Confesso que interpretar as decisões do Tribunal Constitucional do país, como o fez hoje no Expresso H. Monteiro, é no mínimo, surpreendente.
Partindo, já é hábito nesse senhor, de um pressuposto dado por adquirido e que é por sua vez, no mínimo, problemático, para não dizer falso, H. Monteiro vê no comportamento jurídico desse Tribunal intenções que, seguindo a moda vigente, estão no capítulo de Custos$Benefícios. Tudo bem, o problema não está aí...
Qualquer norma jurídica, resumindo, qualquer lei ( eu também não tenho formação jurídica... ) deveria enformar de um princípio básico e ele não é, seguramente, nos estados democráticos, a neutralidade; aliás, deve ser exactamente o seu contrário. A Lei, como reguladora, funciona sempre na lógica de custo/benefício dependendo da acção de quem dela beneficie ou de quem a contradiga.
Porque carga de razões o Tribunal Constitucional deveria ser neutro?
" Penso que toda a interpretação da lei se tem de basear numa realidade objectiva ", diz H. Monteiro. Sem querermos entrar " naquilo de que não se pode falar ", aonde é que está a realidade objectiva sem ser na óptica do observador?
E qual é ela na óptica de H.Monteiro? A supressão da constitucionalidade e da legislação portuguesa já que o país está endividado ( realidade objectiva ) e com isso, fantástico e absurdo, perdeu a soberania... e devemos deixar que a " correia de transmissão dos credores " - o governo de Portugal - funcionasse segundo as suas directivas programáticas e não segundo os interesses declarados e maioritários da sua população e da sua Constituição.
Por essa lógica, iremos em breve ver a China a impôr directivas, como credor da maior fatia da dívida dos USA.
Portas, assim como H. Monteiro, também crê que a qualidade da soberania de uma nação está no tamanho do seu bolso. A soberania individual tem o seu reflexo na colectiva. Manda quem tem dinheiro. O raio, é que mesmo o sem - abrigo, em sua liberdade, manda em si próprio, ou não?
Acontece que nenhum país do mundo jamais perdeu a sua soberania a não ser por força das armas ou por livre iniciativa do seu povo e nunca por dever dinheiro ou por não o ter, NUNCA! As soberanias expressas pelas fronteiras e pelos órgãos " não capitulados " dos estados só se perdem, históricamente, por invasão estrangeira, corrupção das elites e ocupação do território pela força das armas.
Portas e Monteiro, assim como os troykistas, genèricamente, teóricos cismáticos, deveriam ser mais avisados pelos ensinamentos que a história do país reflectida em 1640 e antes disso em 1385 trouxe à leveza das interpretações objectivadas à luz dos interesses de classe e das circunstâncias.
Quanto ao T.C., a esta hora, calculo que o palácio Ratton, em resposta à pressão do laissez faire , lhes devolva um sorriso monalisiano...
sábado, outubro 05, 2013
sexta-feira, outubro 04, 2013
DA INSUSTENTABILIDADE DO SER...
" Ele diz muito sériamente : « Essa coisa é A, e esta outra coisa é B ». Mas a sua seriedade é a de um pince-sans-rire. É a seriedade instável de quem engoliu uma gargalhada e, se não apertar bem os lábios, vomita - a. Ele sabe muito bem que nem esta é A, assim à bruta, nem a outra é B, assim, sem reservas. Aquilo que o conceito pensa com rigor é um pouco outra coisa daquilo que diz, e a ironia (a leveza, digo eu... ) consiste nesta duplicidade.
O que verdadeiramente pensa é isto : eu sei que, falando com todo o rigor, esta coisa não é A, nem aquela B; mas, admitindo que são A e B, eu sei o que digo para efeitos do meu comportamento vital ante uma coisa e outra... " - Gasset, in Rebelião das massas
" Deus nos livre de um Presidente que não mede o que diz... " Cavaco Silva, 21/12/2010
FERNANDA CÂNCIO, fez, no Diário de Notícias de 4/10, para os mais desmemorizados, um apanhado das cambalhotas políticas de um sujeito político que hoje ocupa o cargo mais elevado da administração do Estado.
Faça uma visita guiada...
terça-feira, outubro 01, 2013
AUTÁRQUICAS
UMA LEITURA NACIONAL
Só por manifesta dissimulação política seria possível o alheamento ou a desvalorização dos resultados destas eleições; mesmo assim houve quem o tivesse tentado e quem tivesse, como o nosso inefável Presidente da República o fez, " preventivamente "... Não haveria consequências na governação por mais devastadoras que fossem as penalizações previstas... EXTRAORDINÁRIO!
Cavaco Silva tem sido, de facto, um dos mentores e apoiantes dessa austeridade tacanha e empobrecedora.
Mais avisado e surpreendentemente lúcido esteve o Primeiro - Ministro, Passos que, consciente do que o esperava, enfatizou a inultrapassável leitura nacional, através do voto autárquico, da governação.
O calendário político, com a troyka vigilante e autista por sobre os acontecimentos nacionais limitam - lhe o verbo e as previsíveis e políticamente naturais medidas de mudança de agulha no que se tem provado ser uma iniquidade ( sim, a Moral, a sua ausência, tem tudo a ver com isso... ).
O líder do P.S, apesar da sua leitura conventual da situação e da sua já intragável compaixão, limitou - se a apanhar as castanhas que a Coligação, custe o que custar, tem atirado ao cesto de esmolas de A.Seguro.
Aconselho a Direcção do P.S. a analisar com muita atenção o que aconteceu no Porto. Foi exemplar a manifestação da autonomia democrática dos portuenses ao repelir Menezes e a sua visão provinciana e paroquial da cidade por sobre os arrotos regionalistas e nomeadamente dos lisboetas, que repeliram um candidato paraquedista, que vota na casa do diabo mais velho e cuja posição política ninguém conhece; sabe - se que é um Burocrata militante do PSD e pouco mais.
Lamentável o que aconteceu com o Bloco que se esqueceu que a sua base de apoio nunca gostou de ver a sua Direcção a coligar - se com a Direita para deitar abaixo um líder socialista que a Direita odiava. Pagou caro e... duvido que nas legislativas se recupere, porque, então, o voto útil vai funcionar pelo PS por parte de grande maioria dos seus simpatizantes.
E eis - nos chegados ao vencedor incontestado dessas eleições. Houve eficácia na mensagem e conhecimento sensível das frustrações dos seus apoiantes e resposta leal da sua base de apoio.
O PCP é um partido charneira da Democracia portuguesa. A sua consistência política e os seus propósitos são transparentes e a população portuguesa está - se borrifando e desconhece Lenin, Estalin, Goulag; sabe que o Partido defende SEMPRE, por sobre quaisquer circunstâncias históricas, o seu interesse. É TUDO e é bom.
Veremos os próximos desenvolvimentos da inevitável, é uma questão de sobrevivência, pressão governamental sobre os Burocratas da UE.
Só por manifesta dissimulação política seria possível o alheamento ou a desvalorização dos resultados destas eleições; mesmo assim houve quem o tivesse tentado e quem tivesse, como o nosso inefável Presidente da República o fez, " preventivamente "... Não haveria consequências na governação por mais devastadoras que fossem as penalizações previstas... EXTRAORDINÁRIO!
Cavaco Silva tem sido, de facto, um dos mentores e apoiantes dessa austeridade tacanha e empobrecedora.
Mais avisado e surpreendentemente lúcido esteve o Primeiro - Ministro, Passos que, consciente do que o esperava, enfatizou a inultrapassável leitura nacional, através do voto autárquico, da governação.
O calendário político, com a troyka vigilante e autista por sobre os acontecimentos nacionais limitam - lhe o verbo e as previsíveis e políticamente naturais medidas de mudança de agulha no que se tem provado ser uma iniquidade ( sim, a Moral, a sua ausência, tem tudo a ver com isso... ).
O líder do P.S, apesar da sua leitura conventual da situação e da sua já intragável compaixão, limitou - se a apanhar as castanhas que a Coligação, custe o que custar, tem atirado ao cesto de esmolas de A.Seguro.
Aconselho a Direcção do P.S. a analisar com muita atenção o que aconteceu no Porto. Foi exemplar a manifestação da autonomia democrática dos portuenses ao repelir Menezes e a sua visão provinciana e paroquial da cidade por sobre os arrotos regionalistas e nomeadamente dos lisboetas, que repeliram um candidato paraquedista, que vota na casa do diabo mais velho e cuja posição política ninguém conhece; sabe - se que é um Burocrata militante do PSD e pouco mais.
Lamentável o que aconteceu com o Bloco que se esqueceu que a sua base de apoio nunca gostou de ver a sua Direcção a coligar - se com a Direita para deitar abaixo um líder socialista que a Direita odiava. Pagou caro e... duvido que nas legislativas se recupere, porque, então, o voto útil vai funcionar pelo PS por parte de grande maioria dos seus simpatizantes.
E eis - nos chegados ao vencedor incontestado dessas eleições. Houve eficácia na mensagem e conhecimento sensível das frustrações dos seus apoiantes e resposta leal da sua base de apoio.
O PCP é um partido charneira da Democracia portuguesa. A sua consistência política e os seus propósitos são transparentes e a população portuguesa está - se borrifando e desconhece Lenin, Estalin, Goulag; sabe que o Partido defende SEMPRE, por sobre quaisquer circunstâncias históricas, o seu interesse. É TUDO e é bom.
Veremos os próximos desenvolvimentos da inevitável, é uma questão de sobrevivência, pressão governamental sobre os Burocratas da UE.
segunda-feira, setembro 23, 2013
AI JESUS!!!
INACEITÁVEL, o comportamento do treinador do Benfica....
Filipe Vieira não pode continuar a dar cobertura aos " histerismos " labregos de um putativo condutor de homens pelo qual, a partir de ontem, perderam o respeito e se irá tornar motivo de chacota no balneário.
Por mim e não sou jurista, há motivos disciplinares mais do que suficientes para o despachar com justa causa.
Eu não quero acreditar que a decisão de manter Cardoso no plantel ( um erro político desastroso do presidente... ) tenha soltado Jesus perante uma autoridade que supôs enfraquecida. Tivesse ou não motivos pessoais para se ter sentido desautorizado o que deveria ter feito, em coerência, era ter pedido a demissão. Forçá - la, como aparentemente o seu comportamento denunciou, com graves e duradouros prejuízos para a instituição e o presidente que o tem apoiado, é INACEITÁVEL.
Acabe - se com o mito e ponham - no a andar que o Benfica tem jogadores fabulosos que já estão a merecer outra chefia que não o seu saltitão emproado ( de quê, pergunto... ) da lateral.
É que ainda vamos a tempo...
terça-feira, setembro 17, 2013
IMORALIDADES POLÍTICAS
A lucidez, éticamente enquadrada, é isso; a dos patifes é por ela desmascarada e combatida quase por reflexo...
Dêem um pulo ao " I " de ontem e leiam o editorial de Ana Sá lopes e façam o favor de a acompanhar todas as segundas - feiras no mesmo jornal.
Não é de agora que sigo a desmontagem e a denúncia do Cinismo político/ social e financeiro que medra na mediocridade bisonha do País e que o Poder vigente cavalga à sombra da austeridade imposta aos contribuintes.
Sair em minha defesa neste espaço, como reformado, ( não do Estado, o que é irrelevante ) que sou, pareceu - me sempre de mau gosto e foi únicamente o respeito humano que me travou as invectivas em defesa própria contra o absurdo históricamente analfabeto e políticamente imoral que este governo de emboscadas, cobardemente, encetou contra os avôs e avós deste país, alguns deles ainda com forças suficientes para lhes partirem a cara, nomeadamente este escriba.
Outros o têem feito com mais assertividade e distância etária descomprometedora; o exemplo citado foi um caso...
Dêem um pulo ao " I " de ontem e leiam o editorial de Ana Sá lopes e façam o favor de a acompanhar todas as segundas - feiras no mesmo jornal.
Não é de agora que sigo a desmontagem e a denúncia do Cinismo político/ social e financeiro que medra na mediocridade bisonha do País e que o Poder vigente cavalga à sombra da austeridade imposta aos contribuintes.
Sair em minha defesa neste espaço, como reformado, ( não do Estado, o que é irrelevante ) que sou, pareceu - me sempre de mau gosto e foi únicamente o respeito humano que me travou as invectivas em defesa própria contra o absurdo históricamente analfabeto e políticamente imoral que este governo de emboscadas, cobardemente, encetou contra os avôs e avós deste país, alguns deles ainda com forças suficientes para lhes partirem a cara, nomeadamente este escriba.
Outros o têem feito com mais assertividade e distância etária descomprometedora; o exemplo citado foi um caso...
sábado, setembro 14, 2013
IMPASSES...
" Uma imoralidade inadmissível " - Manuela F. Leite - posta perante as acções governativas, nomeadamente o projecto de redução brutal dos rendimentos dos pensionistas do Estado.
" Uma imoralidade defensável " - responder - lhe - ia Maquiavel, o supressor da moralidade governativa e inventor da Burocracia, por inerência, nos assuntos de Estado, a não ser que a Ética seja, ela própria um instrumento da manutenção do Poder.
" Não há outro caminho " - ecoam os Governos ocidentais mandantes e orientadores dos velhíssimos paradigmas que sustentaram a criação e a manutenção dos estados europeus.
Por cá, o P.Ministro, os instalados, os economistas de serviço e os Media capturados pela redutora incapacidade política e intelectual dos pensadores cristalizados pelo fim da História proclamado, papagueiam a denegação da interpretação e acção social transformadoras que o País exige.
A anti - democracia tem estado latente em cada tentativa de distorção consciente dos parâmetros que enformam a nossa jovem democracia, em nome de um pseudo - liberalismo que tem estado a sustentar a mais sufocante, rapace e imoral máquina administrativa dos últimos 40 anos da democracia portuguesa.
Isso tem sido possível porque o analfabetismo e a iliteracia que Salazar protagonizou como governo, mentor e tutor do regime durante quase 40 anos teve uma resistência diminuta, aquela que ainda hoje, honra lhes seja feita, está na trincheira do combate democrático por sobre a mentalidade conformista e bovina que ainda abarca largos sectores da população portuguesa, a instruída e a outra.
Ouvi dizer há dias que o espectro e a memória das Guerras Civis nos seus países têm sido o travão psicológico que trava o salto qualitativo no afrontamento dos cidadãos gregos, espanhóis e eventualmente portugueses, aos seus capturados e servis governos nacionais.
Pode ser que sim e as próximas eleições nos dirão da diferença entre o conformismo escondido por detrás das indignações e a revolta democrática.
" Quer se queira quer não, a vida humana é ocupação constante em algo futuro " diz Gasset e eu temo sobre o conhecimento do futuro entrevisto pela clique no Poder e sobre o labor deste Governo, porque, se o Estado é dinamismo, estão a fazer com que o País se perca..
Quanto à Moral na Política é conversa para depois...
" Uma imoralidade defensável " - responder - lhe - ia Maquiavel, o supressor da moralidade governativa e inventor da Burocracia, por inerência, nos assuntos de Estado, a não ser que a Ética seja, ela própria um instrumento da manutenção do Poder.
" Não há outro caminho " - ecoam os Governos ocidentais mandantes e orientadores dos velhíssimos paradigmas que sustentaram a criação e a manutenção dos estados europeus.
Por cá, o P.Ministro, os instalados, os economistas de serviço e os Media capturados pela redutora incapacidade política e intelectual dos pensadores cristalizados pelo fim da História proclamado, papagueiam a denegação da interpretação e acção social transformadoras que o País exige.
A anti - democracia tem estado latente em cada tentativa de distorção consciente dos parâmetros que enformam a nossa jovem democracia, em nome de um pseudo - liberalismo que tem estado a sustentar a mais sufocante, rapace e imoral máquina administrativa dos últimos 40 anos da democracia portuguesa.
Isso tem sido possível porque o analfabetismo e a iliteracia que Salazar protagonizou como governo, mentor e tutor do regime durante quase 40 anos teve uma resistência diminuta, aquela que ainda hoje, honra lhes seja feita, está na trincheira do combate democrático por sobre a mentalidade conformista e bovina que ainda abarca largos sectores da população portuguesa, a instruída e a outra.
Ouvi dizer há dias que o espectro e a memória das Guerras Civis nos seus países têm sido o travão psicológico que trava o salto qualitativo no afrontamento dos cidadãos gregos, espanhóis e eventualmente portugueses, aos seus capturados e servis governos nacionais.
Pode ser que sim e as próximas eleições nos dirão da diferença entre o conformismo escondido por detrás das indignações e a revolta democrática.
" Quer se queira quer não, a vida humana é ocupação constante em algo futuro " diz Gasset e eu temo sobre o conhecimento do futuro entrevisto pela clique no Poder e sobre o labor deste Governo, porque, se o Estado é dinamismo, estão a fazer com que o País se perca..
Quanto à Moral na Política é conversa para depois...
quinta-feira, setembro 12, 2013
GOSTEI...
E partilho...
Não percebi foi se o Michael Jackson estava a cantar crioulo da minha terra...
Não percebi foi se o Michael Jackson estava a cantar crioulo da minha terra...
terça-feira, setembro 10, 2013
ALTO E PÁRA O BAILE...
LET'S TALK...
...AS RATIONAL PEOPLE DO...
Putin esvaziou o balão de testosterona bafiento da terceira - idade hipócrita que ameaçava o planeta com mais um conflito de salvação dos aflitos na linha dos que levaram à destruição do Iraque, Afeganistão e Líbia, hoje entregues aos senhores da guerra regionais e à Al - Qaeda.
Ao propôr o controlo directo do armamento químico de Al - Assad com a aceitação imediata deste, pelos putativos agressores, numa tirada diplomática definitiva, relevou a boa - fé do líder sírio e acalmou as nações vizinhas, se não todas, a maioria.
Impossível de desfeitear, pelo bom - senso gritante que prodigaliza, a proposta do líder russo safou Obama de perder a face quando traçou, numa proclamação políticamente errada, a linha vermelha que o faria erguer a mão agressora. Foi um convite à conspiração...
O absurdo de resolver à bombarda os conflitos regionais remete - nos à Idade - Média e às relações de susserania então vigentes que a história dos povos foi aos poucos demolindo até hoje.
A Democracia é hoje uma realidade efectiva em várias nações; os estádios do seu desenvolvimento dinâmico não acabam nunca, malgré Fukuyama, não tem e nem precisa de imberbes representantes Globais com poderes de avaliação e de polícia dos costumes sobre civilizações milenares e que ajudaram a formatar a " perfeição " ocidental.
A Democracia é um processo doloroso de cedência da nossa liberdade em prol do Todo; nada tem de romântico, a racionalidade levou - nos a essa conclusão e ainda NÃO É UMA HISTÓRIA ACABADA.
Um bocadinho de humildade e decoro também é uma manifestação de pura racionalidade. É que as virtudes têem aí a sua origem; mascará - las, escondê - las, relativizá - las, constituem manobras da mais pura má - consciência e desonestidade intelectual.
Infelizmente, isso tem sido o exercício da modernidade.
...AS RATIONAL PEOPLE DO...
Putin esvaziou o balão de testosterona bafiento da terceira - idade hipócrita que ameaçava o planeta com mais um conflito de salvação dos aflitos na linha dos que levaram à destruição do Iraque, Afeganistão e Líbia, hoje entregues aos senhores da guerra regionais e à Al - Qaeda.
Ao propôr o controlo directo do armamento químico de Al - Assad com a aceitação imediata deste, pelos putativos agressores, numa tirada diplomática definitiva, relevou a boa - fé do líder sírio e acalmou as nações vizinhas, se não todas, a maioria.
Impossível de desfeitear, pelo bom - senso gritante que prodigaliza, a proposta do líder russo safou Obama de perder a face quando traçou, numa proclamação políticamente errada, a linha vermelha que o faria erguer a mão agressora. Foi um convite à conspiração...
O absurdo de resolver à bombarda os conflitos regionais remete - nos à Idade - Média e às relações de susserania então vigentes que a história dos povos foi aos poucos demolindo até hoje.
A Democracia é hoje uma realidade efectiva em várias nações; os estádios do seu desenvolvimento dinâmico não acabam nunca, malgré Fukuyama, não tem e nem precisa de imberbes representantes Globais com poderes de avaliação e de polícia dos costumes sobre civilizações milenares e que ajudaram a formatar a " perfeição " ocidental.
A Democracia é um processo doloroso de cedência da nossa liberdade em prol do Todo; nada tem de romântico, a racionalidade levou - nos a essa conclusão e ainda NÃO É UMA HISTÓRIA ACABADA.
Um bocadinho de humildade e decoro também é uma manifestação de pura racionalidade. É que as virtudes têem aí a sua origem; mascará - las, escondê - las, relativizá - las, constituem manobras da mais pura má - consciência e desonestidade intelectual.
Infelizmente, isso tem sido o exercício da modernidade.
sexta-feira, setembro 06, 2013
DANCING WITH THE DEVIL...
O príncipe saudita Bandar bin Sultan é o homem dos americanos para o Médio - Oriente que opera no sentido de criar condições que permitam aos USA actuar contra os adversários dos SAUD. Amigo da CIA e inimigo jurado do Irão tudo fará para o isolar regionalmente.
Investigações dos MEDIA, nomeadamente o Independent, têem revelado o papel desse senhor no apoio aos rebeldes sírios, nomeadamente ao extremismo islâmico representado pela Al - Qaeda, indo ao ponto de lhes fornecer armas químicas, que aparentemente mal manuseadas por leigos provocou a carnificina que a propaganda ocidental atribui ao governo sírio. Está a dançar com o Diabo...
Obama disse há dias que - Não seremos reféns dos êrros da História. Quero crer que se referia aos êrros cometidos pelos USA ao longo da sua história, nomeadamente, principalmente, impunemente, pelos seus últimos Presidentes. As consequências desses êrros são, em número de vidas humanas sacrificadas ao interesse americano, assombrosas. Nenhum ditador conseguiu tamanho feito...
Não será, eventualmente, refém desses êrros porque provàvelmente estará pronto a cometer os próprios... Está a dançar com o Diabo...
MAS...
Putin, repetidamente vexado pelo unilateralismo americano nesses últimos tempos afirma que irá apoiar militarmente o seu aliado, caso seja atacado. As condições em como o fará e o que fará a Rússia em caso da mais do que esperada escalada do conflito não se sabe... Está a dançar com o Diabo...
O que farão os polícias do planeta, que só querem o bem - estar dos sírios e a Pax americana no Globo com essa proclamação? Estão a dançar com o Diabo...
sexta-feira, agosto 30, 2013
ÊRROS DE HISTÓRIA???
A HISTÓRIA não comete êrros, a História fá - la as Nações, a História fá - la os povos, a História fá - la a excepcionalidade rara de Homens cujas imperfeições de carácter não impediram a decantação de êrros próprios, superados pela sabedoria de os reconhecer nos outros ajudando -os nessa tarefa permanente da prática do BEM.
A relativização do conceito que a modernidade esfarrapou em perspectivas amorais, para tornar suportável em consciências distraídas a demolição ética de adquiridos, como a Honra, a Lealdade, a Solidariedade, a Liberdade a Justiça, entre outros humanismos, contra a Mentira, a Ganância, o Egotismo, a Traição, atingiu já a própria Democracia, cuja leitura instrumental e casuística pelos líderes de hoje, numa cumplicidade global, está a reduzi -la a um feudo dos senhores do dinheiro com fantoches políticos na lapela.
A História fê -la os promotores do fim da escravatura, a História fê - la Martin L. King, a História fê - la Mandela, a História fê - la Rabin, a História fê - la Cristo, a História fê - la Mao Zedong, entre poucos outros.
A notoriedade e o mediatismo criaram e criam figuras que, tendencialmente protagonistas históricos, influenciam num ou noutro sentido o colectivo, pela força comunicacional das convicções projectadas e capacidade consciente de encobrimento da má - fé programada.
Neste grupo mediático situam - se por outro lado, aqueles que continuam a sua aprendizagem por sobre êrros de monta enquanto a retórica desmente acções concretas, desvirtuando pretéritas bondades bem - intencionadas, hoje reféns do sistema.
" Não seremos reféns dos êrros da História ", proclama Obama enquanto prepara a carnificina na Síria, suponho que legal e autorizada. Em nome de quem? Não do seu povo que rejeita, decepcionado, a hipocrisia bem - falante, assim como os britânicos e o seu Parlamento fizeram, enquanto o pinguim francês aguarda por ordens.
Por mim, prefiro esperar por uma investigação séria e não manipulada ( tem acontecido sempre... ) e mandar para o caixote de lixo o relatório encomendado aos serviços secretos dos USA e da Grã - Bretanha.
A relativização do conceito que a modernidade esfarrapou em perspectivas amorais, para tornar suportável em consciências distraídas a demolição ética de adquiridos, como a Honra, a Lealdade, a Solidariedade, a Liberdade a Justiça, entre outros humanismos, contra a Mentira, a Ganância, o Egotismo, a Traição, atingiu já a própria Democracia, cuja leitura instrumental e casuística pelos líderes de hoje, numa cumplicidade global, está a reduzi -la a um feudo dos senhores do dinheiro com fantoches políticos na lapela.
A História fê -la os promotores do fim da escravatura, a História fê - la Martin L. King, a História fê - la Mandela, a História fê - la Rabin, a História fê - la Cristo, a História fê - la Mao Zedong, entre poucos outros.
A notoriedade e o mediatismo criaram e criam figuras que, tendencialmente protagonistas históricos, influenciam num ou noutro sentido o colectivo, pela força comunicacional das convicções projectadas e capacidade consciente de encobrimento da má - fé programada.
Neste grupo mediático situam - se por outro lado, aqueles que continuam a sua aprendizagem por sobre êrros de monta enquanto a retórica desmente acções concretas, desvirtuando pretéritas bondades bem - intencionadas, hoje reféns do sistema.
" Não seremos reféns dos êrros da História ", proclama Obama enquanto prepara a carnificina na Síria, suponho que legal e autorizada. Em nome de quem? Não do seu povo que rejeita, decepcionado, a hipocrisia bem - falante, assim como os britânicos e o seu Parlamento fizeram, enquanto o pinguim francês aguarda por ordens.
Por mim, prefiro esperar por uma investigação séria e não manipulada ( tem acontecido sempre... ) e mandar para o caixote de lixo o relatório encomendado aos serviços secretos dos USA e da Grã - Bretanha.
quarta-feira, agosto 28, 2013
CAÇADORES FURTIVOS
QUE É UM PRESIDENTE DOS USA SEM A SUA GUERRAZITA?
A irrelevância histórica tem marcado o percurso de quase todos eles desde a excelência dos Pais Fundadores. A negritude pôs o actual, por razões circunstanciais e hoje vai - se ver, vácuas, em relevo histórico. É muito pouco, não é?
Na Europa, a mediocridade dos seus dirigentes desde Miterrand e Kohl, reina triunfante e a grandeza Política está em estertor.
Na América do Norte, de que vale ter uma indústria bélica daquela envergadura se os stocks se vão acumulando perigosamente ( assim não há negócio que funcione...) sem escoamento? É preciso ( é a economia, estúpido! ) proteger e fazer render o investimento, certo? e se os compradores nunca faltam, apesar da Crise, nada há como uma ajudinha para despejar, em fim -de - prazo, mísseis e drones sobre a cabeça de alguém. Desmantelar e deitar fora não justificaria o repôr dos stocks e lá se ia o sistema defraudar - se na sua essência.
Náaaa! Nada como diabolizar alguns alvos e se tiverem petróleo, melhor! É ouro sobre azul...
Dêem uma vista de olhos à lista das presas a extinguir por aqui publicada por este escriba. ( actualizarei assim que a encontrar... )
E cá vai... foi no dia 2/5/2011, com o título - VIVA LA MUERTE!!!???
Hoje será a Síria, como ontem foi o Iraque.
O caderno de encargos entregue aos serviços secretos a exigir um relatório justificativo para a intervenção é o mesmo; se tem funcionado e funcionou com Sadahm ( já ninguém se lembra, não é? ) com a história das bombas de extinção em massa ( na guerra só se pode exterminar aos bochechos...), por que razão não funcionará com o al-Assad?
Caramba, não é que o homem está a conseguir suster a revolta e não usa uns gazezitos? Sendo assim dá - se - lhe uma ajuda. Usamos nós umas bombitas e com uns danos colaterais a coisa vai... e o ingénuo Obama tem a sua linha vermelha ultrapassada, como ele enfatizou. A gente percebeu...
Oh diabo, então não nos lembrámos que a poucos quilómetros estão os inspectores da ONU a investigar os boatos que lançámos sobre um gazeamento e que o al - Assad desmentiu com um convite a um inquérito? Alguém irá acreditar que o gajo é tão burro que vá bombardear com químicos com os censores ali tão perto? Bem, a burrice foi nossa mas há quem acredite em tudo e a coisa já está em marcha.
E antes que os inspectores denunciem a marosca convém acelerar a marcha dos acontecimentos com os procedimentos habituais - Convocação urgente do Conselho de Segurança da ONU e em caso dos vetos da Rússia e eventualmente da China, avançar na mesma. O que é que poderão fazer?
Por agora, nada que umas centenas de mísseis de cruzeiro e umas bombardas sobre os edifícios governamentais que ainda estarão de pé e sobre as infraestruturas como pontes, estradas, aeroportos ( sim é preciso pensar na reconstrução e os nossos empresários já estão a afiar os
dentes... ); nada de tropas, que a maioria do País vai estar contra esta nova guerrazita e se não morrer ninguém logo se calam. Já nem se lembram do outro...
Nós fizemos o nosso trabalho...
O resto ficará com os palhaços e os pupets do costume...
Só um apelo aos neurónios dos MEDIA, se ainda têm alguns a funcionar, deixo aqui.
SEJAM SÉRIOS de uma vez para sempre. Se não puderem investigar por conta própria não se emprenhem levianamente...
Quanto aos MÉRDIAS, é desmascará- los...
segunda-feira, agosto 26, 2013
BASTA!
Uma nova luta de classes ( de género, seria mais correcto... ) se configura nesta cada vez mais desequilibrada e desmiolada Democracia Ocidental. Apesar, ou por causa da Crise, têm - se multiplicado em quase todos os quadrantes da sua formatação normativa, contrabandos pseudo - libertários que, aproveitando -se da fraqueza da Política por um lado, na mão de analfabetos culturais e por outro da voracidade venal de outros intérpretes, se vão, aos poucos, sempre em nome da Liberdade, esvaziando - A de referências éticas e morais.
" Nada justifica a perseguição ou a diminuição de direitos de um ser humano por razões de orientação sexual..." - Henrique Monteiro, Expresso 24/8
Terei lido bem?
A verdade é que quero crer que faltou um parágrafo inteiro na tolerância e no políticamente correcto do jornalista. Eu acrescento-o...
Os Estados e os cidadãos deverão precaver - se contra todas as discriminações baseadas na raça, género ou religião e não devem ter ou permitir nenhuma tolerância injustificada aos ataques sistémicos, à normalidade que prefigura os usos, costumes, tradições, por parte de idiossincracias minoritárias que a tentam subverter como alternativas deviantes.
É isso ou não há Estado, não há democracia.
O Estado não pode eximir - se da defesa que lhe compete à sua demolição moral nem o sistema pode ser alheio à preservação da normalidade representada pela maioria dos seus cidadãos e cidadãs.
Se não se combatem orientações sexuais anómalas, por serem de índole pessoal, teremos de deixar em paz e sossego os predadores sexuais de todas as matizes, desde os violadores, pedófilos, vampiristas, triolistas, pluralistas, bestialistas, necrofilistas, sadomasoquistas, ( sim, fui ao Google, já que desconhecia a existência de tanta sexualidade alternativa... ) e, por que não permitir, encorajar esses alternativos a irem às escolas ou pelas ruas das cidades em alegres marchas alternativas, juntamente com as prostitutas, chulos, madames, empresários dos sexshops, dar aulas práticas aos nossos filhos, filhas e netas?
A alter(n)idade gay, como acto de escolha consciente e adulta pode constituir-se, aos seus praticantes e defensores, uma prática libertadora da bio-normalidade heterossexual, uma atitude cultural, discutível como as serão todas, uma moda, uma fuga à rotina, um gosto pela pan-promiscuidade e sei lá que mais.
MAS... isso é um problema DELES, não nosso.
GRITAR por homofobia quando a Duma russa cria leis que limitam e proíbem a propaganda gay em paradas festivaleiras ( o assunto afinal é da esfera privada ou pública? Se é pública está sujeita a leis públicas, não? ) e às crianças e jovens é também propaganda GAY.
Ao mesmo tempo, a mesma propaganda gay, através do seu fortíssimo lobby mediático, exulta com a monstruosidade e acefalia californiana que está a pôr em execução leis que impedem a classificação do sexo das crianças nos boletins escolares como masculinos ou femininos, abrindo, oh céus, espaço para as transgenias futuras.( vide a pequena lista citada acima em relevo ).
INGENUIDADE, MÁ - FÉ INTELECTUAL, FALSAS CONSCIÊNCIAS E ESTUPIDEZ POLÍTICAMENTE CORRECTA, ESTÃO A SER OS COVEIROS DILIGENTES DA DEMOCRACIA.
Essas são as minhas convicções inabaláveis ( está na moda o jargão... ) e, por pressuposto o serão por razões outras que não vem ao caso.
Os ALTERNATIVOS que se cuidem. Sair do armário para a rua com este estrondo atirado à cara da sexualidade dita normal, pode fazer ricochete. Convém não abusar da vossa soberba e da vossa auto - suposta e auto - compensatória superioridade no que quer que seja que julguem que exista.
É UM MITO!
" Nada justifica a perseguição ou a diminuição de direitos de um ser humano por razões de orientação sexual..." - Henrique Monteiro, Expresso 24/8
Terei lido bem?
A verdade é que quero crer que faltou um parágrafo inteiro na tolerância e no políticamente correcto do jornalista. Eu acrescento-o...
Os Estados e os cidadãos deverão precaver - se contra todas as discriminações baseadas na raça, género ou religião e não devem ter ou permitir nenhuma tolerância injustificada aos ataques sistémicos, à normalidade que prefigura os usos, costumes, tradições, por parte de idiossincracias minoritárias que a tentam subverter como alternativas deviantes.
É isso ou não há Estado, não há democracia.
O Estado não pode eximir - se da defesa que lhe compete à sua demolição moral nem o sistema pode ser alheio à preservação da normalidade representada pela maioria dos seus cidadãos e cidadãs.
Se não se combatem orientações sexuais anómalas, por serem de índole pessoal, teremos de deixar em paz e sossego os predadores sexuais de todas as matizes, desde os violadores, pedófilos, vampiristas, triolistas, pluralistas, bestialistas, necrofilistas, sadomasoquistas, ( sim, fui ao Google, já que desconhecia a existência de tanta sexualidade alternativa... ) e, por que não permitir, encorajar esses alternativos a irem às escolas ou pelas ruas das cidades em alegres marchas alternativas, juntamente com as prostitutas, chulos, madames, empresários dos sexshops, dar aulas práticas aos nossos filhos, filhas e netas?
A alter(n)idade gay, como acto de escolha consciente e adulta pode constituir-se, aos seus praticantes e defensores, uma prática libertadora da bio-normalidade heterossexual, uma atitude cultural, discutível como as serão todas, uma moda, uma fuga à rotina, um gosto pela pan-promiscuidade e sei lá que mais.
MAS... isso é um problema DELES, não nosso.
GRITAR por homofobia quando a Duma russa cria leis que limitam e proíbem a propaganda gay em paradas festivaleiras ( o assunto afinal é da esfera privada ou pública? Se é pública está sujeita a leis públicas, não? ) e às crianças e jovens é também propaganda GAY.
Ao mesmo tempo, a mesma propaganda gay, através do seu fortíssimo lobby mediático, exulta com a monstruosidade e acefalia californiana que está a pôr em execução leis que impedem a classificação do sexo das crianças nos boletins escolares como masculinos ou femininos, abrindo, oh céus, espaço para as transgenias futuras.( vide a pequena lista citada acima em relevo ).
INGENUIDADE, MÁ - FÉ INTELECTUAL, FALSAS CONSCIÊNCIAS E ESTUPIDEZ POLÍTICAMENTE CORRECTA, ESTÃO A SER OS COVEIROS DILIGENTES DA DEMOCRACIA.
Essas são as minhas convicções inabaláveis ( está na moda o jargão... ) e, por pressuposto o serão por razões outras que não vem ao caso.
Os ALTERNATIVOS que se cuidem. Sair do armário para a rua com este estrondo atirado à cara da sexualidade dita normal, pode fazer ricochete. Convém não abusar da vossa soberba e da vossa auto - suposta e auto - compensatória superioridade no que quer que seja que julguem que exista.
É UM MITO!
sábado, agosto 24, 2013
CÚMPLICES ?
Há um espaço " delicioso " na Revista do " Expresso " com o nome de CÚMPLICES onde a jornalista Ana Soromenho senta duas personalidades numa conversa descontraída rememorando cumplicidades que partilharam em determinadas fases das suas vidas, em contactos que ocasionais e eventualmente não repetidos, os aproximaram.
Sim, HOUVE e HÁ cumplicidade entre Kalaf e Farto como se sente entre Markl e Diogo Morgado e também uma empatia entre Catarina e Nelson e Dulce Cardoso e Rita Blanco e não houve de todo entre Júlio Pomar e Vasco Graça Moura assim como, na última entrevista entre Aldina Duarte e Olga Roriz.
" Se há sofrimento que possa fazer sentido é precisamente o que advém dessa capacidade " - a de pensar, diz Aldina e pelo resto da entrevista permito - me inferir..., não como consequência biológica da racionalidade ( imposta pela existência de um cérebro fisiológicamente sadio... ) mas como instrumento de reflexão.
" O meu pensamento está todo virado para o trabalho. Para me descobrir, avançar e ter a sensação de que nunca alcanço. O meu sofrimento é esse. " - Olga Roriz
As categorias intelectuais que preconceituosamente se atribuem aos géneros têm dessas coisas; por um lado, temos uma sentimental que aplica ao relacionamento humano a sua capacidade reflexiva relevando - o como uma troca de experiências e por outro uma positivista com uma relação prática com o Todo e a sua valoração como enriquecimento de si onde a instrumentalização é a chave.
Duas personalidades que NADA, além do breve contacto " interesseiro " e profissional juntou e voltou a juntar agora, a não ser a lei física de atracção de contrários, em caso de atracção mútua, justifica a existência de qualquer rasto de cumplicidades a não ser o reconhecimento intelectual das valências de uma e outra nas suas actividades profissionais.
É que a cumplicidade requer EMPATIA que só outro tipo de aproximações que não o reconhecimento do Outro como bom Doer, satisfaz.
Foi o que não acontece, não aconteceu e dificilmente acontecerá nos outros exemplos citados.
E então? Então, nada...
Coisas do Estio, não liguem...
Sim, HOUVE e HÁ cumplicidade entre Kalaf e Farto como se sente entre Markl e Diogo Morgado e também uma empatia entre Catarina e Nelson e Dulce Cardoso e Rita Blanco e não houve de todo entre Júlio Pomar e Vasco Graça Moura assim como, na última entrevista entre Aldina Duarte e Olga Roriz.
" Se há sofrimento que possa fazer sentido é precisamente o que advém dessa capacidade " - a de pensar, diz Aldina e pelo resto da entrevista permito - me inferir..., não como consequência biológica da racionalidade ( imposta pela existência de um cérebro fisiológicamente sadio... ) mas como instrumento de reflexão.
" O meu pensamento está todo virado para o trabalho. Para me descobrir, avançar e ter a sensação de que nunca alcanço. O meu sofrimento é esse. " - Olga Roriz
As categorias intelectuais que preconceituosamente se atribuem aos géneros têm dessas coisas; por um lado, temos uma sentimental que aplica ao relacionamento humano a sua capacidade reflexiva relevando - o como uma troca de experiências e por outro uma positivista com uma relação prática com o Todo e a sua valoração como enriquecimento de si onde a instrumentalização é a chave.
Duas personalidades que NADA, além do breve contacto " interesseiro " e profissional juntou e voltou a juntar agora, a não ser a lei física de atracção de contrários, em caso de atracção mútua, justifica a existência de qualquer rasto de cumplicidades a não ser o reconhecimento intelectual das valências de uma e outra nas suas actividades profissionais.
É que a cumplicidade requer EMPATIA que só outro tipo de aproximações que não o reconhecimento do Outro como bom Doer, satisfaz.
Foi o que não acontece, não aconteceu e dificilmente acontecerá nos outros exemplos citados.
E então? Então, nada...
Coisas do Estio, não liguem...
sexta-feira, agosto 23, 2013
PAUSA HIGIÉNICA
É verdade, de vez em quando torna - se preciso...,por uma questão de sanidade mental.
A pressão e o rosto dos acontecimentos, com o sapiens na sua origem e fim, sobre as minhas idiossincracias deixa - me de rastos e , das duas uma; ou, como tento fazer normalmente, bloqueio a indignação moral e atenho - me à racionalidade analítica dos factos, ( impossível rebatê -los ou disfarçá - los em perspectivas... ) ou cedo à irreversibilidade da danificação da espécie e tudo se transforma, para meu eventual alívio, numa tragicomédia dantesca e patética de traições.
Como não me é possível, intelectualmente claro, aceitar essa abjecção acabo sempre por regressar à primeira forma, esgotado o cansaço quixotesco.
Felizmente há luar...
sábado, agosto 17, 2013
EGIPTO
A batota democrática tem assumido contornos muito preocupantes, não só nos países que consagraram essa superior forma de civilidade e de governo que deveria ser a DEMOCRACIA como naqueles para onde ela tem sido exportada e exigida aos seus povos.
O povo egípcio está a pagar hoje o despautério militar- fascista, com o apoio, meu Deus! de todo o Ocidente, que lhe recusou os dirigentes que, livre e democráticamente escolheu para o governar.
Que diriam os americanos pró-Obama, se na sequência da sua eleição um golpe de estado se formulasse nos USA em recusa de serem governados por um negro?
A pergunta que se impõe hoje aqui em Portugal, por exemplo, e no resto do mundo democratizado é singela e não menos profunda e séria - Quais são os limites que a Democracia se impôs a si própria?, se até para eleger um autarca a burocracia do estado de Direito não foi capaz de TRANSPARÊNCIA e rigor? E quem os impõe? As populações ou as burocracias sazonalmente eleitas?
O Estado de Direito tem - se revelado uma trampa, e de uma fase de construção democrática como fundamentação da LEI tornou - se, apoderado pela burocracia acéfala, acarinhada pelos partidos do chamado arco do Poder, o fim da história democrática com a Política reduzida ao formalismo das eleições e mesmo essas esvaziadas no seu sentido profundo por promessas e compromissos desprezados assim que se ocupe o Poder.
A LEI protege o seu funcionamento, a sua sede e os seus instalados mais os mamões, não os cidadãos, onde como salta à vista nas tropelias (que é para não xingar o Estado que não tem culpa nenhuma, chamando-lhes outros nomes mais enfáticos ), que se assiste actualmente nas democracias modernas.
A ideia com que fico é que a própria Democracia está sob resgate e a reacção tarda onde, aparentemente deveria existir uma população mais esclarecida e atenta.
O povo egípcio está a pagar hoje o despautério militar- fascista, com o apoio, meu Deus! de todo o Ocidente, que lhe recusou os dirigentes que, livre e democráticamente escolheu para o governar.
Que diriam os americanos pró-Obama, se na sequência da sua eleição um golpe de estado se formulasse nos USA em recusa de serem governados por um negro?
A pergunta que se impõe hoje aqui em Portugal, por exemplo, e no resto do mundo democratizado é singela e não menos profunda e séria - Quais são os limites que a Democracia se impôs a si própria?, se até para eleger um autarca a burocracia do estado de Direito não foi capaz de TRANSPARÊNCIA e rigor? E quem os impõe? As populações ou as burocracias sazonalmente eleitas?
O Estado de Direito tem - se revelado uma trampa, e de uma fase de construção democrática como fundamentação da LEI tornou - se, apoderado pela burocracia acéfala, acarinhada pelos partidos do chamado arco do Poder, o fim da história democrática com a Política reduzida ao formalismo das eleições e mesmo essas esvaziadas no seu sentido profundo por promessas e compromissos desprezados assim que se ocupe o Poder.
A LEI protege o seu funcionamento, a sua sede e os seus instalados mais os mamões, não os cidadãos, onde como salta à vista nas tropelias (que é para não xingar o Estado que não tem culpa nenhuma, chamando-lhes outros nomes mais enfáticos ), que se assiste actualmente nas democracias modernas.
A ideia com que fico é que a própria Democracia está sob resgate e a reacção tarda onde, aparentemente deveria existir uma população mais esclarecida e atenta.
sábado, agosto 10, 2013
VENALIDADE E CORRUPÇÃO
A venalidade é o veículo da corrupção ética e, por si, a sua face mais visível pelo que transporta de monitorizável, nos comportamentos factuais do individual.
É claro que não estamos a referir - nos às corruptelas do relacionamento inter - pessoal onde cabem os pecados formatados pelos carácteres uni - dimensionais em confronto e no universo deslizante dos sentimentos e das emoções. A venalidade, aí, é uma negação que se excluiu, à partida, dos pressupostos que definem o conceito.
É também evidente que quem a transporte para esse campo leva - a consigo para todo o lado; o contrário também é verdadeiro, por suposto...
O velhaco, o aldrabão, o traidor, o vigarista, o Homem venal, é - o tanto nas suas relações pessoais como nas públicas.
A camuflagem de que se reveste numa ou noutra situação, nomeadamente a política, prefigura, para o seu desmascaramento como aborto ético, de outro tipo de abordagem que não a moralista que ela desdenha e no limite, desconhece.
Esse buraco negro, esse sorvedouro do que em tempos se chamava valores tem - se expandido ao ritmo da famigerada Globalização.
A não ser que o planeta se esteja a tornar - se num monumental esgoto, estaremos todos a ser tratados como mentecaptos.
O cinismo contemporâneo não deverá muito às resultantes das circunstâncias históricas que moldaram o mundo pré - iluminista; tem em seu desfavor o esclarecimento e o refinamento que o tornaram social e civilizacionalmente mais abjecto.
No Portugal de hoje, produto menor das narrativas éticas, políticas e financeiras do Ocidente actual, reduz - se tudo a uma questão, não de perspectiva mas sim de escala, mesquinha e provinciana, com os seus personagens menores e menorizados ao papel de idiotas úteis, e de medíocres projecções sobre o meu País, de adopção e de facto.
O meu desprezo pelos que O submeteram e submetem ainda a essa néscia e ribombante mediocridade só tem paralelo com a minha impotência em varrê - los para o caixote de lixo da história de Portugal.
Só a rebeldia reactiva e objectivada e não fanfarronices como desgraçadamente se confundem por cá e lá fora serão as marcas de um Estado democrático moderno, minto, as marcas dos cidadãos de um Estado democrático moderno em confronto com a venalidade que tem pontuado a maioria dos Estados do planeta.
Comecemos por Portugal, por Deus!!!
É claro que não estamos a referir - nos às corruptelas do relacionamento inter - pessoal onde cabem os pecados formatados pelos carácteres uni - dimensionais em confronto e no universo deslizante dos sentimentos e das emoções. A venalidade, aí, é uma negação que se excluiu, à partida, dos pressupostos que definem o conceito.
É também evidente que quem a transporte para esse campo leva - a consigo para todo o lado; o contrário também é verdadeiro, por suposto...
O velhaco, o aldrabão, o traidor, o vigarista, o Homem venal, é - o tanto nas suas relações pessoais como nas públicas.
A camuflagem de que se reveste numa ou noutra situação, nomeadamente a política, prefigura, para o seu desmascaramento como aborto ético, de outro tipo de abordagem que não a moralista que ela desdenha e no limite, desconhece.
Esse buraco negro, esse sorvedouro do que em tempos se chamava valores tem - se expandido ao ritmo da famigerada Globalização.
A não ser que o planeta se esteja a tornar - se num monumental esgoto, estaremos todos a ser tratados como mentecaptos.
O cinismo contemporâneo não deverá muito às resultantes das circunstâncias históricas que moldaram o mundo pré - iluminista; tem em seu desfavor o esclarecimento e o refinamento que o tornaram social e civilizacionalmente mais abjecto.
No Portugal de hoje, produto menor das narrativas éticas, políticas e financeiras do Ocidente actual, reduz - se tudo a uma questão, não de perspectiva mas sim de escala, mesquinha e provinciana, com os seus personagens menores e menorizados ao papel de idiotas úteis, e de medíocres projecções sobre o meu País, de adopção e de facto.
O meu desprezo pelos que O submeteram e submetem ainda a essa néscia e ribombante mediocridade só tem paralelo com a minha impotência em varrê - los para o caixote de lixo da história de Portugal.
Só a rebeldia reactiva e objectivada e não fanfarronices como desgraçadamente se confundem por cá e lá fora serão as marcas de um Estado democrático moderno, minto, as marcas dos cidadãos de um Estado democrático moderno em confronto com a venalidade que tem pontuado a maioria dos Estados do planeta.
Comecemos por Portugal, por Deus!!!
domingo, agosto 04, 2013
ALERTA GLOBAL!!!???
EM DEFESA DO PRISM
Nada como um alerta global, despoletado por informações " ( obtidas através de meios não rotineiros... ), segundo os USA, para manipular os incautos sobre as virtudes da malfeitoria configurada numa liberdade rigorosamente vigiada onde NADA escapa ao olhar guloso e quiçá voyeurista da NSA e quejandos.
É evidente que, até prova em contrário, que há países europeus, se não todos, que agradecem o sujar das mãos dos USA na vigilância fascista dos seus cidadãos e dos seus porque sabem que muito difícilmente teriam o desplante de encabeçar o despautério anti - democrático nos seus países e que hoje alinham na manipulação rasteira de um novo (!!!???) alerta global, quando a realidade já nos provou à saciedade que, de facto, pelas asneiras políticas recorrentes associadas à ganância e arrogâncias tecnológica e militar, que o Ocidente está de facto e de jure em guerra com cidadãos dos países que invadiu e destruiu deixando atrás a miséria e o caos, como está a fazer em todo o Médio - Oriente.
É claro que, em estado de guerra, também é preciso proteger a retaguarda quando se sabe que os ADVERSÁRIOS, os resistentes, são obrigados a lançar mão de meios não - convencionais, o chamado terrorismo, e actuar na sombra, aliás como o PRISM faz.
Quer queiramos ou não, cidadãos de países agredidos têm - nos como inimigos não - inocentes e culpados da mortandade e do caos que para lá levámos.
Vítimas inocentes? Eu sou - o, já que preferiria sentir - me num mundo mais decente para deixar de herança à nova geração e, por Deus, governado por criaturas menos venais do que essas com que o século XXI nos ameaça.
É evidente que a minha impotência e incapacidade de alterar uma realidade que deploro também me faz CULPADO das acções do meu governo, dos governos ocidentais.
Se já nem o voto, a única arma em democracia, serve para nada, quando as promessas eleitorais não passam de rasteiros embustes de manipulação eleitoral e a ÉTICA desapareceu do léxico e da praxis da cidadania OCIDENTAL a favor do Lucro, eu sinto - me CULPADO.
Não, não sou inocente de coisíssima nenhuma e mereço o que deixo fazerem em meu nome e que me degrada, degradando a minha consciência, a minha racionalidade e a minha humanidade.
Nada como um alerta global, despoletado por informações " ( obtidas através de meios não rotineiros... ), segundo os USA, para manipular os incautos sobre as virtudes da malfeitoria configurada numa liberdade rigorosamente vigiada onde NADA escapa ao olhar guloso e quiçá voyeurista da NSA e quejandos.
É evidente que, até prova em contrário, que há países europeus, se não todos, que agradecem o sujar das mãos dos USA na vigilância fascista dos seus cidadãos e dos seus porque sabem que muito difícilmente teriam o desplante de encabeçar o despautério anti - democrático nos seus países e que hoje alinham na manipulação rasteira de um novo (!!!???) alerta global, quando a realidade já nos provou à saciedade que, de facto, pelas asneiras políticas recorrentes associadas à ganância e arrogâncias tecnológica e militar, que o Ocidente está de facto e de jure em guerra com cidadãos dos países que invadiu e destruiu deixando atrás a miséria e o caos, como está a fazer em todo o Médio - Oriente.
É claro que, em estado de guerra, também é preciso proteger a retaguarda quando se sabe que os ADVERSÁRIOS, os resistentes, são obrigados a lançar mão de meios não - convencionais, o chamado terrorismo, e actuar na sombra, aliás como o PRISM faz.
Quer queiramos ou não, cidadãos de países agredidos têm - nos como inimigos não - inocentes e culpados da mortandade e do caos que para lá levámos.
Vítimas inocentes? Eu sou - o, já que preferiria sentir - me num mundo mais decente para deixar de herança à nova geração e, por Deus, governado por criaturas menos venais do que essas com que o século XXI nos ameaça.
É evidente que a minha impotência e incapacidade de alterar uma realidade que deploro também me faz CULPADO das acções do meu governo, dos governos ocidentais.
Se já nem o voto, a única arma em democracia, serve para nada, quando as promessas eleitorais não passam de rasteiros embustes de manipulação eleitoral e a ÉTICA desapareceu do léxico e da praxis da cidadania OCIDENTAL a favor do Lucro, eu sinto - me CULPADO.
Não, não sou inocente de coisíssima nenhuma e mereço o que deixo fazerem em meu nome e que me degrada, degradando a minha consciência, a minha racionalidade e a minha humanidade.
quarta-feira, julho 31, 2013
DE FÉRIAS, PESSOAL...
NADA a acrescentar, nem do País, que suponho que gostaria de poder esquecer durante uma temporada, mesmo que curta, do pesadelo esquizofrénico que cobre Portugal.
Engraçado que quanto mais lixo acumula mais satisfaz os mercados, desde que se mantenha obediente e servil.
Estou fora deste filme e decididamente não quero vê - lo até ao fim, como não quero dar - me de caras com o nosso Premier que vou ter como vizinho, não me vá apetecer pedir -. lhe uma audiência.
Bem, até depois!
Engraçado que quanto mais lixo acumula mais satisfaz os mercados, desde que se mantenha obediente e servil.
Estou fora deste filme e decididamente não quero vê - lo até ao fim, como não quero dar - me de caras com o nosso Premier que vou ter como vizinho, não me vá apetecer pedir -. lhe uma audiência.
Bem, até depois!
sábado, julho 20, 2013
E...passou com boa nota...
Ouvido ou não os patriarcas do partido, Seguro, pelo que ouviu das negociações com a Coligação, soube tirar as suas conclusões - A ementa governamental é para continuar - logo, não contem connosco. Caiu fora e fez bem! Com eventuais culpabilizações do PR terá TODO o PS a apoiá - lo.
Passos, melhor, Portas, acredita que quem está entalado é o presidente da República, que terá, para ser coerente e não perder a face perante os discursos que tem protagonizado, de aceitar a remodelação ministerial; portanto, devolve - lhe a iniciativa, na certeza de que não vai dissolver a Assembleia da República. Caiu fora e, segundo a(s) sua(s) análise, fez bem.
E Cavaco o que irá dizer amanhã? Exacto, dizer e não fazer já que não fará nada. Sacudirá a água do capote pelo malogro de umas conversações pelas quais deveria ter, em tempo e não agora, sido mais interventivo. E porque é que não o foi? Porque apoiou quase incondicionalmente, até à queda do Gaspar, a política que este executivo tem seguido e pretende continuar.
Dirá e com razão que a culpa é de todos e... naturalmente, de NINGUÉM.
E segue o fandango nacional com muito fado e forcadas arremetidas à mistura.
O ZÉ que se amanhe... E não tem sido sempre assim?
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