terça-feira, dezembro 27, 2011
NARCISO DO MEU ÓDIO...
... E VÓS TAMBÉM, NOJENTOS DA POLÍTICA
que explorais, eleitos, o Patriotismo!
Maquereaux da Pátria que vos pariu ingénuos
e vos amortalha infames!
E vós também, pindéricos jornalistas
que fazeis cócegas e outras coisas
à opinião pública!
E tu também rebento fardado:
Futrifica - te espantalho engalonado,
apeia - te das patas de barro,
larga a espada de matar
e põe o penacho no rabo!
Ralha - te mercenário, asceta da Crueldade!
Espuma - te no chumbo da tua valentia!
Agoniza - te Milhafoles armado!
Desuniversaliza - te da doutorança da chacina,
da ciência da matança!
Groom fardado da Negra,
pária da Velha!
Encaveira - te nas esporas, luzidias de seres fera!
Despe - te da farda,
desenfia - te da Impostura, e põe - te nu, ao léu
que ficas desempregado!
Acouraça - te de senso,
vomita de vez o morticínio,
enche o pote de raciocínio,
aprende a ler corações,
que há muito mais a fazer
do que fazer (TRAVAR , perdoa - me Almada!...) revoluções! ( é que os tempos são outros... )
... E tu, meu rotundo e pançudo - sanguessuga,
meu desacreditado burguês apinocado
da rua dos bacalhoeiros do meu ódio
co'a Felicidade em casa a servir aos dias!
tu tens em teu favor a glória fácil
igual à de outros tantos teus pedaços
que andam desajuntados neste Mundo,
desde a invenção do mau cheiro,
a estorvar o asseio geral.
Que mais penso em ti, mais tenho fé e creio
que Deus perdeu de vista o Adão de barro
e com pena fez outro de bosta de boi
por lhe faltar o barro e a inspiração!
E enquanto este Adão dormia
os ratos roeram - lhe os miolos,
e das caganitas nasceu a Eva burguesa!
...
... Olha para ti!
Se te não vês, concentra - te, procura - te!
Encontrarás primeiro o alfinete
que espetaste na dobra do casaco,
e depois não percas o sítio,
porque estás decerto ao pé do alfinete.
Espeta - te nele para não te perderes de novo,
e agora observa - te!
Não te escarneças! Acomoda - te em sentido!
Não odeies ainda que ainda agora começaste!
Enjoa - te no teu nojo, mastodonte!
Indigesta - te na palha dessa tua civilização!
Desbesunta - te dessa vermência!
Destapa a tua decência, o teu imoral pudor!
Albarda - te em senso! Estriba - te em Ser!
Limpa - te do cancro amarelo e podre!
Do lazareto de seres burro!
Desatrela - te do cérebro-carroça!
Desata o nó cego da vista!
Desilustra - te, descultiva - te, despole - te,
que mais vale ser animal que besta!
Deixa antes crescer os cornos que outros adornos da civilização!...
Almada Negreiros - excertos, abusivamente retirados, do Narciso do meu Ódio de Almada Negreiros
Que querem? Não estou nos meus dias...
sábado, dezembro 24, 2011
O " Almeida - Mor do Reino "
" Portugal precisa de uma boa vassourada " - tal é a exigência do sr. António Ribeiro Ferreira ontem, hoje, no " I ", como anteontem, como sempre, nos jornais que lhe sustentam a prosa reaccionária, salazarenta e bafienta.
Para esse senhor, Portugal ainda vive prisioneiro dos sindicatos e de mitos ( sic ) como o da concertação social..., cito, e que essa ralé sindicalizada deveria ser toda arrebanhada ( ai que saudades do Velho, não é Ferreira? ) e posta a trabalhar numa democrática requisição civil.
Para o sr. Ferreira, as greves não deveriam incomodar ninguém, nomeadamente o seu nariz aristocrático e o espaço entre as suas orelhas e se pudesse acabava com elas numa decidida vassourada.
É pena que tanto zelo faxineiro não possa ser aproveitado por nenhuma Câmara municipal, nomeadamente nos dias em que os seus empregados de limpeza, incomodados com tanto mau cheiro com que certas luminárias empestam o ar, se afastam por umas horas do seu trabalho.
Fica aqui a sugestão da sua requisição civil para quando necessário...
É gente desta fibra patrioteira que o País precisa, não é?
quinta-feira, dezembro 22, 2011
ONDE PÁRA O CINISMO?
A Coreia do Norte chora em prantos a morte do seu líder mui amado e provoca no Ocidente uma vaga de cepticismo sobre a possibilidade de em qualquer outra parte do mundo acontecer tão inacreditável manifestação de pesar pela morte do principal responsável da governação...
Do que isso nos diz sobre a nossa circunstancialidade desafectiva de incapacidade de compreensão empática dessa , para nós, despudorada manifestação pública de pesar pelo desaparecimento de um líder político, sem a referenciar como uma ópera bufa, também ela despudoradamente ensaiada, um reflexo contundente de como se manifesta sobre os povos o poder da lavagem cerebral e o medo induzido pela repressão, seja ela fascista, comunista, religiosa, cultural, financeira, económica ou...DEMOCRÁTICA, quando ela se nos apresenta, não necessáriamente com a face da Morte como em outras paragens, mas com a desconjuntividade oclusa de NÃO HÁ ALTERNATIVAS no OU...., OU reaccionário e tendencialmente autocrático que nos marca hoje o percurso histórico, é que há uma reflexão a fazer, sobre nós e sobre os outros.
Claro que seria impossível, ensaiada ou não, assistir, por enquanto, nas sociedades ocidentais esse tipo de pranto, por razões óbvias...
terça-feira, dezembro 20, 2011
RESERVAS...
Muito DIFICILMENTE comentarei o que diz, pensa e faz este senhor, a quem nunca compraria um carro usado, sem cair nos braços da Justiça.
Se alguma vez tiver de comentar o que ele diz, pensa e faz, terei de usar de toda a minha civilidade para não cair no insulto.
Daí a ausência forçada de opiniões sobre ele...
Virá tempo...
PAZ COM A HISTÓRIA?
O ministro da Defesa, José Aguiar Branco, afirmou ontem, segundo o jornal " I ", que, cito, " Portugal vive mal com o tema da guerra colonial... e que é preciso fazer a paz com a História "
Eu quero crer que ele se refere à estória em vez da História, coisas completamente diferentes. É que a História regista os factos; os historiadores e os interpretadores trazem à nossa memória a sua visão racionalizada, quero crer, se não seriam meras opiniões, do que, na mais das vezes, conheceram em segunda ou terceira mão.
Só as estórias do conflito continuam ainda a alimentar em desassossego algumas almas. A História, essa, registou um passado, cujas recordações traumáticas atira aos que como eu, lá estiveram, para outro campo de análise.
Ora, isso é o campo da Psicologia e, ressalvando as consequências que sobre fracas almas provocou, tudo isso já é PASSADO. Basta perguntar aos angolanos, aos guinéus e aos moçambicanos e, eventualmente a alguns caboverdianos que ou de um lado ou doutro lá estiveram o que pensam da angústia existencial ( cinismo à parte...) do Ministro - a resposta seria uma gargalhada bem - disposta.
É também a minha...
segunda-feira, dezembro 19, 2011
PAULO BENTO
O actual seleccionador nacional da equipa portuguesa deu uma entrevista à " ÚNICA " do Expresso e falou, de si e dos outros.
Sobre o seu perfil psicológico desvendou, ou melhor, reforçou o que, leigos ma non troppo, como eu já sabiam...
" Dou máxima liberdade, exijo máxima responsabilidade " - diz ele... Acontece que essa máxima EDUCATIVA tem as suas virtudes no relacionamento pais/filhos e é completamente improcedente e releva de uma arrogância e autoritarismo evidente na relação entre adultos pela projecção pessoal e impertinente de um cargo hierárquico na interpretação do que é liberdade e responsabilidade para o Outro.
Sem renegar o papel de gestor/organizador que lhe cabe no funcionamento, TÉCNICO e não formador, de um grupo de homens adultos e responsáveis ( chegaria a maneira como geriram as suas carreiras profissionais...), não lhe devia caber, por uma questão de respeito, o papel de mestre-escola com que ele costuma pontuar a sua posição de TREINADOR TÉCNICO E... MAIS NADA.
A discordância, a queixa, o arrufo, as birras, a competitividade, dentro de uma equipa de futebol faz parte do seu normal funcionamento, mormente com as escolhas do seu técnico.
Saber gerir, sem juízos de carácter, os campeões na sua profissão, não é para qualquer um. Poucos o sabem fazer e Paulo Bento, se não fossem os circunstancialismos que rodearam a sua formação como homem, deveria sentir isso.
A questão que se põe quando se confunde o falar claro e ser frontal com falsas consciências não tem nada a ver com verdades e mentiras; o insulto, o autoritarismo, a ignorância,o ressabiamento, a mentira, as más decisões, por exemplo, também podem ter essas características, aparentemente virtuosas para Bento, sem deixarem de ser condenáveis, em juízo.
VIVA A SELECÇÃO NACIONAL! FORÇA RAPAZES!
domingo, dezembro 18, 2011
Da História moderna...
... após o decreto terminal da morte das Grandes narrativas resta um olhar apaziguador, comprometido, com o seu fim, de que a derrocada do experimentalismo soviético deu um grande empurrão com a incapacidade de conciliação da liberdade política com a construção de um estado TENDENCIALMENTE justo, afrontando os seus representantes com o cumprimento do compromisso que esteve na matriz da construção das comunidades, nações, estados - o equilíbrio das forças em presença em vez da lei - do - mais - forte.
Sobre o papel conformista e demissionário, pelo menos no que à sua componente científica diria respeito, dos historiadores modernos, após a derradeira tentativa falhada na ex- URSS, diz Peter Sloterdijk in Palácio de Cristal - .... por fim torna -se necessário pôr em prática um pensamento com uma configuração totalmente diferente - um discurso sobre as coisas históricas discreto, polivalente, não totalizador, mas, antes do mais, ciente da circunstancialidade das suas perspectivas.... E conclui ...- Nesta concepção, tudo é correcto, até à conclusão final, que quase sempre aponta para a direcção falsa, de RESIGNAÇÃO. ( sublinhado meu...)
O perigo do que ele chama precipitação na análise, necessáriamente circunstancial do historiador que escreve sobre a pressão dos factos e do calendário é evidente, pela distorção, quase sempre anexada a uma visão pessoal e comprometida com os factos decorrentes e a funcionar em velocidades tão pouco históricas.
Tudo isso veio - me à lembrança e como leigo deixo a minha apreciação sobre o desapreço do historiador moderno Dr. Rui Ramos sobre a escolha por parte da revista TIME, do Protester ( contestatário ) como personalidade do Ano.
O historiador faz uma distinção apressada entre o contestatário da chamada Primavera árabe e o contestatário europeu com uma, também denunciada linearidade por parte de Sloterdijk, distinção legitimada ( fantástica a nuance...) dos contestatários árabes, que na visão do historiador afrontam uma ditadura em nome de uma democracia ( vulgo, eleições... ) enquanto o contestatário europeu, já a viver uma democracia, só tem de se resignar às consequências incontroladas do seu voto e ponto final e não per der o seu tempo a tentar MELHORAR o que nítidamente fede por todos os lados, num mero hedonismo de protesto, útil para alimentar os circos mediáticos ocidentais ( cito ), quando o que se pretende é discrição absoluta na estratégia do derrube e demolição de uma conquista civilizacional - o Estado Social.
Confesso que não soube exactamente como lidar com o texto e de quem estava a discordar, se do político, do comentador ou do historiador. O que eu sei é que o medo é muito grande e há razões para isso. Por enquanto, os sindicatos estão a fazer o papel controlador que lhes está na matriz..., porém não me admirava que da desobediência civil pacífica que tarda, se parta para uma escalada menos hedonista...
Os conselhos paternalistas, amestrantes, dentro em pouco de nada valerão àqueles a quem se aponta o caminho do exílio, porque não terão nada a perder, pelo contrário...
CUIDEM - SE!
Sobre o papel conformista e demissionário, pelo menos no que à sua componente científica diria respeito, dos historiadores modernos, após a derradeira tentativa falhada na ex- URSS, diz Peter Sloterdijk in Palácio de Cristal - .... por fim torna -se necessário pôr em prática um pensamento com uma configuração totalmente diferente - um discurso sobre as coisas históricas discreto, polivalente, não totalizador, mas, antes do mais, ciente da circunstancialidade das suas perspectivas.... E conclui ...- Nesta concepção, tudo é correcto, até à conclusão final, que quase sempre aponta para a direcção falsa, de RESIGNAÇÃO. ( sublinhado meu...)
O perigo do que ele chama precipitação na análise, necessáriamente circunstancial do historiador que escreve sobre a pressão dos factos e do calendário é evidente, pela distorção, quase sempre anexada a uma visão pessoal e comprometida com os factos decorrentes e a funcionar em velocidades tão pouco históricas.
Tudo isso veio - me à lembrança e como leigo deixo a minha apreciação sobre o desapreço do historiador moderno Dr. Rui Ramos sobre a escolha por parte da revista TIME, do Protester ( contestatário ) como personalidade do Ano.
O historiador faz uma distinção apressada entre o contestatário da chamada Primavera árabe e o contestatário europeu com uma, também denunciada linearidade por parte de Sloterdijk, distinção legitimada ( fantástica a nuance...) dos contestatários árabes, que na visão do historiador afrontam uma ditadura em nome de uma democracia ( vulgo, eleições... ) enquanto o contestatário europeu, já a viver uma democracia, só tem de se resignar às consequências incontroladas do seu voto e ponto final e não per der o seu tempo a tentar MELHORAR o que nítidamente fede por todos os lados, num mero hedonismo de protesto, útil para alimentar os circos mediáticos ocidentais ( cito ), quando o que se pretende é discrição absoluta na estratégia do derrube e demolição de uma conquista civilizacional - o Estado Social.
Confesso que não soube exactamente como lidar com o texto e de quem estava a discordar, se do político, do comentador ou do historiador. O que eu sei é que o medo é muito grande e há razões para isso. Por enquanto, os sindicatos estão a fazer o papel controlador que lhes está na matriz..., porém não me admirava que da desobediência civil pacífica que tarda, se parta para uma escalada menos hedonista...
Os conselhos paternalistas, amestrantes, dentro em pouco de nada valerão àqueles a quem se aponta o caminho do exílio, porque não terão nada a perder, pelo contrário...
CUIDEM - SE!
AOS ESQUECIMENTOS CONVENIENTES...
... Que aos portugueses desatentos foram trazidos à sua lembrança, por M.Sousa Tavares no Expresso de ontem, convém um cotejo comparativo com o que nesse mesmo semanário tem sido dito e redito por esse poço de ódio e manipulação rasteira que, ao mesmo tempo que esconde os factos, insiste em bolsar estados de alma sobre o carácter de quem o ignorou e ignora - José Sócrates.
Miguel S.Tavares escreve sobre factos e sobre a injustiça das aleivosias interpretativas que sobre eles se escondem nos ataques rasteiros que semanalmente o Sr.Crespo nos traz nesse jornal, como o faz o sr. Ferreira no " I ".
Da compreensão do que faz um e fazem outros como esses dois, está a diferença entre duas maneiras de encarar o papel de um jornalista.
Eu cá prefiro a honradez de M.S.T.
Miguel S.Tavares escreve sobre factos e sobre a injustiça das aleivosias interpretativas que sobre eles se escondem nos ataques rasteiros que semanalmente o Sr.Crespo nos traz nesse jornal, como o faz o sr. Ferreira no " I ".
Da compreensão do que faz um e fazem outros como esses dois, está a diferença entre duas maneiras de encarar o papel de um jornalista.
Eu cá prefiro a honradez de M.S.T.
sábado, dezembro 17, 2011
DA LEVEZA MÓRBIDA DO SER....
....E da desafectação, que num espaço tão exíguo como o é o ambiente familiar, e o modo como ela se compraz em mesquinhas atitudes de desamor que só a empatia concordante e cúmplice universaliza, deixo - me transportar adivinhante, para cada um dos espaços familiares do país que habito, em mágoa de estupor e pasmo...
A ser verdade a transliteração, não me sobra uma gota de mágoa pelo ser desviante que eu sou, habitante desse espaço que tento moralizar em decência, que o afecto, por mais que me digam o contrário é coisa de inteligência, pelo menos para os adultos racionais.
Deveria estar a lamentar mas racionalizo já que é condição que me protege de qualquer tipo de sofrimento, vindo de onde venha, da mesquinhez, da estupidez, do pasmo e infantilidade emocional do Outro que, em qualquer situação, habita o MEU universo.
Impossível o RESGATE contrabandeado da minha essência de Homem, IMPOSSÍVEL!
Da outra impossibilidade que seria a sua corrupção, nem a morte, com a sua carga de esquecimento, apagaria uma narrativa que comigo se irá, incorrupta, e que nunca deixou de me pertencer, para além das leituras outras...
EU FUI, SOU E SEREI LIVRE..., para além das interpretações que qualquer Ser vivo faça sobre esse corpo e espírito, que habito respeitosamente...
A ser verdade a transliteração, não me sobra uma gota de mágoa pelo ser desviante que eu sou, habitante desse espaço que tento moralizar em decência, que o afecto, por mais que me digam o contrário é coisa de inteligência, pelo menos para os adultos racionais.
Deveria estar a lamentar mas racionalizo já que é condição que me protege de qualquer tipo de sofrimento, vindo de onde venha, da mesquinhez, da estupidez, do pasmo e infantilidade emocional do Outro que, em qualquer situação, habita o MEU universo.
Impossível o RESGATE contrabandeado da minha essência de Homem, IMPOSSÍVEL!
Da outra impossibilidade que seria a sua corrupção, nem a morte, com a sua carga de esquecimento, apagaria uma narrativa que comigo se irá, incorrupta, e que nunca deixou de me pertencer, para além das leituras outras...
EU FUI, SOU E SEREI LIVRE..., para além das interpretações que qualquer Ser vivo faça sobre esse corpo e espírito, que habito respeitosamente...
D' os GUARDA -LIVROS...
... e dos contornos de uma assumpção culposa do direito de ser feliz se faz hoje a história dos povos mediterrânicos, armadilhados por uma visão mítica e mistificadora do mundo por parte de uma cultura glaciar onde de há muito se desvaneceu, numa fria e sistemática racionalização existencialista, a narrativa do humano na plenitude de todas as suas aspirações terrenas ao direito de ser o condutor da sua própria história.
O amestramento condutor do que se considera vil e irresponsável, ocupante de um edénico espaço matriciador, fede a inveja da capacidade do gozo da Vida nas suas potencialidades AQUI e AGORA, por parte de um conjunto de nações que ao NADA existencial já há muito descobriram a resposta terrena.
Descobrir hoje nesse espaço comportamentos miméticos e descaracterizados por parte dos seus habitantes releva de uma esquizofrénica aculturação que a massificação tendencialmente globalizante tende a impôr culturalmente, BUROCRATIZANDO, não sòmente os líderes colaboracionistas mas também a sua classe média, assustando - a com a perca dos " privilégios " patrimoniais obtidos. Cria - se uma cínica cumplicidade efectiva que os braços caídos testemunham.
" GOVERNO LANÇA PACOTE DE REFORMAS MAS ESPERA FORTE CONTESTAÇÃO " - titula o Expresso
E eu acrescento, E ESTÁ - SE BORRIFANDO PARA OS PROTESTOS, enquadrados por sindicatos democratizados, melhor, domesticados pelo políticamente correcto, os quais à imoralidade efectiva do Poder, responde com o bom - comportamento, desprezível, desprezável e castrador que lhe tem marcado o conteúdo programático do seu, também arrebanhamento das massas, quando DEVIA apelar a uma desobediência civil generalizada a todas as medidas sem alternativas do Poder vigente e demissionário das suas obrigações para com o povo que REPRESENTA.
Há uma programação, não necessàriamente obscura, por parte deste Governo, ideológicamente marcada, a que urge pôr termo, JÁ, antes que de povo bovino, na sua perspectiva bisonha e sabuja, passemos a mentecaptos.
As medidas programadas para a Segurança Social são inaceitáveis. É preciso PARAR POR AQUI!
O amestramento condutor do que se considera vil e irresponsável, ocupante de um edénico espaço matriciador, fede a inveja da capacidade do gozo da Vida nas suas potencialidades AQUI e AGORA, por parte de um conjunto de nações que ao NADA existencial já há muito descobriram a resposta terrena.
Descobrir hoje nesse espaço comportamentos miméticos e descaracterizados por parte dos seus habitantes releva de uma esquizofrénica aculturação que a massificação tendencialmente globalizante tende a impôr culturalmente, BUROCRATIZANDO, não sòmente os líderes colaboracionistas mas também a sua classe média, assustando - a com a perca dos " privilégios " patrimoniais obtidos. Cria - se uma cínica cumplicidade efectiva que os braços caídos testemunham.
" GOVERNO LANÇA PACOTE DE REFORMAS MAS ESPERA FORTE CONTESTAÇÃO " - titula o Expresso
E eu acrescento, E ESTÁ - SE BORRIFANDO PARA OS PROTESTOS, enquadrados por sindicatos democratizados, melhor, domesticados pelo políticamente correcto, os quais à imoralidade efectiva do Poder, responde com o bom - comportamento, desprezível, desprezável e castrador que lhe tem marcado o conteúdo programático do seu, também arrebanhamento das massas, quando DEVIA apelar a uma desobediência civil generalizada a todas as medidas sem alternativas do Poder vigente e demissionário das suas obrigações para com o povo que REPRESENTA.
Há uma programação, não necessàriamente obscura, por parte deste Governo, ideológicamente marcada, a que urge pôr termo, JÁ, antes que de povo bovino, na sua perspectiva bisonha e sabuja, passemos a mentecaptos.
As medidas programadas para a Segurança Social são inaceitáveis. É preciso PARAR POR AQUI!
ADEUS, CIZE...
ADEUS, CIZE, descansa em paz...
Ao enfrentares o Velho canta - lhe uma das nossas mornas. Lembra - Lhe a imperfeição da Sua obra nos humanos e na " divinização " que alguns tentam fazer ao Seu trabalho.
quinta-feira, dezembro 15, 2011
AQUÍ TE AMO...
Aquí te amo.
En los oscuros pinos se desenreda el viento.
Fosforece la luna sobre las aguas errantes.
Andan días iguales persiguíendose.
Se desciñe la niebla en danzantes figuras.
Una gaivota de plata se descuelga del ocaso.
A veces una vela. Altas, altas, estrellas.
O la cruz negra de un barco.
Solo.
A veces amanezco, y hasta mi alma está húmeda.
Suena, resuena el mar lejano.
Éste es un puerto.
Aquí te amo.
Aquí te amo y en vano te oculta el horizonte.
Te estoy amando aún entre estas frías cosas.
A veces van mis bejos en esos barcos graves,
que corren por el mar hacia donde no llegan.
Ya me veo olvidado como estas viejas anclas.
Son más tristes los muelles cuando atraca la tarde.
Se fatiga mi vida inútilmente hambrienta.
Amo lo que no tengo. Estás tú tan distante.
Mi hastío forcejea con los lentos crepúsculos.
Pero la noche llega y comienza a cantarme.
La luna hace girar su rodaje de sueño.
Me miran con tus ojos las estrellas más grandes.
Y como te amo, los pinos en el viento,
quieren cantar tu nombre con las hojas de alambre.
( Pablo Neruda )
En los oscuros pinos se desenreda el viento.
Fosforece la luna sobre las aguas errantes.
Andan días iguales persiguíendose.
Se desciñe la niebla en danzantes figuras.
Una gaivota de plata se descuelga del ocaso.
A veces una vela. Altas, altas, estrellas.
O la cruz negra de un barco.
Solo.
A veces amanezco, y hasta mi alma está húmeda.
Suena, resuena el mar lejano.
Éste es un puerto.
Aquí te amo.
Aquí te amo y en vano te oculta el horizonte.
Te estoy amando aún entre estas frías cosas.
A veces van mis bejos en esos barcos graves,
que corren por el mar hacia donde no llegan.
Ya me veo olvidado como estas viejas anclas.
Son más tristes los muelles cuando atraca la tarde.
Se fatiga mi vida inútilmente hambrienta.
Amo lo que no tengo. Estás tú tan distante.
Mi hastío forcejea con los lentos crepúsculos.
Pero la noche llega y comienza a cantarme.
La luna hace girar su rodaje de sueño.
Me miran con tus ojos las estrellas más grandes.
Y como te amo, los pinos en el viento,
quieren cantar tu nombre con las hojas de alambre.
( Pablo Neruda )
quarta-feira, dezembro 14, 2011
E VOLTANDO ÀS GAJAS...
....Já que ficaram coisas por explicar...
É claro que seria quase impossível ver acontecer à Sra. Merkel, à Tipzi Livni, à Christine Lagarde, à sra. Clinton, ou à longínqua Thatcher, o que aconteceu ao DSK, ao Cain, ao Bill Clinton, ao Spitzer e ao Berlusconi.
Não diria o mesmo da Kirchner, da sra. Dilma ou da insonsa Aung San Suu Kyi, nunca se sabe...
É que a capacidade de sedução ao poder, pelo poder, é tremenda e quando o sedutor(a) é apetecível, então não custa muito o sacrifício se o algoritmo ainda funcione...
Eu não chamaria " GAJAS " a esses dois exemplares do feminino aí em cima e por outro lado, o que vem aí por baixo não seduz 99% dos gajos, quer o sejam ou não...
PATETICES
1 - CASO RUI PEDRO
Está em julgamento, em absurdo, a " validação " das provas aduzidas, não se sabe de quê ao certo, numa kafkiana demonstração da inversão do ónus da prova, à espera que seja o acusado, ninguém sabe bem de quê, a demonstrar, depondo, a sua inocência sobre a acusação de um rapto não provado.
PATÉTICO!
2 - D'OS MEDIA
O país, segundo as diarreicas e diárias reportagens das televisões, DEVIA estar suspenso das implosões das duas torres do bairro do Aleixo...
PATÉTICO!
3 - DO DESPREZO...
... do governo pela sorte e empenho de 5.ooo crianças filhos de pais portugueses emigrantes aos quais se retira a possibilidade de aprenderam a lingua dos pais e eventualmente do seu país com o despedimento dos professores encarregues desse mister...
PATÉTICO e IRRESPONSÁVEL!
Está em julgamento, em absurdo, a " validação " das provas aduzidas, não se sabe de quê ao certo, numa kafkiana demonstração da inversão do ónus da prova, à espera que seja o acusado, ninguém sabe bem de quê, a demonstrar, depondo, a sua inocência sobre a acusação de um rapto não provado.
PATÉTICO!
2 - D'OS MEDIA
O país, segundo as diarreicas e diárias reportagens das televisões, DEVIA estar suspenso das implosões das duas torres do bairro do Aleixo...
PATÉTICO!
3 - DO DESPREZO...
... do governo pela sorte e empenho de 5.ooo crianças filhos de pais portugueses emigrantes aos quais se retira a possibilidade de aprenderam a lingua dos pais e eventualmente do seu país com o despedimento dos professores encarregues desse mister...
PATÉTICO e IRRESPONSÁVEL!
segunda-feira, dezembro 12, 2011
D' os XX e dos XY...
Tenho por mim, e estou a repetir - me, que tal como tinha previsto nos longínquos anos sessenta à minha então namorada, que a emancipação feminina que, então, ajudámos a cumprir, nós, a minha geração, foi a maior e mais importante revolução que aconteceu neste belo planeta.
O equilíbrio que, periclitante, nos mantinha na perna única do Y, iria sustentar - se no duplo V, no X sólido e prático do feminino.
A Democracia, produto racionalizado do masculino, teve então uma aderência avassaladora por parte das nossas companheiras que a sentiram como o veículo ideal para a sua independência futura.
A realidade de hoje mostra - nos uma voraz liberalização do mundo, sustentada por uma aceitação abrangente e quase totalitária do feminino em tudo o que ao humano diz respeito. Resistem ainda bolsas de condicionamento religioso, dependências várias e... algum medo da SOLIDÃO, o drama maior que ainda limita a sua total liberdade mas já não falta muito...
A EVA dá cabo de qualquer Paraíso, dizia - se perante o desconforto que a rápida compreensão pelo feminino das armas ao seu dispôr, provocava no derrube, por vezes irreflectido, de dogmas, preconceitos, tabus, respeito humano e... dependências várias ao prazer do gozo pleno da VIDA.
Googlem as gajas, brinca muito sèriamente, Clara Ferreira Alves, na sua Pluma Caprichosa do último sábado e cai (rá), em devolução prazenteira, numa uniformização peniana do bicho-homem - os gajos são todos iguais. Serão, Clara?
Eu não a compararia às vetustas criaturas da Casa dos Segredos, que certamente olhamos com uma certa sobranceria, pela simples razão de que há primatas para todos os gostos. Há gajos, como eu, que se divertiram muito a sério com a seriedade do seu prazer e outros que, às gajas prefere - as únicamente na missionária posição do antigamente que muito gozo nos deram e dão, às gajas e aos gajos, e se deixar de ser assim, ISSO tudo perde a piada e não serve para nada...
Eu sou dos que ainda diz cachopa, pela infantilidade charmosa ( essa foi para suavizar...) e inultrapassável, que aos meus olhos, mantêm até morrer...
MAS.... grande mas..., acho que a COLABORAÇÃO e não juízos apressados ( normalmente sobre a nossa pulsão sexual ) sobre um ser que para o feminino é mais complexo do que querem acreditar ser, é FUNDAMENTAL. No fim de contas não vos EXTERMINÁMOS, POIS NÃO, e estão cada vez mais belas... e... LIVRES, NÃO?
domingo, dezembro 11, 2011
REAL MADRID 1 BARCELONA 3
É que não há volta a dar, MOU..., Barcelona é de outra galáxia e tem um jogador ímpar que, joga como uma velhinha, segundo Cajuda e que quando precisam dele responde como o extraordinário jogador de equipa que o é nesta EQUIPA fantástica que é o Barcelona.
E ainda por cima os teus jogadores já se convenceram disso, a começar pelo Ronaldo, que à primeira contrariedade do jogo com Messi, esconde - se dele e... apaga - se, reconhecendo - lhe implicitamente a justeza da ostentação do ceptro que merecidamente empunha.
E ainda por cima os teus jogadores já se convenceram disso, a começar pelo Ronaldo, que à primeira contrariedade do jogo com Messi, esconde - se dele e... apaga - se, reconhecendo - lhe implicitamente a justeza da ostentação do ceptro que merecidamente empunha.
sábado, dezembro 10, 2011
FODASSSSSSS!!!!
A Alemanha, o Reino Unido e a França, são nações com contas a saldar, assim como os USA com a RÚSSIA e aqueles com a China.
Ora bolas, por onde andam os historiadores, sociólogos, filósofos, mesmo que venais, conformistas e colaboradores, para não serem capazes de explicar com TRANSPARÊNCIA INTELECTUAL, em cada um dos ramos do seu saber (!!!!!????), as motivações elementares dos líderes medíocres que encetaram, à frente das suas nações, esta pocilga mal - cheirosa com que começámos o século?
Que Cameron tenha, sem novidade alguma, " boicotado " a Cimeira decisiva ( mais uma...) da UE e que Sarkosy tem-te-não- te-caias mascare a petainista independência colaboracionista com ses....., merdosos e impotentes, lembra - me a mole posição europeia antes da invasão da Polónia o que não me admira nada - os british são piratas, sempre o foram - e a modernidade só os refinou na abordagem. Da UE,como històricamente lhes assiste só lhes interessou a polpa e nunca as ideias e isso já vem desde o despertar do iluminismo no Continente e assim continuará. Nunca apoiarão, e têm razões para isso, a Alemanha ou a França e não foi por acaso que não quiseram entrar no EURO. Hoje, os factos dão-lhes razão.
Há uma estratégia de capitulação, com colaboracionistas úteis, da qual o seu espírito ilhéu se
desmarcou, numa racionalização rebelde de que aparentemente só um ilhéu foi capaz de produzir naquele conformista " peditório " lunar onde a Alemanha não aceita um BCE universal, já que lhe é o instrumento fundamental no controlo dos pedintes e eventuais mendigantes.
E segue a dança à volta da fogueira...
Ora bolas, por onde andam os historiadores, sociólogos, filósofos, mesmo que venais, conformistas e colaboradores, para não serem capazes de explicar com TRANSPARÊNCIA INTELECTUAL, em cada um dos ramos do seu saber (!!!!!????), as motivações elementares dos líderes medíocres que encetaram, à frente das suas nações, esta pocilga mal - cheirosa com que começámos o século?
Que Cameron tenha, sem novidade alguma, " boicotado " a Cimeira decisiva ( mais uma...) da UE e que Sarkosy tem-te-não- te-caias mascare a petainista independência colaboracionista com ses....., merdosos e impotentes, lembra - me a mole posição europeia antes da invasão da Polónia o que não me admira nada - os british são piratas, sempre o foram - e a modernidade só os refinou na abordagem. Da UE,como històricamente lhes assiste só lhes interessou a polpa e nunca as ideias e isso já vem desde o despertar do iluminismo no Continente e assim continuará. Nunca apoiarão, e têm razões para isso, a Alemanha ou a França e não foi por acaso que não quiseram entrar no EURO. Hoje, os factos dão-lhes razão.
Há uma estratégia de capitulação, com colaboracionistas úteis, da qual o seu espírito ilhéu se
desmarcou, numa racionalização rebelde de que aparentemente só um ilhéu foi capaz de produzir naquele conformista " peditório " lunar onde a Alemanha não aceita um BCE universal, já que lhe é o instrumento fundamental no controlo dos pedintes e eventuais mendigantes.
E segue a dança à volta da fogueira...
DOS " INTERPRETADORES " ...
Sócrates, ex P.Ministro português disse numa conferência coloquial em Paris o seguinte - " ... Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança... "
Eu interpreto - Na lista dos devedores, em termos nacionais, Portugal, Grécia ( não referido...) ou Espanha, ocupam um lugar modestíssimo no ranking mundial. Do que se trata, já que nenhum país, uns por impossibilidade material, outros sob o risco de um apocalipse económico, é que NENHUM país põe como possibilidade o pagamento imediato e total das suas dívidas, até porque o sistema vive disso, exceptuando claro os muuuuito pobres ou o meu amado Cabo Verde.
Esta foi a minha interpretação livre e gratuita do que o ex - P. M. quiz dizer. Muita gente quis ver de outra maneira; uns porque não estudaram, os leigos, outros por manifesta má - fé.
Eu dou uma pequena lembrança para ajudar e o raciocínio interpretativo é vosso...
Eis uma amostra da lista fornecida e actualizada do site INDEX MUNDI sobre as dívida nacionais em biliões de dólares:
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - 13,980 BILIÕES DE DÓLARES
REINO UNIDO - 8,981 " " "
ALEMANHA - 4,713
FRANÇA - 4,698
HOLANDA - 3,733
JAPÃO - 2,441
......
ITÁLIA - 2,223
ESPANHA - 2,166
GRÉCIA - 533
PORTUGAL - 498
.....
CABO VERDE - 0
Raciocinem sobre esses números com uma certeza diplomática - Se os Estados Unidos fossem obrigados a pagar a totalidade da sua dívida, entraria em guerra com os países credores. Não!!!? Não acreditam?
Eu interpreto - Na lista dos devedores, em termos nacionais, Portugal, Grécia ( não referido...) ou Espanha, ocupam um lugar modestíssimo no ranking mundial. Do que se trata, já que nenhum país, uns por impossibilidade material, outros sob o risco de um apocalipse económico, é que NENHUM país põe como possibilidade o pagamento imediato e total das suas dívidas, até porque o sistema vive disso, exceptuando claro os muuuuito pobres ou o meu amado Cabo Verde.
Esta foi a minha interpretação livre e gratuita do que o ex - P. M. quiz dizer. Muita gente quis ver de outra maneira; uns porque não estudaram, os leigos, outros por manifesta má - fé.
Eu dou uma pequena lembrança para ajudar e o raciocínio interpretativo é vosso...
Eis uma amostra da lista fornecida e actualizada do site INDEX MUNDI sobre as dívida nacionais em biliões de dólares:
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - 13,980 BILIÕES DE DÓLARES
REINO UNIDO - 8,981 " " "
ALEMANHA - 4,713
FRANÇA - 4,698
HOLANDA - 3,733
JAPÃO - 2,441
......
ITÁLIA - 2,223
ESPANHA - 2,166
GRÉCIA - 533
PORTUGAL - 498
.....
CABO VERDE - 0
Raciocinem sobre esses números com uma certeza diplomática - Se os Estados Unidos fossem obrigados a pagar a totalidade da sua dívida, entraria em guerra com os países credores. Não!!!? Não acreditam?
sexta-feira, dezembro 09, 2011
ESPERO QUE NÃO ACABE ASSIM...
A MEMÓRIA DOS POVOS é curta e quando associada à miopia política em circunstâncias de grande tensão social e civilizacional torna - se criminosa, por negligência e estupidez.
Está já , parece, completamente apagada a lembrança do terrorismo europeu. Hoje, com as " armas " de que poderá dispôr, a começar pela informação à sua disposição poderá ser devastador, se o ressentimento e a pobreza continuarem a crescer entre e dentro das nações europeias.
É que só Estados fascistas poderão fazer - lhe frente...
COMEÇOU ASSIM...
( com uma vénia ao Helder's cartoons...)
Já não falta muito para que as discussões se centrem nos " culpados "..., eu diria melhor, nos mentores de uma U.E. a duas velocidades. Toda a gente sabe quem dirigiu o conformismo paralisante e a cínica estratégia de refundação de um espaço económico, depois da engorda das últimas décadas pelos maiores beneficiadores da zona euro.
Enquanto os resgatados, os em via de o serem, caíram numa negação esquisofrénica da denúncia do abandono e perante a Grécia assumiam ares de imbecil soberba, em vez de terem uma posição concertada sobre o que há ano e meio se perspectivava, quando TODA A GENTE, especialistas e leigos, já tinha descoberto que TUDO se resumia, ( malgrado os excessos de endividamento dos países mais débeis econòmicamente, deslumbrados pelo crédito fácil ) , a um ataque virulento, sem precedentes, ao EURO, toda uma estratégia de dominação voluntàriamente aceite pôs - se em marcha com uma alternativa catastrófica, em caso de resistência.
A falta de escrúpulos em toda essa encenação tem um marcador genético, por um lado, ( podem chamar - me misógino...) e nacional por outro e provém de uma narrativa histórica temporária e circunstancialmente suspensa.
Agora está a retomar a sua marcha...
Subscrever:
Mensagens (Atom)












