ASSASSINATO POLITICO
A Manuel Alegre se deve,a proposito da "cabala" contra o PS,esta chamada de atençao.
Ja nao restam duvidas que a montagem da CABALA deu resultado.Basta ler os jornais e correr pela blogosfera para sentir o resultado da tentativa consumada!!!? do assassinato politico de Ferro Rodrigues.
Nunca tinha sentido tanta sanha,e para o caso fantasmagorica porque nao-fundamentada,contra um lider de um partido.
Porque sera que Ferro Rodrigues incomoda tanto?
domingo, novembro 09, 2003
CACIQUISMO
Durante muito tempo associou-se o nome de Pinto da Costa a uma nebulosa de traficancia de influencias,onde a pratica de pressoes,ameaças,subtis ou as escancaras no mundo do futebol,situaçao essa a que se deu o nome de,no mundo do futebol,SISTEMA.
Ora o Sistema e uma realidade e uma pratica generalizada no pais:no dia-a-dia do relacionamento dos nativos com o seu semelhante e com as instituiçoes e consegue ser democratico,abrangente.
Eu dar-lhe-ia outro nome e,bastava olhar para a cara e o comportamento desse senhor para ele,o nome,claro saltar faiscante--RONHA.
A mesquinhez pacovia do seu ultimo arremedo de jactancia,cujo valor esgota-se ao nivel do seu bairro,ao nao convidar a segunda autoridade do Pais a assistir as festividades do seu FCP,devia envergonhar a populaçao do Porto,que nao merece esss imitaçao da outra luminaria da Madeira.
Rui Rio tem-lhe dado a resposta merecida-o desprezo e deve ter-se divertido com o beija-mao dos seus pares a tao "ilustre" figura.
P.S.-O que tera acontecido aos meus "acentos?"
Durante muito tempo associou-se o nome de Pinto da Costa a uma nebulosa de traficancia de influencias,onde a pratica de pressoes,ameaças,subtis ou as escancaras no mundo do futebol,situaçao essa a que se deu o nome de,no mundo do futebol,SISTEMA.
Ora o Sistema e uma realidade e uma pratica generalizada no pais:no dia-a-dia do relacionamento dos nativos com o seu semelhante e com as instituiçoes e consegue ser democratico,abrangente.
Eu dar-lhe-ia outro nome e,bastava olhar para a cara e o comportamento desse senhor para ele,o nome,claro saltar faiscante--RONHA.
A mesquinhez pacovia do seu ultimo arremedo de jactancia,cujo valor esgota-se ao nivel do seu bairro,ao nao convidar a segunda autoridade do Pais a assistir as festividades do seu FCP,devia envergonhar a populaçao do Porto,que nao merece esss imitaçao da outra luminaria da Madeira.
Rui Rio tem-lhe dado a resposta merecida-o desprezo e deve ter-se divertido com o beija-mao dos seus pares a tao "ilustre" figura.
P.S.-O que tera acontecido aos meus "acentos?"
domingo, novembro 02, 2003
UM PAÍS DESUMANIZADO
Olhando para as notícias que sobre o País nos chegam de observadores externos,e conhecedor da realidade que Portugal actualmente vive,sinto-me invadido de uma enorme tristeza.
Pura pieguice,dirão alguns,e se o for que seja assim,mas a verdade é que a geração que está a governar não merece,na minha humilde opinião,o país que herdou.
Eu penso que Portugal precisa urgentemente de uma cura de valores.Sim,de VALORES outros que não o seguidismo cego,fatalista e preguiçoso perante os contornos de uma Globalização definida por sociedades que nos levam décadas de avanço em desenvolvimento económico.
O neo-liberalismo,um meio de acumulação tonta e insana de riqueza inútil,porque sem objectivos em prol do colectivo,só se tornou o fim da História para sociedades s/ passado onde a mistura selvagem de culturas populares menorizou e esvaziou de sentido o somatório deste caldo, e o que restou é um sub-produto cultural sem referências,aonde a plutocracia reina sobre o vazio ético dominante.
Vivemos numa ditadura de massas,cujos valores e ambições não vão muito além da "sobrevivência" e dos aparatos artefactuais com que embeleza a pobreza da sua qualidade de vida.
Estará a chegar o tempo em que,sem nos darmos conta vai acontecendo uma mudança de ciclo aonde a democracia,cumprida a formação necessária dos cidadãos,dará lugar a outra forma de governação,já que é tão GRITANTE o FALHANÇO dos pressupostos que estiveram na origem da sua formulação.Definitivamente não trouxe a felicidade à maioria da população deste planeta!
Olhando para as notícias que sobre o País nos chegam de observadores externos,e conhecedor da realidade que Portugal actualmente vive,sinto-me invadido de uma enorme tristeza.
Pura pieguice,dirão alguns,e se o for que seja assim,mas a verdade é que a geração que está a governar não merece,na minha humilde opinião,o país que herdou.
Eu penso que Portugal precisa urgentemente de uma cura de valores.Sim,de VALORES outros que não o seguidismo cego,fatalista e preguiçoso perante os contornos de uma Globalização definida por sociedades que nos levam décadas de avanço em desenvolvimento económico.
O neo-liberalismo,um meio de acumulação tonta e insana de riqueza inútil,porque sem objectivos em prol do colectivo,só se tornou o fim da História para sociedades s/ passado onde a mistura selvagem de culturas populares menorizou e esvaziou de sentido o somatório deste caldo, e o que restou é um sub-produto cultural sem referências,aonde a plutocracia reina sobre o vazio ético dominante.
Vivemos numa ditadura de massas,cujos valores e ambições não vão muito além da "sobrevivência" e dos aparatos artefactuais com que embeleza a pobreza da sua qualidade de vida.
Estará a chegar o tempo em que,sem nos darmos conta vai acontecendo uma mudança de ciclo aonde a democracia,cumprida a formação necessária dos cidadãos,dará lugar a outra forma de governação,já que é tão GRITANTE o FALHANÇO dos pressupostos que estiveram na origem da sua formulação.Definitivamente não trouxe a felicidade à maioria da população deste planeta!
sábado, novembro 01, 2003
UM PAÍS DESMORALIZADO
Miguel Sousa Tavares escreveu ontem no público uma análise muito acutilante,sob o título acima mencionado do estado em que se encontra Portugal nos dias que correm.
Pra um luso-caboverdiano,como eu, residente neste País desde 1968,é-me perturbador a vergonha que eu sinto pelo estado das coisas que há décadas vem acontecendo por aqui.
E sinto-as,como português que,por nascimento e crença,escolheu viver aqui,num País cuja História aprendi a amar,não no SARCASMO do EÇA,nem na MELANCOLIA DOENTIA,NARCÍSICA e DILETANTE de PESSOA,mas na rotura violenta de ALMADA e na GRANDEZA cantada de CAMÕES,pleno de amor PÁTREO.
Em vergastadas sucessivas de "mea culpa,mea máxima culpa",o português vai-se açoitando numa punição atroz,em remissão de um PECADO cuja origem eu não vislumbro.
No prefácio de "Portugueses das sete pertidas" de Aquilino Ribeiro,alguém escreveu-Aquilino traça em largos pinçéis a trajectória parabólica de um povo que conquista rijamente o seu território,se derrama mundo fora,movido pela cobiça,o idealismo e o arrojo, e se queda,já sem fôlego,a viver na imaginação a gesta heróica que as suas forças não consentem.
Portugal, a ter morrido com SEBASTIÃO entrou definitivamente em putrefacção no cadáver insepulto de um rei imaturo e mal avisado.
Quando é que se libertará da culpa de não ter enterrado o seu rei perdido nas brumas de Alcácer-Quibir?
Miguel Sousa Tavares escreveu ontem no público uma análise muito acutilante,sob o título acima mencionado do estado em que se encontra Portugal nos dias que correm.
Pra um luso-caboverdiano,como eu, residente neste País desde 1968,é-me perturbador a vergonha que eu sinto pelo estado das coisas que há décadas vem acontecendo por aqui.
E sinto-as,como português que,por nascimento e crença,escolheu viver aqui,num País cuja História aprendi a amar,não no SARCASMO do EÇA,nem na MELANCOLIA DOENTIA,NARCÍSICA e DILETANTE de PESSOA,mas na rotura violenta de ALMADA e na GRANDEZA cantada de CAMÕES,pleno de amor PÁTREO.
Em vergastadas sucessivas de "mea culpa,mea máxima culpa",o português vai-se açoitando numa punição atroz,em remissão de um PECADO cuja origem eu não vislumbro.
No prefácio de "Portugueses das sete pertidas" de Aquilino Ribeiro,alguém escreveu-Aquilino traça em largos pinçéis a trajectória parabólica de um povo que conquista rijamente o seu território,se derrama mundo fora,movido pela cobiça,o idealismo e o arrojo, e se queda,já sem fôlego,a viver na imaginação a gesta heróica que as suas forças não consentem.
Portugal, a ter morrido com SEBASTIÃO entrou definitivamente em putrefacção no cadáver insepulto de um rei imaturo e mal avisado.
Quando é que se libertará da culpa de não ter enterrado o seu rei perdido nas brumas de Alcácer-Quibir?
sábado, outubro 25, 2003
LÁ VAMOS NÓS OUTRA VEZ
Diz José António Saraiva, a propósito da publicitação de conversas privadas do líder do PS, que lhe foi "muito incómodo!!!?" ouvir certas frases ditas por Ferro Rodrigues.
A verdade é que a única frase que o pode ter incomodado e aparentemente não foi capaz de a transcrever foi essa - estou-me CAGANDO para o segredo de justiça-, e continua, hierarquizando as qualidades que ele acha que um líder deve ter e conclui com, esse sim,um insulto velado na frase -transparece (traduzo:é evidente) a imagem de um homem demasiado vulgar.
A que se deve, pergunto eu,a "vulgaridade,ordinarice,mediocridade" do homem?Terá sido a utilização do calão CAGAR?
António Guterres foi zurzido porque em conversa com os camaradas teve esse desabafo coloquial e bem português a propósito das queixas da oposição de então-"Apetecia-me ir-lhes às fuças"
Durão Barroso caracterizando o estado do País na altura da tomada de posse troou: O País está de TANGA!.
Jorge Sampaio usa recorrentemente o "PÁ" a finalizar algumas irritações.
Caramba! Eu não acredito que a sociedade "fina, pouco vulgar" que esteve presente na GALA!!!? da SIC Radical e que aguentou a pé firme a mais abjecta manifestação pública de javardice e pornografia feita humor!!? de que eu tenho memória, se tenha indignado com a frase de Ferro.
Das duas uma:ou o nosso Director não conhece o País onde vive ou então tem uma ideia errada do "português", que vibra e se rebola com o cabotinismo porcalhoto do Herman, os segundos sentidos da língua portuguesa, consoante a entoação da palavra dita.
Eu também acho que,apesar do SR.Director trabalhar na empresa que dá guarida a esse tipo de manifestações NÃO SE DEVE DEMITIR.
O resto do que eu queria dizer a propósito disto está numas posta mais abaixo.
Diz José António Saraiva, a propósito da publicitação de conversas privadas do líder do PS, que lhe foi "muito incómodo!!!?" ouvir certas frases ditas por Ferro Rodrigues.
A verdade é que a única frase que o pode ter incomodado e aparentemente não foi capaz de a transcrever foi essa - estou-me CAGANDO para o segredo de justiça-, e continua, hierarquizando as qualidades que ele acha que um líder deve ter e conclui com, esse sim,um insulto velado na frase -transparece (traduzo:é evidente) a imagem de um homem demasiado vulgar.
A que se deve, pergunto eu,a "vulgaridade,ordinarice,mediocridade" do homem?Terá sido a utilização do calão CAGAR?
António Guterres foi zurzido porque em conversa com os camaradas teve esse desabafo coloquial e bem português a propósito das queixas da oposição de então-"Apetecia-me ir-lhes às fuças"
Durão Barroso caracterizando o estado do País na altura da tomada de posse troou: O País está de TANGA!.
Jorge Sampaio usa recorrentemente o "PÁ" a finalizar algumas irritações.
Caramba! Eu não acredito que a sociedade "fina, pouco vulgar" que esteve presente na GALA!!!? da SIC Radical e que aguentou a pé firme a mais abjecta manifestação pública de javardice e pornografia feita humor!!? de que eu tenho memória, se tenha indignado com a frase de Ferro.
Das duas uma:ou o nosso Director não conhece o País onde vive ou então tem uma ideia errada do "português", que vibra e se rebola com o cabotinismo porcalhoto do Herman, os segundos sentidos da língua portuguesa, consoante a entoação da palavra dita.
Eu também acho que,apesar do SR.Director trabalhar na empresa que dá guarida a esse tipo de manifestações NÃO SE DEVE DEMITIR.
O resto do que eu queria dizer a propósito disto está numas posta mais abaixo.
sexta-feira, outubro 24, 2003
Há dias, "ratando" por aì no blogworld dei de caras com este blog feminista (para as mulheres que mudam lâmpadas e os homens que estrelam ovos),cujo contorno estereotipado do "macho"que as mulheres não querem que a gente seja e das "fêmeas" que elas já não querem ser,sempre me pareceu de uma pobreza melancólica e redutora nos seus pressupostos,gostaria de provocá-la para uma troca de ideias sobre este tema tão candente com uma "boutade"-O Amor sempre foi invenção do homem, perante a mulher.A utilidade é a virtude que faz o homem ser aceitável perante as mulheres.Verdade ou mentira?
CAGANITAS
Eu sei que esta posta vai com um atraso de uma semana em relação ao que Salmoura disse há uma semana, mas o trabalho ausentou-me deste espaço e... mesmo assim acho que o assunto é pertinente, até porque está inserido numa problemática muito interessante a que voltarei um dia destes...
Francamente, SALMOURA, que exagero! Pedir a cabeça do Ferro Rodrigues por causa de um problema de semântica e léxico, que em Portugal é tão rico de ambiguidades, é demais.
Se ele tivesse dito, por exemplo, marimbando, borrifando, nas tintas, para o segredo de justiça, escaparia à tua análise escatológica?
Nunca esteve em causa, nas palavras de Ferro, na minha opinião, o conceito jurídico de SEGREDO DE JUSTIÇA nesta questão, como bem sabes, e a angelização dos políticos, proibidos pela opinião pública, seja lá o que isso for, de foder, cagar, peidar, com conhecimento dos "media", público!!!? portanto é no mínimo hilariante.
Como é que classificaríamos,se o soubéssemos então, o assédio sexual do Primeiro-Ministro António Guterres, por exemplo, à sua secretária de Cultura, hoje sua mulher, se os "media" ou uma "escuta telefónica" feita por um SIS, como disse Clara F.Alves, James Bonds de pacotilha, nos desse conhecimento do facto e da eventual resistência (a gente sabe como é) da Dama em questão, aos avanços do nosso "Premier"?
Adivinhemos os títulos - ASSÉDIO SEXUAL NO MINISTÉRIO DA CULTURA - " Segundo fontes da Secretaria do Estado da Cultura, a secretária do Ministro Carrilho tem sido fortemente assediado pelo Primeiro Ministro com propostas ultrajantes de jantares no Pabe e passeios à beira-Tejo com uma insistência que é uma fixação obssessiva, imprópria de um Alto funcionário da Nação "
Confundir o público com o privado é uma questão complexa, porque já aí se disse e com razão, que "Nous cherchons des significations personnelles dans des situations impersonnelles,dans les objets et jusque dans les strates objectives de le societé.".
É-me completamente indiferente que o Primeiro Ministro use palavrões ao telefone, goste de "comer" a sua esposa de gatas ou que trate os opositores políticos de "cabrões" ou "paneleiros" desde que não o faça publicamente, por uma questão de bom-senso, só por isso, porque esta é uma qualidade a exigir num político e num servidor publico.
Um telefonema é um exercício privado de cidadania e tudo o que aí se diz é PRIVADO. NINGUÉM tem o direito de condenar a verbalização que eu utilizo para mandar à MERDA o que à merda deva ser mandado, e daí tirar conclusões sobre a minha competência sobre o que quer que seja, a não ser o meu conhecimento do calão português.
O segredo de justiça está no sítio onde todos nós o vimos recentemente - O CAIXOTE DE LIXO.
Eu sei que Ferro Rodrigues não é um felino doméstico mas que o Caixote de Lixo é um bom sítio para CAGAR, entrementes, É-O!
Eu sei que esta posta vai com um atraso de uma semana em relação ao que Salmoura disse há uma semana, mas o trabalho ausentou-me deste espaço e... mesmo assim acho que o assunto é pertinente, até porque está inserido numa problemática muito interessante a que voltarei um dia destes...
Francamente, SALMOURA, que exagero! Pedir a cabeça do Ferro Rodrigues por causa de um problema de semântica e léxico, que em Portugal é tão rico de ambiguidades, é demais.
Se ele tivesse dito, por exemplo, marimbando, borrifando, nas tintas, para o segredo de justiça, escaparia à tua análise escatológica?
Nunca esteve em causa, nas palavras de Ferro, na minha opinião, o conceito jurídico de SEGREDO DE JUSTIÇA nesta questão, como bem sabes, e a angelização dos políticos, proibidos pela opinião pública, seja lá o que isso for, de foder, cagar, peidar, com conhecimento dos "media", público!!!? portanto é no mínimo hilariante.
Como é que classificaríamos,se o soubéssemos então, o assédio sexual do Primeiro-Ministro António Guterres, por exemplo, à sua secretária de Cultura, hoje sua mulher, se os "media" ou uma "escuta telefónica" feita por um SIS, como disse Clara F.Alves, James Bonds de pacotilha, nos desse conhecimento do facto e da eventual resistência (a gente sabe como é) da Dama em questão, aos avanços do nosso "Premier"?
Adivinhemos os títulos - ASSÉDIO SEXUAL NO MINISTÉRIO DA CULTURA - " Segundo fontes da Secretaria do Estado da Cultura, a secretária do Ministro Carrilho tem sido fortemente assediado pelo Primeiro Ministro com propostas ultrajantes de jantares no Pabe e passeios à beira-Tejo com uma insistência que é uma fixação obssessiva, imprópria de um Alto funcionário da Nação "
Confundir o público com o privado é uma questão complexa, porque já aí se disse e com razão, que "Nous cherchons des significations personnelles dans des situations impersonnelles,dans les objets et jusque dans les strates objectives de le societé.".
É-me completamente indiferente que o Primeiro Ministro use palavrões ao telefone, goste de "comer" a sua esposa de gatas ou que trate os opositores políticos de "cabrões" ou "paneleiros" desde que não o faça publicamente, por uma questão de bom-senso, só por isso, porque esta é uma qualidade a exigir num político e num servidor publico.
Um telefonema é um exercício privado de cidadania e tudo o que aí se diz é PRIVADO. NINGUÉM tem o direito de condenar a verbalização que eu utilizo para mandar à MERDA o que à merda deva ser mandado, e daí tirar conclusões sobre a minha competência sobre o que quer que seja, a não ser o meu conhecimento do calão português.
O segredo de justiça está no sítio onde todos nós o vimos recentemente - O CAIXOTE DE LIXO.
Eu sei que Ferro Rodrigues não é um felino doméstico mas que o Caixote de Lixo é um bom sítio para CAGAR, entrementes, É-O!
domingo, outubro 19, 2003
No rescaldo da minha leitura semanal do Expresso foi-me grato ouvir a voz sábia de A.Barroso na sua crónica DE PÉ ATRÁS e sob o título-Armadilhas,a alertar o PS para os perigos da não distinção entre fazer política e a pregação moralista e paranóica.
A defesa pessoal de um camarada é sempre legítima no plano pessoal e político e a solidariedade devida a quem a merece é uma obrigação.Mas a separação das águas é também um imperativo político para o Secretário Geral do Partido Socialista.
Lamento não poder fazer a "linkagem" do artigo mencionado,mas que vale a pena dar uma vista de olhos,garanto-vos.
A defesa pessoal de um camarada é sempre legítima no plano pessoal e político e a solidariedade devida a quem a merece é uma obrigação.Mas a separação das águas é também um imperativo político para o Secretário Geral do Partido Socialista.
Lamento não poder fazer a "linkagem" do artigo mencionado,mas que vale a pena dar uma vista de olhos,garanto-vos.
DIRECÇÃO DE FERRO EM JOGO DE ALTO RISCO
Eis o título no Expresso de uma reportagem das jornalistas Ana Isabel Abrunhosa e Maria Teresa Oliveira.
Confesso que foi com alguma apreensão que comecei a ler a coisa,mas quando acabei tive a confirmação do que há muito tempo ando a reparar na imprensa portuguesa,e correndo o risco de ser chamado misógino ou outra coisa pior,não tirarei uma vírgula ao que vou dizer.
Para começar, o que li em duas páginas foi pura e simplesmente CONVERSA DE VIZINHAS.Bastar-me-ia sentar no café da esquina ao sábado à tarde e pôr-me atento ao diz-se -diz-se.
Vejamos o sumo da coisa.
Todas as referências (fontes!!!?) não têm rosto.Ou vivemos num País de cobardes que a troco de anonimato vão destilando boatos que as nossas queridas jornalista se encarregam de passar como noticias ou è tudo invenção.
Toda a reportagem está cheia de "coisas" ouvidas a:
um elemento próximo do secretário geral-diz um menbro da Comissão política-um elemento próximo de Ferro Rodrigues-há quem defenda-para este socialista-um membro do Secretariado-há quem espere-um outro membro deste órgão-há também quem admita-outros pensam-há quem fale,etc.etc....UMA MERDA em suma.
Eu tenho por mim que nunca a comunicação social tinha apresentado tanta falta de rigor e intriguice como agora.Haja quem me conteste o facto de pensar que o abaixamento do nível do que se faz últimamente está directamente relacionado com uma maneira outra de pensar,ancorada na cultura feminina e na sua visão do mundo.
Eis o título no Expresso de uma reportagem das jornalistas Ana Isabel Abrunhosa e Maria Teresa Oliveira.
Confesso que foi com alguma apreensão que comecei a ler a coisa,mas quando acabei tive a confirmação do que há muito tempo ando a reparar na imprensa portuguesa,e correndo o risco de ser chamado misógino ou outra coisa pior,não tirarei uma vírgula ao que vou dizer.
Para começar, o que li em duas páginas foi pura e simplesmente CONVERSA DE VIZINHAS.Bastar-me-ia sentar no café da esquina ao sábado à tarde e pôr-me atento ao diz-se -diz-se.
Vejamos o sumo da coisa.
Todas as referências (fontes!!!?) não têm rosto.Ou vivemos num País de cobardes que a troco de anonimato vão destilando boatos que as nossas queridas jornalista se encarregam de passar como noticias ou è tudo invenção.
Toda a reportagem está cheia de "coisas" ouvidas a:
um elemento próximo do secretário geral-diz um menbro da Comissão política-um elemento próximo de Ferro Rodrigues-há quem defenda-para este socialista-um membro do Secretariado-há quem espere-um outro membro deste órgão-há também quem admita-outros pensam-há quem fale,etc.etc....UMA MERDA em suma.
Eu tenho por mim que nunca a comunicação social tinha apresentado tanta falta de rigor e intriguice como agora.Haja quem me conteste o facto de pensar que o abaixamento do nível do que se faz últimamente está directamente relacionado com uma maneira outra de pensar,ancorada na cultura feminina e na sua visão do mundo.
sábado, outubro 18, 2003
Não consigo resistir à ligeireza deste "cruzado"a espadeirar contra a direcção do PS e a fazer-lhe as medidas para um "caixão" que ele preconiza breve.
Remeto o espadachim para a minha posta anterior para não me alongar em considerandos que os factos dos últimos dias se encarregaram de tornar transparentes.
Remeto o espadachim para a minha posta anterior para não me alongar em considerandos que os factos dos últimos dias se encarregaram de tornar transparentes.
A FESTA CONTINUA
Já não é a primeira e não será a última vez que um editorial do J.Saraiva no Expresso me causa engulhos.
Desta vez, a propósito de, quanto a mim algumas indignações de cidadãos mais ou menos despertos (chama-se a isso ditadura de massas ou seja lá o que estará a passar nesta choldra como ele diz por interposta pessoa) pelo não cumprimento das leis deste PaÃs por pessoas que deveriam dar o exemplo.
Se não vejamos:
1)Não há nem nunca houve uma guerra do PS contra o poder judicial,como ardilosamente ele enunciou.A falácia da falsa premissa é um justificativo da conclusão que aparecerá no fim do artigo.
Houve sim uma defesa legÃtima de cidadãos (do PS) e não só, da honorabilidade (verdadeira ou falsa,isso está para provar) de um companheiro e amigo,não só indiciado de um crime como impedido de exercer o seu direito de defesa à luz das regras que regulam o nosso Direito.Isso é deeclarar guerra à Justiça!!!? Que apareçam mais guerreiros,JÃ�!
A razão da posição então tomada foi dada nos últimos dias, com a libertação de dois arguidos,cujas prisões ancoravam em pressupostos débeis e mal fundamentados (Tribunal da Relação dixit).
A festa e o carnaval mediático fizeram-no a televisão e os jornais.
As conclusões do desenvolvimento desse procedimento legal por parte da defesa,formal ou popular,não interessa,tira-as,num raciocÃnio maniqueista,redutor e polÃticamente enquadrado o inefável Director do Expresso--Se perde o Pedroso o Ps conclui que houve cabala;se ganha o Pedroso o Cidadão conclui que os juÃzes recuaram e perde a justiça.Admirável conclusão!
De tudo isso, eu vou fazer futuramente uma leitura POL�TICA como faço em relação a tudo a que aos cidadãos digam respeito.E da� pergunto eu.
Não há porventura em Portugal outro sÃtio (excepto aqui,na blogosfera) onde melhor se espelha a democracia (cuja vertente máxima na perspectiva burguesa é a liberdade de expressão) que a Assembleia da República,e,nada do que aà foi dito ou feito (comunicação social exclusivé) ofendeu aquela casa.
Já é tempo de a Comunicação social assumir as suas responsabilidades cÃvicas perante o PaÃs.Eu sei que desta pobre tribuna o que aqui se diz por aqui fica,mas voltarei a este tema.
Apesar de o J.Saraiva ter "relativisado"n o nepotismo de dois Ministros e tentado transformar a batota do não-cumprimento da lei em fait-divers redundante no imaginário português,a verdade é que uma das vertentes da Democracia é a activação de procedimentos legais contra os infractores-A Lei é igual para todos.A demissão dos cargos é um problema partidário.A responsabilização é um problema de justiça,ou não?
Pra terminar,o conceito de estabilidade,de Ministros,do Governo,da Oposição,da Av.Almirante Reis etc...deste Senhor é paradigmático e faz parte da idiossincracia neo-liberal dominante:ESTEJAM QUIETOS,FAÇAM MENOS BARULHO,DEIXEM-NOS TRABALHAR.OQUE É BOM PARA MIM TAMBÉM O É PARA VOCÊS.
A "instabilidade" é um bem.Aonde ela se manifestar é um sinal de que Há gente desperta e que pensa e age segundo conceitos de justiça,seja lá o que isso fôr para cada um dos cidadãos.ISSO é que é a Democracia.
E Viva a BLOGOSFERA!
Já não é a primeira e não será a última vez que um editorial do J.Saraiva no Expresso me causa engulhos.
Desta vez, a propósito de, quanto a mim algumas indignações de cidadãos mais ou menos despertos (chama-se a isso ditadura de massas ou seja lá o que estará a passar nesta choldra como ele diz por interposta pessoa) pelo não cumprimento das leis deste PaÃs por pessoas que deveriam dar o exemplo.
Se não vejamos:
1)Não há nem nunca houve uma guerra do PS contra o poder judicial,como ardilosamente ele enunciou.A falácia da falsa premissa é um justificativo da conclusão que aparecerá no fim do artigo.
Houve sim uma defesa legÃtima de cidadãos (do PS) e não só, da honorabilidade (verdadeira ou falsa,isso está para provar) de um companheiro e amigo,não só indiciado de um crime como impedido de exercer o seu direito de defesa à luz das regras que regulam o nosso Direito.Isso é deeclarar guerra à Justiça!!!? Que apareçam mais guerreiros,JÃ�!
A razão da posição então tomada foi dada nos últimos dias, com a libertação de dois arguidos,cujas prisões ancoravam em pressupostos débeis e mal fundamentados (Tribunal da Relação dixit).
A festa e o carnaval mediático fizeram-no a televisão e os jornais.
As conclusões do desenvolvimento desse procedimento legal por parte da defesa,formal ou popular,não interessa,tira-as,num raciocÃnio maniqueista,redutor e polÃticamente enquadrado o inefável Director do Expresso--Se perde o Pedroso o Ps conclui que houve cabala;se ganha o Pedroso o Cidadão conclui que os juÃzes recuaram e perde a justiça.Admirável conclusão!
De tudo isso, eu vou fazer futuramente uma leitura POL�TICA como faço em relação a tudo a que aos cidadãos digam respeito.E da� pergunto eu.
Não há porventura em Portugal outro sÃtio (excepto aqui,na blogosfera) onde melhor se espelha a democracia (cuja vertente máxima na perspectiva burguesa é a liberdade de expressão) que a Assembleia da República,e,nada do que aà foi dito ou feito (comunicação social exclusivé) ofendeu aquela casa.
Já é tempo de a Comunicação social assumir as suas responsabilidades cÃvicas perante o PaÃs.Eu sei que desta pobre tribuna o que aqui se diz por aqui fica,mas voltarei a este tema.
Apesar de o J.Saraiva ter "relativisado"n o nepotismo de dois Ministros e tentado transformar a batota do não-cumprimento da lei em fait-divers redundante no imaginário português,a verdade é que uma das vertentes da Democracia é a activação de procedimentos legais contra os infractores-A Lei é igual para todos.A demissão dos cargos é um problema partidário.A responsabilização é um problema de justiça,ou não?
Pra terminar,o conceito de estabilidade,de Ministros,do Governo,da Oposição,da Av.Almirante Reis etc...deste Senhor é paradigmático e faz parte da idiossincracia neo-liberal dominante:ESTEJAM QUIETOS,FAÇAM MENOS BARULHO,DEIXEM-NOS TRABALHAR.OQUE É BOM PARA MIM TAMBÉM O É PARA VOCÊS.
A "instabilidade" é um bem.Aonde ela se manifestar é um sinal de que Há gente desperta e que pensa e age segundo conceitos de justiça,seja lá o que isso fôr para cada um dos cidadãos.ISSO é que é a Democracia.
E Viva a BLOGOSFERA!
segunda-feira, outubro 13, 2003
JÁ AGORA PORQUE NÃO COMEÇAR COM O TIO PATINHAS?
Foi a pergunta deixada por uma ouvinte do Fórum-TSF dedicado à introdução de textos do Big Brother e Telenovelas no "curriculum" do ensino do português no 10º ano,em resposta aos argumentos contra a leitura "traumatizante" dos clássicos.
Quando cheguei a Portugal,vindo de Cabo Verde,no longínquo ano de 1968,para entrar no curso de medicina,fiquei chocado com o baixo nível do português falado e escrito dos meus colegas de curso e pelos estudantes da Secundária: o vocabulário era indigente,limitadíssimo; a formulação de qualquer ideia mais ou menos roçando a "seriedade"do abstracto,tropeçava e tombava na incapacidade da explicação porque não havia palavras do léxico do dia-a-dia que permitissem o entendimento de uma maneira clara.
Já nessa altura,creio eu, o desconhecimento do português estava na origem do fraco aproveitamento escolar por parte da maioria dos estudantes.Nenhuma matéria é passível de entendimento e assimilação sem se conhecer a linguagem que a veicula.
Hoje passados estes anos todos,ninguém ainda descobriu a origem da incapacidade dos estudantes para a matemática,filosofia,etc,e abordado uma forma nova de ver a origem da "chatice".
A verdade é que sem conhecerem o português erudito (que o outro o dia-a-dia se encarregará disso) não há reforma do ensino que nos valha.
Isso para dizer que não é facilitando,abaixando o nível das matérias,dos temas, e da linguagem que está a solução.
A aprendizagem não tem de ser traumatizante.Nenhum jovem está imune à alegria de aprender.O problema está nos adultos encarregues da sua instrução.
Foi a pergunta deixada por uma ouvinte do Fórum-TSF dedicado à introdução de textos do Big Brother e Telenovelas no "curriculum" do ensino do português no 10º ano,em resposta aos argumentos contra a leitura "traumatizante" dos clássicos.
Quando cheguei a Portugal,vindo de Cabo Verde,no longínquo ano de 1968,para entrar no curso de medicina,fiquei chocado com o baixo nível do português falado e escrito dos meus colegas de curso e pelos estudantes da Secundária: o vocabulário era indigente,limitadíssimo; a formulação de qualquer ideia mais ou menos roçando a "seriedade"do abstracto,tropeçava e tombava na incapacidade da explicação porque não havia palavras do léxico do dia-a-dia que permitissem o entendimento de uma maneira clara.
Já nessa altura,creio eu, o desconhecimento do português estava na origem do fraco aproveitamento escolar por parte da maioria dos estudantes.Nenhuma matéria é passível de entendimento e assimilação sem se conhecer a linguagem que a veicula.
Hoje passados estes anos todos,ninguém ainda descobriu a origem da incapacidade dos estudantes para a matemática,filosofia,etc,e abordado uma forma nova de ver a origem da "chatice".
A verdade é que sem conhecerem o português erudito (que o outro o dia-a-dia se encarregará disso) não há reforma do ensino que nos valha.
Isso para dizer que não é facilitando,abaixando o nível das matérias,dos temas, e da linguagem que está a solução.
A aprendizagem não tem de ser traumatizante.Nenhum jovem está imune à alegria de aprender.O problema está nos adultos encarregues da sua instrução.
sábado, outubro 11, 2003
Aceito,apesar de ser um neófito desse universo bloguista, que JPP é,(lá vem o palavrão) incontornável como referência intelectual do pobre e pardacento universo cultural deste Portugal onde os intelectuais que admirávamos (sem pífias) se vão eximindo da sua função cultural de excitar os (touché) neurónios de uma sociedade fulanizada,.intriguista e diarística,judiciosa e inepta,provinciana e deslumbrada nas suas inquietações de arredores.
Mas, uma sociedade que se quer multipolar na contribuição dos seus cidadãos mais aptos,tem de ter mais e mais referências a contribuir para a melhoria da ileteracia quase endémica que tantas perplexidades nos causam e não pode,mesmo no universo acanhado e narcísico da blogosfera ancorar-se no vira-casaquismo de JPP.
Eu gostaria de sentir uma ideia outra,e mais outra ainda a contrabalançar esse "nojo" erudito do JPP a lembrar-lhe que o seu universo de influência se esgota na sua auto-suficiência e na sua pequenina corte de admiradores,onde eu me incluo,sem rebuços.
Faço minhas as palavras de Salmoura e pergunto: para quando um blog do António Mega Ferreira,Freitas do Amaral,Paulo Portas?
Mas, uma sociedade que se quer multipolar na contribuição dos seus cidadãos mais aptos,tem de ter mais e mais referências a contribuir para a melhoria da ileteracia quase endémica que tantas perplexidades nos causam e não pode,mesmo no universo acanhado e narcísico da blogosfera ancorar-se no vira-casaquismo de JPP.
Eu gostaria de sentir uma ideia outra,e mais outra ainda a contrabalançar esse "nojo" erudito do JPP a lembrar-lhe que o seu universo de influência se esgota na sua auto-suficiência e na sua pequenina corte de admiradores,onde eu me incluo,sem rebuços.
Faço minhas as palavras de Salmoura e pergunto: para quando um blog do António Mega Ferreira,Freitas do Amaral,Paulo Portas?
sexta-feira, outubro 10, 2003
Já repararam na sanha legisladora que por aí vai e está para vir?
Todos os Parlamentos Nacionais dos membros efectivos e dos que estão à porta legislam diária e arduamente todos os dias.O somatório dessas leis mais as que o Parlamento Europeu manda cá para fora vão limitando paulatinamente as liberdades dos cidadãos.
Vem isso a propósito da nova campanha anti-tabágica que a Europa está impondo aos seus cidadãos.Tudo bem! É sua obrigação informar e zelar pela sua saúde.
Sabemos que nos USA de vez em quando lá aparece um processo movido por alguém que se sentiu lesado pelos malefícios do dito e que eu saiba com chorudas indemnizações impostas pelos tribunais às tabaqueiras.
Ora com avisos tão claros como os que agora aparecem nos maços de tabaco,até onde vai o nosso direito de nos sentirmos lesados e onde acaba a deresponsabilização das Tabaqueiras?
Todos os Parlamentos Nacionais dos membros efectivos e dos que estão à porta legislam diária e arduamente todos os dias.O somatório dessas leis mais as que o Parlamento Europeu manda cá para fora vão limitando paulatinamente as liberdades dos cidadãos.
Vem isso a propósito da nova campanha anti-tabágica que a Europa está impondo aos seus cidadãos.Tudo bem! É sua obrigação informar e zelar pela sua saúde.
Sabemos que nos USA de vez em quando lá aparece um processo movido por alguém que se sentiu lesado pelos malefícios do dito e que eu saiba com chorudas indemnizações impostas pelos tribunais às tabaqueiras.
Ora com avisos tão claros como os que agora aparecem nos maços de tabaco,até onde vai o nosso direito de nos sentirmos lesados e onde acaba a deresponsabilização das Tabaqueiras?
quinta-feira, outubro 09, 2003
A ausência foi forçadae ninguém deu por isso.
Ainda não fui capaz de "linkar".A razão provàvelmente encontrá-la-ei numas "postas" mais abaixo.É que ainda não consigo ver em quê que poderia interessar a alguém esses meus momentos de pasmo e introspecção.
Glosando Eduardo Cintra Torres,que no dia 6 escreveu no Público,com o título de "O nascimento de um crítico"umas linhas deliciosas sobre o Bloguista-Mor,não tenho pastilhas de cultura para educar as massas e livrá-las,como eu me livrei,de lugares comuns e de estereótipos,actividade que considero estafante e inibidora da acção "tout court".
A questão a pôr é a seguinte:"Que fazer de um conhecimento que não seja comunicável,ou cuja comunicação se provasse ser deformadora e falsa?"
Toda o drama da linguagem,escrita ou falada,é que uma vez emitida aliena-se na recepção.
Para quê? Como dizia Lobo Antunes essa é a mais dolorosa das perguntas.
Ainda não fui capaz de "linkar".A razão provàvelmente encontrá-la-ei numas "postas" mais abaixo.É que ainda não consigo ver em quê que poderia interessar a alguém esses meus momentos de pasmo e introspecção.
Glosando Eduardo Cintra Torres,que no dia 6 escreveu no Público,com o título de "O nascimento de um crítico"umas linhas deliciosas sobre o Bloguista-Mor,não tenho pastilhas de cultura para educar as massas e livrá-las,como eu me livrei,de lugares comuns e de estereótipos,actividade que considero estafante e inibidora da acção "tout court".
A questão a pôr é a seguinte:"Que fazer de um conhecimento que não seja comunicável,ou cuja comunicação se provasse ser deformadora e falsa?"
Toda o drama da linguagem,escrita ou falada,é que uma vez emitida aliena-se na recepção.
Para quê? Como dizia Lobo Antunes essa é a mais dolorosa das perguntas.
domingo, outubro 05, 2003
Israel sabe que já tem mãos livres para actuar impunemente,graças à cobertura, cada dia mais imoral do Bush.
Acossado pelo Hamas e pela Jihad Islâmica,empenhados numa guerrilha sem fim,Sharon sabe que incrementando a desestabilização no Médio Oriente dará uma ajudinha e um motivo aos USA para intervir.
Se isso não fosse tão trágico e se nas mãos desses senhores não estivessem armas nucleares o desprezo e a risada pela "chico-espertice"seria o comportamento a adoptar pela comunidade internacional.
E agora,que o precedente criado pela guerra preventiva dos USA ao invadir o Iraque já ameaça ter seguidores,o que dirão os nossos amigos de " Busharon"?
Acossado pelo Hamas e pela Jihad Islâmica,empenhados numa guerrilha sem fim,Sharon sabe que incrementando a desestabilização no Médio Oriente dará uma ajudinha e um motivo aos USA para intervir.
Se isso não fosse tão trágico e se nas mãos desses senhores não estivessem armas nucleares o desprezo e a risada pela "chico-espertice"seria o comportamento a adoptar pela comunidade internacional.
E agora,que o precedente criado pela guerra preventiva dos USA ao invadir o Iraque já ameaça ter seguidores,o que dirão os nossos amigos de " Busharon"?
É sempre reconfortante sentir que não se está só perante a perplexidade que me assalta perante a Administração dos USA nos tempos que correm.
George Bush é uma criatura inquietante e mais inquietante ainda é quem o dirige por ser dono de mais inteligência.
Ouvido "Directo ao assunto" de hoje sentimo-nos confortáveis com a companhia de Soares e Adriano Moreira.
A POLÍLITICA como exercício do Poder nunca devia cair nas mãos de senhores como o actual ocupante da Casa Branca.Vai levar um tempo enorme a corrigir as "boçalidades" que ele anda a protagonizar
George Bush é uma criatura inquietante e mais inquietante ainda é quem o dirige por ser dono de mais inteligência.
Ouvido "Directo ao assunto" de hoje sentimo-nos confortáveis com a companhia de Soares e Adriano Moreira.
A POLÍLITICA como exercício do Poder nunca devia cair nas mãos de senhores como o actual ocupante da Casa Branca.Vai levar um tempo enorme a corrigir as "boçalidades" que ele anda a protagonizar
"Vem o tempo de varejeira
entre a cortina e a vidraça.
O tempo assim à minha beira!
Que é que se passa?
E eu,que estava tão enredado
nos baraços do eternamente,
nos lacetes do já passado,
sou esfregado contra o presente.
A varejeira é nacional.
Terei,assim,de preferi-la?
Ora! É a mosca-jornal
- e já agora vou ouvi-la..."
Tomai lá do O'Neill
entre a cortina e a vidraça.
O tempo assim à minha beira!
Que é que se passa?
E eu,que estava tão enredado
nos baraços do eternamente,
nos lacetes do já passado,
sou esfregado contra o presente.
A varejeira é nacional.
Terei,assim,de preferi-la?
Ora! É a mosca-jornal
- e já agora vou ouvi-la..."
Tomai lá do O'Neill
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