sábado, setembro 24, 2011

LUTA DE CLASSES reloaded... 1

ESCUTA, ZÉ - NINGUÉM!
Os teus interesses não têm nada a ver com o que está a ser feito e se prepara para fazer, nem aqui e nem em sítio algum onde essa coisa a que hoje se apoda de neo - liberalismo tem assento.
A ideia subjacente é que basta uma percentagem mínima de gente ( eles ) para pôr o SISTEMA e o Planeta a funcionar. E que melhor maneira de conseguir isso de que reduzir - nos a pedintes, não só individualmente mas como nação, como Estado.


No Portugal de hoje está a processar - se o que já está num estádio avançado de evolução na Grécia com os seus representantes, entre a ingenuidade, a estupidez e vistas curtas a conduzir robòticamente um povo inteiro à miséria encabestrados por interesses completamente alheios ao seu destino fazendo regredir em décadas o desenvolvimento social e a harmonização progressiva dos seus desequilíbrios socio - económicos.
O documento que o Ministério da Economia pôs à discussão com os parceiros ( que hipocrisia! ) sociais é um INSULTO.
Justa causa nos despedimentos? Sim, evidentemente, mas... Quebra de produtividade? Inadaptação ao posto de trabalho? Redução para metade do valor a pagar pelo trabalho em dias de folga, domingos e feriados?
ISTO É UM DOCUMENTO BASE DE NEGOCIAÇÃO?


Eu sei que o povo é sereno como também sei que é bovino mas sinceramente não creio que  seja estúpido e que os seus representantes sindicais talvez já comecem a interrogar - se sobre a promiscuidade mantida com a sua suposta representação parlamentar que acabou de votar contra uma proposta de lei anti-corrupção apresentada pelo PS. 


Voltemos à barbaridade conceptual de uma proposta de um " estrangeirado " que de Portugal tem uma ideia curiosa, que para ser sincero eu também tenho mas sem consequências de maior, ou seja nula no que ao seu futuro concerne e que é que ele aguenta TUDO, irá aguentar TUDO, se bem oleado com apelos chantageantes ao seu espírito de sacrifício, ao seu civismo, à sua responsabilidade e à sua capacidade de sofrimento na interrupção da evolução do seu futuro.


continuaremos...



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