Ah... o meu Benfica!
F. Santos, repito, é na minha opinião, um péssimo líder. Não faço a mínima ideia de quais são os seus conhecimentos futebolísticos, mas conheço os meus.
A gestão de um balneário, que em épocas recentes, de Camacho e de Trapatoni, permitiu criar uma equipa,revela-se nos últimos tempos como um espaço de deserção, de desânimo e de falta de confiança.
O problema não terá nada a ver com o " mau feitio ", ( Trapatoni e Camacho tinham-no ) mas sim com a capacidade de relacionamento interpessoal e de autoridade perante a equipa e a Direcção do clube, coisa que só os competentes poderão exigir.
A distância que um chefe pode alimentar não deve existir internamente e o ar permanentemente carrancudo e acossado que exibe, nos treinos e fora deles, indicia falta de camaradagem e de confiança pessoal.
Como será possível, por exemplo, motivar jogadores como Rui Costa, com o recorrente avisode " falta de pernas para os noventa ",de Nélson, que se vê estúpidamente no banco de suplentes substituído por L. Filipe, um jogador que não lhe chega aos calcanhares e Anderson, Moreira, Mantorras, etc...
E que dizer das patetices monumentais no jogo europeu? Como foi possível lançar o puto naquelas condições e tirar Bergessio, sacrificando até à exaustão Leo, R. Costa e Petit?
Que regresse Camacho, RÁPIDAMENTE que este senhor não nos serve. É mediocre.
sexta-feira, agosto 17, 2007
Do absolutismo iluminado de Chávez...
...e das preocupações ocidentais, esquecidas da sua própria História.
Confesso, para começar, a minha simpatia pelo processo político e económico encetado na Venezuela rumo a uma democracia que se pretende plena, como ela deveria ser.
Em todos os processos históricos que ACABARAM numa democracia, pelo menos como a entendemos,e não como ela se apresenta um pouco por todo 0 lado,tiveram de se vencer etapas, criando- se um tipo de relacionamento entre o Estado e o povo que baseado na confiança mútua, libertou- o para o seu crescimento em liberdade, bem estar económico e responsabilização social.
De nada valem para mim os " detalhes " de autoritarismo de Chávez nesta altura de desenvolvimeno das estruturas que vão marcar o passo para o futuro, nem as acusações de nepotismo, controlo dos media e eventuais corrupções que possam Sempre surgir.
O seu pedido de prorrogação sucessiva do mandato presidencial, caso seja aceite, não me chocará em nada, pela simples razão de que é ELE e mais o povo que o apoia é que estão a transfomar a Venezuela, utilizando a sua riqueza na educação da sua população e do seu bem estar. Sem ele, voltará tudo à estaca zero, até porque a reacção retaliadora, com a ajuda da Administração Americana espreita e caso Chávez não se mantenha sempre alerta, qual novo Castro, será ELIMINADO físicamente, sem rebuços.
...e das preocupações ocidentais, esquecidas da sua própria História.
Confesso, para começar, a minha simpatia pelo processo político e económico encetado na Venezuela rumo a uma democracia que se pretende plena, como ela deveria ser.
Em todos os processos históricos que ACABARAM numa democracia, pelo menos como a entendemos,e não como ela se apresenta um pouco por todo 0 lado,tiveram de se vencer etapas, criando- se um tipo de relacionamento entre o Estado e o povo que baseado na confiança mútua, libertou- o para o seu crescimento em liberdade, bem estar económico e responsabilização social.
De nada valem para mim os " detalhes " de autoritarismo de Chávez nesta altura de desenvolvimeno das estruturas que vão marcar o passo para o futuro, nem as acusações de nepotismo, controlo dos media e eventuais corrupções que possam Sempre surgir.
O seu pedido de prorrogação sucessiva do mandato presidencial, caso seja aceite, não me chocará em nada, pela simples razão de que é ELE e mais o povo que o apoia é que estão a transfomar a Venezuela, utilizando a sua riqueza na educação da sua população e do seu bem estar. Sem ele, voltará tudo à estaca zero, até porque a reacção retaliadora, com a ajuda da Administração Americana espreita e caso Chávez não se mantenha sempre alerta, qual novo Castro, será ELIMINADO físicamente, sem rebuços.
domingo, agosto 12, 2007
Da Super Taça e da higiene oral...
Bem, pela visão do Gato Lampião eu sou uma daquelas bestas a quem não se pode apelidar de adepto. Apesar de ser um... sei lá, simpatizante do Glorioso, torço SEMPRE pelo Sporting quando os lagartos enfrentam os tripeiros ( armados em dragões caseiros ).
Confesso que depois da mensagem para o exterior, ( quem seria o destinatário? ) sob a forma de uma pobre metáfora dentífrica, ( a famigerada ironia do chefe já contaminou o Prof. ? ) cito - Para o Porto ganhar é como lavar os dentes muito gozei com o petardo de Izmaillov.
Parabéns ao P. Bento pela jovem, aguerrida e capaz equipa que está a construir.
Bem, pela visão do Gato Lampião eu sou uma daquelas bestas a quem não se pode apelidar de adepto. Apesar de ser um... sei lá, simpatizante do Glorioso, torço SEMPRE pelo Sporting quando os lagartos enfrentam os tripeiros ( armados em dragões caseiros ).
Confesso que depois da mensagem para o exterior, ( quem seria o destinatário? ) sob a forma de uma pobre metáfora dentífrica, ( a famigerada ironia do chefe já contaminou o Prof. ? ) cito - Para o Porto ganhar é como lavar os dentes muito gozei com o petardo de Izmaillov.
Parabéns ao P. Bento pela jovem, aguerrida e capaz equipa que está a construir.
sábado, agosto 04, 2007
Vigílias...?
Esclareça-se de vez, já que parece existir uma grande ignorância à volta do assunto, que em Portugal, o cargo de Director Geral nos organismos pùblicos é de nomeação e de confiança política.
Se um Director Geral do que quer que seja discorda da política implementada no sector sob a sua directoria, deve dar conhecimento disso ao seu superior hierárquico e DEMITIR-SE em discordância, antes que seja representante do Governo a convidar o " dissidente " a mudar-se. Numa democracia, esta é a única posição digna de quem não vê concordarem com a sua posição de " estar contra ".
É claro que nenhum mandante quer ter como colaborador um adversário delarado das suas orientações, a não ser que queira ver boicotadas todas as SUAS ideias para o sector. Ou não é assim?
Continuo a pensar, como já o digo repetidamente por aqui, que há uma ideia MUUUUUITO estranha em Portugal do que seja o Poder democrático.
Há uma responsabilidade a que os MEDIA não poderão excluir-se a não ser que, como parece, já que são os primeiros a alimentar a confusão sobre a matéria, NÃO queiram ou não podem porque também estão confusos sobre a dita.
Sinceramente acredito que vão acontecer mais coisas semelhantes. Convém pôr de lado a histeria vigilante sobre o poder democrático e que até ver está a sê-lo e vigiar outras paragens com mais atenção - a Madeira - por exemplo.
Esclareça-se de vez, já que parece existir uma grande ignorância à volta do assunto, que em Portugal, o cargo de Director Geral nos organismos pùblicos é de nomeação e de confiança política.
Se um Director Geral do que quer que seja discorda da política implementada no sector sob a sua directoria, deve dar conhecimento disso ao seu superior hierárquico e DEMITIR-SE em discordância, antes que seja representante do Governo a convidar o " dissidente " a mudar-se. Numa democracia, esta é a única posição digna de quem não vê concordarem com a sua posição de " estar contra ".
É claro que nenhum mandante quer ter como colaborador um adversário delarado das suas orientações, a não ser que queira ver boicotadas todas as SUAS ideias para o sector. Ou não é assim?
Continuo a pensar, como já o digo repetidamente por aqui, que há uma ideia MUUUUUITO estranha em Portugal do que seja o Poder democrático.
Há uma responsabilidade a que os MEDIA não poderão excluir-se a não ser que, como parece, já que são os primeiros a alimentar a confusão sobre a matéria, NÃO queiram ou não podem porque também estão confusos sobre a dita.
Sinceramente acredito que vão acontecer mais coisas semelhantes. Convém pôr de lado a histeria vigilante sobre o poder democrático e que até ver está a sê-lo e vigiar outras paragens com mais atenção - a Madeira - por exemplo.
QUEM PÁRA ESSE SACANA?
" A Razão ajuda mas não decide uma receptibilidade " V. Ferreira
Marques Mendes sabia ao que ia quando se deslocou à Madeira em busca dos votos que precisa para as directas e eventualmente deve ter calculado os constrangimentos por que ia passar e os sapos que teria de engolir em troca de um terço dos votantes para as eleições do novo líder do PSD.
Feitas as contas, é possível que venha a obtê-los com o apoio do Cacique-Mor, mas a que preço...
Muito mal lhe correm as coisas para aguentar tamanha humilhação.
Por outro lado, foi bom saber que finalmente alguém resolveu chamar os bois pelo nome e afrontar de frente e de caras o despautério chantagista, corruptor e cobarde que medram por aquelas paragens. Ele é o novo líder socialista na Madeira, de seu nome João Carlos Gouveia, que está a levar muito a sério aquilo qu ele chama de passos para a independência que está a ser trilhado pelos A. João e seus títeres.
Quando é que o Poder Central, Cavaco incluso, resolve acabar de vez com o regabofe, e sim, PÔR NA ORDEM as leis da República na Madeira, antes de ser obrigado a ter de mandar o exército contra a FLAMA?
Estão à espera que proclame primeiro a independência? É que o efeito " libertador " da cachaça tem por vezes contornos inesperados e com A. João nunca se sabe...
" A Razão ajuda mas não decide uma receptibilidade " V. Ferreira
Marques Mendes sabia ao que ia quando se deslocou à Madeira em busca dos votos que precisa para as directas e eventualmente deve ter calculado os constrangimentos por que ia passar e os sapos que teria de engolir em troca de um terço dos votantes para as eleições do novo líder do PSD.
Feitas as contas, é possível que venha a obtê-los com o apoio do Cacique-Mor, mas a que preço...
Muito mal lhe correm as coisas para aguentar tamanha humilhação.
Por outro lado, foi bom saber que finalmente alguém resolveu chamar os bois pelo nome e afrontar de frente e de caras o despautério chantagista, corruptor e cobarde que medram por aquelas paragens. Ele é o novo líder socialista na Madeira, de seu nome João Carlos Gouveia, que está a levar muito a sério aquilo qu ele chama de passos para a independência que está a ser trilhado pelos A. João e seus títeres.
Quando é que o Poder Central, Cavaco incluso, resolve acabar de vez com o regabofe, e sim, PÔR NA ORDEM as leis da República na Madeira, antes de ser obrigado a ter de mandar o exército contra a FLAMA?
Estão à espera que proclame primeiro a independência? É que o efeito " libertador " da cachaça tem por vezes contornos inesperados e com A. João nunca se sabe...
domingo, julho 29, 2007
COISAS E LOUSAS...
Gasset, um dos maiores visionários europeus e para mim um dos precursores da Ideia da Europa como uma entidade global de estados federados, analisando os fundamentos da LIDERANÇA política numa Europa pós II G. G. concluia que ela nunca se deveria apoiar-se no poder material ( força das armas ) nem na coacção económica.
Citando exemplos históricos, pela positiva, o Império Romano e pela negativa o Império napoleónico, que apesar do aviso do seu Ministro Talleyrand " Com as bainetas, Sire, pode-se fazer tudo menos uma coisa; sentarmo-nos em cima delas " ,nunca chegou a mandar um dia que seja nos estados invadidos.
Eis-nos em pleno século XXI e comparando as campanhas bélicas das últimas Administrações Americanas, do Vietnam ao Afeganistão e Iraque, sabe-se, parafraseando Ortega, que nunca nenhuma delas se " sentou " na liderança desses países invadidos.
Nas sociedades, continuamos com Gasset, só há ordem ( revolucionária, fundamentalista semi-democrática ou democrática ) quando existe uma OPINIÃO democrática ( no seu sentido lato, acrescento eu ).
E o que é uma opinião democrática? É a opinião que se baseia, em primeiro lugar na aceitação de uma Autoridade por nós sufragada e que se transforma numa opinião Pública.
Acontece que a opinião pública, a existir, nos países onde existe, é um privilégio de Nações, adultas em formação, informação, educação, moralidade.
Nos países em que a " opinião pública " está baseada no eco dos Media, reactiva e negligente, a puerilidade que acompanha a " digestão " dos factos apresentados molda, nessa situação, o gosto pela mesquinhez, pela intriga, pelo voyeurismo e... nivelamentos pela mediocridade.
Não é de admirar portanto, o aparente divórcio entre eleitores e eleitos na sociedade Ocidental.
A não existência, de facto, de uma Opinião Pública ( na minha opinião ela não existe onde não há uma vida pública, que na Europa está em decadência ),explica como a deriva ditatorial dos condicionalismos dos Media, escravos do prime share da primeira página e da pressão editorial, está a moldar, com pobres fundamentos a visão global do Zés- Povinhos do Globo.
Actualmente em Portugal, " o que está a dar " é o anti-socratismo. Para dizer a verdade, não está a dar em nada, mas a moda do anti-poder que os Media crêem alimentar não tem, irónicamente, Eco junto da população. Primeiro pela incapacidade de formulações criticas consistentes e pelo abandono da responsabilidade cívica, perdida na anarquia toleimosa e infantil do NÃO porque sim e que não acrescenta nenhuma mais -valia à capacidade de análise pelos cidadãos do que o Governo que eles elegeram com maioria absoluta está a fazer de positivo para o futuro.
Gasset, um dos maiores visionários europeus e para mim um dos precursores da Ideia da Europa como uma entidade global de estados federados, analisando os fundamentos da LIDERANÇA política numa Europa pós II G. G. concluia que ela nunca se deveria apoiar-se no poder material ( força das armas ) nem na coacção económica.
Citando exemplos históricos, pela positiva, o Império Romano e pela negativa o Império napoleónico, que apesar do aviso do seu Ministro Talleyrand " Com as bainetas, Sire, pode-se fazer tudo menos uma coisa; sentarmo-nos em cima delas " ,nunca chegou a mandar um dia que seja nos estados invadidos.
Eis-nos em pleno século XXI e comparando as campanhas bélicas das últimas Administrações Americanas, do Vietnam ao Afeganistão e Iraque, sabe-se, parafraseando Ortega, que nunca nenhuma delas se " sentou " na liderança desses países invadidos.
Nas sociedades, continuamos com Gasset, só há ordem ( revolucionária, fundamentalista semi-democrática ou democrática ) quando existe uma OPINIÃO democrática ( no seu sentido lato, acrescento eu ).
E o que é uma opinião democrática? É a opinião que se baseia, em primeiro lugar na aceitação de uma Autoridade por nós sufragada e que se transforma numa opinião Pública.
Acontece que a opinião pública, a existir, nos países onde existe, é um privilégio de Nações, adultas em formação, informação, educação, moralidade.
Nos países em que a " opinião pública " está baseada no eco dos Media, reactiva e negligente, a puerilidade que acompanha a " digestão " dos factos apresentados molda, nessa situação, o gosto pela mesquinhez, pela intriga, pelo voyeurismo e... nivelamentos pela mediocridade.
Não é de admirar portanto, o aparente divórcio entre eleitores e eleitos na sociedade Ocidental.
A não existência, de facto, de uma Opinião Pública ( na minha opinião ela não existe onde não há uma vida pública, que na Europa está em decadência ),explica como a deriva ditatorial dos condicionalismos dos Media, escravos do prime share da primeira página e da pressão editorial, está a moldar, com pobres fundamentos a visão global do Zés- Povinhos do Globo.
Actualmente em Portugal, " o que está a dar " é o anti-socratismo. Para dizer a verdade, não está a dar em nada, mas a moda do anti-poder que os Media crêem alimentar não tem, irónicamente, Eco junto da população. Primeiro pela incapacidade de formulações criticas consistentes e pelo abandono da responsabilidade cívica, perdida na anarquia toleimosa e infantil do NÃO porque sim e que não acrescenta nenhuma mais -valia à capacidade de análise pelos cidadãos do que o Governo que eles elegeram com maioria absoluta está a fazer de positivo para o futuro.
quinta-feira, julho 26, 2007
quinta-feira, julho 19, 2007
DERRAPAGENS...
A companhia aérea angolana TAAG viu os seus voos proibidos sobre o espaço aéreo europeu por razões de segurança. Aparentemente não cumpria, reiteradamente as normas que regulam a aviação aérea internacional.
Até ver, o copo entornou quando um veterano piloto angolano aos comandos de um Boeing 737, entrou em derrapagem num aeroporto francês. Aparentemente o piso escorregadio, normalmente uma das causas das derrapagens, não terá sido levado emn consideração na análise do acidente. Por coincidência, em tempos o mesmo piloto teria passado, no mesmo aeroporto, por uma situação semelhante, o que motivou o seu afastamento, durante a fase do inquérito, das rotas europeias.
Num dos principais aeroportos internacionais - o de S. Paulo - ocorreu uma derrapagem épica, com consequências devastadoras - centenas de vítimas.
Conduzia o Boeing da Panam outro piloto veterano.
Uma das primeiras medidas adoptadas pelas autoridades aéreas foi o encerramento da pista e a abertura de um inquérito sobre as SUAS condições de segurança em dias de chuva. Ninguém proibiu a Panam de voar. Diferenças...
Falo disso porque, no caso angolano desconfio que o visado terá sido o piloto, aparentemente considerado incompetente e que a TAAG apanhou por tabela.
A companhia aérea angolana TAAG viu os seus voos proibidos sobre o espaço aéreo europeu por razões de segurança. Aparentemente não cumpria, reiteradamente as normas que regulam a aviação aérea internacional.
Até ver, o copo entornou quando um veterano piloto angolano aos comandos de um Boeing 737, entrou em derrapagem num aeroporto francês. Aparentemente o piso escorregadio, normalmente uma das causas das derrapagens, não terá sido levado emn consideração na análise do acidente. Por coincidência, em tempos o mesmo piloto teria passado, no mesmo aeroporto, por uma situação semelhante, o que motivou o seu afastamento, durante a fase do inquérito, das rotas europeias.
Num dos principais aeroportos internacionais - o de S. Paulo - ocorreu uma derrapagem épica, com consequências devastadoras - centenas de vítimas.
Conduzia o Boeing da Panam outro piloto veterano.
Uma das primeiras medidas adoptadas pelas autoridades aéreas foi o encerramento da pista e a abertura de um inquérito sobre as SUAS condições de segurança em dias de chuva. Ninguém proibiu a Panam de voar. Diferenças...
Falo disso porque, no caso angolano desconfio que o visado terá sido o piloto, aparentemente considerado incompetente e que a TAAG apanhou por tabela.
domingo, julho 15, 2007
ELEIÇÕES PARA A CÂMARA DE LISBOA
SÓ UMAS PEQUENAS CONSIDERAÇÕES.... SÃO 20:48 E AS PROJECÇÕES INDICAM QUE CIDADÃOS RESPONSÁVEIS FORAM A VOTOS PARA DEFINIR A NOVA POLÍTICA QUE QUEREM VER IMPLEMENTADA NA SUA CIDADE E QUE VÃO ELEGER, PARA MIM O MELHOR CANDIDATO, ANTÓNIO COSTA PARA PRESIDENTE DO MUNICIPIO LISBOETA.
O CIVISMO DO POVO PORTUGUÊS,TÃO GLOSADO PELOS CANDIDATOS A ELEIÇÕES, DESTA VEZ FOI MANDADO ÀS MALVAS E NEM AS DESCULPAS ( !!!!? ) DE COSTUME ( BOM TEMPO DE PRAIA ) SERVIRÃO DE PALIATIVO PARA ESSA GROTESCA DESERÇÃO DE OBRIGAÇÃO CÍVICA REPRESENTADA POR 62% DE RENÚNCIA.
LAMENTÁVEL VISÃO DE UMA COMUNIDADE TÃO LESTA A EXIGIR DIREITOS E TÃO NEGLIGENTE A EXERCER AS SUAS OBRIGAÇÕES CÍVICAS.
SÓ UMAS PEQUENAS CONSIDERAÇÕES.... SÃO 20:48 E AS PROJECÇÕES INDICAM QUE CIDADÃOS RESPONSÁVEIS FORAM A VOTOS PARA DEFINIR A NOVA POLÍTICA QUE QUEREM VER IMPLEMENTADA NA SUA CIDADE E QUE VÃO ELEGER, PARA MIM O MELHOR CANDIDATO, ANTÓNIO COSTA PARA PRESIDENTE DO MUNICIPIO LISBOETA.
O CIVISMO DO POVO PORTUGUÊS,TÃO GLOSADO PELOS CANDIDATOS A ELEIÇÕES, DESTA VEZ FOI MANDADO ÀS MALVAS E NEM AS DESCULPAS ( !!!!? ) DE COSTUME ( BOM TEMPO DE PRAIA ) SERVIRÃO DE PALIATIVO PARA ESSA GROTESCA DESERÇÃO DE OBRIGAÇÃO CÍVICA REPRESENTADA POR 62% DE RENÚNCIA.
LAMENTÁVEL VISÃO DE UMA COMUNIDADE TÃO LESTA A EXIGIR DIREITOS E TÃO NEGLIGENTE A EXERCER AS SUAS OBRIGAÇÕES CÍVICAS.
sábado, julho 14, 2007
AS SELECÇÕES DOS PUTOS
Acho que já chegou a altura de retirar o comando da selecção dos " putos " das mãos de quem tem provado ser completamente incompetente na sua formação e direcção.
O nacional porreirismo não pode ser um método de trabalho do responsável máximo das selecções, de seu nome Scolari, porque corre o risco de ser arrastado na falta de autoridade que normalmente só a incompetência produz.
Couceiro já provou à saciedade que é um mau treinador. Nem vale a pena mencionar as oportunidades que já teve para fazer algo que se veja. Portanto, o seu afastamento do contacto com as selecções tornou-se uma obrigação, que na minha opinião até devia ser expressa, tanto pela Federação como pelo Scolari. Enganaram-se, pois, e devem dizê-lo públicamente.
Acho que já chegou a altura de retirar o comando da selecção dos " putos " das mãos de quem tem provado ser completamente incompetente na sua formação e direcção.
O nacional porreirismo não pode ser um método de trabalho do responsável máximo das selecções, de seu nome Scolari, porque corre o risco de ser arrastado na falta de autoridade que normalmente só a incompetência produz.
Couceiro já provou à saciedade que é um mau treinador. Nem vale a pena mencionar as oportunidades que já teve para fazer algo que se veja. Portanto, o seu afastamento do contacto com as selecções tornou-se uma obrigação, que na minha opinião até devia ser expressa, tanto pela Federação como pelo Scolari. Enganaram-se, pois, e devem dizê-lo públicamente.
sexta-feira, julho 13, 2007
CARTA ABERTA a um jornalista
A propósito da sua crónica na " Única " de 13 /7, e no seguimento das minhas críticas aos jornalistas de Portugal, aproveito para lhe pôr em consideração o seguinte:
No jornalismo, como em todas as profissões, há ( deveria haver ) uma componente cívica sempre presente. Essa componente cívica prende-se, no que diz respeito aos jornalistas, à obrigação de competência ( conhecimento da lingua veiculada ), rigor ( ausência de má - fé intelectual ), cidadania ( obrigação moral e profissional de " promover ( bons ) hábitos culturais, como fazemos com os nossos filhos e amigos, não?, no sentido de melhorar a ili teracia dos cidadãos ), e por último e mais importante, CORAGEM ( na defesa dos seus conteúdos ) .
Infelizmente, poucos jornalistas em Portugal teriam a coragem da pivot Mika Brzezinskida MS NBC, de se recusar a abrir um telejornal com a trivialidade da saída da cadeia de Paris Hilton ou de, em Portugal com o nome da nova namorada de C. Ronaldo.
Este problema da coragem é importante porque está intimamente ligado à competência de quem diz não. Só a mediocridade se acomoda ao protelamento dos principios ( profissionais , morais e outros ) em nome de protecções ( alibis ) várias, do emprego, da família, dos amigos, etc, etc.
Em Portugal, figuras de coragem como M.S.Tavares, Inês Pedrosa, Pacheco Pereira, Clara Ferreira Alves, entre poucos outros, como B.Bastos, V.J.Silva, não abundam e a diferença que fazem entre " fazer fretes" e serem jornalistas, reduz a massa dos funcionários da Comunicação Social a essa expressão mais simples: funcionários, robots, paus - mandados, incompetentes por inerência, venais por cobardia, analfabetos por má formação, incultos por defeito próprio, intriguistas por defeito de carácter, neutros por ausência de formação educativa e cívica.
Por isso, meu caro J. A .Carvalho, o problema não está na politização das noticias, porque toda a noticia é politica e passível de interpretação política. Acontece, por outro lado, que o papel dos jornalistas não se deveria esgotar na informação. Tem que ser também ele, FORMATIVO, e daí a importância de Ouvir e Ler as pessoas mencionadas atrás; também é isso ( a credibilidade ) que me fará parar e ler a sua crónica QuemTV.
Só uma revisão urgente como diz vos melhorará e por arrasto, também os nossos cidadãos. Mas também, se me permite, tenho um conselho: reflicta melhor ( já que este assunto, para si apolítico, o perturba ) sobre o papel dos jornalistas e pondere o contributo que devem dar à sociedade para além da informação, já que a NET o faz melhor como sabe, como savana de liberdade e livre expressão que é.
Quero crer que, desculpe a impertinência, se sente frustrado, ( para mim com razão ) do seu papel que hoje representa como jornalista na função que actualmente exerce e do eco que sente, sentirá? do que faz
Creia que isso é um bom sintoma...
Sem agravo, de um leitor atento.
A propósito da sua crónica na " Única " de 13 /7, e no seguimento das minhas críticas aos jornalistas de Portugal, aproveito para lhe pôr em consideração o seguinte:
No jornalismo, como em todas as profissões, há ( deveria haver ) uma componente cívica sempre presente. Essa componente cívica prende-se, no que diz respeito aos jornalistas, à obrigação de competência ( conhecimento da lingua veiculada ), rigor ( ausência de má - fé intelectual ), cidadania ( obrigação moral e profissional de " promover ( bons ) hábitos culturais, como fazemos com os nossos filhos e amigos, não?, no sentido de melhorar a ili teracia dos cidadãos ), e por último e mais importante, CORAGEM ( na defesa dos seus conteúdos ) .
Infelizmente, poucos jornalistas em Portugal teriam a coragem da pivot Mika Brzezinskida MS NBC, de se recusar a abrir um telejornal com a trivialidade da saída da cadeia de Paris Hilton ou de, em Portugal com o nome da nova namorada de C. Ronaldo.
Este problema da coragem é importante porque está intimamente ligado à competência de quem diz não. Só a mediocridade se acomoda ao protelamento dos principios ( profissionais , morais e outros ) em nome de protecções ( alibis ) várias, do emprego, da família, dos amigos, etc, etc.
Em Portugal, figuras de coragem como M.S.Tavares, Inês Pedrosa, Pacheco Pereira, Clara Ferreira Alves, entre poucos outros, como B.Bastos, V.J.Silva, não abundam e a diferença que fazem entre " fazer fretes" e serem jornalistas, reduz a massa dos funcionários da Comunicação Social a essa expressão mais simples: funcionários, robots, paus - mandados, incompetentes por inerência, venais por cobardia, analfabetos por má formação, incultos por defeito próprio, intriguistas por defeito de carácter, neutros por ausência de formação educativa e cívica.
Por isso, meu caro J. A .Carvalho, o problema não está na politização das noticias, porque toda a noticia é politica e passível de interpretação política. Acontece, por outro lado, que o papel dos jornalistas não se deveria esgotar na informação. Tem que ser também ele, FORMATIVO, e daí a importância de Ouvir e Ler as pessoas mencionadas atrás; também é isso ( a credibilidade ) que me fará parar e ler a sua crónica QuemTV.
Só uma revisão urgente como diz vos melhorará e por arrasto, também os nossos cidadãos. Mas também, se me permite, tenho um conselho: reflicta melhor ( já que este assunto, para si apolítico, o perturba ) sobre o papel dos jornalistas e pondere o contributo que devem dar à sociedade para além da informação, já que a NET o faz melhor como sabe, como savana de liberdade e livre expressão que é.
Quero crer que, desculpe a impertinência, se sente frustrado, ( para mim com razão ) do seu papel que hoje representa como jornalista na função que actualmente exerce e do eco que sente, sentirá? do que faz
Creia que isso é um bom sintoma...
Sem agravo, de um leitor atento.
segunda-feira, julho 09, 2007
SALAZAR E SÓCRATES...
O SR. PROF.DOUTOR Henrique da Silveira, distinto leccionador do IST, do qual desconheço ( ignorância minha, definitivamente ) qualquer feito digno de nota no sentido de tornar melhor este País, do qual agora passo a conhecer as procupações, produziu no seu espaço de liberdade crítica, o seu blogue critico musical.blogspot.pt , um exercício, no mínimo revelador do estado em que ainda se encontra o espírito democrático em certas franjas de Portugal.
Chamou-o, ao exercício ( suf. -- , é a minha nota ) Salazar e Sócrates.
Confesso que a pobreza da redacção, do discurso bafient0 e corporativo não precisou de me guiar até ao fim para concluir do mal - estar que atravessa a sociedade portuguesa, não só a representada pelo feroz ataque corporativista de que não há memória em Portugal, ( nem o seu inventor - Salazar faria melhor ) como a outra, a dos privilégios apossados num tempo de lutas que se queriam solidárias, patrióticas.
Para o SR. DR. PROF. Henrique da Silveira, a coisa resume-se a isso: Sócrates um engenheiro trôpego, não licenciado no OLIMPO da IST, não merece o direito de ser arrogante e determinado porque issso é um privilégio que só Salazar e eventuais admiradores, tão brilhantes como ele o foi podia autorizar-se.
Ele mesmo o disse " Apesar das diferenças prefiro claramente o ditador de Santa Comba ". É claro que não é preciso coragem NENHUMA para o dislate e despudor, actualmente. A coragem, essa exigia-se nos tempos de tão encarecida saudade por parte do SR. DR. PROF. Silveira.
É claro que ele não pode, no decurso da sua actividade como funcionário do Estado, em frente dos seus alunos botar este tipo de discurso. E PORQUÊ?
Eu já tinha reparado que a prática governativa de Sócrates estava a pôr muitas carecas à mostra e a demonstrar que o conceito que sobre a Democracia tem muita gente é um bocado surrealista, ou seja - Rejeita-se o socialismo e ao mesmo tempo as estruturas que devem nortear o tão querido liberalismo e quer-se que a sociedade funcione em socialismo virtual para a ralé e laissez- faire para os negócios. HIPOCRISIA, claro!
P. S. Palavra de honra que não estou à espera de nenhuma migalha por parte do Governo que não me conhece de lado algum, nem nutro especial predilecção pelo poder, como um anarquista convicto que sou.
A verdade é que acho que as pessoas, a começar pela parola e provinciana elite portuguesa, não têm problemas com o Sócrates, mas sim com aquilo com que enchem a boca e os ouvidos dos outros parolos - a maltratada DEMOCRACIA
O SR. PROF.DOUTOR Henrique da Silveira, distinto leccionador do IST, do qual desconheço ( ignorância minha, definitivamente ) qualquer feito digno de nota no sentido de tornar melhor este País, do qual agora passo a conhecer as procupações, produziu no seu espaço de liberdade crítica, o seu blogue critico musical.blogspot.pt , um exercício, no mínimo revelador do estado em que ainda se encontra o espírito democrático em certas franjas de Portugal.
Chamou-o, ao exercício ( suf. -- , é a minha nota ) Salazar e Sócrates.
Confesso que a pobreza da redacção, do discurso bafient0 e corporativo não precisou de me guiar até ao fim para concluir do mal - estar que atravessa a sociedade portuguesa, não só a representada pelo feroz ataque corporativista de que não há memória em Portugal, ( nem o seu inventor - Salazar faria melhor ) como a outra, a dos privilégios apossados num tempo de lutas que se queriam solidárias, patrióticas.
Para o SR. DR. PROF. Henrique da Silveira, a coisa resume-se a isso: Sócrates um engenheiro trôpego, não licenciado no OLIMPO da IST, não merece o direito de ser arrogante e determinado porque issso é um privilégio que só Salazar e eventuais admiradores, tão brilhantes como ele o foi podia autorizar-se.
Ele mesmo o disse " Apesar das diferenças prefiro claramente o ditador de Santa Comba ". É claro que não é preciso coragem NENHUMA para o dislate e despudor, actualmente. A coragem, essa exigia-se nos tempos de tão encarecida saudade por parte do SR. DR. PROF. Silveira.
É claro que ele não pode, no decurso da sua actividade como funcionário do Estado, em frente dos seus alunos botar este tipo de discurso. E PORQUÊ?
Eu já tinha reparado que a prática governativa de Sócrates estava a pôr muitas carecas à mostra e a demonstrar que o conceito que sobre a Democracia tem muita gente é um bocado surrealista, ou seja - Rejeita-se o socialismo e ao mesmo tempo as estruturas que devem nortear o tão querido liberalismo e quer-se que a sociedade funcione em socialismo virtual para a ralé e laissez- faire para os negócios. HIPOCRISIA, claro!
P. S. Palavra de honra que não estou à espera de nenhuma migalha por parte do Governo que não me conhece de lado algum, nem nutro especial predilecção pelo poder, como um anarquista convicto que sou.
A verdade é que acho que as pessoas, a começar pela parola e provinciana elite portuguesa, não têm problemas com o Sócrates, mas sim com aquilo com que enchem a boca e os ouvidos dos outros parolos - a maltratada DEMOCRACIA
domingo, julho 08, 2007
Da Democracia e da livre expressão...
Palavra que me sinto defraudado pelo despudor que grassa últimamente pela comunicação social e derivados, ( até o clero entrou agoara na dança da manipulação) inclusive neste espaço da blogosfera, da noção primária que muuuuita gente tem da Democracia, da autoridade do Estado e da livre expressão que tanto glosam e são incapazes de a praticar olhos nos olhos com os " chefes " directos.
A incapacidade da Oposição em ter uma politica credível e alternativa, dentro do sistema liberal que glorificamos, tem alimentado, por puro oportunismo politico, uma polémica desajustada e absurda sobre as " manifestas intenções do socratismo de criar um Estado totalitário ".
Já não há nenhum discurso oficial, feito por A, B ou C, ou por a, b ou c, nenhuma acção de A, B ou C ou de a, b, ou c, que não passe por um estreito crivo de filtragem na descoberta de intenções malévolas de controle autoritário.
Passando por cima e baseando-me nos últimos casos conhecidos de suposta deriva anti - democrática,deixo uma pergunta: - Em que País do mundo, democrático ou não,se permite a um funcionário do Estado,seja de categoria A ou a, no exercício das suas funções, criticar livre e alarvemente o Estado através dos seus representantes eleitos?
Não confundir o excesso de zelo de alguns zelotas,dentro do Governo a espaços, que sempre os houve, com directivas governamentais,também é um exercício saudável para um democrata, labirintico para muita gente, mas mesmo assim de aconselhar a muitos alarmistas que por aí pululam.
Palavra que me sinto defraudado pelo despudor que grassa últimamente pela comunicação social e derivados, ( até o clero entrou agoara na dança da manipulação) inclusive neste espaço da blogosfera, da noção primária que muuuuita gente tem da Democracia, da autoridade do Estado e da livre expressão que tanto glosam e são incapazes de a praticar olhos nos olhos com os " chefes " directos.
A incapacidade da Oposição em ter uma politica credível e alternativa, dentro do sistema liberal que glorificamos, tem alimentado, por puro oportunismo politico, uma polémica desajustada e absurda sobre as " manifestas intenções do socratismo de criar um Estado totalitário ".
Já não há nenhum discurso oficial, feito por A, B ou C, ou por a, b ou c, nenhuma acção de A, B ou C ou de a, b, ou c, que não passe por um estreito crivo de filtragem na descoberta de intenções malévolas de controle autoritário.
Passando por cima e baseando-me nos últimos casos conhecidos de suposta deriva anti - democrática,deixo uma pergunta: - Em que País do mundo, democrático ou não,se permite a um funcionário do Estado,seja de categoria A ou a, no exercício das suas funções, criticar livre e alarvemente o Estado através dos seus representantes eleitos?
Não confundir o excesso de zelo de alguns zelotas,dentro do Governo a espaços, que sempre os houve, com directivas governamentais,também é um exercício saudável para um democrata, labirintico para muita gente, mas mesmo assim de aconselhar a muitos alarmistas que por aí pululam.
quinta-feira, julho 05, 2007
DA ALMA CRIOLA E DA MESTIÇAGEM...
Desconheço o grau académico de SARA TAVARES ( como se isso justificasse o que se segue ) mas alegria que ela me tem dado no que diz e faz tem sido reconfortante. Neste mundo de desertos culturais, da sua e nossa geração, foi-me grato ouvi - la, senti - la, compreender- lhe o discurso, imbuído de uma sensibilidade rara na abordagem da sua formação como mulher e como artista.
Desconheço o grau académico de SARA TAVARES ( como se isso justificasse o que se segue ) mas alegria que ela me tem dado no que diz e faz tem sido reconfortante. Neste mundo de desertos culturais, da sua e nossa geração, foi-me grato ouvi - la, senti - la, compreender- lhe o discurso, imbuído de uma sensibilidade rara na abordagem da sua formação como mulher e como artista.
UNIVERSIDADES:::
PAIRANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS
Confesso que o mundo universitário sempre me fascinou. A razão do encantamento prende-se à minha curiosidade infinita de CONHECIMENTO, do nosso percurso histórico, da evolução da nossa racionalidade e do aprofundamento da nossa estupidez...
Em tempos, Allan Bloom queixava-se da aridez e da incultura dos alunos e mestres universitários americanos e perguntava... " Que imagem apresenta hoje uma faculdade ou uma universidade de primeira categoria a um adolescente que sai de casa pela primeira vez, para a aventura de uma educação liberal? "
" Tem quatro, cinco anos para se descobrir... neste curto espaço de tempo que existe um vasto mundo para além do pequeno que ele conhece, experimentar a sua alegria e digeri- la o bastante para se aguentar nos " baldios intelectuais " que está destinado a atravessar ".
E continuava... " a importância desses anos não pode ser subestimada; eles são a única oportunidade de civilização que chega até ele.
"É claro que durante esses perdidos anos de sucessivas e mal sucedidas reformas educativas, com avanços e recuos, ao sabor das marés políticas, nunca se apresentou ao aluno o alcance dessa fase tão encantada da sua vida onde o saber nunda deveria ter como inimiga a especialização "
SÓ UMA PERGUNTA... No fim de contas, o que é que identifica a UNIVERSIDADE? Para que serve?
Confesso que o mundo universitário sempre me fascinou. A razão do encantamento prende-se à minha curiosidade infinita de CONHECIMENTO, do nosso percurso histórico, da evolução da nossa racionalidade e do aprofundamento da nossa estupidez...
Em tempos, Allan Bloom queixava-se da aridez e da incultura dos alunos e mestres universitários americanos e perguntava... " Que imagem apresenta hoje uma faculdade ou uma universidade de primeira categoria a um adolescente que sai de casa pela primeira vez, para a aventura de uma educação liberal? "
" Tem quatro, cinco anos para se descobrir... neste curto espaço de tempo que existe um vasto mundo para além do pequeno que ele conhece, experimentar a sua alegria e digeri- la o bastante para se aguentar nos " baldios intelectuais " que está destinado a atravessar ".
E continuava... " a importância desses anos não pode ser subestimada; eles são a única oportunidade de civilização que chega até ele.
"É claro que durante esses perdidos anos de sucessivas e mal sucedidas reformas educativas, com avanços e recuos, ao sabor das marés políticas, nunca se apresentou ao aluno o alcance dessa fase tão encantada da sua vida onde o saber nunda deveria ter como inimiga a especialização "
SÓ UMA PERGUNTA... No fim de contas, o que é que identifica a UNIVERSIDADE? Para que serve?
domingo, julho 01, 2007
AFEGANISTÃO - IRAQUE - PALESTINA...
" O combate é, originalmente, a expressão do sentimento hostil, mas nos nossos grandes combates, a que chamamos Guerras, o sentimento hostil converte-se muitas vezes numa mera visão hostil. Habitualmente, não existe num indivíduo um sentimento hostil inato para com outro indivíduo. Todavia, o combate nunca se dá sem que esses sentimentos sejam postos em actividade. O ódio nacional, raramente ausente nas nossas guerras, é um substituto à hostilidade pessoal, de indivíduo para indivíduo......" - Da natureza da Guerra - CLAUSEWITZ
Não nos admiramos pois, com as dificuldades que as forças aliadas estão a encontrar por aquelas paragens. O atiçamento do ódio por aqueles que pensam de maneira diferente, em crenças religiosas, políticas e eventualmente económicas por parte dos nossos jovens, entra em contradição com o que desde cedo o nosso sistema democrático lhes ensinou.
Do outro lado, as condições que permitem o alimentar dos sentimentos de resistência, do ódio justificado pelo desprezo das suas convicções do lado dos oponentes, têm sido sistemáticamente criados pelo Ocidente desde os meados do século XX.
Tem sido, pois, impossível criar o ódio do lado de cá e os fracassos acumulam-se, do VIETNAM ao AFEGANISTÃO passando pelo IRAQUE e o IRÃO.
..." De uma mente irresponsável, imaginativa e inexperiente, e de um entendimento sagaz e calmo, esperam-se coisas diferentes..."
Tenhamos esperança na projecção de novos e competentes líderes neste dealbar do século XXI e que a estupidez política se torne um anacronismo mental que se esgote em si mesma, sem consequências.
" O combate é, originalmente, a expressão do sentimento hostil, mas nos nossos grandes combates, a que chamamos Guerras, o sentimento hostil converte-se muitas vezes numa mera visão hostil. Habitualmente, não existe num indivíduo um sentimento hostil inato para com outro indivíduo. Todavia, o combate nunca se dá sem que esses sentimentos sejam postos em actividade. O ódio nacional, raramente ausente nas nossas guerras, é um substituto à hostilidade pessoal, de indivíduo para indivíduo......" - Da natureza da Guerra - CLAUSEWITZ
Não nos admiramos pois, com as dificuldades que as forças aliadas estão a encontrar por aquelas paragens. O atiçamento do ódio por aqueles que pensam de maneira diferente, em crenças religiosas, políticas e eventualmente económicas por parte dos nossos jovens, entra em contradição com o que desde cedo o nosso sistema democrático lhes ensinou.
Do outro lado, as condições que permitem o alimentar dos sentimentos de resistência, do ódio justificado pelo desprezo das suas convicções do lado dos oponentes, têm sido sistemáticamente criados pelo Ocidente desde os meados do século XX.
Tem sido, pois, impossível criar o ódio do lado de cá e os fracassos acumulam-se, do VIETNAM ao AFEGANISTÃO passando pelo IRAQUE e o IRÃO.
..." De uma mente irresponsável, imaginativa e inexperiente, e de um entendimento sagaz e calmo, esperam-se coisas diferentes..."
Tenhamos esperança na projecção de novos e competentes líderes neste dealbar do século XXI e que a estupidez política se torne um anacronismo mental que se esgote em si mesma, sem consequências.
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