira, maio 08, 2013
D'A ELITE DO REGIME VIII
The Jelly Boy
A " exaustão " e o vazio político que o PS semeou durante o consulado Sócrates, um fortíssimo líder, " secou " o debate partidário, coisa que o jotinha Seguro, conhecedor do funcionamento do aparelho partidário, como o foi então, o seu adversário político de hoje, Passos, na sua caminhada para o Poder, permitiram que um cinzento político socialista surgisse como alternativa à sucessão do animal feroz.
Seguro não é um pregoeiro de feira, coisa tipo - E leva mais este e mais este... - Eu não estou por aqui para enganar ninguém... , mas do tipo evangelista da IURD, melífluo, mole, tipo bom - rapaz fàcilmente vítima de bulling passivo do que seu perpetrador.
Acontece que a Política exige mais dos seus praticantes. É definitivamente meritório o serviço da causa pública e é racionalmente exigente de muito mais coisas do que ESTAR lá...
O que é o homem e as mais - valias transportadas, necessárias a um estadista ( Ah, como Portugal precisa desesperadamente de alguns...) com visão, coragem, liderança, capaz de roturas e consensos democráticos, que não essa democracia mole e paralizante ancorada numa esperança doentia que não na acção concreta, com um rumo político capaz de fazer dos cidadãos o seu principal defensor, ninguém conhece.
Da cartilha e das frases feitas, mecânicamente repetidas, que o irão levar ao Poder já se conhece. O resto está atrás da cortina, já descerrada por um povo a dizer NÃO; do tremendo resto que é a redefinição do País conhecemos as epístolas evangelizantes.
É POUCO, muito pouco o que sabemos da ignorância deste challenger...
sábado, maio 04, 2013
D'A ELITE DO REGIME VI
O FILISTINO
INADVERTIDAMENTE APAGUEI O POST AQUI INSERIDO HÁ DIAS SOBRE O MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, PAULO PORTAS, E NÃO SEI COMO RECUPERÁ- LO...
P.S.
ACONTECE QUE O PRÓPRIO SE ESTÁ ENCARREGANDO DA ACTUALIZAÇÃO DO QUE FOI ENTÃO POSTADO, O QUE AGRADECEMOS...
D' A ELITE DO REGIME VII
O CATAVENTO
Há uma casta de funcionários burocratizados na UE que da teoria Política reteve o manobrismo e jogo de cintura e da sua praxis o acautelamento dos interesses próprios e dos aliados de ocasião.
O presidente da Comissão europeia, Barroso, é a imagem consagrada da mediocridade de uma liderança. As qualidades pessoais adstritas, pela sua inadequação política que não diplomática, ao cargo, fazem dele uma quase nulidade na função nacessáriamente abrangente que o cargo exige no funcionamento global de uma UE que paulatinamente se desagrega com o seu beneplácito cúmplice.
A tristeza de ver um formidável projecto como pensado, não por políticos mesquinhos e sem visão e grandeza mas pelos seus pensadores, nas mãos de uma tal mediocridade liderativa, conformista, seguidista e deslumbrada pelos afagos dos donos, é penosa.
A História acabada que esses funcionários estão a escrever será feita um dia quando, em nostalgia, sob as ruínas de uma decadência entrevista e revisitada, se lançar um olhar para o exterior, para os Outros.
O enorme drama da superação das supervivências nacionais, como diria Gassett, na sonhada construção dessa Europa, hoje adiada e sem futuro, está hoje transformada numa tragicomédia, ameaçada pelas subserviências ( espantosa ironia histórica... ) nacionais e a apropriação, através do controlo das suas figuras de proa, das suas instituições.
Em vez de portador de uma missão histórica, Barroso borrou a pintura aceitando ser o master's voice dos ventos dominantes; os de hoje são da Alemanha.
domingo, abril 28, 2013
D' as interpretações...
... e das perspectivas lançadas sobre o discurso do presidente da República no dia 25 de Abril na Assembleia da República tivemos visões , isso mesmo, de todos os tipos, como seria de esperar.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
As fundamentações racionalizadas sobre o que disse Cavaco, as suas intenções ao verbalizar nesse dia, numa cerimónia simbólica de apologia de libertação a recusa de alternativas, remete - nos ao - NÃO HÁ ALTERNATIVAS - de Passos quando, num aproveitamento cínico e despudorado das circunstâncias do resgate, resolveu impôr uma agenda ideológica reaccionária e passadista sobre o país, fazendo - o, como se constata hoje, regredir de décadas.
A contradição evidente no discurso de quem apela ao consenso e ao mesmo tempo desvaloriza as eleições como referência de debate é políticamente revelador de uma ideia do país menorizado por uma promovida elite pequeno-burguesa a quem a nivelação democrática é desvalorizadora da excelência alcançada.
Na mesma ordem de ideias dos aderentes à bondade do discurso presidencial vemos o pragmatismo governamental apresentado como alibi da vacuidade ética e de expedientes de toda a ordem, como o recente caso dos SWAP, atesta.
Confundir, como o fizeram muitos, uma cerimónia simbólica e ritual, concernente à instituição Presidência da República, como aconteceu nos USA recentemente que não ao detentor, passado ou presente do cargo, por mais imbecil que tenha sido no exercício do cargo, como o foi Bush jr., com tolerância democrática à asnice criminosa do dito, é obra e compará - la enviezadamente com as críticas feitas ao discurso do presidente português apresentadas como intolerantes, é sofismático, como o fez H. Monteiro no último Expresso.
O " espírito democrático " não É a tolerância com aquilo com que não acreditamos, é pelo contrário, a sua crítica livremente expressa e o desmascaramento das inverdades dadas por adquiridas e como definitivas.
Ninguém negou ao Cavaco a opinião e a assumpção do seu pensamento sobre o país, era o que faltava.
O que se deplorou foi a batota de ver o representante assumido de TODOS OS PORTUGUESES ao reboque de uma facção, melhor, fracção do todo e silenciar o resto do país, como só o fazem ou tentam fazer os donos, não do regime democrático mas das coutadas.
Por mim, o fundamento da Democracia está mais na Intolerância e Crítica do que no silêncio e tolerância bovinas.
quinta-feira, abril 25, 2013
LAMENTÁVEL!
SAMPAIO, de passagem pelos corredores da Assembleia, interpelado sobre as palavras do presidente da República proferidas no seu discurso cerimonial, disse que o dia era do presidente e dos convidados.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
Não, não, não, o dia era do país, dos seus cidadãos e da sua memória colectiva, a data é histórica, sobrelevando TODAS as outras interpretações, percepções e projecções que sobre ela os intérpretes políticos, de ontem, de hoje e do futuro façam do seu significado profundo que teve para Portugal e os PALOP´S.
Hoje ouvimos a apropriação desmazelada e sectária da Democracia num discurso que a desvalorizou objectivamente - Não contem comigo - feita por um presidente da República que além de enfatizar o seu enquadramento burrocrático no apoio transparente da sua família política e da troyka, desvaloriza com desapreço a luta política e objectivamente as eleições democráticas, que estão nos fundamentos formadores do regime.
Tenho a acrescentar que NADA do que ouvi me surpreendeu e fico por aqui... em relação ao presidente da República, melhor, do PSD.
Quanto à oposição socialista, se continua a deixar o sr. Zorrinho a falar aos Media, vai mal. O homem é de uma nulidade comunicacional aflitiva. Tê - lo, por outro lado, como chefe de fila no parlamento, por maiores serviços que tenha prestado ao secretário-geral do PS no reforço da sua eleição, tem - se revelado um erro de casting. MUDEM - NO, JÁ, para onde se revelou ser útil no passado recente.
sexta-feira, abril 19, 2013
D`O TERRORISMO
" QUANDO BOMBAS SÃO LANÇADAS SOBRE CIVIS ISSO É TERRORISMO " - OBAMA
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
Confesso que não me assalta nenhuma dúvida sobre o significado e substância dessa declaração e também me confesso incrédulo com a origem dessa constatação que é da potência mundial que mais terror tem espalhado pelo planeta em toda a sua violenta história - os USA.
Sem cinismo, ou assumindo - o declaradamente, o que a minha experiência de vida me ensinou a ver e racionalizar em relação ao que é considerado " terrorista ", pela repugnância que instintivamente me assola perante os relativismos associados ao conceito e às circunstâncias históricas manipuladas em alibis prenunciadores de um verdade unilateral, continua a merecer - me , quando brandido por uma qualquer ética sufragada em nome do Poder, um desprezo infinito.
É que não são os meios a estarem sob escrutínio ético mas sim a " mão " que os utiliza e a grandiosidade da acção, que, por exemplo, na declaração de guerra é o sublimar do TERROR puro.
Nunca saberemos a contabilidade dos civis estropiados pelas bombas americanas, israelitas e a mortandade transportada pelos drones que Obama sanciona e das outras bombas que qualquer Poder em geral não se coíbe de usar contra opositores do passado, do presente ou do futuro.
A comparação entre as vítimas inocentes dO Terrorismo que em princípio terá o Poder como inimigo e as vítimas inocentes, directa ou indirectamente atingidas pelo Poder e desprezadas como danos colaterais obriga - nos a rever em profundidade o significado do conceito, por mais que aceitemos o privilégio do uso da força DEMOCRÁTICA e não fascista do Estado.
quarta-feira, abril 17, 2013
COMO ERA EVIDENTE...
O Burrocrata - Mor Gaspar, teve de ser " denunciado " lá fora para os portugueses constatarem o óbvio ululante repetidamente denunciado já por almas mais atentas.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
É que era impossível ser tão incompetente política e técnicamente como reiteradamente a realidade, criada pelas acções do funcionário europeu, não se cansou de evidenciar.
A explicação dos " despachos " do ministro, a funcionar em controlo remoto perante o deslumbramento do primeiro - ministro, só poderia, em coerência, ser dada pela sintonia total e não disfarçada com a troika e nunca como medidas tendentes a encontrar soluções politico-económicas para o país.
Os irlandeses toparam - no e denunciaram - no; os portugueses, em geral, ficaram - se pela desconfiança e fé.
Ficámos a saber que há uma tentativa reforçada de atrelar o PS ao descalabro numa despudorada chantagem a que chamam responsabilidade, coisa para rir se não fosse tão séria a situação no país. Espera - se que a desconfiança em relação ao gato escondido com rabo de fora se reforce. Qualquer alternativa concreta por parte dos dirigentes socialistas no sentido de minorar o descalabro implica a recusa frontal dos pressupostos do Gaspar e a exigência da demissão deste governo.
Ou isso ou a perda irreparável da débil confiança dos portugueses nos seus políticos.
sexta-feira, abril 12, 2013
D´A PSICOPATIA SOCIAL...
... Por aqui denunciada, em nome das consequências sociais e não só, objectivamente calculadas e desprezadas com igual frieza pelo Governo dirigido pelo ministro Gaspar, dei aqui testemunho em 5/2, a propósito do buraco negro entrevisto na nula percepção ética por parte deste governo, pelo menos da sua cara visível, da sua acção demolidora sobre o tecido social, económico e financeiro do país.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
Aos poucos, durante a sua vigência, os então entusiastas apoiantes da acção do " competente " Gaspar do diligente Relvas e do determinado Coelho postos perante os escombros de tanta ruína têm estado a percorrer o caminho da dissidência que a realidade os obrigou; uns com grandes esforços e muuuuitos mas retroactivos lançados sobre o Governo anterior, outros com estrondo, como aconteceu agora com o ex - assessor do ministro da Economia, Carlos Vargas que assumiu em nome do seu ministro, Álvaro S. Pereira a irrelevância a que foram reduzidos pelo todo - poderoso Burrocrata - Mor.
" Víctor Gaspar é um psicopata social e não um ministro das Finanças " - e " é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de Dona Maria II " .
Carlos Vargas reflectiu, embora tardiamente, de dentro para fora, o que, eventualmente, o próprio ministro da Economia pensa e por que não muitos outros ministros, cuja relevância no Executivo é ZERO, até porque este governo se tornou uma repartição menor da UE e, convenhamos, o colaboracionismo mudo, mesmo que em nome do hipotético interesse nacional não é muito abonatório para quem quer que seja.
Haverá mais dissidências, isso é um facto antecipado e não uma previsão gasparina, que como se tem visto reduz o seu emissor à figura de leitor-de folhas-de-chá.
quarta-feira, abril 10, 2013
FECHADO PARA BALANÇO
À ESPERA DO GASPAR
Como qualquer lojeca de bairro, o país fechou para balanço enquanto o contabilista trata do que resta à insolvência programada, ao " famigerado " corte das " gorduras " do estado, creio eu...
A demolição programada de um Estado a caminhar para um milénio de existência por parte de uma classe apátrida e deslumbrada da sua população já teve històricamente exemplos malfadados como os que antecederam a entrega do reino aos Filipes contra a resistência tenaz do seu povo.
Acontece que desta vez a resistência está melhor informada sobre a sua liberdade e sobre a sua " elite ". Sabe melhor distinguir a diferença entre o interesse nacional e os interesses outros que sob a capa da sua defesa contrabandeia os interesses próprios e de classe.
Não há dinheiro, dizem - nos, portanto suspende - se a Democracia e por que não, a Liberdade e por que não o País?
TEMPOS DESALMADOS ESSES " apud ad libitum " , M. Veiga.
" FASCISTÓIDES "
INACREDITÁVEL!
O Governo impôs, através do seu chefe Gaspar, assessorado pelo seu delfim, Passos, o estado de excepção ao País, paralisando - o através de uma monstruosa e perigosa medida burrocrata - Nenhum organismo do estado tem autorização para gastar um cêntimo sem o despacho do Ministro das Finanças e não houve nem UM ministro a pedir a demissão do seu cargo, menorizado até à inexistência.
Digo e repito; em personagens outras, até poderia haver uma tentativa racional de interpretação do gesto que não nesses dois " estadistas " do aviário, como sugere M. Veiga numa recente entrevista ao Expresso. " Vivemos tempos desalmados ", caracterizou o social - democrata, desolado com tanta vacuidade governativa.
Uma vingança amuada de uns senhoritos que ao autismo de um se acrescenta a rigidez de carácter, para não ser ofensivo, do outro e a cobardia do resto do Governo, portadores de uma missão que lhes engrandeceria o curriculum perante os futuros empregadores - a UE.
Quem não é por nós... e toma - se o país como inimigo.
Quanto mais tardar a vassourada que se impõe, do Governo à presidência do Estado, mais impunes se julgarão.
E que tal, na nova Assembleia, criar uma Comissão que reflicta sobre as limitações democráticas que uma maioria absoluta e um presidente da mesma cor política, impõem sobre o seu afastamento dos cargos de maneira a evitar exercícios fasciszantes ( sim, o governo foi eleito democràticamente ) por parte de governos democráticos ?
sábado, abril 06, 2013
" CHUMBOS "
Quantos mais reprovações serão precisas até que o aluno se convença de que o chumbo ou aprovação que interessa e tem a primazia é o nacional e não o estrangeiro?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
Quando é que o nosso governo interioriza o facto determinante de que não há uma política comum europeia e tampouco uma economia comum e que temos uma moeda única cujo valor é cambialmente díspare para cada um dos estados?
Quando é que os dirigentes nacionais se convencem que sem um reforço da sua rectaguarda política ( o apoio expresso do seu povo ) tem voz de burro e que a tolerância que a sua obediência induz menospreza - o objectivamente perante os avaliadores?
A tentativa canhestra de manipular a Justiça, vista como um conceito táctico e não um produto histórico, faz parte da nossa história política, umas vezes com resultados satisfatórios para o Poder e outras nem tanto. Desta vez, falhou, por motivos óbvios.
A Justiça sentiu que o poder executivo e legislativo estava a atirar para cima dos seus ombros uma responsabilidade que não lhe competia e que se resumia à avaliação, neste caso, da constitucionalidade das normas por eles emitidas.
Exigir uma avaliação POLÍTICA ao que é estruturalmente jurídico partiu do pressuposto de uma cumplicidade dada por adquirida entre a " elite " do Estado, cumplicidade essa baseada na crença de que a Ética já teria sido também abandonada por aquelas paragens. Felizmente, não foi o caso.
O caso Relvas encerrou - se com o chumbo de mais um aluno cábula e a sua dispensa do grupo dos doutores a quem as suas artimanhas ensombraram, por conhecidas e publicitadas, o doerismo empreendedor. Saiu com azedume, quando posto perante as razões do Estado, o que foi normal, já que nunca confundiu os dois interesses em presença.
E agora? Quando o anão político da presidência disse o que a sua prudência avisada, glosada e gozada, não descortinou - Não haverá eleições antecipadas - antes de conhecer as decisões que irão sair do conselho de ministros que a esta hora está a decorrer?
E se o Governo apresentar a demissão? Irá assobiar para o lado ou envidar esforços num governo de salvação nacional quando o parceiro maior da coligação deu por terminada, como caso perdido, a colaboração com o PS?
Terá suficiente política ou a sua responsabilidade esgotou - se nos avisos sibilinos?
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