... DAS ENTREVISTAS DO " SUPER " JUÍZ
AINDA E AINDA, SÓCRATES
Se existe cidadão da República a quem deva ser permitida a paranóia, mesmo que descabelada!!!!??? para alguns, ele chama - se José Sócrates, o ex - p. Ministro de Portugal e não o seráfico e " humilde " juíz de instrução criminal, de seu nome Carlos Manuel Lopes Alexandre.
Não vou tecer nenhuma consideração pessoal às entrevistas porque ela teria de ser caracteriológica e aí entraríamos num território perigoso nos dias que correm,e meter - me - ia, pelo que tenho conhecido sobre a investigação criminal em Portugal com gente muito perigosa e... impunes, aparentemente.
Sobre o processo que já leva 3, 4 anos de investigação com a suspensão dos direitos cívicos de um cidadão através de consecutivas moratórias estribadas numa complexidade processual que as " ressonâncias de verdade " vão justificando a dilacção, nem um pio, sob o risco de " calúnia "; nada que obste a que, por enquanto, Sócrates esteja, até ser acusado, julgado e sentenciado, vítima de uma, até ver, monstruosa indignidade.
Nenhum cidadão, culpado ou inocente gostaria de passar pelo mesmo e isto diz - nos muito sobre a qualidade da Justiça ou, conspiratóriamente, dos desígneos que ela ambiciona.
DURÃO BARROSO
PRESO POR TER CÃO!!!???
... Mas aqui houve gato! Os canídeos não são para aqui chamados, mesmo que na sua representação legalista por mais alibis penitenciais que o passado de muuuuita gente nos cargos de topo das instituições da U.E., possa servir de circunstância atenuante a uma questão de foro ÉTICO.
Nenhuma ferramenta especulativa servirá, penso que de hoje em diante, face à propalada discriminação, brandida justamente na óptica despudorada até então em vigor, pelo ex - presidente da Comissão, para justificar a " normalidade " dessa promiscuidade revoltante.
Não há volta a dar. Durão Barroso é, hoje, um lobista dos interesses da predação, legal, claro, na exacta proporção das descobertas das malfeitorias e o batalhão de advogados latrineiros encarregues da limpeza " legal " e democrática do lixo que o pragmatismo empreendedor da Goldman Sachs tem deixado por onde passa.
Que o precedente levantado pelos eurodeputados produza, já agora, normas intransitáveis à perícia legal. É que a Comissão de Ética não deveria estar lá para ajuizar LEGALIDADES mas sim conflitos de interesses éticos, daí o nome, ou não?
E É DE UM PROBLEMA ÉTICO...
... QUE SE TRATA, A PROPÓSITO...
... DAS " SARAIVADAS " com que o ex - Director do Expresso, Saraiva, vai brindar o meio político português com um livro de " inconfidências " sobre a vida pessoal dos personagens mais mediáticos da vida política portuguesa.
O que o levou a esta degradação? O costume, em casos que tais. O arejamento dos valores, uma barreira inibitória de patifarias solta aquilo que a amoralidade, melhor imoralidade, já que aquela é um conceito vazio, espelha em pragmatismo.
quinta-feira, setembro 22, 2016
quarta-feira, setembro 14, 2016
O PRESIDENTE
MARCELO R. DE SOUSA
Em Marcelo, como é familiarmente tratado o actual presidente da República, tudo o que acontece no país É um assunto de Estado ( poderia ser de outra maneira?... ), o que o obriga a ser o referencial moderador num espaço político abrangente, conflitualmente natural.
Sem minimizar, de todo, os contornos e as características de que se revestem, em termos de " gravidade " as realidades que o têm em permanente exposição opinatória na assumpção de uma responsabilidade institucional de " protecção " do equilíbrio higiénico com que pretende provir à segurança do país e dos cidadãos por parte do Estado do qual é o representante, não só institucional como orgânicamente projectado, Marcelo, pela impossibilidade concreta de pesoalização empática com as dores da República que os seus cidadãos enfrentam, corre o risco de exaustão física e psicológica.
O ser, objectivamente, uma impossibilidade tal desiderato, o reiterado aparecimento do Estado no rescaldo das consequências dos actos ou acontecimentos penalizadores do sossêgo que persegue, irá, paulatinamente concretizar a sua impotência orgânica e sublinhar, per cause, a desvalorização desinibitória que tem caracterizado a relação dos cidadãos com o Poder.
Essa, já chamada expansão operativa unilateralizante, que marca a narcísica, amoral e tantalizante individualização conceptual do sujeito pós - moderno face à opressão dos Valores subsistentes, ser - lhe - á um adversário inultrapassável.
Estaremos cá para ver a capacidade com que saberá lidar com as " cobranças "...
domingo, setembro 11, 2016
NADA DE NOVO...
...NA FRENTE OESTE
MINTO...
PORTUGAL
HASHTAGS - CIRCUNSCRITO - DEFLAGRAÇÕES - MEIOS AÉREOS - SOLDADOS DA PAZ - CALAMIDADE - HECTARES - MATO, PINHAL, EUCALIPTAL - EVACUAÇÕES
AH!!! - UMA ABSURDA MONOTONIA POLÍTICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA, LINFÁTICA, MOLE E INSUPORTÁVEL.
FRANÇA
A ESTUPIDEZ BURKÍNICA E A LIBERDADE VIGIADA. NOS COSTUMES!!!??? EM FRANÇA???
ESPANHA
NADA PARA NINGUÉM. NO ME GUSTA RAJOY E NÃO ME CASO, PRONTO!!! ELE QUE HABITE SÓZINHO A CASA.
USA
UM PESADELO EM PERSPECTIVA COM A HIPÓTESE TRUMP NA CASA BRANCA. TAMBÉM NÃO ACREDITAVA NO BREXIT E OS CAMPÓNIOS CONSEGUIRAM - NO, ALIADOS AOS SUSSERANOS FEUDAIS DO REINO UNIDO. UMA LÁSTIMA QUE AMEAÇA AS CIDADES " CIVILIZADAS " DOS USA.
MINTO...
PORTUGAL
HASHTAGS - CIRCUNSCRITO - DEFLAGRAÇÕES - MEIOS AÉREOS - SOLDADOS DA PAZ - CALAMIDADE - HECTARES - MATO, PINHAL, EUCALIPTAL - EVACUAÇÕES
AH!!! - UMA ABSURDA MONOTONIA POLÍTICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA, LINFÁTICA, MOLE E INSUPORTÁVEL.
FRANÇA
A ESTUPIDEZ BURKÍNICA E A LIBERDADE VIGIADA. NOS COSTUMES!!!??? EM FRANÇA???
ESPANHA
NADA PARA NINGUÉM. NO ME GUSTA RAJOY E NÃO ME CASO, PRONTO!!! ELE QUE HABITE SÓZINHO A CASA.
USA
UM PESADELO EM PERSPECTIVA COM A HIPÓTESE TRUMP NA CASA BRANCA. TAMBÉM NÃO ACREDITAVA NO BREXIT E OS CAMPÓNIOS CONSEGUIRAM - NO, ALIADOS AOS SUSSERANOS FEUDAIS DO REINO UNIDO. UMA LÁSTIMA QUE AMEAÇA AS CIDADES " CIVILIZADAS " DOS USA.
sexta-feira, setembro 02, 2016
FELIPE, POR QUÊ NO HABLAS?
ESPANHA " BLOQUEADA "
Felipe VI de Espanha
VEJAMOS...
A Espanha corre o risco de ir novamente às urnas dado o impasse reiterado na formação de uma maioria parlamentar de apoio ao partido mais votado - P.P. - de Maryano Rajoy.
Eu não saberia quantificar, em parâmetros que não os políticos, as consequências de uma terceira ida a votos dos cidadãos espanhóis para conseguir um governo estável.
Sim, naturalmente, a Democracia assim o exige, assim como exigirá mais dos seus líderes que, directamente serão os responsáveis pela falta de compromisso e diálogo na estabilização, não necessáriamente política mas governativa do Estado.
E é aqui que entra a minha estranheza pelo silêncio ensurdecedor do rei de Espanha, perante os seus súbditos - os que se reúnem com ele a cada eleição e os que aos poucos se vão descrendo nas virtualidades democráticas, em tempos cada vez mais incertos.
Será preciso uma abstenção maciça dos " enfadados " com a conversa de surdos entre o P.P., o P.S.O.E., os Cyudadanos e o Podemos, para enfim, haver um Governo em Espanha?
E então, Felipe VI?
Felipe VI de Espanha
VEJAMOS...
A Espanha corre o risco de ir novamente às urnas dado o impasse reiterado na formação de uma maioria parlamentar de apoio ao partido mais votado - P.P. - de Maryano Rajoy.
Eu não saberia quantificar, em parâmetros que não os políticos, as consequências de uma terceira ida a votos dos cidadãos espanhóis para conseguir um governo estável.
Sim, naturalmente, a Democracia assim o exige, assim como exigirá mais dos seus líderes que, directamente serão os responsáveis pela falta de compromisso e diálogo na estabilização, não necessáriamente política mas governativa do Estado.
E é aqui que entra a minha estranheza pelo silêncio ensurdecedor do rei de Espanha, perante os seus súbditos - os que se reúnem com ele a cada eleição e os que aos poucos se vão descrendo nas virtualidades democráticas, em tempos cada vez mais incertos.
Será preciso uma abstenção maciça dos " enfadados " com a conversa de surdos entre o P.P., o P.S.O.E., os Cyudadanos e o Podemos, para enfim, haver um Governo em Espanha?
E então, Felipe VI?
segunda-feira, agosto 29, 2016
GOLPE DE ESTADO
A presidente do Brasil, Dilma Roussef, enfrenta hoje a conspiração, inspirada, conduzida e levada a cabo pelo Brasil reaccionário, venal e corrupto, que, com uma desfaçatez só possível num quadro de malévola e deliberada manipulação mediática do conformismo de um povo desatento e políticamente infantil, conseguiu chegar onde chegou.
O seu discurso perante os senadores foi, para quem teve ouvidos e inteligência, um relatório das motivações jurídicamente mesquinhas e alarvemente improcedentes que a expôs a um julgamento com sentença já lacrada, num quadro generalizado de cupidez e corrupção politico - económica da elite brasileira e , principalmente, dos seus principais inimigos políticos.
Do golpe de Estado à farsa do seu julgamento permitiu - nos, mais do que qualquer denúncia sobre a falta de referências éticas dos seus opositores, fazer um retrato da sociedade brasileira e ele não tem sido lisonjeiro...
As minhas vénias, Presidente, pela sua defesa da Democracia e Justiça amesquinhadas por todo esse cambalacho de chicos - espertos e aldrabões.
Qualquer desfecho dessa farsa acrescentará muito ao seu carácter de combatente pela Liberdade. Sairá por cima dos seus detractores. O mesmo já não direi do país que permitiu ISSO.
sexta-feira, agosto 19, 2016
quarta-feira, agosto 10, 2016
VACAS FRIAS...
...LUSITANAS E OUTRAS...
BORLAS TUGAS
A polémica, canhestramente encerrada pelo Governo, sobre as borlas da GALP em viagens e estadias pagas a secretários de Estado a Paris, teve fundamento e, apesar do natural e alarve aproveitamento político por parte da Oposição, inseriu - se, como tantas vezes tem acontecido últimamente no campo da discussão ética do comportamento dos sujeitos políticos, antes, durante e após o seu exercício.
A desvalorização e a relativização tout - court, tendo a legalidade como o referencial do posso, mas não deveria... com que situações volitivas de âmbito público, que não meramente pessoal, nomedamente nos casos dos ex - Ministros das Finanças do PSD, Gaspar e Albuquerque, do ex- Ministro de Estado e dos Asuntos Económicos, Paulo Portas e do ex - Presidente da Comissão Europeia, Barroso, atestaram à saciedade a falta de sensibilidade e o estou - me marimbando com que, a esse nível, a questão Ética tem sido tratada.
Exige - se, não só o ser como também o parecer, no mínimo.
Se a coisa vem de cima, como exemplo, rápidamente contaminará as classes intermédias e por aí fora até aos papás e mamãs e naturalmente os filhotes.
E depois? Depois será uma MERDA a limpeza da porcaria deixada.
É que o valor Ético ocidental não reside na consciência de cada um, por mais tentador e penitencial a sua interpretação possa servir para o despachar para debaixo do tapete. Felizmente, apesar da sua contínua degradação que a relativização moral, individual, tem alimentado, o ser o resultante caldeado de uma sedimentação milenar que sucessivas civilizações ocidentais forjaram, fez com que todo o Homem ocidental adulto e na plena posse das suas faculdades mentais o reconheça. Desprezá - lo já é outra coisa e tem um nome...
SÓCRATES
STILL WAITING...
... Pela marcação do julgamento do cidadão José Sócrates.
Até lá, as decisões políticas tomadas durante o exercício do cargo de Primeiro - Ministro de Portugal com impactos financeiros e económicos sobre as empresas e os interesses empresariais de A, B, C ou D, dadas à costa não me comovem. Os BOATOS e as gargantas fundas e a desfaçatez investigatória que dura há cinco anos ou mais sem conseguir matéria para o levar ao Tribunal já FEDEM.
Carlos Cruz num julgamento surreal, foi preso; hoje, em liberdade condicional, continua a apregoar a sua inocência e... eu acredito nela. Espero que o mesmo não venha a acontecer no julgamento do ex - P.M.
Interpretemos:
Vamos levar, nós os cidadãos, através dos nossos representantes, levar aos tribunais as decisões políticas que afectaram, afectam e afectarão a vida de cidadãos por perdas patrimoniais ou outras?
Não é lá muito viável, pois não?
E quando afectam poderosos interesses empresariais? Aí a coisa fia mais fino e, mesmo assim as brigadas de advogados em serviço aconselharão cautela...
Nós os cidadãos sofremos, desde Cavaco, a perdas patrimoniais de vulto não só em interesses estratégico e vitais ( espero que nunca se venha a descobrir quão vitais eles são... ) como em bens imateriais civilizacionais. Algum responsável político foi levado à barra dos tribunais pelas decisões que tomou?
Desconfio que o processo ( agora tenta - se descredibilizar os seus advogados... ) ainda está em escavação...
O quadro geral é que TODOS nós temos telhados de vidro e cadáveres no armário e é só escavar que...
Vai uma provocação conspiratória - O que é que Sócrates e Carlos Cruz tiveram a ver com o Euro 2004?
BORLAS TUGAS
A polémica, canhestramente encerrada pelo Governo, sobre as borlas da GALP em viagens e estadias pagas a secretários de Estado a Paris, teve fundamento e, apesar do natural e alarve aproveitamento político por parte da Oposição, inseriu - se, como tantas vezes tem acontecido últimamente no campo da discussão ética do comportamento dos sujeitos políticos, antes, durante e após o seu exercício.
A desvalorização e a relativização tout - court, tendo a legalidade como o referencial do posso, mas não deveria... com que situações volitivas de âmbito público, que não meramente pessoal, nomedamente nos casos dos ex - Ministros das Finanças do PSD, Gaspar e Albuquerque, do ex- Ministro de Estado e dos Asuntos Económicos, Paulo Portas e do ex - Presidente da Comissão Europeia, Barroso, atestaram à saciedade a falta de sensibilidade e o estou - me marimbando com que, a esse nível, a questão Ética tem sido tratada.
Exige - se, não só o ser como também o parecer, no mínimo.
Se a coisa vem de cima, como exemplo, rápidamente contaminará as classes intermédias e por aí fora até aos papás e mamãs e naturalmente os filhotes.
E depois? Depois será uma MERDA a limpeza da porcaria deixada.
É que o valor Ético ocidental não reside na consciência de cada um, por mais tentador e penitencial a sua interpretação possa servir para o despachar para debaixo do tapete. Felizmente, apesar da sua contínua degradação que a relativização moral, individual, tem alimentado, o ser o resultante caldeado de uma sedimentação milenar que sucessivas civilizações ocidentais forjaram, fez com que todo o Homem ocidental adulto e na plena posse das suas faculdades mentais o reconheça. Desprezá - lo já é outra coisa e tem um nome...
SÓCRATES
STILL WAITING...
... Pela marcação do julgamento do cidadão José Sócrates.
Até lá, as decisões políticas tomadas durante o exercício do cargo de Primeiro - Ministro de Portugal com impactos financeiros e económicos sobre as empresas e os interesses empresariais de A, B, C ou D, dadas à costa não me comovem. Os BOATOS e as gargantas fundas e a desfaçatez investigatória que dura há cinco anos ou mais sem conseguir matéria para o levar ao Tribunal já FEDEM.
Carlos Cruz num julgamento surreal, foi preso; hoje, em liberdade condicional, continua a apregoar a sua inocência e... eu acredito nela. Espero que o mesmo não venha a acontecer no julgamento do ex - P.M.
Interpretemos:
Vamos levar, nós os cidadãos, através dos nossos representantes, levar aos tribunais as decisões políticas que afectaram, afectam e afectarão a vida de cidadãos por perdas patrimoniais ou outras?
Não é lá muito viável, pois não?
E quando afectam poderosos interesses empresariais? Aí a coisa fia mais fino e, mesmo assim as brigadas de advogados em serviço aconselharão cautela...
Nós os cidadãos sofremos, desde Cavaco, a perdas patrimoniais de vulto não só em interesses estratégico e vitais ( espero que nunca se venha a descobrir quão vitais eles são... ) como em bens imateriais civilizacionais. Algum responsável político foi levado à barra dos tribunais pelas decisões que tomou?
Desconfio que o processo ( agora tenta - se descredibilizar os seus advogados... ) ainda está em escavação...
O quadro geral é que TODOS nós temos telhados de vidro e cadáveres no armário e é só escavar que...
Vai uma provocação conspiratória - O que é que Sócrates e Carlos Cruz tiveram a ver com o Euro 2004?
sábado, julho 30, 2016
O APRENDIZ DE FEITICEIRO
MÁRIO CENTENO
O tecnoburocrata em formação política acelerada, Ministro das finanças do Governo em exercício está a apr(e)ender a realidade, que do Excel o atirou inopinadamente para os braços do mundo do compromisso diplomático e do discurso interpretativo, seguramente ético, queremos acreditar, da Política e... do Verbo.
As " gaffes " do iniciado, algumas infantis para a veterania política, como a última, da liquidação temporalizada e contingente de um Banco em venda pública, não lembraria ao diabo, não ao do Passos, excomungado já.
Os enfrentamentos com a máquina burropolítica do Conselho Europeu e com as Comissões de Inquérito da Assembleia da República, uma feirinha de vaidades para alguns diletantes, serão outros tantos tirocínios na aprendizagem da VIDA, política e não só.
Marcelizando, numa escala de um a dez, dou - lhe 8.
MERKEL
Uma vénia à humanista que a realpolitik não vergou, ainda...
POLÍTICA, UM JOGO SUJO ou...
... RACIONALIDADE,...
... feita prática administrativa de interesses?
" O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa no peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce o político vigarista, o pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais " - Brecht
A esta causticidade brechtiana não representada na realidade política actual pelo desinteresse das massas opõe - se a arrogância tecnoretórica de uma " iluminação " elitista, que presumida, julga tecer as malhas com que a VIDA de cada cidadão se tece.
Brecht confunde a impotência com ignorância e a burrice com falta de informação se transpusermos para hoje a realidade que ele vergastou, então.
As revoluções burguesas do século XIX, hoje vencedoras, foram sempre encabeçadas pelos melhores, assim como a destruição dos valores que lhes deram origem, pela impostura, venalidade e, não raras vezes, incompetência.
Hoje, a meio - termo dos acontecimentos, à degradação da elite corresponde a deploração popular. Um princípio físico de vasos comunicantes, tão sómente.
A superação desse impasse será conflitual e o grau dessa conflitualidade também está na proporção directa das respectivas iluminações, das massas e das elites, para mim, o PODER, já que das outras só a científica merece a designação como referencial das características que enformam o conceito na nova contemporaneidade.
Como Habermas, dispenso heróis e, sei que, históricamente, apesar deles, a História do Humano é feita pelas nações, sem denegar o brilhantismo dos seus filhos mais esclarecidos.
E eis - nos de volta à espuma das coisas que me provocaram o assalto à memória encimada.
Dando de barato que a manipulação, não só informativa como emocional e mesmo " racional ", para o caso, com falsas informações, faz parte da realidade política humana, antes mesmo do advento da Política, a caracterização dos " desenvolvimentos " político - partidários dados à costa durante o suspense das sanções, de jogo estúpido, é, no mínimo, surrealista, dado que eles, os " desenvolvimentos " não são, nunca foram, nem serão um passatempo, como , por vezes, são caracterizados, pelos opinadores, como eu e o Zé e os colunistas dos Media.
Poder - se- à emitir um julgamento analítico e antever, em palpites, cenários de previsão ou consequenciais a partir dos dados ao dispôr sem que, por isso, sermos acusados de jogo sujo, como o fez H. Monteiro no Expresso deste sábado. Ou tê - lo - à sido?
Para o Governo do Partido Socialista e dos seus apoiantes Bloco de Esquerda e P.C.P., seguramente não o foi e para o povo português definitivamente não o terá sido, pelo que de quem estaria H. Monteiro a falar? E do quê?
Quero acreditar que não leu Luísa Meireles na página 11 do jornal onde escreve... Que tal um pulinho?
... feita prática administrativa de interesses?
" O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa no peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce o político vigarista, o pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais " - Brecht
A esta causticidade brechtiana não representada na realidade política actual pelo desinteresse das massas opõe - se a arrogância tecnoretórica de uma " iluminação " elitista, que presumida, julga tecer as malhas com que a VIDA de cada cidadão se tece.
Brecht confunde a impotência com ignorância e a burrice com falta de informação se transpusermos para hoje a realidade que ele vergastou, então.
As revoluções burguesas do século XIX, hoje vencedoras, foram sempre encabeçadas pelos melhores, assim como a destruição dos valores que lhes deram origem, pela impostura, venalidade e, não raras vezes, incompetência.
Hoje, a meio - termo dos acontecimentos, à degradação da elite corresponde a deploração popular. Um princípio físico de vasos comunicantes, tão sómente.
A superação desse impasse será conflitual e o grau dessa conflitualidade também está na proporção directa das respectivas iluminações, das massas e das elites, para mim, o PODER, já que das outras só a científica merece a designação como referencial das características que enformam o conceito na nova contemporaneidade.
Como Habermas, dispenso heróis e, sei que, históricamente, apesar deles, a História do Humano é feita pelas nações, sem denegar o brilhantismo dos seus filhos mais esclarecidos.
E eis - nos de volta à espuma das coisas que me provocaram o assalto à memória encimada.
Dando de barato que a manipulação, não só informativa como emocional e mesmo " racional ", para o caso, com falsas informações, faz parte da realidade política humana, antes mesmo do advento da Política, a caracterização dos " desenvolvimentos " político - partidários dados à costa durante o suspense das sanções, de jogo estúpido, é, no mínimo, surrealista, dado que eles, os " desenvolvimentos " não são, nunca foram, nem serão um passatempo, como , por vezes, são caracterizados, pelos opinadores, como eu e o Zé e os colunistas dos Media.
Poder - se- à emitir um julgamento analítico e antever, em palpites, cenários de previsão ou consequenciais a partir dos dados ao dispôr sem que, por isso, sermos acusados de jogo sujo, como o fez H. Monteiro no Expresso deste sábado. Ou tê - lo - à sido?
Para o Governo do Partido Socialista e dos seus apoiantes Bloco de Esquerda e P.C.P., seguramente não o foi e para o povo português definitivamente não o terá sido, pelo que de quem estaria H. Monteiro a falar? E do quê?
Quero acreditar que não leu Luísa Meireles na página 11 do jornal onde escreve... Que tal um pulinho?
terça-feira, julho 26, 2016
EXPRESSOANDO ( N2 )
O CALIFADO TURCO DE ERDOGAN
A incompetência militar dos revoltosos contra a islamização política da Turquia foi de bradar aos céus. Começou com a " distracção " da militarização das forças policiais, com o enfoque da laicização das cidades em desprezo das massas paulatinamente fundamentalizadas dos campos da Anatólia e do resto do país e com o servilismo nacionalista anti - curdo.
" Uma bênção dos céus " - clamou o novo califa de Ancara.
A purga consequente já, como todo o mundo terá percebido, estaria de há muito preparada e está a ser sistemática e inteligentemente posta em acção contra a sociedade que Çevik Bir, cito, - Na Turquia nós temos o casamento entre o Islão e a Democracia. O filho deste casamento é o secularismo. Esta criança costuma adoecer de tempos a tempos. As Forças Armadas da Turquia são o médico encarregado de velar pela saúde desta criança. A sua intervenção depende sempre de quão doente está a criança e do que é necessário fazer para a salvar - queria, na linha do fundador da moderna Turquia - Kemal Ataturk,
A César o que é de César... O Islão é uma religião, que, em tempos históricos, tal como o Cristianismo, apoiadas pela Fé impuseram, por séculos, a sua visão do mundo e a sua interpretação através das armas dos seus potentados e dos seus reis confessos.
No Ocidente o mundo girou e a Idade Média ficou para trás; abraçámos Prometeu, e por fim, deixámo - lo com as suas correntes- assumimos a nossa condição de intérpretes do nosso destino.
A Turquia vai entrar numa era obscura. Por quanto tempo só o seu povo decidirá, como agora decidiu.
U.E.
Em Agosto de 2013, Habermas deplorava o papel dúbio da Alemanha no contexto europeu e caracterizava num artigo no Der Spiegel, o sofisma e paternalismo de um discurso paradoxal, em termos políticos, éticos, económicos e financeiros do seu governo em relação ao edifício pan - europeu em construção.
" A Bela Adormecida " e o seu operacional Schauble, aceitando a naturalidade da liderança que a sua condição volitiva, porém mesquinha no domínio do Continente, que as duas G.Guerras fundamentaram, resguarda - se no exercício de uma soberania aplicada através dos seus servis aliados colocados em funções chaves de decisão europeia, enquanto o seu discurso " soporífero " mantém o impasse que lhe sustenta o Poder.
"... Um fracasso histórico ( pouco original, sublinho eu... ) das elites políticas alemãs ", diz a certo passo, quando ele é global na mediocridade tecnocrática e burrocrática com que este formidável projecto humanista está a falhar, por sobre o que foi um safanão histórico e evolutivo na Vida dos cidadãos europeus-
Uma palavra para caracterizar a síntese da denúncia, então, de Habermas - VENALIDADE, POLÍTICA E ÉTICA.
A incompetência militar dos revoltosos contra a islamização política da Turquia foi de bradar aos céus. Começou com a " distracção " da militarização das forças policiais, com o enfoque da laicização das cidades em desprezo das massas paulatinamente fundamentalizadas dos campos da Anatólia e do resto do país e com o servilismo nacionalista anti - curdo.
" Uma bênção dos céus " - clamou o novo califa de Ancara.
A purga consequente já, como todo o mundo terá percebido, estaria de há muito preparada e está a ser sistemática e inteligentemente posta em acção contra a sociedade que Çevik Bir, cito, - Na Turquia nós temos o casamento entre o Islão e a Democracia. O filho deste casamento é o secularismo. Esta criança costuma adoecer de tempos a tempos. As Forças Armadas da Turquia são o médico encarregado de velar pela saúde desta criança. A sua intervenção depende sempre de quão doente está a criança e do que é necessário fazer para a salvar - queria, na linha do fundador da moderna Turquia - Kemal Ataturk,
A César o que é de César... O Islão é uma religião, que, em tempos históricos, tal como o Cristianismo, apoiadas pela Fé impuseram, por séculos, a sua visão do mundo e a sua interpretação através das armas dos seus potentados e dos seus reis confessos.
No Ocidente o mundo girou e a Idade Média ficou para trás; abraçámos Prometeu, e por fim, deixámo - lo com as suas correntes- assumimos a nossa condição de intérpretes do nosso destino.
A Turquia vai entrar numa era obscura. Por quanto tempo só o seu povo decidirá, como agora decidiu.
U.E.
Em Agosto de 2013, Habermas deplorava o papel dúbio da Alemanha no contexto europeu e caracterizava num artigo no Der Spiegel, o sofisma e paternalismo de um discurso paradoxal, em termos políticos, éticos, económicos e financeiros do seu governo em relação ao edifício pan - europeu em construção.
" A Bela Adormecida " e o seu operacional Schauble, aceitando a naturalidade da liderança que a sua condição volitiva, porém mesquinha no domínio do Continente, que as duas G.Guerras fundamentaram, resguarda - se no exercício de uma soberania aplicada através dos seus servis aliados colocados em funções chaves de decisão europeia, enquanto o seu discurso " soporífero " mantém o impasse que lhe sustenta o Poder.
"... Um fracasso histórico ( pouco original, sublinho eu... ) das elites políticas alemãs ", diz a certo passo, quando ele é global na mediocridade tecnocrática e burrocrática com que este formidável projecto humanista está a falhar, por sobre o que foi um safanão histórico e evolutivo na Vida dos cidadãos europeus-
Uma palavra para caracterizar a síntese da denúncia, então, de Habermas - VENALIDADE, POLÍTICA E ÉTICA.
sábado, julho 23, 2016
EXPRESSOANDO (N)
MARCELO, O BICHO - CARPINTEIRO
O presidente da República Portuguesa loves people; é um facto ou a representação interpretada de uma narrativa ( estória contada e a contar... ), não necessáriamente cínica mas dissimulada de uma cenografia projectada no futuro em nome de uma decisão da qual, provávelmente, ainda nem sequer prevê os contornos?
Para muita gente, nomeadamente o colunista do Expresso, Ricardo Costa, essa será a justificação da frenética, para ele ponderada, acção popular do Presidente. Ciente do enfado burocrático que o olímpico exercício do ex - presidente Cavaco Silva exerceu sobre a maioria dos portugueses, Marcelo quer a aclamação geral a monitorizá - lo a cada passo em legitimação enfática e empática, quando o Diabo bater à porta, e ter de tomar decisões de ruptura. Com quê, ninguém sabe...
Sinceramente, por cima das minhas " bocas " sobre este tipo de liderança democráticofacebookiana, eu não acredito nesta propositura estratégica e canibalizante das energias das massas em prol de um desfecho narcísico. Ele é melhor que isso...
OS CARAS - DE - PAU
É PRECISO TER LATA!...
...Diz o povo quando o tomam por parvo. Nada de extraordinário na fuga do rabo à seringa com que certos sujeitos políticos, crentes na ignorância técnica das massas na avaliação das supremas decisões em nome do país, dissimulam alarvemente as suas responsabilidades nas decisões e omissões voluntárias que o tempo, curto para o caso, trouxe à ribalta.
O espaço e paciência não me deixam enumerar o lixo debaixo do tapete apresentado como sucesso político do mais servil governo pós - 25 de Abril.
" Vem aí o Diabo "? Que venha! Da mesma maneira como os seus sequazes foram varridos do poder, deixando o trabalho de demolição a meio, ainda há energias para o enfrentar.
No fim de contas, ele é um " looser " que mesmo com Deus ausente ainda não conquistou a sua criação amada. HMMMM!!! SMOKEY!!!
HÁ MAIS...
segunda-feira, julho 18, 2016
UMA SEMANA REPULSIVA
NO IMPÉRIO DOS SENTIDOS...
A vertigem mediática da semana passada atirou - nos, de um estado de pura embriaguez emocional com que as vitórias desportivas dos nossos atletas nos afagou os egos numa " reconciliação " instantânea com o país, para os braços do ódio em Nice e Bagdad, para a estupefacção da escalada dos confrontos raciais nos U.S.A. e para o desprezo instintivo para com as conexões venais entre a predação financeira e a Política, através do recrutamento, alicimento e corrupção ética de uma elite moralmente analfabeta.
AGUENTA, CORAÇÃO...
A vertigem mediática da semana passada atirou - nos, de um estado de pura embriaguez emocional com que as vitórias desportivas dos nossos atletas nos afagou os egos numa " reconciliação " instantânea com o país, para os braços do ódio em Nice e Bagdad, para a estupefacção da escalada dos confrontos raciais nos U.S.A. e para o desprezo instintivo para com as conexões venais entre a predação financeira e a Política, através do recrutamento, alicimento e corrupção ética de uma elite moralmente analfabeta.
AGUENTA, CORAÇÃO...
segunda-feira, julho 11, 2016
domingo, julho 10, 2016
FINAL
E... JÁ ESTAMOS NA FINAL DO EURO. PARABÉNS!
NUNCA, mas mesmo nunca, em qualquer situação de embate do país contra adversários externos, estará em dúvida o meu apoio e solidariedade pelas cores do meu país de adopção. Isto tem um nome que, aparentemente só a plebe tem acarinhado - PATRIOTISMO - , já que neste universo não há relativismos que a " intelectualidade " flatulenta universalize em pose e escarro pseudo - humanista.
Hoje serei dos mais rasteiros adeptos, juntamente com os meus amigos, de uma equipa que durante o torneio não me convenceu, com um futebol aquém da qualidade dos intérpretes que estiveram a jogo, assim como à maioria, hoje esquecida desses pormenores que a FINAL mandou às urtigas.
FORÇA, RAPAZES! ESTAMOS TODOS CONVOSCO!
sábado, julho 09, 2016
sexta-feira, julho 01, 2016
POR QUÊ NO TE CALLAS?
PENSAMENTO BUROCRÁTICO E...
A GOVERNAÇÃO
Afinal o que é governar? A administração de uma realidade projectada e que se tem afirmado por uma interpretação díspare ou de uma realidade vívida e vivida diáriamente pelos governados cada vez mais descrentes das capacidades das lideranças alheias? Da impossibilidade de tratamento das intenções, dos dados económico - financeiros e comerciais dos outros países com os quais as suas economias se relacionem ou da possibilidade de " revisões " atempadas dos cenários macroeconómicos e não só, ajustando as acções POLÍTICAS a esses pressupostos incontroláveis?
A fixidez económico- orçamental É uma aspiração burocráticopolítico de tornar uma variável tão " oscilante " como a macroeconomia numa constante inserível nas folhas de Excel das equações projectadas sobre a VIDA do humano, no mais completo menosprezo da sua irracionalidade não programável.
O nível do " índice de felicidade ", outra variável quântica impossível de ser enquadrado por volatibilidade anti- universalizável, que nunca entrará nas tautológicas equações tecnocráticas dos leitores - das - folhas - de - chá modernos é, infelizmente e para seu desespero, um instrumento e uma aspiração que a competência política proclama e se for consequente, demanda, saiba ouvir e sentir os seus governados. Não pode nem deve ser deixada a sua apreciação, controlo e julgamento a BURROCRATAS, sob o risco de sair, nomeadamente em verbalizações, asneira.
A U.E. está em cacos e em pânico e negação com a rejeição britânica, com a deriva governamental em Espanha, com ameaças de referendos antiUE patrocinados pelos nacionalistas da Dinamarca, Eslováquia, Áustria com a crise dos refugiados que a sua xenofobia militante complicou, com surtos que não apenas ameaças terroristas vazias e o inefável mr. Schauble está preocupado com as décimas deficitárias orçamentais transactas de um governo que cumpriu servil e exponencialmente as directivas emanadas da Comissão, do FMI e do BCE? Não o creio, até acho que continua a ser coerente com a sua aspiração de limpar a UE dos países do SUL, dos países romanizados, dos países católicos, dos países edénicos do sul onde a luz moldou a sua filosofia de Vida e a sua alegria, SEM CULPAS, de viver.
A sua gaffe em tom de ameaça, em relação a Portugal que cometeu a heresia de ter um governo com o apoio da Esquerda céptica das lideranças europeias e que pode vir a ser um exemplo de alternativas políticas à trôpega e redutora ideologia que hoje detém o Poder nas instâncias europeias tem uma tradução - Estão no club, enquanto o permitirmos mas de cabeça baixa -
O problema do Sr. Schauble é AZIA e... impotência.
Na Europa, apesar do temporário hiato, mandam os seus cidadãos, como lhe foi recordado e aos funcionários da U.E.
sexta-feira, junho 24, 2016
BREXIT
COMMON SENSE or ATAVISM?
ECONOMICS or POLITICS?
Venceu a Democracia, o atavismo e, principalmente, a Política. Tudo bem, organicamente correcto e... políticamente incorrecto, face aos ventos históricos do que se apresenta como um mundo globalizado onde a Europa como uma das bases do tripé hegemónico daí resultante, sofre duro golpe, que em reverberações miméticas a podem vir a ferir de morte como um projecto político e económico continental.
Era evidente, de há uns tempos a esta parte que a paradoxal e amputada visão sub - marxista da História cavalgada pelo liberalismo, especulativo que não económico, de hoje, tropeçaria nas suas contradições nesse espaço vazio onde a política, arredada pela Bu(r)rocracia, se faria ouvir, mais cedo ou mais tarde.
Fez - se ouvir no Reino Unido e fragmentá - lo- á nas soberanias da Escócia e da Irlanda, mais cedo que tarde.
A ironia trágica, antevista no dessassossego que irá, desde hoje, sobressaltar a U.E. e que poderá, caso, como de costume, não se tirarem ilacções POLÍTICAS que não únicamente financeiras, do que decorre do EXIT britânico, levar à sua desintegração futura, foi, nunca ter sabido compreender que a Inglaterra NUNCA quis a Europa. Limitou - se, durante o tempo em que a cotejou a usá - la em seu proveito, já que sózinha nunca a conseguiu dominar.
Entrámos na democracia directa... HURRAH! que mais não é que da própria essência democrática, e dos referendos que trarão a transparência à opacidade e pesporrência de um projecto já tão danificado.
Que venha por bem!
ECONOMICS or POLITICS?
Venceu a Democracia, o atavismo e, principalmente, a Política. Tudo bem, organicamente correcto e... políticamente incorrecto, face aos ventos históricos do que se apresenta como um mundo globalizado onde a Europa como uma das bases do tripé hegemónico daí resultante, sofre duro golpe, que em reverberações miméticas a podem vir a ferir de morte como um projecto político e económico continental.
Era evidente, de há uns tempos a esta parte que a paradoxal e amputada visão sub - marxista da História cavalgada pelo liberalismo, especulativo que não económico, de hoje, tropeçaria nas suas contradições nesse espaço vazio onde a política, arredada pela Bu(r)rocracia, se faria ouvir, mais cedo ou mais tarde.
Fez - se ouvir no Reino Unido e fragmentá - lo- á nas soberanias da Escócia e da Irlanda, mais cedo que tarde.
A ironia trágica, antevista no dessassossego que irá, desde hoje, sobressaltar a U.E. e que poderá, caso, como de costume, não se tirarem ilacções POLÍTICAS que não únicamente financeiras, do que decorre do EXIT britânico, levar à sua desintegração futura, foi, nunca ter sabido compreender que a Inglaterra NUNCA quis a Europa. Limitou - se, durante o tempo em que a cotejou a usá - la em seu proveito, já que sózinha nunca a conseguiu dominar.
Entrámos na democracia directa... HURRAH! que mais não é que da própria essência democrática, e dos referendos que trarão a transparência à opacidade e pesporrência de um projecto já tão danificado.
Que venha por bem!
segunda-feira, junho 20, 2016
BREXIT?
WHY?
Porque é que se está hoje a pôr - se esta questão?
Falou - se por aqui, na qualidade de ilhéu, das características que formatam todos os povos insulares, numa comparação das semelhanças que as suas condições naturais teimam em rematar - a independência mental, o olhar atento sobre intencionalidades soberanas e, porque não uma desconfiança atávica sobre o outsider.
Porque é que se está hoje a pôr - se esta questão?
Falou - se por aqui, na qualidade de ilhéu, das características que formatam todos os povos insulares, numa comparação das semelhanças que as suas condições naturais teimam em rematar - a independência mental, o olhar atento sobre intencionalidades soberanas e, porque não uma desconfiança atávica sobre o outsider.
O GLUTÃO E O FARISEU
" Reparai num mapa da Europa. A Inglaterra lá está no alto, à parte, por sua conta própria e olha o Continente como um cão a vigiar o rebanho lá em baixo, como uma ave de rapina oculta entre as núvens para saltar em cheio sobre a vítima, como um severo vigilante espia com suspeita a sua gentalha.
Os países da Europa estão todos ligados, compactos, todos juntos e confiantes, mesmo os mais remotos. São uma família e nas famílias não há sempre acordo, nas famílias há,por vezes, divisões e zangas mas, em suma, há sempre recordações, sentimentos, interesses comuns. A Europa continental é tão sociável, tão amiga do mundo que, por um lado, parece uma só com a Ásia e em baixo, no meio - dia, se projecta com as suas ilhas e penínsulas até quase tocar a África.
A Inglaterra, não. Reconhece que a Europa não é a sua Pátria. A Inglaterra não tem nada a ver com a Europa. Com o seu focinho apontado ao polo e as suas alturas brancas sobre o mar mostra claramente que não quer pertencer ao Continente.
A Europa, para ela, não é mais que uma daquelas partes do mundo onde lhe convém traficar, dominar e, se sucede, combater. Todas as terras, para ela são iguais. Jamais está em comunhão com a Europa, e tão - pouco com os outros continentes. Não é solidária com ninguém... "
Duras, e a espaços nublada por uma visão historicista, datada e intencionada, as palavras de Giovanni Papini sobre a pérfida Albion nos meados do século XX, pareceriam, à primeira vista, uma síntese, que os factos fundamentam, do que ele considera ser um atavismo caracteriológico de simulação, hipocrisia e mentira do qual ela já nem tem a consciência.
ACONTECE que estamos no século XXI e o mundo mudou. As relações nacionais, globais, entre os Estados e as Instituições metapolíticas das quais a Globalização em projecto, no arredondamento dos conflitos mundiais através do comércio, têm estado reféns de realidades que as suplantam, por mais que os nacionalismos estrebuchem.
Por mim, o proverbial common sense britânico prevalecerá sobre a nostalgia do Union Jack.
sábado, junho 18, 2016
EUROPEU
Ronaldo acaba de falhar uma grande penalidade num jogo tristonho, burocrático e sem chama. Uma equipa TEM SEMPRE A CARA DO SEU TREINADOR e esta equipa não me tem desmentido esta minha, não tão desproposita, asserção, que a minha posição de atento " treinador de bancada " de há muuuitos anos permite fundamentar.
O engenheiro do PENTA portista confirmou, no período áureo do F.C.P. o aforismo de Wilson em relação ao Benfica dominador dos tempos em que o treinou - Com esta equipa do Benfica qualquer treinador arrisca - se a ganhar o campeonato -.
O jogo está a acabar e a equipa, deixada à emoção, encrispa - se. É TARDE!
Francamente, não me estranhou NADA e não foi por ser pessimista, ou má - língua...
quarta-feira, junho 15, 2016
ORLANDO
UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE, PONTO!
TERRORISMO, PONTO FINAL.
Só mentes perturbadas e com total desrespeito pela Vida, seriam capazes de tão repugnante sangue frio no abate indiscriminado de seres humanos.
A liberdade é um direito do humano e ela é irrevogável. NADA, mas mesmo nada é -nos tão intrínseco como essa condição a que só à morte capitula.
A demência tem muitas faces no mundo de hoje e Orlando foi mais um reflexo da intolerância feita... crença!!!???
TERRORISMO, PONTO FINAL.
Só mentes perturbadas e com total desrespeito pela Vida, seriam capazes de tão repugnante sangue frio no abate indiscriminado de seres humanos.
A liberdade é um direito do humano e ela é irrevogável. NADA, mas mesmo nada é -nos tão intrínseco como essa condição a que só à morte capitula.
A demência tem muitas faces no mundo de hoje e Orlando foi mais um reflexo da intolerância feita... crença!!!???
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