A narrativa histórica está sempre refém da " credibilidade " do narrador e NUNCA dos sujeitos da História, independentemente das concepções que A interpreta enfatizando o individual ou o colectivo.
A interpretação " interesseira " da História feita pelos políticos não " enforma " a História nem A " deforma "; fá -LA - ia, em princípio, em conjunto com o colectivo que os pôs na liderança de uma " específica " realidade,com uma definição interpretativa que as projecções políticas, truísticamente " deformadoras ", exigem.
Num tempo em que a " tempestade " social, económica e política criada pela Cleptocracia financeira, hoje sujeito da História, enquanto criador de " factos " que marcam a narrativa das nações, reduzir a marcha da História ao intérprete Sócrates, mesmo com a determinação e o protagonismo nunca enjeitado com que " enfrentou ", em cumplicidade democrática, pois claro, um país preso culturalmente aos seus atavismos, e a uma " urdidura " conceptual, bastamente denunciada pelos não-cúmplices dos FACTOS, aos quais se exigiria uma cumplicidade activa e carrillada, ao martelo demolidor de THOR, é obra.
Quando Carrillo fala de " erros de governação " está a referir - se a quê? Subtraindo à sua opinião e é disso que se trata,o conjunto de circunstâncias que acompanharam e moldaram, quase diàriamente esses dois anos de governação socialista num espaço conservador e reaccionário como o é a Europa hoje,é de uma desonestidade intelectual desinteressante a que a sua condição de " filósofo " traiu.
Do seu a seu dono, a avaliação " temporalizada " dos mandatos PS e das suas lideranças, essas sim históricamente escrutináveis, que nenhuma azia existencial ou política desmerecerá o seu contributo, REPITO E SUBLINHO, dentro do sistema e regime onde se exercitaram, será feita um dia, consoante as concepções da História veiculadas pelos seus narradores e quiçá pelos seus intérpretes.
Os " estados de alma ", como os que últimamente Carrillo tem dado à estampa, deveriam ser sempre registadas como confissões e não como análises, deformadoras de factos, que como qualquer filósofo sabe, resultaria SEMPRE na interpretação de um REAL, não necessária e relativamente subjectiva mas inserida num contexto, nunca negligenciável, de uma objectividade, essa sim mensurável e posto em números, ou actos, ou discurso. Os economistas usam este método...;a Realidade, outro...
Acontece, porém, que a Política deve estar para além e é muito mais do que ISSO.
O " quietismo ", mesmo que inquisitivo, não substituirá JAMAIS a Acção, mesmo que tentada e falhada.
A
sábado, abril 16, 2011
SINGULARIDADES...
Teixeira dos Santos, o Ministro das Finanças do Estado Português tem TODAS AS RAZÕES para andar de cara fechada.
Aos poucos vai - se tornando cada vez mais claro que Portugal estava " marcado " pela pirataria financeira, ( nas palavras felizes de um dirigente líbio, a propósito do congelamento dos seus depósitos pelos governos ocidentais )como a próxima vítima do Capital financeiro no obsceno jogo de roleta com que se compraz em desfastio e alarvidade.
Nesse meio amoral, de vez em quando tropeçamos, surpresos mas não ingénuos,com posições no mínimo singulares como a manifestada pelo economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard,contra as pretensões de Bruxelas(!|!!???) que defendendo juros baixos para o empréstimo suscitado pelo pedido de ajuda externa de um país que procurava SÓZINHO, resolver os problemas que lhe eram impostas pela demência que se apoderou do Mercado por via da Globalização,dizia que " estes programas ( de resgate ) estão a ser muito bons negócios para os países que emprestam dinheiro ..."...
Está tudo muito claro. A Europa, como se viu no caso da Grécia, ( pouco importam as tentativas falhadas e os erros cometidos na " transformação " de uma cultura de séculos por outros paradigmas que uma territorialidade interiorizou fundo na alma grega, irlandesa ou portuguesa, espanhola ou italiana ) Irlanda e agora Portugal e quiçá Espanha, Itália, vai - se revelando como um cínico projecto de controlo e poder, exercido por uma mentalidade fria e fechada onde a " alegria de viver " se reduz à sorumbática hibernação que a latitude impõe nos biorrítmos nórdicos.
Este choque de culturas ( não, não há uma Cultura Europeia, como a história das suas nações atesta. Há sim, uma Cultura Mediterrânica e um mundo descoberto e habitado por ELA e as outras...) difícilmente resultaria e difícilmente resultará num espaço que hoje só tem uma coisa em comum - o EURO, o vil metal.
quarta-feira, abril 13, 2011
POR ONDE PÁRA O ORGULHO NACIONAL?
Relendo C.Ferreira Alves in " Rebranding Portugal " (Expresso/Única 9/4/11), onde, entre considerações patetas de alguns dos nossos " irmãos " brasileiros, que de PIGS, onde hoje nos encontramos passaram a PRIC's e já g(l)osam uma anexação do velho e depauperado pai,não pude deixar de fazer um paralelismo com a situação portuguesa relatada por Pilar Vásquez Cuesta em A Língua e Culturas portuguesas no tempo dos Filipes e a " preparação ", consciente do que a elite lusitana de então fez em prol da anexação de Portugal por Castela.
As " massas ", essas foram aliciadas e amolecidas à custa de uma diglossia militante difundida com o apadrinhamento e cumplicidade activa dos dramaturgos nacionais e de grupos de saltimbancos do outro lado.
A nobreza, deslumbrada com o brilho da Corte espanhola e as prebendas patrimoniais que a lealdade pressupunha já estava " pronta " há décadas atrás. O Comércio, exultava...
No Portugal de hoje, o acordo ortográfico, acompanhado da massificação telenovelesca brasileira, são sintomas de uma lassidão cultural e psicológica no corpo identitário luso, que antecedido pelo fatalismo redutor pós - colonial que devolveu o País às suas fronteira originais, " encolheu " o indivíduo a uma formatação caracteriológica onde a recusa do livre-arbítrio foi substituída por um " estado de consciência" que formalizou a Liberdade reconquistada no 25 de Abril numa orfandade mítica, onde a protecção, representada pelas botas de Salazar,lhes foi suprimida. Só se reencontrou nos " autoritarismos " democráticos de alguma das suas figuras que emergiram até hoje.
Tenho por mim que o cidadão português deixou - se de se ver como parte importante de um todo, que ele não se consegue situar em qualquer projecto nacional, que ele não se reconhece quando olha para si.
O resto da história está a acontecer hoje, numa das suas maiores crises de sempre.
A sua elite abraçou deslumbrada um projecto em andamento - a Europa - enquanto uma parte do seu povo ainda estava em ÁFRICA, presa à memória senhorial, indolente e intelectualmente inerme,a outra parte espartilhada pelo resto do mundo, bebendo de novas fontes enquanto na mãe-Pátria se reajustava consigo próprio e com a sua epopeia construída e herdada e que ELA destruiu, objectivamente.
Nos tempos modernos,onde os paradigmas que marcam o curso da História estão balizados pelo Sistema Capitalista, o livre-arbítrio tem, dentro dos conceitos formais e políticos da Liberdade, um significado que os ultrapassam. Ele implica uma responsabilização pessoal e concreta do indivíduo com a sua vida, inserida NECESSÁRIAMENTE num todo que lhe dará um sentido que o ultrapassa. E não é um mero " estado de alma ", terá de ser promovido através de acções decididas, pela progressão material e espiritual do " EU " como elo CONSCIENTE de um todo.
Os adventos inevitáveis que estão aí serão um teste decisivo que confirmarão ou não se Portugal não precisará mesmo de um " Rebranding ".
As " massas ", essas foram aliciadas e amolecidas à custa de uma diglossia militante difundida com o apadrinhamento e cumplicidade activa dos dramaturgos nacionais e de grupos de saltimbancos do outro lado.
A nobreza, deslumbrada com o brilho da Corte espanhola e as prebendas patrimoniais que a lealdade pressupunha já estava " pronta " há décadas atrás. O Comércio, exultava...
No Portugal de hoje, o acordo ortográfico, acompanhado da massificação telenovelesca brasileira, são sintomas de uma lassidão cultural e psicológica no corpo identitário luso, que antecedido pelo fatalismo redutor pós - colonial que devolveu o País às suas fronteira originais, " encolheu " o indivíduo a uma formatação caracteriológica onde a recusa do livre-arbítrio foi substituída por um " estado de consciência" que formalizou a Liberdade reconquistada no 25 de Abril numa orfandade mítica, onde a protecção, representada pelas botas de Salazar,lhes foi suprimida. Só se reencontrou nos " autoritarismos " democráticos de alguma das suas figuras que emergiram até hoje.
Tenho por mim que o cidadão português deixou - se de se ver como parte importante de um todo, que ele não se consegue situar em qualquer projecto nacional, que ele não se reconhece quando olha para si.
O resto da história está a acontecer hoje, numa das suas maiores crises de sempre.
A sua elite abraçou deslumbrada um projecto em andamento - a Europa - enquanto uma parte do seu povo ainda estava em ÁFRICA, presa à memória senhorial, indolente e intelectualmente inerme,a outra parte espartilhada pelo resto do mundo, bebendo de novas fontes enquanto na mãe-Pátria se reajustava consigo próprio e com a sua epopeia construída e herdada e que ELA destruiu, objectivamente.
Nos tempos modernos,onde os paradigmas que marcam o curso da História estão balizados pelo Sistema Capitalista, o livre-arbítrio tem, dentro dos conceitos formais e políticos da Liberdade, um significado que os ultrapassam. Ele implica uma responsabilização pessoal e concreta do indivíduo com a sua vida, inserida NECESSÁRIAMENTE num todo que lhe dará um sentido que o ultrapassa. E não é um mero " estado de alma ", terá de ser promovido através de acções decididas, pela progressão material e espiritual do " EU " como elo CONSCIENTE de um todo.
Os adventos inevitáveis que estão aí serão um teste decisivo que confirmarão ou não se Portugal não precisará mesmo de um " Rebranding ".
terça-feira, abril 12, 2011
BENFICA
Já toda a gente, excepto o FCP, disse o que tinha a dizer sobre o que se passou na Luz.
O inqualificável apagão com que a azia da derrota brindou os merecedíssimos novos campeões nacionais, reduziu o Glorioso a um clube de bairro e retirou - lhe toda a credibilidade de se mostrar diferente no panorama clubístico nacional. Afinal é como os outros... É mais um, lamentávelmente mais um....
A maior parte dos adeptos deve ter achado muita graça ao acontecido, eu não... e até que o Benfica ( falo da Direcção, evidentemente )emende a mão e seja coerente, principalmente nos momentos de derrota desportiva, com os valores que deplora a ausência no rival nortenho,não terá nenhuma credibilidade em brandi - los como referência.
" À mulher do César não chega parecer honesta, tem de o ser... ", essa e não a outra, terá de ser a posição do GLORIOSO, apagando de vez da nossa memória o lado " negro " exibido num estádio que é da LUZ.
O inqualificável apagão com que a azia da derrota brindou os merecedíssimos novos campeões nacionais, reduziu o Glorioso a um clube de bairro e retirou - lhe toda a credibilidade de se mostrar diferente no panorama clubístico nacional. Afinal é como os outros... É mais um, lamentávelmente mais um....
A maior parte dos adeptos deve ter achado muita graça ao acontecido, eu não... e até que o Benfica ( falo da Direcção, evidentemente )emende a mão e seja coerente, principalmente nos momentos de derrota desportiva, com os valores que deplora a ausência no rival nortenho,não terá nenhuma credibilidade em brandi - los como referência.
" À mulher do César não chega parecer honesta, tem de o ser... ", essa e não a outra, terá de ser a posição do GLORIOSO, apagando de vez da nossa memória o lado " negro " exibido num estádio que é da LUZ.
FERNANDO NOBRE
O " contágio " foi fulminante. Não é impunemente que se apanham " banhos " ao ego e se mantém as convicções e a coerência. A sua decisão, no pleno uso da sua liberdade, foi lamentável, pela negação do que há pouco tempo proclamava aos quatro ventos em alto e bom som - a sua independência e uma recusa férrea de pertencer ou fazer parte dessa " corja ", duramente atacada.
Uma farsa, desmascarada à primeira " tentação ", deplorava Louçã.
Para mim, prestou um péssimo serviço e um lamentável exemplo para a causa da " independência " partidária. São TODOS IGUAIS - continuará a proclamar o ZÉ, com razões fundamentadas, de cada vez que outros Nobres aparecerem a exibir diferenças éticas em relação aos instalados.
ENFIM, o costume...
sábado, abril 09, 2011
PS EM CONGRESSO
Entre o " abraço " responsável e a retaliação " justificável " o PS balança...
Há uma tentação irresistível, políticamente compreensível, em fazer o PSD, em primeiro lugar, e ao resto da Oposição, " pagar " pelo êrro tático e a longo prazo, estratégico, do derrube do Governo. ESSA é a posição de quem foi miserávelmente atacado na sua legitimidade para governar, apesar e por ter vencido umas eleições contra TODA a Oposição. E também, digamo - lo com toda a franqueza, também será a posição de Teixeira dos Santos, " desautorizado " política e técnicamente pela Oposição.
Há uma tendência um bocado estranha em Portugal de desvalorizar o trabalho alheio quando e principalmente ele está inserido na luta política, com um desrespeito institucional que, praticado pelas massas, seria " aceitável ", em nome da famigerada liberdade de expressão o que é, na minha opinião, inaceitável, INSTITUCIONALMENTE.
Esquece - se, com frequência que os ataques ad hominem trazem desconforto pessoal e nem toda a gente se chama Sócrates e pôr os irresponsáveis ( objectivamente ) perante as consequências das suas acções faz parte de uma educação cívica que os homens da minha geração praticam e aconselham.
Sócrates apontou no seu discurso de abertura o mote da campanha aos militantes. A sua linguagem agressiva, nua e crua, terá de ser, a partir da intervenção de Jaime Gama no Congresso, apelando ao " abraço " responsável, substituída, ou tornar - se mais subtil. Até porque tem quem faça esse trabalho eleitoral pelo PS sem luvas, melhor, com elas calçadas.
Por mim, a Oposição, que não se irá conter na sua agressividade, na tentativa de apagar o rótulo de irresponsabilidade, merecerá todo o ataque político que a situação contempla e não será poupada.
Os dados estão lançados...
Há uma tentação irresistível, políticamente compreensível, em fazer o PSD, em primeiro lugar, e ao resto da Oposição, " pagar " pelo êrro tático e a longo prazo, estratégico, do derrube do Governo. ESSA é a posição de quem foi miserávelmente atacado na sua legitimidade para governar, apesar e por ter vencido umas eleições contra TODA a Oposição. E também, digamo - lo com toda a franqueza, também será a posição de Teixeira dos Santos, " desautorizado " política e técnicamente pela Oposição.
Há uma tendência um bocado estranha em Portugal de desvalorizar o trabalho alheio quando e principalmente ele está inserido na luta política, com um desrespeito institucional que, praticado pelas massas, seria " aceitável ", em nome da famigerada liberdade de expressão o que é, na minha opinião, inaceitável, INSTITUCIONALMENTE.
Esquece - se, com frequência que os ataques ad hominem trazem desconforto pessoal e nem toda a gente se chama Sócrates e pôr os irresponsáveis ( objectivamente ) perante as consequências das suas acções faz parte de uma educação cívica que os homens da minha geração praticam e aconselham.
Sócrates apontou no seu discurso de abertura o mote da campanha aos militantes. A sua linguagem agressiva, nua e crua, terá de ser, a partir da intervenção de Jaime Gama no Congresso, apelando ao " abraço " responsável, substituída, ou tornar - se mais subtil. Até porque tem quem faça esse trabalho eleitoral pelo PS sem luvas, melhor, com elas calçadas.
Por mim, a Oposição, que não se irá conter na sua agressividade, na tentativa de apagar o rótulo de irresponsabilidade, merecerá todo o ataque político que a situação contempla e não será poupada.
Os dados estão lançados...
quinta-feira, abril 07, 2011
À MORTE DE DEUS, DA HISTÓRIA, SUCEDE - SE A DOS FILÓSOFOS...
" A Filosofia está morta! " - proclama o astrofísico britânico S. Hawking; " a tocha do conhecimento não está mais nas mãos dos filósofos e pensadores. As respostas dá - as a Ciência ".
E pronto! A REALIDADE FOI, de uma penada, reduzida, irónicamente, de um posto de observação privilegiado como a cadeira de Hawking e o planeta que lhe dá guarida, transformado em centro do Universo, ao PENSAMENTO de um físico teórico.
Todas as épocas, tiveram uma concepção da História e do Universo. Entrámos, com o desenvolvimento cibernético numa nova era - a da Ciência que assim explica(ria) por que é que as coisas aconteceram assim e não assado.
Da concepção primitiva de base teológica o Homem filosófico tentava entender e explicar o Mundo conhecido através de intervenções de seres divinos.
Ao longo dos séculos sucederam - se novas concepções à medida em que a Ciência avançava. Hoje, entrado no século XXI, a divindade desses seres deve ser atribuída e reduzida, segundo Hawking, aos cientistas, aos manipuladores da matéria e do espírito, alquimistas prodigiosos que extraem, pela sua experiência própria e dos iguais, as respostas das perguntas formuladas há 200.000 anos.
A Filosofia terá então, à medida em que a especificidade do Real compartimentava os saberes por cada universo de perguntas e respostas, esvaziado a sua essência e a sua razão de ser.
Por mim, a transposição efectuada do sapiens inferior ao sapienstecnicus expandiu, pelo contrário, o campo de interrogações do Homem comum, como ser racional e prático, mesmo hoje, já que, posto perante uma Metarealidade inalcançável e teorizada pela Ciência, está ao nível de TODO O HOMEM, divino ou não.
Sendo a Filosofia a procura da Causa e Efeito, acompanhou em inquietações, perguntas e teorizações o alargamento do REAL que a Ciência tem proporcionado. A Ciência mais não é do que o fornecedor instrumental das respostas possíveis às questões que a Filosofia levanta. Apesar de cumprir com relativo, porque condicional, brilhantismo essa tarefa,ela não esgota o universo filosófico de PORQUÊS, COMO, ONDE, QUANDO, E DEPOIS..., e as consequências que as respostas terão no HOMEM.
Enquanto houver um SAPIENS vivo a Filosofia não morrerá. Nasceu com ele e com ele morrerá, pelo menos no planeta TERRA.
CAPITULAÇÃO !
ALÍVIO!!!?
QUEM SUSPIROU DE ALÍVIO foi o CAPITAL internacional que investiu fortemente nos " problemas " portugueses com a sua dívida pública e principalmente privada e que não descansou, através das pressões dos seus prolongamentos nas empresas de rating, enquanto não investisse mais liquidez acumulada num bolo global a que chama " ajuda externa ".
Quem, dentro do País, se congratulou com a capitulação ansiada do(!!!!???) P. Ministro e do País esperando ganhar algo em troca são os interesses instalados, como a BANCA, principalmente, e não foi, definitivamente, o povo, como cedo se verá.
Portugal está nas bocas do mundo, pela piores razões. LAMENTÁVEL!!!
QUEM SUSPIROU DE ALÍVIO foi o CAPITAL internacional que investiu fortemente nos " problemas " portugueses com a sua dívida pública e principalmente privada e que não descansou, através das pressões dos seus prolongamentos nas empresas de rating, enquanto não investisse mais liquidez acumulada num bolo global a que chama " ajuda externa ".
Quem, dentro do País, se congratulou com a capitulação ansiada do(!!!!???) P. Ministro e do País esperando ganhar algo em troca são os interesses instalados, como a BANCA, principalmente, e não foi, definitivamente, o povo, como cedo se verá.
Portugal está nas bocas do mundo, pela piores razões. LAMENTÁVEL!!!
quarta-feira, abril 06, 2011
VITIMIZAÇÃO!!!???
MINHA NOSSA SENHORA!
Da incapacidade MANIFESTA de derrubar política e democráticamente o actual P.Ministro, a Oposição parlamentar, Mediática, Corporativa, da nação socorreu -se de todas as armas do seu arsenal contra o mais atacado e vilipendiado chefe do Governo de Portugal. Valeu tudo, do ataque pessoal ao carácter e através de terceiros, procurando com a mais abjecta campanha negra que os meus longos anos já viram o que a luta democrática não conseguiu - o derrube DO P.Ministro.
Nem nos U.S.A, onde os interesses de qualquer ordem, multiplicados por uma filosofia fundadora, atingem níveis morais degradantes eu vi semelhante ataque pessoal.
Do que conheço da história política portuguesa recente, posso afirmar que nem o ditador de Santa Comba passou por tamanhos insultos e hostilidade.
E o que é incrível, numa inversão dramática do sebastianismo luso, é que toda a incompetência nacional e toda a negligência e estupidez de uma nação calona e a viver acima das suas posses, quando não estava enfronhada a esmifrar o Estado ou a inventar maneiras de o ludibriar, arranjou um bode expiatório que na sua visão doentia não soube cuidar dos seus direitos enquanto ela se ausentava dos seus deveres.
VITIMIZAÇÃO!!!???
E que tal acompanharmos a vítima da nova e trôpega tática, na linha da " falta de confiança no P.M. " brandida pela derrotada e ressabiada M.F.Leite, ao sofá da Psicanálise?
É que é escusado demonstrar a má - fé, aliás na linha da incompetência política que, impotente,se virou para o ataque pessoal.
Que eu saiba, ao ataque pessoal responde - se na primeira pessoa e não através de qualquer colectivo,que é a estratégia malsã dos cobardes.
Estamos nas mãos de sapateiros de Trancoso numa promoção descarada dos putativos novos chefes, sejam do FMI ou outros, que o hábito de dobrar a espinha já vem de longe e os exegetas da nova ordem assim o determinam. Ao menos, perante os nossos, a gente mantém a espinha direita. É o que nos (des)vale...
Da incapacidade MANIFESTA de derrubar política e democráticamente o actual P.Ministro, a Oposição parlamentar, Mediática, Corporativa, da nação socorreu -se de todas as armas do seu arsenal contra o mais atacado e vilipendiado chefe do Governo de Portugal. Valeu tudo, do ataque pessoal ao carácter e através de terceiros, procurando com a mais abjecta campanha negra que os meus longos anos já viram o que a luta democrática não conseguiu - o derrube DO P.Ministro.
Nem nos U.S.A, onde os interesses de qualquer ordem, multiplicados por uma filosofia fundadora, atingem níveis morais degradantes eu vi semelhante ataque pessoal.
Do que conheço da história política portuguesa recente, posso afirmar que nem o ditador de Santa Comba passou por tamanhos insultos e hostilidade.
E o que é incrível, numa inversão dramática do sebastianismo luso, é que toda a incompetência nacional e toda a negligência e estupidez de uma nação calona e a viver acima das suas posses, quando não estava enfronhada a esmifrar o Estado ou a inventar maneiras de o ludibriar, arranjou um bode expiatório que na sua visão doentia não soube cuidar dos seus direitos enquanto ela se ausentava dos seus deveres.
VITIMIZAÇÃO!!!???
E que tal acompanharmos a vítima da nova e trôpega tática, na linha da " falta de confiança no P.M. " brandida pela derrotada e ressabiada M.F.Leite, ao sofá da Psicanálise?
É que é escusado demonstrar a má - fé, aliás na linha da incompetência política que, impotente,se virou para o ataque pessoal.
Que eu saiba, ao ataque pessoal responde - se na primeira pessoa e não através de qualquer colectivo,que é a estratégia malsã dos cobardes.
Estamos nas mãos de sapateiros de Trancoso numa promoção descarada dos putativos novos chefes, sejam do FMI ou outros, que o hábito de dobrar a espinha já vem de longe e os exegetas da nova ordem assim o determinam. Ao menos, perante os nossos, a gente mantém a espinha direita. É o que nos (des)vale...
IMPASSE
De Sábado até hoje não aconteceu NADA, ou seja, em substância não aconteceu nada que não tivesse sido uma consequência do que se passou durante a semana passada. Repetir até à náusea, que é um estado de alma que teima em não me abandonar quando me ponho a reflectir sobre a espécie e sobre o seu futuro,a mesma visão pessimista sobre o País não leva a nada a não ser a mais desânimo.
É claro que a Humanidade se está literalmente borrifando para o futuro da espécie e estúpidamente para o seu. Deixa - se levar e se reflecte é inconsequente, como o faz na maioria das vezes.
É como digo, NADA aconteceu... e para mim, a irrelevância do que se passou manteve - me em silêncio. Veremos até quando...
É claro que a Humanidade se está literalmente borrifando para o futuro da espécie e estúpidamente para o seu. Deixa - se levar e se reflecte é inconsequente, como o faz na maioria das vezes.
É como digo, NADA aconteceu... e para mim, a irrelevância do que se passou manteve - me em silêncio. Veremos até quando...
sábado, abril 02, 2011
25 de ABRIL,SEMPRE!
Eu traduzo:
Esta data é HISTÓRICA, para o País, para a Europa, para o Planeta. O que esteve na sua génese e desenvolvimento está no âmago de qualquer ser humano - a LIBERDADE.
Merece pois ser celebrada, em cada ano, em gratidão aos que a tornaram possível. Um povo sem memória é um povo sem salvação.
Inqualificável e imperdoável a não marcação de uma sessão da Assembleia da República ÙNICAMENTE para celebrar a data.
Parafraseando M.S.Tavares, CARAMBA, merecemos o que nos está a acontecer!
Esta data é HISTÓRICA, para o País, para a Europa, para o Planeta. O que esteve na sua génese e desenvolvimento está no âmago de qualquer ser humano - a LIBERDADE.
Merece pois ser celebrada, em cada ano, em gratidão aos que a tornaram possível. Um povo sem memória é um povo sem salvação.
Inqualificável e imperdoável a não marcação de uma sessão da Assembleia da República ÙNICAMENTE para celebrar a data.
Parafraseando M.S.Tavares, CARAMBA, merecemos o que nos está a acontecer!
CARAMBA, EU NÃO PODIA ESTAR MAIS DE ACORDO!
Já é um hábito e para mim só me diz uma coisa. Funciono, em muitos comprimentos de onda,com personagens tão díspares que a busca de um intérprete granítico a quem atribuir toda a complexidade do meu SER,tornou - se uma demanda vã e, sinceramente, irrelevante para a minha tranquilidade identitária.
Miguel Sousa Tavares continua, a par de poucos, a funcionar no meu comprimento de onda. A sua última intervenção no Expresso tem um olhar desassombrado sobre a realidade nacional. É de ler e reflectir. É o que se espera de quem exerce a actividade que ele tem, não vacuidades, intriguices, má - lingua rasteira e, principalmente, colunas flexíveis.
É que a irresponsabilidade é total. Em Portugal fala - se muuuuito, lê - se pouco, estuda- se ainda menos e reflecte -se quase nada. As emoções damasinas são o alfa e o ómega do dia - a - dia lusitano, agravadas pelas necessidades ingentes que a sobrevivência impõe.
Que o povo democratizado pelo 25 de Abril fale demais, como uma consequência irreprimível da ausência da mordaça,sem que isso seja um sinal de vitalidade cívica,tudo bem: mas quando essa " diarreia verbal " se estende aos responsáveis políticos, económicos, religiosos e aos magistrados, que " ensalivam ", sempre que lhes apareça pela frente um pé - de - microfone, é no mínimo patético e irresponsável.
Não há quem os cale?
Miguel Sousa Tavares continua, a par de poucos, a funcionar no meu comprimento de onda. A sua última intervenção no Expresso tem um olhar desassombrado sobre a realidade nacional. É de ler e reflectir. É o que se espera de quem exerce a actividade que ele tem, não vacuidades, intriguices, má - lingua rasteira e, principalmente, colunas flexíveis.
É que a irresponsabilidade é total. Em Portugal fala - se muuuuito, lê - se pouco, estuda- se ainda menos e reflecte -se quase nada. As emoções damasinas são o alfa e o ómega do dia - a - dia lusitano, agravadas pelas necessidades ingentes que a sobrevivência impõe.
Que o povo democratizado pelo 25 de Abril fale demais, como uma consequência irreprimível da ausência da mordaça,sem que isso seja um sinal de vitalidade cívica,tudo bem: mas quando essa " diarreia verbal " se estende aos responsáveis políticos, económicos, religiosos e aos magistrados, que " ensalivam ", sempre que lhes apareça pela frente um pé - de - microfone, é no mínimo patético e irresponsável.
Não há quem os cale?
MAU, MARIA!...
...Ou deveria dizer,... MAU,MARINE!
Que o mundo não era a preto e branco e que o Homem é, na sua individualidade, um universo único, irreplicável, confesso - me, abismado, a concordar com a líder da extrema - direita francesa, Marine Le Pen nas suas posições contra algumas organizações supra - nacionais, contra o saque social promovido pelo Mercado, contra a xenofobia imigrante, contra as intervenções de dois pesos e duas medidas e contra a desfaçatez de , baseado em oportunismos políticos, ver o Ocidente sacrificar, no altar das suas conveniências pessoais, a sua geração mais jovem, sob o alibi hipócrita da defesa dos direitos humanos.
Revisitei Brandt, que disse que na nossa vida, para quem a Política ainda diz algo, pelo seu conteúdo e nobres objectivos, passamos da extrema - esquerda, na nossa juventude, para posições cada vez mais conservadoras à medida em que envelhecemos e ASSUSTEI - ME. Para dizer a verdade, com grande complacência.
É que o que me distingue é uma feroz independência de espírito e um sentido ético avesso a " colagens " compensatórias que a minha racionalidade repudia, mesmo quando posta perante a Biologia. E suspirei, FUNDO.
Que o mundo não era a preto e branco e que o Homem é, na sua individualidade, um universo único, irreplicável, confesso - me, abismado, a concordar com a líder da extrema - direita francesa, Marine Le Pen nas suas posições contra algumas organizações supra - nacionais, contra o saque social promovido pelo Mercado, contra a xenofobia imigrante, contra as intervenções de dois pesos e duas medidas e contra a desfaçatez de , baseado em oportunismos políticos, ver o Ocidente sacrificar, no altar das suas conveniências pessoais, a sua geração mais jovem, sob o alibi hipócrita da defesa dos direitos humanos.
Revisitei Brandt, que disse que na nossa vida, para quem a Política ainda diz algo, pelo seu conteúdo e nobres objectivos, passamos da extrema - esquerda, na nossa juventude, para posições cada vez mais conservadoras à medida em que envelhecemos e ASSUSTEI - ME. Para dizer a verdade, com grande complacência.
É que o que me distingue é uma feroz independência de espírito e um sentido ético avesso a " colagens " compensatórias que a minha racionalidade repudia, mesmo quando posta perante a Biologia. E suspirei, FUNDO.
quinta-feira, março 31, 2011
SIM!
ESTE É QUE TEM DE SER O (UM) DISCURSO DE UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
CAVACO SILVA fez, num momento particularmente grave para o País, um discurso mobilizador e sem " contrabando ", apelando à responsabilidade dos agentes políticos.
Sinceramente não espero nenhuma modificação nas atitudes dos partidos, sem qualquer excepção. Sendo assim, só posso concluir que as eleições, se não tiverem, pelos seus resultados, uma definição clara do panorama político, levarão o País a uma situação preocupante.
É de acrescentar que as definições financeiras que permitirão " salvar " o país, no quadro da U.E. e do sistema que a gere, continuam as mesmas e eventualmente agravadas por instituições não- democráticas como são os reguladores do Mercado.
Sendo assim, iremos assistir a uma campanha eleitoral surreal, na medida em que as decisões, o planeamento e a acção política já estão traçadas à partida. ESTÚPIDAMENTE traçadas do exterior, reduzindo - nos a palhaços, numa farsa que teima em perpetuar - se ad nauseam.
Na Líbia caiu a máscara da protecção(!!!?) dos civis ( armados, para dizer a verdade... ) numa despudorada hipocrisia, também ela repetidamente usada até ao vómito, desta vez com figurinhas patéticas a acompanhar uma grande desilusão - a do Obama - produto afinal das circunstâncias e não O líder que se esperava.
As " justificações " da POLÍCIA MUNDIAL têm por hábito cuspir na Ética e glorificar os interesses nacionais sob o alibi gasto dos direitos humanos.
Para derrubar o líder líbio, bastava reunir o conselho de Segurança da ONU e assustar a Liga árabe, mais nada... e assumir com clareza o que se pretendia e dispensava - se TODA a palhaçada formal que enfeita as acções de agressão que já se estão a tornar - se um acto COBARDE.
NÃO?
FAÇAM - NO NA CHINA e pode ser que eu comece a acreditar nos pressupostos.... Até lá...
CAVACO SILVA fez, num momento particularmente grave para o País, um discurso mobilizador e sem " contrabando ", apelando à responsabilidade dos agentes políticos.
Sinceramente não espero nenhuma modificação nas atitudes dos partidos, sem qualquer excepção. Sendo assim, só posso concluir que as eleições, se não tiverem, pelos seus resultados, uma definição clara do panorama político, levarão o País a uma situação preocupante.
É de acrescentar que as definições financeiras que permitirão " salvar " o país, no quadro da U.E. e do sistema que a gere, continuam as mesmas e eventualmente agravadas por instituições não- democráticas como são os reguladores do Mercado.
Sendo assim, iremos assistir a uma campanha eleitoral surreal, na medida em que as decisões, o planeamento e a acção política já estão traçadas à partida. ESTÚPIDAMENTE traçadas do exterior, reduzindo - nos a palhaços, numa farsa que teima em perpetuar - se ad nauseam.
Na Líbia caiu a máscara da protecção(!!!?) dos civis ( armados, para dizer a verdade... ) numa despudorada hipocrisia, também ela repetidamente usada até ao vómito, desta vez com figurinhas patéticas a acompanhar uma grande desilusão - a do Obama - produto afinal das circunstâncias e não O líder que se esperava.
As " justificações " da POLÍCIA MUNDIAL têm por hábito cuspir na Ética e glorificar os interesses nacionais sob o alibi gasto dos direitos humanos.
Para derrubar o líder líbio, bastava reunir o conselho de Segurança da ONU e assustar a Liga árabe, mais nada... e assumir com clareza o que se pretendia e dispensava - se TODA a palhaçada formal que enfeita as acções de agressão que já se estão a tornar - se um acto COBARDE.
NÃO?
FAÇAM - NO NA CHINA e pode ser que eu comece a acreditar nos pressupostos.... Até lá...
domingo, março 27, 2011
A HISTÓRIA TEM ESSE HÁBITO, repito...,
... O de " repetir - se ", sempre que as circunstâncias que rodeiam os seus protagonistas - a natureza humana - se assemelham, para lá dos seus enquadramentos geográficos, culturais ou civilizacionais.
Estávamos em 1906 e... foi a Grande Depressão
" Foi o fim de uma época... O longo domínio das classes médias, que começara em 1832, chegou ao seu termo, e, com ele, o do reinado quase igual do liberalismo. Foram ganhas as grandes victórias. Todas as espécies de tiranias foram suprimidas. A autoridade estava quebrada por toda a parte. Os escravos eram livres. A consciência era livre. Mas, a fome, a miséria e o frio eram também livres: e O POVO EXIGIA ALGO MAIS QUE A LIBERDADE ( sublinhado meu )" - Winston Churchill
A Liberdade nunca foi um BEM gratuito e só é alcançável através de lutas hercúleas, no espaço das nações, dos estados e daí aos indivíduos. Uma vez obtida, sucede - se uma " normalidade " que as gerações subsequentes que A herdaram dão como adquirida, em permanência.
Mas Ela tem um preço que ninguém quer pagar - A Liberdade dos outros - e tudo o que a acompanha nas multi-vivências de cada um, com a sua " ética " adequada às suas aspirações e responsabilizações de primata, para lá da sua condição trémulamente adquirida de SAPIENS, portadora de uma Cultura que voluntáriamente criou.
A CRISE que cinde o mundo só nos chama a atenção para um facto - a DECADÊNCIA - das relações humanas que vai do infinitamente grande dos Continentes, Culturas, Estados, Nações e chega às Famílias e ao INDIVÍDUO, cuja expressão máxima e perversa é a hipervalorização narcísica, extravasada para o espaço da Família, para as Nações, para os Estados, para os espaços Culturais e para os Continentes.
O SAPIENS original só se tornou gregário levado pelas circunstâncias que lhe mostraram o caminho da extinção como espécie.
O SAPIENS moderno, cego pelas suas victórias civilizacionais que o mantém ao abrigo temporário e periclitante e não a salvo da Natureza e porventura de si próprio, perpetua a sua ESTUPIDEZ em tautológicas receitas, sem memória e sem RACIONALIDADE, livre já da canga da religiosidade e da História,que, suprema ironia só é segura hoje, na vertigem da massificação mentirosa do SABER, pela sua elite consagrada na CIÊNCIA.
IMPOSSÍVEL qualquer reforma das instituições nesta já tão cristalizada Globalização das diferenças. Seria este o fim da História visionado por Fukuyama?
QUE VENHAM AS REVOLUÇÕES!TODAS ELAS SERÃO BOAS PARA O TERRAMOTO QUE IRÁ SACUDIR ESSA MONSTRUOSIDADE CRIADA PELA BURGUESIA PLANETÁRIA E QUE REDUZIU O SAPIENS À SUA CONDIÇÃO PRIMEIRA - A DE RECOLECTORES.
Estávamos em 1906 e... foi a Grande Depressão
" Foi o fim de uma época... O longo domínio das classes médias, que começara em 1832, chegou ao seu termo, e, com ele, o do reinado quase igual do liberalismo. Foram ganhas as grandes victórias. Todas as espécies de tiranias foram suprimidas. A autoridade estava quebrada por toda a parte. Os escravos eram livres. A consciência era livre. Mas, a fome, a miséria e o frio eram também livres: e O POVO EXIGIA ALGO MAIS QUE A LIBERDADE ( sublinhado meu )" - Winston Churchill
A Liberdade nunca foi um BEM gratuito e só é alcançável através de lutas hercúleas, no espaço das nações, dos estados e daí aos indivíduos. Uma vez obtida, sucede - se uma " normalidade " que as gerações subsequentes que A herdaram dão como adquirida, em permanência.
Mas Ela tem um preço que ninguém quer pagar - A Liberdade dos outros - e tudo o que a acompanha nas multi-vivências de cada um, com a sua " ética " adequada às suas aspirações e responsabilizações de primata, para lá da sua condição trémulamente adquirida de SAPIENS, portadora de uma Cultura que voluntáriamente criou.
A CRISE que cinde o mundo só nos chama a atenção para um facto - a DECADÊNCIA - das relações humanas que vai do infinitamente grande dos Continentes, Culturas, Estados, Nações e chega às Famílias e ao INDIVÍDUO, cuja expressão máxima e perversa é a hipervalorização narcísica, extravasada para o espaço da Família, para as Nações, para os Estados, para os espaços Culturais e para os Continentes.
O SAPIENS original só se tornou gregário levado pelas circunstâncias que lhe mostraram o caminho da extinção como espécie.
O SAPIENS moderno, cego pelas suas victórias civilizacionais que o mantém ao abrigo temporário e periclitante e não a salvo da Natureza e porventura de si próprio, perpetua a sua ESTUPIDEZ em tautológicas receitas, sem memória e sem RACIONALIDADE, livre já da canga da religiosidade e da História,que, suprema ironia só é segura hoje, na vertigem da massificação mentirosa do SABER, pela sua elite consagrada na CIÊNCIA.
IMPOSSÍVEL qualquer reforma das instituições nesta já tão cristalizada Globalização das diferenças. Seria este o fim da História visionado por Fukuyama?
QUE VENHAM AS REVOLUÇÕES!TODAS ELAS SERÃO BOAS PARA O TERRAMOTO QUE IRÁ SACUDIR ESSA MONSTRUOSIDADE CRIADA PELA BURGUESIA PLANETÁRIA E QUE REDUZIU O SAPIENS À SUA CONDIÇÃO PRIMEIRA - A DE RECOLECTORES.
sábado, março 26, 2011
TWITTS
O REMAKE do " menino de oiro... "
O " homem invulgar " ( que falta de gosto!... ) de F. Cabrita, não vai ter o prefácio de Marcelo. SAFA! terá pensado, e fez bem em não ter o nome nessas andanças cabritas...
Casa Pia, ainda se lembram?
Ilídio Marques, um dos jovens " violados " vem, em entrevista vangloriar - se de - " um grupo de putos deram a volta à P.J. ", fazerem parte de uma conspiração contra os réus acusados no processo.
SANTA INGENUIDADE! Saberá ele que, eventualmente, não vá o diabo tecê - las, ou de facto, quem foi manipulado foram eles e já agora toda a " opinião " cabritinizada que se predispôs a isso?
UMA PERSPECTIVA MEDONHA
António Seguro " chega - se à frente " oferecendo - se para ajudar P. Coelho na formação de um governo. Se já não me chegasse o susto de imaginar P. Coelho e apaniguados à frente do Governo, só me faltaria ter lá também o Seguro para o pesadelo ser total.
Uma perguntinha - Esse pessoal acha já que Sócrates " arrumou as botas ? "
CUMPLICIDADES
Henrique Monteiro acha que Sócrates deu cabo da esperança dos portugueses e que " ...sem esperança não existe capacidade de sacrifício, de resistência, de mobilização ".
Miguel Sousa Tavares pensa, com Guimarães Rosa, - " A vida é assim: esquenta e esfria, aperta, daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é CORAGEM ".
Calamatche pensa que a esperança é um sentimento vazio e desmobilizador, reactivo e passivo nas mais das vezes e bloqueia a acção e atitudes pró-activas. Só é útil para um moribundo religioso.
E pronto, está twittado.
O " homem invulgar " ( que falta de gosto!... ) de F. Cabrita, não vai ter o prefácio de Marcelo. SAFA! terá pensado, e fez bem em não ter o nome nessas andanças cabritas...
Casa Pia, ainda se lembram?
Ilídio Marques, um dos jovens " violados " vem, em entrevista vangloriar - se de - " um grupo de putos deram a volta à P.J. ", fazerem parte de uma conspiração contra os réus acusados no processo.
SANTA INGENUIDADE! Saberá ele que, eventualmente, não vá o diabo tecê - las, ou de facto, quem foi manipulado foram eles e já agora toda a " opinião " cabritinizada que se predispôs a isso?
UMA PERSPECTIVA MEDONHA
António Seguro " chega - se à frente " oferecendo - se para ajudar P. Coelho na formação de um governo. Se já não me chegasse o susto de imaginar P. Coelho e apaniguados à frente do Governo, só me faltaria ter lá também o Seguro para o pesadelo ser total.
Uma perguntinha - Esse pessoal acha já que Sócrates " arrumou as botas ? "
CUMPLICIDADES
Henrique Monteiro acha que Sócrates deu cabo da esperança dos portugueses e que " ...sem esperança não existe capacidade de sacrifício, de resistência, de mobilização ".
Miguel Sousa Tavares pensa, com Guimarães Rosa, - " A vida é assim: esquenta e esfria, aperta, daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é CORAGEM ".
Calamatche pensa que a esperança é um sentimento vazio e desmobilizador, reactivo e passivo nas mais das vezes e bloqueia a acção e atitudes pró-activas. Só é útil para um moribundo religioso.
E pronto, está twittado.
sexta-feira, março 25, 2011
AGORA... É A VEZ DA BUROCRACIA
Por aqui, principalmente através das " demarches " de Cavaco e substancialmente na UE através dos seus organismos de controlo e doutrinação.
Sou honesto quando digo que sou um adversário intelectualmente militante contra este regime e este sistema que globalizam o Mundo, apoiado fraudulentamente, nas nossas mais nobres aspirações. De todas elas já só resta a Liberdade, transformada numa farsa em que a dominação e o controlo se desviaram da Política e, camufladas pelo poder financeiro,se tornaram " intocáveis ", para já.
AH.... mas há o voto e os dias inebriantes de campanha em que TUDO está nas nossas mãos. Dura pouco, já se sabe, é como a vingança do chinês e tem o efeito de boomerang que a culpa que acompanha a decepção, mortifica - Nós é que votámos neles!
Até que a taça transborde, muitas vezes mais irão os povos sentir essa Culpa, a remetê -los à promessa de votarem melhor, sabendo ler o essencial das mensagens políticas trazidas à sua consideração e ao seu escrutíneo.
Até lá, muita água ainda será precisa para encher o copo da frustração.
Adenda - hoje, 26/3 acrescentei uma preposição que me escapuliu do texto. Ela é CONTRA. As minhas desculpas...
Sou honesto quando digo que sou um adversário intelectualmente militante contra este regime e este sistema que globalizam o Mundo, apoiado fraudulentamente, nas nossas mais nobres aspirações. De todas elas já só resta a Liberdade, transformada numa farsa em que a dominação e o controlo se desviaram da Política e, camufladas pelo poder financeiro,se tornaram " intocáveis ", para já.
AH.... mas há o voto e os dias inebriantes de campanha em que TUDO está nas nossas mãos. Dura pouco, já se sabe, é como a vingança do chinês e tem o efeito de boomerang que a culpa que acompanha a decepção, mortifica - Nós é que votámos neles!
Até que a taça transborde, muitas vezes mais irão os povos sentir essa Culpa, a remetê -los à promessa de votarem melhor, sabendo ler o essencial das mensagens políticas trazidas à sua consideração e ao seu escrutíneo.
Até lá, muita água ainda será precisa para encher o copo da frustração.
Adenda - hoje, 26/3 acrescentei uma preposição que me escapuliu do texto. Ela é CONTRA. As minhas desculpas...
quarta-feira, março 23, 2011
LAMENTÁVEL!
PSD - ML
Patética a prestação do PSD na discussão do PEC apresentado pelo PS. O cheiro do poder, putativamente assegurado, a sanha vingativa de alguns e os rancores de outros, bastamente demonstrados na pobre e inconcebível prestação de Manuela Ferreira Leite,elevaram o líder do CDS, Paulo Portas, a um nível que Passos Coelho só poderá aspirar. É uma questão de inteligência, pois claro.
Nada a dizer do PCP e do Bloco. O mundo que desejam não é aquele que a matrix ocidental contempla e que a natureza humana insiste em contrariar, portanto...
Cai o Governo se Sócrates assim o decidir e vai - se a eleições.
O mundo e Sócrates ( o inginhêro mal - amado ) que se lixem, assim terá pensado muita gente. Bem, sendo assim, funciona o elemento essencial da Democracia - a Liberdade - e estaria tudo bem...
VEREMOS...
Patética a prestação do PSD na discussão do PEC apresentado pelo PS. O cheiro do poder, putativamente assegurado, a sanha vingativa de alguns e os rancores de outros, bastamente demonstrados na pobre e inconcebível prestação de Manuela Ferreira Leite,elevaram o líder do CDS, Paulo Portas, a um nível que Passos Coelho só poderá aspirar. É uma questão de inteligência, pois claro.
Nada a dizer do PCP e do Bloco. O mundo que desejam não é aquele que a matrix ocidental contempla e que a natureza humana insiste em contrariar, portanto...
Cai o Governo se Sócrates assim o decidir e vai - se a eleições.
O mundo e Sócrates ( o inginhêro mal - amado ) que se lixem, assim terá pensado muita gente. Bem, sendo assim, funciona o elemento essencial da Democracia - a Liberdade - e estaria tudo bem...
VEREMOS...
segunda-feira, março 21, 2011
UMA CRISE POLÍTICA...
... NÃO É O FIM DO MUNDO, escreve o director do jornal Expresso. Correcto, já que o mundo não anda à volta dos umbigos lusos; fazem mais para o seu declínio civilizacional os outros títeres ocidentais.
Convenhamos que o sentido da constatação é metafórico e redundante no país a sua permanência. O que é mais uma crisezinha? O que faz falta é animar a malta, não é? E se fôr com mais uns reboliços que entretenham os Media e o pagode ( os sem abrigos que se cuidem ), venham eles...
A cacofonia nacional, ópera bufa que a (in)relação dos intérpretes, herdeiros inconscientes de uma mentalidade corporativa que o " padrasto " da nação incutiu profundamente nos seus filhos, é de há um tempo a esta parte um caso de psiquiatria, aflorado tímidamente já por alguns especialistas da matéria.
Tudo isso poderá ser remetido com um encolher de ombros à ementa da Dama DEMOCRACIA onde, recito, " a mistura de astronautas, bodes, camponeses, galinhas, matemáticos e virgens loucas e dão - se a todos os mesmos direitos... e ainda com a conversa fiada, só pode ser considerado um erro cósmico... " - Mário Henrique Leiria, citado numa antiga crónica,pelo Expresso, mas a mim a COISA parece - me tão mesquinha que quase chego a pensar que esta condição chega a ser, pelo seu reconhecimento e prática um laço fundamental a unir os portugueses.
Já houve gente, como disse, mais capaz a abordar tímidamente, que o assunto é melindrosos, este desiderato social e vou deixar para eles o aprofundamento do tema.
Por ora, QUE IMPORTA?,venha de lá mais uma crisezinha, que a gente até já as inala, expectantes, correcto?
E se juntarmos à ementa o vómito que me provoca o que se está a passar aqui perto na Líbia, bem... a indigestão está garantida por uns tempos.
A propósito, já perceberam porque é que o senhor Cavaco não é o meu presidente e eu sou um anarquista mole e soft de quem as armas e bombas nem nas palavras consegue ser eficaz, num universo onde já ninguém quer OUVIR ou VER?
Desdramatizemos pois, não é, Ricardo Costa?
Convenhamos que o sentido da constatação é metafórico e redundante no país a sua permanência. O que é mais uma crisezinha? O que faz falta é animar a malta, não é? E se fôr com mais uns reboliços que entretenham os Media e o pagode ( os sem abrigos que se cuidem ), venham eles...
A cacofonia nacional, ópera bufa que a (in)relação dos intérpretes, herdeiros inconscientes de uma mentalidade corporativa que o " padrasto " da nação incutiu profundamente nos seus filhos, é de há um tempo a esta parte um caso de psiquiatria, aflorado tímidamente já por alguns especialistas da matéria.
Tudo isso poderá ser remetido com um encolher de ombros à ementa da Dama DEMOCRACIA onde, recito, " a mistura de astronautas, bodes, camponeses, galinhas, matemáticos e virgens loucas e dão - se a todos os mesmos direitos... e ainda com a conversa fiada, só pode ser considerado um erro cósmico... " - Mário Henrique Leiria, citado numa antiga crónica,pelo Expresso, mas a mim a COISA parece - me tão mesquinha que quase chego a pensar que esta condição chega a ser, pelo seu reconhecimento e prática um laço fundamental a unir os portugueses.
Já houve gente, como disse, mais capaz a abordar tímidamente, que o assunto é melindrosos, este desiderato social e vou deixar para eles o aprofundamento do tema.
Por ora, QUE IMPORTA?,venha de lá mais uma crisezinha, que a gente até já as inala, expectantes, correcto?
E se juntarmos à ementa o vómito que me provoca o que se está a passar aqui perto na Líbia, bem... a indigestão está garantida por uns tempos.
A propósito, já perceberam porque é que o senhor Cavaco não é o meu presidente e eu sou um anarquista mole e soft de quem as armas e bombas nem nas palavras consegue ser eficaz, num universo onde já ninguém quer OUVIR ou VER?
Desdramatizemos pois, não é, Ricardo Costa?
sexta-feira, março 18, 2011
E PORTUGAL?
SITUAÇÃO CONFUSA, NÃO É?
A semana vai ser fértil em declarações e justificações. Vai uma aposta?
Voltarei ao assunto com mais vagar...
A semana vai ser fértil em declarações e justificações. Vai uma aposta?
Voltarei ao assunto com mais vagar...
É CLARO QUE ME VOU ENGANAR...
POIS É..., O BOLO É DEMASIADO APETECÍVEL E SEMPRE É MELHOR TER " DEMOCRATAS " À FRENTE DAS NEGOCIATAS.
JÁ agora, porque não arrasar a economia líbia, a começar pelas infra - estruturas como os aeroportos e quem sabe, toda a Força Aérea mais uns contados e depois RECONSTRUIR, como fizeram com o Iraque.
A História repete - se sim, desde que as circunstâncias que rodeiam os protagonistas, sejam Obama, Bush ou Hitler, Sarkhozi, Cameron ou Churchill, sejam criadas de molde a favorecer um futuro ao qual se tem respondido SEMPRE da mesma maneira e com resultados, no mínimo, corruptos.
É evidente que, se Kadahfi não for abandonado pelo seu exército a coisa só acabará com uma invasão terrestre a mando do Conselho de Segurança da ONU e a história se repetirá até chegar a vez da Venezuela.
Chavez que se cuide...
ADENDA - EU NÃO LAMENTO A QUEDA DE AUTOCRATAS; SÓ LASTIMO, COM REPULSA, QUE SE SEJA INCAPAZ DE RESOLVER ESSA HIPÓCRITA MANIPULAÇÃO EM NOME DE DIREITOS HUMANOS E DEMOCRACIA SEM SER PELA DESTRUIÇÃO E PERDA DE VIDAS.
JÁ agora, porque não arrasar a economia líbia, a começar pelas infra - estruturas como os aeroportos e quem sabe, toda a Força Aérea mais uns contados e depois RECONSTRUIR, como fizeram com o Iraque.
A História repete - se sim, desde que as circunstâncias que rodeiam os protagonistas, sejam Obama, Bush ou Hitler, Sarkhozi, Cameron ou Churchill, sejam criadas de molde a favorecer um futuro ao qual se tem respondido SEMPRE da mesma maneira e com resultados, no mínimo, corruptos.
É evidente que, se Kadahfi não for abandonado pelo seu exército a coisa só acabará com uma invasão terrestre a mando do Conselho de Segurança da ONU e a história se repetirá até chegar a vez da Venezuela.
Chavez que se cuide...
ADENDA - EU NÃO LAMENTO A QUEDA DE AUTOCRATAS; SÓ LASTIMO, COM REPULSA, QUE SE SEJA INCAPAZ DE RESOLVER ESSA HIPÓCRITA MANIPULAÇÃO EM NOME DE DIREITOS HUMANOS E DEMOCRACIA SEM SER PELA DESTRUIÇÃO E PERDA DE VIDAS.
quarta-feira, março 16, 2011
AINDA A LÍBIA...
Kahdafi soma e segue...
Bengahzi está prestes a cair e difícilmente seria de outro modo, já que com o apoio assegurado dos militares e de grande parte da sua população plus calculismo sensato do Ocidente plus solidariedades dos amigos na ONU, teria tempo de recuperação.
Confesso que estranhei a princípio a " ameaça " de intervenção por parte dos USA e da Europa quando já tinham um Kahdafi domesticado e o petróleo a jorrar. Depois reparei que a GULA era e é sempre uma tentação diplomática. Aliás, basta ver a diferença de atitudes no Bahrein, onde, com o beneplácito de TODOS, os revoltosos enfrentam as tropas dos Emirados e dos Saud. Pudera, dá- se a coincidência de serem " perigosos " xiitas, que constituem 70% da população, amigos do Irão, já se vê...
Bengahzi está prestes a cair e difícilmente seria de outro modo, já que com o apoio assegurado dos militares e de grande parte da sua população plus calculismo sensato do Ocidente plus solidariedades dos amigos na ONU, teria tempo de recuperação.
Confesso que estranhei a princípio a " ameaça " de intervenção por parte dos USA e da Europa quando já tinham um Kahdafi domesticado e o petróleo a jorrar. Depois reparei que a GULA era e é sempre uma tentação diplomática. Aliás, basta ver a diferença de atitudes no Bahrein, onde, com o beneplácito de TODOS, os revoltosos enfrentam as tropas dos Emirados e dos Saud. Pudera, dá- se a coincidência de serem " perigosos " xiitas, que constituem 70% da população, amigos do Irão, já se vê...
terça-feira, março 15, 2011
MAU SINAL...
O empate do Benfica com o Portimonense terá, obrigatóriamente de alertar Jesus para a desmotivação dos atletas para a parte final do campeonato, perdido para o FCP.
É que esta " lagarteação " da equipa é inaceitável. É bom não esquecer que ainda somos os campeões nacionais e que o prestígio do Benfica está para além dos títulos que estes sublinham.
É que esta " lagarteação " da equipa é inaceitável. É bom não esquecer que ainda somos os campeões nacionais e que o prestígio do Benfica está para além dos títulos que estes sublinham.
O PAÍS À RASCA
O presidente da República, Cavaco Silva, ameaçou assumir as suas responsabilidades na crise nacional de uma forma algo enviezada mas deu para perceber que só não se envolveu ou deixou - se envolver até então, apesar de ter sido um dos actores mais activos do drama que se abateu sobre o País, por puro tacticismo.
Se Cavaco dramatizou Sócrates não se ficou e devolveu a peça, em tragédia, aos outros autores, com uma mensagem simples - Façam o favor de fazer melhor!
De uma penada confrontou a população portuguesa com as suas responsabilidades - Ou aceitam fazer parte desta solução Ou entregam - na ao FMI.
Os dados estão lançados e está TODA A GENTE METIDA AO BARULHO. Não há inocentes.Chegou a altura de se confrontarem com o regime e o sistema que escolheram para viver e se ainda não os conhecem bem tratem de se informar melhor desta vez.
Se Cavaco dramatizou Sócrates não se ficou e devolveu a peça, em tragédia, aos outros autores, com uma mensagem simples - Façam o favor de fazer melhor!
De uma penada confrontou a população portuguesa com as suas responsabilidades - Ou aceitam fazer parte desta solução Ou entregam - na ao FMI.
Os dados estão lançados e está TODA A GENTE METIDA AO BARULHO. Não há inocentes.Chegou a altura de se confrontarem com o regime e o sistema que escolheram para viver e se ainda não os conhecem bem tratem de se informar melhor desta vez.
domingo, março 13, 2011
O JAPÃO EM FÚRIA
Andei por aqui a tentar adjectivar o que senti, o que sinto, quando as hecatombes com que a Natureza " brinda " as suas crias nos mortificam, na ressaca do terramoto que assolou o Japão e concluí que o adjectivo com que NUNCA classificaria os factos naturais seria, ABOMINÁVEL.
Estranhei ouvir da boca do presidente da República francesa tamanho dislate, como li de uma deputada do seu partido outra enormidade, essa sim, abominável, em relação aos imigrantes magrebinos que lhes dão à costa - Metam - nos num barco e atirem - nos ao mar!
Ficam por cá os lamentos, pelas vítimas do terramoto e pelo povo francês cujos dirigentes entraram em delírio intelectual e moral por esses dias, marcados pela ascensão mórbida dos valores da extrema - direita francesa no panorama político da França.
Estranhei ouvir da boca do presidente da República francesa tamanho dislate, como li de uma deputada do seu partido outra enormidade, essa sim, abominável, em relação aos imigrantes magrebinos que lhes dão à costa - Metam - nos num barco e atirem - nos ao mar!
Ficam por cá os lamentos, pelas vítimas do terramoto e pelo povo francês cujos dirigentes entraram em delírio intelectual e moral por esses dias, marcados pela ascensão mórbida dos valores da extrema - direita francesa no panorama político da França.
CARTA ABERTA...
... À GERAÇÃO EM " DESENRASCANÇO "..
MUITO BEM!
GOSTEI DA MANIFESTAÇÃO, PELA ADESÃO QUE TEVE E PELO SABOR QUE, QUERO CRER, SENTIRAM POR ESTAREM JUNTOS, NA RUA, A CRIAR LAÇOS DE SOLIDARIEDADE QUE VOS FIZERAM SENTIR - SE UM CORPO VIBRANTE DE ENERGIA E CAPAZES DE QUASE TUDO.
Ficou guardado na vossa memória que a mobilização é possível, para lá do provável enquadramento ideológico ou não que a cada um vos afecta, de uma maneira ou outra.
As minhas desculpas pelo indisfarçável paternalismo que por aqui vazei por vezes, irritado com o vosso conformismo e negligência.
O rastilho foi aceso; porém, as palavras de ordem generalistas só terão respostas do mesmo tom.
O " truque " é escolher temas CONCRETOS, sempre acompanhados de soluções e dirigidos a alvos CONCRETOS, seja a classe empresarial à qual o Desemprego se lhe deve, seja ao Governo na reforma das Universidades, seja às Fundações e Bancos na obrigação social de criarem Bolsas de Estudo, seja aos cidadãos em geral, no cumprimento das suas obrigações e deveres para poderem exigir direitos e alimentá - los com trabalho e excelência, eu sei lá...
A tentação de vos arrebanhar será grande na classe política. Deve, deveria ser o seu dever com uma credibilização do que vos afastou dela. O vosso dever é PENSAR, REFLECTIR e AGIR, como mandantes de um Futuro que será vosso.
Bem - hajam, pois!
sexta-feira, março 11, 2011
RONDA EUROPEIA
SAÍRAM - SE BEM AS EQUIPAS PORTUGUESAS AINDA EM PROVA, COMO OS RESULTADOS ATESTAM.
O Porto " limpou " com eficácia o CSKA, que até parecia estar a jogar no Dragão, tal foi o calculismo do seu jogo.
Ao Braga fez - lhe bem a motivação extra da victória sobre o Benfica e vai para Liverpool em vantagem, curta como a do Porto, mas em vantagem.
Quanto ao Benfica, está a pagar hoje as " corridas " contra o prejuízo de começar as partidas a perder. A confiança é muita mas acaba por deixar as suas mazelas, como se tem constatado nas suas alas; Gaitan,Sálvio e Coentrão estão de rastos e se não fosse pela frescura de Maxi contra a injustiça do jogo, uma " corrupta " arbitragem e falhanços incríveis de Saviola e Cardoso as coisas podiam acabar muito mal para o Benfica.
O Porto " limpou " com eficácia o CSKA, que até parecia estar a jogar no Dragão, tal foi o calculismo do seu jogo.
Ao Braga fez - lhe bem a motivação extra da victória sobre o Benfica e vai para Liverpool em vantagem, curta como a do Porto, mas em vantagem.
Quanto ao Benfica, está a pagar hoje as " corridas " contra o prejuízo de começar as partidas a perder. A confiança é muita mas acaba por deixar as suas mazelas, como se tem constatado nas suas alas; Gaitan,Sálvio e Coentrão estão de rastos e se não fosse pela frescura de Maxi contra a injustiça do jogo, uma " corrupta " arbitragem e falhanços incríveis de Saviola e Cardoso as coisas podiam acabar muito mal para o Benfica.
quinta-feira, março 10, 2011
TIRAR O CHAPÉU...
... À qualidade é um gesto muito são e diz muito da " qualidade " que se aprecia e quando essa qualidade se define sem aspas diz muito de quem aprecia.
" Quem ganha ao Benfica ganha a qualquer um " - diz Domingos Paciência o treinador do Braga, vencedor da última partida entre as duas equipas.
Sem querer entrar em considerações sobre as incidências estranhas deste jogo, e sobre o raciocínio que do particular conclui o universal,manifesto a minha surpresa pelas considerações deste adepto.
Sim, a gente já sabe que ele está a falar para dentro, para o balneário, num reforço de motivação para o embate com o Liverpool mas a sinceridade implícita na frase não engana.
A força do Glorioso também está aí, nas constatações dos treinadores adversários da força e beleza do seu jogo.
É por essas e por outras que lastimo o tempo de antena que L.F. Vieira o presidente do clube e o seu treinador andam a dar ao senhor Pinto da Costa. Ignorem - no, ou melhor, ignorem o que ele diz e estejam atentos ao que ele faz nos bastidores, onde ele é muito mais perigoso. O seu sarcasmo é tão penoso e incipiente que só poderá ter eco em almas gémeas onde deve circular.
E viva o GLORIOSO!
" Quem ganha ao Benfica ganha a qualquer um " - diz Domingos Paciência o treinador do Braga, vencedor da última partida entre as duas equipas.
Sem querer entrar em considerações sobre as incidências estranhas deste jogo, e sobre o raciocínio que do particular conclui o universal,manifesto a minha surpresa pelas considerações deste adepto.
Sim, a gente já sabe que ele está a falar para dentro, para o balneário, num reforço de motivação para o embate com o Liverpool mas a sinceridade implícita na frase não engana.
A força do Glorioso também está aí, nas constatações dos treinadores adversários da força e beleza do seu jogo.
É por essas e por outras que lastimo o tempo de antena que L.F. Vieira o presidente do clube e o seu treinador andam a dar ao senhor Pinto da Costa. Ignorem - no, ou melhor, ignorem o que ele diz e estejam atentos ao que ele faz nos bastidores, onde ele é muito mais perigoso. O seu sarcasmo é tão penoso e incipiente que só poderá ter eco em almas gémeas onde deve circular.
E viva o GLORIOSO!
LÍBIA
Não é impunemente que o líder líbio está no poder há 40 anos. As suas " meditações " no deserto dotam - no com capacidades céleres de análise e não lhe foi muito difícil saber as linhas com que deveria tecer a sua resistência.
Kahdafi sentiu, reconhecido, que as suas forças armadas lhe eram fiéis e aproveita - se da legitimidade rara que lhe foi consentida para a sua defesa quando os " protestantes " se tornaram guerrilheiros.s
E, ciente dos " medos " ocidentais perante a possibilidade da emergência, com a sua queda, de um pesadelo à porta da Europa, sob a forma de um fundamentalismo islâmico controlado pela al-Qaeda, vai reforçando esse medo na frente diplomática ao mesmo tempo que, evitando uma mortandade, vai quebrando o ânimo dos revoltosos com bombardeamentos dissuasores.
Ainda o vamos ver a exigir a cabeça das chefias da revolta em troca de uma amnistia geral para o povo " enganado ".
Assim será, se o Ocidente não tiver em sua posse dados mais relevantes sobre o que de facto se passa nos subterrâneos da revolta e que uma vez sopesados, venham a definir outra estratégia. Os militares esses ensalivam já...As promoções chegarão em catadupa uma vez aberto o conflito. Conhecêmos - lhes a linguagem e a pose.
Se isso acontecer, mesmo que o regime ( que lhe foi indiferente ) caia, o Ocidente ficará muito mal visto em todos os países que possuem petróleo e que não têm capacidade de resistência aos invasores.
Se ainda não tinham aprendido ficarão a saber o risco que correm...
A Venezuela será o próximo alvo.
Kahdafi sentiu, reconhecido, que as suas forças armadas lhe eram fiéis e aproveita - se da legitimidade rara que lhe foi consentida para a sua defesa quando os " protestantes " se tornaram guerrilheiros.s
E, ciente dos " medos " ocidentais perante a possibilidade da emergência, com a sua queda, de um pesadelo à porta da Europa, sob a forma de um fundamentalismo islâmico controlado pela al-Qaeda, vai reforçando esse medo na frente diplomática ao mesmo tempo que, evitando uma mortandade, vai quebrando o ânimo dos revoltosos com bombardeamentos dissuasores.
Ainda o vamos ver a exigir a cabeça das chefias da revolta em troca de uma amnistia geral para o povo " enganado ".
Assim será, se o Ocidente não tiver em sua posse dados mais relevantes sobre o que de facto se passa nos subterrâneos da revolta e que uma vez sopesados, venham a definir outra estratégia. Os militares esses ensalivam já...As promoções chegarão em catadupa uma vez aberto o conflito. Conhecêmos - lhes a linguagem e a pose.
Se isso acontecer, mesmo que o regime ( que lhe foi indiferente ) caia, o Ocidente ficará muito mal visto em todos os países que possuem petróleo e que não têm capacidade de resistência aos invasores.
Se ainda não tinham aprendido ficarão a saber o risco que correm...
A Venezuela será o próximo alvo.
quarta-feira, março 09, 2011
CAVACO APELA À MOBILIZAÇÃO CIVIL
Estou a ouvir o discurso de tomada de posse do Presidente da República onde ele se põe à cabeça da manifestação da Geração Rasca.
Veremos as consequências desse apelo à " revolta ", com a qual estou de acordo, apesar do sítio donde veio não me merecer excessiva credibilidade.
É claro que começou o ajuste de contas com Sócrates e com a Direita portuguesa, estendendo a mão outrora " escondida " a esta e oferecendo-a, fechada num punho, à esquerda.
Veremos os desenvolvimentos, até porque dificilmente se poderá dizer que Sócrates não esteja a fazer o " trabalho de casa ", dentro dos parâmetros que, dentro do sistema, lhe é exigido.
Veremos as consequências desse apelo à " revolta ", com a qual estou de acordo, apesar do sítio donde veio não me merecer excessiva credibilidade.
É claro que começou o ajuste de contas com Sócrates e com a Direita portuguesa, estendendo a mão outrora " escondida " a esta e oferecendo-a, fechada num punho, à esquerda.
Veremos os desenvolvimentos, até porque dificilmente se poderá dizer que Sócrates não esteja a fazer o " trabalho de casa ", dentro dos parâmetros que, dentro do sistema, lhe é exigido.
segunda-feira, março 07, 2011
DOS OUTROS PRAGMATISMOS...,
..., ESSES, IMORAIS...
...À mistura com uma inultrapassável hipocrisia, que fazem com que os Estados ocidentais, tão depressa " abram as pernas " à entrada nos seus negócios e na sua Banca de capitais e recursos dos países governados por alguns autocratas,em nome de uma amoralidade (!!!???) diplomática, vulgo cinismo político,se tecem roubalheiras monumentais sempre que a alguns desses autocratas se sucedem os ajustes de contas com o seu povo.
A pressa e a " organização programada " do saque começa logo pelo " congelamento " dos recursos desses estados, indiscriminadamente, e a paralização, suponho, dos juros e dividendos. EXTRAORDINÁRIO! E mais extraordinário ainda com a justificação de uma suposta protecção de bens " pertencentes " ao Povo. Que emoção me invade nesses momentos...!
LÍBIA
Um êrro atroz foi cometido pelos revoltosos na Líbia. Desconheço o enquadramento organizativo que esteve na ressaca das revoltas; seja ele da al-Qaeda ou não, o simples facto de aparecerem armas nas mãos dos revoltosos transformou os parâmetros que deram sucesso na Tunísia e no Egipto com o derrube do seu líder máximo e posteriormente o que daí vier entretanto.
Na Líbia, sem o quererem, legitimaram Khadafi no uso de força massiva - o País ESTÁ em guerra civil e o Ocidente ficou de mãos atadas e com a sua esquadra à espera.A sua intervenção nessa guerra interna terá, teria consequências que hoje nenhum " especialista " pode prever e já basta a presença de al - Qaeda na Líbia, dantes controlada por Khadafi, para os manter em cínica expectativa militar e aproveitar - se posteriormente dos despojos. Esse é o plano do Ocidente.
Khadafi vai ganhar esta guerra e reforçar - se. Eliminará os " chefes " dissidentes por traição e será um exemplo para as chefias dos outros estados do Médio-Oriente e da Argélia.
E se e quando arrumar a casa ponderará as ligações espúrias e calculistas que o Ocidente criou com a sua Líbia
...À mistura com uma inultrapassável hipocrisia, que fazem com que os Estados ocidentais, tão depressa " abram as pernas " à entrada nos seus negócios e na sua Banca de capitais e recursos dos países governados por alguns autocratas,em nome de uma amoralidade (!!!???) diplomática, vulgo cinismo político,se tecem roubalheiras monumentais sempre que a alguns desses autocratas se sucedem os ajustes de contas com o seu povo.
A pressa e a " organização programada " do saque começa logo pelo " congelamento " dos recursos desses estados, indiscriminadamente, e a paralização, suponho, dos juros e dividendos. EXTRAORDINÁRIO! E mais extraordinário ainda com a justificação de uma suposta protecção de bens " pertencentes " ao Povo. Que emoção me invade nesses momentos...!
LÍBIA
Um êrro atroz foi cometido pelos revoltosos na Líbia. Desconheço o enquadramento organizativo que esteve na ressaca das revoltas; seja ele da al-Qaeda ou não, o simples facto de aparecerem armas nas mãos dos revoltosos transformou os parâmetros que deram sucesso na Tunísia e no Egipto com o derrube do seu líder máximo e posteriormente o que daí vier entretanto.
Na Líbia, sem o quererem, legitimaram Khadafi no uso de força massiva - o País ESTÁ em guerra civil e o Ocidente ficou de mãos atadas e com a sua esquadra à espera.A sua intervenção nessa guerra interna terá, teria consequências que hoje nenhum " especialista " pode prever e já basta a presença de al - Qaeda na Líbia, dantes controlada por Khadafi, para os manter em cínica expectativa militar e aproveitar - se posteriormente dos despojos. Esse é o plano do Ocidente.
Khadafi vai ganhar esta guerra e reforçar - se. Eliminará os " chefes " dissidentes por traição e será um exemplo para as chefias dos outros estados do Médio-Oriente e da Argélia.
E se e quando arrumar a casa ponderará as ligações espúrias e calculistas que o Ocidente criou com a sua Líbia
PRAGMATISMO
No sábado conversava com um dos meus filhos " lampiões " sobre o campeonato deste ano que, segundo a nossa opinião, já estaria perdido para os " tripeiros " e nos sinais de cansaço visíveis em alguns dos elementos da equipa encarnada.
Benfica mostrava a sua dificuldade perante a " guerra " em quatro frentes e , definitivamente não possuía reservas que pudessem substituir a contento alguns jogadores da equipa titular. Seria o caso de Fábio, de Maxi, de Javi, de Aimar, de Cardoso, de Sálvio e de Gaitán.
Perante este quadro, Jesus deveria concentrar - se nas outras provas, sob o risco de não ganhar nenhuma.
Ontem, quando vi a constituição da equipa percebi que Jesus também estaria a pensar o mesmo que nós e apesar de deplorar a inclusão de Coentrão e de Javi, achei que tínhamos suficientes argumentos para enfrentar o Braga e batê - los.
Enganei - me... É que não contei com o " frango " desgraçado de Roberto e a pressão externa ao jogo representada pelas sucessivas equipas de juízes de linha, que cada vez mais, enquanto se se concentra a atenção no árbitro principal, vão sorrateiramente fazendo o seu trabalho " sujo ", misto de covardia e aleivosia.
Pronto, penso que já devem estar descansados, por ora.
Que venham os jogos restantes e queiram os santos que a gente apanhe o Porto nas fases finais da liga Europa.
Benfica mostrava a sua dificuldade perante a " guerra " em quatro frentes e , definitivamente não possuía reservas que pudessem substituir a contento alguns jogadores da equipa titular. Seria o caso de Fábio, de Maxi, de Javi, de Aimar, de Cardoso, de Sálvio e de Gaitán.
Perante este quadro, Jesus deveria concentrar - se nas outras provas, sob o risco de não ganhar nenhuma.
Ontem, quando vi a constituição da equipa percebi que Jesus também estaria a pensar o mesmo que nós e apesar de deplorar a inclusão de Coentrão e de Javi, achei que tínhamos suficientes argumentos para enfrentar o Braga e batê - los.
Enganei - me... É que não contei com o " frango " desgraçado de Roberto e a pressão externa ao jogo representada pelas sucessivas equipas de juízes de linha, que cada vez mais, enquanto se se concentra a atenção no árbitro principal, vão sorrateiramente fazendo o seu trabalho " sujo ", misto de covardia e aleivosia.
Pronto, penso que já devem estar descansados, por ora.
Que venham os jogos restantes e queiram os santos que a gente apanhe o Porto nas fases finais da liga Europa.
sábado, março 05, 2011
revolta de enrascados!!!?
O " enrascado " é um indivíduo que posto perante um problema não tem reacção.
É de admitir alguma pausa de reflexão que não hesitação e frouxidão nos " não - enrascados " quando enfrentam situações que lhes EXIGEM uma acção no sentido da solução ou menorização dos problemas que a Vida apresenta, a par, convém nunca esquecer, com as alternativas de antecipação que obstariam ao seu aparecimento.
A geração " enrascada " em Portugal, vai sair à rua...
Ficaremos à espera das suas interrogações e propostas...
Até lá...
É de admitir alguma pausa de reflexão que não hesitação e frouxidão nos " não - enrascados " quando enfrentam situações que lhes EXIGEM uma acção no sentido da solução ou menorização dos problemas que a Vida apresenta, a par, convém nunca esquecer, com as alternativas de antecipação que obstariam ao seu aparecimento.
A geração " enrascada " em Portugal, vai sair à rua...
Ficaremos à espera das suas interrogações e propostas...
Até lá...
quinta-feira, março 03, 2011
Do DERBY...
Se ainda houvessem dúvidas do que Fábio Coentrão representa para esta equipa do Benfica elas desapareceram de vez perante, não só o que este menino fez na época passada como bem me lembro,como o que ele tem feito esta época.
Dono de uma excelente técnica, velocidade, sem lateralidades na busca da área adversária, um poço de nervos, raça e querer, o Benfica sem Fábio será definitivamente outra equipa e seguramente menos boa.
Se há jogador a acarinhar e tentar manter a todo o custo no plantel é ele. Merece ter dos mais elevados ordenados no plantel porque será o mais valioso jogador na próxima época, se o conseguirem manter por cá.
Boa réplica do Sporting. Valorizou o derby e manteve o resultado incerto até ao fim. Como disse Postiga, saíram de cabeça erguida.
E viva o Glorioso!
quarta-feira, março 02, 2011
STAY OUT!
O nervosismo do Pentágono e a " obsessão " da Europa com a estabilidade ameaçam deitar tudo a perder no Médio - Oriente...
Qualquer tipo de intervenção levada a efeito dentro desses territórios em ebulição dará argumentos à Liga Árabe e aos déspotas restantes motivos mais do que suficientes para acusarem o Ocidente de estar à cabeça dos revoltosos e apelar ao ISLÃO.
A melhor ajuda a dar será, a par de apoio moral,a humanitária, considerado o número crescente de refugiados.
Khadafi é um homem acossado e naturalmente em perigo de vida. Lutará pela sobrevivência e não terá qualquer problema em utilizar todos os meios ao seu dispôr para se manter a salvo. A " naturalidade " das suas acções num país já em guerra civil vai - se incrementar à medida em que os revoltosos apertarem o cerco.
Em nome da Liberdade vão tombar muitos líbios.
Que isso não venha a precipitar a intervenção do Ocidente, pressionado por uma opinião pública, hoje finalmente desperta, é o que se espera, sob o risco de contaminação do que começou em pureza.
STAY OUT, PLEASE!
Qualquer tipo de intervenção levada a efeito dentro desses territórios em ebulição dará argumentos à Liga Árabe e aos déspotas restantes motivos mais do que suficientes para acusarem o Ocidente de estar à cabeça dos revoltosos e apelar ao ISLÃO.
A melhor ajuda a dar será, a par de apoio moral,a humanitária, considerado o número crescente de refugiados.
Khadafi é um homem acossado e naturalmente em perigo de vida. Lutará pela sobrevivência e não terá qualquer problema em utilizar todos os meios ao seu dispôr para se manter a salvo. A " naturalidade " das suas acções num país já em guerra civil vai - se incrementar à medida em que os revoltosos apertarem o cerco.
Em nome da Liberdade vão tombar muitos líbios.
Que isso não venha a precipitar a intervenção do Ocidente, pressionado por uma opinião pública, hoje finalmente desperta, é o que se espera, sob o risco de contaminação do que começou em pureza.
STAY OUT, PLEASE!
terça-feira, março 01, 2011
SÓ UM pequeno esclarecimento...
Na linha do esclarecimento às " narrativas " cantadas pelos Media e citadas pelo Abrupto sobre a diferença ( bem vista por alguns )entre revoluções e revoltas, é no mínimo sensato uma certa contenção nos conceitos, já que as revoluções começam SEMPRE por revoltas, mudas enquanto se caldeiam as forças que as trazem destemidamente para a luz do dia e atroadoras à medida em que a sua força cresce.
No Irão do XÁ houve uma RE VO LU ÇÃO que mudou totalmente a face de um País " ocidentalizado e laico " para uma República Islâmica com uma democracia formal deficiente (!!!?), na esteira de TODAS as deficientes democracias do Globo, onde cada uma sublinha as características que sublima.
No Ocidente releva - se o voto, a livre expressão, o mercado liberal e os direitos humanos. Exige - se peremptóriamente o cumprimento da primeira, da segunda e terceira condições expressas e os mínimos, sujeitos a interpretações convenientes, aos direitos humanos.
Noutros lugares, outras culturas prestigiam outras universalidades, como a FÉ, por exemplo.
Para terminar, NADA nos garante, enfim, que as revoltas não venham a dar origem a revoluções onde a renúncia da FÉ estará ausente das considerações dos revoltosos. Nunca se sabe...
Alguém é capaz de prever o que vai suceder na Europa até ao fim do ano em curso?
No Irão do XÁ houve uma RE VO LU ÇÃO que mudou totalmente a face de um País " ocidentalizado e laico " para uma República Islâmica com uma democracia formal deficiente (!!!?), na esteira de TODAS as deficientes democracias do Globo, onde cada uma sublinha as características que sublima.
No Ocidente releva - se o voto, a livre expressão, o mercado liberal e os direitos humanos. Exige - se peremptóriamente o cumprimento da primeira, da segunda e terceira condições expressas e os mínimos, sujeitos a interpretações convenientes, aos direitos humanos.
Noutros lugares, outras culturas prestigiam outras universalidades, como a FÉ, por exemplo.
Para terminar, NADA nos garante, enfim, que as revoltas não venham a dar origem a revoluções onde a renúncia da FÉ estará ausente das considerações dos revoltosos. Nunca se sabe...
Alguém é capaz de prever o que vai suceder na Europa até ao fim do ano em curso?
NEM MAIS...
A Comunicação " académica " é ISTO que www.abrupto.com , com uma clareza cristalina nos diz sobre as revoltas ( E NÃO REVOLUÇÃO, como é evidente que difìcilmente acontecerá ) que se sucedem no espaço árabe.
A ignorância é atrevida, diz o povo e há demasiada ignorância veiculada nos MEDIA, a par de posicionamentos ideológicos onde não deveria haver espaço para o seu uso a não ser em comentários expressamente designados.
A manipulação resulta canhestra a quem obtém ou obteve de outras fontes o conhecimento dos factos e principalmente a quem os saiba interpretar.
A percentagem das populações que têm acesso a essa capacidade de interpretação, que não manipulação desonesta e ou ignorante é mínima e tem sido dessa escassez a surgir alguma lucidez.
O Abrupto, comentador nacional, é ideológico e marcadamente partidário. O Abrupto quando funciona històricamente, é notável. Que apareça mais vezes nesta condição. É superlativamente mais necessário e mais útil.
A ignorância é atrevida, diz o povo e há demasiada ignorância veiculada nos MEDIA, a par de posicionamentos ideológicos onde não deveria haver espaço para o seu uso a não ser em comentários expressamente designados.
A manipulação resulta canhestra a quem obtém ou obteve de outras fontes o conhecimento dos factos e principalmente a quem os saiba interpretar.
A percentagem das populações que têm acesso a essa capacidade de interpretação, que não manipulação desonesta e ou ignorante é mínima e tem sido dessa escassez a surgir alguma lucidez.
O Abrupto, comentador nacional, é ideológico e marcadamente partidário. O Abrupto quando funciona històricamente, é notável. Que apareça mais vezes nesta condição. É superlativamente mais necessário e mais útil.
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
FÁBIO, O Insubmisso
FÁBIO 2 MARÍTIMO 1
Que dizer deste jogo?
Que quase resultava a táctica de autocarro? Que o Benfica só não goleou por culpa do Marcelo? Que o cansaço muscular do Benfica pesou? Que um árbitro portista não pode, em casos dúbios,decidir pelo Benfica sem correr o risco de ser crucificado na sua terra natal? Que o Benfica ainda não está livre do contrabando que o vai impedir de se aproximar do Porto?
Fico - me pela homenagem ao profissionalismo e carácter de um jovem, Coentrão, que abraçou com alma e coração aquela camisola. Coentrão, hoje, é o melhor jogador do Benfica.
domingo, fevereiro 27, 2011
DA COMUNICAÇÃO...
Há, por vezes, um hermetismo no discurso académico perante o qual o leigo só poderá ter uma única posição - de cócoras - intimidado pela barroca doutrinação ou gargalhando desalmadamente até mais não poder.
É que qualquer tentativa outra na postura que pudesse sugerir uma alternativa válida de compreensão do que se lê ou ouve, está votada ao fracasso ou a uma violenta indigestão.
Quando esse pedantismo bacoco se manifesta, não só no seu espaço de eleição - entre iguais - mas também em macacadas travestidas de " complexidade " e " estilo ", porque trôpegas no manejo natural do que se assimilou, neste caso a LINGUA, o resultado é desastroso.
É preferível, em todo o caso,a " incultura " do uso canhestro da Lingua, desde que se faça entender o que se quer transmitir, à caótica e opaca justaposição de palavras que enegrecem o texto e o raciocínio do seu autor.
A Comunicação resume - se à transmissão clara do pensado, directamente ao interlocutor ou através de um texto, levando - o a acompanhar - nos no nosso raciocínio, por vezes à cata de " verdades " e outras vezes só pela emoção de Conhecer reconhecendo - nos noutras maneiras de ver e sentir em suas fundamentações outras.
Qualquer expulsão à partida, transmitida pelo coturno industriado do emissor anula a comunicação, mesmo entre iguais.
As metáforas evangelizantes de Cristo são um exemplo perene das quais as epístolas " doutrinárias " modernas se afastaram, quanto mais não seja na sua eficácia como transmitir filosofia a leigos.
É que qualquer tentativa outra na postura que pudesse sugerir uma alternativa válida de compreensão do que se lê ou ouve, está votada ao fracasso ou a uma violenta indigestão.
Quando esse pedantismo bacoco se manifesta, não só no seu espaço de eleição - entre iguais - mas também em macacadas travestidas de " complexidade " e " estilo ", porque trôpegas no manejo natural do que se assimilou, neste caso a LINGUA, o resultado é desastroso.
É preferível, em todo o caso,a " incultura " do uso canhestro da Lingua, desde que se faça entender o que se quer transmitir, à caótica e opaca justaposição de palavras que enegrecem o texto e o raciocínio do seu autor.
A Comunicação resume - se à transmissão clara do pensado, directamente ao interlocutor ou através de um texto, levando - o a acompanhar - nos no nosso raciocínio, por vezes à cata de " verdades " e outras vezes só pela emoção de Conhecer reconhecendo - nos noutras maneiras de ver e sentir em suas fundamentações outras.
Qualquer expulsão à partida, transmitida pelo coturno industriado do emissor anula a comunicação, mesmo entre iguais.
As metáforas evangelizantes de Cristo são um exemplo perene das quais as epístolas " doutrinárias " modernas se afastaram, quanto mais não seja na sua eficácia como transmitir filosofia a leigos.
sábado, fevereiro 26, 2011
JORNADAS EUROPEIAS...
...DE FUTEBOL,claro, que as outras são sempre previsíveis.
ESTUGARDA 0 BENFICA 2
Futebol belo, forte e convincente de uma equipa que sente alegria pelo jogo, diverte - se e diverte -nos e às vezes faz - nos esquecer quase tudo o resto durante os noventa minutos.
PORTO 0 SEVILHA 1
O Porto de hoje é uma equipa em esforço, nem sempre eficaz, mas cumpriu os mínimos...
BRAGA 2 LECH POZNAN 0
O BRAGA arregaçou as mangas e pôs - se ao trabalho. Ninguém se encolheu e colheu os frutos...
SPORTING 2 RANGERS 2
Bem, no Sporting parece que tudo se reduz a uma lei - a de Murphy ( está muito na moda...) - que TODA A GENTE da " a BOLA ", de J.Bonzinho a Rogério Alves, passando por Teixeira Pinto colou forte à pálida prestação de uma equipa em acelerada descompressão e que já só pensa em férias...
Foi penoso vê - la a perder a hipótese de permanecer na prova ao cair do pano...
ESTUGARDA 0 BENFICA 2
Futebol belo, forte e convincente de uma equipa que sente alegria pelo jogo, diverte - se e diverte -nos e às vezes faz - nos esquecer quase tudo o resto durante os noventa minutos.
PORTO 0 SEVILHA 1
O Porto de hoje é uma equipa em esforço, nem sempre eficaz, mas cumpriu os mínimos...
BRAGA 2 LECH POZNAN 0
O BRAGA arregaçou as mangas e pôs - se ao trabalho. Ninguém se encolheu e colheu os frutos...
SPORTING 2 RANGERS 2
Bem, no Sporting parece que tudo se reduz a uma lei - a de Murphy ( está muito na moda...) - que TODA A GENTE da " a BOLA ", de J.Bonzinho a Rogério Alves, passando por Teixeira Pinto colou forte à pálida prestação de uma equipa em acelerada descompressão e que já só pensa em férias...
Foi penoso vê - la a perder a hipótese de permanecer na prova ao cair do pano...
terça-feira, fevereiro 22, 2011
E O TSUNAMI CONTINUA...
...E os que vão morrer vos contemplam!
O " click " que há poucos meses atrás, em Janeiro para ser exacto, eu sentia prestes a estalar nunca o pensei, para já, nos lugares onde tem " estrondado ".
Bem visto as coisas, também não o sentia, verdadeiramente, nas sociedades domesticadas, por ora, do espaço Ocidental, onde a esperança no " american way of living " mantém em doce enlevo, hipnotizada pela oferta de consumo, a sua população.
Na Líbia, o " sultão " treme, e aprendeu de maneira lerda, a pior maneira de lidar com a revolta - ESMAGÁ - LA - a tiros de canhão, domá -la pelo medo. Pode ser e espero que se cumpra o dito popular, queiram os jovens oficiais do exército líbio recusarem - se a ensanguentar as mãos em nome de um anacronismo, representado por Kadahfi.
A Europa política vegeta numa decadência imparável, da sua população,dos seus valores, da sua grandeza histórica,da sua parca juventude e voga à mercê da Cleptocracia, feita sistema.
Mais uma vez, vai fazer o que tem feito, sempre sob o alibi da CRISE, hoje feita filosofia política - FAZER PAGAR A SUA POPULAÇÃO PELA SUA INCOMPETÊNCIA - .
Desta vez, vai aproveitar a turbulência para voltar a roubar, aumentando os preços dos combustíveis, em vez de fazer um vigoroso e veemente apelo à contenção do uso e desperdício dos combustíveis fósseis, dando o exemplo.
Quem sabe, até poderá ser que esteja, sem o saber, a acelerar a SUA revolução, à medida em que se vai estupidificando cada vez mais, mantendo em estado de alerta e pulsão a sua população, já farta do envenenamento burocrático.
O " click " que há poucos meses atrás, em Janeiro para ser exacto, eu sentia prestes a estalar nunca o pensei, para já, nos lugares onde tem " estrondado ".
Bem visto as coisas, também não o sentia, verdadeiramente, nas sociedades domesticadas, por ora, do espaço Ocidental, onde a esperança no " american way of living " mantém em doce enlevo, hipnotizada pela oferta de consumo, a sua população.
Na Líbia, o " sultão " treme, e aprendeu de maneira lerda, a pior maneira de lidar com a revolta - ESMAGÁ - LA - a tiros de canhão, domá -la pelo medo. Pode ser e espero que se cumpra o dito popular, queiram os jovens oficiais do exército líbio recusarem - se a ensanguentar as mãos em nome de um anacronismo, representado por Kadahfi.
A Europa política vegeta numa decadência imparável, da sua população,dos seus valores, da sua grandeza histórica,da sua parca juventude e voga à mercê da Cleptocracia, feita sistema.
Mais uma vez, vai fazer o que tem feito, sempre sob o alibi da CRISE, hoje feita filosofia política - FAZER PAGAR A SUA POPULAÇÃO PELA SUA INCOMPETÊNCIA - .
Desta vez, vai aproveitar a turbulência para voltar a roubar, aumentando os preços dos combustíveis, em vez de fazer um vigoroso e veemente apelo à contenção do uso e desperdício dos combustíveis fósseis, dando o exemplo.
Quem sabe, até poderá ser que esteja, sem o saber, a acelerar a SUA revolução, à medida em que se vai estupidificando cada vez mais, mantendo em estado de alerta e pulsão a sua população, já farta do envenenamento burocrático.
POR CIMA...
SPORTING 0 BENFICA 2
Foi evidente a superioridade da equipa do Benfica neste derby com os lagartos assim como tinha acontecido com os tripeiros.
Espoliados sibilinamente logo no início do campeonato, numa altura em que o motor aquecia, deixando - nos estratégicamente colocados atrás do rival nortenho, os benfiquistas sabem hoje que a táctica delineada fora dos relvados está a resultar para os seus criadores.
Hoje há nada poderiam fazer para inverter a caminhada do Benfica, a não ser que reduzissem a equipa do Benfica a oito jogadores.Isso foi tentado ontem com mais uma pedrinha sorrateira, esquecida entretanto pela qualidade inquestionável dos homens que dentro das quatro linhas deram uma lição de solidariedade e de funcionamento como EQUIPA.
CR9
A AZIA incontrolável que certos heróis do jogo provocam em alguns colegas de profissão revela - se por vezes de maneira um pouco bizarra.
Pandiani, atleta obscuro do Osasuna, tem por Ronaldo uma antipatia que se estendeu por um parolo cotejo entre o seu " fabuloso " local de nascimento - o ( sem ofensa ),històricamente insignificante Uruguai -, cuja origem partilha, nas palavras de Savater, com os cogumelos e baratas da sua terra natal e " uma pequena ilha " do Atlântico, que creio eu, ele não sabe que é Portugal.
E VIVA O GLORIOSO!
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
PAIRANDO...
EGIPTO
A revolta triunfou nos seus pressupostos mínimos que era o derrube do " faraó " Mubarak. O que ficou desses dias de raiva foi que é possível mudar TUDO, para qualquer coisa outra, desde que o povo o queira, verdadeiramente.
A mensagem que todas as revoltas consequentes trazem é sempre a mesma e tem sido testemunhada pela História dos povos - a Liberdade é possível e... exige sacrifícios que poderão ocorrer ou não, consoante a determinação do levantamento popular.
O exemplo tunisino foi fundamental porque nos tempos recentes a queda da URSS e dos governos autocráticos de Leste europeu mais a revolução iraniana já estavam esquecidas e absorvidas pela normalidade democrática que lhes sucederam.
O Egipto vai - se remeter ao silêncio e à " normalidade " se os fins últimos da revolta popular continham tão poucas referências e objectivos. E será uma pena!
PORTUGAL
O País continua em banho - maria a cozer em lume brando.
As circunstâncias que moldam o estado actual, mesmo sem se afastar muito dos atavismos da natureza lusa, têm estado a refinar - se e num mau sentido, com a contribuição de TODOS, exceptuando a solidão dos cientistas, como único espaço de excelência em Portugal.
UNIÃO EUROPEIA
A ingenuidade política que grassa no espaço europeu, atolado num presente cheio de armadilhas que a imaturidade e diletância dos seus administradores não consegue superar traz - me à lembrança a raiz dos nacionalismos que lhe deram, em tempos, o seu formato actual - o desconhecimento do vizinho - com a negligência e indiferença associadas à massificação da INCULTURA em vastas áreas do seu território.
Da " ameaça " que representava aos interesses dos USA e da China,a UE remete - se voluntàriamente à condição de parceiro menor, quase descartável no turbilhão globalizante a que hoje já nem a sua Cultura e História planetária lhe poderão valer, de nada.
A revolta triunfou nos seus pressupostos mínimos que era o derrube do " faraó " Mubarak. O que ficou desses dias de raiva foi que é possível mudar TUDO, para qualquer coisa outra, desde que o povo o queira, verdadeiramente.
A mensagem que todas as revoltas consequentes trazem é sempre a mesma e tem sido testemunhada pela História dos povos - a Liberdade é possível e... exige sacrifícios que poderão ocorrer ou não, consoante a determinação do levantamento popular.
O exemplo tunisino foi fundamental porque nos tempos recentes a queda da URSS e dos governos autocráticos de Leste europeu mais a revolução iraniana já estavam esquecidas e absorvidas pela normalidade democrática que lhes sucederam.
O Egipto vai - se remeter ao silêncio e à " normalidade " se os fins últimos da revolta popular continham tão poucas referências e objectivos. E será uma pena!
PORTUGAL
O País continua em banho - maria a cozer em lume brando.
As circunstâncias que moldam o estado actual, mesmo sem se afastar muito dos atavismos da natureza lusa, têm estado a refinar - se e num mau sentido, com a contribuição de TODOS, exceptuando a solidão dos cientistas, como único espaço de excelência em Portugal.
UNIÃO EUROPEIA
A ingenuidade política que grassa no espaço europeu, atolado num presente cheio de armadilhas que a imaturidade e diletância dos seus administradores não consegue superar traz - me à lembrança a raiz dos nacionalismos que lhe deram, em tempos, o seu formato actual - o desconhecimento do vizinho - com a negligência e indiferença associadas à massificação da INCULTURA em vastas áreas do seu território.
Da " ameaça " que representava aos interesses dos USA e da China,a UE remete - se voluntàriamente à condição de parceiro menor, quase descartável no turbilhão globalizante a que hoje já nem a sua Cultura e História planetária lhe poderão valer, de nada.
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
DA HIPOCRISIA, feita norma...
... ninguém escapa, nem o indivíduo nem os Estados, representados pelos seus dirigentes, no Poder ou fora dele.
Ao indivíduo, ela é-lhe uma condição de funcionamento alimentada permanentemente pela socialização que, hoje, os gurus da hipocrisia moderna chamam de inteligência emocional.
Aos Estados, ela é - lhes uma condição, não da sua existência como tais mas decorrente dos interesses dos sistemas que defendem e dos interesses pessoais dos seus líderes.
Nas últimas semanas, o exercício dessa actividade tem estado ao rubro, nomeadamente no mundo ocidental e obscuramente ainda no Médio-Oriente, despoletada pelas revoltas populares na Tunísia e no Egipto que ameaçam contaminar toda a política planetária numa brutal confrontação entre o que o Ocidente prega para si e esquece nos Outros e o medo que a Liberdade Global lhe provoca no varrimento de uma classe maníacamente cleptómana e autocrática. É que temos entre nós os representantes desse sistema na sua faceta clepto e nada nos garante uma inibição de contágio, apesar do envelhecimento obeso da nossa juventude.
Em Portugal, o Bloco de Esquerda, com a promessa de apresentar uma moção de censura ao Governo deu uma violenta sapatada no pântano da hipocrisia instalada e pôs a nu o vazio retórico das Oposições e esfregou na cara de TODOS o que ninguém quer assumir - as responsabilidades e obrigações de TODOS, no sentido de pôr o País a funcionar noutros moldes.
Se o Governo não presta, como todos dizem, o que é que ele ainda está lá a fazer? Quais as consequências a tirar?
A nu vai ficar a responsabilidade explícita do PS e do PSD na não-existência de condições de governabilidade em maioria e que essa explicação devida ao povo tem de ser dada, no Parlamento e num clima de atenção focada pela moção.
Ao indivíduo, ela é-lhe uma condição de funcionamento alimentada permanentemente pela socialização que, hoje, os gurus da hipocrisia moderna chamam de inteligência emocional.
Aos Estados, ela é - lhes uma condição, não da sua existência como tais mas decorrente dos interesses dos sistemas que defendem e dos interesses pessoais dos seus líderes.
Nas últimas semanas, o exercício dessa actividade tem estado ao rubro, nomeadamente no mundo ocidental e obscuramente ainda no Médio-Oriente, despoletada pelas revoltas populares na Tunísia e no Egipto que ameaçam contaminar toda a política planetária numa brutal confrontação entre o que o Ocidente prega para si e esquece nos Outros e o medo que a Liberdade Global lhe provoca no varrimento de uma classe maníacamente cleptómana e autocrática. É que temos entre nós os representantes desse sistema na sua faceta clepto e nada nos garante uma inibição de contágio, apesar do envelhecimento obeso da nossa juventude.
Em Portugal, o Bloco de Esquerda, com a promessa de apresentar uma moção de censura ao Governo deu uma violenta sapatada no pântano da hipocrisia instalada e pôs a nu o vazio retórico das Oposições e esfregou na cara de TODOS o que ninguém quer assumir - as responsabilidades e obrigações de TODOS, no sentido de pôr o País a funcionar noutros moldes.
Se o Governo não presta, como todos dizem, o que é que ele ainda está lá a fazer? Quais as consequências a tirar?
A nu vai ficar a responsabilidade explícita do PS e do PSD na não-existência de condições de governabilidade em maioria e que essa explicação devida ao povo tem de ser dada, no Parlamento e num clima de atenção focada pela moção.
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
BOA MEMÓRIA...
...revelou o povo caboverdiano a separar a espuma da substância, acrescentando responsabilidades acrescidas ao PAICV e ao seu governo, premiando - o pela obra feita e credibilizando o seu projecto de fazer melhor amanhã.
Parabéns à democracia caboverdiana e continuação de um trabalho sério e produtivo dos seus governantes, com o POVO, na sua expressão exacta, na primeira linha das suas preocupações sociais. Os outros, possuidores de mais - valias que a Natureza e capacidade de posse privilegiam, do Governo e do Estado só precisam de liberdade e regras claras de funcionamento em liberdade.
domingo, fevereiro 06, 2011
CABO VERDE
As eleições legislativas que decorrem na minha terra configuram um duro teste aos desafiantes do Poder detido pelo PAICV.
Cabo Verde conheceu um desenvolvimento extraordinário que as dificuldades apresentadas nos índices de Emprego e Saúde, principalmente,não conseguem apagar o excelente trabalho feito.
MESTI MUDA ( É preciso mudar! ), é o mote da campanha do partido oposicionista MPD, liderado por Carlos Veiga.
Dando de barato que uma sociedade está e precisa de mudanças no sentido do seu melhor desempenho em prol das populações, ignoro o sentido das mudanças que este partido quer implementar. E procurei sabê - lo..., sem sucesso.
Do apelo à continuidade do PAICV a resposta a haver e o desafio a propôr exigiam - se programas claros e um exercício projectivo de superação DO QUE ESTÁ POR FAZER MELHOR, o que não antevi em nenhum " discurso " da campanha do MDP;
porque na comparação que se poderá fazer eventualmente entre o consulado do MPD entre 1991 e 2001 e a governação de José Maria das Neves, Cabo Verde ganhou e o MPD perde.
Sendo assim..., mudar por mudar, por leviandade, seria um êrro que não creio que os meus patrícios vão cometer.
O PAÍS DOS CALIMEROS...
...OU...
... GERAÇÃO LIXADA?, melhor, GERAÇÃO PASMADA E ESTUPORADA !
Leio H. Raposo no Expresso de ontem e oiço a Ana Bacalhau deplorando a parvoíce do mundo e da sua ( dela ) geração e lamentàvelmente et pour cause chego à reconfirmação de que a par de fantásticos jovens que habitam Portugal há uma geração pedinte e desvirgada a desmerecer tudo o que eles andam a fazer, por si e pelo País.
Lamúrias sobre lamúrias sobre a geração que a precedeu e que na minha opinião não soube incutir - lhes responsabilidade pessoal e cívica sobre a sua vida de adultos, com ou sem canudos,extensão enganadora de uma mais valia redentora a que qualquer sociedade se prostaria em adoração.
Ora bolas para isso! MEXAM- SE!
A REALIDADE está aí para ser mudada pelos não - conformistas, para ser ludibriada pelos pragmáticos e chico - espertos e para ser transformada em outra coisa, que não ISTO, que habitam em lágrimas.
Como não creio que Portugal seja um País de moralistas como eu, ao menos que não venha a ser, com essa geração, o Portugal dos " perdidos na Vida ".
É que já não há pachôrra para tanta auto-comiseração de ressabiados que só sabem gemer e contorcer - se em sofrimento.
... GERAÇÃO LIXADA?, melhor, GERAÇÃO PASMADA E ESTUPORADA !
Leio H. Raposo no Expresso de ontem e oiço a Ana Bacalhau deplorando a parvoíce do mundo e da sua ( dela ) geração e lamentàvelmente et pour cause chego à reconfirmação de que a par de fantásticos jovens que habitam Portugal há uma geração pedinte e desvirgada a desmerecer tudo o que eles andam a fazer, por si e pelo País.
Lamúrias sobre lamúrias sobre a geração que a precedeu e que na minha opinião não soube incutir - lhes responsabilidade pessoal e cívica sobre a sua vida de adultos, com ou sem canudos,extensão enganadora de uma mais valia redentora a que qualquer sociedade se prostaria em adoração.
Ora bolas para isso! MEXAM- SE!
A REALIDADE está aí para ser mudada pelos não - conformistas, para ser ludibriada pelos pragmáticos e chico - espertos e para ser transformada em outra coisa, que não ISTO, que habitam em lágrimas.
Como não creio que Portugal seja um País de moralistas como eu, ao menos que não venha a ser, com essa geração, o Portugal dos " perdidos na Vida ".
É que já não há pachôrra para tanta auto-comiseração de ressabiados que só sabem gemer e contorcer - se em sofrimento.
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
ANARQUIA, JÁ!
A minha satisfação pelo que se está a passar no mundo árabe a reboque da revolta popular tunisina, às claras no Egipto e subterrâneamente já nas suas monarquias, é plena.
Há tempos perguntava eu - Será que as democracias se sentem assim tão seguras que se permitem tais ofensas aos povos que representam?
Basta já do absurdo que certos regimes contemplam hoje como uma fatalidade, a que a maioria da população não consegue fugir.
Sempre produto das circunstâncias que fazem do SAPIENS um ser imaturo e reiteradamente de fraca memória da sua história assim que a sua Vida ( sempre vista uniliteralmente ) entra, a espaços, nos " eixos ", as revoltas populares, puras na anarquia que as sustentou e sustenta, tendem, assim que enquadradas, a perder o élan transformador que as despoletou.
Não, NÃo, NÃO, até que os " enquadradores " encartados cumpram o que a revolta pede e exige, sem negociadores nem representantes fácilmente racionalizáveis pelo bom-senso dos gabinetes, a não ser a consciência interrogada das massas, aferidoras das disposições dos burocratas em cumprir as proclamações exigidas.
Então, haverá espaço para a legalidade que a legitimidade popular trouxe à rua e quer fazer LEI.
A desmobilização não pode ser para já. Ainda não, pese a pressão dos USA, UE, ONU ou Liga Árabe.
É que eles foram parceiros mudos e espectadores desinteressados da sorte das populações que normalmente SAEM À RUA em revolta.
Ainda não!
Há tempos perguntava eu - Será que as democracias se sentem assim tão seguras que se permitem tais ofensas aos povos que representam?
Basta já do absurdo que certos regimes contemplam hoje como uma fatalidade, a que a maioria da população não consegue fugir.
Sempre produto das circunstâncias que fazem do SAPIENS um ser imaturo e reiteradamente de fraca memória da sua história assim que a sua Vida ( sempre vista uniliteralmente ) entra, a espaços, nos " eixos ", as revoltas populares, puras na anarquia que as sustentou e sustenta, tendem, assim que enquadradas, a perder o élan transformador que as despoletou.
Não, NÃo, NÃO, até que os " enquadradores " encartados cumpram o que a revolta pede e exige, sem negociadores nem representantes fácilmente racionalizáveis pelo bom-senso dos gabinetes, a não ser a consciência interrogada das massas, aferidoras das disposições dos burocratas em cumprir as proclamações exigidas.
Então, haverá espaço para a legalidade que a legitimidade popular trouxe à rua e quer fazer LEI.
A desmobilização não pode ser para já. Ainda não, pese a pressão dos USA, UE, ONU ou Liga Árabe.
É que eles foram parceiros mudos e espectadores desinteressados da sorte das populações que normalmente SAEM À RUA em revolta.
Ainda não!
segunda-feira, janeiro 31, 2011
NEM ONTEM, NEM HOJE...
NENHUMA argumentação será válida contra as novas declarações de BIBI,a não ser adornada de uma colossal hipocrisia ou auto - recriminação.
Para os que condenaram TODOS os arguidos ou especialmente um deles, Carlos Cruz, para o caso, esse eventual " ajustamento ", no caso de uma eventual inocência ou erro judiciário, seria muito doloroso moralmente.
Se ontem, as declarações de BIBI estiveram na base da condenação dos arguidos do processo Casa Pia, ajoujadas pela " credibilidade " das vítimas declaradas, portanto, CREDÍVEIS, para a opinião pública e para os tribunais, porque é que HOJE não o serão?
BIBI nunca teve NENHUMA credibilidade, nem ontem nem hoje. Quanto às vítimas dos abusos, não me pronuncio a não ser na total condenação da pedofilia e dos seus autores.
A natureza humana sempre se predispôs à empatia com a patifaria. Acaba, no limite, por alimentar um misto de inveja/ódio por aqueles que ultrapassam ou parecem ter ultrapassado os limites que a sua cobardia, códigos morais, penalização social ou religiosa lhe impôe.
É com estes pressupostos que se coze a " opinião pública " quando sobre os outros cai o anátema.
Não poderá haver, não deveria haver NENHUMA condicionante jurídica que possa impedir a audição, de novo, desta testemunha e o confronto com as " provas " aduzidas e com as vítimas, em nome da JUSTIÇA.
domingo, janeiro 30, 2011
E VIVA A REVOLUÇÃO!
Eu já tinha avisado e ansiado que os " sinais " estavam já aí...
Manietada pela sua demissão da direcção administrativa dos povos que a sua obrigação e essência exigiria, em prol da Cleptocracia feita regime, a POLÍTICA, desmascarada na sua cumplicidade "activa, só tinha um caminho a percorrer - a DEVOLUÇÃO do Poder a quem o deu - o POVO.
Nas sociedades democráticas instituídas pelo Globo, essa devolução tem sido formalmente protagonizada nas eleições, durante o tempo da campanha eleitoral. Uma vez cumpridas as " obrigações " exigidas( !!!???) ao Povo regressa tudo ao statu anterior, com novos protagonistas ou não.
Naturalmente, as sucessivas " mascaradas " com as quais o Povo se deixava enganar, na ilusão de que o sistema e o regime podiam ser reformados, começam a esvaziar - se de sentido e de conteúdo de que o abandono em crescendo das urnas eleitorais dá consistência.
A hora é de acção.
A minha desilusão com o comodismo e emburguesamento da juventude ociosa, niilista, burocrática e efeminada do Ocidente,ausente e negligente do seu futuro teve um revés - contentamento com a revolução dos jovens tunisinos.
Que os ventos que varreram a cleptocracia tunisina representada pelos seus dirigentes políticos tenham o efeito de um gigantesco e global tsunami,a leste a norte a sul e a ocidente e que ajude a reinventar uma nova DEMOCRACIA E UM REGIME OUTRO, que sejam capazes de redefinir uma nova matrix do SAPIENS.
quarta-feira, janeiro 26, 2011
LÁ COMO CÁ...
No dia 6 de Fevereiro decidem - se as eleições em Cabo Verde.
Como de resto em todo o planeta em sufrágio, exigem - se MUDANÇAS, quanto mais não seja a cara da liderança.
Os ventos de mudança sopram na Tunísia e no Egipto e certas lideranças, aquelas que se assustam e com razão quando o povo abandona a " urna " e acciona a democracia directa,têm razão para ter medo.
Felizmente, no meu saudoso País, tão doce nos seus costumes como os pais fundadores, a fúria não foi para lá chamada.
Aquilo que nos distingue - a proximidade, nunca permitirá a resolução dos problemas políticos pela violência.
Que continue assim...
segunda-feira, janeiro 24, 2011
E Manuel Alegre?
Em Fevereiro do ano passado, quando a candidatura de Fernando Nobre se deu à luz e na ressaca das palavras proferidas por M. Alegre, " aliviado " com a definição do voto do PS dizia - As coisas estão claras - eu duvidei que estivessem e previ então que se não fizesse esquecer aos socialistas a sua declarada e reiterada oposição ao seu governo,não iria longe.
Pelos vistos, não conseguiu...
A incoerência do seu táctico posicionamento político, em nome da liberdade, magoou os seus camaradas e se para alguns engolir o sapo da sua candidatura era um mal necessário, para outros,em nome da mesma liberdade que exemplificou,era amargo demais, como se viu.
Pelos vistos, não conseguiu...
A incoerência do seu táctico posicionamento político, em nome da liberdade, magoou os seus camaradas e se para alguns engolir o sapo da sua candidatura era um mal necessário, para outros,em nome da mesma liberdade que exemplificou,era amargo demais, como se viu.
DA NATURALIDADE DAS COISAS...
" AQUELE DE ENTRE VÓS QUE NUNCA PECOU, ATIRE A PRIMEIRA PEDRA! " - Jesus Cristo
A História das Nações está íntimamente ligada, como necessáriamente tem de ser,aos seus protagonistas, em cada fase da sua Vida.A inocência está excluída das suas decisões.
Ontem, o protagonista foi o povo que elegeu Cavaco Silva para mais um mandato de 5 anos à frente do seu destino.
A Democracia também é isto e a História de Portugal estará, nos próximos anos, marcada pelos resultados da votação de ontem.
Como tem acontecido nos desenvolvimentos recentes da política portuguesa,a reacção popular aos ataques aos carácteres dos seus líderes tem sido a absolvição, para lá de qualquer análise racional que sobre os factos lhe tenha sido trazido, numa manifestação de solidariedade e esvaziamento de juízos morais a que só um reconhecimento e empatia da imperfeição do outro, justifica.
O que isso nos diz do carácter do POVO, também é ISSO, aqui ou em qualquer parte do mundo, é claro.
A natureza humana sabe - se imperfeita,e quando posta perante a imperfeição ética dos seus líderes a sua análise, quase sempre, estreita -se para o campo familiar e próximo do Eu que não para o espaço real, político, aonde deveria ser sufragada.
Cavaco Silva é, hoje, o representante político, sociológico e ético do estado moral do País.
O que se espera dele, conhecida a sua história e dos seus companheiros da jornada é incompreensível para mim..., mas eu não votei nele, naturalmente!
A História das Nações está íntimamente ligada, como necessáriamente tem de ser,aos seus protagonistas, em cada fase da sua Vida.A inocência está excluída das suas decisões.
Ontem, o protagonista foi o povo que elegeu Cavaco Silva para mais um mandato de 5 anos à frente do seu destino.
A Democracia também é isto e a História de Portugal estará, nos próximos anos, marcada pelos resultados da votação de ontem.
Como tem acontecido nos desenvolvimentos recentes da política portuguesa,a reacção popular aos ataques aos carácteres dos seus líderes tem sido a absolvição, para lá de qualquer análise racional que sobre os factos lhe tenha sido trazido, numa manifestação de solidariedade e esvaziamento de juízos morais a que só um reconhecimento e empatia da imperfeição do outro, justifica.
O que isso nos diz do carácter do POVO, também é ISSO, aqui ou em qualquer parte do mundo, é claro.
A natureza humana sabe - se imperfeita,e quando posta perante a imperfeição ética dos seus líderes a sua análise, quase sempre, estreita -se para o campo familiar e próximo do Eu que não para o espaço real, político, aonde deveria ser sufragada.
Cavaco Silva é, hoje, o representante político, sociológico e ético do estado moral do País.
O que se espera dele, conhecida a sua história e dos seus companheiros da jornada é incompreensível para mim..., mas eu não votei nele, naturalmente!
sexta-feira, janeiro 21, 2011
EU NÃO VOTO CAVACO...
...E passo a explicar o porquê, para lá da questão ideológica, que em essência explicaria e estaria na base de qualquer opção consciente.
A suprema ironia de " tudo isto ", é que uma " ideologia " - o Capitalismo liberal - que travou uma feroz batalha com o comunismo esteja hoje entregue a burocratas, da China aos USA, passando pela Europa e Rússia. O vazio que a tensão social, esvaziada então pelo fim da História, ideológica naturalmente,criou, foi preenchido, sem pudor já, ( ai dos vencidos! )por uma entidade sem rosto, quase etérea - o Mercado, contra a qual a " multidão " de Neri e as " massas " de Gasset se encontra na posição de Quixote.
Voltando a Cavaco, eu não voto Cavaco porque ele é, na essência, um ser desprovido de ideologia, é um BUROCRATA, um funcionário do statu quo, um representante consciente do " Império ", em Portugal.
Não confio nele, como não confio em amorais. Dos imorais conheço os sintomas e a narrativa, por exclusão; dos amorais temo a inconsciência quando sustentada pela ignorância e a hipocrisia quando apoiada no " pragmatismo ".
A suprema ironia de " tudo isto ", é que uma " ideologia " - o Capitalismo liberal - que travou uma feroz batalha com o comunismo esteja hoje entregue a burocratas, da China aos USA, passando pela Europa e Rússia. O vazio que a tensão social, esvaziada então pelo fim da História, ideológica naturalmente,criou, foi preenchido, sem pudor já, ( ai dos vencidos! )por uma entidade sem rosto, quase etérea - o Mercado, contra a qual a " multidão " de Neri e as " massas " de Gasset se encontra na posição de Quixote.
Voltando a Cavaco, eu não voto Cavaco porque ele é, na essência, um ser desprovido de ideologia, é um BUROCRATA, um funcionário do statu quo, um representante consciente do " Império ", em Portugal.
Não confio nele, como não confio em amorais. Dos imorais conheço os sintomas e a narrativa, por exclusão; dos amorais temo a inconsciência quando sustentada pela ignorância e a hipocrisia quando apoiada no " pragmatismo ".
segunda-feira, janeiro 17, 2011
ORA, AÌ ESTÁ A RAZÃO...
...Da minha ausência de comentários à campanha eleitoral em curso e a minha séria reflexão sobre uma abstenção que diàriamente me tenta trazer à realidade do dever cívico.
Façam o favor de ir ler, com olhos de ver, " PLUMA CAPRICHOSA " de Clara Ferreira Alves do Expresso de sábado, sob o título - Os políticos e os patetas. Está lá tudo e desta vez sem paninhos quentes que a elegância da prosa por vezes atenua em suaves " desabafos ".
Fala - se muito da crise económica e financeira e não se olha para o que se passa ao nosso lado...
Do empobrecimento e decadência da generalidade da " massa cinzenta " nacional têm os MEDIA uma responsabilidade medonha, repetidamente ensaiada por aqui e por muitas outras " vozes de burro " que ainda não vencidas pelo cansaço, teimam em alertar para a bisonha realidade nacional.
Saramago deplorava a incapacidade progressiva do mundo de hoje REFLECTIR, associando esse descalabro, nas Academias, ao abandono da Filosofia e do gosto pelo raciocínio abstracto.
Tudo isso, associado à trôpega literatura que hoje, sem pudor, se dá, num exercício pungente de narcisismo,a conhecer pelos seus iguais criou um caldo de uma " coisa " que ainda não encontrei uma palavra em português que a definisse. Mas vou a tempo...
É evidente que a Política não poderia passar impune e imune a essa contaminação a montante e a juzante, como causa e efeito desse produto.
Os intelectuais, na sua maioria, abandonaram, " desprezados ", a vida pública. Tornaram - se - lhes penosas as escolhas entre venderem - se ou capitularem -se e exilaram - se para o privado e para o universo, hoje restrito, da Cultura feita impotência.
Fala - se para quem, HOJE? E de QUÊ?
Façam o favor de ir ler, com olhos de ver, " PLUMA CAPRICHOSA " de Clara Ferreira Alves do Expresso de sábado, sob o título - Os políticos e os patetas. Está lá tudo e desta vez sem paninhos quentes que a elegância da prosa por vezes atenua em suaves " desabafos ".
Fala - se muito da crise económica e financeira e não se olha para o que se passa ao nosso lado...
Do empobrecimento e decadência da generalidade da " massa cinzenta " nacional têm os MEDIA uma responsabilidade medonha, repetidamente ensaiada por aqui e por muitas outras " vozes de burro " que ainda não vencidas pelo cansaço, teimam em alertar para a bisonha realidade nacional.
Saramago deplorava a incapacidade progressiva do mundo de hoje REFLECTIR, associando esse descalabro, nas Academias, ao abandono da Filosofia e do gosto pelo raciocínio abstracto.
Tudo isso, associado à trôpega literatura que hoje, sem pudor, se dá, num exercício pungente de narcisismo,a conhecer pelos seus iguais criou um caldo de uma " coisa " que ainda não encontrei uma palavra em português que a definisse. Mas vou a tempo...
É evidente que a Política não poderia passar impune e imune a essa contaminação a montante e a juzante, como causa e efeito desse produto.
Os intelectuais, na sua maioria, abandonaram, " desprezados ", a vida pública. Tornaram - se - lhes penosas as escolhas entre venderem - se ou capitularem -se e exilaram - se para o privado e para o universo, hoje restrito, da Cultura feita impotência.
Fala - se para quem, HOJE? E de QUÊ?
quinta-feira, janeiro 13, 2011
DA CAPITULAÇÃO ANUNCIADA...
... E que vem sendo, com uma pertinácia afrontosa, tecida pelos interesses económicos, financeiros e políticos,à sua efectivação já só vai o tempo que decorre até às eleições do novo presidente da República.
Tudo se prepara já para entregar de mão - beijada o País aos decisores estrangeiros.
Nada tem isso de surpreendente na História dos povos e em Portugal isso já aconteceu com as consequências que essa nova " conspiração " terá.
Nos finais do século XVI, as circunstâncias criadas pela aristocracia política e religiosa somadas à " neutralidade interesseira " do comércio, " anexaram ", nas palavras de um investigador não referenciado, ( ver " A língua e a cultura portuguesas no tempo dos Filipes de Pilar Vásquez Cuesta " )Filipe II de Espanha.
Do seu a seu dono, quando em Portugal, hoje, temos à cabeça dessa " conspiração ", visível de cada vez que abre a boca para falar do País, o actual Presidente da República, ancorado nas mesmas forças que então quase exigiam a entrada de decisores estrangeiros no País, está tudo dito e visto. Só que o " anexado " estimado desta vez será o FMI, na esteira do Fundo de Estabilidade Económica Europeia.
Como no século XVI, hoje como ontem, a resistência, passiva ou activa, estará no Povo, que nas circunstâncias actuais terá de se aliar à outra resistência configurada pelo Governo e o seu líder - Sócrates.
Ressalta em tudo isso a tremenda importância de que se revestem as eleições que vêm aí. As escolhas serão decisivas e determinantes para o futuro próximo.
Se o Governo cair, cercado por todos os lados como está, a CAPITULAÇÃO estará à porta.
Quem diz que a História não se repete redu-la aos rostos dos protagonistas e não às circunstâncias que os criam e fundamentam as suas escolhas e a sua história.
Hoje, os protagonistas têm um rosto e uma actuação conhecida de TODOS, assim como as circunstâncias que criaram ou querem evitar, para lá da sua actuação mediática. O conhecimento da sua história também entra nas nossas escolhas. TEM DE ENTRAR!
Tudo se prepara já para entregar de mão - beijada o País aos decisores estrangeiros.
Nada tem isso de surpreendente na História dos povos e em Portugal isso já aconteceu com as consequências que essa nova " conspiração " terá.
Nos finais do século XVI, as circunstâncias criadas pela aristocracia política e religiosa somadas à " neutralidade interesseira " do comércio, " anexaram ", nas palavras de um investigador não referenciado, ( ver " A língua e a cultura portuguesas no tempo dos Filipes de Pilar Vásquez Cuesta " )Filipe II de Espanha.
Do seu a seu dono, quando em Portugal, hoje, temos à cabeça dessa " conspiração ", visível de cada vez que abre a boca para falar do País, o actual Presidente da República, ancorado nas mesmas forças que então quase exigiam a entrada de decisores estrangeiros no País, está tudo dito e visto. Só que o " anexado " estimado desta vez será o FMI, na esteira do Fundo de Estabilidade Económica Europeia.
Como no século XVI, hoje como ontem, a resistência, passiva ou activa, estará no Povo, que nas circunstâncias actuais terá de se aliar à outra resistência configurada pelo Governo e o seu líder - Sócrates.
Ressalta em tudo isso a tremenda importância de que se revestem as eleições que vêm aí. As escolhas serão decisivas e determinantes para o futuro próximo.
Se o Governo cair, cercado por todos os lados como está, a CAPITULAÇÃO estará à porta.
Quem diz que a História não se repete redu-la aos rostos dos protagonistas e não às circunstâncias que os criam e fundamentam as suas escolhas e a sua história.
Hoje, os protagonistas têm um rosto e uma actuação conhecida de TODOS, assim como as circunstâncias que criaram ou querem evitar, para lá da sua actuação mediática. O conhecimento da sua história também entra nas nossas escolhas. TEM DE ENTRAR!
terça-feira, janeiro 11, 2011
CONSAGRAÇÃO
A haver uma justa atribuição de mérito, Mourinho conseguiu - o, com a votação maciça dos jogadores de futebol que o consagraram como o melhor treinador do Planeta, juntamente com os jornalistas que não dos treinadores adversários, compreensível, aliás.
Conseguiu - o e foi uma proeza, contra os interesses da FIFA e contra o sistema que os seus parasitários mercantilistas alimentam.
Conseguiu - o com o apoio dos seleccionadores nacionais e...dos ADEPTOS, que apesar de preferências por este ou aquele sistema de jogo, sentem que o seu sectarismo por vezes não consegue manchar os factos e que o futebol que amam é feito de sangue suor e lágrimas e partilha de emoções que se espraiam nas quatro linhas do campo e qwue definem o que realmente importa - a victória das suas cores e dos atletas que apoiam.
O resto, a galáxia de interesses que à sua volta se tece, mormente na domesticação e assimilação dos rebeldes à causa do negócio de milhões que a sua actividade permite parasitar, passa ao lado durante os noventa minutos de uma partida de futebol.
Mourinho interpreta na perfeição esse sentir, na autenticidade com que vive com os seus atletas a impureza das emoções que o jogo transporta. Ele é assim.
Que continue por muitos anos mais a recusar pôr o " chapéu " de D. José de uma pretensa "aristocracia e respeitabilidade " ( ver de Zé a D. José de João Manha no Record de hoje ) que dariam caução à aceitação pelos senhores do sistema e seus lacaios e por quem só lhe pode e deve invejar o sucesso sem mas, como convém a almas pouco nobres.
sábado, janeiro 08, 2011
NOSTALGIAS...
Proponho um pequeno exercício aos bloguistas " veteranos ", com, pelo menos 6,7 anos nessas andanças e que se traduz numa revisitação dos seus posts desde essa altura.
Confesso que a mim, numa confirmação dos meus dotes " mediúnicos ", a surpresa de me descobrir como um profeta durou pouco. É que o exercício só me revelou que, passe as evoluções de consequência, NADA se alterou no panorama político, mental, económico, ( a diversificação é uma consequência )ético ou cívico em Portugal.
A actual campanha eleitoral em curso repete, mutatis mutandis com a mesma narrativa, todas as campanhas do passado e com os mesmos protagonistas. Só mudaram as caras.
Na verdade, a " COISA " que é isto hoje, não é pertença própria...
Que a Política se tinha emigrado para longínquas paragens e se tornou incontactável também foi uma consequência que não se tinha previsto com a Globalização. E o que é que essa incompetência nos diz em relação aos seus intérpretes que ocupam elevados cargos da sua direcção? A sua falência, pela adopção de uma nova religiosidade cuja essência a sua História, na sua génese, sempre quis contrariar.
Por outro lado, também nos diz que a elite, a intelectualidade que a Ciência e a Cultura criaram se ajoelhou aos ditâmes do Capital, representado hoje por essa coisa sem rosto a que hoje se remete o futuro dos Povos.
A.Neri, filósofo italiano chamou a essa entidade, a esse novo protagonista político e não só, que paira impunemente sobre as soberanias nacionais, o IMPÉRIO e reduziu - nos a TODOS a uma massa amorfa a que chamou multidão, em luta surda e resilente contra esse novo DEUS dos nossos tempos.
Eu cá choro pela REVOLUÇÃO, por uma revolução que remeta o SAPIENS a uma condição sem esperança, universal, TOTAL, que o livre do Abismo e que lhe permita uma ascenção outra que não essa decadência inveterada e... patética.
Desgraçadamente para os que a vão enfrentar e libertador para o futuro da espécie, ela vai acontecer, tão certo como eu estar aqui hoje. O sentido da sua marcha e o click do seu despertar está por aí...
Confesso que a mim, numa confirmação dos meus dotes " mediúnicos ", a surpresa de me descobrir como um profeta durou pouco. É que o exercício só me revelou que, passe as evoluções de consequência, NADA se alterou no panorama político, mental, económico, ( a diversificação é uma consequência )ético ou cívico em Portugal.
A actual campanha eleitoral em curso repete, mutatis mutandis com a mesma narrativa, todas as campanhas do passado e com os mesmos protagonistas. Só mudaram as caras.
Na verdade, a " COISA " que é isto hoje, não é pertença própria...
Que a Política se tinha emigrado para longínquas paragens e se tornou incontactável também foi uma consequência que não se tinha previsto com a Globalização. E o que é que essa incompetência nos diz em relação aos seus intérpretes que ocupam elevados cargos da sua direcção? A sua falência, pela adopção de uma nova religiosidade cuja essência a sua História, na sua génese, sempre quis contrariar.
Por outro lado, também nos diz que a elite, a intelectualidade que a Ciência e a Cultura criaram se ajoelhou aos ditâmes do Capital, representado hoje por essa coisa sem rosto a que hoje se remete o futuro dos Povos.
A.Neri, filósofo italiano chamou a essa entidade, a esse novo protagonista político e não só, que paira impunemente sobre as soberanias nacionais, o IMPÉRIO e reduziu - nos a TODOS a uma massa amorfa a que chamou multidão, em luta surda e resilente contra esse novo DEUS dos nossos tempos.
Eu cá choro pela REVOLUÇÃO, por uma revolução que remeta o SAPIENS a uma condição sem esperança, universal, TOTAL, que o livre do Abismo e que lhe permita uma ascenção outra que não essa decadência inveterada e... patética.
Desgraçadamente para os que a vão enfrentar e libertador para o futuro da espécie, ela vai acontecer, tão certo como eu estar aqui hoje. O sentido da sua marcha e o click do seu despertar está por aí...
quarta-feira, janeiro 05, 2011
PRESIDENCIAIS...
POISSSS....
Que dizer?
Os MEDIA, enfadados com a crise, com os discursos políticos, com Sócrates em banho - maria e com a " fleuma " sem sal do líder da oposição e com as bonecadas do Portas, vai daí e agarra - se com unha e dentes ao cheiro de um escândalo que já tem perto de DEZ anos e que na altura não " sacudiram " muito.
Veremos os desenvolvimentos... Depois falaremos de política
Que dizer?
Os MEDIA, enfadados com a crise, com os discursos políticos, com Sócrates em banho - maria e com a " fleuma " sem sal do líder da oposição e com as bonecadas do Portas, vai daí e agarra - se com unha e dentes ao cheiro de um escândalo que já tem perto de DEZ anos e que na altura não " sacudiram " muito.
Veremos os desenvolvimentos... Depois falaremos de política
sábado, janeiro 01, 2011
EIS - NOS EM 2011
... E, sem nenhumas ilusões antecipadas, a não ser continuar a celebrar mais uma passagem de ano com o " rebuliço " familiar controlado em baixos décibéis,seguir a evolução do SAPIENS , que, a passo de caracol, faz o seu destino neste belo planeta.
quinta-feira, dezembro 30, 2010
GENEALOGIA!!!!!?????
... Ou, por outro lado, CARTA ABERTA AO CLUBE DOS DESCENDENTES
Confesso que não queria reagir, mas há coisas que a minha " genealogia ", minha, porque não herdada, sem alter - egos de nenhuma ordem a não ser a DECÊNCIA que me moldou, não aguenta, ou é do meu nariz?
Sim, sei que esta é uma palavra em esvaziamento e no entanto, pergunto:
- Genealogia para explicar o QUÊ? O valor real do indivíduo? E o que é isso do valor REAL?
Sei que Hitler, sem genealogia aplicou -a no contexto da depuração rácica da sociedade alemã. Também sei que Lincoln, outro sem genealogia, desprezou - a e combateu - a na Guerra Civil americana e de uma penada, a escravatura que lhe dava sustento e caução.
Se a História dos povos e o percurso espiritual, exacto, espiritual e não religioso dos indivíduos dependessem das suas origens, a História contemporânea iria, de certeza, por maus caminhos se à sua positividade como percurso desejável de evolução ( e é disso que se trata )do Homem dependesse do domínio, real ou imaginado da aristocracia genealógica; e pelo que sabemos hoje, pela diluição do conceito genealógico da família e dos filhos de família a juventude da Europa tem sido exemplar na demolição desses " luxos " aristocráticos varrendo - os para debaixo da tapete quando não os esfrega na cara de um certo conservadorismo saudoso dos tempos dos escravos dos avós.
Para encurtar, quero crer que a valência do Homem, antigo ou moderno, sempre se fez no recanto da sua consciência e, embora reconhecido por outros, anonimato, e para os que privilegiam a acção concreta e exposição, em ética e na sua aplicação concreta - moralidade.
Sem isso, só lhe restam as árvores da sua condição, de chimpanzé.
Percebeu - se, quando Sócrates, um exemplo, apareceu como P.M. a " perplexidade " de tamanho desafio - Quem é este e de onde vem? foi a pergunta que o povo nunca fez.
Definitivamente NÃO, a genealogia tem tanta importância na psique, pelo menos na minha teve, como o estado do tempo no meu humor. Só me sugere meras reflexões, racionais e nunca sentimentais ou de outra índole.
É que sou do tempo dos bébés - provetas e dos clones...
Confesso que não queria reagir, mas há coisas que a minha " genealogia ", minha, porque não herdada, sem alter - egos de nenhuma ordem a não ser a DECÊNCIA que me moldou, não aguenta, ou é do meu nariz?
Sim, sei que esta é uma palavra em esvaziamento e no entanto, pergunto:
- Genealogia para explicar o QUÊ? O valor real do indivíduo? E o que é isso do valor REAL?
Sei que Hitler, sem genealogia aplicou -a no contexto da depuração rácica da sociedade alemã. Também sei que Lincoln, outro sem genealogia, desprezou - a e combateu - a na Guerra Civil americana e de uma penada, a escravatura que lhe dava sustento e caução.
Se a História dos povos e o percurso espiritual, exacto, espiritual e não religioso dos indivíduos dependessem das suas origens, a História contemporânea iria, de certeza, por maus caminhos se à sua positividade como percurso desejável de evolução ( e é disso que se trata )do Homem dependesse do domínio, real ou imaginado da aristocracia genealógica; e pelo que sabemos hoje, pela diluição do conceito genealógico da família e dos filhos de família a juventude da Europa tem sido exemplar na demolição desses " luxos " aristocráticos varrendo - os para debaixo da tapete quando não os esfrega na cara de um certo conservadorismo saudoso dos tempos dos escravos dos avós.
Para encurtar, quero crer que a valência do Homem, antigo ou moderno, sempre se fez no recanto da sua consciência e, embora reconhecido por outros, anonimato, e para os que privilegiam a acção concreta e exposição, em ética e na sua aplicação concreta - moralidade.
Sem isso, só lhe restam as árvores da sua condição, de chimpanzé.
Percebeu - se, quando Sócrates, um exemplo, apareceu como P.M. a " perplexidade " de tamanho desafio - Quem é este e de onde vem? foi a pergunta que o povo nunca fez.
Definitivamente NÃO, a genealogia tem tanta importância na psique, pelo menos na minha teve, como o estado do tempo no meu humor. Só me sugere meras reflexões, racionais e nunca sentimentais ou de outra índole.
É que sou do tempo dos bébés - provetas e dos clones...
DA ÁFRICA...
... ou a análise de um intruso sobre " agenda Africana!!!? ".
Confesso que vejo com pouca complacência as críticas que generalizada e recorrentemente surgem a propósito dos males da África, nomeadamente quando se suportam sobre bases éticas e morais e não reflexões fundamentadas da genealogia da evolução política de um continente que só recuperou a sua História há pouco mais de sessenta anos.
O olhar sobranceiro sobre a corrupção em África, sempre generalizada, quando comparada com a monstruosidade implícita no código genético do sistema que a alimenta e em plena globalização pelo Globo, o Capitalismo,é de uma hipocrisia atroz.
Falar de África implica NECESSÁRIAMENTE uma abordagem histórica do antes, durante e pós-colonialismo e ela terá de ser sempre ideológica, para lá das estatísticas que o aparente sucesso de Botswana apresenta.
A ideia, como aparentemente o texto de H. Raposo reflecte sob o título - O caos em África - no " Expresso on-line " de que o sucesso de qualquer democracia, em qualquer parte do planeta, Botswana, para o caso, implica uma clonagem, natural, crê ele, de culturas e organização social donde brotariam, num passe de mágica, a triunfante democracia de tipo ocidental,não pode ser levado a sério.
Este espaço é demasiado pequeno para citar textos de africanos, políticos intelectualizados ou intelectuais que se tornaram políticos, mas remeto este texto para as intervenções dos pais fundadores das novas repúblicas pós - colonialismo, nomeadamente Cabral, Senghor, NKruma,Nasser, etc.
É procurá - los, lê - los, conhecer as suas projecções das sociedades que queriam implementar e seguir com ATENÇÃO o boicote insidioso que o Ocidente e a URSS teceram sobre as jovens nações.
As leituras serão sempre ideológicas, assim como a interpretação, insidiosa, dos factos quando se quer colar percursos formatados a realidades que não se conhecem de todo.
Podem sempre comparar com o texto, por exemplo, do Luís Naves no blog Albergue Espanhol sobre a temática africana, como foi orientado e ver a diferença.
Adenda - É que olhar para a História Mundial e África tem sido parte determinante dessa História, com o olhar frio do historiador SIR Martin Gilbert em História do século XX, um acervo importantíssimo e neutro de factos, como tem sido o olhar do cidadão europeu sobre a África, dizia eu, é muito diferente de ler O livro negro do Capitalismo, para mim infinitamente mais importante para o balanço da História.
Confesso que vejo com pouca complacência as críticas que generalizada e recorrentemente surgem a propósito dos males da África, nomeadamente quando se suportam sobre bases éticas e morais e não reflexões fundamentadas da genealogia da evolução política de um continente que só recuperou a sua História há pouco mais de sessenta anos.
O olhar sobranceiro sobre a corrupção em África, sempre generalizada, quando comparada com a monstruosidade implícita no código genético do sistema que a alimenta e em plena globalização pelo Globo, o Capitalismo,é de uma hipocrisia atroz.
Falar de África implica NECESSÁRIAMENTE uma abordagem histórica do antes, durante e pós-colonialismo e ela terá de ser sempre ideológica, para lá das estatísticas que o aparente sucesso de Botswana apresenta.
A ideia, como aparentemente o texto de H. Raposo reflecte sob o título - O caos em África - no " Expresso on-line " de que o sucesso de qualquer democracia, em qualquer parte do planeta, Botswana, para o caso, implica uma clonagem, natural, crê ele, de culturas e organização social donde brotariam, num passe de mágica, a triunfante democracia de tipo ocidental,não pode ser levado a sério.
Este espaço é demasiado pequeno para citar textos de africanos, políticos intelectualizados ou intelectuais que se tornaram políticos, mas remeto este texto para as intervenções dos pais fundadores das novas repúblicas pós - colonialismo, nomeadamente Cabral, Senghor, NKruma,Nasser, etc.
É procurá - los, lê - los, conhecer as suas projecções das sociedades que queriam implementar e seguir com ATENÇÃO o boicote insidioso que o Ocidente e a URSS teceram sobre as jovens nações.
As leituras serão sempre ideológicas, assim como a interpretação, insidiosa, dos factos quando se quer colar percursos formatados a realidades que não se conhecem de todo.
Podem sempre comparar com o texto, por exemplo, do Luís Naves no blog Albergue Espanhol sobre a temática africana, como foi orientado e ver a diferença.
Adenda - É que olhar para a História Mundial e África tem sido parte determinante dessa História, com o olhar frio do historiador SIR Martin Gilbert em História do século XX, um acervo importantíssimo e neutro de factos, como tem sido o olhar do cidadão europeu sobre a África, dizia eu, é muito diferente de ler O livro negro do Capitalismo, para mim infinitamente mais importante para o balanço da História.
sábado, dezembro 25, 2010
DA LAGARTIXA E O JACARÉ...
...Há uma diferença FUNDAMENTAL que os distingue, a saber - a velhice incontornável do jacaré e o universo vasto de evolução da lagartia...
Enquanto a lagartixa ainda se mexe e mexe os neurónios em obediência ao seu destino de evolução, não necessàriamente no sentido, APARENTEMENTE superior, de ser um réptil, cujo destino é comer e dormir e fá- lo há milhões de anos sem sair DISSO, o jacaré É e algumas vezes está.
E está e continua a estar com os ares do momento, sem arrojo, sem novidade, sem um rasgo de diferença que os distinga dos outros putativos jacarés, chafurdadando nos pantanais obesos da auto-complacência.
Eu cá prefiro o destino da lagartixa...,impaciente,intolerante,bicho-carpinteiro a sacudir ideias - feitas, velhas, caducas,VIAGReiras, cínicas,pastelonas, pantufeiras, e... ressabiadas.
Eu sou pela revolução, de tudo, excepto daquele conceito cortante, único, definitivo, o único que nos distingue dentro da espécie - ÉTICA..
Ao menos não me aborreço de morte a ouvir e ler bocejos onde a condição de jacaré pressupunha coisa outra que não lamúrias e senilidade intelectual.
Enquanto a lagartixa ainda se mexe e mexe os neurónios em obediência ao seu destino de evolução, não necessàriamente no sentido, APARENTEMENTE superior, de ser um réptil, cujo destino é comer e dormir e fá- lo há milhões de anos sem sair DISSO, o jacaré É e algumas vezes está.
E está e continua a estar com os ares do momento, sem arrojo, sem novidade, sem um rasgo de diferença que os distinga dos outros putativos jacarés, chafurdadando nos pantanais obesos da auto-complacência.
Eu cá prefiro o destino da lagartixa...,impaciente,intolerante,bicho-carpinteiro a sacudir ideias - feitas, velhas, caducas,VIAGReiras, cínicas,pastelonas, pantufeiras, e... ressabiadas.
Eu sou pela revolução, de tudo, excepto daquele conceito cortante, único, definitivo, o único que nos distingue dentro da espécie - ÉTICA..
Ao menos não me aborreço de morte a ouvir e ler bocejos onde a condição de jacaré pressupunha coisa outra que não lamúrias e senilidade intelectual.
sexta-feira, dezembro 24, 2010
BOAS FESTAS...
... Mas mantenham - se atentos à VOSSA VIDA. É que VOCÊS são, em última instância, os principais responsáveis do que fizerem dela.
Atirar as culpas para os outros, seja o Governo ou o bigode irresistível do vizinho e a bunda acolhedora da vizinha, é cretinice.
Bom Ano para todos. E não é retórica....EU, sou assim!
Atirar as culpas para os outros, seja o Governo ou o bigode irresistível do vizinho e a bunda acolhedora da vizinha, é cretinice.
Bom Ano para todos. E não é retórica....EU, sou assim!
A DILETÂNCIA E DECREPITUDE FEITAS PROSA...
... OU A CONSCIÊNCIA FEITA ACÇÃO...
Sejam claros e intelectualmente honestos, com ou sem " coturnos ", vulgo, bacharelatos e doutoramentos avalizados por iguais,e assumam de vez a incompetência e vocação para a ACÇÃO.
Intervir no campo da Política, para os intelectuais, será sempre um exercício de cuja praticidade e eficácia SÓ os políticos podem testar, essa gente tão maltratada que rege aquilo de que do alto da vossa arrogância enfastiada NÃO SÃO COMPETENTES para fazer... ( já lhes chega, em cansaço, gerir o umbigo e a pesporrência, quanto mais preocuparem - se, REFASTELADOS no sofá ,com os problemas gerais do povo ).
Ao desafio lançado na blogosfera aos intelectuais africanos, residentes na Europa suponho, a exigir - lhes em manso gesto, um retorno em colaboração, das suas mais - valias proclamadas,das suas capacidades aplicáveis, na análise e resolução dos problemas com que a sociedade africana pós-colonialismo se confronta, só tenho, como cidadão atento e sem " coturno " uma sugestão, que espero não ofender tão preclaras criaturas.
Regressem à terra que vos pariu e depois de aí permanecerem uma temporada longa a ( re )conhecer o que deixaram e do qual voluntáriamente se auto - exilaram, os que lá ficaram e o que estão a fazer, e junto do povo ouvir as suas queixas e aplausos, sim, que são muuuuuitos,tanto como as queixas e saber quem queixa e quem aplaude, enfim decifrar a realidade, não a imaginada pela cartilha do bem - estar burguês e diletante,dizia eu, terão assunto para teorizar e se à teoria aplicarem sensatamente um pouco de acção e não queixumes, garanto que os vossos netos e talvez os vossos filhos, colherão o resultado da sensatez das vossas análises e propostas postas em prática.
Levará o seu tempo, como a História dos povos tem REITERADA e académicamente ensinado.
COMECEM JÁ a apelar pelo retorno da Diáspora, mesmo a sábia e envelhecida intelectualidade, que com o seu exemplo, poderá(ia) arrastar todos os africanos, jovens e científicamente formados que, de volta, mudariam a face da política e sociedade africana.
E...com o exemplo da vossa Vida, incurtir - lhes profundamente a noção de ÉTICA e moralidade, que a solidariedade e o resto necessário serão CONSEQUÊNCIAS fabulosas.
Sejam claros e intelectualmente honestos, com ou sem " coturnos ", vulgo, bacharelatos e doutoramentos avalizados por iguais,e assumam de vez a incompetência e vocação para a ACÇÃO.
Intervir no campo da Política, para os intelectuais, será sempre um exercício de cuja praticidade e eficácia SÓ os políticos podem testar, essa gente tão maltratada que rege aquilo de que do alto da vossa arrogância enfastiada NÃO SÃO COMPETENTES para fazer... ( já lhes chega, em cansaço, gerir o umbigo e a pesporrência, quanto mais preocuparem - se, REFASTELADOS no sofá ,com os problemas gerais do povo ).
Ao desafio lançado na blogosfera aos intelectuais africanos, residentes na Europa suponho, a exigir - lhes em manso gesto, um retorno em colaboração, das suas mais - valias proclamadas,das suas capacidades aplicáveis, na análise e resolução dos problemas com que a sociedade africana pós-colonialismo se confronta, só tenho, como cidadão atento e sem " coturno " uma sugestão, que espero não ofender tão preclaras criaturas.
Regressem à terra que vos pariu e depois de aí permanecerem uma temporada longa a ( re )conhecer o que deixaram e do qual voluntáriamente se auto - exilaram, os que lá ficaram e o que estão a fazer, e junto do povo ouvir as suas queixas e aplausos, sim, que são muuuuuitos,tanto como as queixas e saber quem queixa e quem aplaude, enfim decifrar a realidade, não a imaginada pela cartilha do bem - estar burguês e diletante,dizia eu, terão assunto para teorizar e se à teoria aplicarem sensatamente um pouco de acção e não queixumes, garanto que os vossos netos e talvez os vossos filhos, colherão o resultado da sensatez das vossas análises e propostas postas em prática.
Levará o seu tempo, como a História dos povos tem REITERADA e académicamente ensinado.
COMECEM JÁ a apelar pelo retorno da Diáspora, mesmo a sábia e envelhecida intelectualidade, que com o seu exemplo, poderá(ia) arrastar todos os africanos, jovens e científicamente formados que, de volta, mudariam a face da política e sociedade africana.
E...com o exemplo da vossa Vida, incurtir - lhes profundamente a noção de ÉTICA e moralidade, que a solidariedade e o resto necessário serão CONSEQUÊNCIAS fabulosas.
segunda-feira, dezembro 20, 2010
ABASTARDAMENTO, mais nada...
...É o eufemismo que me ocorre, na pista dos desenvolvimentos das revelações do WikiLeaks, quando analiso as reacções de " jornalistas " e alguns comentaristas portugueses e não só, ( de alguns foi uma desilusão já prevista e que em devido tempo falarei ) sobre os FACTOS EM PRIMEIRA MÃO, que foram trazidos à consideração dos contribuintes, essa uma nova designação da UE para os seus cidadãos.
Queria começar este post a lembrar o dever de jornalistas, aos nossos escrevinhadores atascados até ao pescoço pela bruta e não suave, como dizia o outro, cumplicidade com os " ares do momento ".
Confesso que antes de estar aqui sentado e contra uma norma que impus a mim mesmo de falar sobre assuntos relevantes ANTES de conhecer outras opiniões, não vá ser acusado de fazer o que os nossos jornalistas andam a fazer quando são incompetentes ou chicos - espertos que é plagiar abordagens " sacadas " dos blogues que dizem desprezar,dizia eu, li o " Jornalismo suave " de Daniel Oliveira no " Expresso " de 18/12.
E depois de o ler, não fui capaz, por uma questão não dispicienda de honestidade intelectual,de REPETIR os argumentos que ele tão nítidamente trouxe à nossa consideração.
Remeto - vos para a sua crónica com as palavras que a mim me estavam a martelar o juízo antes de o ter lido - " O poder quer esconder, a imprensa quer revelar. E só esta tensão pode garantir um equilíbrio virtuoso. QUANDO A SEGUNDA TOMA AS DORES DO PRIMEIRO ESTAMOS EM MAUS LENÇÓIS ".
E está tudo dito, no que concerne aos Media nacionais, para o caso. E não é nada que nos surpreenda...
Queria começar este post a lembrar o dever de jornalistas, aos nossos escrevinhadores atascados até ao pescoço pela bruta e não suave, como dizia o outro, cumplicidade com os " ares do momento ".
Confesso que antes de estar aqui sentado e contra uma norma que impus a mim mesmo de falar sobre assuntos relevantes ANTES de conhecer outras opiniões, não vá ser acusado de fazer o que os nossos jornalistas andam a fazer quando são incompetentes ou chicos - espertos que é plagiar abordagens " sacadas " dos blogues que dizem desprezar,dizia eu, li o " Jornalismo suave " de Daniel Oliveira no " Expresso " de 18/12.
E depois de o ler, não fui capaz, por uma questão não dispicienda de honestidade intelectual,de REPETIR os argumentos que ele tão nítidamente trouxe à nossa consideração.
Remeto - vos para a sua crónica com as palavras que a mim me estavam a martelar o juízo antes de o ter lido - " O poder quer esconder, a imprensa quer revelar. E só esta tensão pode garantir um equilíbrio virtuoso. QUANDO A SEGUNDA TOMA AS DORES DO PRIMEIRO ESTAMOS EM MAUS LENÇÓIS ".
E está tudo dito, no que concerne aos Media nacionais, para o caso. E não é nada que nos surpreenda...
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