"ESSA MANIA DE CONTAR NARIZES... " NIETZSCHE
Vem aí um novo acto eleitoral.Será inconsequente como aparentemente têm sido os ùltimos...?
O que não há dúvida é que a "nova" direita gostou do PODER e das suas mordomias e benesses.O guloso frenesim provocado nos comparsas pelas novas piranhas durante esses últimos meses saltou à vista de toda a gente.
A desfaçatez com que têm tentado "apagar" da memória,sua e a dos outros as tropelias da sua governação é perturbadora e indicia um perfil psicológico patológico e uma crença profunda na "estupidez...?" da população portuguesa.
Afastados que foram os mais "velhos" e as suas preocupações cívicas e éticas e a sua capacidade de se envergonharem dos seus pupilos,toca a enxamear,enquanto der,o aparelho do Estado com a tropa lealista, cuja dedicação ao chefe só é comparável à sua rapacidade.
Atirar-lhes à cara a sua amoralidade num tempo em que a bravata imoral campeia são fracos argumentos políticos para uma geração que não acrescentou à sua ambição de sucesso conceitos tão profundos."O MUNDO LÁ FORA É UMA SELVA'..."-foi a visão e o conselho que demos aos nossos filhos.Pelos vistos muitos se esqueceram de acrescentar o "resto"e os resultados estão aí,espalhados pelo planeta.
Se as chagas sociais,como a prostituição,o tráfico de drogas pagassem impostos,à nova direita não importaria o seu florescimento e o seu sucesso comercial,fruto de iniciativa empresarial bem sucedida.
Se não bastasse essa visão das coisas,chegaria para afastarmos essa selvajaria do Poder,porque é irremediàvelmente criminosa.
sábado, janeiro 22, 2005
domingo, janeiro 16, 2005
TSUNAMI
Aos poucos,se vai libertando da má consciência e da negligência com que encaramos certas realidades cujos contornos recusávamos a definição no nosso dia-a-dia.
A realidade da pobreza mundial passa-nos diàriamente diante dos olhos,na televisão e nos jornais,num desfile de imagens tão leviano que por vezes nos interrogamos sobre o alcance do "massacre".Sentimos agradecimento pela nossa boa-vida de ocidentais e ao mesmo tempo um incómodo tão profundo,que a nossa semi-impotência só é apaziguada com manifestações massivas de caridade.
Aos poucos,cumpridos os "nossos deveres",abraçamos a família,agradecemos a Deus o ter-nos poupado e esperamos pela próxima "colecta".
Claro que a CULPA não é nossa! Nós limitamo-nos a votar,é a nossa obrigação,não é?... e confiamos que os nossos governos tratem do NOSSO bem-estar,e que os governos dos outros façam o mesmo pela sua população,evitando que juntamente com a nossa tecnologia e os nossos euros e dólares,levemos connosco a ganância e a crapulice capitalista atrelados a "boas intenções" piedosas.
Por outro lado podíamos deixá-los HOJE à sua sorte e ver se eles se amanham...ou então exigir dos governos que votamos outras atitudes e que definam "certas coisas" nos seus programas eleitorais,coisa que por exemplo os jovens em idade de votar NÃO SABEM O QUE É E NUNCA OUVIRAM FALAR.
Aos poucos o TSNAMI abandona os media...e espero que continue a "assaltar-nos" a mente.
Que seja aì benéfica a sua acção destruidora na hora de fazer o balanço e que as VÌTIMAS
sejam toda a população ocidental.
Aos poucos,se vai libertando da má consciência e da negligência com que encaramos certas realidades cujos contornos recusávamos a definição no nosso dia-a-dia.
A realidade da pobreza mundial passa-nos diàriamente diante dos olhos,na televisão e nos jornais,num desfile de imagens tão leviano que por vezes nos interrogamos sobre o alcance do "massacre".Sentimos agradecimento pela nossa boa-vida de ocidentais e ao mesmo tempo um incómodo tão profundo,que a nossa semi-impotência só é apaziguada com manifestações massivas de caridade.
Aos poucos,cumpridos os "nossos deveres",abraçamos a família,agradecemos a Deus o ter-nos poupado e esperamos pela próxima "colecta".
Claro que a CULPA não é nossa! Nós limitamo-nos a votar,é a nossa obrigação,não é?... e confiamos que os nossos governos tratem do NOSSO bem-estar,e que os governos dos outros façam o mesmo pela sua população,evitando que juntamente com a nossa tecnologia e os nossos euros e dólares,levemos connosco a ganância e a crapulice capitalista atrelados a "boas intenções" piedosas.
Por outro lado podíamos deixá-los HOJE à sua sorte e ver se eles se amanham...ou então exigir dos governos que votamos outras atitudes e que definam "certas coisas" nos seus programas eleitorais,coisa que por exemplo os jovens em idade de votar NÃO SABEM O QUE É E NUNCA OUVIRAM FALAR.
Aos poucos o TSNAMI abandona os media...e espero que continue a "assaltar-nos" a mente.
Que seja aì benéfica a sua acção destruidora na hora de fazer o balanço e que as VÌTIMAS
sejam toda a população ocidental.
sexta-feira, dezembro 31, 2004
TSUNAMIS
Por mais elaboradas que sejam as nossas estratégias de sobrevivência neste belo e perigoso planeta, a Natureza insiste em lembrar-nos da necessidade de estarmos sempre alerta e atentos à sua vida própria.
Os números até agora avançados das vítimas do terramoto e do maremoto que se lhe seguiu,são aterradores e alguém já falou de proporções bíblicas,e reduz as nossas "dores" ocidentais a meros queixumes,comparadas ao golpe infligido à Ásia.
O tempo é de solidariedade.Aquelas paragens paradisíacas,destino de férias e de ócios e prazeres para os endinheirados turistas,também são lugares de labuta contínua das suas populações,empobrecidas pelo abandono e escárnio dos seus dirigentes e de quem nelas procura o sol e o sexo..
A abundância acumulada pelos Países capitalistas do Ocidente não deve ser partilhada só em manifestações de caridade.É preciso dar um outro sentido à solidariedade,antecipando a miséria e o desamparo das Nações mais pobres,de cuja História somos parte integrante,e na maioria das vezes por más razões.
ACABAMOS UM NOVO ANO COM MAIS UMA RAZÃO PARA REFLECTIR SOBRE O PLANETA E OS MOTIVOS QUE LEVARAM OS NOSSOS PRIMEIROS A VIVER EM SOCIEDADE.AINDA VAMOS A TEMPO DE ARREPIAR CAMINHO.
Por mais elaboradas que sejam as nossas estratégias de sobrevivência neste belo e perigoso planeta, a Natureza insiste em lembrar-nos da necessidade de estarmos sempre alerta e atentos à sua vida própria.
Os números até agora avançados das vítimas do terramoto e do maremoto que se lhe seguiu,são aterradores e alguém já falou de proporções bíblicas,e reduz as nossas "dores" ocidentais a meros queixumes,comparadas ao golpe infligido à Ásia.
O tempo é de solidariedade.Aquelas paragens paradisíacas,destino de férias e de ócios e prazeres para os endinheirados turistas,também são lugares de labuta contínua das suas populações,empobrecidas pelo abandono e escárnio dos seus dirigentes e de quem nelas procura o sol e o sexo..
A abundância acumulada pelos Países capitalistas do Ocidente não deve ser partilhada só em manifestações de caridade.É preciso dar um outro sentido à solidariedade,antecipando a miséria e o desamparo das Nações mais pobres,de cuja História somos parte integrante,e na maioria das vezes por más razões.
ACABAMOS UM NOVO ANO COM MAIS UMA RAZÃO PARA REFLECTIR SOBRE O PLANETA E OS MOTIVOS QUE LEVARAM OS NOSSOS PRIMEIROS A VIVER EM SOCIEDADE.AINDA VAMOS A TEMPO DE ARREPIAR CAMINHO.
terça-feira, dezembro 21, 2004
QUIMERAS
De PINTO DA COSTA nunca saiu nenhuma originalidade dos ruídos que a criatura tem produzido ao longo dos muitos anos que a equipa do FCP o tem mantido à tona da água.
Personagem reactiva e mesquinha,a sua pretensa e famigerada ironia!!!?,contidas nas suas assertivas diatribes com que mimoseia os adversários,são tão patéticas como a sua incapacidade de objectividade.
Nesse aspecto,imita os seus clones na política,ditos JARDIM e SANTANA cuja anemia de carácter infantilóide,já nos incomoda há muito.
Que alguém com um universo de audiência mais alargado que o meu desmascare de vez essas criaturas que ´so "vivem" à custa de enzimas fornecidos pela energia dos outros.
Reduzam-nos de vez à sua pequenez estrutural de uma vez para sempre,que já estou farto dos gajos.
De PINTO DA COSTA nunca saiu nenhuma originalidade dos ruídos que a criatura tem produzido ao longo dos muitos anos que a equipa do FCP o tem mantido à tona da água.
Personagem reactiva e mesquinha,a sua pretensa e famigerada ironia!!!?,contidas nas suas assertivas diatribes com que mimoseia os adversários,são tão patéticas como a sua incapacidade de objectividade.
Nesse aspecto,imita os seus clones na política,ditos JARDIM e SANTANA cuja anemia de carácter infantilóide,já nos incomoda há muito.
Que alguém com um universo de audiência mais alargado que o meu desmascare de vez essas criaturas que ´so "vivem" à custa de enzimas fornecidos pela energia dos outros.
Reduzam-nos de vez à sua pequenez estrutural de uma vez para sempre,que já estou farto dos gajos.
"CES PLAISIRS QUÒN NOMME,À LA LÉGÈRE,PHYSIQUES..."---COLETTE
A frase é citada por Clara Ferreira Alves,em 24/3,a propósito do extinto programa de má memória-SEXAPPEAL!!!? da SIC,de melancólica banalidade,sobre um tema em que o pudor é a chave.
Sobre o programa ela tem uma frase que "mutatis mutandi",resume o que se passa nos nossos dias na Europa,Portugal incluso-O VOYEUR ESTÁ A MEIO CAMINHO DA ABSTINÊNCIA,(eu diria impotência) QUE É UMA TRISTEZA CONTEMPORÂNEA.
No torvelinho da associação-catalogação de informações obtidas ultimamente sobre o envelhecimento da população europeia,o stress acumulado de horas excessivas emal empregues no labor,a pasmaceira esquiozofrénica do tráfego automóvel,o cansaço indisponível para a sedução,as rapidinhas trogloditas,o despudor dos "sexos de vidro" das ninfetas e vaquinhas mercenárias,na exibição alarve da carniça,sinto-me invadir por uma grande compaixão pela deriva i8nconsequente plena de desperdício na banalidade das opções dos meus contemporâneos.
O amor é o segredo derradeiro,um território tão misterioso como o do sexo que não se exibe nem se confessa" diz C.F.A. e eu acrescentaria AMÉN!
A frase é citada por Clara Ferreira Alves,em 24/3,a propósito do extinto programa de má memória-SEXAPPEAL!!!? da SIC,de melancólica banalidade,sobre um tema em que o pudor é a chave.
Sobre o programa ela tem uma frase que "mutatis mutandi",resume o que se passa nos nossos dias na Europa,Portugal incluso-O VOYEUR ESTÁ A MEIO CAMINHO DA ABSTINÊNCIA,(eu diria impotência) QUE É UMA TRISTEZA CONTEMPORÂNEA.
No torvelinho da associação-catalogação de informações obtidas ultimamente sobre o envelhecimento da população europeia,o stress acumulado de horas excessivas emal empregues no labor,a pasmaceira esquiozofrénica do tráfego automóvel,o cansaço indisponível para a sedução,as rapidinhas trogloditas,o despudor dos "sexos de vidro" das ninfetas e vaquinhas mercenárias,na exibição alarve da carniça,sinto-me invadir por uma grande compaixão pela deriva i8nconsequente plena de desperdício na banalidade das opções dos meus contemporâneos.
O amor é o segredo derradeiro,um território tão misterioso como o do sexo que não se exibe nem se confessa" diz C.F.A. e eu acrescentaria AMÉN!
sexta-feira, dezembro 17, 2004
domingo, dezembro 12, 2004
quinta-feira, dezembro 09, 2004
ELEIÇÕES
A demissão do Governo colocou Santana no lugar perfeito:livre das teias dos dossiers e da crise,esvaziada a pressão mediática,solto como um passarinho,vai fazer aquilo que sabe fazer melhor,e ao qual o seu discurso,desgarrado,redondo e inconsequente,recheado de ruídos,melhor se adapta-as orelhas surdas da campanha eleitoral.
Vitimizado até à medula,ele e o par da coligação,vão disparar em todas as direcções.A "pose de Estado"vai estalar,e se o resultado não for de feição,aposto que estará na forja uma cisão do PPD-PSD e a criação de um grande partido da direita.
A esquerda não pode menosprezar essa dupla ou terá uma surpresa,não alcançará o objectivo definido pelo PS-um governo de maioria absoluta.
As excitações que este par é capaz de protagonizar,são muito apreciadas pelos indígenas,assim como curta é a sua memória e a desculpabilização.
ALERTA POIS!
A demissão do Governo colocou Santana no lugar perfeito:livre das teias dos dossiers e da crise,esvaziada a pressão mediática,solto como um passarinho,vai fazer aquilo que sabe fazer melhor,e ao qual o seu discurso,desgarrado,redondo e inconsequente,recheado de ruídos,melhor se adapta-as orelhas surdas da campanha eleitoral.
Vitimizado até à medula,ele e o par da coligação,vão disparar em todas as direcções.A "pose de Estado"vai estalar,e se o resultado não for de feição,aposto que estará na forja uma cisão do PPD-PSD e a criação de um grande partido da direita.
A esquerda não pode menosprezar essa dupla ou terá uma surpresa,não alcançará o objectivo definido pelo PS-um governo de maioria absoluta.
As excitações que este par é capaz de protagonizar,são muito apreciadas pelos indígenas,assim como curta é a sua memória e a desculpabilização.
ALERTA POIS!
domingo, dezembro 05, 2004
QUE SE FODA!
A mentalidade-que se foda-referida por Cesariny a propósito do comportamento dos portugueses na estrada,tipo"herói-suicida",revela-se também na sua atitude perante a SIDA.
Foi com estupefacção que tomei conhecimento que o número dos infectados já vai entre 30 a 40 mil e em crescendo,números esses engrossados,PASME-SE,com o contributo de jovens universitários.
QUE SE FODAM sózinhos em comportamentos cujas consequências só se reflictam neles,tudo bem,mas que já é altura de começar a substituir a solidariedade com punição e encarceramento é uma necessidade.
A mentalidade-que se foda-referida por Cesariny a propósito do comportamento dos portugueses na estrada,tipo"herói-suicida",revela-se também na sua atitude perante a SIDA.
Foi com estupefacção que tomei conhecimento que o número dos infectados já vai entre 30 a 40 mil e em crescendo,números esses engrossados,PASME-SE,com o contributo de jovens universitários.
QUE SE FODAM sózinhos em comportamentos cujas consequências só se reflictam neles,tudo bem,mas que já é altura de começar a substituir a solidariedade com punição e encarceramento é uma necessidade.
MEGA FRAUDE NO SECTOR ALCOÓLICO
Em tempos fiz um apelo à blogosfera,na suposição de,eventualmente ser lido por alguma alma gémea,no sentido de obter informações sobre qual o lugar em Portugal onde pudesse obter whiskie de qualidade.
A razão desse apelo prendia-se com a falsificação obscena que estava a acontecer com a maioria das bebidas alcoólicas comercializadas em Portugal,a começar com o "massificado" whiskie.Não era preciso ser "un connaisseur",bastava ser um consumidor eventual par se dar conta de que os Whiskies vendidos em Portugal,tanto os novos como os antigos estavam "MARRADOS",tal era a desfaçatez dos alarves contrafactores.
Enfim, o caso assumiu foros de escândalo,até ver devido à fuga de impostos,pelo menos na versão mediática,que mandou às urtigas a saúde pública severamente ameaçada por esse envenenamento dos nossos jovens e não só,pelo excesso de álcool etílico acrescentado ao produto original.
Mais vale tarde do que nunca,mas inexplicàvelmente nenhum órgão de INFORMAÇÂO,dos 181 detidos e 72 empresas se referiu a um único nome,alertando os incautos sobre as empresas que comercializavam bebidas envenenadas.
A minha contribuição,como consumidor é essa:NÃO COMPREM WHISKIES NOS SUPER MERCADOS!
Em tempos fiz um apelo à blogosfera,na suposição de,eventualmente ser lido por alguma alma gémea,no sentido de obter informações sobre qual o lugar em Portugal onde pudesse obter whiskie de qualidade.
A razão desse apelo prendia-se com a falsificação obscena que estava a acontecer com a maioria das bebidas alcoólicas comercializadas em Portugal,a começar com o "massificado" whiskie.Não era preciso ser "un connaisseur",bastava ser um consumidor eventual par se dar conta de que os Whiskies vendidos em Portugal,tanto os novos como os antigos estavam "MARRADOS",tal era a desfaçatez dos alarves contrafactores.
Enfim, o caso assumiu foros de escândalo,até ver devido à fuga de impostos,pelo menos na versão mediática,que mandou às urtigas a saúde pública severamente ameaçada por esse envenenamento dos nossos jovens e não só,pelo excesso de álcool etílico acrescentado ao produto original.
Mais vale tarde do que nunca,mas inexplicàvelmente nenhum órgão de INFORMAÇÂO,dos 181 detidos e 72 empresas se referiu a um único nome,alertando os incautos sobre as empresas que comercializavam bebidas envenenadas.
A minha contribuição,como consumidor é essa:NÃO COMPREM WHISKIES NOS SUPER MERCADOS!
sábado, novembro 27, 2004
RETOMEMOS...
Ninguém porá em dúvida a influência dos media na definição das estratégias políticas,que sejam da oposição quer sejam as do Governo.
Em Portugal,os media desempenham muitas vezes o papel de caixas de ressonância de posições políticas,quando o seu papel deveria ser de conversão e crítica,responsabilidade essa "atirada" aos blogues,que,infelizmente,passe os nomes sonantes da blogosfera,nem sempre se consegue fazer-se ouvir.
O aparecimento diário dos personagens força deste Governo-SANTANA,PORTAS,BAGÃO,SARMENTO-quem se lembra dos outros?,nas televisões,acaba por ter um efeito acumulador que banaliza a aversão e a importância do que é dito e reforça a imagem de quem diz e como diz.
A desmontagem dessa manipulação requer,não atitudes reactivas de "puxar por um lenço"sempre que o Governo espirra,mas acções programadas no tempo,cujo alcance esteja para além da agenda governamental.
O governo é um órgão colectivo e é nessa perspectiva que tem de ser visto e é como um órgão colectivo que tem de ser responsabilizado pelas suas políticas sectoriais.
Esqueçam SANTANA-BAGÃO-PORTAS-SARMENTO ,ideias força alimentadas pelos media
esvaziem,desfulanizando a política do governo,desmediatizando essas imagens-força,reduzindo-as aos títulos que ostentam e às funções que "tão mal desempenham".
E pelo amor de Deus não VITIMIZEM com ataques pessoais os catequistas,que a saloiada tem memória curta.
Ninguém porá em dúvida a influência dos media na definição das estratégias políticas,que sejam da oposição quer sejam as do Governo.
Em Portugal,os media desempenham muitas vezes o papel de caixas de ressonância de posições políticas,quando o seu papel deveria ser de conversão e crítica,responsabilidade essa "atirada" aos blogues,que,infelizmente,passe os nomes sonantes da blogosfera,nem sempre se consegue fazer-se ouvir.
O aparecimento diário dos personagens força deste Governo-SANTANA,PORTAS,BAGÃO,SARMENTO-quem se lembra dos outros?,nas televisões,acaba por ter um efeito acumulador que banaliza a aversão e a importância do que é dito e reforça a imagem de quem diz e como diz.
A desmontagem dessa manipulação requer,não atitudes reactivas de "puxar por um lenço"sempre que o Governo espirra,mas acções programadas no tempo,cujo alcance esteja para além da agenda governamental.
O governo é um órgão colectivo e é nessa perspectiva que tem de ser visto e é como um órgão colectivo que tem de ser responsabilizado pelas suas políticas sectoriais.
Esqueçam SANTANA-BAGÃO-PORTAS-SARMENTO ,ideias força alimentadas pelos media
esvaziem,desfulanizando a política do governo,desmediatizando essas imagens-força,reduzindo-as aos títulos que ostentam e às funções que "tão mal desempenham".
E pelo amor de Deus não VITIMIZEM com ataques pessoais os catequistas,que a saloiada tem memória curta.
D E M O C R A C I A
Desconfio que as eleições americanas me marcaram muito mais do que eu gostaria.
Desde essa altura,o "provocador" BUSH,ao ser reeleito,demonstrou-me que eu depositava uma fé muito grande na minha capacidade de discernimento da espécie.Vaidade minha.
Mil interrogações me assaltaram,assim como,suponho,deve ter acontecido no resto do mundo,face à legitimidade acrescida do senhor do Império,melhor, da sua sinistra corte.
BUSH foi sincero no que disse repetidamente,nomeadamente-a guerra é para continuar e se possível nos mesmos moldes,está a borrifar-se para o déficit,o que torna a América poderosa é o dinheiro dos capitalistas e ele vai fazer com que ganhem ainda mais dinheiro com o petróleo deles que por acaso está debaixo do solo árabe,a homossexualidade é uma aberração e o casamento entre eles é uma afronta e o aborto é uma blasfémia.
Não podia haver um programa político mais claro nem propósitos tão cristalinamente apresentados.Ninguém foi enganado.Não há zonas cinzentas de indefinição,inclusivé com o resto do mundo,que,sem hipocrisia, é visto,quando não está com os interesses americanos,como uma ameaça,de grau variável,mas claramente como uma ameaça-ou estão connosco ou com os outros,no caso,opositores violentos,ditos terrorristas.
Os USA votaram,e ao votarem como o fizeram,assinaram por baixo os propósitos do Estado,e a Nação ao se tornar cúmplice,nunca mais se falará de vítimas inocentes.
FUCK THEM! foi a resposta dada ao resto do planeta.
Aqui, em Portugal,espero que a lição do ataque pessoal e dirigido,tenha servido de lição aos nossos estrategas da opsição.
Continuarei daqui a uma hora...
Desconfio que as eleições americanas me marcaram muito mais do que eu gostaria.
Desde essa altura,o "provocador" BUSH,ao ser reeleito,demonstrou-me que eu depositava uma fé muito grande na minha capacidade de discernimento da espécie.Vaidade minha.
Mil interrogações me assaltaram,assim como,suponho,deve ter acontecido no resto do mundo,face à legitimidade acrescida do senhor do Império,melhor, da sua sinistra corte.
BUSH foi sincero no que disse repetidamente,nomeadamente-a guerra é para continuar e se possível nos mesmos moldes,está a borrifar-se para o déficit,o que torna a América poderosa é o dinheiro dos capitalistas e ele vai fazer com que ganhem ainda mais dinheiro com o petróleo deles que por acaso está debaixo do solo árabe,a homossexualidade é uma aberração e o casamento entre eles é uma afronta e o aborto é uma blasfémia.
Não podia haver um programa político mais claro nem propósitos tão cristalinamente apresentados.Ninguém foi enganado.Não há zonas cinzentas de indefinição,inclusivé com o resto do mundo,que,sem hipocrisia, é visto,quando não está com os interesses americanos,como uma ameaça,de grau variável,mas claramente como uma ameaça-ou estão connosco ou com os outros,no caso,opositores violentos,ditos terrorristas.
Os USA votaram,e ao votarem como o fizeram,assinaram por baixo os propósitos do Estado,e a Nação ao se tornar cúmplice,nunca mais se falará de vítimas inocentes.
FUCK THEM! foi a resposta dada ao resto do planeta.
Aqui, em Portugal,espero que a lição do ataque pessoal e dirigido,tenha servido de lição aos nossos estrategas da opsição.
Continuarei daqui a uma hora...
sábado, novembro 20, 2004
A abóboda da tarde mais uma vez acaba
o sol de a fechar sobre a minha diária aventura
Viram-no partir pontualmente à mesma hora
quando num pouco de dia a um canto sempre a um canto
já eu tinha conseguido arredondar
uma íntima ampola de som para a palavra definitiva
Ia mesmo soltá-la eu que todo o dia fui para ela quando
ele me deixou e foi abrir outras portas
erguer verticalmente outras esperanças
e passar novas mãos por tantas faces mortas
Só me resta recolher o meu rebanho de pensamentos
com um vago rumor de guizos
enquanto à beira mar os camponeses deixam
palavras não aladas cair na água morta
Morro irremediàvelmente nesses pensamentos
que ainda agora o sol iluminava
enquanto eu os estendia e os recolhia
e os orientava numa direcção que convinha
e os precipitava sobre o fumo de uma casa
sobre um buraco de luz ou uma coluna de fumo
mais volúveis que um bando de pássaros
Morro mais uma vez criticamente completo
Todos os gestos
carregados com vinte e quatro horas de história
de ventre ferido na aventura do restolho
petrificaram inevitàvelmente
na face orientada de uma estátua
aqui ou noutro jardim
Todo o caminho é de regresso
Amanhã serei outro:
lavarei os dentes com toda a solenidade
como antigamente meu pai antes das grandes viagens
enquanto alguém no espelho
se encarregará de olhar pelos meus olhos
Assim sou passado de dia em dia
confiado pelo dia que parte ao dia que chega
não venha o sino que ao longe toca perturbar
as linhas de um rosto que recompus
e pus de pé na atmosfera doméstica
Fechar um postigo pode ser um gesto cheio de significado quando
na arrumada paisagem quotidiana
a expectativa marcada pela funda inspiração
nos revela duas ou três mãos
postas sobre a colina
Amanhã serei OUTRO
A história de um dia---RUY BELO
o sol de a fechar sobre a minha diária aventura
Viram-no partir pontualmente à mesma hora
quando num pouco de dia a um canto sempre a um canto
já eu tinha conseguido arredondar
uma íntima ampola de som para a palavra definitiva
Ia mesmo soltá-la eu que todo o dia fui para ela quando
ele me deixou e foi abrir outras portas
erguer verticalmente outras esperanças
e passar novas mãos por tantas faces mortas
Só me resta recolher o meu rebanho de pensamentos
com um vago rumor de guizos
enquanto à beira mar os camponeses deixam
palavras não aladas cair na água morta
Morro irremediàvelmente nesses pensamentos
que ainda agora o sol iluminava
enquanto eu os estendia e os recolhia
e os orientava numa direcção que convinha
e os precipitava sobre o fumo de uma casa
sobre um buraco de luz ou uma coluna de fumo
mais volúveis que um bando de pássaros
Morro mais uma vez criticamente completo
Todos os gestos
carregados com vinte e quatro horas de história
de ventre ferido na aventura do restolho
petrificaram inevitàvelmente
na face orientada de uma estátua
aqui ou noutro jardim
Todo o caminho é de regresso
Amanhã serei outro:
lavarei os dentes com toda a solenidade
como antigamente meu pai antes das grandes viagens
enquanto alguém no espelho
se encarregará de olhar pelos meus olhos
Assim sou passado de dia em dia
confiado pelo dia que parte ao dia que chega
não venha o sino que ao longe toca perturbar
as linhas de um rosto que recompus
e pus de pé na atmosfera doméstica
Fechar um postigo pode ser um gesto cheio de significado quando
na arrumada paisagem quotidiana
a expectativa marcada pela funda inspiração
nos revela duas ou três mãos
postas sobre a colina
Amanhã serei OUTRO
A história de um dia---RUY BELO
sexta-feira, novembro 12, 2004
...SUBSERVIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS...
...é o retrato que Clara Ferreira Alves tira a jornalistas dos "MERDIAS"-brilhante neologismo,que vai ficar no léxico português-personagens do nosso dia a dia que aprendemos a conhecer e a desprezar.
Sabendo que a senhora tinha sido convidada a exercer o cargo de Directora do D.N. e que declinou por não se sentir uma comissária política,só tenho a lamentar não ter sido possível ver quanto tempo C.F.Alves resistiria aos interesses em jogo antes de bater a porta com estrondo.
Na verdade,prefiro continuar a ler as suas crónicas no Expresso,donde nos tem brindado com o que de melhor se faz por aí.
...é o retrato que Clara Ferreira Alves tira a jornalistas dos "MERDIAS"-brilhante neologismo,que vai ficar no léxico português-personagens do nosso dia a dia que aprendemos a conhecer e a desprezar.
Sabendo que a senhora tinha sido convidada a exercer o cargo de Directora do D.N. e que declinou por não se sentir uma comissária política,só tenho a lamentar não ter sido possível ver quanto tempo C.F.Alves resistiria aos interesses em jogo antes de bater a porta com estrondo.
Na verdade,prefiro continuar a ler as suas crónicas no Expresso,donde nos tem brindado com o que de melhor se faz por aí.
sexta-feira, novembro 05, 2004
segunda-feira, novembro 01, 2004
Eleições americanas?Pffff!...Grande seca.
Venha o Diabo e escolha,que a diferença entre os dois candidatos está na metodologia e mais ou menos primarismo na definição das políticas.
Os USA são uma Nação que funciona por inércia e por fatalismo intrínseco contido nas suas premissas económicas.Portanto...
Venha o Diabo e escolha,que a diferença entre os dois candidatos está na metodologia e mais ou menos primarismo na definição das políticas.
Os USA são uma Nação que funciona por inércia e por fatalismo intrínseco contido nas suas premissas económicas.Portanto...
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